A ESPOSA DO MEU ENTEADO đ€€đ€€đđLembro daquela tarde de domingo como se fosse ontem, a gente tava comemorando o aniversĂĄrio da minha filha, chamamos os parentes e uns amigos da menina. Ela tava fazendo x anos, tudo era diversĂŁo e risada. Minha mulher jĂĄ tinha um filho quando eu a conheci, era o Alex, de uns x anos, porque ela teve ele muito nova. Ele chegou na festa um pouco atrasado, acompanhado da Cinthia, a namorada dele. Ela Ă© uma gatinha novinha, de sĂł 18 anos, magrinha, morena, com uns peitos mĂ©dios e uma bundinha divina. Tava usando um vestido vermelho que marcava o corpo dela. No começo, nĂŁo dei muita bola, a gente tava ocupado atendendo os convidados, bebendo um pouco. Mais tarde, minha mulher me mandou tirar fotos dos convidados de lembrança. Foi aĂ que eu pude observar ela direito. Ela tava sentada num pula-pula, onde as crianças brincavam. Comecei a tirar fotos e, aproveitando o zoom da cĂąmera, aproximei a imagem pra ver as pernas dela e um pedaço da calcinha que aparecia entre as coxas semiabertas. De repente, ela virou e acho que percebeu, porque na hora abriu mais as pernas pra me deixar ver como a fio dental se enfiava na buceta dela. O Alex tava distraĂdo cuidando das crianças que brincavam, e minha mulher conversando com os convidados. Senti meu pau começando a endurecer, imaginando aquela xotinha jovem, e vendo como ela esticava o vestido na ĂĄrea dos peitos, como se tivesse com calor. Minha ereção ficava cada vez mais forte, e mais difĂcil de esconder. Fui pro quarto pra ajeitar o mastro, sem ninguĂ©m me ver, quando ouvi a Cinthia falar pra minha mulher: "Com licença, sogra, posso ir no seu quarto dar uma arrumada?" Minha esposa respondeu: "Claro, fica Ă vontade, vocĂȘ tĂĄ em casa." A Cinthia entrou no quarto, eu me escondi atrĂĄs de um mĂłvel. Ela se colocou na frente do espelho e, atravĂ©s dele, conseguiu me ver escondido, mas fez que nĂŁo sabia que eu tava ali. Abriu o zĂper do vestido, que caiu na hora, deixando Ă mostra os peitos lindos dela. ficando sĂł de thong, que me deixava ver perfeitamente suas nĂĄdegas, ligou o ventilador e se deixou cair na cama. Meu pau tava prestes a explodir, vendo ela ali deitada, passando os dedos nos prĂłprios mamilos e soltando gemidinhos. Depois começou a passar a mĂŁo por cima da calcinha, como se estivesse esfregando a buceta. Eu babava diante daquela cena tĂŁo excitante, enquanto massageava meu pau. Ela virou e disse: "O que Ă© que tĂĄ esperando, sogrĂŁo? Vem e aproveita minha buceta, nĂŁo fica sĂł olhando." NĂŁo soube como reagir â o desejo pedia pra eu pular em cima dela, mas ao mesmo tempo minha consciĂȘncia dizia que nĂŁo. Ela tirou a thong, mostrando a buceta molhada, que jĂĄ naquele momento escorria. Tirei a camisa, abaixei a calça e a cueca e me joguei sobre ela. Minha boca devorava o sexo dela, e os sucos escorriam ao redor dos meus lĂĄbios. Minha lĂngua percorria de ponta a ponta a buceta dela, enquanto ela soltava gemidos e arqueava o corpo. Ela enroscou os dedos no meu cabelo e me puxou pra perto, as pernas dela envolveram meu pescoço. Eu bebia os lĂquidos vaginais dela sem parar, atĂ© que de repente minha boca se encheu ainda mais de lĂquido por causa de um orgasmo. Cinthia gemia com mais intensidade, a mĂșsica escondia perfeitamente os barulhos do quarto. Comecei a subir pelo corpo dela atĂ© chegar no peito, comecei a penetrĂĄ-la enquanto meus dentes apertavam os mamilos dela. As unhas dela na minha costa se enterravam cada vez mais a cada estocada. O choque dos nossos corpos e o molhado da buceta dela produziam sons que nos excitavam ainda mais. A gente virou e ela ficou por cima de mim, começou a me cavalgar deliciosamente, enquanto minhas mĂŁos apertavam os peitos dela. De repente, outro orgasmo fez os lĂquidos dela escorrerem pelo meu pau e pela minha pĂ©lvis. Uma quantidade enorme de lĂquido escorria, me molhando por completo. SaĂ da buceta dela, coloquei ela de quatro e, me posicionando atrĂĄs, meti meu pau de uma vez. Ela mordeu os lĂĄbios pra nĂŁo gritar. Eu entrava e saĂa com força. Era tanta a nossa luxĂșria que, sem pensar, segurei Meu pau, eu coloquei na bunda dela e comecei a entrar. Ela tentava se soltar, mas por causa da lubrificação do meu membro, a cabeça entrou fĂĄcil. Eu segurava a cintura dela pra impedir que ela saĂsse, e aos poucos a resistĂȘncia foi acabando. Quando meu pau entrou completamente no cu dela, outro orgasmo fez ela me apertar com força, como se quisesse arrancar meu pau com a bunda dela. Comecei a meter, primeiro devagar e fui aumentando o ritmo aos poucos. Peguei ela pelo cabelo e, enquanto metia, dava tapas na bunda dela. Ela jĂĄ nĂŁo resistia mais. Meu corpo começou a se erguer, era o sinal de que eu ia gozar logo. Ela apertou a bunda pra me prender dentro dela e, quando sentiu meu gozo quente dentro do cu dela, teve outro orgasmo. Eu saĂ dela, ainda escorrendo meu esperma. Ela pegou meu pau, levou Ă boca e chupou atĂ© nĂŁo sobrar uma gota de porra. A gente se vestiu. Eu saĂ devagar pra nĂŁo chamar atenção. Ela saiu depois de alguns minutos, e a festa continuou. Antes de ir embora, ela chegou perto de mim, enfiou a mĂŁo no bolso da minha calça, se despediu e foi. Quando coloquei a mĂŁo no bolso, senti algo molhado. Era a calcinha fio dental da Cinthia, molhada com os sucos dela e minha porra. Uma lembrança que guardo e que Ă s vezes tiro pra lembrar como comi a esposa do meu enteado.......
5 comentĂĄrios - La esposa de mi hijastro đ€€đ