Pra mim tudo isso é novidade. Tenho um amigo bi e eu também sou bi. Ele tem 5 anos a mais que eu, 24, e já ficamos várias vezes. Ele me trata muito melhor que os caras héteros. Como eu tava curiosa pra ver ele com outro cara, um dia a gente conversou e ele disse que, se o cara topasse, a gente podia fazer um menage com algum conhecido dele. Também contei que me sinto atraída por alguns trans que parecem femininos e têm uns pauzões grandes, quase do tamanho do meu antebraço. Passaram umas semanas e ele disse que um cara que ele conhecia topava a parada, mas que eu não ia ficar com ele porque ele não curte mulher nenhuma, só não se importava de eu estar lá. A única condição era que depois eu teria que fazer algo parecido, mas ele não ia me dizer o que era.Combinamos que ele me avisaria 2-3 dias antes. Minha cabeça já tava a mil, imaginando o que eu ia ver, se devia contar pra alguma amiga ou não contar pra ninguém. Ele me avisou numa quinta pra gente se encontrar na terça. Naquele dia eu tinha que ir pra festa de formatura de uma prima, então dava pra dar um perdido sem preocupação. Ele ia me esperar com o cara no apê dele. Minha cabeça foi a mil o fim de semana inteiro. Eu beijei um cara numa saída com amigas pra dançar e nunca me senti tão tesuda com um beijo. Não transei com ele porque queria ir ver os dois bem excitada. Só fiz uma punheta e um boquete no carro dele. Tava tão louca que não tive problema em engolir o que ele deixou na minha boca. Ele me perguntou como eu não queria transar se tinha chupado o pau dele com tanta vontade. Não contei nada do que tava rolando na minha cabeça e acabou ali.
Chegou o dia e fui pra festa com um vestidinho cinza metálico com gatinho, uma fio dental e alças bem fininhas. Quando fui dançar depois da valsa, recusei uns 10 parentes dos formandos que me viam sozinha, sem namorado, e vinham me chamar pra dançar. Saí pra dançar sozinha do lado dos que eu conhecia, com uma taça de champanhe, e acabei tomando mais três porque vinham e me serviam os que tinham garrafa. via que a copinha tava vazando em mim, sentia os olhares dos caras me comendo com os olhos, me divertia pra caralho com isso, não via a hora de meus parentes mais velhos irem embora pra poder vazar dali, vou sentar e mexer no cel, tinha 2 mensagens dele dizendo que tavam me esperando e que eu não esquecesse que hoje tinha uma surpresa e que eu tinha que fazer algo por ele. 3:40 e finalmente meus parentes foram embora, me perguntaram se queriam carona e respondi que ia ficar até o café da manhã, nos despedimos e minha cabeça dá um clique pensando no que ia ver, de novo mil imagens e pensamentos e também pensando no que seria a surpresa, fui no banheiro me maquiar um pouco e quando passava o batom pensava se sentiria alguma rola assim pelos meus lábios, ria sozinha, saio e peço um remise, espero e quando entro mando mensagem pro meu amigo que em 15 minutos tava no apto dele, ele respondeu "Boluda, tinha me avisado antes!!!" e a carinha brava, não entendia nada... e ainda mais meio bebada kkkk. Chego no prédio e dou um toque, ele demora pra descer e desce descalço e de jeans, perguntei por que ficou bravo e ele responde "justo tava fodendo, tive que parar e esperar você", quando subimos no elevador ele me olha e diz "você não tem ideia de como tá gostosa assim vestida, quando te virem vão morrer", eu pergunto "como 'virem'? quanta gente tem???" ele diz "sim, o que tá comigo e sua surpresa", fiquei mais tranquila, chegamos no apto e ele fala "vou continuar fodendo ele e você faz amizade com o que arranjei pra você", perguntei se incomodava ele ver e ele disse que não, que entrasse quando quisesse no quarto, ele vai e me deixa sozinha e vou pra sala deixar a bolsinha e o casaquinho, e aí tava minha surpresa, primeiro vi alguém com cabelo comprido mini, que deixava ver pernas fortes e top com dois peitos bem postiços e quando vira a cabeça um rosto com traços entre masculinos e femininos e agradável, quando me olha faz isso me estudando e diz "que rainha você é!!!" e pergunta se eu sabia que eram As "virgens vestais" — por que eu tinha essa imagem, nem ideia, e ele me explica: eram as que mantinham o fogo, ou seja, me dava a entender que eu tava esquentando ele, mas no sentido histórico, haha. Ele pede pra eu sentar do lado dele e a gente conversar. Pra me escapar, falei que também tinha vido pra ver meu amigo com o guri, e ele levantou e disse "vamos". Segui ele até o quarto e, já no corredor, a gente sentia que eles tavam se pegando. Meu coração tava saindo pela boca, primeira vez que ia ver dois caras se comendo. Entramos e tava meu amigo deitado em cima na cama, o guri mexendo a cabeça de um lado pro outro no travesseiro, e meu amigo continuando a meter. O traveco disse: "Que lindo!!! Que vontade de participar!" E me pergunta o que eu tava sentindo. Respondi que parecia que os dois tavam se divertindo pra caralho. E ele: "E você, o que tem vontade de fazer AGORA?" Falei que se eu soubesse, já tava na cama. Ele me olha, pensando, e diz: "Quem você tem vontade de tocar?" Respondi que era ela, mas nem sabia como começar. Ela fala: "Se a gente começar se beijando..." Me deu um pouco de receio, e notei que minha cara foi um "não". Aí a gente sente meu amigo começando a gozar e metendo mais rápido, e o guri também começa a gemer. A gente fica olhando aqueles segundos, e meu amigo tira a pica do cu do guri. O guri vira e procura a pica do meu amigo, que já tinha tirado a camisinha, e começa a chupar. O traveco viu a pica e também se mandou pra chupar. A pica do meu amigo foi murchando entre as línguas deles, e meu coração acelerou. Meu amigo vai pro banheiro e eu fico sozinha com eles. O traveco me vê ali parada e fala: "O que você tá fazendo ainda vestida?" Eu, meio perdida, tiro primeiro uma alcinha e depois a outra, e o vestido cai quase até a cintura. O traveco me olha e fala: "Tira ele." Tiro primeiro os sapatos pra não cair, e depois o vestido. Fiquei de fio dental na frente dos dois. O guri quase nem me olhava, mas o traveco tava com o olhar em chamas. Sinto meu amigo chegar e falar: "Que vista mais linda. e ele se aproxima por trás e sinto a pica dele apoiada numa das minhas nádegas e as duas mãos dele subindo da minha cintura até meus peitos, com um beijo no meu pescoço e a língua na minha orelha, o que me fez tremer e gemer. Fechei os olhos e quando os abri de novo, olhei pra frente e vi o cara batendo uma punheta pro travesti por cima da minissaia. Meu amigo já estava com os dedos na minha buceta, me acariciando, mas sem enfiar os dedos. Eu tava voando e pensava: "nem fodendo que é cedo, vou tomar café da manhã fodendo alguém". Ouvi o travesti perguntar pro meu amigo se eu tava lubrificada ou se ele ia ter que passar alguma coisa. Meu amigo respondeu: "ela tá bem molhadinha e vou meter uns dedos pra ela ficar mais molhada ainda" e fez isso. O travesti se levantou e tirou toda a roupa. Nunca tinha visto uma coisa tão grande na minha vida. O cara foi direto meter na boca. O travesti me olhou e disse: "ele vai deixar ela bem bonita pra você, ou você não tem coragem?" Meu amigo me soltou, como se me deixasse pra ver minha reação. Dei dois passos olhando nos olhos dela, mordendo o lábio, e me ajoelhei. Ele levou a mão pra pica dele, mas eu parei, tirei a mão dele, não deixei ele segurar. Estiquei a língua e passei da base até a cabeça por um lado, passei pela cabeça, enfiei a pica só até onde terminava a cabecinha e voltei com a língua pelo outro lado da pica. Fiz ele gemer e ele disse: "bem hein, continua". Olhei procurando o olhar dele e quando isso aconteceu, enfiei a cabeça de novo na boca e fiquei circulando com a língua. Aí ela me fez levantar e disse pro meu amigo: "penetra ela". Uau, soou muito forte. Então, antes de me posicionar ali em pé, pensei: "que porra é essa? Vou ser fodida pelo meu amigo e ela vai só olhar?" Me senti um lixo, como se não fosse suficiente pra ela. Me calei, mas não falei nada. Pensei: "agora você vai ver". Olhei pra trás e deixei meu amigo cuspir na cabeça da pica. Quando senti a cabeça entrando só um pouco pelos meus lábios, dei um empurrão pra trás e engoli a pica toda num movimento só, até minha bunda bater. Com as cadeiras dele, do jeito que eu fiz com os dentes apertados, foi um gemido meio abafado. Meu amigo falou: "Porra, que tesão que você tá, vou te arrebentar" e começou a meter forte e a bater na minha bunda. Ele tava me comendo e segurou meus braços pelos pulsos, esticou eles pra poder percorrer com o pau inteiro na minha buceta. O travesti ficou olhando com o outro cara e não falaram nada. Ficamos assim uns 5 minutos ou mais, e o travesti falou: "Prepara a raba dela". O amigo levantou e voltou com um pote de vaselina, jogou pro outro, que pegou e passou no pau e na parte de cima da minha racha. Com a cabeça do pau, ele desceu até meu buraquinho e senti o dedo dele entrando e brincando, depois mais um dedo, e eu gemi de prazer. O travesti me disse: "Aproveita pra gemer assim agora, porque daqui a pouco vou arrancar esses gemidos de você". Não tinha entendido o que ele quis dizer... Ele apoiou minha cabeça e me penetrou devagar, sem parar, até o fundo. O travesti levantou e vi que vinha com o pau duro pra caralho, me segurou pela cabeça e colocou o pau na minha boca, que eu abri desesperada pra chupar. Tava duro como pedra e quente, dava pra ver as veias que pareciam que iam explodir. Chupei com força e fiz ele gemer. Ficamos assim uns minutos, e ele sentou de novo e mandou o outro parar. Ele tirou o pau de mim, e o travesti estendeu os braços, eu fiz o mesmo. Ele me segurou e me puxou pra perto, quando fiquei entre as pernas abertas dele, ele fechou até bater nos meus joelhos. Me virou e fiquei olhando pro meu amigo. Senti as mãos dele na minha cintura, começando a me abaixar devagar, procurando me penetrar. Quando a cabeça do pau encontrou meus lábios, senti que, enquanto ele me abaixava no pau, meus lábios, em vez de abrir como quando entra um pau não tão cabeçudo, foram empurrados pra dentro pela cabeça dele. Pensei: "Quando não aguentar mais, essa cabeçona vai entrar de uma vez e essa desgraçada vai me matar." Tentei gemer pra ver se ele empurrava menos, mas foi o contrário: senti que aumentou a força pra me abaixar, e num instante foi como se... que meus lábios já não aguentavam mais e soltaram a contenção que faziam sobre a cabeça, e entrou e me fez gemer longo até que entrou com os 20 e poucos cm, minha cabeça estava a mil, já queria sentir como ele ia se mover e ver o que ia acontecer comigo, senti as mãos dele nos meus mamilos e que os apertava entre os dedos com força e me levantava com isso, assim ia percorrendo toda a rola dele, meu corpo estava me dando sensações que nem sabia que dava pra sentir, pontadas de prazer e dor ao mesmo tempo que te levavam a querer buscar se mexendo na rola a dor sumia pra virar só prazer, fiquei assim nem sei quanto tempo e quando comecei a gemer mais forte e rápido no ritmo da penetração da travesti, ela para e me levanta pela bunda pra tirar de cima da rola, me fala "agora a primeira vai pro seu cu", nem precisava de vaselina, a rola dela tava toda brilhando da minha lubrificação, então me ajeitou entre as pernas dela e com a rola apontada foi me fazendo descer de novo segurando na cintura e procurando a entrada do meu cu com a cabeça, aí sim que se sentia muito mais a resistência dos meus músculos e eu nem sabia como relaxar, ela percebia porque tava difícil de penetrar e fala pro meu amigo me beijar, ele vem e a gente se linguou babando tudo igual uns loucos, eu segurei no pescoço dele como pra me agarrar em algo e tentar não fazer força com as pernas e a bunda, mesmo assim doía mas ia entrando bem devagar, foram minutos que me fizeram suar sentindo as gotinhas caindo pela minha barriga desde debaixo dos meus peitos e nas costas também, quando terminou de entrar ela falou "já foi docinho já foi", eu me virei e a gente se beijou e pedi pra ela ir com calma, ela começou a se mexer e eu não sentia nada de prazer nos primeiros minutos foi assim, depois me fez colocar meus pés nas coxas dela, ela me subia e descia com as mãos na minha bunda assim me deu uns minutos e eu sozinha comecei a subir e descer, quando ela percebeu mandou uma mão na minha buceta enfiar o dedo entrando bem rápido, eu voava e sentia que a qualquer momento gozava e sentia que ia ser uma explosão, ela continuou mas com dois dedos e em nada senti meu corpo se descontrolar num orgasmo, jorrinho no começo e depois mais duas vezes tremendo e saindo escorrendo pelas minhas coxas e se perdendo atrás das minhas pernas, ele começou a se mover mais rápido na minha bunda e eu sinto ele gemer e me abaixa das pernas dele, me dá mais uns minutos gemendo e num movimento só tira a rola da minha Booty e tenho na frente do meu rosto a cabeça brilhosa entrando na minha boca primeiro devagar e depois sentindo até onde começa minha garganta me fazendo engasgar, por sorte isso durou nada e tira o pau e me esvazia com 5 jorros enchendo primeiro a boca e depois o rosto um olho e parte do meu cabelo de porra, meu amigo não ficou atrás e colocou uma mão na minha cabeça e batia punheta com a outra e aproximou o pau da minha boca pra deixar minha boca que fechei banhada em porra e caindo sobre meus peitos, quando terminaram os dois falavam rindo que assim não era que eu tinha que abrir e engolir, levantei e fui pro banheiro, sentia eles rindo e isso me tirava, me dava mais força, voltei pegar minha bolsinha já sem nada de porra no rosto e cabelo e entrei no chuveiro, quando me ensaboava e tocava minha buceta e meu cu tremia não sei se de medo de doer como uma defesa ou se era porque sentia que nem tinha começado, só tinha tido um orgasmo muito bom, mas sentia por dentro que queria mais, sequei um pouco o cabelo me maquiei de novo um pouco e exagerei nos lábios, saí nua sentindo o cabelo molhado nos meus ombros e pescoço, quando ia entrar no quarto não escutava nada, pensei que tinham ido pra cozinha e não, tava o garoto gay fazendo um boquete chupando o pau dos dois que estavam deitados na cama, me chamou atenção como as bolas dele balançavam e tinha a bunda aberta de tanto uso, fui subindo devagar na cama, ele percebe me olha mas continua como louco mamando, me deito de barriga pra cima ficando debaixo da bunda dele e fico lambendo as Porra, pensei que ele ia gozar ou me sacar, mas nada. Tentei de novo por mais tempo e não se mexeu. Quando terminou pela terceira vez, ele se levantou, olhou pra baixo e colocou a rola na minha cara. Eu abri a boca, ele desceu uns centímetros, peguei a rola dele e deixei a cabeça dentro, comecei a chupar ele. Nisso, meu amigo se mexeu, olhou e me viu lá embaixo chupando, e comentou com o travesti: "Parece que sua amiga quer gozar", e eles riram. Eu continuei, e o garoto também, como se estivéssemos competindo quem fazia melhor o trabalho bucal. Ouvi o garoto dizer pro travesti que queria dar. O travesti falou "ok", sentou na beira da cama, e o garoto foi e sentou na rola, foi descendo e começaram a trepar. Eu fiquei olhando, e me chamou a atenção a rola do garoto, que tinha murchado. Também fiquei pensando: ele não bate punheta e só goza com a bunda? Não aguentei e peguei na rola dele. Ele abriu os olhos, me olhou, riu e falou: "Me chupa que eu gosto". Pfff, fui na hora, ajoelhada chupando ele, e ele acariciando minha cabeça, bem fofo. De vez em quando ele gemia quando sentia o travesti metendo forte na bunda dele. Meu amigo tava de pau duro, mas não se tocava. Continuei chupando ele e fiz ele gozar, ele gemeu e gozou dentro da minha boca. Me levantei pra que o travesti e meu amigo vissem, e engoli o gozo. Isso mudou a cara deles. O travesti tirou o garoto de cima, esticou a mão, me pegou pelo antebraço, me fez subir na cama, me colocou entre as pernas abertas do meu amigo e falou: "Chupa ele igual, foxy". Quando eu me mexi duas vezes de joelhos engatinhando pra chupar ele, senti ele cuspir na minha bunda e o polegar dele entrando no meu cu com a saliva. Eu já tava chupando meu amigo e senti dois dedos entrando na minha bunda. A terceira coisa que senti foi a cabeça quente dele encostar de novo na minha bunda. Dessa vez, sabia que como meu amigo não tinha me comido antes, ia me sentir incomodada. E foi assim: ele entrou e foi metendo com força no meu cu. De novo sentir a rola. transpiração, a dor e, aos poucos, o prazer. Dessa vez, o prazer era mais forte e eu gemia muito mais solta, sem me segurar tanto, o que deixava o transexual louco e me dava uns segundos a mil quando eu soltava aqueles gemidos mais fortes. E eu chupava meu amigo com mais força, e também comecei a enfiar as bolas dele na boca. Meu amigo diz pra ele: "Continua assim que ela tá chupando até minhas bolas." O transexual responde: "Ela é uma slutty divina." Ele fala tudo separado, marcando cada palavra, e quando começava cada palavra, ele enfiava tudo de uma vez. Dessa vez, ele não gozou rápido e eu já tava começando a ficar incomodada. Ele para de repente e chama meu amigo: "Vem ver como eu tô deixando ela." Meu amigo tira o pau da minha boca e se ajoelha na cama, e eu sinto o transexual tirar a rola da minha bunda e diz: "Ela é uma flor." Meu amigo fala: "Tá bem estriado, hein, como você deixou." E o transexual responde: "E o que falta ainda." E enfia de novo, quase sem resistência dos meus músculos. Meu amigo senta na bunda dele e eu continuo chupando. Começo a sentir menos violência nas penetrações, mas mais rapidez. Eu tava quase gozando, e sinto ele tirar a rola da minha bunda. De joelhos, ele vai se ajeitando na frente da minha cara, empurra meu amigo de lado e, quando começa a bater punheta, eu estico a língua. Ele apoia a cabeça na minha língua, eu acaricio as bolas dele e ele começa a encher minha boca de porra. Uns jatinhos acertam meu lábio e outros nos meus dentes. Meu amigo diz: "Quero foder sua buceta." Eu deito de barriga pra cima, ele levanta uma das minhas pernas, coloca contra o peito dele e me penetra. Com a outra mão, ele apertava meus mamilos e me fazia gemer. Ele tava me comendo e eu comecei a tremer, já tava quase tendo um orgasmo, e só de pensar, em menos de 3 minutos, eu tava tremendo de novo e sentindo minha buceta molhada, e minhas coxas e bunda outra vez todas sujas... Levantei da cama e fui pro banheiro, me virei e falei: "Troquem os lençóis, já tão um nojo desse jeito." Dessa vez, tomei banho, mas não senti a mesma coisa quando me tocava. Eu tava meio vazia, mas... Sabia que ia voltar e que pelo menos mais dois estavam me esperando, e não sabia o que ia rolar com o cara. Voltei dessa vez sem maquiagem nenhuma, já sentia que tava deixando eles loucos só de estar assim, na cara limpa. Enquanto andava, ficava pensando no que a travesti tinha me dito umas horas antes, depois de arrebentar minha buceta: "e o que ainda vem por aí". Nem me atrevia a perguntar. Cheguei e eles não estavam no quarto, percebi que tinham trocado os lençóis e ouvi risadas vindo de outro lugar. Fui ver e estavam na cozinha, os três tomando café e comendo bolacha. Fui me servir de café e a travesti me parou, me segurou pela cintura, me olhou e me beijou. Eu fiquei dura, mas reagi e beijei de volta. Enquanto me servia café, meu amigo chegou por trás e falou: "tomamos o café e vamos de novo, né?" Eu olhei pra ele e perguntei: "aonde?" Ele respondeu: "te foder de novo". Eu cutuquei ele e falei: "por que precisa ir pra outro lugar?" Ele me olhou e disse: "quer que eu te coma aqui mesmo de novo, sua putinha?" Falei: "é melhor que tomar café, ou não?" Ele me olhou todo louco, me pegou pela cintura e me sentou na ilha da cozinha. Assim que sentei, com o frio do mármore, meus bicos endureceram na hora. Ele não perdeu um segundo e começou a beijá-los. Eles olhavam. Fechei os olhos, joguei a cabeça pra trás, aproveitando, e senti os dedos dele entrando na minha buceta. Ele tirou, me pegou pela cabeça e puxou pra frente. Abri os olhos e ele enfiou os dedos na boca dele, chupou e depois colocou na minha boca. Segurei a mão dele e chupei um por um dos quatro dedos, olhando fixo nos olhos dele. Terminei e ele voltou a meter os dedos em mim de novo. Dessa vez, deixou um pouco e começou a me foder com os dedos. Quando soltei o primeiro gemido, fechando os olhos, senti ele tirar os dedos. Abri os olhos e vi a cabeça dele descendo pra chupar minha buceta. Ele brincava com meus lábios, mordendo de leve, e continuou me chupando. Senti uma boca no meu peito, era a travesti. Enquanto sentia a boca dela, duas mãos agarraram meus peitos e apertaram, como se quisessem espremer. deixar meus mamilos mais salientes, que são um petisco pra transexual. eu era o garoto gay. sentia 3 pessoas no meu corpo e já tava com o coração acelerado e a respiração também. eles estavam me fazendo voar de novo entre os três. minha cabeça tava a mil pensando no que iam fazer comigo. duas línguas voavam pelo meu pescoço e orelhas e depois desceram até meus mamilos, que foram chupados, mordidos e beliscados de novo até aquela mistura de prazer e dor que percorre o corpo todo. meu corpo já tinha esquentado o mármore. ouço meu amigo dizer "pra cama". fomos os 4 sem falar nada. o transexual se deita e me pede pra chupar ele. começo e nem um minuto depois já tava fodendo minha boca de novo, me fazendo engasgar. a língua do meu amigo percorria minha buceta até meu cu, subindo e descendo. dava pra ver que como ninguém tinha me penetrado ainda e eu tava depilada, ele tava se esbaldando, me comendo toda agora. o garoto gay tava olhando, batendo uma, e fiz sinal pra ele chegar perto e comecei a bater uma pra ele quando senti ela durinha. falei "quero chupar os dois". eles se ajeitaram pra eu fazer e eu me virava, enfiando cada cabeça na minha boca por uns minutos. sentia minha buceta encharcada de saliva e lubrificação. meu amigo fala pra eles "ela tá pronta" e o transexual me diz "senta na do teu amigo de frente pra parede". fui, peguei a pica dele, levei até meus lábios, soltei a pica e desci sentindo ela entrando. meu amigo me abraça e me segura contra o corpo dele. aí eu falei Não, já tinha percebido que o que faltava era uma dupla. olhei pra trás e vi o garoto chupando a cabeça dele e deixando bem cheia de saliva. enquanto ele fazia isso, o transexual cuspiu no meu cu. dessa vez não teve dedo, foi direto, eu comendo aquela cabeçona que sentia abrindo minha bunda e se perdendo, me fazendo perder entre dor e prazer. quando ele me penetrou até o fundo, ficou de um lado da minha cabeça e ficou lambendo minha orelhinha, o que me fez tremer, e ele percebeu e disse "ela tá muito gostosa, vai aguentar bem" e termina de falar e tira. Cock e meu amigo mete na minha buceta. Começam devagar, pegando ritmo. Eu continuava abraçada no meu amigo, em cima do corpo dele, como se ele não me deixasse me mexer. Sentia que meu corpo era algo pra eles e eles usavam, mas nem ligava, porque eu começava a sentir prazer. Acho que minha cabeça liberava aqueles hormônios que evitam a dor ou deixam ela mais fraca, e eu amava. Continuaram me comendo e a gente não mudava nem um centímetro de posição. Os dois me perguntaram como eu tava me sentindo e se eu tava gostando. Respondi que cada vez curtia mais, que gostava de como eles se moviam entrando e saindo do meu corpo. Comecei a gemer alto e eles, achando que eu tava perto de gozar, aumentaram a velocidade. Eu tava adorando e nem perto de gozar. Quando perceberam, eu também percebi, porque meteram com mais força e em poucos minutos comecei a tremer e na hora gozei em cima do meu amigo, gemendo que nem uma louca. De novo, uma bagunça na cama. Me fizeram sentar na beira da cama, eles se posicionaram de cada lado e começaram a me chupar de novo: pescoço, orelhas, as mãos deles nos meus peitos. Não entendia como eles não gozavam. Aí o transexual levantou, me disse pra me pendurar nele, que ele ia me levantar. Eu fiz isso e ele me meteu de pé. Ele se virou um pouco de lado e meu amigo veio por trás. De novo, dupla, mas de pé. Eles pegaram ritmo e eu, louca de novo. Dessa vez, quem gozou foram eles, e os dois gozaram dentro. Olhei e o menino gay tava se masturbando sentado num sofazinho. Nem pensei duas vezes: faltava a minha última gozada. Me abaixei, coloquei uma mão nas bolas dele, acariciando, e minha boca era um aspirador, querendo que ele gozasse dentro de mim. Ele gozou rapidinho, deixando minha boca bem cheia de porra. Terminei de engolir, olhei pra eles e falei: "Tô aqui, temos que repetir". Meu amigo disse: "Da próxima, vou tomar um comprimido azul pra te foder por horas". O transexual falou: "Sei que você não faria, mas se trabalhar e se entregar assim, em nada compra um carro. Você é demais!
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8 comentários - Explorando a Sexualidade
Tremendaaaa