Isso aconteceu no Natal, vou resumir porque já escrevi umas mil vezes e não sei o que acontece, e apago antes de postar. Quinta da minha família, tipo irmãos, cunhadas, os velhos, e claro, minha esposa e as filhas dela. Tava tudo normal, muito álcool desde cedo, o Papai Noel veio pras crianças pequenas da casa, tudo beleza até umas 1h mais ou menos, quando minha enteada mais nova me chama: "Papai, e meu presente? Quando você vai me dar?" Eu falo: "Não, bebezinha, você já é grandinha pra presente de Papai Noel." Ela responde: "Então sou grandinha pra ganhar presente do Papai Noel?" (tudo com voz de putinha). E eu falo: "É, você é grandinha." Ela diz: "Ok, então espero pelo seu presente." Eu falo: "Já sei o que você quer. De noite, quando todo mundo dormir, te chamo no WhatsApp e a gente vai pro quincho." "Beleza, então", ela responde, e a gente se separa. Umas 3h mais ou menos, um dos meus irmãos tava na piscina, e eu entrei também. Daí a pouco, ela entra. Acordadas ainda estavam minhas duas cunhadas: a mulher do meu irmão que tava na piscina e a mulher do meu outro irmão que tava dormindo. A gente começou a brincar os três na piscina com uma bola inflável, tipo não deixar cair, mas só com a cabeça, era super difícil. Nisso, minha enteada fala: "Já era, vamos com a mão, mas com prendas." "Beleza, vamos", a gente disse. Quem perdeu primeiro fui eu. Ela fala: "Tira teu short." "Beleza, tô tirando." Depois ela perde, e meu irmão fala: "Dá duas voltas na quinta trotando." (Nisso, minhas cunhadas chegam perto da piscina e falam que iam dormir.) Meu irmão fala pra mulher dele: "A gente termina o fernet e já vai todo mundo pra cama." Nisso, minha enteada voltou, e o próximo a perder foi meu irmão. Ela fala: "Tira teu short." Aí meu irmão responde: "Quer deixar a gente pelado, é?" Ela diz: "E sim, pra ver o que tem aí." Ela perde de novo, e eu falo: "Tira a parte de cima do biquíni." Ficou de peitos (quem acompanha os relatos sabe que não é peitudona, tem uns peitinhos bonitinhos). Ela perde de novo, e meu irmão fala: "Aii, pequenininha, você ficou pelada primeiro." E eu falo: "Não, não, para, para, não dá pra deixar assim. Pelinha e ela diz: "promessas são promessas, tem que cumprir". E eu falo: "ok, mas do jeito que você tá, vai se esfregar na gente e agir como uma putinha". Nisso, ela cola em mim na borda da piscina, empinando a raba, e fala pro meu irmão: "vem, pra você também tem". Ficou no meio de nós dois, com a raba pro meu irmão, que não parava de encostar, e de frente pra mim, dizendo: "hm, hoje quero ser de vocês, quero que me façam de putinha de vocês". E ela gemia: "quero ter os dois só pra mim", e gemia. Meu irmão segurou ela pela cintura e colou bem no pau dele, esfregando por toda a raba, e ela falava: "hm, que gostoso, sinto o seu". E empinava mais a raba. Nisso, chupei os peitos dela um pouco, e ela disse: "pronto, já cumpri, seus punheteiros". Aí meu irmão perdeu e ela falou: "tira a cueca". Meu irmão perdeu de novo e ela disse: "sai da piscina, senta na borda". E eu perguntei: "que promessa é essa, menina?" Ela respondeu: "quero ver com o que eu tava me esfregando agora". Meu irmão saiu da água, com o pau durasso, e ela falou: "parece gostoso, volta pra água". Ela perdeu de novo e eu falei: "tira tudo agora". Meu irmão perdeu e ela mandou: "beija o peito do meu pai". Ele fez. Eu perdi e ela disse: "você também, pelado". Perdi de novo e ela repetiu: "quero ver o que você tem, senta na piscina. Hm, que gostosos parecem". Aí ela perdeu e eu perguntei: "lembra que ia te mandar uma mensagem no WhatsApp?" Ela disse: "lembro, sim". E eu falei: "então, isso agora". Ela perguntou: "no quincho ou aqui, como quiser". "Vamos pro quincho", ela disse. E eu falei: "me espera, a gente já vem". Levei ela pro quincho e comecei a meter nela. Ela gozava muito e eu falava: "você se atreve, meu amor? Se atreve a ser comida por nós dois?" "Claro, óbvio que me entrego pra vocês dois, óbvio. Me comam toda, sou a putinha de vocês", e ela gritava muito. Nisso, meu irmão chegou quieto, sem fazer barulho, e nos viu colados na parede transando. Ele disse: "ah, vocês dois passaram dos limites, foram longe demais". E ela falou: "vem, você também, que você me fez sentir tudo". Adorei, e meu irmão fala: "Mas foi uma siririca leve, você é de menor, não dá." E ela responde: "Ok, olha, a gente vai continuar transando como sempre faz." Ele ficou na porta do quincho batendo uma punheta enquanto eu continuava metendo o pau na minha enteada. Nisso, meu irmão fala: "Caralho, você é muito puta, menina," e se aproximou. Minha enteada diz: "Finalmente!" Tira meu pau de dentro dela, se joga no chão e fica de quatro pra ele comer ela. E foi assim, de uma vez ele meteu tudo. E quem ficava olhando e se tocando agora era eu. Que lindo ver ela assim, vocês não têm ideia do tesão que é ver sua puta sendo comida por outro. Não aguentei mais e enfiei na boca dela. Meu irmão comia ela e ela me chupava inteiro. Ele perguntava: "Onde você quer? Onde gozo?" E ela respondia: "Em cima, em cima, por favor, em cima da bunda pequenininha" (ela ama isso, sempre me pede aí). E ele encheu a bunda e as costas dela de porra. Ela se jogou num sofá que tem no quincho e continuou me chupando. Nisso, ela se levanta e vai de joelhos no sofá, ficando de quatro pra mim e acariciando as pernas do meu irmão. Eu continuei comendo ela por mais um tempo e gozei na bunda toda, do jeito que ela gosta. Aí ficamos todos assim por um tempinho. Meu irmão pergunta: "Vocês sempre transam?" E ela responde: "Sim, faz um tempinho que agora a puta sou eu. Antes era minha irmã, mas eu tomei o lugar. Agora ele come só eu." Ele fala: "Sério? Você comeu as duas?" E eu digo: "Sim, a mais velha desde que era novinha também comia, mas agora não transamos mais." E ele fala: "Que delícia, uma punheta com esses peitos." Minha enteada, ciumenta, fala: "Ok, vai lá e come ela, não me elogia nada." E ele responde: "Garota, cala a boca, você tem uma bunda do caralho." A gente continuou conversando mais um pouco sobre sexo e fomos pra piscina nos limpar um pouco pra vestir a roupa. Nisso, eu já tava pronto pra outra foda. Falo: "Dormimos no carro?" E ela responde: "Bora." E fomos pro carro, ela e eu. Depois eu conto essa trepada.
3 comentários - Natal a três: eu, meu irmão e minha enteada