Depois que ela me escreveu dizendo, em poucas palavras, que o que tinha rolado antes foi um erro, que éramos só amigos, parei de falar com ela por meses. Ela sempre postava status, até que um dia comentei um e começamos a conversar. Sem muita dificuldade, combinamos de nos ver no dia seguinte.
Nos encontramos, beijo no rosto, conversa fiada. Fomos comprar cerveja, poucas, mas acabei escolhendo um vinho já que ela quase não ia beber. Chegamos na minha casa, tudo tranquilo. Abri a bebida, assim como ia abrir ela. Servi uma taça pra ela e, em 10 minutos, já tava beijando ela, comendo aquela boca fina e agarrando aquele rabo bem posto que ela carrega.
Me afastei pra ver o que ela ia dizer, e ela só tomou mais um gole da taça. Conversamos um pouco e voltei a beijá-la. Acariciei aqueles peitos deliciosos, pequenos mas com auréolas rosadas e bicos bem durinhos e eretos de tesão. Passei a mão neles, depois chupei gostoso, passava minha língua nos bicos, enfiava os peitos dela na minha boca e sugava, enfiava minha cara no meio pra sentir o cheiro dela e esfregava eles no meu rosto, enquanto os gemidos dela ficavam mais intensos. Fui guiando ela devagar pro quarto, deixamos as taças de lado e joguei ela na cama.
Deitei por cima dela e, enquanto comia a boca dela, acariciava o rabo dela. Enfiei a mão pela calça dela pra acariciar as nádegas por baixo da calcinha fio dental que ela tinha vestido pra mim. Apertei bem as nádegas geladas dela e deixei minha mão esquerda descer até a racha. Passei o dedo no cu dela em círculos e, ao sentir que um calor úmido emanava da buceta dela, desci até sentir a umidade toda, o fluido viscoso, pegajoso, que convidava a arrebentar ela com meu pau dentro dela.
Tirei a blusa dela, as botas sexys que ela usava, deixei ela de sutiã e fio dental e confirmei que, mesmo tendo dito que antes foi um erro, hoje ela tava vestida pronta pra mim, pra eu tirar cada peça e fazer ela minha de novo.
Beijei o corpo dela e deixei ela sem uma única peça. Tirei minha roupa enquanto não parava de Beijar o corpo dela e, ao subir até a boca dela, não esperei e de uma só vez enfiei meu pau na buceta apertada, macia, molhada e cheia de fogo. Ficamos de papai e mamãe por um tempo, mas só tava preparando ela pra tudo que ia fazer.
Virei ela de lado, com uma perna levantada pra entrar tudo, ela só gemia, primeiro baixinho e, conforme a gente avançava, já não ligava se os vizinhos ouviam. Coloquei ela de quatro e quis gozar uma primeira vez, enchi ela de tanta porra que, quando sentou na cama pra pegar outra dose, deixou uma mancha dos fluidos dela mais meu esperma no lençol.
Conversamos um pouco e de novo meti com tudo, tinha tanta porra nas minhas bolas que só queria arrebentar ela. Virei ela de bruços e ela só conseguiu enfiar a cabeça entre os travesseiros enquanto eu enfiava meu pau o mais fundo que podia, batendo com a cabeça na parede do útero dela. Só se ouvia meu gemido animal, misturado com os gemidos quase abafados dela, o bate-estaca da cama na parede e o som molhado da buceta dela sendo penetrada por mim, o que me dava mais vontade de arrebentar.
Agarrava os peitos dela, apertava eles, os bicos estavam tão duros, firmes e grandes que pareciam que iam estourar. Assim, de bruços, enfiei minha mão até o clitóris dela, deixei meu dedo apertando ele, depois comecei a mexer devagar, ela só gritava, abafada pelos travesseiros, mordia eles, se agarrava no colchão, no lençol, ela não sabia onde se segurar pra aguentar tanto prazer que tava sentindo até que gozou. Virei ela pra meter de papai e mamãe, mas coloquei as pernas dela nos meus ombros, como já tava sensível na buceta, meti suave, devagar, bem devagar e de repente uma estocada forte até o fundo que ela não esperava, só soltou um grito entrecortado pelo prazer que cortou até a respiração dela. De novo, brincar de tudo suave e romântico e, quando menos esperava, uma estocada do meu pau até o fundo, ela só curtia, gozou mais uma vez e já era hora de encher ela de porra de novo, até transbordar. novamente ela usou a palavra: buceta. meu esperma, mesmo que fossem dois seguidos, estávamos tão quentes que ainda tinha muito pra dar, sem camisinha, no pelo, roçando pele com pele, sentindo até o cantinho mais profundo da buceta dela, toda fervendo e molhada, gozei.
Depois de 10 minutos, eu tava dentro dela de novo, depois que ela tomou mais uma taça de vinho, só ficava falando: "você adora me dar pica bêbada, me dá tudo, enfia tudo, eu adoro". Ela me fez gozar, mas logo depois já tava acariciando minha pica com as mãos, eu já não queria mais, mas com a língua dela passando da base até a ponta, conseguiu o que queria. Subiu em cima pra rebolar como os deuses, enquanto tava por cima, fiz ela deitar em cima de mim e comecei a acariciar o cu dela. Tava tão quente e dilatado por tudo que tinha rolado que não pensei duas vezes e coloquei ela de quatro, enfiei meu pau na entrada do cu dela, perguntei se queria que eu comesse o cu dela e ela só se ajeitou melhor pra eu entrar, enquanto a cara dela dizia sim.
Tentei entrar uma primeira vez, mas aquele cuzinho era tão virgem que tive que tratar com carinho primeiro. Passei a ponta da minha pica na entrada, mordi as costas dela e ela só arqueou melhor pra eu entrar. Fui até o fundo sem dó, ela quis gritar, mas a voz ficou presa na garganta. Bombeei mais um pouco, mas já tava gozando, perguntei onde ela queria a porra. Depois de encher ela toda, já podia escolher onde queria a próxima descarga. Só em sussurros, ela disse: "termina na minha boca". Bombeei mais um pouco e tirei minha pica do cu dela, no ponto exato pra minha porra explodir por todo o corpo dela, banhando ela: nas costas, barriga, peitos, cabelo, cara, e terminar com uma lambida e saboreada na boca dela.....
Depois da sessão, dormimos um pouco, fizemos uma última vez e eu acompanhei ela até a casa dela, até quem sabe uma próxima vez que a gente decidir se ver......
Se você curtiu o relato, não esquece de deixar seus pontos!!
Nos encontramos, beijo no rosto, conversa fiada. Fomos comprar cerveja, poucas, mas acabei escolhendo um vinho já que ela quase não ia beber. Chegamos na minha casa, tudo tranquilo. Abri a bebida, assim como ia abrir ela. Servi uma taça pra ela e, em 10 minutos, já tava beijando ela, comendo aquela boca fina e agarrando aquele rabo bem posto que ela carrega.
Me afastei pra ver o que ela ia dizer, e ela só tomou mais um gole da taça. Conversamos um pouco e voltei a beijá-la. Acariciei aqueles peitos deliciosos, pequenos mas com auréolas rosadas e bicos bem durinhos e eretos de tesão. Passei a mão neles, depois chupei gostoso, passava minha língua nos bicos, enfiava os peitos dela na minha boca e sugava, enfiava minha cara no meio pra sentir o cheiro dela e esfregava eles no meu rosto, enquanto os gemidos dela ficavam mais intensos. Fui guiando ela devagar pro quarto, deixamos as taças de lado e joguei ela na cama.
Deitei por cima dela e, enquanto comia a boca dela, acariciava o rabo dela. Enfiei a mão pela calça dela pra acariciar as nádegas por baixo da calcinha fio dental que ela tinha vestido pra mim. Apertei bem as nádegas geladas dela e deixei minha mão esquerda descer até a racha. Passei o dedo no cu dela em círculos e, ao sentir que um calor úmido emanava da buceta dela, desci até sentir a umidade toda, o fluido viscoso, pegajoso, que convidava a arrebentar ela com meu pau dentro dela.
Tirei a blusa dela, as botas sexys que ela usava, deixei ela de sutiã e fio dental e confirmei que, mesmo tendo dito que antes foi um erro, hoje ela tava vestida pronta pra mim, pra eu tirar cada peça e fazer ela minha de novo.
Beijei o corpo dela e deixei ela sem uma única peça. Tirei minha roupa enquanto não parava de Beijar o corpo dela e, ao subir até a boca dela, não esperei e de uma só vez enfiei meu pau na buceta apertada, macia, molhada e cheia de fogo. Ficamos de papai e mamãe por um tempo, mas só tava preparando ela pra tudo que ia fazer.
Virei ela de lado, com uma perna levantada pra entrar tudo, ela só gemia, primeiro baixinho e, conforme a gente avançava, já não ligava se os vizinhos ouviam. Coloquei ela de quatro e quis gozar uma primeira vez, enchi ela de tanta porra que, quando sentou na cama pra pegar outra dose, deixou uma mancha dos fluidos dela mais meu esperma no lençol.
Conversamos um pouco e de novo meti com tudo, tinha tanta porra nas minhas bolas que só queria arrebentar ela. Virei ela de bruços e ela só conseguiu enfiar a cabeça entre os travesseiros enquanto eu enfiava meu pau o mais fundo que podia, batendo com a cabeça na parede do útero dela. Só se ouvia meu gemido animal, misturado com os gemidos quase abafados dela, o bate-estaca da cama na parede e o som molhado da buceta dela sendo penetrada por mim, o que me dava mais vontade de arrebentar.
Agarrava os peitos dela, apertava eles, os bicos estavam tão duros, firmes e grandes que pareciam que iam estourar. Assim, de bruços, enfiei minha mão até o clitóris dela, deixei meu dedo apertando ele, depois comecei a mexer devagar, ela só gritava, abafada pelos travesseiros, mordia eles, se agarrava no colchão, no lençol, ela não sabia onde se segurar pra aguentar tanto prazer que tava sentindo até que gozou. Virei ela pra meter de papai e mamãe, mas coloquei as pernas dela nos meus ombros, como já tava sensível na buceta, meti suave, devagar, bem devagar e de repente uma estocada forte até o fundo que ela não esperava, só soltou um grito entrecortado pelo prazer que cortou até a respiração dela. De novo, brincar de tudo suave e romântico e, quando menos esperava, uma estocada do meu pau até o fundo, ela só curtia, gozou mais uma vez e já era hora de encher ela de porra de novo, até transbordar. novamente ela usou a palavra: buceta. meu esperma, mesmo que fossem dois seguidos, estávamos tão quentes que ainda tinha muito pra dar, sem camisinha, no pelo, roçando pele com pele, sentindo até o cantinho mais profundo da buceta dela, toda fervendo e molhada, gozei.
Depois de 10 minutos, eu tava dentro dela de novo, depois que ela tomou mais uma taça de vinho, só ficava falando: "você adora me dar pica bêbada, me dá tudo, enfia tudo, eu adoro". Ela me fez gozar, mas logo depois já tava acariciando minha pica com as mãos, eu já não queria mais, mas com a língua dela passando da base até a ponta, conseguiu o que queria. Subiu em cima pra rebolar como os deuses, enquanto tava por cima, fiz ela deitar em cima de mim e comecei a acariciar o cu dela. Tava tão quente e dilatado por tudo que tinha rolado que não pensei duas vezes e coloquei ela de quatro, enfiei meu pau na entrada do cu dela, perguntei se queria que eu comesse o cu dela e ela só se ajeitou melhor pra eu entrar, enquanto a cara dela dizia sim.
Tentei entrar uma primeira vez, mas aquele cuzinho era tão virgem que tive que tratar com carinho primeiro. Passei a ponta da minha pica na entrada, mordi as costas dela e ela só arqueou melhor pra eu entrar. Fui até o fundo sem dó, ela quis gritar, mas a voz ficou presa na garganta. Bombeei mais um pouco, mas já tava gozando, perguntei onde ela queria a porra. Depois de encher ela toda, já podia escolher onde queria a próxima descarga. Só em sussurros, ela disse: "termina na minha boca". Bombeei mais um pouco e tirei minha pica do cu dela, no ponto exato pra minha porra explodir por todo o corpo dela, banhando ela: nas costas, barriga, peitos, cabelo, cara, e terminar com uma lambida e saboreada na boca dela.....
Depois da sessão, dormimos um pouco, fizemos uma última vez e eu acompanhei ela até a casa dela, até quem sabe uma próxima vez que a gente decidir se ver......
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