Fala galera, hoje vim contar o que rolou comigo ontem à noite, sexta-feira. Sou separado, tô há 5 meses sem ver a cara do barba, na bronha limpa, e não tenho muita confiança nessa parada de acompanhantes. Meu amigo Ricardo tem contato em vários lugares e me chamou pra uma festa, o único problema é que tinha que ir de máscara ou antiface. Fomos pra uma casa em Belgrano, pra vocês terem uma ideia, parecia aquelas casas antigas com vários cômodos, não vou dar mais detalhes porque é segredo. Entramos e tinha um monte de mina gostosa e caras, tudo de antiface ou máscara, parecia o filme do Expurgo. A festa ficou boa, música da hora, bebida, tinha de tudo, pó, uma loucura, eu só tomei álcool. Conheci uma gostosa gente boa, papeamos um pouco, ela se chamava Camila, não sei se é nome real ou não, Ricardo falou pra eu não confiar porque lá todo mundo mentia sobre nome e idade. A gente começou a dançar e conversar, a coisa esquentou e começamos a nos beijar, Camila passava a mão na minha pica e na hora endureceu, fomos procurar um lugar pra transar, eu tava muito tarado. Entramos num quarto e tinha um casal fodendo, pedi desculpa e decidi fechar a porta, Camila na hora falou pra entrar que tava de boa, eu não entendi nada. Entramos e sentei num sofá enquanto na cama um casal trepava, não fazia ideia de quem eram, no começo fiquei meio sem graça, mas eles nem aí, parecia a coisa mais normal. Camila se ajoelhou e começou a me chupar, uma loucura, parecia uma cobra a língua que ela tinha. Ficamos lá um tempão e eu já não aguentava mais, tava com muito leite acumulado e tinha falado pra ela que tava com a porra atrasada e carregada, ela só pediu pra avisar quando fosse gozar. Fiz isso, avisei, e ela colocou uma camisinha, pensei que ia subir em mim ou algo assim, mas não, continuou me chupando e gozei na camisinha. Acabei e fui me limpar no banheiro do quarto, quando saí ela entrou e enxaguou a boca, eu esperei ela no Corredor pra ela sair, ela saiu e fomos pra sala principal onde tava a música. Aí ela soltou minha mão e foi pra um grupinho, eu não entendi nada. Depois disso, ela me ignorou total. Chega o Ricardo e pergunta: "Cadê você?" Contei a sequência pra ele, e ele falou que isso era o mais normal, que ninguém casava ali. Fomos pra um canto e eu vi o Ricardo cheirar uma carreira, não acreditei, nunca tinha visto esse lado dele. Ele disse pra eu não me preocupar, que tava no controle, cada um faz da vida o que quer... Já eram 3 da manhã e, sinceramente, eu tava bem excitado, tinha várias gostosas, mas não sabia como chegar. O Ricardo me contou que tinha um esquema com uma mina, mas que ela não fala, só vem, dá e vai embora. Vamos chamar ela de Gatúbela. Não tem nome, apelido, nada. Ela só aparece e sempre procura o Ricardo, então eu ia ficar de novo sozinho. Falei: "Tá bom, espero você ou vou embora?" Ricardo: "Não, não, me espera ou, se quiser, vai." A gostosa chegou, veio com uma máscara de puta que cobria o rosto todo, menos a boca. Saia curta, meia arrastão, uma jaqueta preta de couro e um decote que mostrava uns peitões enormes. Ela chegou no Ricardo e comeu a boca dele na hora, pegou na mão dele e foram embora. Eu fiquei lá na sala, rodeado de completos estranhos. Meu celular toca, era o Ricardo: "Vem pro quarto 7 e entra." Fui e entrei. Quando entrei, o quarto escuro com uma luz azul fraca, a gostosa tava de quatro, de fio dental, um rabão enorme, chupando a pica do Ricardo. Ricardo: "Entra e fecha com a trava pra ninguém encher o saco, bota a plaquinha de ocupado." Fiz isso, botei a plaquinha de ocupado e travei a porta. Me despi e entrei de uma vez na bagunça. Eu: "O que eu faço?" Ricardo: "O que quiser, confia nela que já tá tudo resolvido." Puxei o fio dental dela e comecei a meter os dedos na buceta dela, a pica já tava explodindo dentro da cueca. A Gatúbela se virou e puxou minha cueca pra baixo, eu já tava com a pica dura igual um poste de cimento. Pega na cock com uma mão e com a outra fica acariciando minhas bolas, depois mete na boca dela. Os olhos dela fixos nos meus, eu não acreditava no que tava rolando. Ricardo só observava. Gatubela me empurra pro sofá, eu caio sentado e ela quer subir em mim. Tô colocando a camisinha e ela faz sinal que não. Olho pro Ricardo e ele faz sinal que tá tudo bem. Ela chega no meu ouvido e fala: "Eu me cuido." Ricardo: "Fica tranquilo, Bro, ela é limpa. Fizemos os exames de DST e eu sei que você tá limpo, já contei sua situação pra ela." Me senti um otário. "Minha situação" — que vergonha. Ela começou a me montar, se mexia muito bem, parecia que queria quebrar meu quadril. Gatubela: "Me avisa quando quiser gozar." Já queria gozar, mas tava comendo ela sem camisinha! Me segurei o máximo que pude até avisar que não aguentava mais, que ela descesse, que queria gozar. Porra, ela ia descer, mas apertou mais forte até eu começar a gozar e me fez segurar os quadris dela. Gatubela: "Assim, me segura. Bem fundo, a cock até o talo. Me enche." Senti que ia desmaiar, não sei se baixou minha pressão ou o quê, fiquei tonto e enchi ela toda. Ela se levantou e foi de quatro até onde Ricardo, chupando a cock dele. Eu no sofá me recuperei na hora e vi aquela raba de novo de quatro. Com uma mão ela fez sinal pra eu chegar perto. Fui direto pro quadril dela, agarrei e comecei a penetrar ela de quatro enquanto ela chupava o Ricardo. E assim fui metendo, as bolas batendo nela igual chinela. Devem ter se passado uns 10 minutos de quatro e aviso que tô perto de gozar. Ela tira a cock da boca e pede pra eu encher ela. E outra porrada de leite. Já tava acabado: um boquete e duas gozadas, não podia reclamar. Me deitei na cama do lado deles enquanto ela chupava ele. Ricardo não gozava de jeito nenhum, sei lá qual era a dele. Aí ela subiu em cima dele, cowboy reverso — um espetáculo. A cock do Ricardo entrava e vazava a buceta, parecia um injetor pneumático, a cock entrava. e saía tudo, assim ficaram um tempão até o Ricardo gozar nela e mandar ela se limpar. Rivardo: Viu o que é? O que você acha? Eu: Gostosa pra caralho, que loucura, porra. A Gatubela voltou e tirou as meias de rede que tava, pegou na bolsa um portaligas e meias pretas lisas, vestiu as meias e as ligas ficaram fenomenais nela. Gatubela: Quem vai primeiro? Ricardo: Eu, óbvio. Ela subiu em cima do Ricardo que já tava durasso e começou a meter nele, eu só olhava e esperava minha vez, tava com a pica mole e ela percebeu e começou a acariciar meu peito e depois a pica, não aguentei e fiquei durasso de novo. Ricardo: Levanta e entretém a boca dela. Fiz isso, levantei e enfiei de uma vez na boca, uma loucura como essa mulher chupava, enquanto me chupava ela cavalgava o Ricardo, e eu apalpava os peitos dela, uma loucura esses peitões enormes, minhas mãos não davam conta de pegar tudo, ela me olhou fixo e mandou eu deitar, eram ordens que eu tinha que cumprir, ela tirou a pica do Ricardo e montou em mim, o Ricardo olhava enquanto ela me comia, ela passou uma espécie de creme nos meus dedos e pediu pra eu acariciar o buraco do cu dela e eu fiz, comecei a sentir que ela tava dilatando. Gatubela: Já tá pronto, Ricardo. O Ricardo se posicionou atrás, nos ajeitamos como deu e ele começou a meter no cu dela, fuuuu, já era demais, nunca na minha vida senti aquilo! Uma loucura, eu com a pica dentro da buceta dela, uma mão num peito e meu dedo indicador enfiado na boca dela, o Ricardo metendo no cu dela com tudo, a gostosa deu um grito e não sei se foi um orgasmo, ela caiu rendida em cima de mim. O Ricardo foi pro banheiro e vi que ligou o chuveiro, eu levantei e deixei ela deitada, cheguei no banheiro e falei que essa mulher era uma fera, uma loucura. Ricardo: Gozou? Eu: Não, não gozei, a verdade é que acho que tô seco. Ricardo: Tem certeza? Olha que é sua vez de comer o cu dela. O Ricardo chegou na Gatubela e falou que já tava pronto, ela subiu na mesma posição nele, deixando o cu livre pra eu meter, com as mãos dela Ela abriu a bunda, me olhou de lado e pediu pra eu comer ela, e aí eu fui... Que maravilha, desconfortável mas maravilhoso, sentia o perfume dela, o suor, sentia o outro pau se movendo até que não aguentei mais e despejei toda a pouca porra que ainda tinha nela... Esse foi meu último round... A gente se trocou e foi embora, eram 5:38. Ricardo pegou um táxi com a gatinha e eu fui por minha conta... Ricardo me mandou mensagem pra ir comer na casa dele, e eu fui, ele tava com a mulher dele, cheguei e a gente se cumprimentou como se nada tivesse acontecido, passei, cumprimentei a mulher dele e quando vi ela direito agora com a luz do dia, percebi: ela era a Mulher-Gato. Fiquei vermelho de vergonha, não sabia o que fazer, o que dizer. Ricardo: "Negão, fica tranquilo. Não tem problema, era a vez dela, da outra vez foi uma mulher, agora era a vez dela de levar dois paus e você veio a calhar..." Depois das festas eles querem viajar pra Rosário e me pediram pra acompanhar... Não sei se vou, tenho medo de me confundir. Fui dormir pensando nela e quando vi quem ela era, me senti mal, mas já bati quatro punhetas pensando nela desde sábado...
4 comentários - Fui pra uma festa
Excelente relato.
Gracias.