Tia Fabiana 17: Paola. Fala galera, quanto tempo, desculpa não ter escrito antes, não sabia bem como abordar porque ainda tenho muita coisa pra explicar. No entanto, com o fechamento da parte anterior, dei espaço pra Paola, minha outra prima e a segunda filha da tia Fabiana. Então, dessa vez, vou contar como cheguei a comer ela. Tudo começa depois que comi a Nely, a negra, pela primeira vez, bem antes de fazer o trio com a puta gorda da minha tia e minha prima. Eu queria comer as três, já tinha duas, mas tava preso, não sabia como me aproximar da minha prima Paola. Não dava pra fazer igual com a Nely, ela não aceitaria grana em situações normais pra transar com o próprio primo, não era tão puta quanto a irmã ou a mãe. Além disso, não tinha relação com ela, apesar de ela ter mantido contato com minha família depois que a mãe se separou do pai, diferente da Nely, que era mais encrenqueira e brigou com todo mundo.
Mas a providência às vezes tá do nosso lado. Já viram que, de vez em quando, o universo ouve seu chamado e alinha tudo pra você alcançar seu objetivo? Pois é, o universo ouviu meu sincero desejo de foder minha prima e me ajudou. Uma tarde, minha mãe tava sentada na sala mandando um áudio. Eu ouvi o que ela disse: parece que o marido da minha prima Paola tinha traído ela com uma mina num baile fora da cidade. As irmãs dela viram e contaram pra minha prima, que botou ele pra fora de casa no dia seguinte. "A puta da mãe é agora", pensei animado. O marido fora de casa, minha prima despeitada... não era nada certo, mas em termos de probabilidade, agora eu tinha minha chance de tentar comer ela. Tinha que aproveitar de qualquer jeito.
A questão é como fazer. Minha prima morava no mesmo bairro que minha tia antes de se separar, numa área meio no fundo, onde a rua terminava. Lá era a casa dela, que tinha logo ao lado um campo grande que meio que pertencia a um complexo militar, mas ninguém enchia o saco se você entrasse, porque era realmente grande e a estrutura mais próxima estava a vários quilômetros. Como caralhos eu ia fazer pra chegar na casa dela, não sei, porque fazia anos que não ia, e se aparecesse do nada ia ficar super estranho, mesmo que eu dissesse que queria saber como ela estava por causa da separação, ia ficar estranho do mesmo jeito, já que a gente não tinha tanta relação e a única vez que conversávamos era em aniversários e eventos assim. Mesmo assim, pensando, me veio uma ideia: organizei um jogo de futebol numa quadra que ficava perto do bairro com uns amigos, a distância era umas quatro quadras. Além disso, inventei uma desculpa pra ir: minha prima vendia aqueles produtos típicos de livros de cosméticos e coisas, e minha mãe comprava com ela. Então falei pra minha mãe que, se ela quisesse, eu iria buscar o livro daquele mês na casa da minha prima, e ela topou. Tava tudo pronto, agora só faltava esperar o dia. Finalmente o dia chegou. Lá pelo meio-dia a gente se encontrou na quadra, terminando umas duas e pouco. Me separei do grupo e fui direto pra casa da minha prima Paola. Quando entrei no bairro, aquele mesmo cheiro de esgoto de sempre, água correndo pelos meios-fios, casas todas mal rebocadas, o típico bairro de vila, saca? Por causa do horário, não tinha ninguém na rua, e ainda tava fazendo um calor danado. Cheguei na casa da minha prima, bati na porta e depois de um tempo ela abriu. Deixa eu descrever ela: é mais baixa que a Nely, a negra, um pouco mais gordinha também, tem dois peitões bons, maiores com certeza, e de bunda, tem uma raba igual a da minha tia, maior que a da irmã dela, mas com menos celulite. Das três, era a melhor bunda sem dúvida, em termos de estado, e de rosto era mais bonita que minha prima e minha tia também. Quanto ao jeito, puxava mais pra minha tia, sendo mais quieta e calma, claro, tirando o fator submissa, que eu não sabia se ela também tinha. Quando abriu a porta, tava usando um shortinho meio pequeno de tecido, que ela costumava usar, e uma regata feminina que deixava ver uma parte dos tetas, ela tava vestida bem putona. Tava praticamente sozinha em casa naquela hora, o filho dela tava na escola e o outro era um bebê que ainda não tinha um ano, então passava a maior parte do dia dormindo. – Oi, L – ela falou, enquanto eu me abaixava um pouco pra dar um beijo nela. – Oi, que calor que tá. – Ai, sim, tá insuportável, entra. Quando ela falou isso, se virou e eu pude admirar aquela bunda enorme que tava comendo o short, a racha do cu tava bem marcada, mostrando a forma daquelas nádegas pretas. – Veio pegar o livro? – Sim, como tava por perto, me mandaram vir buscar – falei enquanto me sentava numa cadeira que tinha ali na cozinha. – Beleza, espera aí que eu emprestei pra uma amiga, já vou mandar mensagem pra ela trazer. – Beleza, posso ir no banheiro? – Pode, vai. Fui pro banheiro, tava bem suado por causa do jogo, então tirei a camisa lá dentro e molhei um pouco o corpo, pra depois sair do banheiro assim mesmo, não sem antes mexer um pouco na pica pra ela ficar dura e deixar ela de um jeito que desse pra notar, obviamente tudo parte do plano pra tentar seduzir minha prima, tinha que aproveitar que tava com mais tempo enquanto esperava trazerem o livro. – Que calor lá fora – falei enquanto voltava pra cozinha sem camisa, naturalmente, como se não fosse nada. Claro, ficar sem camisa com aquele calor era normal, mas quando minha prima me viu, notei que por um segundo ela olhou pra minha pica, que tava dura na cara, além de ver meu corpo, que mostrava os anos de academia que eu tinha, isso deve ter impressionado um pouco minha prima, porque quando a gente se via, eu sempre tava de camisa. Mesmo assim, sabia que ela não ia falar nada por causa do jeito dela. Minha prima virou e continuou lavando uns pratos que tinha. Eu fiquei sentado a vários metros atrás, vendo a bunda enorme dela. – E o J, como é que tá? – perguntei, J era o marido dela, obviamente fingi que não sabia o que tinha acontecido. – Ah, não sabia? Separei há uns dias. – Nossa, o quê? Pô? Aí minha prima começou a me contar tudo de novo o que eu já tinha ouvido no começo, enquanto eu fazia isso, eu fingia interesse e fazia umas perguntas de vez em quando pra aprofundar um pouco. — Que vacilo, Paola, mó sacanagem o que ele fez. — É, mas já foi, desde que não venha mais encher o saco aqui, que faça o que quiser. — Claro, óbvio, mas ainda assim não dá, ainda mais tendo filhos e te tendo. — Pois é, mas contra uma mina mais nova. Mesmo falando isso, minha prima ainda não tinha chegado nos 30, devia ter uns 27, digo devia porque não sei a idade exata. — E daí? Você também é nova. — É, mas a mina deve ter uns 20 anos, sei lá. — Tá, já passou, agora é seguir em frente — falei enquanto me tocava a pica, olhando a bunda dela do outro lado da cozinha, tomando cuidado pra ela não virar. Já tava mais ousado, antes nem fodendo faria isso, mas depois de fazer de tudo com a negra Fabiana e a Nely, perdi a vergonha. — É, óbvio, mesmo que vá complicar com grana, mas J tem que me passar parte do salário dele por causa dos filhos, ainda tenho que resolver toda a papelada. — Claro, mas se você se mexer, resolve rápido. Paola precisava de grana naquele momento? Recem-separada e sem trampo, só fazia uns trocados com as vendas dos livros. Meu coração começou a bater acelerado, senti um nervoso misturado com empolgação, não sei se vocês já sentiram algo assim, acho que é adrenalina, mas é uma sensação foda, a primeira vez que senti foi anos atrás com uma coroa na academia, mas isso é outra história. — Posso te emprestar grana — falei na lata. Ela se virou meio rápido e parou de lavar. — Não, não, como vou pedir pra você, L, se sua mãe descobre, ela me mata. — Ah, por que ela ia descobrir? Além disso, a grana é minha e eu faço o que quiser com ela. — Não, mas ainda assim não dá, e se depois eu não conseguir te pagar? — Mas se você precisa, posso te dar, não tenho problema. Meti a mão no bolso de uma mochila que tinha as coisas do futebol e tirei dez mil. Notas de 500, pra dar mais impressão de quantidade. Sim, trouxe preparado por via das dúvidas, porque hoje em dia se tu tem grana, tu faz o que quiser. Paola arregalou os olhos quando viu aquele monte de dinheiro, sei lá se na vida dela já teve tanta grana junta, até porque naquele bairro de merda o povo não era conhecido por ter inteligência financeira ou poupar. — Aqui tem dez mil se tu precisar — falei, ainda sentado. — Ai L, isso é muito, tu é louco, não posso aceitar. — Qualé, Paola, pega se tu quiser, ia te ajudar a pagar as contas. — Sim, claro, mas não tenho como te pagar isso, L, com que vou te devolver. “Com essa buceta que tu tem, me paga assim, filha da puta”, pensei, óbvio que não falei. Na hora levantei e fui até ela. Cheguei bem perto e ofereci o dinheiro. — Pega. — L, não tenho como te devolver isso, tô sem trampo. Deixei o dinheiro em cima da mesa e me aproximei mais, quase colado nela. Paola me olhou e arregalou os olhos com a situação. Olhei nos olhos dela e passei a mão na bochecha dela, quase acariciando. — Pode me pagar de outro jeito, se te servir — falei baixinho, enquanto minha mão descia até um dos peitos dela. — Não L, para… não dá, não rola — ela disse, olhando pro chão enquanto segurava minha mão. — Qualé, Paola, olha que pra mim já ajuda pra caralho. — Mas não dá… tua mãe me mata se descobrir, ou se alguém nos ver, eu morro. Pelo que ela falava, não tava negando por questão moral. — Se for por isso, da minha parte ninguém fica sabendo, além do mais, tamo na sua casa, quem vai nos ver? — Não, mas eu não pensei que tu ia falar disso de verdade. — Ah, quando eu te ofereci a grana, tu pensou nisso? — E passou pela minha cabeça, mas mesmo assim nem louca pensei que tu ia tocar no assunto, pelo teu jeito. — Qualé, Paola, se quer que eu fale, tô afim de ti, quero fazer de tudo contigo. — Mas somos primos, L. — Olha, pensa assim: não vamos ter filho nem nada, tu tem tua vida e eu a minha, além do mais, tu precisa da grana, então pega o dinheiro e deixa eu te comer, não sai caro. Daqui— falei tudo de uma vez, tentando convencer ela. Ela ficou calada por uns segundos, como se estivesse pensando. —Não sai daqui? —Óbvio que não, Paola, vem cá. Depois de falar isso, me encostei nela e comecei a beijar o pescoço dela, minhas mãos foram direto pra trás, amassando aquelas bundonas pretas. —Ah, ai L— disse minha prima, começando a gemer um pouco. —É um idiota, J, por estragar uma mulher dessas, Paola— falei enquanto descia pros peitos dela. Tirei eles da regata, deixando aquelas duas tetonas pretas à mostra. —Que peitos, Paola, chuparia eles o dia inteiro. Então comecei a amassar os peitos dela e chupar. Diferente das outras duas putinhas de merda, com a Paola não dava pra ser tão agressivo, pelo menos não no começo, tinha que trabalhar bem ela, dava beijos, acariciava, elogiava enquanto ela ficava vermelha e suspirava mais. Num certo ponto, tirei a pica e levei uma das mãos dela pra ela me bater uma enquanto eu continuava chupando os peitos dela. —Olha como tô de pica por você, gostosa, você é bem safada, Paola, nem sabe a vontade que tenho de você. —Ai, L, que pica— ela falou com a voz trêmula enquanto me batia uma. Isso me deixou com muito mais tesão, era hora da atração principal. Parei de chupar os peitos dela e comi a boca inteira da minha prima. —Gostosa, vem cá, quero que você faça uma coisa. —Que coisa? —Vem, fica aqui de costas e fica assim— falei sentando na cadeira de antes e colocando ela na minha frente, ficando minha cara na frente daquela raba enorme. Peguei o short dela e fui descendo devagar, deixando aquela bunda monumental à mostra, duas nalgas enormes, pretas, quase sem celulite, um rabo bem durinho. —Paola, seu rabo me deixa louco. —Pode se servir— minha prima falou, isso me deixou com muito mais tesão. Abri as nalgas dela e enfiei bem a cara naquela bunda enorme, aspirei aquele cheiro de cu, chupei tudo, depois lambi as nalgas dela como um louco, chupei, deixei vários chupões. —Ai, L, tô com tesão— Eu tava com a pica a ponto de estourar. de explotar, já queria comer ela, mas não conseguia parar de admirar aquele espetáculo. Bati uma punheta e sujei toda a bunda dela com vários jatos de porra. -Aaai gozei Paola, que rabão que tu tem. -Quer continuar?- perguntou minha prima com um sorriso, agora que tava mais à vontade. -Claro, gostosa, acha que vou perder uma mulherão desses? -Paaoo cê tá aí?- soou uma voz batendo na porta, era a amiga da minha prima que trouxe o livro. -Ah não- falei enquanto subia a calça e me ajeitava. Minha prima fez o mesmo. Pra resumir, a amiga ficou lá o resto da tarde, então não dava pra fazer nada, mas mesmo assim saí satisfeito, sabia que aquilo ia se repetir. Assim que cheguei em casa, recebo uma foto. "Desculpa pelo de hoje, nos fuderam o momento, se quiser a gente pode fazer de novo, curti pra caralho L🤭
Minha prima me mandou, junto com uma foto da bunda dela empinada. "Claro, gostosa, a gente tem que ver quando se encontrar, vou te comer todinha
Mas a providência às vezes tá do nosso lado. Já viram que, de vez em quando, o universo ouve seu chamado e alinha tudo pra você alcançar seu objetivo? Pois é, o universo ouviu meu sincero desejo de foder minha prima e me ajudou. Uma tarde, minha mãe tava sentada na sala mandando um áudio. Eu ouvi o que ela disse: parece que o marido da minha prima Paola tinha traído ela com uma mina num baile fora da cidade. As irmãs dela viram e contaram pra minha prima, que botou ele pra fora de casa no dia seguinte. "A puta da mãe é agora", pensei animado. O marido fora de casa, minha prima despeitada... não era nada certo, mas em termos de probabilidade, agora eu tinha minha chance de tentar comer ela. Tinha que aproveitar de qualquer jeito.
A questão é como fazer. Minha prima morava no mesmo bairro que minha tia antes de se separar, numa área meio no fundo, onde a rua terminava. Lá era a casa dela, que tinha logo ao lado um campo grande que meio que pertencia a um complexo militar, mas ninguém enchia o saco se você entrasse, porque era realmente grande e a estrutura mais próxima estava a vários quilômetros. Como caralhos eu ia fazer pra chegar na casa dela, não sei, porque fazia anos que não ia, e se aparecesse do nada ia ficar super estranho, mesmo que eu dissesse que queria saber como ela estava por causa da separação, ia ficar estranho do mesmo jeito, já que a gente não tinha tanta relação e a única vez que conversávamos era em aniversários e eventos assim. Mesmo assim, pensando, me veio uma ideia: organizei um jogo de futebol numa quadra que ficava perto do bairro com uns amigos, a distância era umas quatro quadras. Além disso, inventei uma desculpa pra ir: minha prima vendia aqueles produtos típicos de livros de cosméticos e coisas, e minha mãe comprava com ela. Então falei pra minha mãe que, se ela quisesse, eu iria buscar o livro daquele mês na casa da minha prima, e ela topou. Tava tudo pronto, agora só faltava esperar o dia. Finalmente o dia chegou. Lá pelo meio-dia a gente se encontrou na quadra, terminando umas duas e pouco. Me separei do grupo e fui direto pra casa da minha prima Paola. Quando entrei no bairro, aquele mesmo cheiro de esgoto de sempre, água correndo pelos meios-fios, casas todas mal rebocadas, o típico bairro de vila, saca? Por causa do horário, não tinha ninguém na rua, e ainda tava fazendo um calor danado. Cheguei na casa da minha prima, bati na porta e depois de um tempo ela abriu. Deixa eu descrever ela: é mais baixa que a Nely, a negra, um pouco mais gordinha também, tem dois peitões bons, maiores com certeza, e de bunda, tem uma raba igual a da minha tia, maior que a da irmã dela, mas com menos celulite. Das três, era a melhor bunda sem dúvida, em termos de estado, e de rosto era mais bonita que minha prima e minha tia também. Quanto ao jeito, puxava mais pra minha tia, sendo mais quieta e calma, claro, tirando o fator submissa, que eu não sabia se ela também tinha. Quando abriu a porta, tava usando um shortinho meio pequeno de tecido, que ela costumava usar, e uma regata feminina que deixava ver uma parte dos tetas, ela tava vestida bem putona. Tava praticamente sozinha em casa naquela hora, o filho dela tava na escola e o outro era um bebê que ainda não tinha um ano, então passava a maior parte do dia dormindo. – Oi, L – ela falou, enquanto eu me abaixava um pouco pra dar um beijo nela. – Oi, que calor que tá. – Ai, sim, tá insuportável, entra. Quando ela falou isso, se virou e eu pude admirar aquela bunda enorme que tava comendo o short, a racha do cu tava bem marcada, mostrando a forma daquelas nádegas pretas. – Veio pegar o livro? – Sim, como tava por perto, me mandaram vir buscar – falei enquanto me sentava numa cadeira que tinha ali na cozinha. – Beleza, espera aí que eu emprestei pra uma amiga, já vou mandar mensagem pra ela trazer. – Beleza, posso ir no banheiro? – Pode, vai. Fui pro banheiro, tava bem suado por causa do jogo, então tirei a camisa lá dentro e molhei um pouco o corpo, pra depois sair do banheiro assim mesmo, não sem antes mexer um pouco na pica pra ela ficar dura e deixar ela de um jeito que desse pra notar, obviamente tudo parte do plano pra tentar seduzir minha prima, tinha que aproveitar que tava com mais tempo enquanto esperava trazerem o livro. – Que calor lá fora – falei enquanto voltava pra cozinha sem camisa, naturalmente, como se não fosse nada. Claro, ficar sem camisa com aquele calor era normal, mas quando minha prima me viu, notei que por um segundo ela olhou pra minha pica, que tava dura na cara, além de ver meu corpo, que mostrava os anos de academia que eu tinha, isso deve ter impressionado um pouco minha prima, porque quando a gente se via, eu sempre tava de camisa. Mesmo assim, sabia que ela não ia falar nada por causa do jeito dela. Minha prima virou e continuou lavando uns pratos que tinha. Eu fiquei sentado a vários metros atrás, vendo a bunda enorme dela. – E o J, como é que tá? – perguntei, J era o marido dela, obviamente fingi que não sabia o que tinha acontecido. – Ah, não sabia? Separei há uns dias. – Nossa, o quê? Pô? Aí minha prima começou a me contar tudo de novo o que eu já tinha ouvido no começo, enquanto eu fazia isso, eu fingia interesse e fazia umas perguntas de vez em quando pra aprofundar um pouco. — Que vacilo, Paola, mó sacanagem o que ele fez. — É, mas já foi, desde que não venha mais encher o saco aqui, que faça o que quiser. — Claro, óbvio, mas ainda assim não dá, ainda mais tendo filhos e te tendo. — Pois é, mas contra uma mina mais nova. Mesmo falando isso, minha prima ainda não tinha chegado nos 30, devia ter uns 27, digo devia porque não sei a idade exata. — E daí? Você também é nova. — É, mas a mina deve ter uns 20 anos, sei lá. — Tá, já passou, agora é seguir em frente — falei enquanto me tocava a pica, olhando a bunda dela do outro lado da cozinha, tomando cuidado pra ela não virar. Já tava mais ousado, antes nem fodendo faria isso, mas depois de fazer de tudo com a negra Fabiana e a Nely, perdi a vergonha. — É, óbvio, mesmo que vá complicar com grana, mas J tem que me passar parte do salário dele por causa dos filhos, ainda tenho que resolver toda a papelada. — Claro, mas se você se mexer, resolve rápido. Paola precisava de grana naquele momento? Recem-separada e sem trampo, só fazia uns trocados com as vendas dos livros. Meu coração começou a bater acelerado, senti um nervoso misturado com empolgação, não sei se vocês já sentiram algo assim, acho que é adrenalina, mas é uma sensação foda, a primeira vez que senti foi anos atrás com uma coroa na academia, mas isso é outra história. — Posso te emprestar grana — falei na lata. Ela se virou meio rápido e parou de lavar. — Não, não, como vou pedir pra você, L, se sua mãe descobre, ela me mata. — Ah, por que ela ia descobrir? Além disso, a grana é minha e eu faço o que quiser com ela. — Não, mas ainda assim não dá, e se depois eu não conseguir te pagar? — Mas se você precisa, posso te dar, não tenho problema. Meti a mão no bolso de uma mochila que tinha as coisas do futebol e tirei dez mil. Notas de 500, pra dar mais impressão de quantidade. Sim, trouxe preparado por via das dúvidas, porque hoje em dia se tu tem grana, tu faz o que quiser. Paola arregalou os olhos quando viu aquele monte de dinheiro, sei lá se na vida dela já teve tanta grana junta, até porque naquele bairro de merda o povo não era conhecido por ter inteligência financeira ou poupar. — Aqui tem dez mil se tu precisar — falei, ainda sentado. — Ai L, isso é muito, tu é louco, não posso aceitar. — Qualé, Paola, pega se tu quiser, ia te ajudar a pagar as contas. — Sim, claro, mas não tenho como te pagar isso, L, com que vou te devolver. “Com essa buceta que tu tem, me paga assim, filha da puta”, pensei, óbvio que não falei. Na hora levantei e fui até ela. Cheguei bem perto e ofereci o dinheiro. — Pega. — L, não tenho como te devolver isso, tô sem trampo. Deixei o dinheiro em cima da mesa e me aproximei mais, quase colado nela. Paola me olhou e arregalou os olhos com a situação. Olhei nos olhos dela e passei a mão na bochecha dela, quase acariciando. — Pode me pagar de outro jeito, se te servir — falei baixinho, enquanto minha mão descia até um dos peitos dela. — Não L, para… não dá, não rola — ela disse, olhando pro chão enquanto segurava minha mão. — Qualé, Paola, olha que pra mim já ajuda pra caralho. — Mas não dá… tua mãe me mata se descobrir, ou se alguém nos ver, eu morro. Pelo que ela falava, não tava negando por questão moral. — Se for por isso, da minha parte ninguém fica sabendo, além do mais, tamo na sua casa, quem vai nos ver? — Não, mas eu não pensei que tu ia falar disso de verdade. — Ah, quando eu te ofereci a grana, tu pensou nisso? — E passou pela minha cabeça, mas mesmo assim nem louca pensei que tu ia tocar no assunto, pelo teu jeito. — Qualé, Paola, se quer que eu fale, tô afim de ti, quero fazer de tudo contigo. — Mas somos primos, L. — Olha, pensa assim: não vamos ter filho nem nada, tu tem tua vida e eu a minha, além do mais, tu precisa da grana, então pega o dinheiro e deixa eu te comer, não sai caro. Daqui— falei tudo de uma vez, tentando convencer ela. Ela ficou calada por uns segundos, como se estivesse pensando. —Não sai daqui? —Óbvio que não, Paola, vem cá. Depois de falar isso, me encostei nela e comecei a beijar o pescoço dela, minhas mãos foram direto pra trás, amassando aquelas bundonas pretas. —Ah, ai L— disse minha prima, começando a gemer um pouco. —É um idiota, J, por estragar uma mulher dessas, Paola— falei enquanto descia pros peitos dela. Tirei eles da regata, deixando aquelas duas tetonas pretas à mostra. —Que peitos, Paola, chuparia eles o dia inteiro. Então comecei a amassar os peitos dela e chupar. Diferente das outras duas putinhas de merda, com a Paola não dava pra ser tão agressivo, pelo menos não no começo, tinha que trabalhar bem ela, dava beijos, acariciava, elogiava enquanto ela ficava vermelha e suspirava mais. Num certo ponto, tirei a pica e levei uma das mãos dela pra ela me bater uma enquanto eu continuava chupando os peitos dela. —Olha como tô de pica por você, gostosa, você é bem safada, Paola, nem sabe a vontade que tenho de você. —Ai, L, que pica— ela falou com a voz trêmula enquanto me batia uma. Isso me deixou com muito mais tesão, era hora da atração principal. Parei de chupar os peitos dela e comi a boca inteira da minha prima. —Gostosa, vem cá, quero que você faça uma coisa. —Que coisa? —Vem, fica aqui de costas e fica assim— falei sentando na cadeira de antes e colocando ela na minha frente, ficando minha cara na frente daquela raba enorme. Peguei o short dela e fui descendo devagar, deixando aquela bunda monumental à mostra, duas nalgas enormes, pretas, quase sem celulite, um rabo bem durinho. —Paola, seu rabo me deixa louco. —Pode se servir— minha prima falou, isso me deixou com muito mais tesão. Abri as nalgas dela e enfiei bem a cara naquela bunda enorme, aspirei aquele cheiro de cu, chupei tudo, depois lambi as nalgas dela como um louco, chupei, deixei vários chupões. —Ai, L, tô com tesão— Eu tava com a pica a ponto de estourar. de explotar, já queria comer ela, mas não conseguia parar de admirar aquele espetáculo. Bati uma punheta e sujei toda a bunda dela com vários jatos de porra. -Aaai gozei Paola, que rabão que tu tem. -Quer continuar?- perguntou minha prima com um sorriso, agora que tava mais à vontade. -Claro, gostosa, acha que vou perder uma mulherão desses? -Paaoo cê tá aí?- soou uma voz batendo na porta, era a amiga da minha prima que trouxe o livro. -Ah não- falei enquanto subia a calça e me ajeitava. Minha prima fez o mesmo. Pra resumir, a amiga ficou lá o resto da tarde, então não dava pra fazer nada, mas mesmo assim saí satisfeito, sabia que aquilo ia se repetir. Assim que cheguei em casa, recebo uma foto. "Desculpa pelo de hoje, nos fuderam o momento, se quiser a gente pode fazer de novo, curti pra caralho L🤭
Minha prima me mandou, junto com uma foto da bunda dela empinada. "Claro, gostosa, a gente tem que ver quando se encontrar, vou te comer todinha
5 comentários - Tia Fabiana Gostosa 17