como me converti en un cornudo emputecido 5

aqui vai a última parte dessa história
espero que vocês curtam tanto quanto eu
VALEU PELOS PONTOS E PELOS COMENTÁRIOS












Essa semana foi tranquila, tirando as conversas da Valéria que me lembravam toda noite como o Fernando tinha ganhado tudo de mim e agora eu também era a putinha dele. Desde aquele momento, parei de lidar com dinheiro, tudo tinha que pedir pra Valéria. Assim chegou o sábado, quando o Fernando passou em casa de manhã pra tomar café.


Fernando: Nena, acho que você tá preparada, essa semana não transou, foi assim que combinamos.


Vale, nem eu nem o puto, a gente tá explodindo, olha o corno, já tá desesperado pela sua pica.


Fernando, melhor assim porque vão chegar dois caras novos hoje à tarde. Segura o cuck na rédea. São dois manos que tão morrendo de vontade de comer eles, tão no fogo. Nunca viram um cuck que entregasse a bunda. Quando contei como eu comi ele, ficaram loucos. Isso sim, eles pagam muito bem e dessa vez vai ser meio a meio, mas na próxima você já sabe.


vale, claro. tu 70 e eu 30.


Como é isso? Então a gente coloca o corpo e ele fica com 70%?


vale, claro, céu


Fernando, cala a boca, seu puto de merda. Esse é o acordo entre a Vale e eu. Sabe o quanto custa arrumar macho que queira foder e ainda pagar? Sou eu quem trabalho pra no final vocês comerem. Hoje você vai ter três picas e não sabe como eles querem brincar com você. Agora um adiantamento: chupa minha rola. Depois eu arrebento seu cu pra você já deixar bem preparado.


resignado, obedeci tudo que ele mandava, chupei com muito capricho, apesar de tudo, tava gostando, Fernando não tava sendo violento nem humilhante, pelo contrário, e assim dei meu cuzinho com gosto


Fernando, é assim que eu gosto. Quero que você se comporte como uma putinha gostosa, que se solte e peça o que você quiser.


me come, fode, me come forte, arrebenta minha bucetinha


Ele queria que eu implorasse pra ele, que fosse uma puta desesperada, e eu adorava toda aquela brincadeira. Dessa vez ele meteu devagar, centímetro por centímetro, me fazendo sentir aquela rola enorme abrindo caminho no meu cu. Isso me deixava louca e eu não conseguia evitar de gemer, até que ele entrou até as bolas. Aquela vara de carne me dominou completamente. Naquele momento, eu soube que nunca mais conseguiria resistir a uma rola. Ele começou a me montar devagar, eu amei, mas de repente a puta viciada em que eu tinha me transformado começou a pedir mais forte. Morria de vontade de que ele me arrebentasse, e assim, implorando, ele fez.


Fernando, onde tu quer a porra, seu viado, no cu ou na boca?


Não, não, não na boca, me dá tudo.


Engoli toda a porra dele, me contorcendo de tesão. Devo admitir que já não ligava mais se me viam como um viadinho. Fernando foi no banheiro, se lavou e vazou de casa, me deixando limpando tudo e arrumando a casa pra receber as visitas. Preparei uma comida e depois nos arrumamos. Tinha mais uma festinha esperando a gente, mesmo que minha bunda ainda doesse. Mas não foi bem assim. Lá pelas quatro da tarde, Fernando chegou com só um dos clientes dele. Não acreditei. Um cara grandão e bem barrigudo chamado Andrés. Fernando me puxou de lado e falou:


Fernando, beleza, agora isso já virou negócio. Você tem que cumprir um papel e, se fizer direito, vamos ganhar muita grana. Sabe quantos caras têm a fantasia de comer o corno? Eu conheço vários, e agora nisso a gente tá junto. O que passou, passou. Acho que a relação já mudou. Você se mostra todo machão, tenta não ser viado. Esse gordo aí eu já enrolei. Ele sabe que você é dominado pela sua esposa e que ela é bem puta. Ele tá fazendo uns reparos em casa e eu comentei que comi ela na sua frente. Isso sim, o gordo é um touro. E à noite vem outro. Espero que você aguente o gordo. Amanhã à tarde eu volto e a gente acerta a grana.


Tava com um tesão danado no que viria a seguir, já me via sendo dominado por um baita gordo.


Tá bom, pra mim é perfeito, só espero que valha a pena e não seja dois merrecas.


Fernando, eu te comi de graça, mano. Agora você vai ganhar uma grana boa, não é mixaria não, você vai ver.


Beleza, Fer, fica na sua que eu cuido disso.


Fernando, sim, cara. Não dá a buceta de graça até o final, confia em mim.


De inimigo a cúmplice, meio que na obrigação. Sentia que minha autoestima tava destruída, e isso me deixava ainda mais excitada. Foi aí que Fernando foi embora e eu sentei na mesa, trazendo umas cervejas. Andrés já tava sentado do lado da Valéria, com quem ele tinha criado tanta intimidade que eu me sentia sobrando. A conversa foi esquentando, e eu vi de relance o Andrés colocando a mão por baixo da mesa na Valéria.


Valéria, então tu é pedreiro? Pode vir comigo, quero te mostrar uma coisa no quarto.


andres  mas é claro,  vamos


Vale levou ele pro quarto sozinha, rebolando o quadril fazendo a minissaia balançar enquanto o gordo atrás arrumava a rola. Na hora eu já sabia o que vinha. Terminei meu copo de cerveza e fui pro quarto, onde a Vale já tava chupando a rola do gordo. A coitada tava com dificuldade pra enfiar na boca. Ela tava sem camisa e ele completamente pelado. Ele agarrou ela pela cintura e jogou na cama.


Vale, amor, não posso perder essa rola, me perdoa, céu, é uma tremenda.


naquela época eu já tava batendo uma punheta


Andrés, pode bater punheta à vontade enquanto eu arrebento essa buceta.


O gordo deitou de barriga pra cima e ela, sozinha, sentou em cima dele, enfiando a piroca grossa na buceta enquanto o gordo segurava a cintura dela. Os gritos e gemidos da Valéria eram enormes.


Andrés, é assim que se come uma puta, corno. Olha como eu arrebento a sua mulher, seu otário.


Eu continuei batendo uma com força, vendo aquela besta arrebentar minha mulher, arrancando orgasmos dela a picaço, até que enfiou até as bolas e encheu a buceta dela de porra. Gozei que nem um animal, e o Vale gozou de lado e falou pra mim.


Tá bom, papai, vem aqui, me ajuda a limpar esse macho.


Sem hesitar, subi na cama tentando não parecer desesperado. Ela lambeu a pica dele e puxou minha cara pra perto. Assim que abri a boca, o gordo segurou minha nuca e me empurrou, fazendo eu engolir a pica dele.


Andres, limpa bem isso, cuck. Vou arrebentar bem esse seu cu. Vai, engole tudo, vou te rasgar essa buceta.


Tá bom, simmm, faz isso, seu puto, com meu marido e depois me come de volta.


a piroca do gordo ficou dura na hora, igual uma pedra, enquanto eu me afogava com a rola dele. Ele me tirou pro lado e na mesma hora se colocou atrás de mim.


andres  abre bem essa buceta, corno, abre bem assim pra eu te arrebentar toda, hoje você se forma como viadinho otário


Levanta bem essa bunda e abre bem minhas pernas, já sabia o quanto ia doer aquela pirocada, mas meu tesão falou mais alto e eu só queria que me arrebentasse, e foi o que aconteceu. Ele apoiou o pau no meu cu e meteu de uma só vez até o fundo, meu grito foi enorme e na hora mordi os lençóis. Aquele filho da puta não teve pena, cada pirocada era uma facada no meu cu.


Andrés, toma, viado, queria pica? Sente como eu te arrebento tudo, corno. Isso, chora, promíscuo, chora, você merece por ser viado. Vou encher teu cu de porra e depois vou foder tua mulher de novo. Comigo você perdeu, seu maricona de merda. Isso, se contorce todo, viado, que se você se comportar bem, eu te fodo de novo. Ahh, ahh, aí tem meu leiteeee.


vale, sim, vou destruir tudo pro cuck, que ele se cague de medo por ser tão pouco homem, agora sim é um puto completo


O gordo caiu do meu lado, eu tava acabado. Quando ele finalmente tirou o pau da minha bunda, senti o ar entrando e meu buraco pulsando como nunca. Na hora, também senti a porra escorrendo do meu cu enquanto eu tremia. Nisso, o Vale levou o gordo pro banheiro, depois entrou no quarto, juntou a roupa dele e foram embora. Fiquei um tempão largado ali, e depois também fui pro banheiro. O chuveiro quente, em vez de me acalmar, me excitava ainda mais, e não consegui evitar de bater uma pensando em como o gordo tinha me arrombado. Ainda tava ouvindo as humilhações que ele falava quando aquela besta me comia. Saí e fui pro refeitório. O gordo Andrés já não tava mais lá, então aproveitamos e tomamos uma cerveja.


valéria foi bom sim, amor, eu adorei, mas em você é que arrebentou


Eu perdi feio, amor, o gordo me detonou de verdade, paixão.


Valéria, e daqui a pouco vem outro, então é melhor sentar aqui.


Me levei pra uma cadeira que tinha uma bolsa de gelo, sentei nela e a Vale foi pro quarto limpar a bagunça que o gordo tinha deixado. Ela se trocou de novo e aí ficamos esperando o próximo cliente. Foi assim que, quando o Franco chegou, já estava tudo pronto e a mesma cena se repetiu, só que com a diferença de que o Franco não era tão bruto nem tinha uma piroca tão grande quanto o gordo, mas era muito mais humilhante comigo, porque eu reclamava muito quando ele me comia e, quanto mais eu reclamava, mais forte ele me comia e ficava zoando junto com a Vale.


Franco, perdeu, viado. Viu como eu te destruo inteiro com minha pica? Cê gosta que eu torça ela dentro do teu cu, não é, putinha? Já tá querendo minha porra, seu arrombado. Vou te foder a noite inteira, corno. Vou fazer o que der na telha com você, porque você é meu saco de porra. Olha só, gostosa, olha o otário do teu maridinho. Ele vai acabar implorando pra eu comer ele, esse viado de merda. Cê não sabe como ele vai me implorar pra meter e eu vou deixar ele na mão, pra ele aprender.


A cada humilhação vinha uma palmada, e pra parar de uma vez, eu dizia sim pra tudo, que ele era meu dono e até que queria tomar todo o leite dele, mas isso só deixava ele mais excitado. Terminou quando ele pegou minha boca e me jogou no chão. Eu não queria mais saber de nada, então fiquei lá jogado. Mesmo sem ter combinado de passar a noite com ele, a gente passou. No domingo de manhã, ele me comeu no chão enquanto eu ainda tava dormindo. Depois de tomar café com a Vale, ele foi embora de casa do mesmo jeito que chegou. Finalmente consegui tomar um banho. Tava totalmente destruído, e ainda faltava o Fernando chegar. Assim passamos o domingo, e quando já tava mais recuperado, fomos pro sofá nos distrair um bom tempo.


Vale, você tá gostando disso, céu? Eu tô amando, amor, o Fernando é um gênio.


Isso a gente vê quando realmente tiver a grana, por enquanto só temos a buceta dolorida.


Vale, você não sabe, love, o quanto eu tô feliz que vocês fizeram as pazes.


que paz nada, que paz coisa nenhuma, tá tudo igual de antes, tá? só de olhar pra ele já me dá nojo, e ainda por cima tô nas mãos dele, não tenho força pra recusar nada, ele me venceu, me transformou na pior merda, você não faz ideia do que é pra mim ter que obedecer as ordens dele


Vale a pena ver ele? Sim, quando você vê a rola dele, você se entrega toda, seu promíscuo. E quando ele te come, e quando te come, você faz uma carinha, seu mariconcito. E sim, eu ganho de você e te destruo. Ele te fez de sua mulher viciosa, e até pude ver como ele te come com desprezo. Você sabia que ele tinha um plano pra você? Ele queria me engravidar a todo custo e deixar você cuidar do filho dele. Eu convenci ele a não fazer isso, embora eu gostasse, mas pra mais pra frente. Agora temos que fazer dinheiro, meu promíscuo. O que vou dizer é que o pagamento tem que ser adiantado.


Depois de um bom tempo, Fernando chegou. Começou a conversar com a Vale e a tomar um café. Eu só queria ver quanto dinheiro ele ia nos dar. Sentadinho na frente deles, pude ver como a Vale se entregava mais uma vez pra quem era meu inimigo, até que Fernando a levou pro quarto. Dessa vez, não fui atrás deles. Fiquei tomando uma cerveja enquanto eles transavam. Depois, quando finalmente saíram do quarto, fiquei sabendo que teríamos um fim de semana bem agitado. Quando perguntei pra Vale quanto dinheiro ele tinha dado, ela me disse que só pagava ela, já que eu era escravo dele. Assim, por uns longos meses, viramos um casal que realizava a putaria de fazer cuckold e transformar o marido num viadinho.

3 comentários - como me converti en un cornudo emputecido 5

es espectacular! por lo menos ahora gana plata!
Me encanto la saga. Me esperaba otro desenlace pero, esta bueno y me encanto. Van puntos