Isso foi num trampo que tive que era cheio de depósitos e cortiços.
Era um trampo tranquilo, um depósito que ficava num barracão do ano 1800 perto do rio. Tinha uma entrega diária e meu serviço era montar os pacotes pra passar a caminhonete que vinha ao meio-dia fazer a entrega e pegar esses pacotes. Ou seja, de manhã trabalhava pra caralho e de tarde ficava mais de boa, então eu aproveitava e saía um pouco quando batia meu horário de almoço. Tinha uma pracinha perto e eu ia pra lá comer alguma coisa e adoçar os olhos com as vizinhas, que a maioria era rápida que nem avião a jato. Isso eu sabia porque meu parceiro já tinha comido por ali. Eram muitas as mamães ou irmãzinhas que passavam por lá naquela hora, ou saindo ou voltando da escola primária com os moleques. Mas uma em especial chamou minha atenção: Romina, 32 anos, 1,60m, cabelo preto com luzes, pele branca, peitão uns 100, uma barriguinha e uma bunda de 100. Mas quem ligava se ela tinha barriga? A parada era dar uma boa foda nela. Onde ficava o depósito, tinha uma rua e uma doca que separava do rio, era um espaço verde que essa mulher (que me chamava a atenção, além de ter 6 filhos) usava pra esticar as pernas do cachorro dela... um dogo branco... mamãe!!! Um dia tava calor e eu aproveitei pra comer um sanduíche na beira do rio. Foi aí que começamos a trocar umas palavras. A gente pôs o papo em dia enquanto o cachorro dava voltas, que medo!!! Assim, desde aquele dia, a gente se encontrava todo dia pra conversar um pouco. Ela me contava da vida dela e eu um pouco da minha. Me disse que levava os filhos de manhã, ficava sozinha, e que o marido trabalhava mais de 12 horas por dia, que ele pegava turno da noite, que ela ficava sozinha à noite com as crianças, que de manhã o tempo passava devagar pra caralho quando ficava em casa até buscar os moleques, que quando ele chegava, comia, se jogava pra dormir e não tocava mais nela como antes. Claro que eu aproveitei isso pra fazer a minha jogada. laburito......
Depois de nos encontrarmos vários dias, perguntei a que horas ela levava os filhos na escola pra gente se ver, que eu acompanhava ela até em casa pra não voltar sozinha e seguia pro trabalho, e ela me deu uma resposta que me desmontou:
Ela: — Não!!! Como você me propõe isso sendo eu uma mulher casada, quem você pensa que eu sou? Você me ofende e com jeito, desculpa:—
Ela se levantou e foi pro caralho, eu por dentro revisava o que tinha dito e não achava onde tinha cagado com minha proposta. Pensei: bom, já encontro outra vizinha que vai me dar mole, e foi o que aconteceu. A vizinha do apartamento de trás de onde ela morava começou a me dar abertura, e não vi mais ela naqueles horários que antes encontrava. Não me importei, já que a vizinha rapidinho se deu bem comigo e, em três vezes que nos vimos e conversamos, me convidou pra casa dela de manhã, já que ficava sozinha com a Sweetie porque os outros filhos iam pra escola. E foi assim que comecei a comer a Elsa, que era separada e tinha três filhos pequenos pra idade dela, 42 anos, pele morena, cabelo preto azulado, do jeito que me excita, 1,60m, umas tetas grandes como eu gosto, 110 cm, uma barriguinha e uma bunda gorda e redonda que pedia pra ser comida o dia inteiro. O primeiro dia que começamos a trepar foi assim: eu descia do ônibus umas 10 quadras do meu trabalho, como já contei, entre depósitos e cortiços, digamos que perto da escola onde iam os filhos dessas duas senhoras, e encontro a Elsa.
Elsa: — Oi Carlos, o que você faz por aqui? Já deixei os meninos na escola:—
Eu: — Ah, olha que doido, desci do busão e vou pro trabalho, mas ainda é um pouco cedo:—
Elsa: — Uai, que coincidência, eu fico com a Sweetie em casa, não quer vir tomar um mate lá?:—
Eu: — Hmmm, não sei, não quero ser um incômodo, além do mais, o que vão dizer seus vizinhos se você entrar em casa com um homem estando sozinha?:—
Elsa: — Olha, a verdade é que o que meus vizinhos pensam, eu tô pouco me lixando... Então??? Vem ou não?:—
Eu: — Bom, Se eu não te der problema... aceito:-
Quando fomos nos dar conta, já estávamos na porta do lugar, entramos num corredor comprido meio escuro até chegar no apartamento dela, sentamos na cozinha pra tomar mate, começando a falar besteira e rindo, foi aí que ela soltou que queria um homem, transar direto, ficar em dia, que era uma mina tranquila, que não exigia muito, foi nessa que eu caí, levantei, me aproximei dela, encostei e abracei bem, pra sentir meu pau duro, foi quando ela se virou e começamos a nos pegar, enquanto as mãos dela iam desabotoando meu cinto e assim baixando minha calça junto com a cueca, ela se abaixou começando a me masturbar gostoso e colocando na boca, começando a chupar como se fosse a última rola do mundo.....
Continua....
Era um trampo tranquilo, um depósito que ficava num barracão do ano 1800 perto do rio. Tinha uma entrega diária e meu serviço era montar os pacotes pra passar a caminhonete que vinha ao meio-dia fazer a entrega e pegar esses pacotes. Ou seja, de manhã trabalhava pra caralho e de tarde ficava mais de boa, então eu aproveitava e saía um pouco quando batia meu horário de almoço. Tinha uma pracinha perto e eu ia pra lá comer alguma coisa e adoçar os olhos com as vizinhas, que a maioria era rápida que nem avião a jato. Isso eu sabia porque meu parceiro já tinha comido por ali. Eram muitas as mamães ou irmãzinhas que passavam por lá naquela hora, ou saindo ou voltando da escola primária com os moleques. Mas uma em especial chamou minha atenção: Romina, 32 anos, 1,60m, cabelo preto com luzes, pele branca, peitão uns 100, uma barriguinha e uma bunda de 100. Mas quem ligava se ela tinha barriga? A parada era dar uma boa foda nela. Onde ficava o depósito, tinha uma rua e uma doca que separava do rio, era um espaço verde que essa mulher (que me chamava a atenção, além de ter 6 filhos) usava pra esticar as pernas do cachorro dela... um dogo branco... mamãe!!! Um dia tava calor e eu aproveitei pra comer um sanduíche na beira do rio. Foi aí que começamos a trocar umas palavras. A gente pôs o papo em dia enquanto o cachorro dava voltas, que medo!!! Assim, desde aquele dia, a gente se encontrava todo dia pra conversar um pouco. Ela me contava da vida dela e eu um pouco da minha. Me disse que levava os filhos de manhã, ficava sozinha, e que o marido trabalhava mais de 12 horas por dia, que ele pegava turno da noite, que ela ficava sozinha à noite com as crianças, que de manhã o tempo passava devagar pra caralho quando ficava em casa até buscar os moleques, que quando ele chegava, comia, se jogava pra dormir e não tocava mais nela como antes. Claro que eu aproveitei isso pra fazer a minha jogada. laburito......
Depois de nos encontrarmos vários dias, perguntei a que horas ela levava os filhos na escola pra gente se ver, que eu acompanhava ela até em casa pra não voltar sozinha e seguia pro trabalho, e ela me deu uma resposta que me desmontou:
Ela: — Não!!! Como você me propõe isso sendo eu uma mulher casada, quem você pensa que eu sou? Você me ofende e com jeito, desculpa:—
Ela se levantou e foi pro caralho, eu por dentro revisava o que tinha dito e não achava onde tinha cagado com minha proposta. Pensei: bom, já encontro outra vizinha que vai me dar mole, e foi o que aconteceu. A vizinha do apartamento de trás de onde ela morava começou a me dar abertura, e não vi mais ela naqueles horários que antes encontrava. Não me importei, já que a vizinha rapidinho se deu bem comigo e, em três vezes que nos vimos e conversamos, me convidou pra casa dela de manhã, já que ficava sozinha com a Sweetie porque os outros filhos iam pra escola. E foi assim que comecei a comer a Elsa, que era separada e tinha três filhos pequenos pra idade dela, 42 anos, pele morena, cabelo preto azulado, do jeito que me excita, 1,60m, umas tetas grandes como eu gosto, 110 cm, uma barriguinha e uma bunda gorda e redonda que pedia pra ser comida o dia inteiro. O primeiro dia que começamos a trepar foi assim: eu descia do ônibus umas 10 quadras do meu trabalho, como já contei, entre depósitos e cortiços, digamos que perto da escola onde iam os filhos dessas duas senhoras, e encontro a Elsa.
Elsa: — Oi Carlos, o que você faz por aqui? Já deixei os meninos na escola:—
Eu: — Ah, olha que doido, desci do busão e vou pro trabalho, mas ainda é um pouco cedo:—
Elsa: — Uai, que coincidência, eu fico com a Sweetie em casa, não quer vir tomar um mate lá?:—
Eu: — Hmmm, não sei, não quero ser um incômodo, além do mais, o que vão dizer seus vizinhos se você entrar em casa com um homem estando sozinha?:—
Elsa: — Olha, a verdade é que o que meus vizinhos pensam, eu tô pouco me lixando... Então??? Vem ou não?:—
Eu: — Bom, Se eu não te der problema... aceito:-
Quando fomos nos dar conta, já estávamos na porta do lugar, entramos num corredor comprido meio escuro até chegar no apartamento dela, sentamos na cozinha pra tomar mate, começando a falar besteira e rindo, foi aí que ela soltou que queria um homem, transar direto, ficar em dia, que era uma mina tranquila, que não exigia muito, foi nessa que eu caí, levantei, me aproximei dela, encostei e abracei bem, pra sentir meu pau duro, foi quando ela se virou e começamos a nos pegar, enquanto as mãos dela iam desabotoando meu cinto e assim baixando minha calça junto com a cueca, ela se abaixou começando a me masturbar gostoso e colocando na boca, começando a chupar como se fosse a última rola do mundo.....
Continua....
1 comentários - A mulher e o cachorro...!!!