Tô lembrando quando ensinei um pivete daqui da quebrada. A mãe dele lava roupa dos outros pra ganhar uns trocados e o moleque vai entregar. Aí um dia meu marido esqueceu de deixar o dinheiro pra pagar a roupa. E o menino ficou de teimoso, não queria esperar o dinheiro dele nem mais um dia.
Aí me deu uma coceira e comecei a provocar ele. — Então como é que a gente faz se meu marido não deixou o dinheiro? O que você tem aí, hein? Posso tocar nesse volume? Hummm, ficou dura, bebê. Já bate uma punheta pro teu pau, gostoso? Quer sentir um boquete meu e a gente fica quites?
O guri se deixou massagear por mim, e eu desci a calça dele. O pau dele pulou feito mola e, sem perder tempo, peguei com meus lábios e comecei a chupar aquele pau do jovem tão gostoso. A barriga dele se contraía com as chupadas que eu dava, e sem mais ele encheu minha cara de leite quente. Era um monte, umas dez espasmos fortes, jorrou tudo nos meus peitos. Passei na minha cara e mandei ele chupar.
Ele chupou meus peitos bem gostoso com aquela boquinha suculenta. O peito dele era bem duro e os braços fortes. Aí falei: — Vem, enfia os dedos em mim, gostoso. E guiei ele até minha boceta aberta e bem molhada. Com as mãos ele dedava minha buceta. Comecei a esfregar o pau dele, passei saliva e ele ficou duro de novo. Aí puxei ele pra perto e enfiei o pau dele em pé na minha xereca. O coitado gemia sentindo o pau dentro da minha boceta.
Virei de costas e falei: — Vem, gostoso, me dá de quatro. E ele enfiava o pau enquanto esfregava meus peitos e beliscava meus bicos. Doía, mas me deixava igual uma puta no cio. — Assim! Mexe, gostoso! Me come! Goza na minha bucetinha! E o moleque descarregou os jatos de leite. Senti batendo quente no fundo da minha boceta.
Que gostoso, jovem. Sempre que mando mensagem pra ele, ele fala que nunca vai me esquecer, porque fui a primeira mulher dele e que ninguém comeu ele como eu comia.
Aí me deu uma coceira e comecei a provocar ele. — Então como é que a gente faz se meu marido não deixou o dinheiro? O que você tem aí, hein? Posso tocar nesse volume? Hummm, ficou dura, bebê. Já bate uma punheta pro teu pau, gostoso? Quer sentir um boquete meu e a gente fica quites?
O guri se deixou massagear por mim, e eu desci a calça dele. O pau dele pulou feito mola e, sem perder tempo, peguei com meus lábios e comecei a chupar aquele pau do jovem tão gostoso. A barriga dele se contraía com as chupadas que eu dava, e sem mais ele encheu minha cara de leite quente. Era um monte, umas dez espasmos fortes, jorrou tudo nos meus peitos. Passei na minha cara e mandei ele chupar.
Ele chupou meus peitos bem gostoso com aquela boquinha suculenta. O peito dele era bem duro e os braços fortes. Aí falei: — Vem, enfia os dedos em mim, gostoso. E guiei ele até minha boceta aberta e bem molhada. Com as mãos ele dedava minha buceta. Comecei a esfregar o pau dele, passei saliva e ele ficou duro de novo. Aí puxei ele pra perto e enfiei o pau dele em pé na minha xereca. O coitado gemia sentindo o pau dentro da minha boceta.
Virei de costas e falei: — Vem, gostoso, me dá de quatro. E ele enfiava o pau enquanto esfregava meus peitos e beliscava meus bicos. Doía, mas me deixava igual uma puta no cio. — Assim! Mexe, gostoso! Me come! Goza na minha bucetinha! E o moleque descarregou os jatos de leite. Senti batendo quente no fundo da minha boceta.
Que gostoso, jovem. Sempre que mando mensagem pra ele, ele fala que nunca vai me esquecer, porque fui a primeira mulher dele e que ninguém comeu ele como eu comia.
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