Chupa minha buceta na praça

Na época da pandemia, tive uma experiência que foi espetacular. Como tenho um comércio gastronômico, era trabalhador essencial. Às vezes ia de carro trabalhar, outras de ônibus, porque meu comércio não fica muito longe do meu apartamento e não curto muito dirigir. Era inverno, fazia muito frio, e naquele dia, às 11 da noite, fechei meu local, já que era o horário máximo que podia ficar aberto. Saí do comércio, caminhei umas quadras até o ponto de ônibus que fica numa praça, e fiquei com meus fones esperando o busão. A noite tava muito fria, não tinha ninguém na rua, e na praça tinha muita neblina. Tava bem atento a quem passava, porque era tarde, e entre a pandemia e o frio, a rua tava totalmente vazia. Num momento, vejo alguém atravessando uns metros antes de onde eu tava, com um casacão preto, que foi se aproximando de mim. Quando chegou perto, percebi que era uma cross ou transexual, algo assim, bem maquiada, rosto bonito, mas com um casacão enorme que escondia tudo. Ela se aproxima, fala comigo, tiro os fones e ela pergunta: "Oi, como cê tá?" Eu, meio desconfiado, respondo que bem (de perto era muito linda e feminina). Ela pergunta se eu tava esperando o ônibus e, óbvio, falei que sim. Aí ela me pergunta, na lata, se eu queria tocar na bunda dela. Assim, direto. Perguntei de novo o que ela tinha dito, porque a situação me surpreendeu muito, e ela repetiu se eu queria tocar na bunda dela. Olhei pra todos os lados, porque não sabia se ela tava sozinha ou com alguém, e falei que sim. Pensei que ela ia levantar um pouco o casacão, eu ia tocar na bunda e pronto, mas ela disse pra sentarmos nuns bancos da praça que ficavam no meio dela. Entre a neblina e a pouca iluminação, era um bom lugar pra ficar de boa. Chegamos no banco, sentamos, e ela levantou um pouco o casacão (dava pra ver que ela tinha ido só com aquilo, porque quando levantou, só aparecia uma calcinha fio dental bem pequena, que deixava o cuzinho aparecendo). lá fora) e se vira meio de lado, colocando a raba pro meu lado e me disse pra tocá-la. Comecei a tocar, apertar a raba dela que tava bem fria e também passava a mão nas pernas, a desgraçada gemia e falava "que gostoso, aperta bem na raba, massageia ela direitinho" e eu apertava com tudo, todo tesudo. Tava com o pau duro e sentia o líquido pré-saindo de tanto tesão, ela me perguntou se podia tocar no meu pau, eu disse que sim e ela começou a acariciar, apertar, esfregar com as mãos por cima da calça e com os dedos massageava forte a cabeça, eu tava muito excitado e a porra molhava, não só minha cueca, mas também a calça jeans que na parte da cabeça do meu pau tava marcada de tão molhada. Quando ela percebeu que tava todo molhado e duro, me perguntou se eu queria que ela tirasse minha porra, "vou tirar sua porra, parceiro" ela disse, eu respondi que sim, ela puxou meu pau pra fora pela braguilha da calça jeans e começou a chupar bem devagar, brincava muito com os lábios e depois bem rápido pra me fazer gozar, a desgraçada cuspiu tudo, sentia a saliva escorrendo até minhas bolas, tava todo ensopado, do jeito que ela começou a chupar rápido enquanto me batia uma e do tesão que eu tava, gozei muito, mas muito gostoso, na cara dela quando eu disse que ia gozar, ela apoiou na cara e joguei toda a porra nela, escorria pela cara toda até o pescoço. Depois disso ela disse que gostou muito de eu ter tocado a raba dela e dado porra e que tinha que ir. Ela levantou e foi embora e eu fui esperar o ônibus de novo, já que tinha passado e obviamente deixei ele ir.

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