Meu nome é Alexandra, tenho 27 anos, meço 1,68 m. Sou de pele clara, cabelo castanho claro, gosto de usar ele comprido, chega até a metade das costas. Sou magra, tenho um rostinho bonito e olhos castanhos claros, adoro me maquiar e usar batons vermelhos. Dessa vez, quero contar pra vocês uma experiência excitante que tive com meu pai, quando eu era uma garota de apenas 18 anos. Como podem imaginar, nessa idade eu tava no auge, tinha um corpão bonito, porque desde pequena sempre gostei de malhar só pra definir minhas pernas e glúteos, meus peitos médios e redondinhos, meus mamilos são rosados e empinadinhos. Cintura fina, barriga chapada e uma bunda bem desenhada, principalmente quando uso jeans, minhas nádegas ficam bem marcadas e empinadas, e quando junto as pernas, forma um buraquinho apertando minha buceta. Tenho pernas torneadas que adoro mostrar quando uso minissaia, porque minha pele é bem macia. Gosto de ser bem feminina, sedutora e me vestir de forma provocante, mas sempre cuidando pra manter uma boa imagem pras pessoas que me conhecem. Naquela época, já tinham se passado uns 7 meses desde que perdi minha virgindade com um pedreiro que vigiava uma obra sozinha, o que já contei no relato intitulado "fui desvirginada brutalmente por um pedreiro". Desde aquela experiência, senti vontade de explorar mais minha sexualidade, então sempre que tinha chance, comprava brinquedos e lubrificantes numa sex shop. Adorava usar um plug anal com enfeite de coração, tinha pesquisado na internet como praticar sexo anal de forma limpa, por isso comprei um enema pra lavagem anal, que aprendi a usar na prática. Tava cursando o primeiro semestre da faculdade de administração, mas naqueles dias tava de férias por causa da semana santa e passava o dia todo em casa. Meus pais eram divorciados e eu passava a maior parte do tempo na casa da minha mãe, em Zapopan, Jalisco. Já que era lá que ficava a escola onde eu estudava. Minha mãe trabalhava como enfermeira numa clínica, e tinha um horário bem puxado, saía desde as 7 da manhã e voltava mais ou menos às 8 da noite. Um dia à noite, descendo as escadas, ouvi minha mãe falando no telefone na sala com o Eduardo (meu pai). Eles estavam discutindo algumas coisas sobre mim, porque minha mãe reclamava que ele não assumia as obrigações dele como pai, e praticamente não convivia comigo, já que fazia dois anos desde a última vez que a gente se viu. O único contato que a gente tinha era por telefone e muito de vez em quando. Ela comentou que eu tinha entrado na universidade, mas tava de férias e que, em vez de eu ficar o dia inteiro em casa, seria melhor a gente aproveitar o fim de semana da Páscoa pra conviver. Ele tava morando em Morelia, Michoacán. Tinha um depósito de abacate numa central de abastecimento e não queria largar o negócio dele, então falou pra minha mãe me mandar de ônibus e ele me pegaria no terminal. Quando minha mãe terminou de falar no telefone, voltei pro meu quarto e fingi que não tinha ouvido nada. Na manhã seguinte, quando minha mãe voltou do trabalho, ela me contou sobre a conversa que teve com meu pai. Me perguntou se eu gostaria de passar o fim de semana com ele, e eu respondi que sim, achei divertido ir pra Morelia e passar o fim de semana com meu pai. Na sexta-feira santa, acordei bem cedo, tomei banho com um shampoo com cheiro de coco e depilei o corpo todo. Ao sair, coloquei uma tanga e um sutiã preto de renda, um short jeans azul bem curtinho e apertado que deixava minhas pernas deliciosas de novinha à mostra, levantava minha bunda bem formada, deixando um espacinho na minha área íntima. Coloquei uma blusa cropped preta de alcinha, que era bem decotada e deixava ver entre meus peitos. Alisei o cabelo, me maquiei levemente, coloquei batom vermelho e meus brincos de prata 925. Também passei um perfume bem fino e doce. Me olhei no espelho e me senti muito fresca e gostosa, então tirei umas selfies. Peguei minha mala que já tinha preparado na noite anterior, incluí um lubrificante íntimo, o plug e o enema anal, já que pensei que talvez pudesse aproveitar minha saída e ter alguma experiência em Morelia sem ninguém saber. Minha mãe me levou até o terminal de ônibus, esperou até me ver embarcar no ônibus com destino a Morelia, Michoacán. Sentei no lugar que era meu perto da janela, depois de um minuto um homem de uns 50 anos sentou ao meu lado, então seria meu companheiro durante toda a viagem. O sujeito não parou de olhar meus peitos e minhas pernas o tempo todo, e constantemente fingia que estava dormindo pra ir aproximando a mão e deixar ela encostada na minha perna, aos poucos foi me acariciando até deixar a mão completamente sobre minha pele macia. Isso foi algo que me excitou pra caralho, sabia que era só um homem de passagem e que nunca mais veria, então não falei nada e aproveitei que ele foi me acariciando durante o longo trajeto. Abaixei uma das alças da minha blusa e deixei meu mamilo excitado saindo do sutiã pra ele ver. O homem começou a esfregar o pau na calça, depois de um tempo levantou e foi ao banheiro, demorou uns minutos, imaginei que foi se masturbar porque notei que quando voltou pro assento estava meio agitado e suspirando de relaxamento. Depois de algumas horas, já estava quase chegando no meu destino, então liguei pro meu pai pra avisar. Ele atendeu com a voz máscula, e disse que já estava a caminho do terminal e estaria me esperando na hora de descer do ônibus. Eu estava muito excitada com o que rolou durante a viagem, senti minha buceta bem lubrificada e meu rosto corado. Fazia dois anos que não via meu pai, durante esse tempo muitas coisas na minha vida tinham mudado, a mais importante pra Na época em que fui desvirgada, minha forma de ver os homens mudou completamente. Eu irradiava uma sensualidade e luxúria que deixava qualquer homem inquieto ao me ver passar. Adorava flertar com eles e deixá-los nervosos com meu olhar safado, que vinha naturalmente. O vínculo que eu tinha com meu pai era mais como o de um parente distante; eu gostava muito dele, mas não sentia aquele apego natural que uma filha tem com o pai. Era algo mais distante, e talvez por isso, toda vez que o via, ficava nervosa, com uma vontade enorme de abraçá-lo e passar tempo com ele.
Ao descer do ônibus, enquanto me entregavam minha mala, vi um homem de 44 anos, pele clara, cerca de 1,78m de altura, muito forte, cabelo penteado para frente com um topete estiloso que dava um ar jovem, e barba por fazer de três dias. Ele vestia uma camiseta preta casual de manga longa, levemente arregaçada, com os três botões do peito abertos, calça jeans azul escura e botas marrons casuais. Esse homem ficou me encarando diretamente minha bunda bem formada, senti como se ele quisesse enfiar a mão naquele buraquinho que se forma entre minhas pernas. Ele percorreu meu corpo com um olhar lascivo, desde meus saltos altos e pretos, passando pelas minhas pernas deliciosas, olhando minha bunda como se estivesse me penetrando com os olhos. Observou minha barriga lisa e meu umbigo de fora, meus peitos quase saindo da blusa, senti meus biquinhos rosados bem duros e excitados, meu cabelo meio bagunçado pela viagem e meus lábios carnudos com batom vermelho. Sim, aquele homem que estava me olhando com uma vontade imensa de meter o pau em mim era meu pai. Fiquei muito nervosa e, com minha voz doce e sensual, me aproximei e o cumprimentei. — Oi, papai! — Ele me olhou meio estranho, como se tivesse dificuldade de me reconhecer, talvez pelo jeito provocante e maquiada que eu estava. — Oi, princesa! Como você está? Quanto tempo sem te ver, filha! — Ele disse enquanto nos dávamos um Um abraço quentinho e um beijo na bochecha, manchando ele com meu batom vermelho. — Deixa eu te ajudar com a mala. — Sim, obrigada, pai, vim um pouco cansada da viagem e tô com fome. Aí ele sugeriu a gente ir num restaurante de comida chinesa, já que eu gosto muito e ele queria me mimar. Chegamos na caminhonete do meu pai, e ele abriu a porta pra mim bem educadamente. Fomos pro restaurante, e eu percebi que ele não parava de olhar pras minhas pernas e pros meus peitos. Toda vez que eu desviava o olhar pra admirar a cidade pela janela da caminhonete, ele aproveitava e se deliciava vendo meu corpo lindo de garota jovem no auge. Umas quatro vezes eu peguei ele me olhando, e ele ficava vermelho e nervoso. — Você mudou muito, pai, custei a te reconhecer quando desci do ônibus, a gente precisa se ver mais. — Quis dar chance pra ele falar algo sobre minha aparência. — É, verdade, eu também não te reconheci, você mudou muito. — Ele disse, olhando pros meus peitos. — Por que você diz isso, pai? Fiquei tão feia que você não quer mais que eu seja sua filha? — Ele não conseguia segurar a safadeza e virava pra olhar meus peitos toda hora. — Nada disso, filha, pelo contrário, você ficou muito gostosa, tá linda demais. Tá igualzinha sua mãe quando tinha sua idade. Eu fiquei bem sem graça e nervosa, porque notei que ele tava devorando meus peitos com o olhar. Não acreditava que meu pai tava me desejando, tava confusa e me sentindo excitada, porque pra falar a verdade ele é um homem muito másculo e atraente. Chegamos no restaurante, ele estacionou e desceu da caminhonete pra abrir a porta pra mim. — Chegamos, gostosa, espero que você goste do lugar. — Sim, parece um bom restaurante, daqui já dá pra sentir o cheiro da comida. — É, já vim aqui antes, princesa, a comida é uma delícia. — E com quem você veio antes, hein? — Meu pai sorriu. — Com umas amigas. — Então você trouxe outras garotas em vez de mim. — Falei séria. — Não fica brava, filha, de agora em diante só vou vir com você. — Tomara, hein. porque fico com ciúmes. —falei pra ele, olhando com muita safadeza. Entramos no restaurante, o garçom anotou nosso pedido e, enquanto serviam a gente, eu disse que precisava ir ao banheiro retocar a maquiagem. Levantei e caminhei bem sensual, rebolando, porque sabia que meu pai queria me comer, já que me olhava como se eu fosse minha mãe quando jovem, e não a filha dele. Então resolvi começar a seduzi-lo pra esquentar a rola dele, porque, apesar de ele ser meu pai e eu ter muito carinho por ele, eu tinha crescido e minha virgindade tinha sido arrancada de um jeito violento e ao mesmo tempo deliciosamente excitante, há alguns meses, o que despertou em mim uma puta luxúria e atração por homens mais velhos. No banheiro, ajustei mais o short que tava usando, levantei ele um pouquinho pra marcar bem a minha buceta, minhas pernas ficaram mais expostas e minhas nádegas começaram a aparecer um pouco. Tirei o sutiã e abaixei uma das alças da minha blusa, mostrando um pouco mais meus peitos. Me borrifei com um perfume de frutas exóticas da minha marca favorita, Victoria's Secret, e arrumei meu cabelo castanho claro e comprido pra ficar muito, muito, muito provocativa, o suficiente pra levantar a rola de qualquer homem. Quando saí do banheiro e caminhei até a mesa, meu pai ficou me olhando como se quisesse se jogar em cima de mim pra me comer em cima de uma das mesas. Fez uma cara de safado e se levantou pra puxar minha cadeira educadamente, mas com um fundo de luxúria. O garçom serviu nossos pratos, o pessoal não parava de olhar pra gente, os homens das outras mesas me encaravam com tesão e as esposas deles reclamavam. Eu morria de rir por dentro, porque adorava ser safada. Começamos a comer enquanto conversávamos sobre nossas vidas e, especialmente, sobre o fato de que minha mãe e ele se divorciaram quando eu era bem pequena, e na época decidiram que o melhor era minha guarda ficar com minha mãe, já que meu pai, como é óbvio, era um Irresponsável. Depois daquele fracasso no casamento, decidiram não casar de novo, então viviam sozinhos e de vez em quando saíam com algumas pessoas, sem formar nenhuma relação séria. Ela me perguntou se eu tinha namorado e eu disse que ainda não, que até tinha uns caras me paquerando, mas nenhum tinha coragem de se declarar, afirmei que com certeza tinham medo de mim. — E como você quer que eles não tenham medo, você é muito gostosa — Ele disse, todo safado. — Eu demorei muito pra falar isso pra sua mãe. É sério que você me acha gostosa, ou só tá falando pra me fazer sentir bem porque sou sua filha? — Perguntei, olhando bem provocante pra ele. — É sério, você ficou muito linda, filha. — Então, na sua opinião, o que é mais bonito em mim? — Ele não conseguiu evitar de olhar pros meus peitos de novo — Ah, já percebi o que você gosta em mim, papai. Ele ficou vermelho e mudou de assunto, pra falar sobre como eu tava na escola. Terminamos de comer e saímos do restaurante pra entrar na caminhonete, de novo curtindo o jeito cavalheiro dele me tratar. Depois de alguns minutos, ouvi o toque do meu celular, era minha mãe. — Oi, mamãe, como você tá? — Oi, filha, você me deixou preocupada. Por que não me ligou pra dizer que já chegou? — Ah, desculpa, mamãe, esqueci, mas tô bem. Já cheguei faz um tempinho. Meu pai me levou pra comer comida chinesa, tava muito yummy. — E agora, onde vocês estão? — Ela perguntou curiosa. — Tô na caminhonete, mamãe. — Ah, já vão pra casa do seu pai? — Pai, minha mãe tá perguntando pra onde a gente vai. — Fala pra ela que a gente já vai pra casa, que não se preocupe, e manda um abraço pra ela. — Disse meu pai baixinho, meio misterioso. — Meu pai disse que a gente já vai pra casa, mamãe, não fica preocupada. — Ah, tá bom, filha, se cuida e me liga mais tarde. Te amo! Manda um abraço pro Eduardo. — Pai, minha mãe mandou um abraço pra você. — Manda um abraço pra ela também, filha. — Disse meu pai todo sorridente. — Meu pai disse que também manda um abraço, mamãe. — Tá bom, filha, se cuida muito. —Sim, mamãe, te amo! Tchau! —Tchau —disse minha mãe, encerrando a ligação. Quando estávamos passando por uma avenida, vi que ele mudou de faixa para entrar num shopping. —Ué, não íamos pra sua casa, pai? —perguntei, intrigada. —Não, princesa, primeiro vamos a um shopping porque quero te mimar, tem umas lojas de roupa muito boas lá e quero comprar o que você quiser, pra você ficar bem gostosa do seu jeito. Eu me senti muito estranha porque ele tinha sido tão irresponsável, tipo, ele mandava dinheiro pra minha mãe, sim, mas nunca me levou pra fazer compras quando eu era pequena, e agora ele era um homem preocupado com a filha e queria me vestir. Claro que eu sabia que o que ele queria era me ver com aquela roupinha. Chegamos no shopping e, enquanto andávamos pelos corredores, o pessoal ficava olhando pra gente, as mulheres cochichavam e os homens me olhavam com tesão, e eu percebi que meu pai tava adorando aquilo, porque ele com 44 anos e eu com 19, era a fantasia de qualquer homem. Assim, fomos visitando umas lojas. —Escolhe o que quiser, princesa. —Mas tipo, de que preço, pai? —Você não se preocupa com isso, princesa, eu cuido disso. Eu sabia que ele ganhava muita grana. Então escolhi o que eu gostava: jeans e shorts bem apertados e rasgados, blusas decotadas, saltos altos e de tiras, minissaias, vestidos justos. A gente tava na primavera e eu queria roupa que me deixasse bem pelada. Cada vez que eu experimentava alguma coisa, saía pra desfilar bem safada pra ele, principalmente quando era minissaia, eu mostrava um pouquinho da minha bunda pra ele ver e ele ficava com a cara vermelha, me olhando com muito tesão, e eu abraçava ele e dava beijos na bochecha dele. Às vezes, ao beijar, eu chegava perto dos lábios dele sem querer, ele usava um perfume cítrico bem másculo que me derretia. A gente tava metido num jogo de sedução muito perigoso, que tava nos levando pra um beco sem saída, onde não teria volta. E o pior de tudo é que a gente tava adorando aquilo. Muito, começamos a ficar mais à vontade, andávamos abraçados, como se fôssemos namorados, parecia que ele era meu sugar daddy. Andando pelo shopping, vi uma das minhas lojas favoritas da Victoria's, então pedi pra gente entrar, mesmo ele tendo ficado meio sem graça, porque era só lingerie. Eu tava muito excitada e queria ser safada com ele, bem descarada, então comecei a olhar lingerie bem erótica, umas calcinhas fio dental e sutiãs lindíssimos, e com minha voz sensual e doce perguntei qual ele achava que ficaria mais gostoso em mim, dando umas opções pro meu papai. Ele ficava vermelho e escolhia as mais eróticas. Eu abraçava ele, e quando fomos pagar, conversando com a moça do caixa, ela sem noção comentou sobre uma promoção de cremes e loções. — O senhor gostaria de comprar algo mais pra sua namorada? — Meu pai ficou vermelhão. — Não é minha namorada, é minha filha. — A moça não sabia onde enfiar a cara. — Que pena que é meu pai, né? É bem gostoso, se não fosse filha dele, seria namorada sim. — Falei, piorando a situação. A moça sorriu, toda corada. — Sim, eu gostaria de umas loções e cremes, se meu pai-namorado deixar. — Falei abraçando meu pai com carinho. — Pode escolher o que quiser. — Ele disse, acariciando meu ombro. A moça nos cobrou, e saímos rindo da loja, meu pai mal conseguia segurar as sacolas. Subimos na caminhonete e fomos pra casa, os dois muito nervosos e nos sentindo estranhos com o que estávamos fazendo. O que sentíamos não era amor de pai e filha, era mais uma atração forte entre uma jovenzinha e um homem maduro. Quando chegamos em casa, notei que a casa do meu pai era bem arrumada, os móveis eram rústicos, típicos da região de Michoacán, então a casa tinha um cheiro de madeira. A sala era muito confortável, tinha um tapete grande no centro e uma televisão enorme. No cantinho, tinha um bar com garrafas de vinho tinto, tequila, vodka, uísque, etc. A casa era de dois andares, então subimos e chegamos a um quarto, para minha surpresa era o dele, ele me disse que como mora sozinho, o único quarto mobiliado é o dele, então eu poderia ficar lá naquele fim de semana e ele dormiria no sofá da sala. A cama era muito confortável e o quarto cheirava ao perfume dele, o que me fazia sentir abraçada por ele, me senti ridícula, mas era gostoso estar no quarto do papai e saber que dormiria na cama dele. Então, de forma brincalhona e tesuda, subi na cama, me deitei com meu cabelo longo espalhado no colchão e falei com voz doce e rindo: — Que gostosa essa sua cama, papai, com certeza você traz suas namoradas aqui, né, pra fazer safadezas, hahaha! — Falei isso enquanto abria minhas pernas para excitá-lo. — Às vezes. — Respondeu rindo, o cínico, enquanto olhava com tesão pra minha área íntima. — A boa é que eu não sou sua namorada, como disse a moça da loja de lingerie, hahaha! — Que sua mãe não fique sabendo que deixei você comprar esse tipo de lingerie, é muito provocante, ela vai ficar brava comigo, e ainda mais o que a caixa disse, sobre você ser minha namorada, porque sua mãe me mata, isso fica entre a gente, ok? — Sim, não se preocupa, você é muito fofo comigo, não vou te meter em encrenca — Falei sorrindo de forma bem sensual. Mas por dentro eu estava pensando o quanto queria que meu pai me comesse e como faria isso acontecer, me senti muito tesuda. Contei pro meu pai que estava meio cansada da viagem e que queria descansar um pouco, ele disse que tudo bem e que me deixaria sozinha por cerca de uma hora porque precisava ir ao depósito verificar se estava tudo certo com os funcionários e fechar o dia. Quando fiquei sozinha, comecei a desfazer as malas e fiquei curiosa pra saber o que meu pai tinha no quarto dele, então, de forma safada, vasculhei as gavetas dele e encontrei algumas coisas pessoais e algo que me chamou muito a atenção, tinha camisinhas e comprimidos de viagra. junto com revistas e filmes pornográficos. Quando vi aquilo, fiquei muito excitada, na hora vieram pensamentos lascivos na minha mente, me imaginava meu pai me comendo nas posições que via nas revistas. Então comecei a bolar um plano pra isso acontecer, peguei o comprimido de viagra e coloquei num copo com suco de laranja que tinha na geladeira, subi pro quarto de novo e deixei o copo no móvel com o comprimido dissolvendo. Peguei meu plug anal e o enema pra limpeza anal que tinha na minha mala, me despi e entrei no banheiro pra aplicar os enemas até ficar bem limpinha, tomei banho rápido com meu shampoo favorito, eu ainda estava depilada, então pulei essa etapa, saí do chuveiro e passei em todo o corpo um dos cremes Victoria's que o Eduardo (meu pai) me compra, escolhi o de aroma de baunilha, deixou minha pele deliciosa, como se eu fosse um docinho de baunilha. Depois borrifei um pouco de loção de baunilha também. Peguei o lubrificante íntimo da minha mala e passei na buceta e no cu, aí com cuidado e me estimulando coloquei o plug no meu rabo, ficou lindão. Coloquei uma calcinha fio dental e um sutiã pretos bem eróticos que meu pai tinha escolhido pra mim na loja. Alisei o cabelo e me maquiei com tons quentes, usei batom vermelho, coloquei de novo meus brincos de prata 925 que são inseparáveis de mim. Pra me vestir, quis estrear uma minissaia preta bem justa, que ficava bem curtinha, logo abaixo da bunda, também estreiei uma blusa cropped branca de alças, justa que transparentava um pouco mostrando meu sutiã. Coloquei uns saltos novos vermelhos e me olhei no espelho, me achei uma gostosa, tinha certeza que meu pai ia ficar de pau duro na hora que me visse, mesmo assim, ia dar uma ajudinha com um comprimido de viagra, já que tava decidida a me entregar pro meu pai por horas, queria que ele me curtisse muito porque tinha sido muito fofo comigo. Então, com o comprimido já dissolvido no suco, ia ser mais fácil. dissolver no liquidificador, já sei, sou muito safada. Quando vi que dissolveu tudo direitinho, coloquei de volta na geladeira. Depois de uma hora e meia mais ou menos, ouvi meu pai chegando, então resolvi criar uma situação excitante que parecesse acidental, pra provocar ele mais e começar a criar um clima erótico. Deixei a porta do quarto aberta e esperei ele subir. Rapidinho tirei a blusa de novo e fingi que estava fechando o sutiã, e quando ele chegou e espiou o quarto, descobri um dos meus peitos enquanto arrumava o sutiã, meus biquinhos rosadinhos estavam durinhos de tesão porque era a primeira vez que meu pai me via pelada sendo uma jovenzinha bem gostosa. Na hora, virei pra porta e olhei nos olhos dele, o olhar tarado apareceu na hora, ele tava olhando fixo pro meu mamilo excitado, e eu soltei um: —Aiii! Ah! Me assustou, pai. —Desculpa, princesa, não sabia que você tava se trocando. —Fica tranquilo, papai, que bom que você chegou. Pode me ajudar a fechar? Não consigo. Então ele chegou perto das minhas costas e fechou meu sutiã enquanto eu olhava ele pelo espelho, levantando meu cabelo. Foi um momento tão excitante que minha buceta começou a lubrificar, senti que molhei minha calcinha fio dental. Me virei na frente dele e peguei minha blusa pra me vestir. —Como foi no depósito, papai? —Muito bem, princesa, foi um bom dia. Voltei com fome, você gosta de pizza? —Sim, adoro. Então ele me deixou escolher os ingredientes e pedir delivery, enquanto ele tomava um banho. Mas antes de ele entrar no banheiro, perguntei: —Papai, posso tomar um pouquinho do suco de laranja que você tem na geladeira? —Claro, filha, tudo que é meu é seu. —Valeu, papai, você é um amor. Vou servir um suquinho pra você também. Foi aí que levei o suco até o quarto dele, e como tava com vergonha de ele desconfiar de alguma coisa pela minha cara de menina safada, só falei: —Deixei aqui no criado-mudo pra você. Móvel, pai, vou pedir a pizza. Desci pra pedir a pizza e quando ouvi que meu pai tava tomando banho, fui ver se ele tinha bebido o suco e, felizmente pra nós dois, tomou tudo hahaha. Fiquei deitada no sofá da sala vendo TV, de repente ouvi meu pai sair do banho, aí quis ir provocar ele. Baixei um pouco mais o decote da minha blusa branca, deixando meu sutiã preto à mostra, quase mostrando meus pezinhos rosados. A minissaia preta era bem fininha e se ajustava perfeitamente na forma da minha bunda, minhas pernas estavam incríveis com meus saltos vermelhos. Subi no quarto dele e vi meu pai coberto com a toalha, que cobria da cintura pra baixo, era óbvio que ele malhava porque tava musculoso e muito gostoso pra idade dele. A voz masculina e a barba por fazer me deixaram muito molhadinha, então me aproximei dele. — Pai, tô com vontade de te dar um abraço, posso? — Falei com minha voz de piranha safada. — Claro, filha, pra isso não precisa pedir permissão, você pode me abraçar quando quiser, linda. Então me aproximei e dei um abraço, esfregando meus peitos que quase saíam do sutiã, e finalizei com um beijo no peito dele que ficou marcado pelo meu batom. Olhei pra ele, sorri bem provocante e perguntei: — Gostou de como ficou a roupa que você comprou pra mim? — Enquanto desfilava, dando uma voltinha. — Claro, princesa, ficou muito linda em você. — Ele me olhava com tesão pra minha bunda e meus peitos. — O que você mais gosta em mim? Fala logo ou vou ficar brava, não vou contar pra mamãe, prometo, fala logo, pai. — Insisti, fazendo charme. — Tudo, linda, não tem nada que eu não goste, gosto de tudo em você. — Enquanto percorria meu corpo com o olhar cheio de desejo, o que me fez sentir muito amada e lisonjeada. Me aproximei dele e dei outro abraço e um beijo na bochecha, só que dessa vez, ao esfregar meu corpo, pude sentir como o pau dele tava ficando duro debaixo da toalha, soube que tava conseguindo o que queria. Me afastei e falei que Eu tava lá embaixo na sala esperando a pizza, também pedi permissão pra colocar umas garrafas de vinho tinto na geladeira, já que minha mãe não deixava eu beber e eu queria aproveitar a oportunidade, e ele topou de boa. Pouco depois, ouvi a campainha, era o entregador da pizza, meu pai ainda tava no quarto dele. Aí subi e falei pra ele que eu podia receber a pizza, então ele me deu dinheiro pra pagar o cara. Eu tava muito cachorra, e quis realizar uma das minhas fantasias, fruto de tanta pornografia que eu tinha visto no meu computador nos últimos meses. Então baixei as duas alças da minha blusa e do sutiã pra deixar meus pezinhos rosados e empinados à mostra, abri a porta e o entregador me entregou a pizza. Tentei dar a nota pra ele, mas ele nem ligou, tava com o olhar fixo nos meus peitos rosados, eu tava melada pra caralho, até que o entregador pegou a nota e me deu o troco todo atrapalhado. Eu mal consegui pegar o dinheiro, minhas mãos tremiam e minha barriga estremecia na hora. — Valeu por trazer a pizza tão rápido, queria te agradecer por isso. — Aí eu baixei meu sutiã pra deixar meus peitos completamente à mostra pra aquele entregador jovem. — Tá gostando do que vê? Quer apalpar eles? — Me ofereci balançando meus peitos no ar, toda exposta pra alguém que passasse na rua me ver. Então o entregador tirou o capacete e eu vi um cara jovem, com o cabelo suado e bagunçado, de pele morena, que se jogou com as mãos sujas pra apalpar meus peitos deliciosos de novinha, e não satisfeito, começou a lamber eles como se quisesse engolir, tentei me afastar mas ele continuava grudado nos meus peitos e chupando meus bicos. Eu tava com a pizza na mão e não sabia o que fazer, porque se eu entrasse correndo em casa, meu pai ia perceber ao me ver com os peitos de fora. — Espera aí! Aaah! Para! Aaah! Meu pai vai perceber! Aaah! Já chega! Por favor! Ele vai nos ouvir! — Eu dizia enquanto ria de nervoso e excitada. Como ele não se soltava, empurrei ele com a caixa da pizza, ele se afastou e falou: — Valeu pela gorjeta, mamacita, você tem uns peitos bem gostosos. — Tive que fechar a porta porque ele não ia embora. Fiquei com medo do meu pai perceber, então arrumei rápido meu sutiã e a blusa. Fui deixar a pizza na cozinha. Aqueles dois minutos com o entregador foram extremamente excitantes, foi algo que fiz sem pensar, só me deixei levar, consequência de ver tanto vídeo pornô na internet. — Pai, a pizza já chegou, desce senão vai esfriar. — Falei me sentindo muito excitada com o que tinha acabado de acontecer. Então meu pai desceu com uma camiseta preta, uma cueca boxer de dormir e seus chinelos. Ele disse que a gente podia se servir e comer na sala vendo TV, ele colocou um canal de esportes pra ver futebol. Lembrei que tinha deixado as garrafas de vinho tinto na geladeira, então fui pegar o vinho, umas taças e um saca-rolhas. Como eu não consegui abrir a garrafa, meu pai cuidou disso como um expert, serviu duas taças, jantamos e bebemos até acabar a garrafa. Eu comecei a me sentir alcoolizada, e com o rosto bem vermelho por causa do vinho, me senti muito desinibida e com tesão. Percebi que meu pai também estava com o rosto vermelho. Eu estava morrendo de vontade de me sentir amada pelo meu pai, era o primeiro dia que o via depois de dois anos, agora eu era uma mulher desvirgada e estava perto de um homem que me deixava muito besta. Estávamos sozinhos na casa dele, sem ninguém que pudesse testemunhar o que rolasse ali, era a ocasião perfeita para cometer incesto com meu progenitor. Eu estava muito molhada na minha área íntima, me sentia muito nervosa e com medo de me insinuar pro meu pai, já que não sabia como ele reagiria. Naquele instante passou pela minha cabeça a ideia de mostrar mais de mim pra ele, mas sem me oferecer diretamente, então me levantei e fui ao banheiro pra checar meu plug anal, tirei ele por um momento da minha Ano, senti um ardor delicioso, estava bem dilatada, passei mais um pouco de lubrificante no plug e coloquei ele de novo no meu cu. Retoquei a maquiagem e baguncei um pouco o cabelo, refrescando com minha loção de baunilha. Abaixei uma alça da minha blusa deixando o sutiã à mostra, e com as mãos ajustei meus peitos pra levantá-los mais, fazendo com que as aréolas dos meus biquinhos rosados, alongados e excitados como montanhinhas, ficassem saindo do sutiã. Quanto à minissaia, puxei ela um pouco mais pra cima, era bem elástica e não deixava rugas ou dobras visíveis, então consegui levantar quase até a metade da minha bunda sem parecer forçado. Saí do banheiro tremendo e com o estômago embrulhado de nervoso, meu coração tava batendo rápido, ia me exibir pro meu pai, a princesa linda dele tava andando pela sala como se fosse uma puta procurando cliente. Caminhei bem sensual, até chegar na sala, fiquei de pé pra servir vinho no meu copo, virei pra olhar meu pai, que tava encarando fixamente minha bunda macia e gostosa, bem formada, com a minissaia no meio da bunda. — Quer que eu te sirva mais vinho? — Ofereci docemente. — Sim, por favor, princesa. — Eu sabia que ele tava olhando meu rabo, com vontade de me tocar. Me virei um pouco de costas pra pegar o copo dele e dar uma vista melhor das minhas pernas e da minha bunda tesuda. Logo em seguida, entreguei o copo dele me inclinando um pouco, senti um dos meus biquinhos rosados, duro como uma montanha, pular pra fora do sutiã, convidando meu pai a chupar ele, fiquei muito vermelha e sentei de novo no meu lugar, cruzando as pernas de forma sensual, a saia ficou tão curta que dava pra ver minha área íntima, mostrando minha linda calcinha fio-dental preta de renda. Tava esperando uma reação da parte dele, antes de dar o próximo passo, ou ele me mandava de volta pra casa, ou me comia naquela noite, eu desejava fervorosamente a segunda opção. Aí notei que meu pai ficava me olhando os peitos toda hora. Esse foi o sinal decisivo, então, Me sentei bem juntinho dele. —Papi, tô com vontade de ganhar um beijinho na bochecha. —Falei toda dengosa. Ele se aproximou e me deu um beijo bem carinhoso. —Papi, chega mais no meu pescoço pra sentir o cheiro da loção da Victoria's que você me comprou, tem aroma de baunilha. —Ele chegou perto e cheirou meu pescoço por uns segundos, eu me arrepiei toda e meus pezinhos ficaram bem durinhos. —Cheira muito bem, princesa, você tem bom gosto. —Me dá mais um beijinho? —Pedi de novo pra ele ser carinhoso comigo. —Claro que sim, princesa, fuck you, todos os beijos que você quiser. —Ele chegou perto e me deu vários beijinhos pra me mimar. —Me dá outro, mas agora no pescoço —Apontei com o dedo, oferecendo meu pescoço perfumado. Ele hesitou um pouco, pelo tesão que sentiu ao ver meu mamilo rosado, alongado e durinho pra fora do sutiã, se aproximou devagar e me deu um beijo no pescoço, o que fez minha buceta ficar toda molhada. —Ai, que gostoso, papi! —Peguei na mão dele. —Gosto das suas mãos, são bem grandes e calejadas, seus braços fortes te fazem parecer muito másculo. —Ele sorriu pra mim e eu pedi pra ele tocar minhas mãos. —Viu como minhas mãos são bem macias? Olha, toca aqui. —Ele acariciou minhas mãos enquanto desviava o olhar pra minhas pernas. —Sim, princesa, você tem umas mãos muito macias. —Na sequência, coloquei a mão dele na minha perna. —Cê gosta das minhas pernas, papi? Viu como estão bem fresquinhas e macias? Viu como o creme que você me comprou deixou minha pele cheirosa que nem baunilha? —Meu pai tava com a cara vermelha de tesão, olhava meus peitos e minhas pernas com uma vontade danada de me comer, mas se segurava, aí ele começou a acariciar minha perna. —Sim, princesa, você tem uma pele muito macia e cheira uma delícia. Quando ele falou isso, peguei a mão dele e coloquei na minha buceta enquanto cruzava as pernas, deixando a mão dele presa no meu buraquinho, e vi como o pau dele levantou o pano da cueca, era um volume enorme, lembro que minha mãe tinha se divorciado dele por ser infiel. já que muitas mulheres o seguiam, agora entendi por que Eduardo (meu progenitor) era tão cobiçado pelas mulheres. Tinha uma pica do caralho, e com o comprimido de viagra que dei pra ele tomar, conseguiu uma ereção máxima. Dava pra ver a pica dele pulsando, levantando cada vez mais o tecido da cueca até deixá-la esticada, era como se o pau dele quisesse crescer mais, mas estivesse sendo reprimido pela cueca. Eu não consegui resistir e comecei a esfregar com a mão aquela pica enorme por cima do tecido da cueca, agarrei firme, era tão grossa que não conseguia fechar a mão ao segurar, a pica dele pulsava na minha mão e se mexia como uma cobra ereta. Minha buceta começou a lubrificar mais e minha boca encheu d'água. Meu pai começou a esfregar minha área íntima com a mão dele. —Isso papai, eu gosto, é muito gostoso! Mmjjj! Te amo muito papai, me beija e faz amor comigo! Aaahh! Estou aqui pra você papai, me faz sua mulher! Aahhh! Quero ser sua! —Sim princesa, eu também te amo muito, linda. Sei que você é minha filha, mas gosto muito de você. Desde que te vi descendo do ônibus, você me atraiu, ficou bem gostosa, filha. Você deixou minha pica bem dura, princesa. Tem certeza que é isso que você quer? Não vai contar pra ninguém, muito menos pra sua mãe? Isso tem que ficar entre nós, linda. —Não papai, prometo que não vou contar pra ninguém! Aaahhh! Vai ser nosso segredo! Mmm! Eu só quero ser sua, papai, porque sei que você vai fazer amor comigo com carinho, porque você me ama e eu amo você! —Sugeri de forma bem safada. Depois que deixamos claro que nos desejávamos e que nossa relação incestuosa ficaria pra sempre em segredo, peguei o controle da TV e desliguei. Fiquei de pé na frente do meu pai e tirei a blusa branca bem devagar e sensual pra ele, continuei descendo a minissaia preta completamente, fiquei só com minha lingerie preta e meus saltos altos vermelhos, meu cabelo estava bagunçado e meus lábios vermelhos carnudos combinavam com meus saltos, me senti como a luxúria em pessoa. —Você gosta do que vê? O que você tá vendo, papai?" — perguntei, toda excitada. — "Tô adorando, filha, você tá uma gostosa." — "Me faz sua, papai, quero que você me coma." — implorei... Continua...
Ao descer do ônibus, enquanto me entregavam minha mala, vi um homem de 44 anos, pele clara, cerca de 1,78m de altura, muito forte, cabelo penteado para frente com um topete estiloso que dava um ar jovem, e barba por fazer de três dias. Ele vestia uma camiseta preta casual de manga longa, levemente arregaçada, com os três botões do peito abertos, calça jeans azul escura e botas marrons casuais. Esse homem ficou me encarando diretamente minha bunda bem formada, senti como se ele quisesse enfiar a mão naquele buraquinho que se forma entre minhas pernas. Ele percorreu meu corpo com um olhar lascivo, desde meus saltos altos e pretos, passando pelas minhas pernas deliciosas, olhando minha bunda como se estivesse me penetrando com os olhos. Observou minha barriga lisa e meu umbigo de fora, meus peitos quase saindo da blusa, senti meus biquinhos rosados bem duros e excitados, meu cabelo meio bagunçado pela viagem e meus lábios carnudos com batom vermelho. Sim, aquele homem que estava me olhando com uma vontade imensa de meter o pau em mim era meu pai. Fiquei muito nervosa e, com minha voz doce e sensual, me aproximei e o cumprimentei. — Oi, papai! — Ele me olhou meio estranho, como se tivesse dificuldade de me reconhecer, talvez pelo jeito provocante e maquiada que eu estava. — Oi, princesa! Como você está? Quanto tempo sem te ver, filha! — Ele disse enquanto nos dávamos um Um abraço quentinho e um beijo na bochecha, manchando ele com meu batom vermelho. — Deixa eu te ajudar com a mala. — Sim, obrigada, pai, vim um pouco cansada da viagem e tô com fome. Aí ele sugeriu a gente ir num restaurante de comida chinesa, já que eu gosto muito e ele queria me mimar. Chegamos na caminhonete do meu pai, e ele abriu a porta pra mim bem educadamente. Fomos pro restaurante, e eu percebi que ele não parava de olhar pras minhas pernas e pros meus peitos. Toda vez que eu desviava o olhar pra admirar a cidade pela janela da caminhonete, ele aproveitava e se deliciava vendo meu corpo lindo de garota jovem no auge. Umas quatro vezes eu peguei ele me olhando, e ele ficava vermelho e nervoso. — Você mudou muito, pai, custei a te reconhecer quando desci do ônibus, a gente precisa se ver mais. — Quis dar chance pra ele falar algo sobre minha aparência. — É, verdade, eu também não te reconheci, você mudou muito. — Ele disse, olhando pros meus peitos. — Por que você diz isso, pai? Fiquei tão feia que você não quer mais que eu seja sua filha? — Ele não conseguia segurar a safadeza e virava pra olhar meus peitos toda hora. — Nada disso, filha, pelo contrário, você ficou muito gostosa, tá linda demais. Tá igualzinha sua mãe quando tinha sua idade. Eu fiquei bem sem graça e nervosa, porque notei que ele tava devorando meus peitos com o olhar. Não acreditava que meu pai tava me desejando, tava confusa e me sentindo excitada, porque pra falar a verdade ele é um homem muito másculo e atraente. Chegamos no restaurante, ele estacionou e desceu da caminhonete pra abrir a porta pra mim. — Chegamos, gostosa, espero que você goste do lugar. — Sim, parece um bom restaurante, daqui já dá pra sentir o cheiro da comida. — É, já vim aqui antes, princesa, a comida é uma delícia. — E com quem você veio antes, hein? — Meu pai sorriu. — Com umas amigas. — Então você trouxe outras garotas em vez de mim. — Falei séria. — Não fica brava, filha, de agora em diante só vou vir com você. — Tomara, hein. porque fico com ciúmes. —falei pra ele, olhando com muita safadeza. Entramos no restaurante, o garçom anotou nosso pedido e, enquanto serviam a gente, eu disse que precisava ir ao banheiro retocar a maquiagem. Levantei e caminhei bem sensual, rebolando, porque sabia que meu pai queria me comer, já que me olhava como se eu fosse minha mãe quando jovem, e não a filha dele. Então resolvi começar a seduzi-lo pra esquentar a rola dele, porque, apesar de ele ser meu pai e eu ter muito carinho por ele, eu tinha crescido e minha virgindade tinha sido arrancada de um jeito violento e ao mesmo tempo deliciosamente excitante, há alguns meses, o que despertou em mim uma puta luxúria e atração por homens mais velhos. No banheiro, ajustei mais o short que tava usando, levantei ele um pouquinho pra marcar bem a minha buceta, minhas pernas ficaram mais expostas e minhas nádegas começaram a aparecer um pouco. Tirei o sutiã e abaixei uma das alças da minha blusa, mostrando um pouco mais meus peitos. Me borrifei com um perfume de frutas exóticas da minha marca favorita, Victoria's Secret, e arrumei meu cabelo castanho claro e comprido pra ficar muito, muito, muito provocativa, o suficiente pra levantar a rola de qualquer homem. Quando saí do banheiro e caminhei até a mesa, meu pai ficou me olhando como se quisesse se jogar em cima de mim pra me comer em cima de uma das mesas. Fez uma cara de safado e se levantou pra puxar minha cadeira educadamente, mas com um fundo de luxúria. O garçom serviu nossos pratos, o pessoal não parava de olhar pra gente, os homens das outras mesas me encaravam com tesão e as esposas deles reclamavam. Eu morria de rir por dentro, porque adorava ser safada. Começamos a comer enquanto conversávamos sobre nossas vidas e, especialmente, sobre o fato de que minha mãe e ele se divorciaram quando eu era bem pequena, e na época decidiram que o melhor era minha guarda ficar com minha mãe, já que meu pai, como é óbvio, era um Irresponsável. Depois daquele fracasso no casamento, decidiram não casar de novo, então viviam sozinhos e de vez em quando saíam com algumas pessoas, sem formar nenhuma relação séria. Ela me perguntou se eu tinha namorado e eu disse que ainda não, que até tinha uns caras me paquerando, mas nenhum tinha coragem de se declarar, afirmei que com certeza tinham medo de mim. — E como você quer que eles não tenham medo, você é muito gostosa — Ele disse, todo safado. — Eu demorei muito pra falar isso pra sua mãe. É sério que você me acha gostosa, ou só tá falando pra me fazer sentir bem porque sou sua filha? — Perguntei, olhando bem provocante pra ele. — É sério, você ficou muito linda, filha. — Então, na sua opinião, o que é mais bonito em mim? — Ele não conseguiu evitar de olhar pros meus peitos de novo — Ah, já percebi o que você gosta em mim, papai. Ele ficou vermelho e mudou de assunto, pra falar sobre como eu tava na escola. Terminamos de comer e saímos do restaurante pra entrar na caminhonete, de novo curtindo o jeito cavalheiro dele me tratar. Depois de alguns minutos, ouvi o toque do meu celular, era minha mãe. — Oi, mamãe, como você tá? — Oi, filha, você me deixou preocupada. Por que não me ligou pra dizer que já chegou? — Ah, desculpa, mamãe, esqueci, mas tô bem. Já cheguei faz um tempinho. Meu pai me levou pra comer comida chinesa, tava muito yummy. — E agora, onde vocês estão? — Ela perguntou curiosa. — Tô na caminhonete, mamãe. — Ah, já vão pra casa do seu pai? — Pai, minha mãe tá perguntando pra onde a gente vai. — Fala pra ela que a gente já vai pra casa, que não se preocupe, e manda um abraço pra ela. — Disse meu pai baixinho, meio misterioso. — Meu pai disse que a gente já vai pra casa, mamãe, não fica preocupada. — Ah, tá bom, filha, se cuida e me liga mais tarde. Te amo! Manda um abraço pro Eduardo. — Pai, minha mãe mandou um abraço pra você. — Manda um abraço pra ela também, filha. — Disse meu pai todo sorridente. — Meu pai disse que também manda um abraço, mamãe. — Tá bom, filha, se cuida muito. —Sim, mamãe, te amo! Tchau! —Tchau —disse minha mãe, encerrando a ligação. Quando estávamos passando por uma avenida, vi que ele mudou de faixa para entrar num shopping. —Ué, não íamos pra sua casa, pai? —perguntei, intrigada. —Não, princesa, primeiro vamos a um shopping porque quero te mimar, tem umas lojas de roupa muito boas lá e quero comprar o que você quiser, pra você ficar bem gostosa do seu jeito. Eu me senti muito estranha porque ele tinha sido tão irresponsável, tipo, ele mandava dinheiro pra minha mãe, sim, mas nunca me levou pra fazer compras quando eu era pequena, e agora ele era um homem preocupado com a filha e queria me vestir. Claro que eu sabia que o que ele queria era me ver com aquela roupinha. Chegamos no shopping e, enquanto andávamos pelos corredores, o pessoal ficava olhando pra gente, as mulheres cochichavam e os homens me olhavam com tesão, e eu percebi que meu pai tava adorando aquilo, porque ele com 44 anos e eu com 19, era a fantasia de qualquer homem. Assim, fomos visitando umas lojas. —Escolhe o que quiser, princesa. —Mas tipo, de que preço, pai? —Você não se preocupa com isso, princesa, eu cuido disso. Eu sabia que ele ganhava muita grana. Então escolhi o que eu gostava: jeans e shorts bem apertados e rasgados, blusas decotadas, saltos altos e de tiras, minissaias, vestidos justos. A gente tava na primavera e eu queria roupa que me deixasse bem pelada. Cada vez que eu experimentava alguma coisa, saía pra desfilar bem safada pra ele, principalmente quando era minissaia, eu mostrava um pouquinho da minha bunda pra ele ver e ele ficava com a cara vermelha, me olhando com muito tesão, e eu abraçava ele e dava beijos na bochecha dele. Às vezes, ao beijar, eu chegava perto dos lábios dele sem querer, ele usava um perfume cítrico bem másculo que me derretia. A gente tava metido num jogo de sedução muito perigoso, que tava nos levando pra um beco sem saída, onde não teria volta. E o pior de tudo é que a gente tava adorando aquilo. Muito, começamos a ficar mais à vontade, andávamos abraçados, como se fôssemos namorados, parecia que ele era meu sugar daddy. Andando pelo shopping, vi uma das minhas lojas favoritas da Victoria's, então pedi pra gente entrar, mesmo ele tendo ficado meio sem graça, porque era só lingerie. Eu tava muito excitada e queria ser safada com ele, bem descarada, então comecei a olhar lingerie bem erótica, umas calcinhas fio dental e sutiãs lindíssimos, e com minha voz sensual e doce perguntei qual ele achava que ficaria mais gostoso em mim, dando umas opções pro meu papai. Ele ficava vermelho e escolhia as mais eróticas. Eu abraçava ele, e quando fomos pagar, conversando com a moça do caixa, ela sem noção comentou sobre uma promoção de cremes e loções. — O senhor gostaria de comprar algo mais pra sua namorada? — Meu pai ficou vermelhão. — Não é minha namorada, é minha filha. — A moça não sabia onde enfiar a cara. — Que pena que é meu pai, né? É bem gostoso, se não fosse filha dele, seria namorada sim. — Falei, piorando a situação. A moça sorriu, toda corada. — Sim, eu gostaria de umas loções e cremes, se meu pai-namorado deixar. — Falei abraçando meu pai com carinho. — Pode escolher o que quiser. — Ele disse, acariciando meu ombro. A moça nos cobrou, e saímos rindo da loja, meu pai mal conseguia segurar as sacolas. Subimos na caminhonete e fomos pra casa, os dois muito nervosos e nos sentindo estranhos com o que estávamos fazendo. O que sentíamos não era amor de pai e filha, era mais uma atração forte entre uma jovenzinha e um homem maduro. Quando chegamos em casa, notei que a casa do meu pai era bem arrumada, os móveis eram rústicos, típicos da região de Michoacán, então a casa tinha um cheiro de madeira. A sala era muito confortável, tinha um tapete grande no centro e uma televisão enorme. No cantinho, tinha um bar com garrafas de vinho tinto, tequila, vodka, uísque, etc. A casa era de dois andares, então subimos e chegamos a um quarto, para minha surpresa era o dele, ele me disse que como mora sozinho, o único quarto mobiliado é o dele, então eu poderia ficar lá naquele fim de semana e ele dormiria no sofá da sala. A cama era muito confortável e o quarto cheirava ao perfume dele, o que me fazia sentir abraçada por ele, me senti ridícula, mas era gostoso estar no quarto do papai e saber que dormiria na cama dele. Então, de forma brincalhona e tesuda, subi na cama, me deitei com meu cabelo longo espalhado no colchão e falei com voz doce e rindo: — Que gostosa essa sua cama, papai, com certeza você traz suas namoradas aqui, né, pra fazer safadezas, hahaha! — Falei isso enquanto abria minhas pernas para excitá-lo. — Às vezes. — Respondeu rindo, o cínico, enquanto olhava com tesão pra minha área íntima. — A boa é que eu não sou sua namorada, como disse a moça da loja de lingerie, hahaha! — Que sua mãe não fique sabendo que deixei você comprar esse tipo de lingerie, é muito provocante, ela vai ficar brava comigo, e ainda mais o que a caixa disse, sobre você ser minha namorada, porque sua mãe me mata, isso fica entre a gente, ok? — Sim, não se preocupa, você é muito fofo comigo, não vou te meter em encrenca — Falei sorrindo de forma bem sensual. Mas por dentro eu estava pensando o quanto queria que meu pai me comesse e como faria isso acontecer, me senti muito tesuda. Contei pro meu pai que estava meio cansada da viagem e que queria descansar um pouco, ele disse que tudo bem e que me deixaria sozinha por cerca de uma hora porque precisava ir ao depósito verificar se estava tudo certo com os funcionários e fechar o dia. Quando fiquei sozinha, comecei a desfazer as malas e fiquei curiosa pra saber o que meu pai tinha no quarto dele, então, de forma safada, vasculhei as gavetas dele e encontrei algumas coisas pessoais e algo que me chamou muito a atenção, tinha camisinhas e comprimidos de viagra. junto com revistas e filmes pornográficos. Quando vi aquilo, fiquei muito excitada, na hora vieram pensamentos lascivos na minha mente, me imaginava meu pai me comendo nas posições que via nas revistas. Então comecei a bolar um plano pra isso acontecer, peguei o comprimido de viagra e coloquei num copo com suco de laranja que tinha na geladeira, subi pro quarto de novo e deixei o copo no móvel com o comprimido dissolvendo. Peguei meu plug anal e o enema pra limpeza anal que tinha na minha mala, me despi e entrei no banheiro pra aplicar os enemas até ficar bem limpinha, tomei banho rápido com meu shampoo favorito, eu ainda estava depilada, então pulei essa etapa, saí do chuveiro e passei em todo o corpo um dos cremes Victoria's que o Eduardo (meu pai) me compra, escolhi o de aroma de baunilha, deixou minha pele deliciosa, como se eu fosse um docinho de baunilha. Depois borrifei um pouco de loção de baunilha também. Peguei o lubrificante íntimo da minha mala e passei na buceta e no cu, aí com cuidado e me estimulando coloquei o plug no meu rabo, ficou lindão. Coloquei uma calcinha fio dental e um sutiã pretos bem eróticos que meu pai tinha escolhido pra mim na loja. Alisei o cabelo e me maquiei com tons quentes, usei batom vermelho, coloquei de novo meus brincos de prata 925 que são inseparáveis de mim. Pra me vestir, quis estrear uma minissaia preta bem justa, que ficava bem curtinha, logo abaixo da bunda, também estreiei uma blusa cropped branca de alças, justa que transparentava um pouco mostrando meu sutiã. Coloquei uns saltos novos vermelhos e me olhei no espelho, me achei uma gostosa, tinha certeza que meu pai ia ficar de pau duro na hora que me visse, mesmo assim, ia dar uma ajudinha com um comprimido de viagra, já que tava decidida a me entregar pro meu pai por horas, queria que ele me curtisse muito porque tinha sido muito fofo comigo. Então, com o comprimido já dissolvido no suco, ia ser mais fácil. dissolver no liquidificador, já sei, sou muito safada. Quando vi que dissolveu tudo direitinho, coloquei de volta na geladeira. Depois de uma hora e meia mais ou menos, ouvi meu pai chegando, então resolvi criar uma situação excitante que parecesse acidental, pra provocar ele mais e começar a criar um clima erótico. Deixei a porta do quarto aberta e esperei ele subir. Rapidinho tirei a blusa de novo e fingi que estava fechando o sutiã, e quando ele chegou e espiou o quarto, descobri um dos meus peitos enquanto arrumava o sutiã, meus biquinhos rosadinhos estavam durinhos de tesão porque era a primeira vez que meu pai me via pelada sendo uma jovenzinha bem gostosa. Na hora, virei pra porta e olhei nos olhos dele, o olhar tarado apareceu na hora, ele tava olhando fixo pro meu mamilo excitado, e eu soltei um: —Aiii! Ah! Me assustou, pai. —Desculpa, princesa, não sabia que você tava se trocando. —Fica tranquilo, papai, que bom que você chegou. Pode me ajudar a fechar? Não consigo. Então ele chegou perto das minhas costas e fechou meu sutiã enquanto eu olhava ele pelo espelho, levantando meu cabelo. Foi um momento tão excitante que minha buceta começou a lubrificar, senti que molhei minha calcinha fio dental. Me virei na frente dele e peguei minha blusa pra me vestir. —Como foi no depósito, papai? —Muito bem, princesa, foi um bom dia. Voltei com fome, você gosta de pizza? —Sim, adoro. Então ele me deixou escolher os ingredientes e pedir delivery, enquanto ele tomava um banho. Mas antes de ele entrar no banheiro, perguntei: —Papai, posso tomar um pouquinho do suco de laranja que você tem na geladeira? —Claro, filha, tudo que é meu é seu. —Valeu, papai, você é um amor. Vou servir um suquinho pra você também. Foi aí que levei o suco até o quarto dele, e como tava com vergonha de ele desconfiar de alguma coisa pela minha cara de menina safada, só falei: —Deixei aqui no criado-mudo pra você. Móvel, pai, vou pedir a pizza. Desci pra pedir a pizza e quando ouvi que meu pai tava tomando banho, fui ver se ele tinha bebido o suco e, felizmente pra nós dois, tomou tudo hahaha. Fiquei deitada no sofá da sala vendo TV, de repente ouvi meu pai sair do banho, aí quis ir provocar ele. Baixei um pouco mais o decote da minha blusa branca, deixando meu sutiã preto à mostra, quase mostrando meus pezinhos rosados. A minissaia preta era bem fininha e se ajustava perfeitamente na forma da minha bunda, minhas pernas estavam incríveis com meus saltos vermelhos. Subi no quarto dele e vi meu pai coberto com a toalha, que cobria da cintura pra baixo, era óbvio que ele malhava porque tava musculoso e muito gostoso pra idade dele. A voz masculina e a barba por fazer me deixaram muito molhadinha, então me aproximei dele. — Pai, tô com vontade de te dar um abraço, posso? — Falei com minha voz de piranha safada. — Claro, filha, pra isso não precisa pedir permissão, você pode me abraçar quando quiser, linda. Então me aproximei e dei um abraço, esfregando meus peitos que quase saíam do sutiã, e finalizei com um beijo no peito dele que ficou marcado pelo meu batom. Olhei pra ele, sorri bem provocante e perguntei: — Gostou de como ficou a roupa que você comprou pra mim? — Enquanto desfilava, dando uma voltinha. — Claro, princesa, ficou muito linda em você. — Ele me olhava com tesão pra minha bunda e meus peitos. — O que você mais gosta em mim? Fala logo ou vou ficar brava, não vou contar pra mamãe, prometo, fala logo, pai. — Insisti, fazendo charme. — Tudo, linda, não tem nada que eu não goste, gosto de tudo em você. — Enquanto percorria meu corpo com o olhar cheio de desejo, o que me fez sentir muito amada e lisonjeada. Me aproximei dele e dei outro abraço e um beijo na bochecha, só que dessa vez, ao esfregar meu corpo, pude sentir como o pau dele tava ficando duro debaixo da toalha, soube que tava conseguindo o que queria. Me afastei e falei que Eu tava lá embaixo na sala esperando a pizza, também pedi permissão pra colocar umas garrafas de vinho tinto na geladeira, já que minha mãe não deixava eu beber e eu queria aproveitar a oportunidade, e ele topou de boa. Pouco depois, ouvi a campainha, era o entregador da pizza, meu pai ainda tava no quarto dele. Aí subi e falei pra ele que eu podia receber a pizza, então ele me deu dinheiro pra pagar o cara. Eu tava muito cachorra, e quis realizar uma das minhas fantasias, fruto de tanta pornografia que eu tinha visto no meu computador nos últimos meses. Então baixei as duas alças da minha blusa e do sutiã pra deixar meus pezinhos rosados e empinados à mostra, abri a porta e o entregador me entregou a pizza. Tentei dar a nota pra ele, mas ele nem ligou, tava com o olhar fixo nos meus peitos rosados, eu tava melada pra caralho, até que o entregador pegou a nota e me deu o troco todo atrapalhado. Eu mal consegui pegar o dinheiro, minhas mãos tremiam e minha barriga estremecia na hora. — Valeu por trazer a pizza tão rápido, queria te agradecer por isso. — Aí eu baixei meu sutiã pra deixar meus peitos completamente à mostra pra aquele entregador jovem. — Tá gostando do que vê? Quer apalpar eles? — Me ofereci balançando meus peitos no ar, toda exposta pra alguém que passasse na rua me ver. Então o entregador tirou o capacete e eu vi um cara jovem, com o cabelo suado e bagunçado, de pele morena, que se jogou com as mãos sujas pra apalpar meus peitos deliciosos de novinha, e não satisfeito, começou a lamber eles como se quisesse engolir, tentei me afastar mas ele continuava grudado nos meus peitos e chupando meus bicos. Eu tava com a pizza na mão e não sabia o que fazer, porque se eu entrasse correndo em casa, meu pai ia perceber ao me ver com os peitos de fora. — Espera aí! Aaah! Para! Aaah! Meu pai vai perceber! Aaah! Já chega! Por favor! Ele vai nos ouvir! — Eu dizia enquanto ria de nervoso e excitada. Como ele não se soltava, empurrei ele com a caixa da pizza, ele se afastou e falou: — Valeu pela gorjeta, mamacita, você tem uns peitos bem gostosos. — Tive que fechar a porta porque ele não ia embora. Fiquei com medo do meu pai perceber, então arrumei rápido meu sutiã e a blusa. Fui deixar a pizza na cozinha. Aqueles dois minutos com o entregador foram extremamente excitantes, foi algo que fiz sem pensar, só me deixei levar, consequência de ver tanto vídeo pornô na internet. — Pai, a pizza já chegou, desce senão vai esfriar. — Falei me sentindo muito excitada com o que tinha acabado de acontecer. Então meu pai desceu com uma camiseta preta, uma cueca boxer de dormir e seus chinelos. Ele disse que a gente podia se servir e comer na sala vendo TV, ele colocou um canal de esportes pra ver futebol. Lembrei que tinha deixado as garrafas de vinho tinto na geladeira, então fui pegar o vinho, umas taças e um saca-rolhas. Como eu não consegui abrir a garrafa, meu pai cuidou disso como um expert, serviu duas taças, jantamos e bebemos até acabar a garrafa. Eu comecei a me sentir alcoolizada, e com o rosto bem vermelho por causa do vinho, me senti muito desinibida e com tesão. Percebi que meu pai também estava com o rosto vermelho. Eu estava morrendo de vontade de me sentir amada pelo meu pai, era o primeiro dia que o via depois de dois anos, agora eu era uma mulher desvirgada e estava perto de um homem que me deixava muito besta. Estávamos sozinhos na casa dele, sem ninguém que pudesse testemunhar o que rolasse ali, era a ocasião perfeita para cometer incesto com meu progenitor. Eu estava muito molhada na minha área íntima, me sentia muito nervosa e com medo de me insinuar pro meu pai, já que não sabia como ele reagiria. Naquele instante passou pela minha cabeça a ideia de mostrar mais de mim pra ele, mas sem me oferecer diretamente, então me levantei e fui ao banheiro pra checar meu plug anal, tirei ele por um momento da minha Ano, senti um ardor delicioso, estava bem dilatada, passei mais um pouco de lubrificante no plug e coloquei ele de novo no meu cu. Retoquei a maquiagem e baguncei um pouco o cabelo, refrescando com minha loção de baunilha. Abaixei uma alça da minha blusa deixando o sutiã à mostra, e com as mãos ajustei meus peitos pra levantá-los mais, fazendo com que as aréolas dos meus biquinhos rosados, alongados e excitados como montanhinhas, ficassem saindo do sutiã. Quanto à minissaia, puxei ela um pouco mais pra cima, era bem elástica e não deixava rugas ou dobras visíveis, então consegui levantar quase até a metade da minha bunda sem parecer forçado. Saí do banheiro tremendo e com o estômago embrulhado de nervoso, meu coração tava batendo rápido, ia me exibir pro meu pai, a princesa linda dele tava andando pela sala como se fosse uma puta procurando cliente. Caminhei bem sensual, até chegar na sala, fiquei de pé pra servir vinho no meu copo, virei pra olhar meu pai, que tava encarando fixamente minha bunda macia e gostosa, bem formada, com a minissaia no meio da bunda. — Quer que eu te sirva mais vinho? — Ofereci docemente. — Sim, por favor, princesa. — Eu sabia que ele tava olhando meu rabo, com vontade de me tocar. Me virei um pouco de costas pra pegar o copo dele e dar uma vista melhor das minhas pernas e da minha bunda tesuda. Logo em seguida, entreguei o copo dele me inclinando um pouco, senti um dos meus biquinhos rosados, duro como uma montanha, pular pra fora do sutiã, convidando meu pai a chupar ele, fiquei muito vermelha e sentei de novo no meu lugar, cruzando as pernas de forma sensual, a saia ficou tão curta que dava pra ver minha área íntima, mostrando minha linda calcinha fio-dental preta de renda. Tava esperando uma reação da parte dele, antes de dar o próximo passo, ou ele me mandava de volta pra casa, ou me comia naquela noite, eu desejava fervorosamente a segunda opção. Aí notei que meu pai ficava me olhando os peitos toda hora. Esse foi o sinal decisivo, então, Me sentei bem juntinho dele. —Papi, tô com vontade de ganhar um beijinho na bochecha. —Falei toda dengosa. Ele se aproximou e me deu um beijo bem carinhoso. —Papi, chega mais no meu pescoço pra sentir o cheiro da loção da Victoria's que você me comprou, tem aroma de baunilha. —Ele chegou perto e cheirou meu pescoço por uns segundos, eu me arrepiei toda e meus pezinhos ficaram bem durinhos. —Cheira muito bem, princesa, você tem bom gosto. —Me dá mais um beijinho? —Pedi de novo pra ele ser carinhoso comigo. —Claro que sim, princesa, fuck you, todos os beijos que você quiser. —Ele chegou perto e me deu vários beijinhos pra me mimar. —Me dá outro, mas agora no pescoço —Apontei com o dedo, oferecendo meu pescoço perfumado. Ele hesitou um pouco, pelo tesão que sentiu ao ver meu mamilo rosado, alongado e durinho pra fora do sutiã, se aproximou devagar e me deu um beijo no pescoço, o que fez minha buceta ficar toda molhada. —Ai, que gostoso, papi! —Peguei na mão dele. —Gosto das suas mãos, são bem grandes e calejadas, seus braços fortes te fazem parecer muito másculo. —Ele sorriu pra mim e eu pedi pra ele tocar minhas mãos. —Viu como minhas mãos são bem macias? Olha, toca aqui. —Ele acariciou minhas mãos enquanto desviava o olhar pra minhas pernas. —Sim, princesa, você tem umas mãos muito macias. —Na sequência, coloquei a mão dele na minha perna. —Cê gosta das minhas pernas, papi? Viu como estão bem fresquinhas e macias? Viu como o creme que você me comprou deixou minha pele cheirosa que nem baunilha? —Meu pai tava com a cara vermelha de tesão, olhava meus peitos e minhas pernas com uma vontade danada de me comer, mas se segurava, aí ele começou a acariciar minha perna. —Sim, princesa, você tem uma pele muito macia e cheira uma delícia. Quando ele falou isso, peguei a mão dele e coloquei na minha buceta enquanto cruzava as pernas, deixando a mão dele presa no meu buraquinho, e vi como o pau dele levantou o pano da cueca, era um volume enorme, lembro que minha mãe tinha se divorciado dele por ser infiel. já que muitas mulheres o seguiam, agora entendi por que Eduardo (meu progenitor) era tão cobiçado pelas mulheres. Tinha uma pica do caralho, e com o comprimido de viagra que dei pra ele tomar, conseguiu uma ereção máxima. Dava pra ver a pica dele pulsando, levantando cada vez mais o tecido da cueca até deixá-la esticada, era como se o pau dele quisesse crescer mais, mas estivesse sendo reprimido pela cueca. Eu não consegui resistir e comecei a esfregar com a mão aquela pica enorme por cima do tecido da cueca, agarrei firme, era tão grossa que não conseguia fechar a mão ao segurar, a pica dele pulsava na minha mão e se mexia como uma cobra ereta. Minha buceta começou a lubrificar mais e minha boca encheu d'água. Meu pai começou a esfregar minha área íntima com a mão dele. —Isso papai, eu gosto, é muito gostoso! Mmjjj! Te amo muito papai, me beija e faz amor comigo! Aaahh! Estou aqui pra você papai, me faz sua mulher! Aahhh! Quero ser sua! —Sim princesa, eu também te amo muito, linda. Sei que você é minha filha, mas gosto muito de você. Desde que te vi descendo do ônibus, você me atraiu, ficou bem gostosa, filha. Você deixou minha pica bem dura, princesa. Tem certeza que é isso que você quer? Não vai contar pra ninguém, muito menos pra sua mãe? Isso tem que ficar entre nós, linda. —Não papai, prometo que não vou contar pra ninguém! Aaahhh! Vai ser nosso segredo! Mmm! Eu só quero ser sua, papai, porque sei que você vai fazer amor comigo com carinho, porque você me ama e eu amo você! —Sugeri de forma bem safada. Depois que deixamos claro que nos desejávamos e que nossa relação incestuosa ficaria pra sempre em segredo, peguei o controle da TV e desliguei. Fiquei de pé na frente do meu pai e tirei a blusa branca bem devagar e sensual pra ele, continuei descendo a minissaia preta completamente, fiquei só com minha lingerie preta e meus saltos altos vermelhos, meu cabelo estava bagunçado e meus lábios vermelhos carnudos combinavam com meus saltos, me senti como a luxúria em pessoa. —Você gosta do que vê? O que você tá vendo, papai?" — perguntei, toda excitada. — "Tô adorando, filha, você tá uma gostosa." — "Me faz sua, papai, quero que você me coma." — implorei... Continua...
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