A MILF mais Gostosa[08]Buceta Gostosa e Melada[/08]

Séries de Relatos Publicados (Clique no link)



A MILF mais Gostosa[08]Buceta Gostosa e Melada[/08]




Capítulo 8.

—1—

No dia anterior, Julián tinha ido dormir pensando nas histórias sexuais que a mãe dele contou; mas o melhor de tudo foi relembrar a sensação de ter o pau dele dentro da boca da mãe. Tinha sido só um ensaio, e ela se atreveu a mais depois de contar sobre as experiências sexuais dela; então no dia seguinte ele acordou lembrando da promessa que ela fez: ia contar mais.
Não queria pressioná-la, então agiu normal durante toda a manhã e boa parte da tarde. Imaginou que aquele momento chegaria à noite, e que se sentariam juntos na cama, e ela contaria mais uma das suas experiências sexuais enquanto ele se masturbava... e talvez ela se animasse a enfiar a pica na boca.
Já estava escurecendo quando Julián viu a mãe dele sair do quarto. Ela estava usando um vestido preto elegante, bem justinho no corpo; o tecido desenhava as curvas dela com a maestria de um artista profissional. O moleque ficou de boca aberta. Só se tocou quando viu aquela loira gostosa pegando uma bolsa e as chaves de casa.
— Vai embora? — Perguntou, claramente decepcionado.
—Sim, Débora, minha ex-chefe me convidou pra jantar na casa dela… acho que ela quer me oferecer o emprego de novo. Ela me disse que as coisas no negócio estão indo melhor.
—Mas… mas… então?
—Não esquenta, Julián, mesmo que eu recupere o trampo, a parada das fotos ainda tá de pé. Não esquece que eu só trabalharia umas quatro horas por dia, e não vão me pagar muito. Além disso… nem sei por que tô tão animada, o mais provável é que ela só queira um jantar de amigas, pra manter a relação de boa, mesmo que eu não trabalhe mais pra ela.
—Você tinha me feito uma promessa…
—Que promessa? —Ela perguntou, enquanto se olhava num espelhinho de mão.
—Você me disse que ia me contar sobre o cara que conheceu.
—Ah, sim… já me lembro. Bom, isso vai ter que esperar.
—Até você voltar da casa da Débora?
—Sei lá, talvez até amanhã. Caso você não tenha percebido, hoje é sábado. Faz mil anos que não saio pra dar um rolê, principalmente porque nunca tenho grana. Agora tô com… e falei pra Débora que a gente podia sair pra dar uma volta. Você já não sai mais pra dançar com seus amigos?
—Não, não gosto de dançar. Fico entediado em baladas.
—É uma pena, eu sempre me divirto.
—Deve ser porque te enfiam pica, e tu adora isso, —disse Julián, com um sorriso safado—. E com esse vestido tão curto, com certeza vão te enfiar gostoso.
—Bom, isso é verdade.
—E aí, vai fazer alguma coisa?
—Com algum cara?
—Sim…
—Você se importaria se isso acontecesse?
—Nah, nada a ver. Pelo contrário. Te sugiro que faça isso. Se diverte, curte. Aproveita um pouco a vida de solteira.
—De viúva, você quer dizer.
—Não, de solteira. O que aconteceu com o papai é uma pena. Mas já passou, faz tempo. Você merece aproveitar a sua vida.
—Bom, fico muito feliz em ouvir isso. Sinceramente, saio pra me divertir um pouco com minha amiga, não sei se vai rolar algo com algum cara. Se pintar uma oportunidade, é bem provável que eu aproveite; mas também não vou ficar caçando isso.
—Tá bom, vai se divertir aí. Eu vou aproveitar pra chamar meus amigos pra jogar no videogame e tomar umas cervejas.
—Tá bom, mas vocês limpam toda a bagunça. Penso em dormir até tarde, e não quero levantar pra limpar… ficou claro?
Julián começou a rir.
—O que é tão engraçado? — perguntou a loira.
—É que vestida assim você não tem muita "autoridade de mãe". Parece uma putinha barata.
—Ei! Essa puta continua sendo sua mãe! E barato, nada! Tão me pagando muito bem pra mostrar a bunda. E isso não significa que eu perco minha autoridade como mãe. Você vai ter que limpar tudo, porque senão vai dar merda.
—Tá bom, te prometo. De qualquer forma, quem vai limpar são meus amigos, porque eu vou pagar as cervejas, já que agora posso fazer isso.
—Contanto que fique tudo limpo, não me importo que venham e fiquem até a hora que quiserem.
Diana se despediu do filho dando um beijo na bochecha dele. Saiu de casa ajeitando o vestido, que subia a cada passo e corria o risco de estar mostrando a sua fio-dental minúscula.

Desculpe, não há texto em espanhol fornecido para tradução. Por favor, forneça o texto que deseja traduzir.
Era umas cinco da manhã quando a Diana voltou pra casa. Ela encontrou uma bagunça danada: caixas de pizza pela metade, garrafas de cerveja vazias e um zum-zum vindo da sala. Cambaleando, por causa do álcool, foi na direção da gritaria. Lá estavam dois dos melhores amigos do Julián: o Lucho e o Esteban. Eles estavam sentados na frente da TV, batendo um papo. Parecia que tavam jogando uma partida de futebol no Play Station. Do filho dela, nem sinal.
Os dois caras ficaram paralisados na hora assim que ela entrou na sala. Sem mexer um músculo sequer, varreram ela com os olhos. A Diana tava com as pernas de fora, e tinha que subir bem o olhar pra encontrar a saia curta dela, que escondia em parte a calcinha fio dental branca, que aparecia por baixo. Subindo mais, puderam admirar como aquele vestido se ajustava perfeitamente nas curvas da loira, pra coroar naquele parzão de peitos, que pareciam prestes a estourar o tecido. A auréola de um dos bicos tava perfeitamente visível, e o outro não devia estar longe de aparecer.
—Oi, galera —cumprimentou Diana, a língua meio dormente por causa do álcool—. Não precisa parar de jogar, não… O Julián já tinha me falado que vocês vinham. Aliás, cadê ele?
A resposta demorou pra chegar. Depois de alguns segundos de silêncio constrangedor, Lucho foi o primeiro a falar:
—Eh… foi dormir. Disse que tava muito cansado, porque passou a tarde toda trabalhando naquela parada das fotos — o coitado não sabia como fazer pra falar com a Diana e ao mesmo tempo olhar nos olhos dela. O olhar dele pulava da calcinha fio dental pros peitos, ida e volta.
—Ah, beleza… por que tão tensos, galera? Não se assustem, não sou daquelas mães meio bruxas, eu adoro que vocês venham pra casa e se divirtam. Podem ficar até a hora que quiserem.
—Sim, a gente sabe, Diana —disse Esteban, ele era um pouco mais sem vergonha que o Lucho—. É que a gente se surpreendeu de te ver… pra onde você foi tão gostosa? Se é que pode saber.
—Saí pra me divertir um pouco —disse Diana, com um sorrisão, rebolando um pouco os quadris—. Fazia tempo que não saía pra dançar… Ai, desculpa, nem cumprimentei vocês!
A loira se aproximou dos caras, cambaleando um pouco nos saltos altos, se inclinou na frente do Lucho e os olhos dele se cravaram direto naquelas tetonas, que ficaram a centímetros do rosto dele. A Diana deu um beijo na bochecha dele e o moleque ficou vermelho. Depois repetiu o cumprimento pro Esteban, que, sendo um pouco mais safado, aproveitou pra passar a mão na cintura da Diana. Depois de receber o beijo na bochecha, falou pra loira:
—Diana! Que cheiro de álcool na sua boca!
A aludida começou a rir que nem uma adolescente, e disse:
—O que eu tenho na boca é cheiro de pica.
Mais uma vez, os amigos do Julián ficaram paralisados, até o Esteban, que não esperava essa resposta por nada nesse mundo.
—Apa! —exclamou o Lucho, depois de um tempo em silêncio, como se o cérebro dele tivesseatraso—. Tá dizendo que…
—Shhh —Diana o fez calar, levando um dedo à boca—. Não contem nada pro Julião… mas sim —ela piscou um olho pros guris.
—Espera —disse Esteban, como se quisesse parar o tempo naquele exato instante—. Tá falando sério? Você ficou… chupando… —engoliu seco— uma pica?
—Tem alguma coisa errada? —Perguntou a loira, se endireitando de repente, fazendo com que os peitos dela dessem um pulo. Um dos mamilos já estava aparecendo, e o outro estava no meio do caminho. Os olhos dos caras se cravaram naqueles melões brancões, coroados por bicos marrons.
—Não tem nada de errado —Lucho se apressou em dizer.
Não, de verdade que não — garantiu Esteban. — É que a gente acha muito estranho você sair pra dançar e acabar fazendo uma parada dessas.
—Por que é estranho? —Ela quis saber, com as mãos na cintura, o que deixava o peitão dela totalmente à mostra—. Muita mulher faz isso.
—É verdade… —disse Esteban. Lembrou-se por um momento da partida de futebol, em que os jogadores olhavam para uma bola parada, pausou o jogo e continuou—. Você tem todo o direito de fazer isso, Diana… só que… você é a mãe do Julián, e a gente nunca imaginou que as mães dos nossos amigos fossem capazes de fazer coisas assim.
—Bom, mas eu faço isso sim. Talvez eu não seja como a mãe de todos os seus amigos — ela sorria, a situação divertia ela pra caralho.
—Isso com certeza —disse Lucho—. Nenhuma das mães dos meus amigos é tão gostosa quanto você, Diana… incluindo a mãe do Esteban.
—Posso garantir o mesmo —disse Esteban—. Das mães do nosso grupo de amigos, de longe, você é a mais gostosa.
—Ai, obrigada, meninos! Vocês não fazem ideia de como me lisonjeia ouvir isso. Mas não fiquem pensando que sou uma puta… não é como se eu fizesse isso toda noite. Tava há tempos sem sair pra me divertir… e sem chupar uma pica.
—Diana —disse Esteban, que já sentia o pau endurecendo—. Por mais que você fizesse isso toda noite, a gente não ia pensar mal de você.
—Claro que não — acrescentou Lucho —. Além disso, com essa beleza toda, com certeza você tem um monte de propostas.
— Não tenho tantas quanto vocês imaginam. O de hoje foi algo improvisado… tô com sede, tem alguma coisa gelada pra beber?
—Na geladeira ficaram algumas latas de cerveja.
Sem dizer mais nada, a loira deu meia-volta e foi pra cozinha. Os caras se olharam, e depois ficaram de olho no rebolado daquelas cadeiras e naquele rabão enorme perfeitamente enfiado no pano branco do vestido. Levantaram-se num pulo e foram atrás dela.
Diana tirou uma latinha de cerveja da geladeira, abriu e deu um baita gole.
— Tem certeza de que é uma boa ideia continuar bebendo? — perguntou Lucho, com genuína preocupação.
—É, sem problema… já vou dormir, mas tava com a garganta seca de tanto chupar… cês sabem — piscou o olho de novo.
—E aí, como tava a pica? — quis saber Esteban.
Diana soltou uma risada estridente demais, deixando ainda mais evidente seu estado de embriaguez.
—Ai, gente! Não vou ficar contando essas coisas pra vocês não.
Mas você já contou que chupou uma — insistiu Esteban —. A gente não vai se chocar por uns detalhes a mais.
—Bom, vocês já são grandinhos, e com certeza já chuparam uma rola alguma vez, né? — Ambos balançaram a cabeça que sim. Nenhum dos dois era virgem, por isso não estavam tão inibidos na frente da loira, mas também não tinham experiência suficiente pra encarar o assunto de forma mais direta. — A verdade é que… Ai!
Diana tentou andar, mas perdeu o equilíbrio por causa dos saltos e da bebida. Lucho se apressou pra segurá-la. Agarrou a loira por trás, envolvendo ela com os braços. As mãos dele ficaram bem debaixo dos peitos da Diana, o vestido não aguentou a pressão, e os dois peitos ficaram completamente soltos, inchados com a pressão vinda de baixo. Sem querer, mas sem se afastar, o volume de Lucho tinha ficado bem colado na bunda da Diana. O vestido branco subiu, mostrando toda a calcinha fio dental branca da loira, era tão pequena que, se ela não estivesse completamente depilada, daria pra ver boa parte dos pelos pubianos.
Mesmo que o Lucho tenha segurado ela muito bem, o Esteban achou que também devia dar uma força. Ele se posicionou na frente da Diana, bem coladinho nela, e agarrou as duas pernas dela, o que fez o vestido subir ainda mais.
—Ai, dá pra ver todos meus peitos! —Conseguiu exclamar a loira.
—Não tem problema, Diana. —Disse Esteban—. Quase caiu. Não acha melhor parar de beber?
—Não foi por isso, a culpa é desses sapatos de merda.
Ela se mexeu um pouco, tentando tirar os sapatos, e com a rebolada da bunda dela deu pra sentir o volume inteiro do Lucho se esfregando entre as nádegas dela. Com uma mão, ela fez menção de levantar o vestido pra tampar os peitos, mas eles eram tão grandes, e as mãos do Lucho estavam segurando o tecido com tanta força, que ela não conseguiu cobri-los de jeito nenhum.
—Já podem me soltar —disse ela, assim que tirou os sapatos—. Não vou cair.
—Que peitão gostoso, Diana! —Exclamou Esteban, ignorando ela completamente—. Mais de uma vez me perguntei como seriam, mas não imaginava que fossem tão lindos.
—Ai, eu! —Ela exclamou, rindo—. Que vergonha! Não gosto que os amigos do meu filho fiquem olhando pras minhas tetas.
—Por que não? —perguntou Esteban—. Já somos adultos, não é a primeira vez que vemos um bom par de peitos. Embora não saiba se tão gostosos quanto os seus.
—Bom, valeu… mas o Julián vai ficar puto. Já basta das piadas que fazem sobre mim.
—Que piadas? —Perguntou Lucho, com uma incredulidade fingida.
—Vamos, rapaziada… não se façam de sonsos. Sei muito bem que o Julián recebe um monte de comentários sobre mim… mais de uma vez ouvi vocês falarem coisas tipo: “Tua mãe é uma gostosa”... “E o que eu faria com tua mãe”.
—E aí, esses comentários te incomodam? —Perguntou Esteban, colando a pica na buceta da Diana.
—Pra mim… não, de jeito nenhum —disse ela, ficando ainda mais vermelha—. Mas o Julián fica incomodado… e agora vão fazer piada porque viram meus peitos.
— Prometemos que não contamos nada pra ela — disse Lucho, que num ato atolado de coragem, levantou as mãos e agarrou os peitos da loira.
—Ai, eu! Ninguém disse que podia tocar. Não esperava isso de vocês, garotos…
—E a gente não esperava te ver vestida assim… —disse Esteban—. Assim como também não esperava saber que você tava chupando uma rola. Como foi?
—Grande —disse Diana, com um sorriso safado—. Se eu ia chupar uma, queria que fosse bem grandona.
—Você gosta de pica grande? —Perguntou Esteban, esfregando o volume contra a buceta dela, que estava mal protegida pelo tecido fino da tanga.
—Sim, adoro picas grandes.
Diana também colaborou, rebolando um pouco a cintura, semicerrou os olhos e curtiu os apertões que recebia nos peitos, e aqueles caroços duros se esfregando em partes sensíveis do corpo dela. Esteban aproveitou o momento pra levantar o vestido da loira o máximo que pôde, o tecido branco ficou tipo um cinto, já não cobria nada dos peitos nem da área da calcinha fio dental; Diana tava praticamente pelada.
—E quem era o cara que você chupou a pica? — quis saber Lucho, que não parava de apalpar os peitos da loira.
—Era um cara, da idade de vocês. Ficou se esfregando em mim a noite toda, enquanto eu dançava. Passou a mão na minha bunda toda… me deixou com muito tesão. Peguei no volume dele e percebi que era bem grande, foi aí que falei que a gente podia ir embora junto. Ele me levou pro carro e ali mesmo comecei a chupar o pau dele.
—E você ficou um tempão fazendo isso? — Perguntou Esteban.
—Sim, bastante… eu tomei meu tempo, não apressei as coisas. Fazia tempo que não comia uma rola assim… queria aproveitar o máximo possível.
—E aí, deixou se foder? —Perguntou Lucho, beliscando o mamilo dela.
—Não foi por acaso que ele me comeu… eu teria deixado. O que acontece é que depois da chupada de pau, ele não conseguiu mais ficar duro. Gozou na minha cara toda… me deixou cheia de porra… mas não subiu mais. Depois pedi pra ele me trazer pra casa, e é isso… tô aqui…
—Então ficou com vontade de transar? —Esteban tirou a rola da calça. Assim que Diana sentiu o contato com a pele morna do pau, deu um pulo.
—Ai, não, rapaziada! Já tô imaginando o que vocês tão pensando, mas não vai rolar… vocês são os amigos do meu filho — falando isso, ela se afastou, fazendo um pouco de força—. Vou pro quarto, dormir… vocês fiquem até a hora que quiserem, mas antes de ir, limpem tudo.
—Vamos, Diana… —disse Esteban, tentando agarrar ela por trás.
—Não, Esteban… desculpa se vocês entenderam errado, galera… mas isso não vai rolar. Não criem expectativas. Tô meio bêbada e isso me faz falar um monte de besteira que vou me arrepender depois. Mas ainda tô lúcida o bastante pra me tocar e deixar tudo por aqui mesmo. —Ajeitou o vestido o melhor que pôde, cobrindo parcialmente a nudez—. Me desculpem mesmo, galera, sei que em parte a culpa é minha, espero que não fiquem com raiva de mim… mas essa parada que vocês tão pensando, não vai acontecer. Nem hoje à noite, nem nunca. Ficou claro?
—Tá bem, Diana. —Disse Lucho, com educação—. A gente respeita você e não vai fazer nada que você não queira. —Esteban parecia querer insistir, mas um gesto de Lucho foi o suficiente pra ele não abrir a boca—. Vai dormir tranquila, a gente vai limpar tudo antes de ir. Você tem toda razão numa coisa: você é a mãe do nosso amigo, e a gente não vai te forçar a fazer nada que você não queira. Então não precisa ter medo.
—Valeu, galera. Vocês são uns amores. Por favor, não contem nada disso pro Julián.
—Não vamos falar nada — garantiu Esteban.
Diana deu um beijo na bochecha de cada um, tomou o último gole da latinha de cerveja e depois foi pro quarto dela.
Trancou a porta com o ferrolho, não gostava de usar, mas naquela noite valia a pena. Confiava nos amigos do filho, mas o ferrolho a fazia se sentir mais segura. A intenção não era dormir, pelo menos não por enquanto. Abriu a gaveta do criado-mudo e tirou seu vibrador precioso. Se despiu completamente, se deitou na cama com as pernas bem abertas e, sem nenhum tipo de preâmbulo, se enfiou o pau de plástico. Ele entrou com relativa facilidade, apesar de ela ser meio apertada, naquela noite estava tão quente que sua buceta se abriu como uma flor na primavera.
Bateu forte com o consolador, se remexendo na cama, lembrando cada detalhe da pica que chupou no carro. Não conseguia lembrar direito da cara do cara, mas lembrava do tamanho e da grossura do pauzão dele, e do gosto da porra. Deixou um detalhe de fora quando contou a história pros amigos do filho: não falou que engoliu até a última gota daquela porra grossa e quentinha… e que ficou com vontade de mais. Também ficou fantasiando com as carícias e as roçadas que levou do Lucho e do Esteban, e pensou que, se eles não fossem amigos do filho, talvez tivesse deixado eles comerem ela… quem sabe, até os dois ao mesmo tempo. Essa fantasia fez ela viajar, e acelerou o ritmo de enfiar o consolador. Entre gemidos e sacudidas, teve um orgasmo forte. Ficou exausta, e sem perceber, acabou dormindo.

3

No dia seguinte, Diana acordou bem tarde, com uma baita dor de cabeça. Pelada, foi andando pela casa; por sorte, os amigos do filho já tinham ido embora, mas o Julián ainda estava lá. Ele ficou olhando fixo pra ela.
—Como foi a noite passada? — Ele perguntou.
A loira ficou em alerta, mas se acalmou na hora ao perceber que não tinha nenhum tom estranho na voz do filho. Ele estava perguntando de verdade.
—Bem, foi uma delícia. Mas acho que bebi demais. Minha cabeça tá doendo pra caralho.
—Você devia tomar um banho, isso ajuda na ressaca… acho… porque eu não sou de ficar bebendo tanto igual você.
—Vou te dar ouvidos.
—Tá bom… e olha que ainda não esqueci do que você me deve.
—E aí, quanto te devo?
—A história… sobre aquele cara que você conheceu quando tava brigada com o pai.
—Ah, sim… sei que tô te devendo essa, e te juro que se eu me sentir bem, hoje eu te conto essa história. Agora quero tomar um banho.
Ela tomou um banho bem gostoso, aproveitando a mordomia da água quentinha. Ficou lá mais tempo do que de costume, mas precisava aliviar aquela dor de cabeça chata. A água não fazia milagre, mas já ajudava. A porta do banheiro abriu e o Julián entrou com um copo d'água numa mão e um comprimido branquinho na outra.
—Toma isso —disse pra mãe dele—. Vai te ajudar com a dor de cabeça… na água eu dissolvi um antiácido. Isso também vai te ajudar.
—Você é o melhor filho do mundo.
Ela pegou a água e engoliu o comprimido, percebeu que os olhos de Julián percorriam o corpo todo dela, mas já tinha superado essa fase. Não ligava mais de estar completamente pelada na frente do filho. O garoto foi embora e ela pensou que devia fazer algo pra retribuir o favor, e se ele tava tão interessado em saber a história que ela teve com aquele cara, então ia contar.
Depois de alguns minutos, ela saiu do banheiro enrolada numa toalha e, quando viu o filho, disse:
—Vamos pro quarto, aí te conto aquela história que você tanto quer ouvir.
Julián sorriu e, sem dizer nada, seguiu a mãe. Deu uns minutos pra ela se secar um pouco, e quando ela se deitou na cama, ele se colocou ao lado dela, mas antes tirou toda a roupa.
—Não te incomoda que…?
—Quer que eu fique pelada? Ai, não, Julián. Não me incomoda… até porque sei que no fim você vai acabar batendo uma punheta. Então, por que não tirar a roupa de uma vez?
—Você poderia até…
—Poderia o quê?
—É que me ocorreu que você poderia... hmm... praticar.
—Praticar o quê?
—Aquilo de enfiar na sua boca…
—Ah, que burra, já me entreguei! Cê quer que eu aproveite pra me acostumar a enfiar teu pau na minha boca?
—E... a gente precisa dele pras fotos. E da última vez que você me contou uma das suas histórias, você se animou a fazer, mais de uma vez.
—É que eu fico muito excitada contando essas coisas pra você, e a tesão me ajuda a perder um pouco da vergonha. Tá bom, vou ver se me animo a experimentar um pouco… mas não prometo nada.
—Bom, agora sim… me conta, quem era aquele cara?
—Não vou te falar o nome... até porque você não sabe quem é, nunca viu ele. Conheci ele um dia que fui pra praia. Eu tava sozinha, porque tinha brigado com seu pai, como você já sabe. Nesse dia, criei coragem pra usar um biquíni meio pequeno. Sei do impacto que meu corpo causa, mas são raras as vezes que usei isso como uma arma a meu favor. Naquela vez, não fui com a intenção de arrumar um amante, mas tava com vontade de me sentir gostosa, e de ser olhada. Esse cara...
Dá um nome pra ele, porque se toda vez que você for se referir a ele ficar falando 'esse cara'...
—Bom, eu chamava ele de “Tano”, porque o sobrenome dele era italiano.
— Imagino que ele se aproximou de você na praia.
—Sim, ele fez isso assim que me viu. Me deu até graça, porque começou a me engatar com aquelas frases de sempre: “O que uma mina tão gostosa como você tá fazendo sozinha na praia?”; “Esperei a vida inteira pra te conhecer”, e um monte de besteira assim. Nada que eu já não tivesse ouvido antes. Mas dessa vez eu precisava ouvir aquelas palavras, e essa foi a grande diferença... bom, isso e o fato de que o cara era mó gostoso. Desculpa te falar, mas é a verdade.
—Papai nunca foi um homem muito atraente —disse Julián—, ainda não entendo como você casou com ele. Eu amava ele pra caralho, mas vamos ser sinceros, mãe... você podia escolher um cara muito melhor.
—Seu pai sempre soube disso, por isso ele sempre se esforçou tanto. Eu preferia ter ao meu lado um homem que se esforçasse pra me satisfazer, e não um que não ligasse pra isso. O único homem genuinamente honesto nesse sentido que conheci foi seu pai. Por isso me casei com ele. Então imagina como me senti quando ele me traiu... o mais irônico é que todo mundo achava que o corno era ele, e eu sempre ficava puta.
—Bom, um pouco de chifre você tinha… não esquece que você se deixou pegar gostoso por um cara numa balada, e que chupou a pica de outro num hotel.
—Nunca vou conseguir esquecer isso, e sei que foi muito errado da minha parte… sei que isso deve ter feito os chifres do seu pai crescerem um pouco, mas acredite, comparando, quem mais levou chifre fui eu. Porque ele transou várias vezes com a mulher com quem me traiu.
—Não entendo como um cara daquele poderia te trair com outra mulher… sendo que você é tão gostosa.
—É que ele já tinha me conquistado… acho que ele tava atrás de um desafio, de conquistar outra mulher gostosa e levar pra cama. E conseguiu. Por mais que não fosse o cara mais bonito do mundo, seu pai sabia como tratar uma mulher e fazer ela se sentir maravilhosamente bem.
—E aí, o que rolou com o Tano na praia? —enquanto conversavam, cada um se acariciava a própria buceta, devagar, como se estivessem se aquecendo.
—Nada, só conversamos e tomamos uma cerveja juntos. Ele me convidou pra casa dele, mas morava numa área meio feia, então falei que não. Bem, por isso e porque era um desconhecido, por mais gostoso que fosse. Ele foi super gente boa e disse que não queria me pressionar, me contou que ia praquela praia todo fim de semana, de sexta a domingo, e que se eu quisesse vê-lo de novo, já sabia onde encontrar.
—Obviamente você voltou.
—Sim, e voltei no dia seguinte, que era domingo. Encontrei ele sentado no mesmo lugar onde a gente se conheceu. Ele ficou super feliz de me ver e elogiou meus peitos. Só pra constar, eu tava usando um biquíni bem parecido com o do dia anterior. Dessa vez fui mais sincera com ele e contei que era casada. Acho que falei isso porque tava com medo de ele pensar que eu tinha voltado pra rolar algo entre a gente. Ele disse que não era ciumento e que não ligava que eu fosse casada. Mesmo sem conhecê-lo direito, ele me fazia sentir desejada, e era exatamente disso que eu tava precisando. Falei que ficava nervosa de algum conhecido me ver com ele, mas que também não iria na casa dele. Aí ele teve a ideia de a gente ir pra uma parte da praia que fica bem afastada do lugar onde o pessoal costuma ficar. É uma área meio feia, com mato alto e aguapés, não dá pra nadar lá.
—Já sei de que parte você tá falando, eu tirei umas fotos daquele lugar, não é tão feio... tem seu charme.
—É, pode ser. O melhor é que lá não tinha ninguém, nem uma alma. Ele começou a me implorar pra deixar ele passar o bronzeador...
—Típico...
—Seee... originalidade nunca foi o forte dele; mas ele tinha muito carisma. Eu, feita uma otária, falei que sim. Pra quê! —Diana acelerou o ritmo com que se esfregava a buceta—. O desgraçado aproveitou pra passar a mão nas minhas pernas, nas costas, na barriga... e bom... cê já sabe.
—Sim, imagino; mas quero que você continue contando... a história tá muito boa.
Diana olhou pra pica do filho, ele tava batendo uma com tanta vontade quanto ela. Aí ela disse:
—Mmm... olha que eu tô afim de contar muitos detalhes pesados, não vai te incomodar?
—Cê acha mesmo que isso pode me incomodar, depois de tudo que a gente conversou?
—Sim, porque talvez você sinta que eu traí seu pai...
—A relação que teve entre o pai e você é problema de vocês, ele era meu velho e sempre vou sentir falta dele; mas agora que sei que ele te traiu, não vejo motivo pra ficar puto com você por qualquer coisa que tenha feito depois.
—Bom, valeu, isso me acalma muito. Tá bem, se prepara porque não vou colocar filtro em nada, vou te contar tudo exatamente como aconteceu... embora talvez não conte tudo num dia só; porque é uma história meio longa.
—Toma o tempo que quiser, não tô com pressa nenhuma.
—Mas te aviso que vai conhecer muita coisa sobre mim, que talvez nem imaginava. Nem sempre fui a esposa exemplar.
—Não precisa se justificar tanto, mãe. Se você traiu ele ou não, isso não me importa. Ele te traiu e acho que você não precisa se sentir tão culpada se um dia deu uns chifres nele. Mas quero saber tudo, mesmo que você ache que vai me incomodar. Me conta tudo sem medo.
—Tá bom. Vou te contar tudo, e já te aviso que vai mudar muito a imagem que você tem de mim. Mmmm... olha como eu tô —Diana tirou os dedos da buceta, estavam cheios de lubrificação—. Tô gostando dessa parada de a gente se masturbar junto. É muito louco... mas me agrada.
—Sim, pra mim também. Nem sempre tenho a chance de olhar um par de peitos desses...
—É verdade, você é um garoto muito sortudo por ter uma mãe tão gostosa como eu.
—E ainda por cima modesta.
—Tô farta de modéstia. Tô muito gostosa, porra... e adoro saber disso. E adoro que você goste das minhas tetas... já que você é tão bonzinho, fuck you, permissão pra você pegar um pouquinho nelas.
—Sério mesmo?
—Sim, aproveita agora que tô gostosa —ela mesma pegou a mão livre do filho e colocou sobre um dos peitos dela—. Mas não aperta muito, porque dói. Cê gosta?
—Tá maneiro —disse Julián, amassando o peito da mãe—. Continua me contando sobre o cara da praia.
—Sim, claro, agora tô com mais vontade do que nunca de te contar. Falei que deixei ele passar o bronzeador em mim, e que ele se aproveitou... passou a mão na parte de cima dos peitos, não enfiou no biquíni, mas faltou pouco; de qualquer jeito, como o sutiã não era muito grande, tinha bastante peito pra explorar. Eu ria que nem uma idiota enquanto ele me acariciava. Depois ele pediu pra eu deitar de bruços. Passou bronzeador de novo nas minhas costas e nas pernas, mas aos poucos foi chegando perto da minha bunda. No começo eu afastava a mão dele, mas ele insistia e eu tava ficando com o tesão lá em cima. Como você já deve imaginar, não demorou muito pra ele começar a acariciar minha buceta... e eu já não tava com muita vontade de afastar ele. Quando viu que eu não reclamava, ele enfiou a mão no biquíni e começou a enfiar os dedos na minha buceta.
—E você se deixou...
—Sim... eu me deixei levar. Depois de um tempo me masturbando, ele disse que se eu quisesse, podia me dar uma boa fodida ali mesmo, já que ninguém ia nos ver. Falei que não tava afim de transar com ele, ainda mais ao ar livre. Aí ele puxou a pica e disse: "Pelo menos podia me fazer um boquete, tô com ela dura pra caralho". Fiquei chocada quando vi, era bem maior que a do seu pai... bom, era meio parecida com a sua, então você já imagina. Claro que meu primeiro impulso foi falar não, mas tava tão com tesão que me ajoelhei e, sem mais nem menos, comecei a chupar a pica dele. Não sabia o que tava acontecendo comigo, mas era muito parecido com o que senti quando chupei a pica do cara do hotel. Lá estava eu, de novo, chupando a pica de um cara que mal conhecia, no meio de uma praia.
—E aí, gostou?
—Se eu deixar de lado a culpa que me pegou, sim. Tenho que admitir que gostei muito de fazer aquilo. Além disso, ele não parava de me incentivar, falando coisas tipo “Assim, putinha, você tá chupando muito bem”, ou “Que boa boqueteira que você é, loira”. Essas palavras teriam me irritado em outro contexto, mas ali, com a pica daquele cara na boca, me deixavam ainda mais excitada. Eu gostava de me sentir um pouco putinha, algo que raramente tinha conseguido experimentar. Passei muitos anos aguentando a opinião dos outros; alguns só de me ver loira e voluptuosa já assumiam que eu era uma putinha, até amigos e amigas. Então, pra provar que não era assim, quase sempre me comportei direitinho; fui boazinha. Naquela tarde, com a pica do cara na boca, senti que finalmente podia me libertar e ser aquela putinha que todo mundo achava que eu era.
A Diana viu que o filho tava com o pau bem duro, sem pedir licença se inclinou pra ele, abriu a boca bem grande e engoliu uma boa parte daquele membro viril. Ficou com ele na boca por uns segundos, sem se mexer nada, mas com os lábios bem apertados. Depois, sem parar de fazer pressão com os lábios, foi tirando ele da boca devagar.
—Você tinha razão —disse pra Julián—. Se eu te contar essas coisas, fico mais animada pra tentar. Ainda é difícil pra mim, e é muito estranho sentir sua pica na boca; mas acho que a gente vai conseguir tirar umas fotos boas.
—Tudo pelo nosso trabalho.
—Exato… tem que fazer uns sacrifícios.
—Embora daquela vez, na praia, não tenha sido muito sacrifício chupar a pica.
Diana sorriu com luxúria.
Não, de jeito nenhum. Chupei ela toda, com muito prazer. Fiz um boquete bem gostoso, com muita vontade. Acredita em mim, nem no teu pai eu chupava daquele jeito. Parecia uma atriz pornô profissional chupando pica. E você, o que acha que aconteceu quando o cara gozou?
—Já imagino, mas quero que você conte.
—Como você já deve ter percebido, engoli todo o leite. Pra piorar, enquanto ele gozava dentro da minha boca, ficava falando umas coisas tipo: “Vai, putinha, toma todo o leite, que você adora”. “Quantos boquetes você deve estar dando por aí”. “Seu marido deve estar com uns chifres enormes”. Fui bem obediente e engoli até a última gota. Até teria ficado mais tempo, mas me senti muito culpada… mesmo estando afastada do seu pai, eu não tinha “permissão” pra ficar chupando paus, ainda mais de desconhecidos. Falei que precisava ir embora, e foi o que fiz.
—Mas imagino que você viu ele de novo.
—Sim, óbvio. Fiquei uma semana me sentindo mal pelo que fiz, mas também bati um monte de punheta lembrando daquele momento. —Enquanto contava, Diana não parava de se esfregar na buceta com intensidade. De vez em quando, o filho apalpava um pouco os peitos dela ou beliscava algum mamilo—. Depois de pensar muito no assunto, decidi visitar a praia mais uma vez, exatamente uma semana depois de ter conhecido ele. Quando ele me viu, sorriu igual um moleque em loja de brinquedo, me deu um abraço forte e disse que me esperou a sexta-feira inteira, lá na praia, mas eu não apareci. Tava com medo de não me ver de novo. Dessa vez, ele me fez dar meu número de telefone… bom, não é que ele tenha me obrigado. Eu também não queria perder o contato com ele. Naquela tarde, fomos pro nosso cantinho especial da praia, deixei ele me despir, e ele passou um tempão enfiando os dedos na minha buceta. Como você já deve imaginar, fiz outro boquete nele, com a mesma intensidade da vez anterior, mas dessa vez com mais culpa. Porque já não era um deslize de uma vez só, como tinham sido os casos anteriores. Agora eu tava chupando ele pela segunda vez. Nessa ocasião, ele gozou na minha cara toda, porque disse que queria me ver bem cheia de porra. Depois, a gente entrou no mar pra nadar um pouco. Em duas ocasiões, ele tentou me penetrar, mas eu só deixei ele esfregar um pouco a rola na minha buceta.
Mais uma vez, Diana se inclinou na direção do filho, agarrou a pica dele e bateu uma com força por alguns segundos. Ele já estava bem duro, mas ela queria que ficasse o mais rígido possível. Quando conseguiu o efeito desejado, engoliu de novo. Dessa vez, fez devagar, deixando a pica deslizar pela língua. Passou um pouco mais de tempo com ela dentro da boca, enquanto se esfregava a buceta. A mente dela estava cheia das lembranças daquelas tardes que passou chupando a pica do Tano. A que estava na boca era a do filho, mas parecia muito com a que tinha chupado naquela praia. Isso a assustou um pouco, e ela tirou a pica rapidamente. Mas conseguiu disfarçar o desconforto, sorriu para o filho e continuou se masturbando como vinha fazendo até então.
—O que mais aconteceu? —Perguntou Julián.
—Como você pode imaginar, a gente ainda se fala.
—Sim, e também imagino que alguma vez combinaram de se ver em outro lugar, que não fosse a praia.
—Isso mesmo. Uf… agora começa a melhor parte. Um dia o Tano veio em casa… e me deu pra eu guardar. —Ao dizer isso, acelerou um pouco o ritmo da punheta—. Foi fabuloso, Julián… eu amava muito seu pai, mas esse cara tinha algo… além da pica grande. Era selvagem. —Seus dedos se enfiaram dentro da buceta e ela começou a soltar gemidos de prazer—. Uf, me lembro disso e fico toda molhada! Desculpa te falar isso, mas… que boas fodas que esse cara me dava.
—Não me incomoda que você fale isso. Se você se divertiu, então é bom que lembre, ainda mais se te ajudar a ficar à vontade.
Sim, ajuda muito. Isso eu nunca contei pra ninguém, nem pro seu pai. Ele nunca soube o que eu fiz durante nosso período de 'separação'. Achei melhor assim. Não queria contar pra ele o quanto eu curti dar pra aquele cara." Diana ficou em silêncio por alguns segundos, enquanto fechava os olhos e se concentrava na masturbação. "Ele fazia uma coisa que eu gostava muito...
—Que coisa? —Perguntou Juliano, com verdadeiro interesse, sem parar de se massagear a piroca.
—Ela me fazia chupar ela… mas de um jeito que eu nunca tinha experimentado. Praticamente me obrigava a comer a buceta dela. Me puxava pelos cabelos e me fazia engolir inteira… e eu ficava toda molhada.
—Pelo jeito que você conta, parece que ele gozou mais de uma vez…
Sim, foi mais de uma vez… muito mais do que uma vez.
—Continua me contando, que é interessante.
—Uns dias depois ele veio e me disse: «Vou te ensinar a chupar pica que nem uma puta». Em outra situação, isso teria me ofendido pra caralho, mas vindo dele, me dava um tesão. E ainda por cima era verdade: com ele aprendi a chupar pica. Ele me treinou pra caramba. Toda vez que chegava em casa nem dizia “Oi”, já tirava a pica e falava: «Vem, puta, começa a chupar, que aqui tem muita pica pra você».
—E pra você não incomodava?
—Incomodar? Eu ficava louca, ficava com água na buceta... Eu me ajoelhava e chupava ela toda... além disso, deixava ele gozar na minha cara, ou na minha boca. Normalmente, depois disso, ele me comia. Me comia muito... mas muito mesmo... na sala, na cozinha, no banheiro... no quarto, em qualquer lugar da casa. Como você pode ver, nem sempre fui a esposa exemplar. Durante aquele período de separação, tive minha fase de puta... bem puta; mas me diverti pra caralho. Sendo ainda mais honesta, aquele cara me comeu tão bem... e tantas vezes, que quando eu me masturbo, costumo pensar nele. Ainda me lembro de como ele me fazia ficar de quatro no chão, enfiava o pau inteiro na minha buceta, e me montava como se eu fosse uma gostosa no cio. —Enquanto falava, Diana não parava de esfregar a buceta—. Quando analisei melhor a situação, percebi que seu pai me tratava bem demais, era muito respeitoso comigo; até durante o sexo. Eu precisava me sentir uma puta, pelo menos por um tempo.
O pau do Julián ficou duro que nem um cacete quando ouviu aquela confissão da mãe dele, mas ele não entendia muito bem por que de repente ela tinha resolvido contar tudo aquilo… até que uma ideia surgiu na cabeça dele.
Diana se tocava, com a cabeça jogada pra trás e os olhos fechados. Juliano, sem pedir licença, agarrou ela pelos cabelos com a mão direita e forçou a cabeça dela pra baixo. Ela não resistiu, se deixou levar e abriu bem a boca pra receber a pica do filho. Dessa vez, ela engoliu um pouco mais da metade, fazendo um puta esforço pra não engasgar. Aquele pau todo enchia a boca dela, e ela foi invadida pela lembrança daquele amante que a obrigava a chupar a pica dele. O filho dela, por outro lado, soltou ela depois de alguns segundos.
—Porra, isso foi intenso! —Ela exclamou, ao mesmo tempo que retomava a punheta.
—Você gostou?
—Sim… —disse ela, ofegante—. Faz de novo.
Ele obedeceu na hora. Segurou de novo o cabelo loiro da mãe e forçou ela a engolir a pica. Dessa vez, esperou um pouco mais antes de tirar a mão e deixar ela se afastar.
—Ai, mamãezinha querida! —Disse Diana—. Isso me deixa louca! Adoro picas grandes!
—Quer tentar de novo?
—Não, não… acho que isso já seria demais… agora só quero bater uma.
Diana se deitou de novo na cama, com as pernas bem abertas, e os dedos dela trataram de dar prazer direto na buceta dela. Soltou uns gemidos suaves, não sabia bem por quê, mas ficava excitada só de saber que o filho dela podia ouvir, e que ainda por cima ele tava se masturbando do lado dela.
De repente, Julián se levantou e disse:
—Sei que queria deixar a câmera pra outro momento, mas a real é que quero aproveitar o que você tá fazendo agora pra tirar umas fotos.
—Tá bom… traz ela.
Assim que o filho voltou com a câmera, Diana abriu a buceta usando a ponta dos dedos e deixou ele fotografar à vontade, depois voltou a se masturbar. Julián continuou tirando fotos do corpo inteiro da mãe, de vários ângulos. De vez em quando parava pra poder bater uma punheta.
A Diana deu na telha de levantar as pernas, mantendo-as abertas. Julián aproveitou pra se ajoelhar na cama, bem na frente dela, e começou a apertar o disparador da câmera. Depois, voltou a se masturbar. A loira ficou olhando com atenção o jeito que o filho batia punheta bem na frente dela, com o pau a poucos centímetros da buceta dela.
—Você vai gozar em mim como da outra vez? —Ela perguntou.
—Você disse que não queria repetir isso.
—Sim, mas já não ligo tanto. Faz isso.
—Tem certeza?
—Sim… faz mais que tudo na região da buceta. Essas fotos ficaram muito boas da última vez, e acho que poderíamos ter umas parecidas.
Julián olhou incrédulo para a mãe, mas não fez objeção alguma; pelo contrário, acelerou o ritmo da punheta, enquanto ela fazia o mesmo. Diana olhava pra pica dele e ele mirava direto na buceta lisinha da mãe.
O moleque ficou tão excitado que não demorou muito até o pau dele começar a jorrar litros de porra, a mãe tirou a mão a tempo e todo aquele líquido grosso e esbranquiçado cobriu a buceta dela.
—Ai, Julián, você encheu minha buceta de porra!
—Você disse que não ia me incomodar…
—Não, não me incomoda, é só que me surpreende. Faz tempo que não deixam minha buceta assim. Vai, tira as fotos.
Ela deixou o filho tirar o tempo que precisasse para capturar as imagens e depois retomou a punheta, dessa vez usando o próprio esperma do filho como lubrificante. Dava pra sentir aquele líquido quentinho e grosso escorrendo pelas frestas da buceta e pingando até o cu dela. Isso a deixou ainda mais excitada, então, poucos segundos depois, ela já estava tendo um orgasmo intenso. Julián aproveitou pra continuar tirando fotos, toda a porra dele tinha se misturado com os sucos vaginais da mãe e grande parte estava nos dedos dela. Diana não parou de se tocar, enquanto gemia e se contorcia na cama. Reduziu a velocidade por um instante, como se fosse parar, mas na hora acelerou de novo o ritmo e voltou a gemer.
—Ai, sim… sim…! — Exclamou a loira, enquanto passava os dedos cheios de porra. — Que gostoso… adoro!
Mais uma vez ela se sacudiu entre espasmos de tesão e soltou um gemido profundo de prazer. Depois caiu exausta, e ficou olhando pro teto, com um sorrisão nos lábios.
—Dá pra ver que você se divertiu —disse Julián, que já não tirava mais fotos.
—Me diverti pra caralho, fazia tempo que não ficava tão tesuda.
—Cê acha que tá pronta pra tirar foto com a pica na boca?
—Não sei… a gente tenta outro dia, hoje já tô exausta. Foi tudo muito intenso e preciso processar isso. Valeu pela ajuda, você mandou muito bem.
—Fiz o que você me pediu pra fazer, nada mais.
—Pelo menos já sabemos como fazer isso funcionar.
—Sim, e já temos mais fotos, que são muito boas, aliás.
—Bom, vou tomar um banho.
—Acabou de tomar um banho.
—Sim, mas isso merece outro. Tô toda grudenta… como se alguém tivesse gozado na minha buceta. Além disso, com tanta punheta, suei pra caralho.
—Eu também devia tomar um banho — garantiu Julián —. Te importa se a gente tomar junto?
—Hmm… não me incomoda… mas melhor outro dia. Não leva a mal, mas agora prefiro ficar longe da sua pica. Por mais que seja sua, não deixa de ser uma tentação… e com essa história de ficar enfiando ela na minha boca, tô perdendo um pouco o medo. —Julian olhou pra ela em silêncio, sem saber o que responder—. Ei, sou sua mãe… não pensa que vou te fazer um boquete ou algo assim… mas talvez desse vontade de “treinar” pras fotos, e acho que por hoje já teve treino demais. Tudo bem a gente se dar certas liberdades, em prol do nosso trabalho… mas temos que fazer isso com moderação.
—Claro, entendo.
—Fico feliz em saber que você entendeu. Te prometo que amanhã a gente tenta de novo com as fotos.
Dessa vez, o banho serviu pra Diana esfriar a cabeça, mas antes teve que se masturbar um pouco. Quando ficou satisfeita, saiu do banheiro e vestiu a roupa mais casual e menos erótica que encontrou. Ela gostava da intimidade que tava criando com o filho, mas não queria abusar disso. Não fazia ideia se um dia as coisas iam voltar ao normal entre eles, mas também não podia ficar pensando muito nisso. Por enquanto, tinha que aceitar as coisas como eram, porque era assim que precisavam ser.




Todos os meus links, pra vocês poderem seguir e apoiar minhas histórias:


https://magic.ly/Nokomi 


0 comentários - A MILF mais Gostosa[08]Buceta Gostosa e Melada[/08]