Bissexual por acaso. Juro por Deus.

Tempo estimado de leitura: [10 min.] Sou um homem de 28 anos que, até pouco tempo atrás, se considerava hétero. Mesmo assim, preciso dizer que há um tempo venho tendo sonhos molhados com homens, fantasias reprimidas rapidamente, e me peguei olhando pra alguns caras no chuveiro do vestiário. Mas tenho que admitir que nunca tive contato físico, muito menos íntimo, com nenhum até o dia que vou contar agora. Me divorciei há um ano, e foi aí que aconteceu. Quando me separei da minha mulher, procurei um apartamento pra alugar na minha cidade, Rosário. Tenho a sorte de ter um bom emprego numa multinacional, então depois de escolher o imóvel, decidi reformar ele em parte. A primeira coisa que resolvi mudar foi o banheiro. Assim, uns dias depois de me instalar, os trabalhadores da empresa de reformas me disseram que naquele dia deixariam o novo chuveiro instalado antes de eu voltar do trabalho pra casa. Mas minha surpresa foi que, quando cheguei lá pelas 21h, me deparei sem chuveiro, sem água e com um bilhete pedindo desculpas e prometendo uma explicação na manhã seguinte. Depois da minha raiva inicial, pensei em soluções. E falei comigo mesmo: é hora de conhecer meus vizinhos. Lembrei de ter cumprimentado no elevador um casal muito agradável que morava na porta da frente. Ela era uma mulher muito gostosa, uns 40 anos, ele um pouco mais velho, alto, forte e muito elegante. Então fui lá e apertei a campainha, meio tremendo, confesso — tenho dificuldade em pedir favores, ainda mais um desses. — Oi, vizinho, desculpa incomodar, mas tô sem chuveiro e sem água, será que podia te pedir um grande favor? — Oi, claro, entra. Minha mulher não tá, hoje ela trabalha no turno da noite. — Tô com vergonha de pedir, mas acabei de voltar do trabalho e preciso tomar um banho. — Imagina, fica tranquilo, vai lá no fundo. Fui pro banheiro. Era um cômodo grande, com um chuveiro enorme e um box totalmente transparente. Me despi rápido, pensando em terminar logo e não incomodar ele. Mas aí aconteceu uma coisa. O que me surpreendeu: eu já estava pelado e no chuveiro, todo molhado, quando ele entrou com uma toalha na mão. — Lembrei que não tinha toalhas. Fiquei envergonhado pela minha nudez e me virei. — Valeu, vizinho. De repente, percebi que ele não ia embora e senti que estava me olhando, mesmo eu não vendo ele. Minha tensão aumentou quando comecei a sentir uma ereção por causa da situação. Os nervos às vezes pregam peças, pensei. Mas eu tava realmente excitado porque sabia que ele tava me encarando. Ele não falava nada, então tentei continuar meu banho. Fechei o chuveiro e procurei o sabonete, mas não achei. Aí senti ele se aproximando da parte sem vidro e disse: — Acho que é isso que você procura. Me virei pra pegar o sabonete que ele vinha me entregar, mas a surpresa me deixou paralisado. Ele tava completamente nu e com uma ereção descomunal. O pau dele devia ter uns 16-18 cm e era grosso. — Sabe, vizinho? Eu também não tomei banho ainda. Posso? Aí minha voz tremeu, e com um tom ridículo, quase infantil, falei: — Beeeem, hã... é o seu pau, PERDÃO, sua casa, seu banheiro. Ele entrou e eu comecei a tremer igual uma folha ao vento. — Calma, vizinho, só quero que você se sinta à vontade na minha casa. Na mesma hora, ele aproximou a mão devagar do meu pau, acariciou sem parar de me olhar e pediu pra eu me virar pra ele poder me ensaboar as costas. — Se você não se importar, vou esfregar onde você não alcança. E foi o que fez. Pegou uma esponja, colocou sabonete e começou a esfregar minhas costas de leve. Aquilo tava começando a me agradar, mesmo eu não sabendo como queria que terminasse. De repente, ele parou de repente e senti uma das mãos dele descendo pelas minhas costas. Parou bem onde começam minhas nádegas e ficou fazendo movimentos curtos. Isso me fez arrepiar. — Vizinho, você tem uma bunda muito gostosa. Posso acariciar? Respondi baixinho um sim que me surpreendeu. Aí senti as duas mãos dele acariciando minha bunda de um jeito sensual, suave. O próximo passo foi... aproximar a mão direita na minha região anal, e a esquerda foi segurar meu pau, duro como pedra. Naquele momento, eu tremi de novo. Comecei a perceber que ou eu parava tudo na hora e ia embora, ou me entregava pra ele fazer o que quisesse comigo. Escolhi a segunda opção. A mão dele começou a me masturbar devagar, enquanto eu sentia um dos dedos da outra mão rodeando meu cu em círculos. Depois, ele molhou o dedo com saliva e começou a tentar enfiar em mim. Sentir o dedo dele abrindo caminho e entrando dentro de mim me deu um prazer inesperado. Entre o molhado do banho, a delicadeza com que ele colocou e os beijos que ele dava no meu pescoço e nas minhas orelhas, aquilo me agradou. Aí ele parou de repente e saiu do quarto. Fiquei surpreso, sem graça, pensando: será que fiz algo que irritou ele? Mas não, logo ele voltou com um pote de lubrificante na mão. — Vou te dilatar, você já sabe o que vem depois. De repente, percebi que aquilo não era só umas roçadas, uma punheta ou um boquete... era sério, e ele tinha um pau grande demais pra ser minha primeira vez. Ele viu na minha cara. — Pô, vizinho, nunca te comeram? — Não (falei, envergonhado). — Ummm, um novato, adoro. Fica tranquilo, sei fazer doer o mínimo. Ele me secou com uma toalha e me pegou pela mão pra me levar pro quarto dele. Ia me foder na mesma cama onde ele dormia com aquela mulher tão gostosa. Não pude evitar reparar em algumas fotos dos dois ali. — Gostou da minha mulher, hein? Ela também leva no cu e não reclama. Ele falou aquilo com um sorriso que me encantou, fiquei meio hipnotizado. — Deita de bruços. Fiz isso. Me estiquei e, na hora, ele separou minhas pernas e enfiou a cabeça entre minhas nádegas. Não consigo explicar o que senti naquele momento, mas foi muito melhor que qualquer boquete que alguma mulher já tivesse me feito. Meu corpo Ele tremeu inteiro e senti como um rio de prazer percorrendo ele, do meu cu até a cabeça, e de lá até os pés. Aquilo era novo pra mim, tive a sensação de que só assim poderia ter gozado se não fosse pelo estranho que me sentia. Em parte, eu lutava pra não gostar daquilo, não era moralmente certo. Eu gostava e por momentos ficava tenso. Ele também percebeu. — Sabe de uma coisa? Não vamos fazer nada que você não queira, pode me parar quando desejar. Continuo? — Sim, continua por favor. Ele colocou um travesseiro debaixo do meu corpo, na altura da minha cintura, com isso minha bunda ficou levantada e com a curvatura certa pra ele fuçar no meu cu. Pegou o lubrificante e começou a passar aquela substância fria e viscosa em mim. Meus suspiros viraram gemidos quando ele começou de novo a enfiar um dedo primeiro, depois dois, finalmente três. Não sei quanto tempo passou, porque tudo aquilo era tão novo e gostoso que perdi a noção. Aí me assustei ao ouvir uma porta se abrir, que parecia ser a da entrada. Ouvi umas chaves caindo num pote e uma voz feminina gritar: — Amor, já cheguei em casa. Aí a surpresa que superou todas as anteriores: ele não se mexeu, ficou parado, com os dedos dentro de mim, e até continuou mexendo eles enquanto me dizia: — Calma, não tem problema, relaxa. Ouvi uns passos se aproximando, uns sapatos que a dona tirou e deixou cair, e uns passos leves de pés descalços chegando perto. — Amor, você não tinha me avisado da festa. Vejo que começaram sem mim. Eu continuava de bruços, com os dedos dele entrando e saindo do meu cu enquanto ouvia ela se aproximar. — Oi gato, tá se divertindo? — Sim. Oi vizinha. — Me chama de Ana. Vamos fazer você se sentir como nunca. Tem experiência com sexo anal? — Não, — respondeu ele. — Ele tem o cu bem fechado. Vai ser um baita desafio pra mim. — Pra nós, amor, que eu também vou participar. Aquilo me deixou ainda mais perdido: iam me comer os dois? Notei como se beijavam, sussurravam e riam. — Bom, se tem que desvirgar ele, melhor eu começar — disse ela. Foi até o criado-mudo e eu vi ela pegar uma bolsa. Chegou perto de mim e me beijou docemente. — Gato, vou te estrear e você nunca vai esquecer. Senti uma mistura de medo, vergonha e tesão. Minha pica estava presa pelo peso do meu corpo contra o colchão, e tava dura como nunca. Na verdade, sentia como se fosse gozar a qualquer momento. E foi o que aconteceu quando ela colocou o cinto, e depois de tirar os dedos do meu cu, se posicionou em cima de mim e me penetrou com o dildo. Bastou um carinho dela, um pouco de lubrificante e, aparentemente, meia penetração. — Gozei... desculpa, sujei os lençóis. Eles sorriram e os dois chegaram perto do meu rosto pra me beijar. — Fica tranquilo, cara, é normal na primeira vez — disse ela. — E não se preocupa com os lençóis. Se esticaram do meu lado e começaram a me acariciar. Ficamos conversando sobre outras coisas, nada sexual: eu expliquei do que trabalhava, que tava separado há um tempo, das minhas poucas experiências sexuais desde então — alguma colega de escritório e olhe lá — e eles me contaram do que trabalhavam. Me convidaram pra tomar outro banho, o que agradeci. Dessa vez tomei banho rápido e sozinho. Quando voltei pro quarto, encontrei os dois pelados e sorrindo. Fizeram sinal pra eu chegar perto da cama e ela me ajudou a aproximar minha boca da pica do marido dela. Nunca tinha estado tão perto de uma pica antes, mas naquele momento já tava tão relaxado e excitado com eles que não tive dificuldade em colocar ela na boca. Comecei a fazer um boquete o melhor que pude, imaginando como gosto que façam em mim. Ele começou a gemer. — Uffa, como você manda bem, tem certeza que nunca fez isso antes? — Ela segurava minha cabeça com as mãos e me ajudava a engolir aquela pica. Quando ele ficou duro, comecei a ter ânsia de tão grande que era. Aí ela me fez parar. — Agora você vai enfiar uma pica de verdade, a do meu maridinho, e você vai adorar. Ela me fez ficar de quatro e passou lubrificante no meu cu. Depois enfiou um dedo, dois, três... dessa vez foi tudo mais rápido. Meu cu ainda estava meio dilatado de antes e eu mais relaxado. — Fode ele, querido, quero ver vocês dois se divertindo. Ele se aproximou por trás e colocou o pau na minha entrada. O pau dele era maior que o dildo, mas principalmente mais grosso. Quando começou a entrar, senti dor de novo, calor... mas ele foi tão devagar no começo que no fim me senti empalado e excitado. Ele ficou parado dentro de mim e disse: — Agora sim, você tem ele todo dentro, vou te comer. Começou com o vai-e-vem, cada vez mais violento, cada vez mais rápido. Enquanto isso, me segurava com força pelas nádegas. Isso me excitava ainda mais. Mas o que me fez enlouquecer foi quando ela, sentada numa poltrona à minha direita, começou a se masturbar com força e gemer. — Como está o cu do nosso vizinho, querido? — Está lindo, apertado e quente. Ouvir eles dizerem isso me excitava como nunca. Me senti desejado pelos dois, e minha próstata estava me dando um arrepio totalmente novo pra mim. — Vira, quero te foder olhando na sua cara e com suas pernas nos meus ombros. Fiz isso, e quando ele me penetrou de novo, senti aquilo entrar ainda mais fundo em mim. Senti que estava chegando perto de um novo orgasmo. Gemia quase como uma mulher. Ela se aproximou de nós e primeiro acariciou meu peito, minha barriga enquanto o marido dela me fodía. Depois meu pau, e finalmente o colocou na boca dela. Não aguentei mais e explodi de novo com um orgasmo longo e intenso, e dessa vez não sujei nada. Ela tinha engolido todo meu esperma. Ele tirou o pau do meu cu e se masturbou por não mais de um minuto até gozar no meu peito. Não me senti sujo, me senti satisfeito e feliz com a experiência. Voltamos a conversar relaxados, e depois de um terceiro banho, desejei boa noite a eles e combinamos de nos encontrar de novo. repetir a experiência.

5 comentários - Bissexual por acaso. Juro por Deus.

Me gusto el relato pero la mezcla de modismos españoles y argentos me hizo perder un poco, no sabia si sucedio en Rosario o en Madrid. Bueno igual
Eso nos pasa a los que emigramos, no somos de aquí ni allá como decía Facundo C
La respuesta mas boluda del año