2 Hermanas pervertidas pt.2

Segunda Parte
A desvirginação da irmã mais nova.
No conto que publiquei anteriormente, vi os comentários e, claro, algo bom. Eu sou o escritor dessas histórias de duas irmãs pervertidas, da 1 à 10, que publiquei no site sexosintabues, já que não sabia como publicar aqui no todorelatos. Agora que aprendi, vou publicar o restante por aqui. E agradeço a quem já leu no outro site. Em breve, estarei publicando a número 11 dessa saga.

"Mônica estava vivendo uma experiência inesquecível com um velho que poderia ser o avô dela, mas ela estava adorando também. Estava num estado de tesão tão grande que pedia para ele continuar apalpando ela, enquanto estava nas mãos daquele velho que curtia os encantos juvenis dela…"
Ela mesma estava surpresa. Apertava de leve aquela ferramenta, mas não ousava ir além. O velho examinava o rostinho agitado da menina e, sem mais nem menos, buscou os lábios dela. Dessa vez, não encontrou resistência, até porque ele enfiou a língua com força, saboreando levemente aqueles lábios, mesmo que a menina não colaborasse. Mas já bastava para ele. Só de aspirar aquele aroma quente e fresco de colegial, aquele gosto limpo de uma garota asseada e "decente", já era o suficiente.
Ela, com a mãozinha, apalpava devagar aquele membro duro, úmido e muito quente. Pela primeira vez na vida, tocava um pau de homem. Na mente dela, uma imagem que pudesse descrever, chegando até a comparar com o do pai.
Enquanto a jovem sentia os beijos pesados do velho na boca dela, se sentia sufocar, já que nunca tinha sido beijada por um homem na vida. E agora, pela primeira vez, estava sendo beijada por um velho que quase não tinha dentes. Mas, por aquela sensação estranha de êxtase que sentia, se deixava fazer o que o velho quisesse.
O velho, ao notar que a menina estava pegando e apertando a rola dele, sentiu um vigor inalcançável ao saber que umas mãos finas de anjo ousavam tocar a calça jeans dele. Simplesmente não aguentou mais e decidiu fazer um pedido à jovem:
— Chupa ele, minha filha, chupa. Decis. Mônica, com espanto e sem parar de abrir seus olhinhos, ouviu o pedido que o velho fazia.
— Não posso, Dom Apolinarrr... é que nunca fiz essas coisas — dizia ela, super excitada...
— Vai, faz issooo — murmurava no ouvido da menina.
— Vai, mamãe, faz isso por este velhinho. Eu vou te ensinando como fazer. Anda, decide, mãe.

A garota nunca tinha feito o pedido que aquele velho estava fazendo, mas algo dentro dela e na sua excitação queria experimentar pela primeira vez o que é chupar uma rola, já que uma vez viu os pais no ato sexual e mais ou menos tinha ideia de como fazer... Então, a garota colocou uma única condição para fazer aquilo e disse ao velho:

— Mas vai me deixar ir, Dom Apolinário?
— Sim, sim, sim. Tira ela logo, mamãe! — dizia com total excitação, apertando a mão da menina, que por sua vez apertava a rola do velhote.
— Mas só vou chupar ela... e já? É que tenho que ir mesmo...
— Sim, sim. Chupa ela e vai, mamãe. Não se faz mais de rogada. Sente como ela está quentinha, hmmm... Agora chupa ela, minha vida! — exclamou com ânimo lascivo, enquanto masturbava a buceta da jovem gostosa, tentando encorajá-la e, com isso, levando-a a tomar decisões abandonadas.
— Hmm mmmmmm mmmmm... — expressou a menina, que curtia a siririca que estava levando.

— O que está esperando, puta?! Hmmm...?! — voltou a dizer, como se curtisse a siririca que dava na garota excitada.
— Agora chupa ela de uma vez, putinha. Chupa ela. Quero que engula meu leite na sua boca.

Mônica agora ouvia o velho tratá-la como uma puta. Nunca na vida tinha ouvido aquelas palavras... Mas a jovem, no seu êxtase ao sentir aqueles dedos na sua bucetinha suculenta, além de ouvir palavras tão ofensivas, ficava mais excitada. Queria, por enquanto, conhecer o que aquele velho gordo escondia nas calças.

— Mmm...! — resmungou o velho, depois de ter enfiado um pouco os dedos na buceta da menina, mas não tão fundo. Ele sabia que ela era virgem, por isso fazia assim. delicadamente. –Tá se derretendo, sua putinha. Que delícia que você tem. Ooohhh… A jovem, cada vez mais fogosa, experimentava com cada intromissão, com cada desvario, um desejo ardente e, sem mais, de pé ao lado dele, começou a desatar as cordas da calça que o velho vestia. A menina gostava daquele comando prepotente com que o velho a tratava. Dava pra imaginar que ela gostava de ser tratada assim, como uma qualquer vulgar; aquele velho estava disposto a extravasar bem a vontade dele com ela, encontrou os pontos que a enlouqueciam e de lá não sairia se não fosse bem comida. Mônica tinha explodido, o corpo dela pedia mais. Sem pensar muito, começou a descer com os dedos de um lado e do outro a calça junto com a cueca do velho. A menina, com um pouco de força da parte dela, conseguiu baixar até a metade da nádega, só a calça. A jovem, com decisão, enfiou a mão, já que não conseguia baixar mais a calça do velho, e puxou aquela ferramenta ereta que cuspia viscosidades, líquido pré-seminal que caiu na mãozinha dela, quente, pronta pra se fazer e fazer gozar. Aquele membro ereto, de um tamanho considerável, era circundado pela mão lisa da jovenzinha, só o contemplava, sentindo o calor e algumas pulsações que ele gerava diante dos olhos curiosos e já lindos e abertos dela. A pica do velho era enorme, dava competência à do pai dela quando viu pela primeira vez. Se sentia tão estranha, esquisita, muito aventureira ao ter uma pica pela primeira vez, algo na mente dela impedia que parasse de tocar. Mônica começava a sentir uma sensação muito desesperada desde as glândulas salivares, um humor desejoso que corria pela língua úmida, sentia um instinto que a orientava a querer levar aquele membro à boca pela primeira vez na vida e experimentá-lo oralmente. De forma automática, foi se ajoelhando aos poucos, sem soltar aquele instrumento, nem com a mão nem com os olhos. O velho apressou a disposição hesitante da garota. segurando seus ombros e empurrando-a para baixo. Aquilo aumentou suas palpitações conforme ela chegava ao chão, ela mesma sentia essa agitação como se aquilo tivesse vida própria e se animasse avidamente, pressentindo o que estava prestes a aproveitar. A jovem apoiou os dois joelhos naquele chão rústico de cimento. Agora levou ambas as mãos ao redor do falo, mais ou menos sabia o que tinha que fazer. Ela emitiu um som curto e agudo, nada claro, mas realmente não importava para o velho. Ela fez um gesto de surpresa, abrindo a boca, e foi aí que o desatinado velhote, sem perguntar e porque o tesão a invadia, enfiou-lhe na boca. Mônica o recebeu sem nenhuma resistência, realmente tinha sido surpreendida e o acúmulo de saliva na boca dela ajudou de boa maneira que aquilo penetrasse adequadamente. O velho estava realmente extasiado, pouco se lixava em respeitá-la ou buscar o prazer nela. O verdureiro a segurava pela sua morena cabeleira, fazendo um curioso rabo de cavalo, enquanto com a outra mão a pegava pelo queixo, para que a garota não tirasse a fedida pica da boca. A Colegial que pela primeira vez sentiu uma pica na boca aos poucos entendia o que estava atravessando e que deslizava com certa facilidade, a jovem sentia que se afogava ao querer que aquele instrumento tentasse chegar até suas amígdalas, Mônica, que não tinha experiência alguma em chupar uma pica, jamais pensou que seria tão bruto assim sua primeira vez mamando. Os distintos sons eróticos que a boquinha da garota fazia ao receber de maneira tão grotesca aquela pica ecoavam repetidamente naquela sala, abafados pelos sonoros gemidos de prazer do verdureiro que rapidamente se fizeram ouvir, era o momento só para ele e ele se comportava como um lunático. Nem sequer reparava no conforto firme que a garota pudesse ter, não era sua prioridade básica no momento. Ele procurava arremeter contra aquela cavidade oral. Ele ficava fascinado em ver aquela mulher tão gostosa engolindo praticamente o pau inteiro sem reclamar, pelo menos pra ele. Os movimentos dela variavam, às vezes rápidos, depois lentos pra aproveitar melhor aquela penetração. A linda Mónica aproveitava os momentos mais devagar pra controlar a respiração, que era o que mais pegava no começo, porque dentro da boca dela não tinha muita manobra pra se mexer com aquela barra de carne atravessando ela oralmente. Ela apoiava as mãos nos joelhos. A menina começou a rodar a língua em volta daquele pau, tentando sentir ele pelo menos. O tamanho era enorme, ela não entendia como na boquinha dela cabia um pau tão grande. O gosto daquele pau era definitivamente ruim, era basicamente um gosto de suor. Por isso era impressionante ver como a colegial aguentava tanta estocada na boca, os olhos dela marejavam de lágrimas. No céu da boca, ela sentia a quantidade de líquido pré-ejaculatório que o pau do amante soltava. Apolinar tava mais que fascinado, aquela brincadeira de língua que a menina começou a fazer ele adorava, então ele desacelerou os movimentos pra ela poder fazer melhor. Virou pra olhar ela, ela tava entretida, sem nem olhar pra ele, ainda segurando o cabelo dela e praticamente controlando os movimentos externos. Sem tirar o pau da boca dela, ele esticou uma das mãos enrugadas até a maciez do rosto dela, depois desceu pros peitinhos redondos e começou a acariciar por cima da blusa fininha. A menina, com uma das mãozinhas livres, começou a se masturbar no ritmo do vai e vem daquele pau na boca dela. Com essa combinação, a menina continuava chupando pau com muita dedicação, o velho apalpava cada peito com puro desejo e ela se esfregava na própria bucetinha, achando os pontos que a levavam ao orgasmo, claro sem machucar o hímem. O velho sortudo não parava de gemer e soltar elogios sujos pra aquela boqueteira. mulher que o satisfazia. Mas ele já não se contentava só em tê-la ali, com o pau na boquinha dela. A qualquer momento podia gozar porque já não aguentava mais, mas ele não queria se derramar dentro daquela boquinha. Tinha que atacar naquele momento, sabia que a menina gostava de gemidos leves, que ele fazia questão de ouvir. A menina, que mantinha os olhinhos fechados, sentiu que arrancavam da boca aquela barra de carne à qual já tinha se acostumado a chupar com gosto, mais que tudo. — Seu Apolinar… o que cê tá fazendo — saiu dos lábios da garota, que era segurada por um dos braços fracos dela, colocando-se de pé, agarrada brutalmente pela cintura e depois sendo virada, jogada em cima da velha mesa onde estavam os copos de água com gás e o resto do bolo. Várias daquelas coisas que estavam em cima da mesa ele jogou de lado. Apolinar estava enlouquecido, adorava tê-la naquela submissão, quase, mas quase, consensual, pra ele não tinha volta. De costas pra ele, não tirava os olhos daquele rabo tão suculento de garota recém-desenvolvida que se escondia debaixo daquela minissaia. Apalpava, de novo, as dimensões daquelas nádegas pequenas. Mas dessa vez pretendia algo diferente. Colocou o pau endurecido no meio daquelas carnes, o pau dele a reconhecia mais de perto por estar mais nua, sentindo a sensibilidade do contato e aquele membro dava um pulinho de excitação, parado e bem ansioso. — Mas que bunda gostosa, hmmm… — falou o sortudo verdureiro, diante do entusiasmo maravilhoso de ter à disposição tanta carnosidade, que já começava a esfregar, fuçando como um possesso toda a área possível com as mãos, que o atraíam de forma irresistível. Mônica olhava pra qualquer lado como se com isso pudesse evitar aquele prazer desastroso. Sentia o velho começar a percorrer toda a extensão do corpo lindo dela, ainda por cima das roupas finas que pouco faziam pra evitar sentir aqueles amassos. Tentavam-lhe as tetas, a barriga dela, a bucetinha linda dela… praticamente queriam despir ela, coisa que ia acontecer logo. — Ai, mamasita, tu não sabe como eu te desejo toda vez que você passa com sua saia escolar andando com sua irmã, fico de água na boca e agora tenho você só pra mim. Seu corpinho todo… — ele murmurava no ouvido ainda sensível da garota e assim começava a envolver ela com seus braços tortos, cutucando ela com o pau de novo. — Você é bem gostosa. Tô de olho em você faz tempo, meu amor, e você me deu vontade, hmmm… e agora… tô te aproveitando… hmmm… A menina só se deixava fazer e também ficava ouvindo as vulgaridades que expressavam os desejos do verdureiro, mostrando que ele tava encantado. A sensibilidade no ouvido dela era a fraqueza dela, o velho praticamente respirava dentro dela, sentindo aquele hálito desgraçado de uma boca que ela não queria beijar de novo, disso ela tinha certeza. De repente, sentiu o velho pegar nas laterais de trás da blusinha dela, beijando os ombros dela, sem parar de cutucar, e começou a puxar a blusa pra baixo, a intenção era clara, queria despir ela. — Não! Não, não faz isso! — a menina falava, mas era inútil. — Nisso, não, não combinamos, você me prometeu que me deixava ir se eu chupasse você… — Hmmm… como você é gostosa. — Por favor, seu Apolinarrrr… — a voz dela saía fraca, tentando ser suplicante — Deixa… me deixa ir, eu não quero fazer isso com você. — Nãooo, não quero mesmo. A linda jovem continuava insistindo. — Além disso, pra que se fazer de difícil, se você bem que quer, mamasita. — Não… isso não é verdade. — a garota rebateu, olhando na cara dele pra mostrar que tava falando sério, segurando as mãos do velho pra ele parar e não tirar a blusa dela. — Ah, não é?! Olha isssooo — e na hora ele enfiou as mãos por baixo da saia da menina, procurando a xereca dela e passou os dedos por toda a buceta da garota, molhando eles com os sucos vaginais dela e depois mostrando pra ela sem vergonha. — Olha. Cê tá toda molhada, sua puta. Então para de falar merda. Hoje cê vai ficar com um homem, por acaso eu mandei cê vir na minha casa? Cê veio por vontade própria, então para de choramingar e me empresta essa sua buceta. Além disso, já provou meu pau na sua boquinha e bem que cê gostou. Se chupa bem gostoso. —Isso não é verdade, não é verdade! Era pra ser se eu chupasse ele me deixava ir... agora percebeu que o velho não ia cumprir a palavra. —Não fala merda, hmmm... —Apolinar passava os dedos de novo por toda a buceta pra tentar anular a sanidade da menina indolente. —Cê quer pau e eu vou te dar. Se não, não tinha vindo. Cê vai ver que gostoso que a gente vai passar. Até vai pedir pra levar, putinha hahaha... de repente o velho puxou ela contra o peito com mais força que antes, pelo menos ela achava, e enfiou as mãos por baixo da saia leve e começou a apalpar a bunda dela com total descaramento e insolência. —Ai, minha vida, nunca vou me cansar de apertar essas bundinhas redondinhas. Como tão durinhas. Plaaafff! —um eco sonoro característico de uma boa palmada ecoou pela casa toda. A menina mostrou uma careta de dor evidente e natural, aumentando o medo que sentia dele, que continuava com aquele sorriso detestável e debochado. —Como eu gosto da sua bundinha. Cê deve apertar bem gostoso... hmmm... mmmmm que delícia. Mônica olhava pro degenerado com aquela impotência natural de menina inocente. As mãos grossas percorriam a bunda dela e ela não achava jeito de parar aquilo. O velho procurava o zíper que abrisse aquela minissaia. —Agora sim, puta. Já tô com o pau doendo de vontade de meter em você —disse Apolinar com total luxúria, olhando ela dos pés à cabeça. O velho bufava com respirações pesadas e rápidas, com os olhos vermelhos, como um touro prestes a atacar. —Vamos logo pra cê ir embora cedo, hahaha, se é que não vai gostar e ficar pra receber mais hahahahaha —dizia com Malícia completa, curtindo o momento de total controle sobre a gatinha. –É hora de foder – disse o verdureiro. O velho novamente puxou o pau ereto pra fora pra que ela pudesse ver mais uma vez, há pouco mal tinha conseguido olhar pra ele, praticamente tinha enfiado na cara dela sem mais nem menos. Ela tava vidrada nas veias que se desenhavam nele, no quão grotesco era, pulsando devagar, os pelos que tinha eram bem grossos, compridos e grisalhos, além de ter uma cor escura na parte das bolas, na base do negócio. Também reparou na cabeça curiosa que ele tinha, uma bem desproporcional em relação ao tamanho da vara toda, de um tom avermelhado. Ela temia que aquilo logo estaria dentro dela, nem sabia por que tinha metido na boca, por que tinha gostado. Agora não tinha volta, o velho perverso não ia sossegar até gozar dentro dela.

Ele captou o olhar da menina doce, ela olhar pro pau dele foi só um sinal pra continuar, e praticamente puxou ela por um dos braços e levou pro quarto onde ele dormia, já na beira da cama, só encostou ela nela. –Não, não, não, não – disse a gatinha que, apesar de tudo, ainda resistia. Ele assumia o controle total e entendia que a menina queria a mesma coisa que ele, mas odiava essa teimosia, ou talvez só alimentasse o orgulho de macho dele. Então pegou ela pelos cabelos e empurrou na cama. Tava toda excitada há um tempão e agora diz que não? – disse o velho Apolinar, agarrando ela e ajeitando com mais violência. O velho continuou tirando a roupa com relativa facilidade, mais por ansiedade do que por habilidade natural, deixando à mostra um corpo largo e obeso, típico de má alimentação, mostrando um corpo nada agradável, onde cresciam pelos de forma desigual e desproporcional, já que em algumas áreas tava cheio. Bruscamente, pegou a garota que olhava pra ele com total desgosto. Puxou ela contra o corpo dele. Corpo nu, para novamente se dedicar a ultrajá-la com carícias. -Por favor, por favorrrr, Dom Apolinar, nãooo me estupre, nãooo–dizia a menina com voz trêmula. – Não, não me machuque, por favor… eu imploro. Apolinar a pegou pelas pernas, foi direto ao zíper escondido que já sabia onde ficava, dadas suas explorações anteriores. Então o abriu sem resistência importante e o tirou, forçando a garota por baixo de suas pernas. A mesma sorte teve a blusinha de barriga de fora que ela usava, saindo pelo mesmo lugar e com a mesma facilidade. A menina mal reclamava, pois pedia em vão que ele não fizesse nada. Finalmente, foi despojada de suas roupas, ficando apenas em sua jovem e provocante roupa íntima e no calçado que protegia seus pés. O olhar lascivo do velhote ficou preso na minúscula calcinha rosa e nas brilhantes e morenas pernas da colegial, que já estavam abertas. Pegou a minúscula calcinha da garota e, com ambas as mãos, a baixou num só movimento, para despí-la. Seu olhar desvairado pousou na bucetinha jovem e virgem, de fato, quase raspada, limpa, a de uma mulher que jamais foi profanada. Retomando suas andanças, desta vez atacou o sutiã, de maneira hábil liberou o par de peitos pequenos, mas duros, da colegial, e assim ela ficou completamente nua, completamente vulnerável. Apolinar, com grande emoção, se acomodou sobre a cama, sem soltar a menina, posicionando-se por trás dela, que já não oferecia muita resistência e deixava que tudo acontecesse como o velho quisesse, porque em seus recônditos mais perversos, uma força terrível e incontrolável permitia que tudo isso passasse, as emoções expectantes. Assim, o sujeito tarado colocou suas mãos na cintura fina da menina, sentindo a suavidade única e exclusiva de mulheres tenras como ela. Apesar de tudo, sentia um medo estranho, aquele que surge da excitação, por isso, com aquele tremor no O toque dele começou a percorrer o corpo dela desde a barriga, subindo pelos peitos lindos e durinhos, muito melhores do que ele tinha imaginado, chegando ao pescoço fino e altivo, enquanto beijava as costas dela e a parte de trás da orelha; ele sabia que a garota ia ter que ceder, mas ele também podia colaborar. Ele apertava os peitinhos duros da mulher, com certa pressa, mas sem a violência de antes. Agora ele estava tirando um tempo pra isso. — Que peitos, mamacita, pequenininhos, mas no tamanho natural deles, eu gosto. Hmmm… que yummy que eles são. As lambidas dele naquela parte fina das costas não demoraram a acontecer, os olhos dele percorriam, intrépidos, todas aquelas curvas jovens; ele se dedicava a sentir aquele cheiro de mulher perfumada e limpa, a pele morena e lisa. Ele acariciava os peitinhos jovens da garota, apertando-os cada vez que sentia uma sensação orgásmica acompanhando ele, já que o velho já apontava com a rola enfiada a bunda daquela mulher tão singular, cutucando ela de novo e experimentando, agora sim, o roçar de peles que ele tanto esperava. Ele tentava não se desesperar porque a vontade de meter nela tomava conta dele, e ele ainda queria aproveitar com as apalpadelas todo aquele corpo lindo servido ao gosto dele. Isso sim, ele fazia movimentos sobre a pele nua da parte de baixo da bunda da garotinha, molhando ela com os líquidos pré-seminais dele. Mônica bem que podia sentir os carinhos, mas aquela barra quente e molhada procurando o buraquinho dela na bunda assustava ela sem remédio pelo que ela poderia viver em instantes se fosse perfurada daquele jeito. Ela se sentia agitada; por um lado, não respirava com conforto, estava presa pelos peitos que eram espremidos à vontade. Ela fechava os olhinhos; de alguma forma, as sensações involuntárias de mulher em descoberta voltavam a aparecer. Ela mordeu levemente o lábio inferior, como se aquilo fosse exatamente da conta dela. — Ai, mamasita. Hmmm… que yummy você tá — dizia o velhote, que começava a levar as manobras dele com a língua pra orelhinha dela. desprotegida da menina, o ponto fraco que ele queria. Com os sentidos aguçados, o verdureiro amassava com dedicação extraordinária os peitos da garota, a cada momento se sentia tão sortudo e às vezes caía na irrealidade e tudo mais, mas bastava acariciá-la, apertá-la e ouvi-la soltar um gemido para voltar à sua linda realidade. Com mais vigor, ele a provocava com mais firmeza, aspirando e enchendo os pulmões perturbados com o aroma fresco do perfume dos cabelos da jovem, quase perdendo o controle com isso. No entanto, ele queria saboreá-la em todo o seu esplendor. A menina respirava pesadamente, sinal de que estava cedendo, o que esquentou ainda mais o ânimo do velho que queria incentivá-la a mais, enfiando as mãos na doce buceta da menina. — Nnn... não... Nnn... não, nãooo — balbuciava uma garota enfraquecida, ainda perdida com os olhos semicerrados. Apolinar acariciava a menina com afinco, de forma lasciva, muito desesperada, sem discriminar área possível de todo aquele corpo jovem. Mantinha as chupadas na orelha, pois era graças a isso que a tinha seriamente dominada. De repente, sentia a pele arrepiada que a menina expressava na pele, como quando se tem calafrios, sinal de que curtia as lambidas. O velho astuto captou na hora essa reação a seu favor, era questão de ajudar um pouco mais, de fazê-la participar. Então, pegou uma das mãozinhas da jovem para orientá-la em direção à sua ereção dominante. Ela não resistiu, em instantes apalpava aquela grossura, aquele calor que aquele pau continha. Fechava os olhos, inclinava a cabeça para trás, se deixando levar. Em vez de parar de tocar o pau, e embora negasse com a cabeça, empurrava a bunda para trás, respirando com mais força. De repente, foi pega para ficar de frente para a cara estúpida e astuta do velho. A língua e os lábios do homem percorriam a pele de sabor fresco, subindo pelo pescoço e ombro, buscando o colapso total, aos poucos. procuravam a boca vulnerável, mas deliciosa e fresquinha daquela garota tão sensual. Ele reencontrou aquela boca, achou ela molhada, mas ela o rejeitou, apesar de ter aceitado por um tempo a chupada devoradora que ele deu antes. O velho voltou com seus apalpões por toda parte, agarrando ela pelas nádegas, puxando ela pra perto da virilidade dele que batia na barriga nua dela. A menina abriu a boca e ele, vendo aquilo, devorou a boca dela, bebendo toda a saliva que ela produzia na boquinha. Saiu do beijo quando ela virou a cabeça, agora percorria o pescoço longo e fininho, dando arrepios gostosos que aumentavam com o calor que ela sentia na pele da barriga. Depois desceu pras tetas lindas e suculentas que ele queria chupar. Então, sem mais, começou a chupá-las com uma vontade danada, fazendo a jovem tremer, se mexendo de leve, respirando ofegante — tudo nela denunciava, mas ela não queria admitir pra aquele aproveitador miserável. — Ahhhh ahhhhh Mmmmm mmmm — gemia a menina. Seu Apolinar sabia que era questão de mais firmeza. Na real, o que ela pedia já era demais. Ele só se dedicava a chupar os peitos recém-desenvolvidos dela, como se quisesse mamar neles. Ela praticamente se contorcia. Sabia o que queria, e o que ela queria era aquilo quente se apertando contra a barriga dela. — Oooohhh… ahhhh — ele expressava com prazer e alegria, bem pertinho dos ouvidos sensíveis da menina. — Que, hmmm… gostoso, sabia? Olha só. Você adora. Olha como você pega… hmmm… parece que você vai gostar disso, sua putinha… A colegial, naquele momento… mas a boca dela foi atacada com outro beijo que a obrigou a participar, porque um aperto num dos mamilos fez ela sentir um prazer gostoso. Eles se beijavam, ou melhor, ela beijava ele, remexiam na boca dele. O velho separou a boca por um instante, notou como ela fechava os olhinhos, com a boca aberta, esperando mais. Moveu a ereção dele sobre aquela barriga, tateando a área pélvica por onde esse pau já queria invadir. — Que gostosa sua bucetinha, mamacita. Sou um homem muito sortudo, vou ser o primeiro homem a te fazer mulher. hahaha… — Ahhh ahhh Mmmmmmm ahhh, seus gemidos diziam tudo, ela queria aquele pau já… a menina estava prestes a se entregar a um desgraçado, um velho pervertido. Isso mexia com os sentidos dela, agulhava na buceta dela coberta de pontos elétricos que se espalhavam por todo o corpo. O velho bufava como uma fera enfurecida, estava pronto pra atacar de novo, encontrando o prazer que era ter uma mulher se entregando pra ele. Não se cansava de olhar pra ela, cada milímetro nela, cada poro da pele dela, cada brilho de suor doce, cada cheiro perfumado, aumentava a tesão dele e ficava muito mais gostoso. Colocou a menina de costas, de barriga pra cima, ela se comportava simples e obediente. Ele abriu as pernas dela, pouco se importava com o prazer que podia dar a ela. Olhava praquela buceta brilhante, ele dizia que a buceta de uma mulher servia só pra enfiar paus e gozar. Começou a enfiar os dedos simulando a penetração que queria fazer. Sem machucar o hímem dela, porque aquilo ele guardava pro pau já duro. A menina olhava pros olhos inquietos do velho, ele olhava praquele tremor esperado. O velho, vendo aquela tesão feminina, aquele abrir e fechar dos olhinhos dela, e sem mais, ajoelhou na frente dela, pegando com a mão o pau grosso dele, apontando na direção da entrada daquela buceta jovem e linda. Mônica se dedicou a examinar tudo, sem parar, algo dentro dela já queria aquilo, pedia menos enrolação. Se apoiou nos cotovelos pra ficar numa posição melhor, viu como o velho verdureiro apontava a coisa bem dotada dele na direção dos lábios da buceta dela. Ao mesmo tempo, o velho se acomodou sobre ela, se esticando, fazendo os dois corpos ficarem estendidos. Ela resgatou um momento de sanidade e ia pedir tempo, espaço, piedade, mas o tipo, ela apoiou a cabeça no ombro da menininha e, sem mais, enfiou metade daquela virilidade na apertada buceta virgem da garota. A colegial sentiu aquele pauzão enorme se enterrar, rompendo seu hímen sem nenhuma contemplação do velho, e soltou um — Nãooooo…! Ahhhhhhhhhyyy…! Hayyyyyyu! Aaahhhhhhhhh! Ayyyyy ayyyyy — gritava a menina feita mulher — a voz doce saiu com a força necessária, que ao mesmo tempo servia pra aguentar a investida. APOLINAR não acreditava no que tava rolando, seu autocontrole tava funcionando maravilhosamente porque ele tinha ainda mais pra dar. Exalava de boca aberta, sentia o calor das carnes internas da jovem, parando um momento pra sentir a textura até então enigmática de uma buceta jovem recém-desvirginada, que ele nunca na vida tinha sentido. Enfiou as mãos por baixo dos ombros macios da menina, pra ter melhor controle daquele corpo frágil. Depois começou com um vai-e-vem lento, que era mais o meter. A menina se contorcia de dor ao sentir que pela primeira vez um homem a perfurou, e sem piedade. Só se agarrava nas costas largas, sentindo as áreas peludas distantes umas das outras. O velho tentava, aos poucos, chegar com cada estocada do seu pau grosso até o fundo possível. A garota de repente sentia a dor aumentar conforme ele avançava mais. Seu pau grosso e duro, aquela tranca era muito grossa e comprida pra garota — Auch… Nãooo… Tá doendo… Não, não… não me machuca… Seu Apolinarrrr aaahhh… essa, sua coisa tá me machucando… aaaahhh… dói, por favor, tira. Tira. Sem dúvida, o velhote ficava mais excitado do que comovido com isso, tava completamente feliz, só de saber que era dono daquela menina tão gostosa, sentia um orgulho imenso que o fazia se sentir vitorioso por ter roubado o tesouro mais precioso da jovem. Cada palavra suplicante da menina chorosa significava pra ele que devia ir mais fundo. Faltava explorar mais aquela bucetinha, ainda tava no meio, em cima daquelas coxas abertas. O O prazer que estava sentindo era incomparável, ele continuava com seu insolente vai-e-vem, os olhos pulavam de suas órbitas. Ele usava um pouco mais de força, pois a buceta da garota se mostrou mais apertada, já que ele ainda não conseguia enfiar o pau inteiro e queria chegar até que a base encostasse na parte externa da xereca. — Ooooohhh... Mas que bucetinha apertada, gostosa. Ohhhh… — ele berrava na cara da menina, soltando seu bafo e várias gotas de saliva que escapavam. — Agora vou meter tudoooo… aaaahhh… até o fundo, você vai ver... Já já você vai sentir o que é ter um pau inteiro na sua rachinha do jeito certo, putinhhaaaa… aggg… — Não… seu… Tira…! Dói, dóiiiiii — suplicava a jovem… — Fica calma, gostosa. Agora vai entrar tudo e você vai adorarrrmmmmmmmmm… Até vai pedir mais, sua vadiazinha aaahhh…. — exclamava o velho, pegando as lindas tetas para chupar praticamente as duas ao mesmo tempo. O velho continuou com seus amassos. Por um bom tempo, aquele vai-e-vem penetrante se manteve, enquanto ele atacava a todo momento com seus beijos desesperados, que eram mais lambidas na boca do que a mulher conseguia suportar. O velho estava prestes a querer enfiar o pau inteiro, mas a bucetinha da menina resistia bastante, exigindo mais do velho, que aplicava uma força além do que imaginava, se violentando naqueles movimentos, caindo sobre ela e partindo para uma investida bestial, o que foi selvagem para a pobre garota. — Aiiii…! Aiiiiii nãooo… Nãooo! — gritou a colegial com voz dolorida e uma carinha franzida que mostrava a tortura que estava sofrendo. — Dói… nãooo… o que o senhor está fazendo, seu Apolinarrrrr ahhhhhj ayyyyyyyyuu… ahhhhhmmm…! O senhor tem ele muito grande, aii aii me dói… A menina sentia que estavam machucando sua buceta com aquela penetração concentrada que havia sido concluída de repente, engolindo por completo os vários centímetros de carne que o orgulhoso sujeito possuía. Eram quase os mesmos que o seu Querido progenitor. Para a garota era algo novo, segurando suas mãozinhas sobre os cobertores da cama, entre gritos de dor, súplicas que não eram atendidas de jeito nenhum pelo verdureiro, que estava completamente enlouquecido pela sua conquista recente. O homem podia sentir sua própria vara enfiada nas profundezas da buceta, o que fez ele aumentar o ritmo das metidas, confirmando como ele tinha a pica bem enfiada, que gozava pra caralho e nada podia impedir. Ela se agarrava nele, levando as mãozinhas para o peito flácido e caído. E de repente, quando sentia a certeza de que aquilo a atravessava com mais força e chegava a pontos extremos, sentia que tudo se desvanecia e só se concentrava em resistir.

— Não... ôôô... ôôô... seu Apolinar!... Tô doendo! Pelo amor, pelo amor, para, é minha primeira vezzz aiii... tô doendo, não tão... forte aaaai... tô doendo!... Aaaai... muito! Pelo amor!...

Parecia que a menina, em vez de pedir piedade, estava pedindo mais força bruta e impiedosa, era exatamente isso que o velho interpretava. Para ele, ver a dor provocada o enchia de um prazer indescritível. A menina não conseguia acreditar como tinha chegado tão longe, se culpava pela sua facilidade, pela sua sensibilidade, tudo para ser violada por um sujeito tão horrível. "Tudo isso me acontece por sair de casa tão tarde e vir a um aniversário sozinha com um velho que me enganou", pensava a garota, chorando e levando uma tremenda fodida brutal.

O velho estava em outro assunto, muito mais confortável. Sentir como aquela cavidade vaginal o recebia com tanta facilidade o sacudia a ponto de se sentir o melhor dos homens. Ele penetrava com mais força, aproveitando aquele buraco apertado, molhado, quente, até notando como suas bolas batiam agora nas nádegas da menina. Adorava ver a menina se rasgar, pelo menos ver aquelas expressões deliciosas, ela arranhando os lençóis que estavam sobre a cama, virando a cabeça, apertando os... lábios, abrindo-os mais uma vez; ele adorava brincar com essas expressões, aumentando o ritmo com que a atacava, tomando uma velocidade mecânica, aproveitando o delicioso interior da novinha, entrando e saindo. A coitadinha olhando pro velho com olhinhos, sentindo a dor de estar recebendo pica por um bom tempo de vários minutos, embora logo viessem as sensações de êxtase, aquelas que no começo a acompanhavam. Dos lábios dela já saíam a respiração pesada, os suspiros leves, os gemidos que representavam o prazer genuíno. Mal tinha ouvido um som levíssimo de êxtase da garota, o velho já se mexia rápido, tentando basicamente perturbá-la. Ele entendia que era disso que se tratava: quanto mais ele se movia, mais a garota se acendia.

— Oooohhh… Tá gostando, né, putinha? Bem que te falei que ia gostar, se todas gostam que a gente coma elas assim, hahaha… — exclamava o velhote olhando pros olhos brilhantes da menina, que já não soltava lágrimas como antes, tinha aquele brilho reclamão mas era porque tava gostando, as gotinhas de suor na testa dela, no nariz fino. Além disso, a menina começava a mexer os quadris, se ajustando sozinha no ritmo das penetradas, se mostrando excitante, em êxtase, fogosa, irreal mas acessível pra ser possuída. O velho tava inalcançável, nada conseguia fazê-lo se sentir infeliz, não se cansava de admirar uma mulher tão digna que agora tava trepando com ele na cama dele e na casa dele… aquela figura esbelta deixava ele louco de paixão, sentia a dureza daqueles peitos firmes e quentes se comprimindo contra o peito dele, coisa que o esquentava mais, levando aos limites da imaginação dele, aos limites do sexo sem fim.

— Aaaahhh… mas que gostosa você se mexe, sua docinha… que gostoso que tô passando esse dia do meu aniversário, né? Cê gosta de como eu te como, né? Sua putinha é só minha, sim ou não, mamasita? A colegial só faz se mexer, essas palavras humilhantes encontraram sentido no seu ser ominoso que estão enchendo ela de prazer. Ela já não consegue parar nem quer, foi incendiada. Por isso, fecha os olhos, envolve com seus braços ágeis o pescoço do amante e praticamente se pendura nele. Arquea deliciosamente as costas, mexe a cintura num movimento rápido e muito exato de trás pra frente, buscando dar apoio e melhor desenvoltura àquela investida que o velho está lhe proporcionando, seus pontos de pressão foram tocados e ela já não pode desistir por muito mais tempo. -Aaahhh… Aaahhh… Hmmm… Aaahhh… Siiii… Que gostosoooo! – dizia a voz mais doce, distorcida pelos altos níveis de prazer que a invadiam, ao mesmo tempo que sentia seus mamilos ficarem duros como pedras ao contato com o peito enrugado do verdureiro, comprimindo os músculos como se quisesse prender para sempre aquela penetração. – Siiii… Assim, assim, asssim…. Hmmm… Siii… Me dá… assim seu apolinarrr … Que gostoso, sim, me faz suaaa… me dá maaaisss ahhh ahhhhh aiii siiiiii ¡Ahhh…! -Siiii gostosona… você é minha garota, minha e de mais ninguém… eu fui seu primeiro homem, isso você vai lembrar pra sempre. Que delícia você é, sua putinha… -Hmmm… hmmm…. Siii… papaiii ahhh ahhhhh siii você é meu machoo….. – exclamava a menina e tentava aumentar seus movimentos só de ouvir essas palavras sujas. –Assim, assim, assim… eu gostoo… ¡Mmmmm…..! ¡Que gostosoooo…! A jovem gostosa expressava essas palavras sujas porque, ao mesmo tempo, sem conseguir se conter, jorrava a jatos das suas cavidades íntimas quantidades de sucos vaginais que banhavam o grosso hóspede naquele momento, que continuava se acoplando com força de forma desvairada. -Que delícia… que delícia sua… piroca… seu… seu apolinar é única, que gostosaaa… que gostoso é sentir por dentro... mmmmm... ¡Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii….! Siiiiiii papaiii hayyyu que gostosoooo….. -Ahhhh…. Que delícia… Gostosinhha… Que puta você é… sua bucetinha também é bem gostosa… sente ela. Sente ela, puta, meu pau É sua! -disse isso enquanto lhe dava uma estocada fulgurante e viva que chegou até o fundo mais profundo que aquela ereção podia alcançar, fazendo o rosto da jovem forjar os sintomas do êxtase, do gozo absoluto e pleno. -Aaahhhhhh… ahhhhjj ahhhhyy! -bramava a garota em total descontrole passional, -Adoro! Adoro como você mete em mim! Aahhhhh…! -Sim...? Você gosta, garota? Gosta do meu pau?! -Adoro, adoro sua pirocaaa! Sua piroca é uma delícia, papiiii!! -dizia a garota -Sua piroca é tão gostosaaaaa e tão durinhaaa, adoro como você mete com força ahhhhh ahhhhh ahhhhhh! Ouvir esse mar de disparates sexuais, excitantes claro, de uma boquinha tão doce e que qualquer um que a visse certamente não a julgaria por vulgar ou lasciva, deixava o velho mais perto do que nunca de conhecer o paraíso. A putinha da Monica notava o esforço gigantesco que o velho fazia para forjar uma foda épica. Via ele ofegar, escorrendo suor. Começava a apreciá-lo de um jeito estranho, quase com desejo; aquela cor apagada e branca, típica da idade, o rosto inchado, desproporcional, escuro às vezes, brilhante pela gordura e suor que saíam dele, aquela boca torta que se abria e fechava para apertar uns dentes incompletos. Mas o tesão que a invadia e uma sensação desconhecida fizeram com que ela pegasse as bochechas pálidas com suas mãozinhas e o convidasse para beijá-la. Apolinar, claro, não ia recusar uma intimação dessas, então com uma paixão desmedida que beirava o selvagem, começou a beijá-la de um jeito nada sutil, parecia que queria devorar as entranhas dela ali mesmo. Os dois estavam à beira do orgasmo, compartilhavam o suor. A garota, com total iniciativa e vontade de sentir mais, se levantou, aos poucos, e tomando o controle, conseguiu ficar em cima da barriga meio peluda do velho. Aquele falo ainda parecia enorme para ela; ajustou os pés, que ainda calçavam seus tênis. , em cima da cama, com muita habilidade, ela se inclinou só um pouquinho, pegou aquela grossura molhada e encaixou ela mesma onde queria. Devagarzinho, foi descendo os quadris, enquanto a buceta dela engolia centímetro por centímetro aquela pica. Apolinar tava extasiado com o espetáculo, babando de tesão pela atitude tão safada que a gostosa colegial tava tomando. Pronta pra temperatura inusitada e incrível, a menina tava pronta pra assumir o controle das novas investidas. Depois de se acomodar na barriga feia do sujeito e engolir quase toda aquela ferramenta grossa, começou a mexer os quadris lindos dela, fazendo um movimento oscilatório que sacudiu o velho na hora. Aquela figura sinuosa, de simetrias perfeitas, de pele lisa e radiante, brilhando por causa do suor lascivo dela mesma e que o velho tinha espalhado nela, se balançava majestosa, rebolando de forma safada os peitos lindos no ritmo da própria cavalgada. Naquela casa do verdureiro e em cima da cama dele, Mônica, coberta de um brilho esplêndido por causa do suor leve, cavalgava desesperada o velhote sortudo, à beira do orgasmo mais sublime que tanto procurava. Parecia imperturbável, balançando o corpo escultural e aquele rebolado sutil dos peitinhos redondos, que ela apertava junto com as mãos do amante, os cabelos voando no ar, os olhinhos perdidos, os lábios brilhando. — Doooon... don Apolinarrr — falou com voz trêmula a garotinha — que gostosaaa a sua picaaaa mmmm, chega lá no fundo, hmmm... O velho agora colocava as mãos nas nádegas macias e nos quadris da mulher gostosa, que ele curtia à vontade. A menina, quando encontrava pontos de prazer, mexia os quadris, revirando a pica do velho, querendo levar ela até o fundo da barriga dela. — Continua te mexendo, assim, aaahhh que gostoso, sua putaaa... — falou de novo o velho, que mandava na sua orden ao ver tão impressionante movimento que a menina estava dando, incentivando-a nisso. — Que gostoso você faz, garota, mexe, mexe assim, que delíciaaaa… ah, que gostoso… Mônica fazia olhinhos muito enternecedores, sem parar de mexer os quadris, de trás pra frente, sem parar de se balançar ondulantemente ao contato das duas pélvis, para uma sensação melhor, tinha descoberto a facilidade de conseguir mais prazer se mexendo desse jeito. Praticamente espremia e chupava aquela pica lá dentro com tais movimentos. Apoiava as mãozinhas na barriga flácida do verdureiro. Descobriu uma situação presa de um tesão insano. Não conseguia parar de enfiar aquela pica grossa, que facilmente chegava até onde se desenhava sua cintura. Simplesmente seu corpo quente, seu temperamento desvairado, explodiu, consumindo-a por fora e por dentro, levando-a ao êxtase absoluto, aquele que já não media parâmetros, consequências, alcances, só ela se dedicou a foder como uma qualquer e vil puta. — Aaahhh… aaahhh… aaahhh… delíciaaa… delíciaaa… papai! Sim… Siiim, como é grande que eu sinto, mmmm sim, é uma delíciaaa… Hmmm… Vapores cortantes, cheiros de sexo tomavam conta do ambiente perturbado. Os gritos da garotinha, o bater das peles, suas nádegas contra as pernas e os peludos sacos, seus peitinhos balançantes, os gemidos grotescos do velho… — ¡Aaahhh, aaahhh…! ¡Delíciaaa! ¡Delíciaaaaa! Siii… Hmmm… Hmmm… Sim, assim… gosta como eu como sua piroca, papai. A grandiosa beleza colegial enterrava o comprimento de suas unhas pintadas de um rosa sensual no peito peludo de seu amante possuído, exibindo o gemido praticamente iminente. — Aaahhh… aaahh… jáa… já, já… Vou gozaaar… vou gozaaaaar papai! Hmm… hmmm… ¡Ahhhgggggg! — Sim, sim, minha menina… oooohhh… que gostoso, mamãe, que delícia, joga teus sucos na minha putinhaaaa… — exclamava no ritmo o velho, participando das sensações da garotinha enlouquecida, que tanto curtia em condições entregues — Que gostoso você fode. puta vagabunda… gostosa pra caralho, gostosaaaaa demais, minha vidaaaaaaa…! Os dois sexos se esfregavam de um jeito quase sincronizado, como se dependessem uma da outra de forma vital, grudadas, se esfregando com desespero. Ele não aguentou mais, os movimentos da menina eram tão intensos quanto precisos; a pica do velho injetou quatro jorros de esperma grosso e leitoso lá dentro da buceta da linda Colegial, que, por sua vez, recebia emocionada, mais por tesão, a buceta dela, que se comportava espremendo aquele membro viril que tanto tinha aproveitado, com a intenção de tirar até a última gota possível daquele sêmen fértil que o velho tinha guardado exclusivamente pra ela, sentindo o líquido quente escorrendo até perto da barriga, deixando a semente perfeitamente depositada dentro dela. Os olhos dela estavam virados, se entregando a um orgasmo sublime, o mais forte que já tinha tido na pouca experiência dela, enquanto o amante terminava de soltar as últimas gotas quase imperceptíveis, e ela acompanhava com movimentos pélvicos mais lentos, sem separar a intimidade dela da dele. Quando acabou, assim que aquele membro perdeu o vigor necessário, ela caiu desmaiada, se jogando sobre o peito do velho, que a rejeitou porque a respiração ficou difícil, e ficou ao lado dela, com aquela cara de luxúria saciada, satisfeita e completamente exausta depois daquele esforço vital. O velho virou pra olhar ela, puxando ela pra perto, e ela, sem fazer rodeios e com as últimas, mas ainda fortes, pontadas de prazer, acariciava com desejo os cabelos brancos do amante, enquanto compartilhava o frescor e a umidade da boca dela nos lábios daquela boca do velho, que passava completamente despercebida naqueles momentos. Aos poucos, os dois amantes foram parando de se beijar, deitados na cama, quando o velho falou… Já viu, mamacita, não queria e acabou cedendo seu corpinho pra mim, nunca vai esquecer que eu te fiz mulher, minha vida, dizendo isso, ele a pegou pela cintura. Descendo as mãozonas, deu duas palmadas enormes nela pra deixar bem claro que ele foi o sortudo que tirou a virgindade dela e a possuiu à vontade… A jovem, com os olhinhos semiabertos, soltou um último gemido haaaahhaaa mmmmmm aceitando as duas palmadas que o velhote deu… Os dois amantes ficaram deitados na cama, a jovem abraçando o corpo mole do amante começou a fechar os olhinhos, caindo no sono profundo.

Enquanto isso, eram umas 10 da noite, Marcela tinha ido a uma balada com os amigos e estava se divertindo pra caralho: bebidas, dança e música. Marcela dançava na pista com uma amiga, tocava o reggaeton da moda, uma música bombada naquele mês chamada "ESCAPATE CONMIGO" do Azuna. As duas colegiais dançavam bem coladinhas, se agarravam pela cintura, as duas mocinhas, e enroscavam as pernas uma na outra, rebolando no ritmo do reggaeton…

Naquele momento, um grupo de senhores de 45 anos pra cima, tudo pedreiro, entrou na balada atrás de alguma gatinha pra se divertir à vontade. Naquele lugar ninguém barrava a entrada, já que o antro era pra qualquer um que quisesse curtir música e bebida… Os pedreiros sentaram numa mesa e um deles gritou: "Ei, garçom, traz uma garrafa de uísque pra essa mesa!" O garçom ouviu e foi rápido no balcão buscar a garrafa…

Um dos pedreiros viu as duas colegiais dançando juntas e falou pro parceiro: "Mas olha só que par de mulherzinha, dá uma trepada violenta nas duas e deixar elas mudas de tão boas…" "Ééé, compadre, essas gatinhas são uma delícia, tanta carne e eu aqui sem nada, hahahaha" riam os pedreiros. Continua na terceira parte, espero que gostem.

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