Carlos, Susy e Oscar: Chifres e Putaria 4

continua a história desse grande cuck
espero que comentem e vocês gostem
como vocês vão ver, já muda de bull
Será que é o último?
VALEU POR ME SEGUIR E PELOS PONTOS










Quando cheguei, encontrei a Susy e a Vale semi nuas saindo do banheiro. Na hora, a Vale entrou no quarto e a Susy veio pro meu lado.

— Susy, como foi o rolê, love? Agora que a Vale vai embora, me conta tudo, beleza?

— E por que ela vai embora?

— Susy, o quê? Quer comer ela? Ainda tá com vontade?

— Vontade de comer ela eu tenho o dia inteiro. Vamos pro quarto.

Quem entrou primeiro foi a Susy, que já abraçou a Vale, e eu entrei atrás enquanto a Susy beijava ela. A puta não tava entendendo nada, mas sacou na hora quando nós duas começamos a apalpar ela. A Vale foi se soltando aos poucos e, num instante, já tava acariciando minha pica. Logo eu tava deitado na cama com as duas chupando ela e rindo igual umas loucas.

— Susy, viu que pica gostosa que o puto tem?

— Vale, essa pica é uma delícia. Vamos tirar o leite dele.

— Susy, siiiim, vamos deixar ele seco, filho da puta.

Era inacreditável o que elas faziam. Uma chupava e a outra lambia minhas bolas, e elas se revezavam nisso. A mais faminta era a peituda, que não parou até me fazer gozar dentro da boca dela. A Vale mostrou o leite que eu tinha deixado nela como se fosse um troféu, e a Susy falou:

— Susy, você é uma campeã, aproveita. Engole tudo porque é pra você.

A Vale engoliu bem devagar e depois deu um beijo na boca da Susy, tipo marcando território. Era um jeito de dizer: "Esse macho é só meu". A Susy continuou chupando minha pica até fazer ela reviver — ela sabia fazer isso muito bem. Depois, mandou a Vale sentar em cima, desafiando ela a ver se aguentava comer pelo cu. Eu não acreditava. Por um momento, pensei que a peituda não ia fazer, mas me enganei. Sentir a grande puta enfiando minha pica no cu dela aos poucos foi foda. Sabia que tava doendo pra caralho, mas a peituda tava obcecada em meter tudo. A bunda dela chegou até minhas bolas, e ela começou a subir e descer na minha pica sozinha, enquanto a Susy se meteu e começou a lamber a buceta e o cu dela. pau quando ela deixava espaço, não demorou pra susy bater uma pra ele com os dedos e a puta arrombada da peituda começou a gemer igual uma gata no cio e não parou até se mijar de prazer que dava uma gozada daquelas, aí susy pegou ela pela cintura e empurrou com força pra baixo fazendo ela sentar no cu de uma vez só na minha pau até o saco, o grito que a puta deu foi tremendo e isso se repetiu mais umas duas vezes enquanto susy gritava que eu era o macho dela e só dela e de mais ninguém, cada vez que afundava a pobre puta na minha pau doía e eu tava prestes a estourar, até que vale se deitou sobre meu corpo e susy sobre o dela enfiando na buceta algo mais que os dedos, assim comecei a montar nela e embora vale pedisse aos gritos pra pararmos não queríamos deixar ela com vontade de se sentir arrombada de verdade, susy desceu num instante e colocou a buceta na cara da peituda que já começou a chupar enquanto eu como dava continuava comendo o cu dela, exausta susy se afastou e aproveitei pra sair de baixo e na hora enfiei na boca de vale pra mamar chegando a pegar a boca carnuda dela até gozar dando a pouca porra que ainda me restava na cara dela, minha pau ficava dura só de ver como tinha ficado aquela carinha, cheia de porra e toda a maquiagem borrada mostrava como tinham comido ela, susy ajudou ela a levantar e se vestir e levou ela pra casa no carro enquanto eu descansava na cama porque a verdade é que tava exausto, quando voltou perguntei como ela tinha chegado e ela disse

Susy não love, ela andava torto isso sim, a calcinha fio dental aqui ó meu céu

Mas lavou o rosto pelo menos?

Susy não love, não deixei, assim entrou na casa dela depois sei lá

Entrou em casa com a cara do jeito que tava? Que morbosa você é meu amor, ricardo deve querer morrer agora
Susy com certeza ricardo e carlos vão terminar o serviço céu amanhã acho que essa puta não vai ter vontade de transar com ninguém
Vai ficar toda arrebentada a coitadinha
Susy, que se foda, era isso que ela queria

A gente levantou, comeu, bebeu alguma coisa e depois fomos deitar, nós dois sabia que precisava descansar, o sábado de sexo tinha acabado e ainda faltava o domingo pra viver, aí levantamos quase meio-dia, tentando nos recuperar e enquanto tomava café da manhã conversamos muito sobre o que rolou no sábado

Susy, e aí, como foi com o Carlos e o Ricardo?
Ah, o esperado, o importante é que agora a puta de peitão é minha
Susy, sim, mas te comeram gostoso, né, amorzinho?
Não igual a você, isso é certeza, me mataram de pica, meu cu ficou destruído
Susy, como eu queria ter visto, você sabe como isso me excita

E você com a Val, qual foi a onda?
Susy, ela veio e a gente começou uma conversa sincera e quente e não paramos até acabar na cama, dá pra ver que ela já não se contentava mais comigo e por isso quando você chegou ela se entregou pro seu pau, sem dúvida ela é mais sem-vergonha e puta do que eu, disso não tenho dúvida nenhuma

A parada é que acho que hoje não vai rolar nada
Susy, por que você diz isso?
Porque do jeito que ela voltou ontem pra casa com eles, com certeza comeram ela a tarde e noite inteira e devem estar exaustos
Susy, isso é bem possível, que pena, queria ver você arrebentar aquela puta gorda
Mas você já viu, amor
Susy, sim, mas aquela puta merece ser bem surrada

Aquela manhã passou em branco, eles no final não vieram, depois do almoço a Susy foi deitar enquanto me deixou esperando por eles, aí chegaram o Carlos e o Ricardo, a puta da Val tinha ficado em casa descansando, segundo eles ela tava acabada, e como a Susy tava dormindo, a gente ficou na cozinha conversando e tomando umas cervejas geladas, eu ingenuamente achei que a excitação tinha passado, mas pra minha surpresa não foi assim, o Ricardo queria me fazer de escravo sexual dele como um bom corno manso enrabichado Quando ele me falou aquilo, me deu um tesão danado, mas não quis cair nessa.

Ricardo, você é tudo que sempre quis ter. Eu sei muito bem que sou cuck, mas faço a puta da minha mulher trabalhar e tiro uma grana dela. Já você, olha até onde chegou com seus chifres.

Carlos, não tem comparação, Ricardo.

Ricardo, agora acabei sendo mais viado que a esposa, e olha só.

Ricardo tinha toda razão. Comecei a pensar em como eu tinha mudado e no quão puto eu tinha virado quase sem querer. Ele tirou o pau dele pra fora da calça e me desafiou a dizer se não tava afim de chupar ele. Um frio percorreu meu corpo. Eu realmente morria de vontade de ser a mulher dele de novo, mesmo quando ele me mostrava a verdade de forma cruel. Eu era um cuck enrabichado que não resistia a um pau. Diante do meu silêncio, ele foi se aproximando devagar até colocar o pau na minha cara. Eu não conseguia parar de olhar e, sem dizer nada, só abri a boca pra engolir. Ele me pegou pela cabeça e começou a foder minha boca, dizendo que eu era mais fácil que a minha esposa. Ele tava me humilhando, mas pra mim só importava ter aquele pau entrando e saindo da minha boca, e as palavras dele só me deixavam com mais tesão. Eu me sentia dominado e sabia o que ia rolar. O pior é que eu desejava aquilo. Desejava que ele me fodesse de novo e me tratasse como mulher. Carlos tratou de me despir, deixando só a tanga que eu tava usando. Senti ele puxar a tanga pro lado e só consegui levantar mais minha bunda faminta.

Carlos, você tá entregue, puto de merda. Vou arrebentar seu cu primeiro, por ser cuck, e depois a gente faz uma festinha linda pra sua patroa.

Ele meteu com fúria e doeu pra caralho, enquanto Ricardo continuava fodendo minha boca. E antes de gozar e me encher de porra, eles tiraram os paus e foram pro quarto. Eu fiquei torcido no chão, esperando eles continuarem me fodendo, enquanto me masturbava feito louco até encher a mão de leite, que limpei na tanga. Só me deixaram espiar pela porta entreaberta. Eu tava voando de tesão, mas não podia fazer nada. Não fazer nada, cansei de ver como os dois comiam minha Susy e fui tomar umas cervejas enquanto ouvia os gemidos da minha Susy e as humilhações pro corno. Arrumei a mesa esperando que terminassem de foder e calmamente comessem e bebessem algo, tudo era muito excitante pra mim e eu não conseguia baixar a tesão, tinha que fazer o papel de empregadinha submissa e obediente. Terminei e fui espiar eles de novo, e aí pude ver como já estavam acariciando e mimando minha puta toda leitada. Num momento me viram e o Ricardo me ordenou que fosse, ainda estava de tanga e quando cheguei aos pés da cama ele me disse com voz dominante:

Ricardo: Limpa ela direito, corno, não deixa nem uma gota.
Susy: Dá o cockhold, corno, engole toda a porra que você gosta, é meu presentinho, aproveita, meu amor.

Enquanto lambia o corpo da Susy, chupava a rola deles, e foi o Carlos que enfiou os dedos no meu cu e começou a me punhetar.

Carlos: Quer que a gente arrebente teu cu, corno? Vai, quero ouvir como você pede, putinha. Dá o cockhold.
Susy: Dá, amor, pede pra eles arrebentarem teu cu, eu sei que você morre de vontade que eles façam isso.

Eu: Arrebenta meu cu de uma vez!
Carlos: Assim não, faz melhor, você consegue.
Eu: Ah, por favor, não aguento mais, arrebenta meu cu, por favor, faz ele teu agora.
Carlos: Assim tá melhor, mas muita vontade você não tem, me parece ou não?

Eu estava quase desesperado pra ter a rola dele dentro, os dedos dele brincavam de me comer e eu sentia meu cu pedindo rola aos gritos. Fiquei de quatro e levantei o máximo que pude minha bunda pequena.

Eu: Ah, por favor, arrebenta ele, é todo teu, não aguento mais, olha como você me deixou, arrebenta meu cu, te imploro.

Carlos enterrou a rola dele de um golpe só e meteu até as bolas, e começou uma metida e tirada frenética. Eu estava declarado como o corno mais puta do mundo, sentia como ele me arrebentava tudo por dentro, o desgraçado. Doía tudo em cada pica, me agarrei nos lençóis e mordi o que pude, sentindo minhas lágrimas caírem enquanto o filho da puta me estourava o cu na frente da minha esposa. O cansaço bateu, minhas pernas começaram a tremer sozinhas e quando o Ricardo me comeu, me senti um completo derrotado, queria que tudo acabasse. Só ouvia gozações e sofri uma sentada como não sentia há tempos, não sei se porque a Susy tinha sugado toda a porra deles ou por que caralhos o Ricardo gozou mijando dentro do meu cu judiado. Quando terminou, me jogou como um saco de batatas na cama encharcada de mijo que não parava de escorrer do meu cuzinho e disse:
"Ricardo, limpa tudo, corno, isso já tá um nojo."

Os três foram tomar um banho enquanto eu tentava me recuperar, não acreditava no fundo que tinha caído. Quando me recompus um pouco, comecei a tirar os lençóis e arrumar a cama pra eles voltarem a curtir minha mulher se quisessem. Tomei banho, não sei quanto tempo fiquei debaixo da água quentinha, e fui pegar outra tanga. Não queria que eles ficassem putos comigo. Quando saí, eles estavam tomando cerveja e comendo o que eu tinha preparado, disseram que tinham se divertido pra caralho com a Susy, que ela era realmente uma mulher infernal. Se trocaram e foram embora, prometendo voltar qualquer dia desses.

3 comentários - Carlos, Susy e Oscar: Chifres e Putaria 4

Es muy caliente y morboso a la vez. Oscar te volviste mas cornudo conciente y mas putito suplicando por verga. Te van a seguir humillando y tu mujer tambien Van puntos