O trenzinho da alegria Desde que cheguei em Buenos Aires, acho que onde mais eu olhei bundas foi no trem, e o legal é que sempre são as mesmas, a gente acaba pegando até uma afeição... Sempre gostei de trabalhar de noite... Tudo é mais tranquilo pra mim... De Palermo eu pegava o 111 pra ir até a estação Lacroze e lá subir no meu trenzinho... As que eu mais gostava sempre tinham seu próprio vagão... Duas loiras policiais que pareciam ter acabado o turno... Iam na frente de todo mundo... Umas magrinhas lindas... bundas deliciosas. No segundo vagão... Tinha mais opção pra escolher... A que mais chamava atenção... A ruiva... Uma boca de lábios vermelhos... Umas pernas impressionantes... Uma gostosa total. Nem se fala da bunda ou como marcava a xoxota com uma legging que não deixava nada pra imaginação... A emo, não sei se era emo ou não, toda de preto sempre, pele pálida como porcelana, mas um corpão... Que rabão. Muito gata. A morena... Ela sempre com uma cara de cu, mas... Peitos lindos... Bunda esquisita, uma cinturinha que só me fazia imaginar ela de 4. Eu, um negro sem vergonha... Olhador por natureza... Dava um jeito de sempre ter ela na minha frente ou do lado dessa morena... Primeiro olhava assim de relance pra ela não me ver... essa era minha rotina diária... Adorava olhar pra essa mulher... Eu ficava louco... Um dia decidi cumprimentá-la... Um simples oi, como quem te vê sempre sentar no mesmo lugar. Demonstrar um pouco de respeito... Cheguei mais cedo no trem e fiquei esperando ela chegar e sentar onde sempre. Vejo ela no andar, estava com uma legging curta e uma camiseta bem decotada... Uma deusa andando... Eu todo inflado... Pensei que era um sinal... Justo no dia que decido falar com ela, essa deusa está vestida assim... Vai ser minha grande noite... Começo a segui-la com o olhar só pra admirar e vê-la entrar... e o que ela faz? Vai pra outro assento... A puta da mãe dela... Isso não tá certo... Não vou desistir... Eu queria o cumprimento dela. E me Puxei uns assentos mais pra trás pra cumprimentá-la... "Oi" só isso que eu disse... Com a cara de cu, ela só me olhou e franziu a testa... E pronto, ficou por isso mesmo... Sentei na diagonal pra mirar aquelas pernas... Puta que pariu. Que mulher gostosa... Tava babando 🤣 E ela me pega olhando e me diz: "Nossa, que tarado" Caralho!!! Pronto... Já me via encrencado... Na minha cabeça todos os pensamentos negativos... e eu disse... "Desculpa, mas você é muito linda..." (Fiquei com o cu na mão, ai Deus, que ela não me mande pra merda) "Obrigada" e sorriu... Afff... De novo... Fiquei com o cu na mão de novo... Haha, minhas intenções sempre foram claras... "Não não, por nada e desculpa se te incomodei" eu disse... """Pra vocês saberem... Não sou um cara de lábia, e a aparência também não é meu forte... sempre me considerei muito sortudo... Conversas curtas e diretas. Esse sou eu.""" Bom, escapei daquela noite como um campeão... me preocupava que ela fosse uma daquelas malucas que você não pode nem olhar... Ou que achasse que eu tô violando os direitos dela e blá blá... Noite seguinte... Eu sentado no meu lugar... Ela chega e me cumprimenta sozinha... E não satisfeita com isso... Senta do meu lado... "Oi, como foi seu dia?" (o negro ficou vermelho) Começamos a conversar... Hora de descer, me animei a me despedir com um beijo na bochecha. (Um verdadeiro campeão) De novo... Cheguei no trenzinho, e ela estava lá... Já me olhava toda contente a desgraçada... Entre uma conversa e outra ela me pergunta se eu era solteiro. Eu "Infelizmente não"... Ela começou a rir... E diz "você é um sem vergonha, como vai dizer uma coisa dessas" Eu, "solteiro faria o que quisesse, tantas mulheres solteiras por aí..." Ela só ria... Aí ela me diz que ela sim estava solteira, o que levou ela a me contar seus infortúnios com os parceiros... Hora de descer do trem... Nos despedimos... Noite seguinte... Já mais à vontade, quase uma semana conversando no trem, chegamos a perguntar as fantasias um do outro... Ela, que levem serenata, flores e uma noite inesquecível... (nem fodendo eu apostaria nisso) Minha vez de responder. "Eu gostaria de fazer no trem" Ela: "Você é sempre tão óbvio?"
Eu: "É o que eu gostaria, se não gosta da minha resposta, me desculpe..."
Ela: "Não não... Tá tudo bem, eu que perguntei..." (riu) "Sua esposa não realiza essa fantasia?"
Eu: "Se já tivesse realizado, não seria mais uma fantasia" (risos)
Minha vez de descer do trem... Ao me despedir dela, ela segurou minha mão com força... Isso me chamou a atenção...
Fiquei pensando que nunca pedi o telefone dela... Nem nenhum contato... Nossa relação era só uma conversa no trem...
Ela me contou que tá cansada de ser tão olhada... Que somos todos uns punheteiros, me incluindo (óbvio), mas que eu era simpático... E que fui direto, mas educado, quando ela tinha vontade de me mandar à merda. Era o que ela me dizia... No fim, uma gatinha super gente boa... Que não parecia que daria pra rolar algo com ela. Além disso, confessei que era casado... Bom, mais uma amizade...
Era época de calor... Vejo ela chegando... Meu Deus, tava um tesão absurdo, ela não queria que olhassem, mas como não olhar pra uma mulherão daqueles.
Faltavam uns 20 minutos pro trem partir...
Ela me diz: "Fiquei pensando naquilo da outra noite" (eu não tava entendendo nada) "O quê?" eu disse.
"Sua fantasia" ela responde e pergunta: "Sua mulher sabe que somos amigos?"
Eu: "Minha mulher me mata se souber que tô conversando com uma mulher" hahaha
Ela ri comigo, me pega pela perna e diz: "Que bobo você é, pena que não é solteiro" (pronto... Essa quer guerra...)
Fico olhando pra ela, pego a mão dela e só digo: "Pena..."
Ela: "A gente conversa muito, e basicamente não sabe nada um do outro, eu gosto de você, mas não daria pra sermos um casal... Somos muito diferentes, e vejo que você tá preso à sua mulher..." (eu só assentia com a cabeça e o olhar)
Ela: "Mas posso fazer algo que ela não faz, sua fantasia vai virar realidade..."
Eu: "Para de me zoar... Eu não faria isso também... É só uma fantasia..."
Nesse momento ela levanta a mão dela pela minha calça... E ela me diz... "Tá me desafiando?" Eu todo cagado falei pra ela parar de sacanagem e tiro a mão dela... Ela sussurrando, "vai... Não era isso que você queria?" Eu, "para de ser otário, tem gente..." (Mentira... Quem viaja de noite sabe que somos uns poucos malucos no trem... Temos vários mas poucos pro trem) A desgraçada insiste de novo... E me sussurra... "Deixa, eu sei o que tô fazendo", mete a mão na minha calça e pega bem de leve... Meu pirulito já estava com lágrimas de excitação... Aproveitando isso ela esfregava os dedos na cabecinha... E começa a masturbação... Agora imaginem o resto... 😁 Lembro que estava tão nervioso, que nem me importei de me molhar todo quando gozei... Mas foi tão foda... Ao descer do trem, na estação estava a travesti do bairro e me disse... "UPA!!! O que aconteceu, bebê?" E a desgraçada deu risada... Cheguei em casa direto pro banho... E dormi super relaxado... Obrigado por ler. Nota: no meu primeiro texto deixei claro que não gosto de descrever o ato em si... Pretendo contar minhas histórias em posts e pensamentos no shout. Gosto de sexo e me considero um cara de sorte... E escrevo pra vocês porque sei que aqui todo mundo tem a mente aberta e ninguém vai me criticar pelo que conto... Que é o principal problema que tenho com meus amigos... Se comento que tô comendo a filha da vizinha do negócio... Acham que tô de zoeira (vai ficar pra outra história...) Agradeço a leitura e espero que me entendam... De novo, obrigado.
1 comentários - Meu Diário Anônimo #6