Já tinham se passado mais de 5 meses da minha viagem pra praia com meus primos e do incidente da minha mãe com o Freddy. Eu lembrava de tudo que rolou durante a viagem, mesmo a festa com meus primos e os feromônios terem sido um sucesso — até transei pela primeira vez com uma mina uns dois anos mais velha que eu —, mas a raiva e a culpa de lembrar como o Freddy comeu minha mãe não me deixaram aproveitar como devia. Além disso, o que me preocupava era que, naqueles dias, eu tinha tentado ligar pra casa de noite, mas minha mãe não atendia. Só uma vez ela atendeu de manhã. —: Oi mãe, te liguei ontem à noite, mas você não atendeu. Vicky: Oi, meu amor, desculpa, tô muito cansada e durmo que nem uma pedra. —: E aconteceu alguma coisa em casa? Por que você tá cansada? Vicky: Tá tudo bem, querido, só que seu pai ainda não voltou e, pra matar o tédio, eu comecei uma rotina bem puxada e muuuuito longa. —: Entendi, mãe. Vicky: E aí, como tá a praia? Tem mina gostosa? —: Sim, várias hehehe. Vicky: Hmm... seu safado, espero que esteja aproveitando. Bom, tenta ligar antes das 8 da noite, depois desse horário é como se eu perdesse a razão. —: Sim, mãe. Vicky: Beleza, passa o telefone pra sua tia. Aquela ligação me deixava inquieto, porque as palavras dela soavam suspeitas, talvez ela não estivesse falando a verdade. Eu não sabia se minha mãe tinha se arrependido do que aconteceu naquele dia e tudo tinha sido efeito dos feromônios, ou se, pelo contrário, ela tava traindo meu pai, se contorcendo de prazer nos braços do Freddy. Na minha imaginação, só conseguia ver os dois transando pela casa toda que nem uns loucos.


Sentia medo e raiva só de pensar que o idiota do Freddy teria todo o tempo que quisesse pra curtir o corpo gostoso da minha mãe. Podia usar todos os buracos dela pra satisfazê-la e esvaziar as bolas por completo, sem ninguém atrapalhar.
Em casa tudo parecia normal, a única diferença era que meu pai não viajava mais com tanta frequência, saía uma ou duas vezes por mês e até tinha meses que nem saía. Minha mãe agia como de costume, nada fora do normal, só de vez em quando fazia uns comentários de putaria ou com duplo sentido. Meu pai parecia não se importar, até parecia que gostava, mas eu ainda me sentia culpado e desconfiava dela. Em algumas vezes que meu pai viajava, ela parecia ficar feliz e, assim que ele partia, já dizia que ia sair com as amigas. Além disso, comecei meu segundo ano no ensino médio, tudo ia bem, entrei no time de basquete e até tive minha primeira namorada, a Carolina, embora ainda não tivéssemos transado, só beijos e bastante apalpação. Durante esses meses, evitava pornô o máximo possível, só focava na escola e no exercício, porque a lembrança do que rolou entre minha mãe e o Freddy era como um castigo. Até tentava evitar ver minha mãe com aquela roupa de academia tão apertada, porque ela continuava treinando igual uma louca e seguia a dieta à risca, então a cintura, as pernas e, claro, a bunda dela tinham melhorado pra caralho.
Ela tava mais gostosa do que nunca, ficar em casa era uma tortura danada.
Além das minhas suspeitas sobre ela ainda não terem acabado, semanas depois eu confirmei. Meu pai saiu pra uma das viagens de trabalho dele, e justo nesses dias minha avó ficou doente, então minha mãe ia todo dia cuidar dela até melhorar. Na sexta, meu pai ia voltar, mas aí ele ligou pra casa. Roberto: "Oi filho, como vão as coisas?" — "Tudo bem, pai." Roberto: "A mãe tá em casa?" — "Não, foi na casa da vó, acho que ela já se recuperou." Roberto: "Entendo. Escuta, tô meio apertado aqui. Fala pra sua mãe que minha viagem atrasou, tivemos problemas com um embarque." — "Claro, vou falar." Roberto: "Parece que vou ter que ficar mais dois dias. Espero que ela não fique brava." — "Relaxa, acho que não é pra tanto." Roberto: "Beleza, amigão. A gente se vê. Cuida bem da casa." — "Sim, pai." Aí minha mãe voltou pra casa, era quase 7 da noite, dava pra ver que ela tava meio irritada. Vicky: "Voltei, amor." — "Sim, mãe. O pai ligou." Vicky: "Ele disse que horas o voo chega?" — "Não, ele só ligou pra avisar que teve problemas no trabalho e que ia ficar mais dois dias. Disse que espera que você não fique brava." Então eu vi o rosto dela se iluminar com um sorrisinho. Vicky: "Nossa, ele adora me deixar brava, hein?" — "Qual é, não é pra tanto. Agora ele passa mais tempo em casa." Vicky: "Haha, relaxa, tô só brincando." — "Nossa, achei que você fosse ficar puta." Vicky: "Claro que não, amor. Entendo que faz parte do trabalho dele. Ei, tô meio cansada, não quero preparar o jantar. Que tal pedir um hambúrguer pra você e uma salada pra mim?" — "Claro, mãe." Era muito estranho, parecia que ela tinha recebido uma notícia incrível. Ela ficou super feliz, até passou o jantar inteiro brincando. Depois de jantar, ela foi pro quarto dela descansar. Eu fiquei um tempão vendo TV, e depois decidi ir pro meu quarto. Mas a reação da minha mãe me deixava nervoso, não conseguia dormir. Umas horas se passaram, já era mais de 1h da manhã, quando ouvi uns barulhinhos. Levantei da cama o mais silencioso possível. Pra não fazer barulho, felizmente naquela noite eu não fechei a porta do meu quarto e me arrastei até a beira da escada. Era minha mãe no telefone, falando bem baixinho. Achei que talvez estivesse falando com meu pai, mas resolvi continuar ouvindo. Vicky: já te falei, love, gastei minhas economias no último hotel. Se eu usar meu cartão de crédito, meu marido vai descobrir. …vamos, sei que você pode dar um jeito, não importa o lugar, desde que a gente possa ficar sozinho……se tiver que ser amanhã, meu marido volta no domingo……pode me ligar de manhã, se meu filho atender, é só desligar……tô precisando muito de você, a gente não se vê há dois meses, tô ardendo. Fiquei apavorado ouvindo aquelas palavras, era óbvio que ela tava falando com o Freddy. Aí ela desligou o telefone e foi pra cozinha, aproveitei pra voltar pra minha cama. Tava furioso, minha mãe tava traindo com o Freddy. Sabia que da primeira vez que ele pegou ela selvagemente na piscina, tinha sido culpa da minha perversão, até tava disposto a esquecer tudo e nunca falar nada. Mas isso era diferente, agora ela fazia por vontade própria e por prazer. Era terrível e pelo visto já tinham feito várias vezes. Demorei umas horas pra conseguir dormir. No dia seguinte acordei um pouco tarde, e pra minha má sorte ela tava no telefone de novo. Quando desci, ela desligou rápido. Ainda tava furioso, então decidi que tinha que enfrentar ela, mas precisava pegar ela no flagra, senão não adiantava nada. Aí tive a ideia de seguir ela, inventando uma mentira. — Quem ligou, mãe? Vicky: eh… uma senhora, parece que errou o número. — Sério? Vicky: sim…. Tô meio cansada do exercício, deixei seu almoço na mesa, vou tomar um banho. — Mãe, você vai sair hoje? Vicky: sim, querido, vou com as meninas pro cassino, vou aproveitar que seu pai só volta amanhã. — Dá pra me dar um dinheiro? Vicky: claro, e aonde você vai?? — Vamos ver o jogo na casa do Edu e comprar petiscos e hmm… cervejas. Vicky: cervejas? — Sim. Você pode guardar segredo e não contar pro papai?
Vicky: humm… ok, vai ser só cerveja ou também vai ter mina, hein?…
—: Não, só cerveja e vamos ver o jogo. Além disso, você sabe que eu tô namorando a Carolina.
Vicky: hahaha, relaxa, só tô brincando, não leva tão a sério. Você ainda é novo, pode se divertir com quem quiser… claro, sempre com proteção.
—: Mãe, pelo amor!
Vicky: Calma, hahaha… Mas… se quiser usar a casa quando o papai estiver viajando, é só me avisar… humm…
Fiquei paralisado depois de ouvir aquilo. Ela subiu pro quarto, e eu fiquei olhando ela rebolando de um lado pro outro. Me deu uma tesão, mas consegui me controlar. A mistura de raiva e excitação era terrível. O comportamento dela me deixava apavorado, era como se fosse outra mulher.
Algumas horas depois, me despedi dela e saí de casa. Decidi pegar um táxi. O motorista era um velho. Falei que ia ter que seguir uma caminhonete, só que menti: disse que queria seguir meu pai porque achava que ele tava tendo um caso. Ofereci pagar o dobro da corrida se ele fizesse um bom trabalho, e o velho topou.
Então esperamos perto da entrada do nosso bairro até a caminhonete aparecer. Por sorte, os vidros eram escuros e o taxista não conseguia ver que na verdade era minha mãe. Seguimos ela por uns 10 minutos até um bairro de classe baixa, perto da nossa antiga vizinhança. O lugar não parecia perigoso, mas tinha várias casas malcuidadas e outras abandonadas.
Até que ela finalmente parou na frente de uma dessas casas velhas. Falei pro taxista parar bem longe pra não levantar suspeitas. Depois de pagar, desci e me escondi atrás de uns carros depenados. Esperei uns minutos até ela sair da caminhonete. Ela tava como sempre quando saía de casa: nada provocante. Vestia jeans, uma blusa de botão e saltos pretos. Mesmo os jeans não sendo justos, as curvas e a bunda dela apareciam bastante.
Ela se apressou até a porta e ela se abriu na hora, parecia que o Freddy já tava esperando. Decidi me aproximar rápido e na maciota. Era uma casa bem velha, na frente tinha um monte de mato, umas caixas de lixo e um par de cadeiras quebradas. Cheguei por um dos lados, sorte que não tinha grade, só um monte de caixa tampando a visão da rua — dava pra me esconder ali sem ser visto. Quando cheguei perto, dava pra ouvir a conversa deles. Achei uma das janelas com uma cortina velha cheia de buraco, e dali dava pra ver eles e pegar no flagra. Olhei o lugar, tava bem largado, só tinha um sofá enorme meio gasto virado pra janela, uma mesinha, um tipo de aparelho de som bem velho, mas principalmente um monte de garrafa de cerveja vazia e bituca de cigarro. Aí eu olhei pra eles com raiva, lá estavam se beijando. Minha mãe já tava só de sutiã e jeans, enquanto enlaçava o pescoço do Freddy com os braços. Ele tava pelado, parecia até mais forte, só com uma toalha na cintura. Numa mão ele segurava a blusa da minha mãe, com a outra apertava a bunda dela. Freddy: "Desculpa, gata, é o único lugar que consegui com tão pouco tempo." Vicky: "Isso não importa, te falei, meu amor, o que importa é curtir um tempo gostoso, hmm..." Freddy: "Eu sei." Freddy soltou ela, foi até a porta pra trancar e voltou abraçando ela. Freddy: "Um amigo me empresta esse lugar de vez em quando, mas eu preferia um hotel, ou sua casa — lá a gente se divertiu pra caralho." Vicky: "Só divertido, querido?... Foi a melhor semana da minha vida, só teve sexo, dormir e mais sexo. Antes eu nunca imaginava que minha bunda pudesse dar tanto prazer ou que alguém tão novo pudesse me ensinar tanta coisa e me transformar na putinha dele." Freddy: "Bom, você tem razão, mas espero que a gente foda de novo na sua casa um dia, isso deixa tudo mais excitante." Aquelas palavras confirmaram minhas suspeitas — eles tinham aproveitado minha Viagem minha e do meu pai pra foder como loucos por dias. Vicky: embora aqui deve ser onde você traz suas putinhas, né? Freddy: bom, tenho que praticar pra dar pra essa buceta o que ela merece. Vicky: Isso me deixa com ciúme, você pode se divertir com qualquer pirralha quando quiser e eu tenho que esperar bastante. Freddy: qual é, você também tem seu marido e pode foder quando quiser. Vicky: sim, mas já não é suficiente pra mim, até convenci ele a fazer sexo anal. Freddy: hahaha, sério? Como conseguiu? Vicky: ele aceitou na hora, só falei que tinha feito com meu dedo enquanto via um pornô, gostei e queria que ele fizesse em mim. Freddy: hahaha, mentirosinha, e como ele se sai? Vicky: ele se esforça bastante, parece que já tinha bastante experiência, mas não é suficiente pra mim. Freddy: então é assim, hein? Vicky: sim, parece que ele também se diverte nas viagens dele, às vezes encontro cabelo de mulher nas camisas e bagagens dele. Freddy: qual é, não devia ser tão dura, hahaha, pelo menos ele se esforça. Vicky: sim, ele se esforça, mas já não basta, e a masturbação também não. São só pequenas doses que me mantêm controlada, o que eu preciso pra ficar satisfeita é o seu pauzão dentro dos meus buracos e todo o seu esperma queimando minhas entranhas! Freddy: caralho, você ficou viciada no meu pau, né? Vicky: bom, é sua culpa, você me mostrou o que era o verdadeiro prazer, não sei o que vou fazer quando você for pra faculdade. Freddy: qual é, uma mulher como você pode conseguir quantos paus quiser, hahaha. Vicky: Claro que não! Ainda sou uma mulher decente. Freddy: calma, foi só uma brincadeira. Vicky: é a verdade, ainda amo meu marido e, acima de tudo, você, meu amor. Não quero outro homem, meu coração pertence ao meu marido e meu corpo a você. Freddy: bom, nesse caso, vai ter que esperar eu vir visitar a cidade. Vicky: acho que vai ser assim. Freddy: então chega de palavras e vem aqui. Vicky: espera, tenho uma surpresa pra você. Observei com raiva enquanto ela começava a tirar o jeans, aí fiquei paralisado quando vi ela, tava usando um conjunto de lingerie por baixo. Tava parecendo uma puta gostosa de filme pornô, uma cinta-liga com meia arrastão e uma calcinha fio dental preta que mal cobria a buceta bem depilada dela, e de repente ela virou, a raba dela tava incrível.
Não acreditei no que estava vendo. Ela tirou o sutiã, os mamilos dela estavam completamente duros, e começou a dar passinhos como se estivesse desfilando. Quando o idiota do Freddy viu aquilo, teve uma ereção na hora, parecia que o pauzão dele saltava por uma mola.
Vicky: Mmm… cê gostou da minha love?
Freddy: Adorei! Pô, é isso que você usa pro seu marido?
Vicky: Não, amor, isso eu comprei pra uma ocasião especial, tipo, só pra você.
Freddy: Então começa o teu serviço, foxy!
Vicky: Sim, meu love! Siiiim!
Freddy tirou a toalha. Quando ela viu o pau dele, se ajoelhou na hora pra devorar. Dava pra ver ela segurando o pauzão com as duas mãos e chupando a cabeça com força. Aí ela alternava: lambia as bolas, apertava o pau dele e depois voltava a chupar com desespero, como se fosse uma viciada.
Freddy: Haha, caralho, tava com saudade, né?
Quando ouviu isso, ela engoliu o pau dele inteiro até a garganta, se agarrando com força nas pernas dele. Então Freddy segurou a cabeça dela com as duas mãos e começou a foder ela com força pela boca.
Freddy: Ahhh, porra! Você é a melhor puta que eu já tive na vida.
Vicky: Agggg… mmm… gup… gup… gup… mmm… ag… ag… ag…
Freddy: Ahhh, isso, caralho!
Vicky: Ahhh… ah… ah… ah…
Aí ele soltou ela pra tirar o pau, que tava ainda mais duro. Enquanto isso, ela terminou toda ofegante e com um sorrisinho no rosto, se levantou.
Do nada, ele levantou ela pelo cu com as duas mãos pra beijar. Ficaram se beijando por uns segundos, então ele soltou ela e pegou na mão dela pra levar até o sofá velho. Freddy sentou, e ela subiu em cima dele.
De repente, com um movimento forte, Freddy arrancou a calcinha fio-dental dela e começou a esfregar a buceta dela com a mão.
Vicky: Ahhh… o que cê tá fazendo… mmm…
Freddy: Você disse que essa lingerie era minha ou não, foxy?
Vicky: Ahhhhh… sim… mmm… é sua…
Freddy: Não sei quanto tempo vou ter que esperar pra te fazer minha de novo, então vou guardar o gosto da sua buceta.
Vicky: Ahhh… Siiiim… ahhhhh… sim, meu amor!!!… ahhhh!
Ela teve um pequeno… orgasmo, então ele parou e jogou a tanga dela pro lado. Mas ela não parou, começou a esfregar a buceta nos abdominais dele e a raba no pau dele. Aquilo já era demais, tava furioso, o comportamento da minha mãe era terrível, ela tava agindo igual uma adolescente gostosa e sem controle. Mas o pior de tudo é que fazia isso por um cara que podia ser filho dela. Então Freddy segurou a bunda dela com as duas mãos e levantou ela até o rosto dele pra começar a devorar a buceta dela, ela gemia e se contorcia. Vicky: ahhh... Sim!!!... meu amor... ahhhhh... Sim!... ahhhhh... Continua!!!... aaahhh Decidi que já chega, tinha que parar eles naquela hora, mas aí percebi que na minha calça tinha uma porra de uma ereção. Era terrível ver como ela se agarrava com as mãos na cabeça do Freddy, arqueava as costas e as pernas dela tremiam. Enquanto Freddy amassava e apertava a bunda dela com força, eu me sentia puto e confuso. A reação do meu corpo me impedia de parar eles, seria ridículo tentar enfrentar eles com uma ereção.
Vicky: ahhhgg… assim, meu amor!… ahhhhh… Isso!… Porra!… ahhhhhggg… Aí o corpo todo dela tremeu e ela desabou em cima do Freddy de novo. Era assustador ver como ele tinha feito ela gozar tão forte em só alguns minutos, parecia que ele já conhecia a buceta dela perfeitamente, mas era só o começo e meu pau tava duro pra caralho.
Freddy: vamos, foxy, tá esperando o quê pra montar?
Vicky: ah… ah… sim… Isso!
Ela ainda tava meio ofegante, aí pegou o pauzão dele e enfiou um pouco na buceta pra começar o movimento de sobe e desce devagar.
Vicky: aaahhhhh… Isso!!!!!… aaahhhh…
Freddy: ahh… isso, porra.
Vicky: aaahhh… Porra!!!… aaahhh… Tão duro!!!… aaaggghhh…
Aí ela começou a cavalgar desesperada, enquanto Freddy batia na bunda dela e chupava os peitos dela. O pior é que minha ereção continuava enquanto eu ouvia os gritos e gemidos dela. Minha excitação era tanta que achei que não ia aguentar mais, então tirei meu pau da calça.
Vicky: ahhhhh… aaagghhh… Isso!!!!… aaahhhhh…
Freddy: não para, foxy!
Vicky: aahhh… issooo… aaahhh… Issooooo!!!!… aaahhhggg…
Ela teve um orgasmo enorme, mas não parou de cavalgar sem controle, e então Freddy também começou a bombar a toda velocidade. Vicky: aaaahhhhh……Isso!!!....AAAHHHHHH….. Porra!!!!.......AAAAHHHHHHH……. Freddy: ahhh… isso, merda Vicky:aaahhhggg……Isso!!!!.....aaahhhggg…..Isso, Porra!!!!.......AAAHHHHGGG……
Imediatamente começou outro orgasmo consecutivo, o corpo dela deu um pequeno pulo enquanto a buceta dela explodiu em líquido caindo sobre o torso do Freddy. Os dois ainda estavam ofegantes, mas na hora ele a pegou com os dois braços, dando um giro violento contra o sofá, como se fosse um predador pegando a presa, então a penetrou de uma vez e começou a furar sem piedade. Vicky: aaaggghhhh…aahhh…Sim!!……ahhh…ahhh…ahhh… Freddy: hahaha porra, sua buceta tá tão apertada como sempre. Vicky: aaahhh….mmm….sim!!…..meu amor….aaahhh…. destrói ela!!….aaaggghhh!…. Aquilo era assustador, Freddy continuava comendo ela sem parar como se fosse uma maldita máquina e o rangido do sofá era muito forte, parecia que ia quebrar a qualquer momento, enquanto ela o envolvia com as pernas na cintura. Não aguentei mais e gozei no chão. Vicky: ahhhhh…..siiim…..ahhh…ahhh…ahhh… Caralho!!!.....aaahhhh…. Freddy: ah… Sim! Você adora isso, raposinha!!! Vicky: aaahhh….Siiim!!!...aaahhh…..Não para, meu amor!!!...aaahhhggg… Freddy: ah…grita, puta!!! Vicky: ahhhh…..Siiim!!!!......aaahhh…aaahhh….. ..aaahhh…..AAAHHHGGG….Siiim!!!...... ….AAAHHHHHGGG…….. Freddy: Sim, porra!!! O orgasmo dela foi brutal de novo, vi a buceta dela explodir em líquido, as pernas dela tremiam e os dedos dos pés se contraíam enquanto Freddy continuava penetrando ela sem piedade. De repente, ele a soltou de uma vez, deixando ela no sofá, a buceta dela parecia pulsar, então explodiu em líquido de novo e o corpo dela tremia descontrolado. Freddy segurou os tornozelos dela, colocou eles sobre os ombros dele e se posicionou por cima. Nessa posição, a buceta e o cu dela ficaram completamente expostos. A buceta dela já estava bem inchada e molhada dos orgasmos tão fortes. Enquanto o buraquinho lindo e apertado do cu dela se contraía devagar. Então Freddy enfiou de novo o pau inteiro na buceta da minha mãe, toda aquela umidade ajudava ele a deslizar sem problema e ele começou a comer ela sem piedade de novo. Meu pau continuava duro apesar de que tinha acabado de gozar, não consegui mais me controlar e comecei a bater uma.
Vicky: ahnn…sim!...aaahn… Assim!!!……ahn… …..Sim!!...aaahn… Freddy: isso que você queria, sua safada!!! Vicky: aahn…..Sim!!!!.....aaahn….Sim, porra!!!....aaahn…..Mais!…por favor, Maiss!!!...…aaahn!!!….. Freddy: ahn… Sim, merda!!!! Vicky: aaahn…Sim!...aaaggh……. Porra!!!.....AAAGGGHHH!!!! Minha mãe explodiu em outro orgasmo enquanto Freddy parou, pressionando o pau inteiro dentro da buceta dela por uns instantes. Aí ele soltou ela e se levantou, eu vi as coxas da minha mãe todas molhadas, quase escorrendo, igual o pau e as bolas do Freddy. De repente, ele pegou ela por trás dos joelhos, levantou o quadril dela e começou a lamber o cu dela. Vicky: ahn..Sim!!..ah...Pega…. ahn!….esse buraco é só Seu!!.....aaahn… Minha mãe tava exausta, mas parecia desesperada pra que Freddy arrombasse o cu dela, aí ele soltou ela e sentou no sofá. O pau dele continuava duro que nem concreto, a resistência era algo fora do normal, então ele deu uma ordem. Freddy: vamos, vagabunda, vem buscar! Vicky: ss..sim...ahn..ahn…Sim!!! Ela se levantou, as pernas dela pareciam fracas e tremendo. Foi incrível ver o rosto dela todo corado, suado, com um sorriso enorme e malicioso. De repente, ela se jogou no pau do Freddy, engolindo ele inteiro de uma vez, ficou uns minutos se engasgando até a garganta com o pau dele enquanto passava a mão nas bolas dele, e eu continuava batendo uma. De repente, ela parou de repente, toda ofegante com aquele sorrisão, aí montou nele de novo. O pau do Freddy escorria saliva até as bolas, ela pegou ele, colocou na entrada do cu dela e sentou devagar até enfiar tudo. Aí começou a cavalgar de novo, bem devagar. Vicky: Siiiiim!......aaahn…Siiim!!!......aaahhhhh…. Freddy: aaahn..Sim, você gosta desse pau, sua puta!!!! Vicky: Sim!!!...aaahn…..aaaggh!..esse pau é o PARAÍSO!!!!.....aaagghhh!!!.....
Era impressionante ver a bunda gostosa dela engolir por completo uma pica daquele tamanho. Aí ela acelerou o movimento, eu também comecei a bater uma com mais força e gozei no chão de novo. Enquanto ela continuava cavalgando sem controle.
Vicky: aaahhh!!!......Siiiim!!!....aaaahhh!!!.......Porra!!!.......Siiiim!!!.....aaaggghhh!!....
Freddy: Isso! Continua, foxy!!!
Vicky: Siiiim!!!!!.....Siiiim!!!......aaagghhhhhh!!!!......Siiiim!...CARALHO!!!....aaahhh!!!...Siiiim!!!.....AAAGGGHHHHH!!!!...
Minha mãe teve outro orgasmo, um orgasmo anal, caiu sobre ele se contorcendo. Mas ainda não tinha acabado, o buraco dela estava bem dilatado mas ainda limpo, Freddy ainda não tinha gozado e o pau dele continuava duro pra caralho.
Freddy: aaahhh…vamos, continua hahaha
Vicky: ahh….ee..tô…ahh…exausta…ahh!!
Freddy: então vou ter que fazer todo o trabalho sozinho.
Freddy se levantou, jogando ela de lado como se não pesasse nada pra colocá-la na posição. Então ela começou a cooperar aos poucos, até ficar de quatro, e Freddy se posicionou atrás dela.
Freddy: gata, você é minha puta favorita. Nenhuma das vadias velhas que eu como tem uma bunda tão boa, e as novinhas nenhuma aguenta tanto sexo quanto você.
Vicky: ahh…v..você é meu macho!...te…Amo!!!
Freddy: então se prepara, não comia há uma semana, então vou encher teu cu de porra hahaha
Vicky: siiiim!….me come!!.... Faz isso!!!...preciso do seu gozo quente!!!.....
De repente, ele agarrou ela pelo cabelo com uma mão e meteu de uma vez. Pensei que ia ser devagar, mas começou a bombar a toda velocidade enquanto batia na bunda dela com a outra mão.
Vicky: Isso!!!....aaahhh….Isso!!!.....Isso!!!.....aaahhh!!!...
Freddy: Isso porra!! Isso!!
Vicky: Isso!!!!.....aaaahhh….. Continua FILHO DA PUTA!!!!!.....aaahhhhh….. aaaggghhhh….
Freddy: Grita, sua foxy do caralho!!!...aaahhh…
Vicky: aaaggghhh!!!....aaahhh!....aaaahhh….Isso!!!....AAAAGGGHHHH…..
Mais um orgasmo brutal, a buceta dela explodiu de novo, ela se tremia caindo no sofá, mas Freddy não parou de penetrar ela nem um segundo. Eu achava que da primeira vez que ele comeu ela pelo cu, o squirt da buceta dela foi causado pelo efeito dos feromônios, mas não era isso, parecia que Freddy conseguia dar um prazer imenso no cu dela, os feromônios só tinham ajudado a despertar aquela mulher luxuriosa e insaciável. Aí minha ereção tinha voltado e eu comecei a bater uma de novo. Enquanto Freddy continuava empalando ela sem piedade. Vicky: aaaggghhh!!!... aaahhh!!!... aaaggghhh!!!! Freddy: aahhh... Isso, porra!!... como eu AMO esse CU!!! Vicky: aaaggghhh!!!!! aaahhhhh!!!!.. AAAGGGHHH!!!! Aí de novo outro orgasmo mais forte, a buceta dela explodiu com mais fluidos do que antes, enquanto o corpo dela se contorcia, eu não aguentei mais e gozei pela terceira vez no chão. O corpo da minha mãe parecia se contorcer de prazer, mas Freddy não deu chance pra nada, tava louco igual um animal, não tinha tirado a pica do cu dela um segundo sequer, com ela de bruços ele pegou pelos dois pulsos pra prender ela e montou pra continuar torturando o cu dela.
Vicky: AAAGGGHHHH!!!!!!AAAHHHH!!!!AAAGGGHHHH!!!!!!!!!
Freddy: Isso!!!…Porra!!!...... TOMA NO CU, CARALHO!!!!!
Vicky: ¡¡¡¡¡¡AAAAAAAGHHHGGHHHJJHHH!!!!!!! …ahhh…ahhh…ahhh….ahhh…
Freddy: ahh…ahh….
Freddy ainda continuava por cima dela, bombando enquanto ofegava. De repente, ele parou, segurou ela pelo quadril e se deitou ao lado dela. Tudo tinha acabado, aparentemente ele tinha dormido. Então, fiquei observando minha mãe: a cabeça dela descansava no braço de Freddy, o rosto completamente vermelho, com um sorrisinho no canto da boca, o olhar perdido e a maquiagem escorrendo junto com o suor. Era como uma viciada que tinha tido uma overdose de prazer. Continuei olhando, os mamilos dela ainda estavam bem duros. Foi aí que notei que o pau do Freddy ainda estava entre as pernas dela, mole, mas enorme. O mais impressionante era a quantidade de porra escorrendo da bunda dela até a coxa. A poça das minhas três gozadas não era nem metade do que ele tinha gozado dentro dela. Decidi vazar dali. Caminhei por um bom tempo pensando que, apesar de tudo, não sentia culpa. Sabia que se dedurasse minha mãe, teria que explicar tudo o que eu também tinha feito, além de que nossa vida iria pro saco. Também lembrei das palavras dela: aparentemente, meu pai também traía ela durante as viagens dele e se divertia pra caralho com outras minas. Enquanto isso, ela só fazia isso com o Freddy, e ele logo ia embora pra faculdade. Então, decidi deixar ela em paz com a aventura dela, contanto que fosse só com o Freddy e não com outros caras. Depois daquele dia, minha vida mudou pra caramba. Quando meu pai viajava, minha mãe se apressava pra sair com as "amigas" dela e pedia pra eu voltar mais tarde. Assim, eu ficava sozinho com a Carolina, porque a gente tinha começado a transar — algo que ela aceitava com muita facilidade.
Passava horas fora de casa e sempre voltava exausta.
Além disso, de vez em quando eu encontrava no banheiro as calcinhas fio dental molhadas que minha mãe usava pra se exercitar e aproveitava pra bater uma boa punheta. FIM........



Sentia medo e raiva só de pensar que o idiota do Freddy teria todo o tempo que quisesse pra curtir o corpo gostoso da minha mãe. Podia usar todos os buracos dela pra satisfazê-la e esvaziar as bolas por completo, sem ninguém atrapalhar.
Em casa tudo parecia normal, a única diferença era que meu pai não viajava mais com tanta frequência, saía uma ou duas vezes por mês e até tinha meses que nem saía. Minha mãe agia como de costume, nada fora do normal, só de vez em quando fazia uns comentários de putaria ou com duplo sentido. Meu pai parecia não se importar, até parecia que gostava, mas eu ainda me sentia culpado e desconfiava dela. Em algumas vezes que meu pai viajava, ela parecia ficar feliz e, assim que ele partia, já dizia que ia sair com as amigas. Além disso, comecei meu segundo ano no ensino médio, tudo ia bem, entrei no time de basquete e até tive minha primeira namorada, a Carolina, embora ainda não tivéssemos transado, só beijos e bastante apalpação. Durante esses meses, evitava pornô o máximo possível, só focava na escola e no exercício, porque a lembrança do que rolou entre minha mãe e o Freddy era como um castigo. Até tentava evitar ver minha mãe com aquela roupa de academia tão apertada, porque ela continuava treinando igual uma louca e seguia a dieta à risca, então a cintura, as pernas e, claro, a bunda dela tinham melhorado pra caralho.
Ela tava mais gostosa do que nunca, ficar em casa era uma tortura danada.
Além das minhas suspeitas sobre ela ainda não terem acabado, semanas depois eu confirmei. Meu pai saiu pra uma das viagens de trabalho dele, e justo nesses dias minha avó ficou doente, então minha mãe ia todo dia cuidar dela até melhorar. Na sexta, meu pai ia voltar, mas aí ele ligou pra casa. Roberto: "Oi filho, como vão as coisas?" — "Tudo bem, pai." Roberto: "A mãe tá em casa?" — "Não, foi na casa da vó, acho que ela já se recuperou." Roberto: "Entendo. Escuta, tô meio apertado aqui. Fala pra sua mãe que minha viagem atrasou, tivemos problemas com um embarque." — "Claro, vou falar." Roberto: "Parece que vou ter que ficar mais dois dias. Espero que ela não fique brava." — "Relaxa, acho que não é pra tanto." Roberto: "Beleza, amigão. A gente se vê. Cuida bem da casa." — "Sim, pai." Aí minha mãe voltou pra casa, era quase 7 da noite, dava pra ver que ela tava meio irritada. Vicky: "Voltei, amor." — "Sim, mãe. O pai ligou." Vicky: "Ele disse que horas o voo chega?" — "Não, ele só ligou pra avisar que teve problemas no trabalho e que ia ficar mais dois dias. Disse que espera que você não fique brava." Então eu vi o rosto dela se iluminar com um sorrisinho. Vicky: "Nossa, ele adora me deixar brava, hein?" — "Qual é, não é pra tanto. Agora ele passa mais tempo em casa." Vicky: "Haha, relaxa, tô só brincando." — "Nossa, achei que você fosse ficar puta." Vicky: "Claro que não, amor. Entendo que faz parte do trabalho dele. Ei, tô meio cansada, não quero preparar o jantar. Que tal pedir um hambúrguer pra você e uma salada pra mim?" — "Claro, mãe." Era muito estranho, parecia que ela tinha recebido uma notícia incrível. Ela ficou super feliz, até passou o jantar inteiro brincando. Depois de jantar, ela foi pro quarto dela descansar. Eu fiquei um tempão vendo TV, e depois decidi ir pro meu quarto. Mas a reação da minha mãe me deixava nervoso, não conseguia dormir. Umas horas se passaram, já era mais de 1h da manhã, quando ouvi uns barulhinhos. Levantei da cama o mais silencioso possível. Pra não fazer barulho, felizmente naquela noite eu não fechei a porta do meu quarto e me arrastei até a beira da escada. Era minha mãe no telefone, falando bem baixinho. Achei que talvez estivesse falando com meu pai, mas resolvi continuar ouvindo. Vicky: já te falei, love, gastei minhas economias no último hotel. Se eu usar meu cartão de crédito, meu marido vai descobrir. …vamos, sei que você pode dar um jeito, não importa o lugar, desde que a gente possa ficar sozinho……se tiver que ser amanhã, meu marido volta no domingo……pode me ligar de manhã, se meu filho atender, é só desligar……tô precisando muito de você, a gente não se vê há dois meses, tô ardendo. Fiquei apavorado ouvindo aquelas palavras, era óbvio que ela tava falando com o Freddy. Aí ela desligou o telefone e foi pra cozinha, aproveitei pra voltar pra minha cama. Tava furioso, minha mãe tava traindo com o Freddy. Sabia que da primeira vez que ele pegou ela selvagemente na piscina, tinha sido culpa da minha perversão, até tava disposto a esquecer tudo e nunca falar nada. Mas isso era diferente, agora ela fazia por vontade própria e por prazer. Era terrível e pelo visto já tinham feito várias vezes. Demorei umas horas pra conseguir dormir. No dia seguinte acordei um pouco tarde, e pra minha má sorte ela tava no telefone de novo. Quando desci, ela desligou rápido. Ainda tava furioso, então decidi que tinha que enfrentar ela, mas precisava pegar ela no flagra, senão não adiantava nada. Aí tive a ideia de seguir ela, inventando uma mentira. — Quem ligou, mãe? Vicky: eh… uma senhora, parece que errou o número. — Sério? Vicky: sim…. Tô meio cansada do exercício, deixei seu almoço na mesa, vou tomar um banho. — Mãe, você vai sair hoje? Vicky: sim, querido, vou com as meninas pro cassino, vou aproveitar que seu pai só volta amanhã. — Dá pra me dar um dinheiro? Vicky: claro, e aonde você vai?? — Vamos ver o jogo na casa do Edu e comprar petiscos e hmm… cervejas. Vicky: cervejas? — Sim. Você pode guardar segredo e não contar pro papai? Vicky: humm… ok, vai ser só cerveja ou também vai ter mina, hein?…
—: Não, só cerveja e vamos ver o jogo. Além disso, você sabe que eu tô namorando a Carolina.
Vicky: hahaha, relaxa, só tô brincando, não leva tão a sério. Você ainda é novo, pode se divertir com quem quiser… claro, sempre com proteção.
—: Mãe, pelo amor!
Vicky: Calma, hahaha… Mas… se quiser usar a casa quando o papai estiver viajando, é só me avisar… humm…
Fiquei paralisado depois de ouvir aquilo. Ela subiu pro quarto, e eu fiquei olhando ela rebolando de um lado pro outro. Me deu uma tesão, mas consegui me controlar. A mistura de raiva e excitação era terrível. O comportamento dela me deixava apavorado, era como se fosse outra mulher.
Algumas horas depois, me despedi dela e saí de casa. Decidi pegar um táxi. O motorista era um velho. Falei que ia ter que seguir uma caminhonete, só que menti: disse que queria seguir meu pai porque achava que ele tava tendo um caso. Ofereci pagar o dobro da corrida se ele fizesse um bom trabalho, e o velho topou.
Então esperamos perto da entrada do nosso bairro até a caminhonete aparecer. Por sorte, os vidros eram escuros e o taxista não conseguia ver que na verdade era minha mãe. Seguimos ela por uns 10 minutos até um bairro de classe baixa, perto da nossa antiga vizinhança. O lugar não parecia perigoso, mas tinha várias casas malcuidadas e outras abandonadas.
Até que ela finalmente parou na frente de uma dessas casas velhas. Falei pro taxista parar bem longe pra não levantar suspeitas. Depois de pagar, desci e me escondi atrás de uns carros depenados. Esperei uns minutos até ela sair da caminhonete. Ela tava como sempre quando saía de casa: nada provocante. Vestia jeans, uma blusa de botão e saltos pretos. Mesmo os jeans não sendo justos, as curvas e a bunda dela apareciam bastante.
Ela se apressou até a porta e ela se abriu na hora, parecia que o Freddy já tava esperando. Decidi me aproximar rápido e na maciota. Era uma casa bem velha, na frente tinha um monte de mato, umas caixas de lixo e um par de cadeiras quebradas. Cheguei por um dos lados, sorte que não tinha grade, só um monte de caixa tampando a visão da rua — dava pra me esconder ali sem ser visto. Quando cheguei perto, dava pra ouvir a conversa deles. Achei uma das janelas com uma cortina velha cheia de buraco, e dali dava pra ver eles e pegar no flagra. Olhei o lugar, tava bem largado, só tinha um sofá enorme meio gasto virado pra janela, uma mesinha, um tipo de aparelho de som bem velho, mas principalmente um monte de garrafa de cerveja vazia e bituca de cigarro. Aí eu olhei pra eles com raiva, lá estavam se beijando. Minha mãe já tava só de sutiã e jeans, enquanto enlaçava o pescoço do Freddy com os braços. Ele tava pelado, parecia até mais forte, só com uma toalha na cintura. Numa mão ele segurava a blusa da minha mãe, com a outra apertava a bunda dela. Freddy: "Desculpa, gata, é o único lugar que consegui com tão pouco tempo." Vicky: "Isso não importa, te falei, meu amor, o que importa é curtir um tempo gostoso, hmm..." Freddy: "Eu sei." Freddy soltou ela, foi até a porta pra trancar e voltou abraçando ela. Freddy: "Um amigo me empresta esse lugar de vez em quando, mas eu preferia um hotel, ou sua casa — lá a gente se divertiu pra caralho." Vicky: "Só divertido, querido?... Foi a melhor semana da minha vida, só teve sexo, dormir e mais sexo. Antes eu nunca imaginava que minha bunda pudesse dar tanto prazer ou que alguém tão novo pudesse me ensinar tanta coisa e me transformar na putinha dele." Freddy: "Bom, você tem razão, mas espero que a gente foda de novo na sua casa um dia, isso deixa tudo mais excitante." Aquelas palavras confirmaram minhas suspeitas — eles tinham aproveitado minha Viagem minha e do meu pai pra foder como loucos por dias. Vicky: embora aqui deve ser onde você traz suas putinhas, né? Freddy: bom, tenho que praticar pra dar pra essa buceta o que ela merece. Vicky: Isso me deixa com ciúme, você pode se divertir com qualquer pirralha quando quiser e eu tenho que esperar bastante. Freddy: qual é, você também tem seu marido e pode foder quando quiser. Vicky: sim, mas já não é suficiente pra mim, até convenci ele a fazer sexo anal. Freddy: hahaha, sério? Como conseguiu? Vicky: ele aceitou na hora, só falei que tinha feito com meu dedo enquanto via um pornô, gostei e queria que ele fizesse em mim. Freddy: hahaha, mentirosinha, e como ele se sai? Vicky: ele se esforça bastante, parece que já tinha bastante experiência, mas não é suficiente pra mim. Freddy: então é assim, hein? Vicky: sim, parece que ele também se diverte nas viagens dele, às vezes encontro cabelo de mulher nas camisas e bagagens dele. Freddy: qual é, não devia ser tão dura, hahaha, pelo menos ele se esforça. Vicky: sim, ele se esforça, mas já não basta, e a masturbação também não. São só pequenas doses que me mantêm controlada, o que eu preciso pra ficar satisfeita é o seu pauzão dentro dos meus buracos e todo o seu esperma queimando minhas entranhas! Freddy: caralho, você ficou viciada no meu pau, né? Vicky: bom, é sua culpa, você me mostrou o que era o verdadeiro prazer, não sei o que vou fazer quando você for pra faculdade. Freddy: qual é, uma mulher como você pode conseguir quantos paus quiser, hahaha. Vicky: Claro que não! Ainda sou uma mulher decente. Freddy: calma, foi só uma brincadeira. Vicky: é a verdade, ainda amo meu marido e, acima de tudo, você, meu amor. Não quero outro homem, meu coração pertence ao meu marido e meu corpo a você. Freddy: bom, nesse caso, vai ter que esperar eu vir visitar a cidade. Vicky: acho que vai ser assim. Freddy: então chega de palavras e vem aqui. Vicky: espera, tenho uma surpresa pra você. Observei com raiva enquanto ela começava a tirar o jeans, aí fiquei paralisado quando vi ela, tava usando um conjunto de lingerie por baixo. Tava parecendo uma puta gostosa de filme pornô, uma cinta-liga com meia arrastão e uma calcinha fio dental preta que mal cobria a buceta bem depilada dela, e de repente ela virou, a raba dela tava incrível.
Não acreditei no que estava vendo. Ela tirou o sutiã, os mamilos dela estavam completamente duros, e começou a dar passinhos como se estivesse desfilando. Quando o idiota do Freddy viu aquilo, teve uma ereção na hora, parecia que o pauzão dele saltava por uma mola. Vicky: Mmm… cê gostou da minha love?
Freddy: Adorei! Pô, é isso que você usa pro seu marido?
Vicky: Não, amor, isso eu comprei pra uma ocasião especial, tipo, só pra você.
Freddy: Então começa o teu serviço, foxy!
Vicky: Sim, meu love! Siiiim!
Freddy tirou a toalha. Quando ela viu o pau dele, se ajoelhou na hora pra devorar. Dava pra ver ela segurando o pauzão com as duas mãos e chupando a cabeça com força. Aí ela alternava: lambia as bolas, apertava o pau dele e depois voltava a chupar com desespero, como se fosse uma viciada.
Freddy: Haha, caralho, tava com saudade, né?
Quando ouviu isso, ela engoliu o pau dele inteiro até a garganta, se agarrando com força nas pernas dele. Então Freddy segurou a cabeça dela com as duas mãos e começou a foder ela com força pela boca.
Freddy: Ahhh, porra! Você é a melhor puta que eu já tive na vida.
Vicky: Agggg… mmm… gup… gup… gup… mmm… ag… ag… ag…
Freddy: Ahhh, isso, caralho!
Vicky: Ahhh… ah… ah… ah…
Aí ele soltou ela pra tirar o pau, que tava ainda mais duro. Enquanto isso, ela terminou toda ofegante e com um sorrisinho no rosto, se levantou.
Do nada, ele levantou ela pelo cu com as duas mãos pra beijar. Ficaram se beijando por uns segundos, então ele soltou ela e pegou na mão dela pra levar até o sofá velho. Freddy sentou, e ela subiu em cima dele.
De repente, com um movimento forte, Freddy arrancou a calcinha fio-dental dela e começou a esfregar a buceta dela com a mão.
Vicky: Ahhh… o que cê tá fazendo… mmm…
Freddy: Você disse que essa lingerie era minha ou não, foxy?
Vicky: Ahhhhh… sim… mmm… é sua…
Freddy: Não sei quanto tempo vou ter que esperar pra te fazer minha de novo, então vou guardar o gosto da sua buceta.
Vicky: Ahhh… Siiiim… ahhhhh… sim, meu amor!!!… ahhhh!
Ela teve um pequeno… orgasmo, então ele parou e jogou a tanga dela pro lado. Mas ela não parou, começou a esfregar a buceta nos abdominais dele e a raba no pau dele. Aquilo já era demais, tava furioso, o comportamento da minha mãe era terrível, ela tava agindo igual uma adolescente gostosa e sem controle. Mas o pior de tudo é que fazia isso por um cara que podia ser filho dela. Então Freddy segurou a bunda dela com as duas mãos e levantou ela até o rosto dele pra começar a devorar a buceta dela, ela gemia e se contorcia. Vicky: ahhh... Sim!!!... meu amor... ahhhhh... Sim!... ahhhhh... Continua!!!... aaahhh Decidi que já chega, tinha que parar eles naquela hora, mas aí percebi que na minha calça tinha uma porra de uma ereção. Era terrível ver como ela se agarrava com as mãos na cabeça do Freddy, arqueava as costas e as pernas dela tremiam. Enquanto Freddy amassava e apertava a bunda dela com força, eu me sentia puto e confuso. A reação do meu corpo me impedia de parar eles, seria ridículo tentar enfrentar eles com uma ereção.
Vicky: ahhhgg… assim, meu amor!… ahhhhh… Isso!… Porra!… ahhhhhggg… Aí o corpo todo dela tremeu e ela desabou em cima do Freddy de novo. Era assustador ver como ele tinha feito ela gozar tão forte em só alguns minutos, parecia que ele já conhecia a buceta dela perfeitamente, mas era só o começo e meu pau tava duro pra caralho. Freddy: vamos, foxy, tá esperando o quê pra montar?
Vicky: ah… ah… sim… Isso!
Ela ainda tava meio ofegante, aí pegou o pauzão dele e enfiou um pouco na buceta pra começar o movimento de sobe e desce devagar.
Vicky: aaahhhhh… Isso!!!!!… aaahhhh…
Freddy: ahh… isso, porra.
Vicky: aaahhh… Porra!!!… aaahhh… Tão duro!!!… aaaggghhh…
Aí ela começou a cavalgar desesperada, enquanto Freddy batia na bunda dela e chupava os peitos dela. O pior é que minha ereção continuava enquanto eu ouvia os gritos e gemidos dela. Minha excitação era tanta que achei que não ia aguentar mais, então tirei meu pau da calça.
Vicky: ahhhhh… aaagghhh… Isso!!!!… aaahhhhh…
Freddy: não para, foxy!
Vicky: aahhh… issooo… aaahhh… Issooooo!!!!… aaahhhggg…
Ela teve um orgasmo enorme, mas não parou de cavalgar sem controle, e então Freddy também começou a bombar a toda velocidade. Vicky: aaaahhhhh……Isso!!!....AAAHHHHHH….. Porra!!!!.......AAAAHHHHHHH……. Freddy: ahhh… isso, merda Vicky:aaahhhggg……Isso!!!!.....aaahhhggg…..Isso, Porra!!!!.......AAAHHHHGGG……
Imediatamente começou outro orgasmo consecutivo, o corpo dela deu um pequeno pulo enquanto a buceta dela explodiu em líquido caindo sobre o torso do Freddy. Os dois ainda estavam ofegantes, mas na hora ele a pegou com os dois braços, dando um giro violento contra o sofá, como se fosse um predador pegando a presa, então a penetrou de uma vez e começou a furar sem piedade. Vicky: aaaggghhhh…aahhh…Sim!!……ahhh…ahhh…ahhh… Freddy: hahaha porra, sua buceta tá tão apertada como sempre. Vicky: aaahhh….mmm….sim!!…..meu amor….aaahhh…. destrói ela!!….aaaggghhh!…. Aquilo era assustador, Freddy continuava comendo ela sem parar como se fosse uma maldita máquina e o rangido do sofá era muito forte, parecia que ia quebrar a qualquer momento, enquanto ela o envolvia com as pernas na cintura. Não aguentei mais e gozei no chão. Vicky: ahhhhh…..siiim…..ahhh…ahhh…ahhh… Caralho!!!.....aaahhhh…. Freddy: ah… Sim! Você adora isso, raposinha!!! Vicky: aaahhh….Siiim!!!...aaahhh…..Não para, meu amor!!!...aaahhhggg… Freddy: ah…grita, puta!!! Vicky: ahhhh…..Siiim!!!!......aaahhh…aaahhh….. ..aaahhh…..AAAHHHGGG….Siiim!!!...... ….AAAHHHHHGGG…….. Freddy: Sim, porra!!! O orgasmo dela foi brutal de novo, vi a buceta dela explodir em líquido, as pernas dela tremiam e os dedos dos pés se contraíam enquanto Freddy continuava penetrando ela sem piedade. De repente, ele a soltou de uma vez, deixando ela no sofá, a buceta dela parecia pulsar, então explodiu em líquido de novo e o corpo dela tremia descontrolado. Freddy segurou os tornozelos dela, colocou eles sobre os ombros dele e se posicionou por cima. Nessa posição, a buceta e o cu dela ficaram completamente expostos. A buceta dela já estava bem inchada e molhada dos orgasmos tão fortes. Enquanto o buraquinho lindo e apertado do cu dela se contraía devagar. Então Freddy enfiou de novo o pau inteiro na buceta da minha mãe, toda aquela umidade ajudava ele a deslizar sem problema e ele começou a comer ela sem piedade de novo. Meu pau continuava duro apesar de que tinha acabado de gozar, não consegui mais me controlar e comecei a bater uma.
Vicky: ahnn…sim!...aaahn… Assim!!!……ahn… …..Sim!!...aaahn… Freddy: isso que você queria, sua safada!!! Vicky: aahn…..Sim!!!!.....aaahn….Sim, porra!!!....aaahn…..Mais!…por favor, Maiss!!!...…aaahn!!!….. Freddy: ahn… Sim, merda!!!! Vicky: aaahn…Sim!...aaaggh……. Porra!!!.....AAAGGGHHH!!!! Minha mãe explodiu em outro orgasmo enquanto Freddy parou, pressionando o pau inteiro dentro da buceta dela por uns instantes. Aí ele soltou ela e se levantou, eu vi as coxas da minha mãe todas molhadas, quase escorrendo, igual o pau e as bolas do Freddy. De repente, ele pegou ela por trás dos joelhos, levantou o quadril dela e começou a lamber o cu dela. Vicky: ahn..Sim!!..ah...Pega…. ahn!….esse buraco é só Seu!!.....aaahn… Minha mãe tava exausta, mas parecia desesperada pra que Freddy arrombasse o cu dela, aí ele soltou ela e sentou no sofá. O pau dele continuava duro que nem concreto, a resistência era algo fora do normal, então ele deu uma ordem. Freddy: vamos, vagabunda, vem buscar! Vicky: ss..sim...ahn..ahn…Sim!!! Ela se levantou, as pernas dela pareciam fracas e tremendo. Foi incrível ver o rosto dela todo corado, suado, com um sorriso enorme e malicioso. De repente, ela se jogou no pau do Freddy, engolindo ele inteiro de uma vez, ficou uns minutos se engasgando até a garganta com o pau dele enquanto passava a mão nas bolas dele, e eu continuava batendo uma. De repente, ela parou de repente, toda ofegante com aquele sorrisão, aí montou nele de novo. O pau do Freddy escorria saliva até as bolas, ela pegou ele, colocou na entrada do cu dela e sentou devagar até enfiar tudo. Aí começou a cavalgar de novo, bem devagar. Vicky: Siiiiim!......aaahn…Siiim!!!......aaahhhhh…. Freddy: aaahn..Sim, você gosta desse pau, sua puta!!!! Vicky: Sim!!!...aaahn…..aaaggh!..esse pau é o PARAÍSO!!!!.....aaagghhh!!!.....
Era impressionante ver a bunda gostosa dela engolir por completo uma pica daquele tamanho. Aí ela acelerou o movimento, eu também comecei a bater uma com mais força e gozei no chão de novo. Enquanto ela continuava cavalgando sem controle.
Vicky: aaahhh!!!......Siiiim!!!....aaaahhh!!!.......Porra!!!.......Siiiim!!!.....aaaggghhh!!.... Freddy: Isso! Continua, foxy!!!
Vicky: Siiiim!!!!!.....Siiiim!!!......aaagghhhhhh!!!!......Siiiim!...CARALHO!!!....aaahhh!!!...Siiiim!!!.....AAAGGGHHHHH!!!!...
Minha mãe teve outro orgasmo, um orgasmo anal, caiu sobre ele se contorcendo. Mas ainda não tinha acabado, o buraco dela estava bem dilatado mas ainda limpo, Freddy ainda não tinha gozado e o pau dele continuava duro pra caralho.
Freddy: aaahhh…vamos, continua hahaha
Vicky: ahh….ee..tô…ahh…exausta…ahh!!
Freddy: então vou ter que fazer todo o trabalho sozinho.
Freddy se levantou, jogando ela de lado como se não pesasse nada pra colocá-la na posição. Então ela começou a cooperar aos poucos, até ficar de quatro, e Freddy se posicionou atrás dela.
Freddy: gata, você é minha puta favorita. Nenhuma das vadias velhas que eu como tem uma bunda tão boa, e as novinhas nenhuma aguenta tanto sexo quanto você.
Vicky: ahh…v..você é meu macho!...te…Amo!!!
Freddy: então se prepara, não comia há uma semana, então vou encher teu cu de porra hahaha
Vicky: siiiim!….me come!!.... Faz isso!!!...preciso do seu gozo quente!!!.....
De repente, ele agarrou ela pelo cabelo com uma mão e meteu de uma vez. Pensei que ia ser devagar, mas começou a bombar a toda velocidade enquanto batia na bunda dela com a outra mão. Vicky: Isso!!!....aaahhh….Isso!!!.....Isso!!!.....aaahhh!!!...
Freddy: Isso porra!! Isso!!
Vicky: Isso!!!!.....aaaahhh….. Continua FILHO DA PUTA!!!!!.....aaahhhhh….. aaaggghhhh….
Freddy: Grita, sua foxy do caralho!!!...aaahhh…
Vicky: aaaggghhh!!!....aaahhh!....aaaahhh….Isso!!!....AAAAGGGHHHH…..
Mais um orgasmo brutal, a buceta dela explodiu de novo, ela se tremia caindo no sofá, mas Freddy não parou de penetrar ela nem um segundo. Eu achava que da primeira vez que ele comeu ela pelo cu, o squirt da buceta dela foi causado pelo efeito dos feromônios, mas não era isso, parecia que Freddy conseguia dar um prazer imenso no cu dela, os feromônios só tinham ajudado a despertar aquela mulher luxuriosa e insaciável. Aí minha ereção tinha voltado e eu comecei a bater uma de novo. Enquanto Freddy continuava empalando ela sem piedade. Vicky: aaaggghhh!!!... aaahhh!!!... aaaggghhh!!!! Freddy: aahhh... Isso, porra!!... como eu AMO esse CU!!! Vicky: aaaggghhh!!!!! aaahhhhh!!!!.. AAAGGGHHH!!!! Aí de novo outro orgasmo mais forte, a buceta dela explodiu com mais fluidos do que antes, enquanto o corpo dela se contorcia, eu não aguentei mais e gozei pela terceira vez no chão. O corpo da minha mãe parecia se contorcer de prazer, mas Freddy não deu chance pra nada, tava louco igual um animal, não tinha tirado a pica do cu dela um segundo sequer, com ela de bruços ele pegou pelos dois pulsos pra prender ela e montou pra continuar torturando o cu dela.
Vicky: AAAGGGHHHH!!!!!!AAAHHHH!!!!AAAGGGHHHH!!!!!!!!! Freddy: Isso!!!…Porra!!!...... TOMA NO CU, CARALHO!!!!!
Vicky: ¡¡¡¡¡¡AAAAAAAGHHHGGHHHJJHHH!!!!!!! …ahhh…ahhh…ahhh….ahhh…
Freddy: ahh…ahh….
Freddy ainda continuava por cima dela, bombando enquanto ofegava. De repente, ele parou, segurou ela pelo quadril e se deitou ao lado dela. Tudo tinha acabado, aparentemente ele tinha dormido. Então, fiquei observando minha mãe: a cabeça dela descansava no braço de Freddy, o rosto completamente vermelho, com um sorrisinho no canto da boca, o olhar perdido e a maquiagem escorrendo junto com o suor. Era como uma viciada que tinha tido uma overdose de prazer. Continuei olhando, os mamilos dela ainda estavam bem duros. Foi aí que notei que o pau do Freddy ainda estava entre as pernas dela, mole, mas enorme. O mais impressionante era a quantidade de porra escorrendo da bunda dela até a coxa. A poça das minhas três gozadas não era nem metade do que ele tinha gozado dentro dela. Decidi vazar dali. Caminhei por um bom tempo pensando que, apesar de tudo, não sentia culpa. Sabia que se dedurasse minha mãe, teria que explicar tudo o que eu também tinha feito, além de que nossa vida iria pro saco. Também lembrei das palavras dela: aparentemente, meu pai também traía ela durante as viagens dele e se divertia pra caralho com outras minas. Enquanto isso, ela só fazia isso com o Freddy, e ele logo ia embora pra faculdade. Então, decidi deixar ela em paz com a aventura dela, contanto que fosse só com o Freddy e não com outros caras. Depois daquele dia, minha vida mudou pra caramba. Quando meu pai viajava, minha mãe se apressava pra sair com as "amigas" dela e pedia pra eu voltar mais tarde. Assim, eu ficava sozinho com a Carolina, porque a gente tinha começado a transar — algo que ela aceitava com muita facilidade.
Passava horas fora de casa e sempre voltava exausta.
Além disso, de vez em quando eu encontrava no banheiro as calcinhas fio dental molhadas que minha mãe usava pra se exercitar e aproveitava pra bater uma boa punheta. FIM........
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