Caso não tenham lido, deixo aqui a primeira parte. Depois da pandemia da Covid-19, por causa do meu trampo, fiquei isolado mais de 3 vezes, fora uma internação na UTI (terapia intensiva) e, mesmo com tudo isso, ainda lembrava da putaria que a Flor Vigna tinha me feito. Acho que, por mais que ela tenha adorado como eu parti ela no meio, ela se fazia de difícil e por isso não me procurava, até ontem. Terça-feira, 19 de setembro, saí do trampo e tava caminhando de boa pela avenida Sáenz Peña, indo praquele café icônico que sempre vou. Quando fui abrir a porta, uma mão se apoiou por cima e me apertou forte contra a maçaneta. Na hora, meus ouvidos só ouviram: — Que parte de que você era meu você não entendeu? Preciso te comer de novo pra você entender? — Flor, é você? — Sim, sou eu e tô insatisfeita. Não te falei que queria que me ligasse? Por que não fez isso? — Passou a pandemia e você começou a namorar o Luciano Castro, achei que não precisava mais de mim. — Esse aí é muito pau e pouco prazer. Diferente da minha piroca venosa, que pelo visto tá dura. E se minha piroca tava dura pra caralho, não era à toa: ela tava com uma camisa azul colada no corpo e dava pra ver o duro que tavam aqueles pezões de puta. — Então você quer que eu te dê mais da minha piroca? — falei no ouvido dela pra confirmar que tava sem sutiã. — Mais vale que dessa vez você se comporte como a puta que é. — Sim, meu dono. — respondeu se fazendo de submissa. Peguei ela pela mão e levei pro apartamento dela. Quando cheguei, a primeira coisa que fiz foi amarrar ela com meu cinto numa cadeira que tava na sala, enquanto ela me olhava com aqueles olhos de puta e aquela boca vermelha de quem manda bem no boquete. Arranquei a camisa dela de uma vez só. Os botões voaram e os pezões duros dela ficaram no ar. Ela só conseguiu gemer um pouco, porque depois comecei a lamber eles, e ela, como toda puta, não parava de pedir mais e mais. Comecei a morder e beliscar, e ela ainda mais. Mais se excitava. Com meus dedos e mãos grossas, tirei aquele jeans preto colado que ela usava, que não parava de mostrar o tamanho da buceta que tinha por baixo. Na minha putaria, rasguei a calcinha fio dental azul que ela tava e comecei a tocar ela. Meus dedos iam cada vez mais fundo, minha língua passava cada vez mais rápido na buceta dela. Ela não aguentou e começou a gritar, sentia o corpo dela tremer, pedia pra eu parar, mas eu sabia que a putinha queria mais. Foi aí que, num instante, ela encheu minha cara com o elixir desejado do squirt. A puta não aguentava mais e eu tava com o pau duro igual pedra. Peguei ela pelo cabelo azul que tinha e, enquanto ela tentava se recuperar, olhei pra ela e falei: — Por ter me molhado, agora você vai ser castigada. Soltei ela da cadeira e levei pra cama dela pra amarrar de novo, ela pedia pra eu parar, mas comecei a passar meu pau venoso na bucetinha rosada dela, que tava com uns pelinhos de dias. Mas não aguentei mais e meti. Ela começou a gritar mais e mais, a puta sabia que isso tava me deixando louco, numa hora pedia mais e mais, meu pau tava muito duro, tava a minutos de gozar quando ela virou e falou: — Quero que você arrebente meu cuzinho!!! Comecei a babar aqueles 15 cm de pau venoso e grosso, comecei a lamber pra dilatar aquele cu lindo que ela tinha com meus dedos, até que não aguentei mais e comecei, devagar, a vacinar ela com meu pedaço de pau. Sentia como, aos poucos, meu pau ficava maior e mais duro, também sentia aquele cu se dilatando mais e mais. A puta se mexia como se não doesse, gozava como uma puta total. — ENCHE MEU CU DE PORRA — GRITAVA ENQUANTO EU TENTAVA NÃO GOZAR — VOU TE ENCHER DE PORRA, NÃO SÓ O CU, MAS VOCÊ INTEIRA. As nádegas dela não aguentavam mais as palmadas que eu dava, tavam vermelhas, as costas dela tavam todas molhadas e suadas de tão gostosa que tava, era uma puta total. Naquela hora, não aguentei mais e meu pau explodiu de porra, o cu dela escorrendo, na buceta dela começava a cair toda a porra e ela só se enfiava. Usei os dedos pra provar como tava meu cum. Fazia um tempão que eu não batia uma nem comia ninguém, por causa da pandemia e dos meus problemas depois de ter me infectado, a quantidade de cum era enorme. Nessa hora, a porta abre e aparece o Luciano Castro. Ela, com aquela cara de puta, olhou pra ele e disse: — OLHA, É ASSIM QUE SE ENCHE UMA MULHER DE cum. A Flor Vigna começou a chupar minha pica, eu ainda tava cheio de cum, tinha mais pra ela. Parece que ela percebeu e começou a chupar mais forte, eu apertava aqueles pezões duros e suados que tavam na minha frente. Com a língua de puta, ela começou a acariciar a cabeça e o tronco da minha pica, que tava prestes a explodir de tanto aguentar. Comecei a empurrar cada vez mais fundo, até ela engasgar, foi aí que minha pica não aguentou mais e começou a jorrar todo o cum. A cara dela, a boca e os peitos ficaram cheios de cum. Ela parou, me olhou, foi andando até o Luciano Castro e disse: — Tô faminta de pica, quero ser comida pelos dois.







Até aqui chegou o post. Se eu ver que tem muita aceitação, continuo com a 3ª e última parte. Agradeço se você chegou até aqui, não esquece de dar like e me seguir. Abraços, puteros.








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2 comentários - Flor Vigna, a putinha, quer mais pica
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