Meu primeiro menage

Não sei como se medem os chifres, se pela quantidade ou pela morbidez, do jeito que for, meu marido tem por ambos os motivos. Transo porque gosto de seduzir e ser seduzida, não porque ele merece ser cuck (ou talvez sim), mas essa é uma análise que não cabe neste relato. Como sabem quem me segue, quem me desvirgou foi o Marcelo (amigo íntimo do meu marido), quando eu ainda era a namorada de quem hoje é meu esposo. Vários meses de intimidade, dividindo a cama e as fantasias, me levaram à experiência que compartilho com vocês hoje. Meu primeiro ménage. Aconteceu, como acontece com a gente, mulheres que alguns homens, não todos, sabem transformar em submissas. Marcelo me dominava. Uma tarde, depois do sexo, confessei que me sentia atraída pelo Héctor, outro integrante do grupo. Os anos passaram e chegou meu casamento. Uma quinta-feira, no civil, comuna de Flores, 12h30, e sábado, 20h30, na igreja. Depois do civil, almoço íntimo em família que se estendeu até o fim da tarde. Os tios e testemunhas foram embora, ficaram só os noivos e nossos pais para o último brinde com um jantar frio. 21h30, fim da festa. Meu pai tinha deixado claro: até a cerimônia religiosa, nada de sexo. Tchau, tchau, cada um pra sua casa. Umas 22h30, o Marcelo ligou pedindo minha presença. Eu tentei, juro que tentei não vê-lo, mas ele não aceitou minha recusa. Como uma boa submissa, armei um plano de fuga. Com a ajuda de uma amiga que fingiu me convidar pra passar a noite na casa dela pra falar da cerimônia, fui encontrar o Marce. Cheguei na esquina, peguei o Twingo e fui ao encontro. Surpresa: o Héctor estava com ele. Paralisada de medo, alguém agora sabia do meu caso com o Marcelo. Tentei dar meia-volta, mas a mão firme do Marcelo me segurou, e, como pra me atormentar ainda mais, disse: "Acabamos de deixar seu maridinho, desejando tudo de bom pra ele". Me colocou no carro. O Héctor me cumprimentou, me parabenizou, desejando tudo de bom e perguntando como eu estava. Marcelo dirigia e eu gaguejava, tentando responder. A conversa com o Héctor. Fui me acalmando, ele foi me seduzindo (confesso que não precisei fazer muito esforço), me confessou que sempre gostou de mim e que um passarinho tinha dito que eu não era indiferente a ele. O Marcelo parou o carro, o Héctor me convidou pra caminhar na praça Vélez Sarsfield, noite fria, mês de junho, ele pegou na minha mão, sentiu meu frio e me abraçou, me agasalhou com a jaqueta dele sobre meus ombros e, poucos passos depois, me comeu a boca. O que a gente faz com o Marcelo?, perguntei. Ignora ele, foi a resposta. Subimos na parte de trás do Twingo, enquanto o motorista dirigia não sei pra onde. Eu curtia cada beijo, cada carícia, até que uma manobra estranha me indicou que a gente tava entrando no motel em frente ao campo do Ferro. Não falei nada, eles também não, com dúvidas sobre o papel do Marcelo, fui seguindo guiada pelo Héctor. Não queria ver o que tava rolando, então pedi pra apagarem as luzes, o nervosismo me fazia tremer, mas o medo já tinha ido embora, eu confiava no Héctor e no Marcelo. Então me entreguei, me deixei fazer. Eles foram me beijando, acariciando, meu ator principal era o Héctor, que cada vez me atraía mais, tava confortável e na expectativa do que vinha. Minha roupa foi caindo, fiquei só de tanguinha. O Marcelo foi o primeiro a se pelar, me ofereceu o pau dele, eu sentada na cama chupando ele, enquanto o Héctor se despia pra me mostrar o corpo dele pela primeira vez, e cada surpresa me deslumbrava mais. Assim que ele se aproximou, troquei de pau na minha boca, a mão dele na minha cabeça acariciando e marcando a pressão que ele queria que eu chupasse. O Marcelo tentou começar, mas o Héctor falou "eu primeiro" e me olhou buscando minha aprovação, que eu dei dizendo "sim, me come você sozinho". Abracei ele, me pendurei no pescoço dele, e ele me levou pra cama, tirou minha tanguinha, levantou meus quadris com o travesseiro, colocou minhas pernas no ombro e entrou. Minha buceta era uma poça, ele amassava meus peitos e eu sentia o pau dele entrando e saindo, eu gozava tudo: a foda, a situação e o cara que eu gostava há anos. Nesse estado de excitação, sinto o pau do Marcelo percorrendo minha lábios e comecei a chupar aquela buceta. O desconforto deles fez com que mudassem de posição, e me colocaram de quatro na cama. Marcelo, de pé, me oferecendo aquela pica enorme, e Héctor molhando o pau dele com meu melzinho enquanto dilatava minha bunda com cuspe e dedos. De pouquinho em pouquinho foi entrando, eu sentia a dor, então ele me lubrificava mais e tentava de novo, até que eu rompi a resistência e empurrei com força pra ele entrar de uma vez. O ritmo e o cansaço dele fizeram minhas pernas cederem, e eu caí na cama, com força só pra manter a bunda levantada e facilitar a penetração. Ele encheu minha bunda de porra e caiu em cima de mim. "Que gostosa você é", ele disse. Aí ele foi pro banheiro, e Marcelo começou o trabalho dele. Me pediu pra montar nele, e aos poucos encontrei o ritmo pra preparar meu orgasmo. Já Héctor tava na minha frente, colocando o pau dele na minha boca, e eu senti, instantes depois, as batidas da porra do Marcelo. Esse foi meu primeiro menage.

4 comentários - Meu primeiro menage

Muy hermoso relato . Me encantó 💕
+10
Quiero saber más...
@Lletuchi se volvió a repetir o eso queda para otro relato ?...
@sergiov8xxx se repitio con los mismos actores y con los años con otros
@Lletuchi aplausos de pie !!!! ... entonces seguire esperando esos relatos calientes
Me dejaste en llamas...se lo voy a leer a mi mujer.