Beleza galera, vou contar o que rolou.
Dia normal no escritório, toca o telefone, número local, mas não tinha salvo. Atendo numa boa:
— Beleza?
— Beleza, como cê tá? Sou eu... (marido da...)
— Sim sim, já sei. O que cê precisa?
— Falar com você, nada demais, só quero que cê me esclareça uma parada.
— Ok, sem drama. Te mando mensagem e a gente combina durante a semana.
Isso começou um mês antes. Aniversário da minha mina, fiz um post nas redes sociais, e a mulher desse cara — que me dava até o ano passado, mas por uns problemas a gente não se via mais — me manda um WhatsApp me xingando de tudo: que eu era um lixo, que todo mundo sabia que eu era corno, que era um encostado, etc. A coitada tava ressentida pra caralho. Deixei no visto e pronto, mas ela continuou. Só ignorei e ela me deletou dos contatos, pelo visto. Segui minha vida, ia encontrar ela de novo.
Semana passada, saí do trampo e quem vejo andando? Sim, a mina tava ali perto. Parei, pedi pra ela subir no carro. Ela começou a me xingar, fechei o vidro, ela se irritou e subiu pra continuar me esculachando. Fui levando pra saída da cidade, ela continuou me xingando. Entramos no hotel, ela saiu do carro brava, dizendo que não ia fazer nada, que eu levasse ela de volta pra onde peguei.
A recepcionista liga, atendo, deixo o dinheiro na porta. Quando a porta girou, me aproximei e dei um tapa nela que me fez pensar: fui longe demais. Ela se recompôs e, quando ia falar algo, meti outro do outro lado. Ela só me olhou e começou a chorar. Eu tava puto pra caralho com toda a situação, mas já tava ali. Comecei a falar que ela não era ninguém pra fazer o que fez, que não tinha direito de opinar na minha vida, assim como eu não opinava na dela, que já era, o que rolou foi legal, mas não ia mais rolar, já tinha virado drama e um monte de outras coisas.
Terminei de falar essas paradas, pensando que ela ia baixar a cabeça, mas ela rebateu e me deu um tapa no final. Aí desandou tudo: meti outro tapa nela e comecei a beijar ela, assim mesmo, do lado da cama. Peguei ela pela cabeça e abaixei pra ela chupar minha pica. Eu xingava ela de tudo, depois peguei ela com as duas mãos e comecei a comer a boca dela, ela nunca tinha me chupado assim porque engasgava, mas agora tava se afogando e eu não tava nem aí. Quando eu ia gozar, segurei ela pra não escapar e joguei tudo, ela lacrimejou, engasgou, cuspiu porra pelo nariz e deixei ela assim por um tempo. Tirei de dentro e olhei pra ela, falei: "aprende, puta, a respeitar. Agora vamos te limpar que vou te comer no cu." Peguei ela, levei até o chuveiro, botei debaixo da água, tirei e levei pra cama. Coloquei ela de quatro e comecei a chupar o cu dela, fiquei uns 5 minutos alternando entre pussy e cu, e quando ela tava pronta, enfiei de uma vez até a metade. "Olha, se falar alguma coisa, vai inteira, me ouviu?" Ela não disse nada, mas doía mais o orgulho dela do que qualquer outra coisa. Ela continuava com aquela raiva, e aí comecei a dar tapa na bunda dela. Ela me pediu por favor pra não bater porque marcava muito. "Tô pouco me fodendo se teu marido ver o que acontece com você por ficar se metendo", falei e continuei enfiando, sem mentir, ficaram inchadas. Gozei 2 vezes no cu dela e no final ela tava entregue e humilhada. Ajudei ela a se vestir e mandei ela embora sem a calcinha, ela pediu por favor, eu falei que não. Não deixei ela limpar a porra do cu, falei pra ir assim mesmo. Deixei ela em casa e fui embora, e aí começa o início da história.
E aí, tudo bem? Sou ….. (marido da ……)
Sim, sim, já sei. O que você precisa?
Falar com você, nada demais, só preciso que tire uma dúvida.
Ok, sem problema. Te escrevo e a gente combina durante a semana.
Vou postar a segunda parte na semana que vem, espero que gostem. Abraço, Poringa Boys.
Dia normal no escritório, toca o telefone, número local, mas não tinha salvo. Atendo numa boa:
— Beleza?
— Beleza, como cê tá? Sou eu... (marido da...)
— Sim sim, já sei. O que cê precisa?
— Falar com você, nada demais, só quero que cê me esclareça uma parada.
— Ok, sem drama. Te mando mensagem e a gente combina durante a semana.
Isso começou um mês antes. Aniversário da minha mina, fiz um post nas redes sociais, e a mulher desse cara — que me dava até o ano passado, mas por uns problemas a gente não se via mais — me manda um WhatsApp me xingando de tudo: que eu era um lixo, que todo mundo sabia que eu era corno, que era um encostado, etc. A coitada tava ressentida pra caralho. Deixei no visto e pronto, mas ela continuou. Só ignorei e ela me deletou dos contatos, pelo visto. Segui minha vida, ia encontrar ela de novo.
Semana passada, saí do trampo e quem vejo andando? Sim, a mina tava ali perto. Parei, pedi pra ela subir no carro. Ela começou a me xingar, fechei o vidro, ela se irritou e subiu pra continuar me esculachando. Fui levando pra saída da cidade, ela continuou me xingando. Entramos no hotel, ela saiu do carro brava, dizendo que não ia fazer nada, que eu levasse ela de volta pra onde peguei.
A recepcionista liga, atendo, deixo o dinheiro na porta. Quando a porta girou, me aproximei e dei um tapa nela que me fez pensar: fui longe demais. Ela se recompôs e, quando ia falar algo, meti outro do outro lado. Ela só me olhou e começou a chorar. Eu tava puto pra caralho com toda a situação, mas já tava ali. Comecei a falar que ela não era ninguém pra fazer o que fez, que não tinha direito de opinar na minha vida, assim como eu não opinava na dela, que já era, o que rolou foi legal, mas não ia mais rolar, já tinha virado drama e um monte de outras coisas.
Terminei de falar essas paradas, pensando que ela ia baixar a cabeça, mas ela rebateu e me deu um tapa no final. Aí desandou tudo: meti outro tapa nela e comecei a beijar ela, assim mesmo, do lado da cama. Peguei ela pela cabeça e abaixei pra ela chupar minha pica. Eu xingava ela de tudo, depois peguei ela com as duas mãos e comecei a comer a boca dela, ela nunca tinha me chupado assim porque engasgava, mas agora tava se afogando e eu não tava nem aí. Quando eu ia gozar, segurei ela pra não escapar e joguei tudo, ela lacrimejou, engasgou, cuspiu porra pelo nariz e deixei ela assim por um tempo. Tirei de dentro e olhei pra ela, falei: "aprende, puta, a respeitar. Agora vamos te limpar que vou te comer no cu." Peguei ela, levei até o chuveiro, botei debaixo da água, tirei e levei pra cama. Coloquei ela de quatro e comecei a chupar o cu dela, fiquei uns 5 minutos alternando entre pussy e cu, e quando ela tava pronta, enfiei de uma vez até a metade. "Olha, se falar alguma coisa, vai inteira, me ouviu?" Ela não disse nada, mas doía mais o orgulho dela do que qualquer outra coisa. Ela continuava com aquela raiva, e aí comecei a dar tapa na bunda dela. Ela me pediu por favor pra não bater porque marcava muito. "Tô pouco me fodendo se teu marido ver o que acontece com você por ficar se metendo", falei e continuei enfiando, sem mentir, ficaram inchadas. Gozei 2 vezes no cu dela e no final ela tava entregue e humilhada. Ajudei ela a se vestir e mandei ela embora sem a calcinha, ela pediu por favor, eu falei que não. Não deixei ela limpar a porra do cu, falei pra ir assim mesmo. Deixei ela em casa e fui embora, e aí começa o início da história.
E aí, tudo bem? Sou ….. (marido da ……)
Sim, sim, já sei. O que você precisa?
Falar com você, nada demais, só preciso que tire uma dúvida.
Ok, sem problema. Te escrevo e a gente combina durante a semana.
Vou postar a segunda parte na semana que vem, espero que gostem. Abraço, Poringa Boys.
1 comentários - avivando el cuerno 1