Sempre passo pela porta, fica no caminho quando vou na esquina, no açougue ou no mercado chinês. E vejo os três, às vezes um trabalhando, outro batendo papo e o terceiro enrolando no escritório. A oficina está impecável, duas fossas azulejadas, os tambores brilhando no meio, as paredes sempre perfeitas, o escritório no fundo incrível. E eles também. Toda vez que passo na calçada, fico de olho neles, e às vezes um deles me olha.
Sinceramente, dá pra perceber um pouco, não que eu seja uma louca, nem afeminado, mas um machão caminhoneiro, não sou. Na intimidade, é outra história. Mal chego do trabalho, tiro a biquíni que sempre uso por baixo da cueca e coloco minha calcinha fio dental e uma das minhas saias curtas, em cima um sutiãzinho e uma regatinha. Pra quê sutiã se sou magro e quase não tenho peito? Porque eu sinto, porque preciso, porque gosto, porque adoro ver a alça aparecendo no decote da blusa. Além disso, não é qualquer sutiã, fui numa costureira, bem longe de casa, tem que ser discreta, contei o que sou, sou assim, levei minhas calcinhas e ela fez uns sutiãs lindos combinando, quase sem bojo, um triângulo de renda que cobre o mamilo e o biscoitinho de chocolate que tenho ao redor. Às vezes coloco aquele plug pequeno com um coraçãozinho vermelho na ponta e faço as coisas de casa sentindo os carinhos que o plug faz no meu rabinho. Sou muito fogosa, mas moro sozinha, então à noite preciso sonhar com meu homem, com um macho que me faça dele, pego meus consolos e sempre antes de dormir, peladinha ou com minha roupinha de cama, meto no meu rabinho até gozar. Demorei pra conseguir, meses de prática, mas já nem toco no meu clitóris, e chego a uns orgasmos enormes. No outro dia de manhã, de novo biquíni-cueca-calça-camisa-gravata-blazer, de novo todo um jovem executivo do Banco X. Não sou muito alto, não chego a um metro e setenta, mas bem arrumado, pele morena, mistura de chaqueña com polonês, mas Saí pra minha véia, argentino por onde me olha. Pela cor, foi mais difícil chegar, não só as "cuties" são excluídas, os "cabeças", os que parecem "favelados", são olhados de outro jeito. Tive que me foder mais que os "branquinhos" pra crescer no trampo, mas no fim reconheceram meu valor. Sou uma sissy? Sou uma CD? Sou eu, porra!!!!!!, os rótulos não me importam.
Bom, mas vamos voltar ao templo dos deuses, porque é assim que chamo o borracheiro da esquina, a testosterona quase dava pra cheirar, toda vez que passava molhava a calcinha. Tava há meses sem que nenhum homem me fizesse dele, na real tão poucas vezes me fizeram a bunda pequena!, e pra piorar, da última vez o babaca disse "tangas me broxam", e eu tava tão carente que pra chupar ele fui de menino e disfarçando meus trejeitos. Melhor nem ter ido!, uma pica não vale tanto.
Como vocês veem, sou uma tagarela e me perco nos detalhes. Tava morrendo de vontade que um dos três deuses, ou todos, por que não?, me jogassem em cima do capô de algum carro e estourassem minha raba, mas como fazer? Sou muito discreta, sei que dá pra perceber um pouquinho, mas tento não dar o que falar pras fofoqueiras do bairro, umas velhas cuzonas que acham que vou perverter os filhinhos delas, hahaha. Mais de um me deu mole, mas finjo que não percebo, prefiro continuar com meu brinquedo na bunda pequena do que me meter em encrenca com essas bruxas. Mas se eu tinha que me mostrar de vez, que fosse com esses deuses!!
Tenho nojo de estragar as mãos com graxa, mas tinha que inventar algo, comprei uma seringa, abri a tampa do motor do meu carro e comecei a tirar fluido de freio daquela garrafinha suja até acender a luz de freio, pronta a desculpa! Agora tempo e roupa. Não podia ir de puta, mas tinha que provocar eles. Escolhi a calça jeans de cintura baixa e por baixo a tanga vermelha, se eu me abaixasse aparecia, lembrei daquela cumbia "Lauraa, quando você dança aparece a Tangaaa", que horror!, mas eu ia fazer, kkkk. Uma camisa desabotoada por cima, sutiã, só por precaução, não. A hora? Sexta depois das 18:30, quase fechando, a rua já escurecendo.
Morta de nervos, entrei no carro, cheguei no lubrificante, respirei fundo e entrei direto com o carro na fossa. Antes de descer, o Matias já tava lá, um dos deuses, o mais baixinho. Abri a porta e, dedicando a ele o sorriso mais sensual que eu tinha e olhando como se fosse devorar ele, bem putinha eu, desci do carro.
— Tô no vermelho, não dá uma olhada pra ver o que é? — O Matias mal sorriu, eu devolvi o sorriso, olhei nos olhos dele e passei a mão na minha bunda, que com essa calça jeans tava divina.
Ele fez o trabalho dele, viu a luz do freio acesa, levantou o capô e tirou a tampa daquela garrafinha imunda. Eu aproveitei pra me apoiar no para-lama, mostrando a raba, e perguntei: — É muito grave, vai conseguir arrumar pra mim? — O Mati se levantou, vi os olhos dele cravados na minha bunda, com certeza já tinha visto minha tanga, e me devorando com o olhar, eu já sentia que ele tava me despindo com os olhos. Ele disse: — Não, nada grave, falta fluido de freio, mas se quiser, dou uma revisada completa em você.
— Ai, sim! Por favor, me revisa bem, bem completa — terminei de falar e fiquei vermelha de vergonha, tinha saído muito ridículo, errado, mas a verdade é que eu já tava toda molhada, se o Mati não me comesse, eu não sabia o que ia fazer com a minha buceta naquela noite.
Ele levou a mão no volume e viu meu sorriso e meu olhar fixos no pau dele.
— Vem às 20h, se ver fechado, bate, que eu tô lá dentro.
— Vai estar lá dentro?
— Com certeza — ele disse, olhando descaradamente pra minha raba. Eu me senti tão no cio que quase saí rebolando a bunda igual faço na frente do espelho do meu quarto, mas me segurei, não queria que nenhuma velha cuzona me visse.
Cheguei em casa e preparei a pera com água morna, enchi a barriga de água várias vezes até garantir que tivesse mais limpa que centro cirúrgico. Procurei na... O guarda-roupa pra eu me vestir, bom, na real só uma calcinha mesmo, o resto ia ser a mesma coisa, não queria parecer muito puta... ainda, hehe. Escolhi a fio dental vermelha. Me olhei, tava gostosa pra caralho.
Aquela hora foi a mais longa da minha vida, escovei os dentes duas vezes, perfumei os peitos, passei umas gotinhas de Kenzo no meu cuzinho, ui como arde, e fiquei andando igual uma louca pelo quarto esperando a hora de ir pro templo.
Muito puta eu, às 8 menos 5 já tava batendo na cortina de metal do borracheiro. Matías abriu na hora. Olhei pra todo lado.
- Cê tá sozinho? -
- Tô, meus sócios já foram pra casa, fiquei pra te atender -
- Ai, obrigada!, cê não sabe como eu gosto de me sentir bem atendida -
Meu carro ainda tava no fosso com o capô levantado. Me apoiei de novo no parachoque, empinando bem a raba
- Achou o problema? - Matías se apoiou do meu lado, e de repente senti a mão dele acariciando minha bundinha esquerda.
- Não, mas se quiser eu te atendo agora e a gente resolve -
- Não vai vir ninguém? -
- Não, fica tranquila, meus amigos já sabem que vou te atender e vão me deixar trabalhar sossegado - Matías já tava passando a mão descaradamente no meu rego, - outro dia se quiser eles te atendem também -
Acho que minha raba já tava escorrendo, não acreditava, será que iam me comer os 3 deuses?
Meus lábios se abriram, JÁ queria beijar ele, mas não me deu chance. Me puxou o jeans de uma vez, ouvi o primeiro "ahhhhh" dele, senti o barulho da calça dele caindo no chão, virei a cabeça, era enorme! Senti a cuspida ritual na cabeça dele, minha raba não precisava, tava completamente dilatada e molhadona de tesão, senti a cabeça gigante e quente dele encostar na minha bucetinha, ai!!, que dor, de uma vez enfiou meio pau pra dentro, gritei, tomara que ninguém tivesse passando na calçada naquela hora.
- Tá doendo, puta? -, - cê tem uma piroca gigante, macho -, - vai ter que engolir meus 25 cm de carne, puta, te falei que ia te atender bem -, - ai, sim rompe meu cu, é todo seu, ai! -, o resto dos 25 cm entrou na minha pobre pussy. Bom, de pobre nada, eu tava no céu.
- Deixa ela quietinha um pouquinho por favor -, - sim, putinha, calma -
- Como você se chama, machão? -, - Matías, e você? -, - Claudio, mas me chama de Carina -
- Toma, Cari putona -, os 25 cm dele saíram quase inteiros da minha pussy e com uma investida selvagem ele enterrou de novo, vi estrelas, mas, o que importava? Matías tava arrombando meu cu como nunca tinham arrombado. A cada nova estocada da lança do meu deus, a dor ia sumindo e no lugar vinha um prazer intenso, na minha pussy, nos meus ovos inúteis, no meu clitóris adormecido. Eu era feliz como nunca, ali me sacrificando no altar do meu deus de lança de fogo, queimando os últimos fragmentos da minha masculinidade em honra ao deus que devorava minhas entranhas.
De repente, oh tristeza, senti minha pussy vazia. - Vem, gata, vamos pra um lugar mais confortável -
Nós dois ainda estávamos de calças arriadas, me despi completamente num piscar de olhos, e não resisti, me ajoelhei e comecei a chupar a lança do meu deus, com cheiro da minha bunda pequena, com gosto de pré-gozo, não consegui engolir tudo, mas quando lambia as bolas dele e a raiz da lança, sentia o cheiro do Kenzo da minha bunda e isso me deixava mais feliz.
Ele também tirou a roupa e me levou pela mão até o escritório, uau que emoção! Abriu uma porta que não dava pra rua e pronto, um quartinho pequeno com uma cama de casal, tudo arrumadinho, tudo limpinho, me colocou de quatro na cama e se ajoelhou atrás de mim, a língua morna dele tomou conta da minha bunda, as mãos fortes das minhas nádegas, ahhh, que prazer imenso sentir aquela língua morna percorrendo meu furinho, entrando brincalhona na minha pussy molhada, a primeira palmada, depois outra, nunca tinham me dado, mas eu gostava! E finalmente a lança cravou de novo de uma vez só na minha pussy aberta, me levou pras nuvens, me fez voar, a terra chiquita e suas misérias estavam lá embaixo, longe, aquela pica me fazia passear como a mulher que sou por aquele Olimpo delicioso de prazer, já não era mais aquele neguinho da quebrada que alguns olhavam com desconfiança, já não era mais aquele cabeça de merda vestido de gravata, já não era mais aquele cara com jeito de viadinho, era a sacerdotisa de um deus poderoso que me levava ao seu Olimpo para que eu o adorasse e servisse.
Virei de lado e ele colocou minhas perninhas no ombro, abri os olhos bem grandes, queria ver sua lança entrando em mim, ahhhh, que gozo supremo ver aquele pedaço de carne venoso, pulsante, entrando na minha buceta!, ver a cara dele gozando, sentir suas mãos fortes apertando minhas pernas, ver seus olhos cheios de fogo, daquele mesmo fogo que queimava minhas entranhas e me fazia pertencer a ele, servi-lo como a puta que sou e receber o pagamento daquele prazer imenso que só o bum pode dar àqueles poucos eleitos dos deuses que conseguem renunciar ao sexo do corpo e viver o sexo da alma.
Meu clitóris inchou um pouquinho, não muito, e meu sêmen começou a escorrer dele, não jorrava, só caía pelo meu pauzinho e formava uma poça no meu púbis, minha raba se contraía espasmodicamente, a pica dele engrossava, do centro da minha barriguinha surgiu um calorzinho lindo, meu deus estava me premiando com seu elixir sagrado, seus olhos fechados para o céu, seu corpo tenso, seu "ahhhhh" imenso. E depois o silêncio, só a respiração profunda dele e a minha, meu cu cheio me lembrando o que eu era, E paz, muita paz, paz como nenhum dos meus poucos homens tinha me dado, claro, eram só homens!
Ele tirou devagar e, encantado, pude ver sua carne saindo do meu interior. Ele disse "deita", deitou do meu lado e me abraçou. "Obrigada", eu disse.
Às 10 da noite acordei, Matias roncava do meu lado, a porra da pica dele, ainda dormindo, impressionava.
Peguei a roupa que tinha ficado espalhada pela oficina. Ao andar, minha raba, bem aberta e molhada de sêmen, pré-gozo e todos os sucos do amor, me lembrava o quanto eu tinha me divertido. Fiquei feliz. a calcinha e o resto da roupa, peguei a roupa do Mati, voltei pro lado dele e dei um beijo suave nos lábios dele, com medo de que ele não gostasse. Ele me deu um sorriso sem abrir os olhos.
Me ajoelhei na frente da porra dele dormindo, beijei ela como beijei os lábios do dono e fui colocando na minha boca, meu macho, meu deus viril, reagiu na hora e em uns minutos tava duro de novo como pedra, era de novo a lança de fogo que tinha me empalado. O dono se deitou de costas, não tinha mais o que dizer, tirei de novo a calça jeans e a camisa, subi na cama, abri minhas nádegas, puxei o fio dental da minha racha e apoiei minha buceta na glande dele. Minha pussy ainda tava aberta, então foi entrando quase sem dor, em segundos senti o púbis dele contra minhas nádegas, sensação maravilhosa. Meu deus só me olhava, tava no altar dele esperando a sacerdotisa fazer o ritual da cópula profunda que unia o deus com a simples mortal. Comecei a subir e descer, cada vez que a lança dele se mexia dentro de mim a sensação era intensa, a droga perfeita que me inundava de prazer, aquele prazer que só os putos e as slutty como eu podem curtir, porque a gente tem coragem de fazer essa parada proibida. Cavalguei em silêncio, não sei quanto tempo, mas muito, nossos olhos falavam, meu deus tava curtindo e eu curtia com a curtição dele, o pau dele engrossou, meu deus começou a gemer, curiosamente, raramente acontecia, meu clit começou a crescer, já incomodava dentro da calcinha, tive que puxar pra baixo, quando o deus viu abriu os olhos, meu clit é bem desenvolvido também, ele começou a meter com a bacia, meus ais apareceram, a sensação era forte demais, no final ele me pegou pela cintura e deu a estocada certeira. O fogo se espalhou dentro de mim e com o fogo gozei como nunca tinha gozado, molhei o rosto dele, molhei o peito dele, molhei a barriguinha dele, uma vez e outra. Mati sorriu celestialmente, pegou uma gota do meu esperma e levou pra boca dele. Olhei pra ele estranhado, Peguei outro e mais um, ele me puxou pra perto e me deu um beijo profundo, com gosto de porra de puta.
Fiquei empalada no pau dele até sair sozinho, um tempão, porque eu tentava apertar com meu esfíncter pra ele não murchar. Quando saiu, junto veio um jatinho da porra do meu macho, e na hora tentei fechar o cu. Fiquei meio sem graça de sujar ele com a gozada, mas mais triste fiquei por não levar comigo o elixir celestial dele.
A gente se abraçou um pouco, mas já passava das 11.
— Nossa, Mati, olha a hora que é —
— Siiim, amanhã a gente abre às 8 —
— Você vai abrir a cortina pra eu tirar o carro? —, Mati ficou pensando
— Precisa dele amanhã? —
— Não, é sábado, vou ficar o dia inteiro sozinha em casa —
— Então deixa aí e amanhã a gente dá uma olhada nós três, quer? — Quase chorei de felicidade, mas não queria me mostrar tão puta
— Se você quiser, eu obedeço —
— Beleza —, disse Mati com um sorriso sarcástico — Amanhã no mesmo horário, te serve? —
— Sim, meu rei —
O carro dele estava lá fora, ele me deixou perto de casa. Antes de descer, olhei pra todo lado, ninguém. Dei o beijo mais profundo que um homem pode dar em outro.
— Até amanhã, meu rei — Desci e entrei em casa andando, sentindo a buceta molhada e aberta, feliz por ser a mulher que sou.
Sinceramente, dá pra perceber um pouco, não que eu seja uma louca, nem afeminado, mas um machão caminhoneiro, não sou. Na intimidade, é outra história. Mal chego do trabalho, tiro a biquíni que sempre uso por baixo da cueca e coloco minha calcinha fio dental e uma das minhas saias curtas, em cima um sutiãzinho e uma regatinha. Pra quê sutiã se sou magro e quase não tenho peito? Porque eu sinto, porque preciso, porque gosto, porque adoro ver a alça aparecendo no decote da blusa. Além disso, não é qualquer sutiã, fui numa costureira, bem longe de casa, tem que ser discreta, contei o que sou, sou assim, levei minhas calcinhas e ela fez uns sutiãs lindos combinando, quase sem bojo, um triângulo de renda que cobre o mamilo e o biscoitinho de chocolate que tenho ao redor. Às vezes coloco aquele plug pequeno com um coraçãozinho vermelho na ponta e faço as coisas de casa sentindo os carinhos que o plug faz no meu rabinho. Sou muito fogosa, mas moro sozinha, então à noite preciso sonhar com meu homem, com um macho que me faça dele, pego meus consolos e sempre antes de dormir, peladinha ou com minha roupinha de cama, meto no meu rabinho até gozar. Demorei pra conseguir, meses de prática, mas já nem toco no meu clitóris, e chego a uns orgasmos enormes. No outro dia de manhã, de novo biquíni-cueca-calça-camisa-gravata-blazer, de novo todo um jovem executivo do Banco X. Não sou muito alto, não chego a um metro e setenta, mas bem arrumado, pele morena, mistura de chaqueña com polonês, mas Saí pra minha véia, argentino por onde me olha. Pela cor, foi mais difícil chegar, não só as "cuties" são excluídas, os "cabeças", os que parecem "favelados", são olhados de outro jeito. Tive que me foder mais que os "branquinhos" pra crescer no trampo, mas no fim reconheceram meu valor. Sou uma sissy? Sou uma CD? Sou eu, porra!!!!!!, os rótulos não me importam.
Bom, mas vamos voltar ao templo dos deuses, porque é assim que chamo o borracheiro da esquina, a testosterona quase dava pra cheirar, toda vez que passava molhava a calcinha. Tava há meses sem que nenhum homem me fizesse dele, na real tão poucas vezes me fizeram a bunda pequena!, e pra piorar, da última vez o babaca disse "tangas me broxam", e eu tava tão carente que pra chupar ele fui de menino e disfarçando meus trejeitos. Melhor nem ter ido!, uma pica não vale tanto.
Como vocês veem, sou uma tagarela e me perco nos detalhes. Tava morrendo de vontade que um dos três deuses, ou todos, por que não?, me jogassem em cima do capô de algum carro e estourassem minha raba, mas como fazer? Sou muito discreta, sei que dá pra perceber um pouquinho, mas tento não dar o que falar pras fofoqueiras do bairro, umas velhas cuzonas que acham que vou perverter os filhinhos delas, hahaha. Mais de um me deu mole, mas finjo que não percebo, prefiro continuar com meu brinquedo na bunda pequena do que me meter em encrenca com essas bruxas. Mas se eu tinha que me mostrar de vez, que fosse com esses deuses!!
Tenho nojo de estragar as mãos com graxa, mas tinha que inventar algo, comprei uma seringa, abri a tampa do motor do meu carro e comecei a tirar fluido de freio daquela garrafinha suja até acender a luz de freio, pronta a desculpa! Agora tempo e roupa. Não podia ir de puta, mas tinha que provocar eles. Escolhi a calça jeans de cintura baixa e por baixo a tanga vermelha, se eu me abaixasse aparecia, lembrei daquela cumbia "Lauraa, quando você dança aparece a Tangaaa", que horror!, mas eu ia fazer, kkkk. Uma camisa desabotoada por cima, sutiã, só por precaução, não. A hora? Sexta depois das 18:30, quase fechando, a rua já escurecendo.
Morta de nervos, entrei no carro, cheguei no lubrificante, respirei fundo e entrei direto com o carro na fossa. Antes de descer, o Matias já tava lá, um dos deuses, o mais baixinho. Abri a porta e, dedicando a ele o sorriso mais sensual que eu tinha e olhando como se fosse devorar ele, bem putinha eu, desci do carro.
— Tô no vermelho, não dá uma olhada pra ver o que é? — O Matias mal sorriu, eu devolvi o sorriso, olhei nos olhos dele e passei a mão na minha bunda, que com essa calça jeans tava divina.
Ele fez o trabalho dele, viu a luz do freio acesa, levantou o capô e tirou a tampa daquela garrafinha imunda. Eu aproveitei pra me apoiar no para-lama, mostrando a raba, e perguntei: — É muito grave, vai conseguir arrumar pra mim? — O Mati se levantou, vi os olhos dele cravados na minha bunda, com certeza já tinha visto minha tanga, e me devorando com o olhar, eu já sentia que ele tava me despindo com os olhos. Ele disse: — Não, nada grave, falta fluido de freio, mas se quiser, dou uma revisada completa em você.
— Ai, sim! Por favor, me revisa bem, bem completa — terminei de falar e fiquei vermelha de vergonha, tinha saído muito ridículo, errado, mas a verdade é que eu já tava toda molhada, se o Mati não me comesse, eu não sabia o que ia fazer com a minha buceta naquela noite.
Ele levou a mão no volume e viu meu sorriso e meu olhar fixos no pau dele.
— Vem às 20h, se ver fechado, bate, que eu tô lá dentro.
— Vai estar lá dentro?
— Com certeza — ele disse, olhando descaradamente pra minha raba. Eu me senti tão no cio que quase saí rebolando a bunda igual faço na frente do espelho do meu quarto, mas me segurei, não queria que nenhuma velha cuzona me visse.
Cheguei em casa e preparei a pera com água morna, enchi a barriga de água várias vezes até garantir que tivesse mais limpa que centro cirúrgico. Procurei na... O guarda-roupa pra eu me vestir, bom, na real só uma calcinha mesmo, o resto ia ser a mesma coisa, não queria parecer muito puta... ainda, hehe. Escolhi a fio dental vermelha. Me olhei, tava gostosa pra caralho.
Aquela hora foi a mais longa da minha vida, escovei os dentes duas vezes, perfumei os peitos, passei umas gotinhas de Kenzo no meu cuzinho, ui como arde, e fiquei andando igual uma louca pelo quarto esperando a hora de ir pro templo.
Muito puta eu, às 8 menos 5 já tava batendo na cortina de metal do borracheiro. Matías abriu na hora. Olhei pra todo lado.
- Cê tá sozinho? -
- Tô, meus sócios já foram pra casa, fiquei pra te atender -
- Ai, obrigada!, cê não sabe como eu gosto de me sentir bem atendida -
Meu carro ainda tava no fosso com o capô levantado. Me apoiei de novo no parachoque, empinando bem a raba
- Achou o problema? - Matías se apoiou do meu lado, e de repente senti a mão dele acariciando minha bundinha esquerda.
- Não, mas se quiser eu te atendo agora e a gente resolve -
- Não vai vir ninguém? -
- Não, fica tranquila, meus amigos já sabem que vou te atender e vão me deixar trabalhar sossegado - Matías já tava passando a mão descaradamente no meu rego, - outro dia se quiser eles te atendem também -
Acho que minha raba já tava escorrendo, não acreditava, será que iam me comer os 3 deuses?
Meus lábios se abriram, JÁ queria beijar ele, mas não me deu chance. Me puxou o jeans de uma vez, ouvi o primeiro "ahhhhh" dele, senti o barulho da calça dele caindo no chão, virei a cabeça, era enorme! Senti a cuspida ritual na cabeça dele, minha raba não precisava, tava completamente dilatada e molhadona de tesão, senti a cabeça gigante e quente dele encostar na minha bucetinha, ai!!, que dor, de uma vez enfiou meio pau pra dentro, gritei, tomara que ninguém tivesse passando na calçada naquela hora.
- Tá doendo, puta? -, - cê tem uma piroca gigante, macho -, - vai ter que engolir meus 25 cm de carne, puta, te falei que ia te atender bem -, - ai, sim rompe meu cu, é todo seu, ai! -, o resto dos 25 cm entrou na minha pobre pussy. Bom, de pobre nada, eu tava no céu.
- Deixa ela quietinha um pouquinho por favor -, - sim, putinha, calma -
- Como você se chama, machão? -, - Matías, e você? -, - Claudio, mas me chama de Carina -
- Toma, Cari putona -, os 25 cm dele saíram quase inteiros da minha pussy e com uma investida selvagem ele enterrou de novo, vi estrelas, mas, o que importava? Matías tava arrombando meu cu como nunca tinham arrombado. A cada nova estocada da lança do meu deus, a dor ia sumindo e no lugar vinha um prazer intenso, na minha pussy, nos meus ovos inúteis, no meu clitóris adormecido. Eu era feliz como nunca, ali me sacrificando no altar do meu deus de lança de fogo, queimando os últimos fragmentos da minha masculinidade em honra ao deus que devorava minhas entranhas.
De repente, oh tristeza, senti minha pussy vazia. - Vem, gata, vamos pra um lugar mais confortável -
Nós dois ainda estávamos de calças arriadas, me despi completamente num piscar de olhos, e não resisti, me ajoelhei e comecei a chupar a lança do meu deus, com cheiro da minha bunda pequena, com gosto de pré-gozo, não consegui engolir tudo, mas quando lambia as bolas dele e a raiz da lança, sentia o cheiro do Kenzo da minha bunda e isso me deixava mais feliz.
Ele também tirou a roupa e me levou pela mão até o escritório, uau que emoção! Abriu uma porta que não dava pra rua e pronto, um quartinho pequeno com uma cama de casal, tudo arrumadinho, tudo limpinho, me colocou de quatro na cama e se ajoelhou atrás de mim, a língua morna dele tomou conta da minha bunda, as mãos fortes das minhas nádegas, ahhh, que prazer imenso sentir aquela língua morna percorrendo meu furinho, entrando brincalhona na minha pussy molhada, a primeira palmada, depois outra, nunca tinham me dado, mas eu gostava! E finalmente a lança cravou de novo de uma vez só na minha pussy aberta, me levou pras nuvens, me fez voar, a terra chiquita e suas misérias estavam lá embaixo, longe, aquela pica me fazia passear como a mulher que sou por aquele Olimpo delicioso de prazer, já não era mais aquele neguinho da quebrada que alguns olhavam com desconfiança, já não era mais aquele cabeça de merda vestido de gravata, já não era mais aquele cara com jeito de viadinho, era a sacerdotisa de um deus poderoso que me levava ao seu Olimpo para que eu o adorasse e servisse.
Virei de lado e ele colocou minhas perninhas no ombro, abri os olhos bem grandes, queria ver sua lança entrando em mim, ahhhh, que gozo supremo ver aquele pedaço de carne venoso, pulsante, entrando na minha buceta!, ver a cara dele gozando, sentir suas mãos fortes apertando minhas pernas, ver seus olhos cheios de fogo, daquele mesmo fogo que queimava minhas entranhas e me fazia pertencer a ele, servi-lo como a puta que sou e receber o pagamento daquele prazer imenso que só o bum pode dar àqueles poucos eleitos dos deuses que conseguem renunciar ao sexo do corpo e viver o sexo da alma.
Meu clitóris inchou um pouquinho, não muito, e meu sêmen começou a escorrer dele, não jorrava, só caía pelo meu pauzinho e formava uma poça no meu púbis, minha raba se contraía espasmodicamente, a pica dele engrossava, do centro da minha barriguinha surgiu um calorzinho lindo, meu deus estava me premiando com seu elixir sagrado, seus olhos fechados para o céu, seu corpo tenso, seu "ahhhhh" imenso. E depois o silêncio, só a respiração profunda dele e a minha, meu cu cheio me lembrando o que eu era, E paz, muita paz, paz como nenhum dos meus poucos homens tinha me dado, claro, eram só homens!
Ele tirou devagar e, encantado, pude ver sua carne saindo do meu interior. Ele disse "deita", deitou do meu lado e me abraçou. "Obrigada", eu disse.
Às 10 da noite acordei, Matias roncava do meu lado, a porra da pica dele, ainda dormindo, impressionava.
Peguei a roupa que tinha ficado espalhada pela oficina. Ao andar, minha raba, bem aberta e molhada de sêmen, pré-gozo e todos os sucos do amor, me lembrava o quanto eu tinha me divertido. Fiquei feliz. a calcinha e o resto da roupa, peguei a roupa do Mati, voltei pro lado dele e dei um beijo suave nos lábios dele, com medo de que ele não gostasse. Ele me deu um sorriso sem abrir os olhos.
Me ajoelhei na frente da porra dele dormindo, beijei ela como beijei os lábios do dono e fui colocando na minha boca, meu macho, meu deus viril, reagiu na hora e em uns minutos tava duro de novo como pedra, era de novo a lança de fogo que tinha me empalado. O dono se deitou de costas, não tinha mais o que dizer, tirei de novo a calça jeans e a camisa, subi na cama, abri minhas nádegas, puxei o fio dental da minha racha e apoiei minha buceta na glande dele. Minha pussy ainda tava aberta, então foi entrando quase sem dor, em segundos senti o púbis dele contra minhas nádegas, sensação maravilhosa. Meu deus só me olhava, tava no altar dele esperando a sacerdotisa fazer o ritual da cópula profunda que unia o deus com a simples mortal. Comecei a subir e descer, cada vez que a lança dele se mexia dentro de mim a sensação era intensa, a droga perfeita que me inundava de prazer, aquele prazer que só os putos e as slutty como eu podem curtir, porque a gente tem coragem de fazer essa parada proibida. Cavalguei em silêncio, não sei quanto tempo, mas muito, nossos olhos falavam, meu deus tava curtindo e eu curtia com a curtição dele, o pau dele engrossou, meu deus começou a gemer, curiosamente, raramente acontecia, meu clit começou a crescer, já incomodava dentro da calcinha, tive que puxar pra baixo, quando o deus viu abriu os olhos, meu clit é bem desenvolvido também, ele começou a meter com a bacia, meus ais apareceram, a sensação era forte demais, no final ele me pegou pela cintura e deu a estocada certeira. O fogo se espalhou dentro de mim e com o fogo gozei como nunca tinha gozado, molhei o rosto dele, molhei o peito dele, molhei a barriguinha dele, uma vez e outra. Mati sorriu celestialmente, pegou uma gota do meu esperma e levou pra boca dele. Olhei pra ele estranhado, Peguei outro e mais um, ele me puxou pra perto e me deu um beijo profundo, com gosto de porra de puta.
Fiquei empalada no pau dele até sair sozinho, um tempão, porque eu tentava apertar com meu esfíncter pra ele não murchar. Quando saiu, junto veio um jatinho da porra do meu macho, e na hora tentei fechar o cu. Fiquei meio sem graça de sujar ele com a gozada, mas mais triste fiquei por não levar comigo o elixir celestial dele.
A gente se abraçou um pouco, mas já passava das 11.
— Nossa, Mati, olha a hora que é —
— Siiim, amanhã a gente abre às 8 —
— Você vai abrir a cortina pra eu tirar o carro? —, Mati ficou pensando
— Precisa dele amanhã? —
— Não, é sábado, vou ficar o dia inteiro sozinha em casa —
— Então deixa aí e amanhã a gente dá uma olhada nós três, quer? — Quase chorei de felicidade, mas não queria me mostrar tão puta
— Se você quiser, eu obedeço —
— Beleza —, disse Mati com um sorriso sarcástico — Amanhã no mesmo horário, te serve? —
— Sim, meu rei —
O carro dele estava lá fora, ele me deixou perto de casa. Antes de descer, olhei pra todo lado, ninguém. Dei o beijo mais profundo que um homem pode dar em outro.
— Até amanhã, meu rei — Desci e entrei em casa andando, sentindo a buceta molhada e aberta, feliz por ser a mulher que sou.
4 comentários - El templo de los dioses (relato gay)