Capítulo 2
Teresa e mais mudanças.
O que tinha acontecido? Tava com uma dor de cabeça insuportável, a boca amarga e uma sede que só o capeta devia conhecer. Aí… caiu a ficha… ressaca. Por quê? Depois de tudo que rolou com a Pao e a Teresa, fomos beber algo, mas não lembrava direito do que aconteceu, na verdade era como se algo não me deixasse lembrar. Nisso, ouvi um barulho perto da sala de jantar e eram minha mina, a Teresa, e alguém que eu conhecia muito bem: o Amaro, um amigo de longa data e amigo do chefe (com certeza o motivo de terem me aceitado na empresa mesmo eu tendo pouca experiência). Percebi que me deixaram dormir e agora tão tomando café da manhã, e aí o Amaro viu que eu já tava acordado e veio me cumprimentar, fazendo a gente virar as costas pras minas e ele me disse
—Olha, até te agradeço porque me diverti, mas se elas estão putas, a culpa é sua — Ela riu e me deu um tapinha nas costas.
Naquele momento, tentei me lembrar qual cena era e vieram as lembranças do que tinha rolado naquela noite.
Lembrei que depois de sair da empresa fomos beber num pub perto do meu apê, de algum jeito minha mina tava no controle de tudo e como normalmente ela não faz isso, tava me deixando louco de tesão. Quando chegamos, sentamos e senti aquele clima pesado de pub, tudo escuro e mal dava pra enxergar alguma coisa. Subimos pro terceiro andar e no cantinho tinha uma mesa vazia. Minha mina, na hora que a gente ia sentar, falou “você no meio”, e juro, não sei por quê, mas a situação me deixava a mil.
Assim que sentei, minha mina levou a Teresa pro banheiro. Depois de um tempo, elas voltaram e a Teresa tava mais maquiada, tava uma delícia, mas o que mais me pegou foram os lábios dela, vermelhos e carnudos.
As bebidas começaram a chegar e as inibições foram escapando gota a gota, até que, no fim, foram embora de vez.
Tava perdido no decote da Teresa quando sinto minha mina encostar no meu pescoço pelo lado e falar: "Tá olhando o quê?" Tentei me virar, mas a posição da cabeça dela não deixava, e a Teresa colou no meu pescoço e repetiu a mesma coisa: "É, tá olhando o quê?" Depois disso, começou um papo entre elas, encostadas no meu pescoço, me chamando de tarado e os caralho, mas acabou que a Teresa falou: "Vai bater uma pra essas tetas agora, né?" "É, tira ele pra fora", continuou minha mina. Convencido, tirei e comecei a bater uma, enquanto elas começaram a beijar meu pescoço e a fingir gemidos.![Como ela fodeu minha vida [Parte 2] [Relato Cuckold] Como ela fodeu minha vida [Parte 2] [Relato Cuckold]](https://img-hw.xvideos-cdn.com/videos_new/thumbs169ll/70/39/b7/7039b77eeb39a210c057eb29347b872e/7039b77eeb39a210c057eb29347b872e.19.jpg)
Não sei quanto tempo durou, só sei que foi pouco e elas riram um pouco, de um jeito cúmplice. Me passaram uns guardanapos que estavam na mesa e foram pro banheiro de novo.
Voltei à realidade, meio tonto.
- Tá bem? Você ficou travado.
—É, um pouco de ressaca e cansaço — falei, meio irritado por terem interrompido o meu fluxo de lembranças.
-Como eu tava te falando, mandou bem na cena ontem à noite, hahaha
— Que cena? — perguntei meio confuso.
— Sério, não lembra mesmo? Quando a gente chegou depois de sair do bar. Né? Nada? — Ela me olhava com uma cara de que era impossível eu não conseguir lembrar.
Ia responder que não, quando de repente voltaram mais lembranças.
As minas voltaram do banheiro e do nada a Teresa me pega e começa a me beijar, fiquei meio surpreso, mas mandando tudo pra puta que pariu continuei o beijo, senti pressão na minha calça, tava durasso! de novo, nisso minha mina chega no meu ouvido e sussurra "essa é gostosa?" e começou a me acariciar por cima e eu explodi tanto pelo clima da situação quanto porque... gozei de novo. Senti umas risadinhas da minha mina que parece que percebeu o rolê e da Teresa que entre risos me perguntou "tava gostosa?" envergonhado sem conseguir falar nada minha mina voltou a puxar assunto dizendo que era uma pena que eu não fosse ver as fotos que elas tiraram no banheiro, não acreditei e falei que pena, meio sem vontade. Acho que uns minutos depois disso o Amaro chegou...
—E… você lembrou? —Amaro continuava me encarando com cara de incrédulo.
—Não… — falei atônito, torcendo pra que ele não tivesse falando que ia acabar daquele jeito.
- Bom, tive que acompanhar eles porque você tava muito bêbado, quando a gente tava na escada você falou pra Pao "tô com tesão, vamos transar" e não ligou muito quando ela disse que a gente tava ali, não é que você se importasse se falou daquele jeito, mas a gente deu umas risadas com a Teresa pela situação.
Quando já estávamos lá dentro, você começou a mandar ela tirar a roupa, tentou puxar a legging dela pra baixo, e foi aí que tudo foi pro caralho. Quando você tentou puxar a legging, vocês brigaram, mas no fim ela acabou tirando sozinha. Tava meio frio, então ela ligou o ar-condicionado. Não sei o que rolou com ela, mas ela foi pro quarto e voltou depois de 10 minutos muito gostosa. Quando voltou, você parecia bem satisfeito, e apesar de eu e a Teresa termos ficado meio surpresas, você tava com uma cara de quem tava orgulhoso do próprio feito.
—Agora sim... você lembra? — disse ele, rindo um pouco.
–Sinceramente? Não, e tô achando difícil acreditar em você.
—Isso explica por que você não tá bravo —ela disse rindo enquanto me perguntou se eu queria saber o que tinha rolado depois. Eu falei que sim, com uma curiosidade doentia, mas as minas nos chamaram.
Sentei na mesa e, embora tenha dito que era café da manhã, o horário era bem diferente do que você consideraria "normal" pra tomar café... 3 da tarde... dava pra dizer que era almoço. Percebi isso quando Amaro falou: "Já é bem tarde, tenho que ir.
O clima ficou bem tenso do nada, como se ele fosse o culpado por não ter rolado uma briga ali mesmo.
—Você vai me falar alguma coisa sobre a noite passada? — a cara da minha namorada já dizia tudo.
Algo me contou, Amaro.
Ao ouvir isso, as duas começaram a rir. Não era uma risada exagerada nem muito calma, era aquele tipo de risada que faz você sentir que está com o grupo, mas não faz parte do grupo.
Naquele momento eu não sabia o que tava rolando, mas por algum motivo minha namorada e a Teresa estavam gostosas pra caralho no sentido mais erótico da palavra.
A conversa continuou enquanto eu sentia um claro clima de hostilidade contra mim, que foi aumentando devagar até a gente terminar de comer.
Minha namorada se levantou levando as coisas até a cozinha e finalmente pude relaxar. Caí na real que estava com a Teresa e, como falei antes, ela tava uma gostosa no sentido mais erótico e safado da palavra, meio corada, com uma leve camada de suor, um tom de voz um pouco mais alto que o normal e umas paradas que não consegui identificar.
Agora que tudo já passou, posso dizer que não sei por que fiz aquilo, tava vidrado nas tetas da Teresa e, antes de perceber, tentei apalpar elas.
—Que porra você pensa que tá fazendo? —ouviu-se da cozinha.
Tentei me justificar, mas nada parecia certo.
—Primeiro a parada de ontem à noite e agora isso? — ela continuava reclamando.
- Deixa ele quieto, ontem ele não conseguiu fazer nada – falou isso e começou a rir de um jeito que me deixou bem desconfortável.
Depois disso, Teresa se levantou, foi até minha namorada e começaram a se beijar. Eu não podia acreditar no que estava vendo, e também não dava pra enxergar muito mais, já que Teresa, como se fosse dona do apartamento, mandou eu ir pro meu quarto. E eu, feito um empregado, sem nem questionar, obedeci.
Passaram uns quinze minutos eu só ouvindo e de vez em quando olhando, tava batendo uma monumental, tava nessa quando ouço um grito vindo da sala "amoooor vem" fui e vi as duas peladas, a Teresa tava no sofá de pernas abertas e minha mina tava chupando ela, a Teresa tinha um matagal lá embaixo, mas isso não impedia de ver o quanto ela tava molhada.

Fiquei olhando pra elas um tempão, besta, até que a Teresa fala algo pra minha namorada e ela me manda ir embora. Ainda não sei o porquê, talvez por tesão, mas obedeci. Umas 10 minutos depois, vejo elas vestidas de um jeito provocante e me falam que iam comprar no shopping. Ia me oferecer pra levar elas (quem sabe eu comia uma no carro), mas me disseram que não e pra eu esperar porque ia ter uma surpresa.
Fiquei esperando em casa, vi umas séries, uns vídeos e tal, mas não passava o tesão. Queria guardar ele pra elas mesmo assim. O tempo passou e chegou uma mensagem no WhatsApp, era o Amaro. Ele me mandou 3 fotos, dizendo:
—Queria te mandar antes. Não são umas delícias?
Eram fotos da Teresa e da Pao (minha mina) chupando o pau dele, de novo fiquei em choque, mas não consegui me segurar mais, com tudo que eu tinha ouvido enquanto elas transavam e essas fotos, mais duro impossível, tirei meu pau e comecei a bater uma olhando pra elas. Tava totalmente sem controle, Amaro mandou umas mensagens que ignorei enquanto continuava admirando aquelas fotos. Acho que tentando adivinhar o que eu tava fazendo, ele me mandou uma mensagem que dizia:
- Você tá se masturbando? 😈😈😈
Essa mensagem eu não respondi, e acho que com isso tudo ficou confirmado.
Chegaram outras mensagens:
-Como bom amigo que sou, deixa eu te ajudar um pouco 😈😈😈
- você nunca tinha me dito que sua namorada chupa tão bem e é apertada assim 😈😈😈
—Acho que doeu um pouco, mas não se preocupa, com o tempo ela vai se acostumar.
Será que com isso ele tava me dizendo que iam fazer de novo? E ele fala como se não importasse o que eu fizesse, como se fosse algo inevitável.
Esse desprezo só fez com que eu chegasse ao clímax, gozei… me sentia mal comigo mesmo, tinha nojo de ter gozado por causa de algo assim e ao mesmo tempo me sentia muito bem, tanto que me dava medo.
Chegou uma última mensagem, eram duas fotos com uma frase: "Não tem primeira sem segunda" — nela dava pra ver minha namorada de lingerie que eu nunca tinha visto, enquanto chupava o pau dele.
Mandei umas 2 ou 3 mensagens perguntando que porra era aquela que tava rolando, mas nenhuma chegou. Toda aquela nojeira e a sensação de prazer viraram medo, agonia e desespero. Sem saber o que fazer por uns 5 minutos, decidi ligar pra ele pra descobrir que merda tava acontecendo.
Levo mais 5 minutos pra criar coragem pra ligar pra ele e, quando vou fazer isso, o telefone toca. Era minha mãe, dizendo que era uma emergência, que não ligaria se não fosse — as desculpas de sempre quando alguém quer te pedir um favor, ainda mais vindo dela, que eu sei que me despreza pra caralho. O favor em questão: por 1 mês, minha irmã de 15 anos precisava ficar no meu apartamento. Tentei convencê-la a me ligar mais tarde, mas nada. Então falei que sim, que ela podia ficar, mas que agora eu tinha que desligar porque tava no meio de algo importante.
Finalmente consegui me livrar da minha mãe e chegou uma mensagem de WhatsApp da minha namorada, dessa vez era um vídeo, dava pra ver que ela tava de quatro e entre gemidos ela disse "só queria matar a vontade, não é que eu queira terminar com você, quer me gozar?

Ao ler isso, meu coração voltou ao lugar, mas eu ainda não sabia o que fazer… acho que a gente ia conversar quando ela voltasse, por algum motivo estranho eu tinha me acalmado completamente.
Então chegou a hora de cancelar o lance da minha irmã, já que eu só tinha aceitado pra me deixarem em paz. Mas aí descobri que não dava, porque iam alugar por pelo menos 1 mês uma parte da casa da minha mãe e os inquilinos já tinham começado a se mudar. Como minha mãe nunca ligou muito pra gente, a única que ficou sem ter onde ficar foi minha irmã.
Mas como diz o ditado: "Você encontra seu destino tentando evitá-lo". Ela vir não passava de mais um passo na destruição da minha vida.
Teresa e mais mudanças.
O que tinha acontecido? Tava com uma dor de cabeça insuportável, a boca amarga e uma sede que só o capeta devia conhecer. Aí… caiu a ficha… ressaca. Por quê? Depois de tudo que rolou com a Pao e a Teresa, fomos beber algo, mas não lembrava direito do que aconteceu, na verdade era como se algo não me deixasse lembrar. Nisso, ouvi um barulho perto da sala de jantar e eram minha mina, a Teresa, e alguém que eu conhecia muito bem: o Amaro, um amigo de longa data e amigo do chefe (com certeza o motivo de terem me aceitado na empresa mesmo eu tendo pouca experiência). Percebi que me deixaram dormir e agora tão tomando café da manhã, e aí o Amaro viu que eu já tava acordado e veio me cumprimentar, fazendo a gente virar as costas pras minas e ele me disse
—Olha, até te agradeço porque me diverti, mas se elas estão putas, a culpa é sua — Ela riu e me deu um tapinha nas costas.
Naquele momento, tentei me lembrar qual cena era e vieram as lembranças do que tinha rolado naquela noite.
Lembrei que depois de sair da empresa fomos beber num pub perto do meu apê, de algum jeito minha mina tava no controle de tudo e como normalmente ela não faz isso, tava me deixando louco de tesão. Quando chegamos, sentamos e senti aquele clima pesado de pub, tudo escuro e mal dava pra enxergar alguma coisa. Subimos pro terceiro andar e no cantinho tinha uma mesa vazia. Minha mina, na hora que a gente ia sentar, falou “você no meio”, e juro, não sei por quê, mas a situação me deixava a mil.
Assim que sentei, minha mina levou a Teresa pro banheiro. Depois de um tempo, elas voltaram e a Teresa tava mais maquiada, tava uma delícia, mas o que mais me pegou foram os lábios dela, vermelhos e carnudos.
As bebidas começaram a chegar e as inibições foram escapando gota a gota, até que, no fim, foram embora de vez.
Tava perdido no decote da Teresa quando sinto minha mina encostar no meu pescoço pelo lado e falar: "Tá olhando o quê?" Tentei me virar, mas a posição da cabeça dela não deixava, e a Teresa colou no meu pescoço e repetiu a mesma coisa: "É, tá olhando o quê?" Depois disso, começou um papo entre elas, encostadas no meu pescoço, me chamando de tarado e os caralho, mas acabou que a Teresa falou: "Vai bater uma pra essas tetas agora, né?" "É, tira ele pra fora", continuou minha mina. Convencido, tirei e comecei a bater uma, enquanto elas começaram a beijar meu pescoço e a fingir gemidos.
Não sei quanto tempo durou, só sei que foi pouco e elas riram um pouco, de um jeito cúmplice. Me passaram uns guardanapos que estavam na mesa e foram pro banheiro de novo.
Voltei à realidade, meio tonto.
- Tá bem? Você ficou travado.
—É, um pouco de ressaca e cansaço — falei, meio irritado por terem interrompido o meu fluxo de lembranças.
-Como eu tava te falando, mandou bem na cena ontem à noite, hahaha
— Que cena? — perguntei meio confuso.
— Sério, não lembra mesmo? Quando a gente chegou depois de sair do bar. Né? Nada? — Ela me olhava com uma cara de que era impossível eu não conseguir lembrar.
Ia responder que não, quando de repente voltaram mais lembranças.
As minas voltaram do banheiro e do nada a Teresa me pega e começa a me beijar, fiquei meio surpreso, mas mandando tudo pra puta que pariu continuei o beijo, senti pressão na minha calça, tava durasso! de novo, nisso minha mina chega no meu ouvido e sussurra "essa é gostosa?" e começou a me acariciar por cima e eu explodi tanto pelo clima da situação quanto porque... gozei de novo. Senti umas risadinhas da minha mina que parece que percebeu o rolê e da Teresa que entre risos me perguntou "tava gostosa?" envergonhado sem conseguir falar nada minha mina voltou a puxar assunto dizendo que era uma pena que eu não fosse ver as fotos que elas tiraram no banheiro, não acreditei e falei que pena, meio sem vontade. Acho que uns minutos depois disso o Amaro chegou...
—E… você lembrou? —Amaro continuava me encarando com cara de incrédulo.
—Não… — falei atônito, torcendo pra que ele não tivesse falando que ia acabar daquele jeito.
- Bom, tive que acompanhar eles porque você tava muito bêbado, quando a gente tava na escada você falou pra Pao "tô com tesão, vamos transar" e não ligou muito quando ela disse que a gente tava ali, não é que você se importasse se falou daquele jeito, mas a gente deu umas risadas com a Teresa pela situação.
Quando já estávamos lá dentro, você começou a mandar ela tirar a roupa, tentou puxar a legging dela pra baixo, e foi aí que tudo foi pro caralho. Quando você tentou puxar a legging, vocês brigaram, mas no fim ela acabou tirando sozinha. Tava meio frio, então ela ligou o ar-condicionado. Não sei o que rolou com ela, mas ela foi pro quarto e voltou depois de 10 minutos muito gostosa. Quando voltou, você parecia bem satisfeito, e apesar de eu e a Teresa termos ficado meio surpresas, você tava com uma cara de quem tava orgulhoso do próprio feito.
—Agora sim... você lembra? — disse ele, rindo um pouco.
–Sinceramente? Não, e tô achando difícil acreditar em você.
—Isso explica por que você não tá bravo —ela disse rindo enquanto me perguntou se eu queria saber o que tinha rolado depois. Eu falei que sim, com uma curiosidade doentia, mas as minas nos chamaram.
Sentei na mesa e, embora tenha dito que era café da manhã, o horário era bem diferente do que você consideraria "normal" pra tomar café... 3 da tarde... dava pra dizer que era almoço. Percebi isso quando Amaro falou: "Já é bem tarde, tenho que ir.
O clima ficou bem tenso do nada, como se ele fosse o culpado por não ter rolado uma briga ali mesmo.
—Você vai me falar alguma coisa sobre a noite passada? — a cara da minha namorada já dizia tudo.
Algo me contou, Amaro.
Ao ouvir isso, as duas começaram a rir. Não era uma risada exagerada nem muito calma, era aquele tipo de risada que faz você sentir que está com o grupo, mas não faz parte do grupo.
Naquele momento eu não sabia o que tava rolando, mas por algum motivo minha namorada e a Teresa estavam gostosas pra caralho no sentido mais erótico da palavra.
A conversa continuou enquanto eu sentia um claro clima de hostilidade contra mim, que foi aumentando devagar até a gente terminar de comer.
Minha namorada se levantou levando as coisas até a cozinha e finalmente pude relaxar. Caí na real que estava com a Teresa e, como falei antes, ela tava uma gostosa no sentido mais erótico e safado da palavra, meio corada, com uma leve camada de suor, um tom de voz um pouco mais alto que o normal e umas paradas que não consegui identificar.
Agora que tudo já passou, posso dizer que não sei por que fiz aquilo, tava vidrado nas tetas da Teresa e, antes de perceber, tentei apalpar elas.
—Que porra você pensa que tá fazendo? —ouviu-se da cozinha.
Tentei me justificar, mas nada parecia certo.
—Primeiro a parada de ontem à noite e agora isso? — ela continuava reclamando.
- Deixa ele quieto, ontem ele não conseguiu fazer nada – falou isso e começou a rir de um jeito que me deixou bem desconfortável.
Depois disso, Teresa se levantou, foi até minha namorada e começaram a se beijar. Eu não podia acreditar no que estava vendo, e também não dava pra enxergar muito mais, já que Teresa, como se fosse dona do apartamento, mandou eu ir pro meu quarto. E eu, feito um empregado, sem nem questionar, obedeci.
Passaram uns quinze minutos eu só ouvindo e de vez em quando olhando, tava batendo uma monumental, tava nessa quando ouço um grito vindo da sala "amoooor vem" fui e vi as duas peladas, a Teresa tava no sofá de pernas abertas e minha mina tava chupando ela, a Teresa tinha um matagal lá embaixo, mas isso não impedia de ver o quanto ela tava molhada.

Fiquei olhando pra elas um tempão, besta, até que a Teresa fala algo pra minha namorada e ela me manda ir embora. Ainda não sei o porquê, talvez por tesão, mas obedeci. Umas 10 minutos depois, vejo elas vestidas de um jeito provocante e me falam que iam comprar no shopping. Ia me oferecer pra levar elas (quem sabe eu comia uma no carro), mas me disseram que não e pra eu esperar porque ia ter uma surpresa.

Fiquei esperando em casa, vi umas séries, uns vídeos e tal, mas não passava o tesão. Queria guardar ele pra elas mesmo assim. O tempo passou e chegou uma mensagem no WhatsApp, era o Amaro. Ele me mandou 3 fotos, dizendo:
—Queria te mandar antes. Não são umas delícias?
Eram fotos da Teresa e da Pao (minha mina) chupando o pau dele, de novo fiquei em choque, mas não consegui me segurar mais, com tudo que eu tinha ouvido enquanto elas transavam e essas fotos, mais duro impossível, tirei meu pau e comecei a bater uma olhando pra elas. Tava totalmente sem controle, Amaro mandou umas mensagens que ignorei enquanto continuava admirando aquelas fotos. Acho que tentando adivinhar o que eu tava fazendo, ele me mandou uma mensagem que dizia:
- Você tá se masturbando? 😈😈😈
Essa mensagem eu não respondi, e acho que com isso tudo ficou confirmado.
Chegaram outras mensagens:
-Como bom amigo que sou, deixa eu te ajudar um pouco 😈😈😈
- você nunca tinha me dito que sua namorada chupa tão bem e é apertada assim 😈😈😈
—Acho que doeu um pouco, mas não se preocupa, com o tempo ela vai se acostumar.
Será que com isso ele tava me dizendo que iam fazer de novo? E ele fala como se não importasse o que eu fizesse, como se fosse algo inevitável.
Esse desprezo só fez com que eu chegasse ao clímax, gozei… me sentia mal comigo mesmo, tinha nojo de ter gozado por causa de algo assim e ao mesmo tempo me sentia muito bem, tanto que me dava medo.
Chegou uma última mensagem, eram duas fotos com uma frase: "Não tem primeira sem segunda" — nela dava pra ver minha namorada de lingerie que eu nunca tinha visto, enquanto chupava o pau dele.
Levo mais 5 minutos pra criar coragem pra ligar pra ele e, quando vou fazer isso, o telefone toca. Era minha mãe, dizendo que era uma emergência, que não ligaria se não fosse — as desculpas de sempre quando alguém quer te pedir um favor, ainda mais vindo dela, que eu sei que me despreza pra caralho. O favor em questão: por 1 mês, minha irmã de 15 anos precisava ficar no meu apartamento. Tentei convencê-la a me ligar mais tarde, mas nada. Então falei que sim, que ela podia ficar, mas que agora eu tinha que desligar porque tava no meio de algo importante.
Finalmente consegui me livrar da minha mãe e chegou uma mensagem de WhatsApp da minha namorada, dessa vez era um vídeo, dava pra ver que ela tava de quatro e entre gemidos ela disse "só queria matar a vontade, não é que eu queira terminar com você, quer me gozar?

Ao ler isso, meu coração voltou ao lugar, mas eu ainda não sabia o que fazer… acho que a gente ia conversar quando ela voltasse, por algum motivo estranho eu tinha me acalmado completamente.
Então chegou a hora de cancelar o lance da minha irmã, já que eu só tinha aceitado pra me deixarem em paz. Mas aí descobri que não dava, porque iam alugar por pelo menos 1 mês uma parte da casa da minha mãe e os inquilinos já tinham começado a se mudar. Como minha mãe nunca ligou muito pra gente, a única que ficou sem ter onde ficar foi minha irmã.
Mas como diz o ditado: "Você encontra seu destino tentando evitá-lo". Ela vir não passava de mais um passo na destruição da minha vida.
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