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![A MILF Mais Gostosa[03]Parte 1 - Buceta Gostosa[/03] A MILF Mais Gostosa[03]Parte 1 - Buceta Gostosa[/03]](//s2.poringa.net/images/space.gif)
Capítulo 3.
-1-
Como já não tinha mais um emprego com horário fixo pra seguir, a Diana acordou lá pras dez e meia da manhã; sentiu uma satisfação danada, porque fazia um tempão que não dormia até a hora que queria.
Uns minutos depois, ela foi até a cozinha vestindo um roupão preto que ficava uns dez centímetros acima do joelho e deixava boa parte dos peitos à mostra por um decote generoso. Poucos dias antes, tinha usado ele para uma sessão de fotos com o Julián. Embora fosse uma roupa pouco reveladora, comparada às usadas em ocasiões anteriores, eles decidiram que serviria para apresentar algo diferente. Além disso, ela não usou a camisola durante toda a sessão; nas últimas fotos, tirou ela completamente e posou na frente do filho vestindo, mais uma vez, o conjunto preto de lingerie que a agência tinha mandado pra eles.
Preparou uma xícara de café e foi pra sala de jantar, onde encontrou o filho dele imerso no seusmartphoneEm cima da mesa tinha uma caixa de papelão preta.
—Bom dia, mãe — cumprimentou Julián com um sorriso, enquanto largava o celular.
—Bom dia —ela sentou e deu um gole no café—. Cê tá parecendo muito felizão… é por causa do que eu tô imaginando?
—Sim, já nos pagaram o último lote de fotos, e a taxa subiu um pouco porque você mostrou um pouquinho mais.
—Que bom! Sinceramente, já tava me arrependendo de ter me soltado tanto; mas saber que deu resultado me deixa muito mais tranquila.
—Sim, eu também. Ainda tenho que mandar o pack de fotos que a gente fez com aquela camisola, acho que elas vão gostar também.
—Esse não foi tão ousado.
—Cê acha? Nas primeiras fotos pode ser que não fosse tanto, mas no final você se soltou bem. Até em umas duas fotos dá pra ver um pouco os biquinhos.
Ele tinha estudado cada detalhe de todas as imagens, em parte porque precisou editá-las, mas também fez isso com a pica na mão, fantasiando em passar uma noite com uma mulher que tivesse um corpo tão gostoso quanto o da mãe dele.
—Sério? Nem percebi isso.
—Te incomoda? Porque se te incomoda, não mando essas fotos pra elas.
—Se pagarem mais, então não me incomoda. Além disso, se eu tiver que me soltar um pouco, a última coisa que me preocupa é mostrar os peitos.
—Isso quer dizer que pras próximas fotos você vai ficar de peitos de fora?
Não, quer dizer que se eu fizesse, me incomodaria menos do que mostrar a pussy. Não disse que ia fazer. Isso ainda tenho que pensar bem" — depois de tomar outro gole de café, reparou num pacote em cima do móvel —. "Essa caixa aí foi eles que te mandaram?
—Sim, é uma encomenda que fiz, pra variar um pouco; além disso, percebi que os donos dessa marca estavam procurando modelo pra apresentar essa nova roupa, e vão pagar bem.
—Me dá um pouco de medo… o que é isso?
—Não se preocupa, não é tão revelador quanto os que você já usou. É algo bem comum nesses sites que também funcionam como lojas de produtos eróticos. É um conjunto de "empregadinha gostosa", ou algo do tipo.
Diana começou a rir.
—Será que tenho cara de “empregada gostosa”?
—De gostosa, sim. De empregada, não. Mas isso não importa, a roupa vai dar conta de fazer você parecer.
—Nunca imaginei que fosse vestir uma fantasia erótica dessas.
—Então você vai fazer?
—Sim. Depois de usar aqueles conjuntos tão reveladores, isso vai ser como sair toda vestida.
—Hmm, eu diria pra você esperar colocar ele antes de garantir isso —Diana olhou surpresa pro filho.
—Por que, o que tem de errado? —Julián não respondeu—. Você me disse que escolhia os conjuntos… por que ia escolher algo que eu me recusasse a usar?
—Porque pagam muito. Te falo que os patrocinadores pagam mais dependendo do produto, e esse é um novo que lançaram no mercado…
—E blá, blá, blá… Sim, já ouvi tudo isso; mas de qualquer jeito, se o conjunto não me agradar, não vou usar.
—Pode negar, se quiser; mas pelo menos experimenta. Se decidir usar, a gente pode tirar as fotos daqui a pouco.
—Bom, vou levar pro quarto e experimentar.
Diana terminou o café de uma vez e foi pro quarto, levando a caixa debaixo do braço.
Ela fechou a porta e tirou o roupão, admirou o corpo nu no espelho e se sentiu bem com o que viu, mas ainda não gostava da ideia de se mostrar daquele jeito pra câmera. Abriu a caixa de papelão e começou a tirar todas as peças que formavam o conjunto. Algumas eram pretas e outras brancas, não tinha nenhuma outra cor. Não se surpreendeu ao ver que parte da roupa era uma cinta-liga junto com um par de meias de renda pretas. Começou vestindo isso, mas não prendeu as ligas, já que depois teria que colocar a calcinha fio dental. Encontrou uma espécie de tiara com um laço branco e colocou na cabeça. Se olhou no espelho e se sentiu ridícula, mas aquilo a divertia e ajudava a não levar a situação tão a sério. A próxima coisa que vestiu foi um pequeno laço preto no pescoço. Assim que segurou o que seria a parte do torso, teve a primeira decepção. "Era a isso que o Julián se referia", pensou.
A parte do torso era feita de tecido preto e branco. A parte preta até que tava boa, porque não dava pra ver nada através dela; o problema era a parte branca. Era um tecido muito fino e dava pra ver tudo na área dos peitos. Ela viu que na caixa só tinha a parte de baixo do conjunto e percebeu que não tinha sutiã. Antes de descartar a ideia de posar vestida daquele jeito, resolveu experimentar tudo. Vestiu a parte de cima e confirmou seus medos: os peitões dela esticavam o tecido até o limite e os bicos morenos apareciam claramente. Pra surpresa dela, não achou tão ruim assim, tinha que admitir que ficava muito gostosa nela. Depois vestiu a saia, que era preta e exageradamente curta, e ainda vinha com uma espécie de avental branco semicircular, que não servia pra nada além de enfeitar.
Ele deu meia-volta e virou a cabeça pra se olhar no espelho. Bastava se inclinar um pouco pra saia parar de cobrir a raba. A buceta aparecia de um jeito sensual e isso agradou ele, mas uma coisa era se ver sozinha no espelho e outra bem diferente era posar pra câmera. Ela olhou a caixa procurando a fio dental, mas não tinha sinal dela. Confusa, vestiu o roupão por cima da fantasia erótica e saiu do quarto.
Encontrou o Julián na sala, onde tinham montado o estúdio de fotografia dele, o moleque tava varrendo o chão.
Esqueceram de mandar a fio dental", ele disse pra ela.
Julián desviou o olhar e mordeu os lábios.
—Hmm... não esqueceram dela. O conjunto vem sem fio dental.
—O quê? Cê tá maluco? Como é que vai pedir uma parada dessas? Eu ainda não aceitei posar pelada, te falei que ia pensar.
—Então não precisa usar hoje mesmo, pode deixar guardado até o dia que você se decidir.
—E se eu disser que não? O que acontece? A gente tem que devolver?
—Não pode devolver as entregas. Se não usar, paga do mesmo jeito.
Os olhos azuis de Diana se encheram de ódio.
—Vou te matar, Julián! Como é que você tem a coragem de fazer uma parada dessas sem me consultar? Imagino que esses conjuntos não devem ser nada baratos, a gente não tá em condições de ficar pagando por coisas… muito menos se não servem pra porra nenhuma!
—Desculpa, mãe, você tem razão. Me deixei levar pela grana. Imaginei que com isso a gente podia ganhar quase duzentos euros a mais.
A raiva sumiu do rosto da Diana, e ela ficou de boca aberta.
—Tanto assim?
—Sim… já te expliquei, o patrocinador tá interessado em ter uma modelo o mais rápido possível. Agora a modelo é você, eles não vão mandar o conjunto pra outra. Eles viram suas fotos e toparam na hora.
Diana sentou no braço do sofá e avaliou a situação por uns segundos.
—Tive uma ideia —disse ela—. Podia usar esse conjunto e ao mesmo tempo colocar a tanguinha preta que me mandaram pra primeira sessão de fotos.
—Acho que essa não é uma boa ideia.Juliáncontinuava varrendo, sem prestar muita atenção no que tava fazendo.
—Por que não?
—Porque essa fio dental não faz parte do conjunto que a empresa quer promover. A gente estaria alterando o produto, algumas pessoas poderiam comprar achando que vem com fio dental, quando na verdade não. Iam chover reclamações pra elas.
—Entendo. Eu também reclamaria se, ao comprar, visse que faltam coisas. Então, não sei o que fazer.
—A gente podia tirar umas fotos onde não aparece a sua parte de baixo…
—Tô achando difícil, só me agacho um pouquinho e já aparece tudo. É praticamente como se tivesse pelada. Melhor deixar pra outra hora, até porque já nos pagaram pelo último pacote de fotos… e ainda tem mais um pra mandar.
—Sim, ainda posso montar outro, meio variado, juntando umas fotos que ainda não mandei pra elas.
—Achei que você mandava todas as que podia.
—Tento mandar mais de quinze, mas também não tantas, porque a gente ganha mais montando pacotes novos. Da última vez, mandei vinte e duas fotos, e sobraram umas cinco, que estão muito boas. Além das que sobraram dos pacotes anteriores, com tudo isso dá pra montar um novo, de umas quinze ou dezessete fotos.
—Parece que você tem tudo muito calculado —ela disse com um sorriso.
Não, nem tudo; mas eu tento pensar em termos de lucro.
—Por enquanto você tá indo muito bem, Julián. Por isso que não me meto na questão do dinheiro, confio que você consegue fazer muito melhor que eu. O mais provável é que eu, por ser apressada, tivesse mandado todas as fotos de uma vez só. É bom ter algumas de reserva, pra qualquer imprevisto que possa aparecer.
—Exatamente. Essas fotos são tipo um cheque sem descontar.
—Bom, então posso tirar uns dias pra pensar direitinho nessa parada da nudez?
—Sim. Enquanto isso, a gente podia tirar mais fotos, com outro conjunto dos que você já tem. Mas se não fizermos nenhuma sessão nova, semana que vem eu mando as fotos de reserva.
—Você é um bom filho, Julián. Além de administrar nossa grana, ainda mete a mão na limpeza da casa.
—E olha que aqui a empregada é você.
Diana sorriu, abraçou o filho e depois voltou pro quarto dela.
-2-
Assim que ficou sozinha no quarto, tirou o roupão e sentou na beira da cama, bem na frente do espelho grande. O que mais chamava atenção naquela imagem eram os peitos dela, mas só porque estava sentada e as pernas tampavam a buceta; bastou abri-las um pouco pra aparecerem dois lábios lisinhos. Diana admitiu que adorava se ver naquela roupa tão provocante; dava um tesão danado pensar que estava vestida assim na frente de um dos seus amantes imaginários.
Pensou no dinheiro que ganharia se posasse sem a tanguinha, mas também pensou no tesão que sentia ao saber que pessoas anônimas ficariam excitadas com sua buceta. Era uma sensação ambivalente, por um lado gostava e por outro a deixava inquieta. Pensou que Julián não tinha grandes problemas com ela posar nua, já que ele mesmo tinha encomendado o conjunto; chegou à conclusão de que o único problema era ela. Decidiu fazer algo para resolver isso.
Ela usou o mesmo método da vez anterior: se masturbar a deixava mais solta e fazia ela se sentir mais à vontade na posição de "objeto sexual". Separou os lábios da buceta e deslizou um dedo entre eles, acariciando também o clitóris. Ficou se olhando no espelho o tempo todo e sentiu um pouco de vergonha, não por estar nua, mas porque tava desenvolvendo uma leve atitude narcisista: dava tesão nela se ver pelada e em poses provocantes.
Tentou deixar a vergonha de lado e pensou que qualquer recurso que a ajudasse a se soltar era bem-vindo. «Gosto do meu corpo, e não tem nada de errado nisso… idiota seria não reconhecer». Lambeu os dedos e depois os levou de volta pra sua buceta, molhou ela toda por fora e as carícias ficaram mais suaves e gostosas. Levantou as pernas, até ficar com os pés apoiados no colchão. Isso deixava a virilha completamente exposta, e ela adorou se ver com a buceta aberta daquele jeito. Tinha certeza de que muita gente ia bater uma punheta vendo ela, e isso fazia uma onda de calor percorrer o corpo dela.
Começou a se penetrar com dois dedos, devagar, deixando o buraco se dilatar. Assim que sentiu que estava pronta, acelerou o ritmo. Adorava ouvir aqueles estalos molhados que seus dedos faziam ao entrar e sair da pussy.
Ficou se dedando por uns minutos, quando ouviu baterem na porta. Tava tão tarada que nem parou.
—O que foi? —perguntou, fazendo um esforço pra não soar agitada.
De repente a porta se abriu e Julián entrou no quarto. Diana reagiu como se tivesse levado um choque elétrico, tirou a mão da buceta e se apressou pra fechar as pernas. Viu a cara de espanto do filho pelo espelho. Se perguntou quanto ele tinha visto, já que quando ele entrou ela tava de costas, mas o espelho mostrava tudo que rolava na frente.
—Quem te deu permissão pra entrar? —Diana teve a sensação de umdéjà vuDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
—Desculpa… achei que você tinha dito que eu podia entrar.
—Tamo tendo um sério problema de comunicação, Julián —disse ela, tentando cobrir a buceta com a saia curta—. Da próxima vez, não entra até ter certeza de que eu te dei permissão. Se não entendeu direito, então pergunta de novo.
—Sim, você tem razão, me desculpa —o rapaz estava parado ao lado da cama, com os olhos grudados nas pernas da mãe. Diana percebeu que precisava esclarecer a situação da melhor forma possível.
—Tava ensaiando na frente do espelho —disse ela, omitindo o detalhe da punheta—. Queria ver se perdia um pouco da vergonha.
—Teve resultados bons?
—Sim, muito bons — ela estava praticamente certa de que o filho a tinha visto com os dedos enfiados na buceta, mas esperava que ele fosse discreto o suficiente para não mencionar isso.
—Que legal! Esse… quer que eu pegue o roupão pra você? —os olhos de Julián subiram até encontrar os peitões que apareciam por baixo do tecido de renda.
—Não precisa, a última coisa que me preocupa é você ver meus peitos.
—Sério?
Sim, sou tua mãe… e estamos trabalhando juntos nisso, uma hora ou outra você ia acabar vendo meus peitos. Não precisa fazer tanto escândalo por causa disso, acho que o primeiro passo pra eu me animar a posar na frente de uma câmera, vestindo algo assim, é você me ver usando. E aí, o que achou?" — perguntou ela se levantando.
—Fica muito bom em você.
—Quero que você seja bem sincero, Julián. Lembra que existe a chance de a gente trabalhar com esse conjunto… e se eu ficar ridícula, quero saber.
—Sério, mãe, fica muito melhor em você do que eu imaginava. Nas fotos do catálogo, o conjunto estava num manequim, e sinceramente, não valorizava tanto.
—Que bom que tenho mais presença que um manequim.
—O que acho estranho é que é tão curto... no manequim cobria mais a parte de baixo.
—É, mas com certeza você não considerou que eu tenho mais carne que o manequim. Sempre que pedir roupa desse estilo, lembra que eu sou big booty… e big breast. Qualquer coisa que eu visto, já fica pequena. Sinto que a qualquer momento as tetas vão rasgar o tecido — ela rebolou o corpo, fazendo os peitos balançarem de um lado pro outro—. Mas mesmo assim, reconheço que também gosto de como fica em mim — ela estava muito excitada e morrendo de vontade de abrir as pernas de novo na frente do espelho, queria continuar se acariciando na pussy; mas antes precisava despachar o filho—. No fim, você não me disse por que me interrompeu no meio do… ensaio. Mais vale que seja algo importante, porque imagino que você viu mais do que devia… e se foi por uma besteira, vou ficar puta.
—Acontece que há um tempo eu tava fuçando mais o site alemão e encontrei uma seção onde várias modelos postam as fotos delas, mas o mais curioso é que tinha vários álbuns bloqueados, que só mostravam a foto de capa. Pra desbloquear essas imagens, tem que pagar um extra. Ou seja, cada álbum tem um preço de venda.
—Isso quer dizer que…
—Quer dizer que se você resolver posar nua, essas fotos não precisam ser públicas. Só quem pagar por elas vai poder ver… e já sei o que você tá pensando. Será que compensa financeiramente? A resposta é: sim. O site não só paga o combinado pelo pacote, como também nos dá uma porcentagem por cada pessoa que comprar o álbum de fotos. Quanto mais álbuns, mais grana.
—Isso considerando que o povo se interesse pelas minhas fotos.
—Ah, não te contei ainda! —Julian deu um sorrisão—. Queria que fosse surpresa, pra mais pra frente, mas vou te falar agora. Segundo o site, você virou a MILF mais desejada.
—No quê?
—A MILF mais gostosa…
—E isso, o que significa?
—Hmm… bom, MILF é uma sigla usada pra se referir às “mães gostosas”.
—Sério?
—É, algo assim… —Julian não queria explicar o que cada letra da sigla significava, porque não queria ofendê-la—. Na web tem várias categorias, uma, por exemplo, é pras minas novinhas. Outra é a categoria que você se encaixa: as MILF. De todas que têm no site, você é a que mais recebeu visita nas últimas semanas.
Diana não conseguiu conter a alegria, um sorriso radiante iluminou o rostinho dela.
—Essa é a melhor notícia que você podia me dar. Não que eu seja tão vaidosa a ponto de… bom, um pouco sim, adoro saber que me desejam tanto; mas o mais importante é que se o povo se interessa pelas minhas fotos, então vão pagar.
—Então... já não tá tão brava porque eu te interrompi?
—Não tanto… mas mesmo assim, tu é mais surdo ou mais otário? Já é a segunda vez que você entende tudo errado.
—Tem razão, desculpa. Mas… não vi nada…
—Você mente muito mal, Julián. Não importa, já foi… como eu disse antes, talvez o primeiro passo seja você me ver, senão nunca vou ter coragem de posar pra câmera. Além disso, se um monte de desconhecidos vai me ver, o que menos deveria me importar é que você me veja, que é meu filho… e meu fotógrafo.
—Se isso não te incomoda… então a gente podia tirar umas fotos, pelo menos pra ter guardado; não vou mandar até você mandar.
A proposta pegou Diana de surpresa e ela não conseguiu disfarçar, Julián começou a gaguejar, tentando explicar seu ponto de vista, mas ela o interrompeu.
—Podemos tirar fotos… mas não completamente pelada, ainda não. Sei que falei que não me importava tanto quanto a outra coisa, mas isso não quer dizer que não me importo nada.
—Entendo.
—De qualquer forma, é uma boa ideia —ela disse forçando um sorriso—. Se eu conseguir me soltar um pouco na sua frente, depois vai ser mais fácil pra mim.
—Entendo, vamos dando passinhos.
—Isso mesmo. Vai pra sala e prepara as luzes e a câmera, vou trocar de roupa.
—O que você tem em mente?
—Uma peça de roupa íntima branca... o resto é surpresa, vamos ver como fica.
—Usa a calcinha que eles mandaram, continua rendendo um saldo extra pra gente.
—Perfeito então —dessa vez o sorriso da loira foi mais natural.
Assim que ficou sozinha de novo, Diana se despiu completamente, revirou a gaveta de lingerie e encontrou o pacote com o conjunto branco. Ela tinha decidido guardar esses conjuntos nas embalagens originais para não perder as peças e conseguir identificá-los fácil caso quisesse usar. Antes de se vestir, deitou-se de novo na cama e acariciou a própria buceta, só pra ver a reação; como já esperava, ainda estava excitada. Passou uns segundos se masturbando intensamente, até chegar no ponto em que posar seminua pra um monte de estranhos anônimos parecesse morbidamente atraente.
Vestiu a calcinha fio-dental sem se preocupar com a umidade da buceta, depois fechou o corpete e, por último, colocou as meias e a cinta-liga. Em seguida, remexeu as gavetas até achar uma camisa branca. Abotoou de um jeito que os peitões aparecessem, mostrando a renda do corpete. Pra parte de baixo, escolheu uma saia preta bem justa no corpo, que não chegava a cobrir os joelhos. Calçou um par de saltos agulha, pretos. Se olhou no espelho enquanto ajustava a roupa, faltava o toque final, o que ia dar mais tesão. De uma das gavetas da cômoda, tirou um estojo, e lá dentro encontrou suasóculos, os quais ela quase nunca usava. O oculista tinha receitado pra ela descansar a vista, mas quando usava, sentia que parecia uma secretária de filme pornô. Detalhe que, naquele momento, era vantajoso pra ela.
Enquanto passava batom nos lábios e aplicava um pouco de blush, ensaiava olhares intensos, carregados de erotismo.
Pouco depois, se reencontrou com o filho na sala.
—Tô pronta —disse ela, se referindo mais à excitação do que à troca de roupa.
—Nossa! —exclamou Julián ao vê-la—. Você tá incrível… e olha que não mostra quase nada.
—Valeu. Tá vendo? Nem sempre precisa usar o que eles mandam, pelo menos não tudo.
—Sim, mas quando eles mandam alguma coisa, pagam mais.
—Sim, sim, eu sei… mas te obedeci, a calcinha é a que eles mandaram.
—Beleza. Vamos começar?
—Ainda não. Sinto que se eu tirar fotos no sofá… meio que não vai fazer muito sentido. Tipo, minha ideia era parecer uma secretária… sei que os homens ficam loucos com a fantasia da secretária…
—É verdade, é uma fantasia gostosa.
—Mas pra ficar um pouco mais real, preciso de uma mesa… e alguns artigos de escritório.
—Entendo. Isso dá pra resolver, mas melhor a gente fazer no estúdio, vai parecer mais com um escritório.
Levou uns trinta minutos pra preparar tudo que precisavam. Usaram uma escrivaninha que o Julián tinha no quarto, onde ele empilhava um monte de merda. Depois colocaram um telefone fixo velho, que ainda funcionava. Adicionaram umas pastas, papéis, canetas e tudo que achavam que combinava com um escritório. Por fim, a Diana trouxe uma cadeira, enquanto o Julián fazia o mesmo com um dos refletores.
As primeiras fotos mostravam a Diana sentada atrás da mesa, fingindo que tava trabalhando. Julián pensou que a mãe dele era uma baita atriz, porque não parecia uma daquelas mulheres que aparecem nos filmes pornô exagerando demais, a Diana realmente podia passar por uma secretária de verdade.
—Agora olha pra câmera —pediu o rapaz—, mas faz como se tivesse olhando pro teu chefe.
—Com sensualidade?
—Não muita,Se nãodá pra ver que é falso. Na malícia, melhor.
—Vamos ver se eu consigo.
Ela fechou os olhos por alguns segundos, trocou o ar dos pulmões e depois dirigiu o olhar para a lente da câmera, esboçando um sorriso safado. Julián ficou pasmo, quase podia sentir como se a mãe dele estivesse convidando ele pra fazer alguma "arte" com um alto teor erótico. Ele fotografou e foi se movendo devagar para a direita, Diana acompanhou ele com o olhar, e foi aumentando aos poucos a sensualidade nos gestos, chegou até a morder de leve o lábio inferior e a olhar por cima da armação dos óculos.
—Beleza, agora vai tirando a roupa.
Ela obedeceu sem fazer nenhum comentário. Levou as mãos até os botões da camisa e, um a um, começou a desabotoá-los, expondo assim os peitos, cobertos pelo sutiã branco. Depois, ficou de pé ao lado da escrivaninha e apoiou as mãos sobre ela, inclinando-se levemente para a frente, com a clara intenção de que "o chefe" olhasse pra bunda dela. Juliano aproveitou pra tirar várias fotos da retaguarda da mãe enquanto ela começava a desabotoar a saia e a abaixá-la. Ele percebeu que, graças aos saltos que a mãe estava usando, ela tinha as pernas muito mais torneadas e a raba mais empinada.
Continua no próximo Post: A MILF mais Gostosa[03]- Parte 2.[/03]
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Capítulo 3.
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Como já não tinha mais um emprego com horário fixo pra seguir, a Diana acordou lá pras dez e meia da manhã; sentiu uma satisfação danada, porque fazia um tempão que não dormia até a hora que queria.
Uns minutos depois, ela foi até a cozinha vestindo um roupão preto que ficava uns dez centímetros acima do joelho e deixava boa parte dos peitos à mostra por um decote generoso. Poucos dias antes, tinha usado ele para uma sessão de fotos com o Julián. Embora fosse uma roupa pouco reveladora, comparada às usadas em ocasiões anteriores, eles decidiram que serviria para apresentar algo diferente. Além disso, ela não usou a camisola durante toda a sessão; nas últimas fotos, tirou ela completamente e posou na frente do filho vestindo, mais uma vez, o conjunto preto de lingerie que a agência tinha mandado pra eles.
Preparou uma xícara de café e foi pra sala de jantar, onde encontrou o filho dele imerso no seusmartphoneEm cima da mesa tinha uma caixa de papelão preta.
—Bom dia, mãe — cumprimentou Julián com um sorriso, enquanto largava o celular.
—Bom dia —ela sentou e deu um gole no café—. Cê tá parecendo muito felizão… é por causa do que eu tô imaginando?
—Sim, já nos pagaram o último lote de fotos, e a taxa subiu um pouco porque você mostrou um pouquinho mais.
—Que bom! Sinceramente, já tava me arrependendo de ter me soltado tanto; mas saber que deu resultado me deixa muito mais tranquila.
—Sim, eu também. Ainda tenho que mandar o pack de fotos que a gente fez com aquela camisola, acho que elas vão gostar também.
—Esse não foi tão ousado.
—Cê acha? Nas primeiras fotos pode ser que não fosse tanto, mas no final você se soltou bem. Até em umas duas fotos dá pra ver um pouco os biquinhos.
Ele tinha estudado cada detalhe de todas as imagens, em parte porque precisou editá-las, mas também fez isso com a pica na mão, fantasiando em passar uma noite com uma mulher que tivesse um corpo tão gostoso quanto o da mãe dele.
—Sério? Nem percebi isso.
—Te incomoda? Porque se te incomoda, não mando essas fotos pra elas.
—Se pagarem mais, então não me incomoda. Além disso, se eu tiver que me soltar um pouco, a última coisa que me preocupa é mostrar os peitos.
—Isso quer dizer que pras próximas fotos você vai ficar de peitos de fora?
Não, quer dizer que se eu fizesse, me incomodaria menos do que mostrar a pussy. Não disse que ia fazer. Isso ainda tenho que pensar bem" — depois de tomar outro gole de café, reparou num pacote em cima do móvel —. "Essa caixa aí foi eles que te mandaram?
—Sim, é uma encomenda que fiz, pra variar um pouco; além disso, percebi que os donos dessa marca estavam procurando modelo pra apresentar essa nova roupa, e vão pagar bem.
—Me dá um pouco de medo… o que é isso?
—Não se preocupa, não é tão revelador quanto os que você já usou. É algo bem comum nesses sites que também funcionam como lojas de produtos eróticos. É um conjunto de "empregadinha gostosa", ou algo do tipo.
Diana começou a rir.
—Será que tenho cara de “empregada gostosa”?
—De gostosa, sim. De empregada, não. Mas isso não importa, a roupa vai dar conta de fazer você parecer.
—Nunca imaginei que fosse vestir uma fantasia erótica dessas.
—Então você vai fazer?
—Sim. Depois de usar aqueles conjuntos tão reveladores, isso vai ser como sair toda vestida.
—Hmm, eu diria pra você esperar colocar ele antes de garantir isso —Diana olhou surpresa pro filho.
—Por que, o que tem de errado? —Julián não respondeu—. Você me disse que escolhia os conjuntos… por que ia escolher algo que eu me recusasse a usar?
—Porque pagam muito. Te falo que os patrocinadores pagam mais dependendo do produto, e esse é um novo que lançaram no mercado…
—E blá, blá, blá… Sim, já ouvi tudo isso; mas de qualquer jeito, se o conjunto não me agradar, não vou usar.
—Pode negar, se quiser; mas pelo menos experimenta. Se decidir usar, a gente pode tirar as fotos daqui a pouco.
—Bom, vou levar pro quarto e experimentar.
Diana terminou o café de uma vez e foi pro quarto, levando a caixa debaixo do braço.
Ela fechou a porta e tirou o roupão, admirou o corpo nu no espelho e se sentiu bem com o que viu, mas ainda não gostava da ideia de se mostrar daquele jeito pra câmera. Abriu a caixa de papelão e começou a tirar todas as peças que formavam o conjunto. Algumas eram pretas e outras brancas, não tinha nenhuma outra cor. Não se surpreendeu ao ver que parte da roupa era uma cinta-liga junto com um par de meias de renda pretas. Começou vestindo isso, mas não prendeu as ligas, já que depois teria que colocar a calcinha fio dental. Encontrou uma espécie de tiara com um laço branco e colocou na cabeça. Se olhou no espelho e se sentiu ridícula, mas aquilo a divertia e ajudava a não levar a situação tão a sério. A próxima coisa que vestiu foi um pequeno laço preto no pescoço. Assim que segurou o que seria a parte do torso, teve a primeira decepção. "Era a isso que o Julián se referia", pensou.
A parte do torso era feita de tecido preto e branco. A parte preta até que tava boa, porque não dava pra ver nada através dela; o problema era a parte branca. Era um tecido muito fino e dava pra ver tudo na área dos peitos. Ela viu que na caixa só tinha a parte de baixo do conjunto e percebeu que não tinha sutiã. Antes de descartar a ideia de posar vestida daquele jeito, resolveu experimentar tudo. Vestiu a parte de cima e confirmou seus medos: os peitões dela esticavam o tecido até o limite e os bicos morenos apareciam claramente. Pra surpresa dela, não achou tão ruim assim, tinha que admitir que ficava muito gostosa nela. Depois vestiu a saia, que era preta e exageradamente curta, e ainda vinha com uma espécie de avental branco semicircular, que não servia pra nada além de enfeitar.
Ele deu meia-volta e virou a cabeça pra se olhar no espelho. Bastava se inclinar um pouco pra saia parar de cobrir a raba. A buceta aparecia de um jeito sensual e isso agradou ele, mas uma coisa era se ver sozinha no espelho e outra bem diferente era posar pra câmera. Ela olhou a caixa procurando a fio dental, mas não tinha sinal dela. Confusa, vestiu o roupão por cima da fantasia erótica e saiu do quarto.
Encontrou o Julián na sala, onde tinham montado o estúdio de fotografia dele, o moleque tava varrendo o chão.
Esqueceram de mandar a fio dental", ele disse pra ela.
Julián desviou o olhar e mordeu os lábios.
—Hmm... não esqueceram dela. O conjunto vem sem fio dental.
—O quê? Cê tá maluco? Como é que vai pedir uma parada dessas? Eu ainda não aceitei posar pelada, te falei que ia pensar.
—Então não precisa usar hoje mesmo, pode deixar guardado até o dia que você se decidir.
—E se eu disser que não? O que acontece? A gente tem que devolver?
—Não pode devolver as entregas. Se não usar, paga do mesmo jeito.
Os olhos azuis de Diana se encheram de ódio.
—Vou te matar, Julián! Como é que você tem a coragem de fazer uma parada dessas sem me consultar? Imagino que esses conjuntos não devem ser nada baratos, a gente não tá em condições de ficar pagando por coisas… muito menos se não servem pra porra nenhuma!
—Desculpa, mãe, você tem razão. Me deixei levar pela grana. Imaginei que com isso a gente podia ganhar quase duzentos euros a mais.
A raiva sumiu do rosto da Diana, e ela ficou de boca aberta.
—Tanto assim?
—Sim… já te expliquei, o patrocinador tá interessado em ter uma modelo o mais rápido possível. Agora a modelo é você, eles não vão mandar o conjunto pra outra. Eles viram suas fotos e toparam na hora.
Diana sentou no braço do sofá e avaliou a situação por uns segundos.
—Tive uma ideia —disse ela—. Podia usar esse conjunto e ao mesmo tempo colocar a tanguinha preta que me mandaram pra primeira sessão de fotos.
—Acho que essa não é uma boa ideia.Juliáncontinuava varrendo, sem prestar muita atenção no que tava fazendo.
—Por que não?
—Porque essa fio dental não faz parte do conjunto que a empresa quer promover. A gente estaria alterando o produto, algumas pessoas poderiam comprar achando que vem com fio dental, quando na verdade não. Iam chover reclamações pra elas.
—Entendo. Eu também reclamaria se, ao comprar, visse que faltam coisas. Então, não sei o que fazer.
—A gente podia tirar umas fotos onde não aparece a sua parte de baixo…
—Tô achando difícil, só me agacho um pouquinho e já aparece tudo. É praticamente como se tivesse pelada. Melhor deixar pra outra hora, até porque já nos pagaram pelo último pacote de fotos… e ainda tem mais um pra mandar.
—Sim, ainda posso montar outro, meio variado, juntando umas fotos que ainda não mandei pra elas.
—Achei que você mandava todas as que podia.
—Tento mandar mais de quinze, mas também não tantas, porque a gente ganha mais montando pacotes novos. Da última vez, mandei vinte e duas fotos, e sobraram umas cinco, que estão muito boas. Além das que sobraram dos pacotes anteriores, com tudo isso dá pra montar um novo, de umas quinze ou dezessete fotos.
—Parece que você tem tudo muito calculado —ela disse com um sorriso.
Não, nem tudo; mas eu tento pensar em termos de lucro.
—Por enquanto você tá indo muito bem, Julián. Por isso que não me meto na questão do dinheiro, confio que você consegue fazer muito melhor que eu. O mais provável é que eu, por ser apressada, tivesse mandado todas as fotos de uma vez só. É bom ter algumas de reserva, pra qualquer imprevisto que possa aparecer.
—Exatamente. Essas fotos são tipo um cheque sem descontar.
—Bom, então posso tirar uns dias pra pensar direitinho nessa parada da nudez?
—Sim. Enquanto isso, a gente podia tirar mais fotos, com outro conjunto dos que você já tem. Mas se não fizermos nenhuma sessão nova, semana que vem eu mando as fotos de reserva.
—Você é um bom filho, Julián. Além de administrar nossa grana, ainda mete a mão na limpeza da casa.
—E olha que aqui a empregada é você.
Diana sorriu, abraçou o filho e depois voltou pro quarto dela.
-2-
Assim que ficou sozinha no quarto, tirou o roupão e sentou na beira da cama, bem na frente do espelho grande. O que mais chamava atenção naquela imagem eram os peitos dela, mas só porque estava sentada e as pernas tampavam a buceta; bastou abri-las um pouco pra aparecerem dois lábios lisinhos. Diana admitiu que adorava se ver naquela roupa tão provocante; dava um tesão danado pensar que estava vestida assim na frente de um dos seus amantes imaginários.
Pensou no dinheiro que ganharia se posasse sem a tanguinha, mas também pensou no tesão que sentia ao saber que pessoas anônimas ficariam excitadas com sua buceta. Era uma sensação ambivalente, por um lado gostava e por outro a deixava inquieta. Pensou que Julián não tinha grandes problemas com ela posar nua, já que ele mesmo tinha encomendado o conjunto; chegou à conclusão de que o único problema era ela. Decidiu fazer algo para resolver isso.
Ela usou o mesmo método da vez anterior: se masturbar a deixava mais solta e fazia ela se sentir mais à vontade na posição de "objeto sexual". Separou os lábios da buceta e deslizou um dedo entre eles, acariciando também o clitóris. Ficou se olhando no espelho o tempo todo e sentiu um pouco de vergonha, não por estar nua, mas porque tava desenvolvendo uma leve atitude narcisista: dava tesão nela se ver pelada e em poses provocantes.
Tentou deixar a vergonha de lado e pensou que qualquer recurso que a ajudasse a se soltar era bem-vindo. «Gosto do meu corpo, e não tem nada de errado nisso… idiota seria não reconhecer». Lambeu os dedos e depois os levou de volta pra sua buceta, molhou ela toda por fora e as carícias ficaram mais suaves e gostosas. Levantou as pernas, até ficar com os pés apoiados no colchão. Isso deixava a virilha completamente exposta, e ela adorou se ver com a buceta aberta daquele jeito. Tinha certeza de que muita gente ia bater uma punheta vendo ela, e isso fazia uma onda de calor percorrer o corpo dela.
Começou a se penetrar com dois dedos, devagar, deixando o buraco se dilatar. Assim que sentiu que estava pronta, acelerou o ritmo. Adorava ouvir aqueles estalos molhados que seus dedos faziam ao entrar e sair da pussy.
Ficou se dedando por uns minutos, quando ouviu baterem na porta. Tava tão tarada que nem parou.
—O que foi? —perguntou, fazendo um esforço pra não soar agitada.
De repente a porta se abriu e Julián entrou no quarto. Diana reagiu como se tivesse levado um choque elétrico, tirou a mão da buceta e se apressou pra fechar as pernas. Viu a cara de espanto do filho pelo espelho. Se perguntou quanto ele tinha visto, já que quando ele entrou ela tava de costas, mas o espelho mostrava tudo que rolava na frente.
—Quem te deu permissão pra entrar? —Diana teve a sensação de umdéjà vuDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
—Desculpa… achei que você tinha dito que eu podia entrar.
—Tamo tendo um sério problema de comunicação, Julián —disse ela, tentando cobrir a buceta com a saia curta—. Da próxima vez, não entra até ter certeza de que eu te dei permissão. Se não entendeu direito, então pergunta de novo.
—Sim, você tem razão, me desculpa —o rapaz estava parado ao lado da cama, com os olhos grudados nas pernas da mãe. Diana percebeu que precisava esclarecer a situação da melhor forma possível.
—Tava ensaiando na frente do espelho —disse ela, omitindo o detalhe da punheta—. Queria ver se perdia um pouco da vergonha.
—Teve resultados bons?
—Sim, muito bons — ela estava praticamente certa de que o filho a tinha visto com os dedos enfiados na buceta, mas esperava que ele fosse discreto o suficiente para não mencionar isso.
—Que legal! Esse… quer que eu pegue o roupão pra você? —os olhos de Julián subiram até encontrar os peitões que apareciam por baixo do tecido de renda.
—Não precisa, a última coisa que me preocupa é você ver meus peitos.
—Sério?
Sim, sou tua mãe… e estamos trabalhando juntos nisso, uma hora ou outra você ia acabar vendo meus peitos. Não precisa fazer tanto escândalo por causa disso, acho que o primeiro passo pra eu me animar a posar na frente de uma câmera, vestindo algo assim, é você me ver usando. E aí, o que achou?" — perguntou ela se levantando.
—Fica muito bom em você.
—Quero que você seja bem sincero, Julián. Lembra que existe a chance de a gente trabalhar com esse conjunto… e se eu ficar ridícula, quero saber.
—Sério, mãe, fica muito melhor em você do que eu imaginava. Nas fotos do catálogo, o conjunto estava num manequim, e sinceramente, não valorizava tanto.
—Que bom que tenho mais presença que um manequim.
—O que acho estranho é que é tão curto... no manequim cobria mais a parte de baixo.
—É, mas com certeza você não considerou que eu tenho mais carne que o manequim. Sempre que pedir roupa desse estilo, lembra que eu sou big booty… e big breast. Qualquer coisa que eu visto, já fica pequena. Sinto que a qualquer momento as tetas vão rasgar o tecido — ela rebolou o corpo, fazendo os peitos balançarem de um lado pro outro—. Mas mesmo assim, reconheço que também gosto de como fica em mim — ela estava muito excitada e morrendo de vontade de abrir as pernas de novo na frente do espelho, queria continuar se acariciando na pussy; mas antes precisava despachar o filho—. No fim, você não me disse por que me interrompeu no meio do… ensaio. Mais vale que seja algo importante, porque imagino que você viu mais do que devia… e se foi por uma besteira, vou ficar puta.
—Acontece que há um tempo eu tava fuçando mais o site alemão e encontrei uma seção onde várias modelos postam as fotos delas, mas o mais curioso é que tinha vários álbuns bloqueados, que só mostravam a foto de capa. Pra desbloquear essas imagens, tem que pagar um extra. Ou seja, cada álbum tem um preço de venda.
—Isso quer dizer que…
—Quer dizer que se você resolver posar nua, essas fotos não precisam ser públicas. Só quem pagar por elas vai poder ver… e já sei o que você tá pensando. Será que compensa financeiramente? A resposta é: sim. O site não só paga o combinado pelo pacote, como também nos dá uma porcentagem por cada pessoa que comprar o álbum de fotos. Quanto mais álbuns, mais grana.
—Isso considerando que o povo se interesse pelas minhas fotos.
—Ah, não te contei ainda! —Julian deu um sorrisão—. Queria que fosse surpresa, pra mais pra frente, mas vou te falar agora. Segundo o site, você virou a MILF mais desejada.
—No quê?
—A MILF mais gostosa…
—E isso, o que significa?
—Hmm… bom, MILF é uma sigla usada pra se referir às “mães gostosas”.
—Sério?
—É, algo assim… —Julian não queria explicar o que cada letra da sigla significava, porque não queria ofendê-la—. Na web tem várias categorias, uma, por exemplo, é pras minas novinhas. Outra é a categoria que você se encaixa: as MILF. De todas que têm no site, você é a que mais recebeu visita nas últimas semanas.
Diana não conseguiu conter a alegria, um sorriso radiante iluminou o rostinho dela.
—Essa é a melhor notícia que você podia me dar. Não que eu seja tão vaidosa a ponto de… bom, um pouco sim, adoro saber que me desejam tanto; mas o mais importante é que se o povo se interessa pelas minhas fotos, então vão pagar.
—Então... já não tá tão brava porque eu te interrompi?
—Não tanto… mas mesmo assim, tu é mais surdo ou mais otário? Já é a segunda vez que você entende tudo errado.
—Tem razão, desculpa. Mas… não vi nada…
—Você mente muito mal, Julián. Não importa, já foi… como eu disse antes, talvez o primeiro passo seja você me ver, senão nunca vou ter coragem de posar pra câmera. Além disso, se um monte de desconhecidos vai me ver, o que menos deveria me importar é que você me veja, que é meu filho… e meu fotógrafo.
—Se isso não te incomoda… então a gente podia tirar umas fotos, pelo menos pra ter guardado; não vou mandar até você mandar.
A proposta pegou Diana de surpresa e ela não conseguiu disfarçar, Julián começou a gaguejar, tentando explicar seu ponto de vista, mas ela o interrompeu.
—Podemos tirar fotos… mas não completamente pelada, ainda não. Sei que falei que não me importava tanto quanto a outra coisa, mas isso não quer dizer que não me importo nada.
—Entendo.
—De qualquer forma, é uma boa ideia —ela disse forçando um sorriso—. Se eu conseguir me soltar um pouco na sua frente, depois vai ser mais fácil pra mim.
—Entendo, vamos dando passinhos.
—Isso mesmo. Vai pra sala e prepara as luzes e a câmera, vou trocar de roupa.
—O que você tem em mente?
—Uma peça de roupa íntima branca... o resto é surpresa, vamos ver como fica.
—Usa a calcinha que eles mandaram, continua rendendo um saldo extra pra gente.
—Perfeito então —dessa vez o sorriso da loira foi mais natural.
Assim que ficou sozinha de novo, Diana se despiu completamente, revirou a gaveta de lingerie e encontrou o pacote com o conjunto branco. Ela tinha decidido guardar esses conjuntos nas embalagens originais para não perder as peças e conseguir identificá-los fácil caso quisesse usar. Antes de se vestir, deitou-se de novo na cama e acariciou a própria buceta, só pra ver a reação; como já esperava, ainda estava excitada. Passou uns segundos se masturbando intensamente, até chegar no ponto em que posar seminua pra um monte de estranhos anônimos parecesse morbidamente atraente.
Vestiu a calcinha fio-dental sem se preocupar com a umidade da buceta, depois fechou o corpete e, por último, colocou as meias e a cinta-liga. Em seguida, remexeu as gavetas até achar uma camisa branca. Abotoou de um jeito que os peitões aparecessem, mostrando a renda do corpete. Pra parte de baixo, escolheu uma saia preta bem justa no corpo, que não chegava a cobrir os joelhos. Calçou um par de saltos agulha, pretos. Se olhou no espelho enquanto ajustava a roupa, faltava o toque final, o que ia dar mais tesão. De uma das gavetas da cômoda, tirou um estojo, e lá dentro encontrou suasóculos, os quais ela quase nunca usava. O oculista tinha receitado pra ela descansar a vista, mas quando usava, sentia que parecia uma secretária de filme pornô. Detalhe que, naquele momento, era vantajoso pra ela.
Enquanto passava batom nos lábios e aplicava um pouco de blush, ensaiava olhares intensos, carregados de erotismo.
Pouco depois, se reencontrou com o filho na sala.
—Tô pronta —disse ela, se referindo mais à excitação do que à troca de roupa.
—Nossa! —exclamou Julián ao vê-la—. Você tá incrível… e olha que não mostra quase nada.
—Valeu. Tá vendo? Nem sempre precisa usar o que eles mandam, pelo menos não tudo.
—Sim, mas quando eles mandam alguma coisa, pagam mais.
—Sim, sim, eu sei… mas te obedeci, a calcinha é a que eles mandaram.
—Beleza. Vamos começar?
—Ainda não. Sinto que se eu tirar fotos no sofá… meio que não vai fazer muito sentido. Tipo, minha ideia era parecer uma secretária… sei que os homens ficam loucos com a fantasia da secretária…
—É verdade, é uma fantasia gostosa.
—Mas pra ficar um pouco mais real, preciso de uma mesa… e alguns artigos de escritório.
—Entendo. Isso dá pra resolver, mas melhor a gente fazer no estúdio, vai parecer mais com um escritório.
Levou uns trinta minutos pra preparar tudo que precisavam. Usaram uma escrivaninha que o Julián tinha no quarto, onde ele empilhava um monte de merda. Depois colocaram um telefone fixo velho, que ainda funcionava. Adicionaram umas pastas, papéis, canetas e tudo que achavam que combinava com um escritório. Por fim, a Diana trouxe uma cadeira, enquanto o Julián fazia o mesmo com um dos refletores.
As primeiras fotos mostravam a Diana sentada atrás da mesa, fingindo que tava trabalhando. Julián pensou que a mãe dele era uma baita atriz, porque não parecia uma daquelas mulheres que aparecem nos filmes pornô exagerando demais, a Diana realmente podia passar por uma secretária de verdade.
—Agora olha pra câmera —pediu o rapaz—, mas faz como se tivesse olhando pro teu chefe.
—Com sensualidade?
—Não muita,Se nãodá pra ver que é falso. Na malícia, melhor.
—Vamos ver se eu consigo.
Ela fechou os olhos por alguns segundos, trocou o ar dos pulmões e depois dirigiu o olhar para a lente da câmera, esboçando um sorriso safado. Julián ficou pasmo, quase podia sentir como se a mãe dele estivesse convidando ele pra fazer alguma "arte" com um alto teor erótico. Ele fotografou e foi se movendo devagar para a direita, Diana acompanhou ele com o olhar, e foi aumentando aos poucos a sensualidade nos gestos, chegou até a morder de leve o lábio inferior e a olhar por cima da armação dos óculos.
—Beleza, agora vai tirando a roupa.
Ela obedeceu sem fazer nenhum comentário. Levou as mãos até os botões da camisa e, um a um, começou a desabotoá-los, expondo assim os peitos, cobertos pelo sutiã branco. Depois, ficou de pé ao lado da escrivaninha e apoiou as mãos sobre ela, inclinando-se levemente para a frente, com a clara intenção de que "o chefe" olhasse pra bunda dela. Juliano aproveitou pra tirar várias fotos da retaguarda da mãe enquanto ela começava a desabotoar a saia e a abaixá-la. Ele percebeu que, graças aos saltos que a mãe estava usando, ela tinha as pernas muito mais torneadas e a raba mais empinada.
Continua no próximo Post: A MILF mais Gostosa[03]- Parte 2.[/03]
1 comentários - A MILF Mais Gostosa[03]Parte 1 - Buceta Gostosa[/03]