Sempre gostei de histórias de traição consentida, e não queria ficar sem escrever uma desse gênero. Do mesmo jeito, quem opina sobre minhas histórias pode falar à vontade se não for boa, e eu encerro.
Bom, espero que curtam tanto quanto eu curti escrevendo.
Ele entrou na nossa vida, entrou e nunca mais saiu, agora é tão importante pra nós quanto o próprio ar que a gente respira.
Minha vida era normal, minha esposa Carmen tinha naquela época 26 anos, a gente tinha dois filhos, Perla de 6 e Antonio Jr. de 4, eles eram nossa adoração; eu, com meus 28 anos, me considerava o homem mais sortudo do mundo, tinha uma esposa gostosa, uns filhos adoráveis e um trabalho estável, morávamos em casa própria nos arredores da cidade, onde convivíamos com nossos vizinhos de boa.
Minha vida sexual era uma maravilha, ou pelo menos era o que eu achava, Carmen tinha um corpo perfeito com seus 1,60 de altura, pele perolada, lindos olhos castanhos claros e cabelo castanho claro, ela ficava uma delícia de minissaia, ninguém acreditava que o corpo dela tinha passado por duas gestações, nas festas os homens devoravam ela com o olhar, eu olhava pra eles e eles desviavam o olhar envergonhados, me incomodava que ficassem olhando, mas também não era autoridade pra impedir que ela se vestisse de forma provocante.
Naquela época, meu compadre Ramón também era meu colega de trabalho, a gente operava um caminhão de carga variada, era o único que eu deixava falar do corpo da minha esposa e elogiar ela, embora isso fosse um eufemismo, porque ele falava de um jeito bem vulgar dela
— Compadre Antonio, essa raba que a comadre tem, eu comia inteira
Eu timidamente sorria; no começo, quando a gente se conheceu, me irritou que ele falasse assim, mas depois entendi que ele não ia mudar, entendi que ele falava assim de todo mundo e fui me acostumando, era o único que eu deixava falar assim da bunda da minha mulher.
O problema começou quando não trocaram de unidade, a gente ia ficar quase dois meses cada em unidades diferentes com colegas diferentes, a logística era o treinamento, eram trabalhadores novos que a gente treinava ao mesmo tempo, eu e meu compadre.
Algo começou a me chamar a atenção, meu compadre conversava muito com minha esposa e ela não se segurava nas gargalhadas que ele provocava, às vezes ria tanto que acabava se apoiando nele. Eu, do outro lado das reuniões, via como me aproximar deles, mas quando eu chegava, eles se calavam e ela me mandava buscar uma bebida ou alguma besteira. Em resumo, comecei a sentir que não me queriam por perto.
Um dia, eu estava na base estacionando minha unidade quando vi a unidade do meu compadre chegando. Como bom amigo, fui cumprimentar, mas para minha surpresa, só o colega vinha dirigindo.
— E o Ramón? — perguntei pra quem tava dirigindo.
— Não trabalha hoje.
— Como? Se eu vi ele de manhã.
— Já te explico — O cara estacionou a unidade, desceu e veio até mim — Tô te falando porque você é amigo dele e não vai dar problema. Ele às vezes me paga meio dia extra pra eu fazer as entregas e ele vai pra casa.
— Pra casa?
— Bom, não sei, ele vai embora e não trabalha naquele dia.
— Desde quando ele faz isso?
— Pô, quase desde a primeira semana. Assim que aprendi as rotas, ele me pagava pra fazer sozinho.
— Que meu compadre é um folgado.
— Sei disso, mas não comenta, a galera não pode saber.
— Ok, vou ser discreto.
Ele se despediu de mim e foi entregar os relatórios diários. Fiquei desconcertado, porque ele queria o dia livre, não era casado, não tinha namorada, tinha a tarde toda livre pra fazer o que quisesse. A pergunta não saía da minha cabeça, principalmente por que ele não me contou ou sugeriu. Eu teria feito com gosto e sem pagamento extra, tão grande era minha amizade por ele.
Cheguei em casa e meus filhos me receberam pulando de alegria. Minha filha se jogou em mim e eu a peguei no colo.
— Oi, princesa, como foi seu dia?
— Muito lindo, papai. Na escola, pintei um unicórnio azul.
— Legal, e Você vai mostrar, né?
Sim
Eu a acalmei dando um beijo na testa e fui pra cozinha. Minha esposa preparava o jantar cantarolando uma música, rebolando no ritmo, parecia mais uma dança sensual do que uma dança divertida
? Oi, amor
? Oi — ela mal virou pra me olhar e continuou no que tava fazendo
? Como foi seu dia?
? Muito bem, e o seu?
? Também, sabe, aconteceu uma coisa estranha hoje — ela virou na hora, largou o que tava fazendo pra prestar atenção
? O que foi? — ela olhava nos meus olhos e nas minhas expressões, como se procurasse algo
? Hoje o Ramón entrou de manhã e largou o colega sozinho no trabalho, não fez a rota
? Acho que ele não foi fazer nada de errado
? Quem falou em fazer algo de errado?
Olhei pra minha esposa, que mudou de cor, parecia nervosa, inquieta, as mãos se juntaram. Eu a conhecia muito bem, sabia que ela tava nervosa
? Aconteceu alguma coisa, amor? — perguntei de rotina
? Não, só tava pensando... e você sabe pra onde ele foi?
? Não, nem ideia
Dito isso, vi ela suspirar aliviada e soltar as mãos. Voltou pro fogão e continuou preparando o jantar; serviu a comida e jantamos em silêncio. Ela olhava pro prato, distante, meus filhos comiam brincando, normalmente ela os repreendia, agora nem olhava pra eles
? Tô te achando estranha, aconteceu alguma coisa?
? Não, nada, meu amor, é coisa da sua cabeça. Melhor jantar antes que esfrie
Terminamos de jantar, tomei banho. Era terça-feira, então era dia de sexo. Ela só me deixava nas terças, na posição do missionário e pedia pra eu terminar o mais rápido possível. Sempre tava doendo alguma coisa: cabeça, pescoço, quadril. Mas como me amava, deixava eu comer ela, devagar e o mais rápido que eu conseguisse gozar.
Saí do chuveiro e a vi deitada, já tinha colocado as crianças pra dormir e me olhava da cama. Me deu um sorriso e estendeu a mão pra eu chegar perto.
? Hoje é terça — falei animado
? Sim, eu sei, amor. Hoje é dia
Apaguei a luz do abajur, porque ela sempre pedia assim. Me aproximei e beijei ela com paixão, mas ela não... Cansado de beijar aquela mulher, os lábios dela eram carnudos e suculentos, os peitos dela, mesmo depois de amamentar, eram firmes e deliciosos; ela tirou a calcinha sozinha, enquanto eu abaixava minha pijama e minha cueca, me coloquei por cima dela e apontei meu pau na buceta dela, enfiei, entrou como manteiga, nunca tinha sentido tanta umidade na buceta dela, me mexi igual um louco, apalpei os peitos dela, a bunda.
— Calma, amor, não faz tanto barulho senão vai acordar as crianças.
— Sim, meu amor.
Tentei me acalmar e ir mais devagar com ela, finalmente senti a gozada chegando e meu pau jorrou o leitinho, ela me afastou e me beijou na bochecha.
— Valeu, amor, isso foi gostoso, dorme.
Virou de lado e dormiu, eu ainda estava com o pau pra fora, coloquei a cueca e a pijama e virei pra ela, tentei abraçar mas ela me recusou de leve, me conformei, talvez ela estivesse com calor e virei pro outro lado e dormi.
A manhã chegou e eu me arrumava pra ir trabalhar, minha esposa preparava o café da manhã e as marmitas pros meus filhos e pra mim, desci e vi ela toda apressada pra se despedir.
— Bom dia.
— Bom dia, meu amor, sua marmita já tá pronta, pega logo, não vai esquecer, senta e come, já tá tarde.
Sentei e comi, vi ela apressada, mais que o normal, terminei meu café e me despedi dela com um beijo, os filhos saíram comigo porque eu levava eles pra escola, ela se despediu e entrou rapidamente.
Cheguei no trabalho depois de deixar meus filhos e fui falar com meu colega, uma ideia tinha me vindo, se meu compadre conseguia dar um jeito de escapar, eu também podia.
— Fala, Paco, escuta, vou te fazer uma proposta...
Paco aceitou na hora, pagaria no fim da quinzena meio dia extra e ele faria a rota sozinho, eu iria pra casa e passaria a manhã a sós com minha mulher, me reportei ao chefe, peguei o pedido e saindo entreguei pro Paco que pegou de boa, depois, na surdina, voltei pro meu carro e saí da base sem os chefes perceberem, meu Meu coração tava batendo a mil por hora, eu tava fazendo uma travessura e minha esposa ia ficar toda animada com isso.
Cheguei em casa, mas parei meio quarteirão antes. Minha vaga não tava vazia, tinha um carro bem conhecido meu estacionado na frente: era o do Ramón, meu compadre. Mas que porra ele tava fazendo na minha casa sozinho com a minha esposa?
Pensei em um monte de coisas, desde que ele tinha ido visitar ela de surpresa até que os dois estavam planejando uma festa surpresa pra mim. Meu aniversário tava chegando. Se fosse isso, eram as pessoas que eu mais amava tramando algo juntas pra mim. Mas e se não fosse? Minhas mãos tremiam, minha boca tava seca. Não tinha outra opção, só ir ver.
Estacionei meu carro meio quarteirão antes e fui andando de boa. Minha rua era cheia de árvores grandes. Eu caminhava e, conforme me aproximava, algo dentro de mim falava pra eu vazar, pra não descobrir nada. Mas eu precisava fazer isso.
Cheguei em casa e não entrei pela frente. Fui pro quintal e espiei pela cozinha. Meu cachorro me viu e veio me cumprimentar. Dei um chute nele pra espantar e ele se mandou. Voltei a olhar pra dentro, tentando entender o que tava rolando. Parecia deserto. De repente, vi a silhueta da minha esposa andando na cozinha. Mal deu tempo de me abaixar pra ela não me ver.
Ela abriu a geladeira e pegou duas cervejas. Rindo, foi de volta pra sala. Tavam na sala, bebendo cerveja. Caminhei pela beirada da casa e tinha uma janelinha lateral. Espiei por ela e vi os dois. Tavam sentados no meio do sofá principal. Na minha TV de plasma, tava passando um filme pornô. Tavam vendo porno. Lembro quando, por acidente, fiquei com uma revista pornô e ela me xingou como se eu fosse um tarado. Me fez queimar a revista e ir na igreja me confessar. Me senti um idiota, mas fiz. Agora ela tava vendo porno com meu compadre. Ele falou algo no ouvido dela e ela se remexeu, rindo. Deu um beijo bem safado na boca dele. Minhas mãos tremeram mais e eu ouvi as batidas do meu coração. do meu coração.
Eu queria chorar, correr, entrar gritando o quanto me doía o que eles faziam, me senti totalmente destruído por dentro.
Com uma lágrima no olho, vi ela se levantar e colocar música, começou a dançar, se mexia igual ao dia anterior quando preparava o jantar, era isso, ela ensaiava e curtia naquele momento como dançaria pra ele no dia seguinte.
Ali estava minha esposa dançando pro meu compadre, vestia uma minissaia que me fez comprar pra ela naquela semana, usava uma blusa bem curtinha que mal cobria o sutiã por baixo, se movia tão sensual, suas curvas se acentuavam com a música e meu compadre tomava cerveja admirando o espetáculo particular dela, e muito particular, pra mim nunca quis dançar, sempre me dizia pra tratá-la com respeito, que isso só se pedia pras putas.
Minha mulher sensualmente foi tirando os sapatos, a blusa, dançou um tempo só de minissaia e sutiã, depois a saia voou e caiu ao lado do meu compadre, o sutiã foi o próximo que ela atirou e ele caiu na entreperna dele, sensualmente se virou de costas pro meu compadre, se abaixou mostrando a racha e a bunda ao mesmo tempo e desceu a calcinha, se virou pra olhar pra ele e com um pé jogou a calcinha pro meu compadre e ela caiu no rosto dele, ele não tirou, só descobriu os olhos pra admirar minha mulher nua, enquanto respirava o cheiro da calcinha dela.
Minha mulher nua continuava dançando pra ele, abria as pernas e mexia o quadril pra frente pra ele ver a buceta e parte dos lábios maiores, tinha depilado com um corte charmoso, eu lembrava quando perguntei por que ela fazia aquilo se nunca tinha feito antes, ela me respondeu que era por higiene, que tanto pelo pubiano podia ser anti-higiênico.
A música ainda não tinha terminado quando ela se aproximou se movendo sensualmente pro meu compadre, se ajoelhou na frente dele e enquanto ele tomava a cerveja dela, ela desabotoou a braguilha dele, enfiou o rosto como inalando o cheiro do pinto dele, falou alguma coisa pra ele que meu compadre caiu na gargalhada. e tomou mais um gole de cerveja, enquanto fazia isso, minha mulher enfiou a mão e, com uma habilidade que eu nunca tinha visto, puxou o pau do meu compadre pra fora. Meus olhos se arregalaram quando vi a monstruosidade de pau que ele tinha, era tipo três vezes maior que o meu, mesmo de longe dava pra ver as veias enormes que rodeavam ele. Minha mulher ficou como se estivesse hipnotizada, masturbava ele devagar, se aproximou, cheirou e falou alguma coisa. Meu compadre riu alto de novo, mas o sorriso sumiu quando minha mulher enfiou aquele pau enorme dentro da boca dela, entrou fácil metade daquela monstruosidade. Ele enfiou mais um pouco, segurando ela pela nuca e puxando pra baixo, ela, toda dócil, se deixou sufocar pelo pau do meu compadre. Quando tirou, tinha saliva saindo da boca da minha esposa, que ficou grudada no pau, ela pegou e espalhou por todo o comprimento, como se estivesse passando graxa, depois masturbou ele rápido enquanto enfiava mais um pouco.
Eu tava apavorado, nunca imaginei que minha mulher tivesse essa habilidade toda pra masturbar, comigo ela quase não fazia nada, mas com ele parecia uma atriz pornô profissional. Meu compadre parece que cansou do boquete e se levantou, enquanto fazia isso, minha mulher continuou chupando, não tirou o pau da boca e nunca parou de masturbar, ficou grudada nele igual um bezerro na teta da mãe, que mesmo ela andando, o bezerro não solta e caminha junto.
Meu compadre ficou completamente de pé e minha mulher quase esticada pra continuar chupando, ele segurou ela pela nuca e se moveu obscenamente pra frente e pra trás, como se tivesse metendo, fez com muita força, tanto que a cabeça da minha mulher quicava com aquela coisa dentro. Ele ria com perversidade enquanto fazia isso, tirou o pau e minha mulher, longe de ficar brava, chupou as bolas dele, colocando uma de cada vez na boca.
Meu compadre puxou ela pelos cabelos e colocou ela de pé, se abaixou um pouco e beijou ela, enfiando a língua, enquanto fazia isso, minha mulher agarrou a rola dele. masturbo, ele tirou ela e a colocou de joelhos no sofá onde estava, e ela, ao fazer isso, abriu as pernas, levantou a bunda e se segurou no encosto com as mãos.
Meu compadre ficou atrás dela e, com a mão, guiou o monstro até a racha da minha mulher, a pica entrou até a metade na primeira enfiada, na segunda ele enfiou três quartos e na terceira meteu tudo, quando fez isso, minha mulher levantou a cabeça como se quisesse olhar para o céu e talvez, pelo gemido que até eu ouvi, ela tinha visto.
Ele começou um vai e vem moderado, fazia com ritmo e potência, as nádegas da minha mulher vibravam a cada golpe que ele dava, minha mulher gemia como uma puta, nunca antes a tinha visto tão ligada, se mexia de um lado para o outro, segurava a própria bunda, se acariciava os peitos, meu compadre continuava na dele.
Eu olhava surpreso, minha mente confusa não sabia o que pensar, de repente senti algo, minha virilha começou a endurecer, vi minha mulher sendo comida pelo meu compadre e como ela curtia como uma puta de verdade, e isso começou a me excitar, meu pau endureceu como nunca antes tinha sentido; eu mesmo me surpreendi quando minha mão sozinha foi para minha virilha e acariciou meu pau, senti como se fosse uma mão estranha me acariciando, olhei para todos os lados e o muro me escondia, ninguém podia me ver, sem conseguir evitar, abri minha braguilha e tirei meu pau, cobri ele com toda a mão, senti ele pequeno comparado ao do meu compadre, minha esposa usou as duas mãos e ainda sobrava, o meu com uma mão só já bastava.
Minha mão se moveu sobre meu pau enquanto eu via como eles transavam, como eu nunca poderia fazer com ela, minha esposa, minha Carmen, o amor da minha vida, a quem jurei amor eterno e fidelidade, agora estava como uma puta recebendo uma pica que não era a minha.
Meu compadre parou e tirou ela, ela se virou e minha mão acelerou quando vi ela meter a pica na boca, não ligou que estivesse cheia de muco vaginal, chupou ela Bom tempo depois, ele disse algo pra ela, porque ela voltou pra posição dela, só que passou saliva na bunda dela. Olhei estranho e abri meus olhos surpreso cada vez mais, minha esposa tava deixando ele meter o pau no cu dela.
Ele segurou ela bem forte pela cintura e pelo ombro, percebi porque vi os dedos dele se marcando, afundando na cintura carnuda da minha mulher. Ela fez mil caretas e finalmente abriu a boca igual um hipopótamo com sono quando meu compadre meteu selvagemente até o fundo. A coitada respirava como se fosse um parto, mas não reclamava. De repente, ele se moveu mais uma vez, tirou um pouco só pra voltar e meter tudo de novo. Ouvi um grito de dor dela, mas ele não tirou. Ele disse algo pra ela, e ela concordou com a cabeça. Ele puxou de uma vez, e minha mulher me surpreendeu de novo: meteu o pau na boca e chupou, embora não parecesse bem uma chupada, parecia mais uma técnica refinada de lubrificação. Ela passou saliva toda com a língua e, quando ficou toda babada, se inclinou de novo e abriu as nádegas, não sem antes passar mais saliva no cu dela. Meu compadre, nem demorado nem preguiçoso, meteu de novo. Ela soltou um gritinho intenso, mas isso não o parou. Ele enfiou por um bom tempo.
Minha mulher gritava muito sendo sodomizada pelo meu compadre. Eu tava tipo doido, me masturbando. Vi ele se curvar um pouco e meter bem fundo e rápido. Minha mulher continuava gritando, mas não tirava ele; pelo contrário, quando ele beijou a nuca dela, ela acariciou ele com a mão. Era uma mulher dominada pelo homem dela, não importava a dor, só importava agradar ele.
Meu compadre acelerou como se fosse possível e atacou bem forte no cu da minha mulher. Ela abaixou a cabeça, mas depois endireitou e virou pra cima quando meu compadre começou a bufar, gozando dentro do cu dela. Gemeram os dois, enquanto minha mulher olhava pro céu, parecia que tava de novo no paraíso.
Eu gozei quando vi minha mulher, ajoelhada na frente dele, chupando ele de novo. Pau, minha ejaculação foram três potentes jatos de porra, que ficaram borrados na parede, até eu me surpreendi vendo aquilo, nunca tinha gozado com tanta força.
Me arrumei a roupa e saí rapidamente dali, tava confuso, meus sentimentos eram raiva, decepção, tesão, nojo, e não sei quantas coisas mais, fiquei vagando no meu carro, parei numa praça e fiquei olhando as famílias que passeavam felizes, as crianças corriam sob o olhar atento dos pais.
Eu tinha aquilo, ou pelo menos achava que tinha, minha vida que antes considerava perfeita agora não era mais, ou será que era? Acabava de me masturbar e gozar como nunca antes depois de ver ela sendo comida, talvez aquilo não fosse tão ruim, talvez fosse a peça que faltava nas nossas vidas pra chegar à perfeição; fisicamente eu não conseguiria satisfazer minha mulher como ele fez, aquele orgasmo que ela teve (e até eu) não teríamos conseguido sozinhos; sim, faltava isso, aquela faísca que provocasse orgasmos inimagináveis.
Olhei o relógio e o tempo tinha voado, já era hora de ir pra casa, não sabia como reagiria ao vê-la, só sabia que já queria vê-la de novo.
Cheguei em casa e entrei como sempre fazia, não consegui evitar olhar pro sofá onde horas antes tinham comido minha esposa como uma puta, tinham sodomizado ela e até foram brutos com ela, o pior de tudo é que "nós três" aproveitamos, a casa cheirava a limpo, muito provavelmente ela tinha limpado e espalhado aromatizante pra apagar os vestígios.
Minha mulher saiu da cozinha com um sorriso de orelha a orelha, tava radiante, linda, recém-tomada banho, tão plena, tão cheia de alegria, tão satisfeita, não lembrei de um único momento em que eu tivesse deixado ela assim.
— Oi, meu amor, que bom que você chegou, como foi seu dia?
— Bem
Meu "bem" saiu por reflexo, não consegui dizer outra coisa, na verdade parte daquele "bem" não tava tão longe da verdade.
— Muito trabalho?
— O normal
Respondi de novo por reflexo, meu olhar ficou Focava na boca dela, via aqueles lábios carnudos lindos e vi quando ela se aproximou e me beijou na boca de boas-vindas. Quando me beijou, não consegui evitar ter a imagem daqueles lábios chupando a pica do meu compadre. Respirei fundo pra tentar sentir algum cheiro diferente, mas só senti cheiro de sabonete. Ela tinha se lavado direitinho, naquele momento eu sabia que se cheirasse a virilha dela, só sentiria cheiro de sabonete, mas mesmo assim tava com uma vontade horrível de cheirar ela, queria ver se conseguia sentir cheiro do meu compadre. A vontade me dominava, me cegava e também me excitava, não consegui evitar e minha ereção cresceu dentro da calça. Puxei ela pelo braço até a cozinha e ela, confusa, se deixou levar.
— Vem aqui, por favor.
— O que foi?
— Preciso fazer uma coisa.
Não deixei ela perguntar mais, me ajoelhei na frente dela e enfiei a cabeça debaixo da saia dela. Ela não conseguiu evitar, acho que tava tão confusa que não soube reagir. Aproximei meu nariz da virilha dela e, de fato, senti cheiro de limpeza, nem um traço de sexo. Mesmo assim, as imagens daquela racha sendo partida ao meio pela pica enorme do meu compadre me fizeram enlouquecer. Colei minha boca na racha e passei a língua nela, senti o gosto de calcinha de algodão. Ela colocou as mãos na minha cabeça ao sentir que eu tava estimulando ela com a língua.
— Meu amor, o que você tem? Por que tá fazendo isso? Aaahhh...
Não respondi, só apertei mais minha língua na racha dela e consegui arrancar um gemidinho de prazer. Imaginei como meu compadre faria ela gritar com a língua enorme dele, não sei por que isso me animou ainda mais e, com meus dedos, desviei a calcinha pro lado e enfiei minha língua.
— Aaahhh, meu amor, o que você tá fazendo? Por que agora? Espera até a noite, os meninos podem entrar aaaahhh...
Não parei. Normalmente eu pediria permissão pra fazer isso, mas agora não pedi, não ia parar por nada. Ela tava na minha mercê, ela abriu mais as pernas, não sei se era por causa do meu oral ou se ela se excitava pensando que eu tava chupando a racha dela depois que um garanhão comeu ela. pegasse bem e bonito.
? Aaahhh sim aaahhh meu amor, que gostoso eu sinto aaahhh
Ela curvou as pernas pra conseguir colocar o quadril mais pra frente, eu chupava como nunca na vida, enfiava e tirava a língua, estimulava o clitóris dela com ela e depois chupava com ferocidade, ela já mexia sem disfarçar o quadril, era como se ela estivesse me comendo
? Aaahhh aaahhh
Mais gemidos de prazer saíam da boca dela, pelo jeito que se mexia dava pra adivinhar que ela tava de olho virado e cabeça jogada pro céu, me senti orgulhoso de arrancar um orgasmo dela pelo menos com a língua; ela de repente se mexeu muito rápido, tanto que me cortava a respiração, os gemidos dela começaram a crescer e ecoar pela cozinha toda, apesar da sufocação minha língua nunca parou de se mexer, de repente pra meu espanto uma quantidade enorme de fluido vaginal saiu da racha dela, até soltou um pouco de urina, senti na minha língua enquanto eu esmagava o clitóris dela com ela.
? Ai meu amor, aaahhh não para de mexer a língua, ai sim assim aaahhh
Senti convulsões no corpo dela e nem se fala na buceta dela, os movimentos dela foram diminuindo aos poucos e senti ela relaxando, tirei a boca da racha dela e antes de sair debaixo da saia dei um beijinho como se fosse uma boca normal.
? Meu amor, o que você fez comigo? por que agora? o que você fez no trabalho?
Levantei e com o dorso da mão limpei o excesso de muco vaginal, mas depois lambi saboreando o gosto de orgasmo.
? Fala sério, me diz o que houve com você? — perguntou Carmen ajeitando a saia
? Não gostou?
? Gostei pra caralho, mas você me desconcerta, por que agora? — o olhar dela era safado e divertido
? Saí mais cedo do trabalho e vim pra casa, vi o carro do meu compadre Arturo, cheguei pela janela lateral e te vi com ele no sofá
Não sei por que falei aquilo, as palavras saíram sozinhas da minha boca de forma rápida e calma, não consegui controlar de dizer, minha mulher empalideceu e os olhos dela se arregalaram
? Eu… não… isso, deixa eu explicar… olha… Não consegui falar mais, os trejeitos de choro apareceram no rosto dela, assim como lágrimas escorriam dos olhos dela, ela tinha rímel nos cílios, que borrou com as lágrimas dando um aspecto mais fúnebre ao rosto dela, ela chorava intensamente, eu só olhava pra ela
— Meu amor… me perdoa
Ela conseguiu dizer entre choros e soluços, eu estava sério, só olhava pra ela, não queria falar, curtia o momento de fazê-la sofrer e pelo que parecia, ela sofria muito
— Por favor… me perdoa snif snif.
Foi só uma coisa, pra mim era um jogo, eu amo você, só você, “aquilo” era só o que
você viu, algo físico, não amo ele, amo você… por favor, me diz alguma coisa
Eu continuava sério olhando nos olhos dela que estavam um bagaço, eu a ouvia se justificando dizendo que era um jogo, que me amava, mas se me amava, por que se deixava pegar por ele?
— Snif snif, por favor me diz alguma coisa, grita comigo, me bate, fica com raiva, faz alguma coisa… mas não fica mais me olhando assim… snif snif
Não aguentei mais, já tinha feito ela sofrer demais, amava tanto ela que não conseguia ser mais cruel, me aproximei dos soluços intermináveis dela, quando cheguei perto vi como ela semicerrava os olhos pra receber meu tapa, ela não ia se desviar, se eu fizesse isso ela sabia que merecia e aguentaria meu castigo, mas eu nunca faria isso, amava ela de verdade, segurei pelos ombros e depois subi minhas mãos até o rosto dela e do jeito mais carinhoso que pude limpei as lágrimas do rosto dela, ela desconcertada fechou os olhos e chorou mais e muito intenso, acho que ela teria preferido o tapa do que minha compaixão.
— Te amo
Sussurrei, me aproximei do rosto dela e beijei, senti os lábios inchados de tanto chorar, senti eles molhados pelas lágrimas, chupei eles pra sumirem as lágrimas, quando abri os olhos vi os dela ainda fechados com lágrimas, fazia tempo que não me beijava de olhos fechados, agora fazia porque recebia o beijo em vez da recriminação
— Você me odeia, né?
snif
— Não, nunca te odiaria, te amo demais
— Vou dizer pra ele não voltar nunca, sim Você quer que a gente se mude pra outra cidade, vou fazer o que você quiser e espero que um dia você consiga me perdoar? Vem.
Peguei ela pela mão, levei até a mesa da cozinha e sentei ela lá. Ela sentou e baixou o olhar, não conseguia me encarar. Imagino que tava sentindo a maior vergonha da vida dela.
— Quero que você seja sincera, já não é hora de mentir e quero ouvir suas verdadeiras palavras, você promete dizer a verdade?
— Sim.
Respondeu devagar, como se soubesse o que eu ia perguntar. Normalmente, quem foi traído pergunta “por que você fez isso” só pra ouvir a resposta, ficar mais puto e esfregar na cara, mas não era o meu caso.
— Por que você fez isso?
— Eu… — ela não conseguiu falar mais, o choro voltou.
— Por favor, me fala a verdade.
— Eu me sentia sozinha. Ele chegou um dia e, sei lá, as coisas foram rolando, e acabei cedendo ao que ele pediu.
— O que ele pediu?
— Transar com ele. Ele disse que me desejava desde que me conheceu, que não me tirava da cabeça, foi muito sedutor e, um dia, eu falei que sim, mas que seria só uma vez… mas não foi só uma vez, aconteceu muitas vezes.
— Desde quando?
— Faz pouco mais de um ano.
Um ano? Pensei comigo, nunca tinha desconfiado. Talvez eu fosse confiante demais, mas de repente vieram na minha cabeça imagens dela sempre conversando com ele, levando cerveja pra ele, se apoiando nele enquanto ria de uma piada dele.
— Entendo. Não vou perguntar se você gostou, isso foi óbvio.
— Me perdoa, por favor, snif snif — disse ela chorando.
— Sim, meu amor, mas olha nos meus olhos. — Ela virou pra me encarar pela primeira vez. — Eu te amo, de verdade, muito. E o que vou te falar, não quero que você leve a mal: quero que você continue vendo ele.
— O quê?
— O que você ouviu. Quero que você continue vendo ele, não vai parar de falar com ele, não vamos nos mudar pra outra cidade e não vamos romper amizade com ele.
— Mas o que você tá dizendo? É sério? Acabei de confessar que te traí e você quer que eu continue vendo ele?
— Sim, mas agora com meu consentimento. Só me promete uma coisa.
— Não tô te entendendo.
— Me promete uma coisa.
— O quê?
— Que você não vai mais me trair. Se você me trair, quero ficar sabendo, quero saber se eu te como ou não? Tá se ouvindo? Tá me pedindo pra continuar transando com ele? Não, não conseguiria fazer isso agora que sei que você sabe, não poderia te desrespeitar desse jeito, te falei que não vou mais falar com ele e vou cumprir. Meu amor, quero que você se acalme e pense nas coisas, eu te amo e o que vi foi a mulher mais satisfeita do mundo, nunca tiraria isso de você, quero que continue vendo ele, mas que não esconda mais e, acima de tudo, quero que me prometa que nunca vai deixar de me amar. Isso nunca vai acontecer, sempre vou te amar e você será o amor da minha vida, o que fiz foi por algo físico, disso posso abrir mão, mas de você não. Então não vai abrir mão de nada, nem do meu amor nem do seu prazer, você tem minha permissão, acredite, não me importa e quero te ver feliz. Nisso, ouvimos os passos dos nossos filhos descendo correndo pra jantar, nos ajeitamos, ela limpou o rosto com um guardanapo e serviu a janta. Durante o jantar, ela de repente me olhava e quando eu virava pra ver ela baixava a cabeça, numa dessas ela sustentou o olhar e eu dei um sorriso carinhoso, de amor, ela retribuiu e eu peguei no queixo dela e dei um beijo demorado, mas sem língua, ela fechou os olhos de novo e se deixou beijar, quando abriu me olhou e sorriu mais calma. Eu te amo — falei baixinho pra só ela ouvir. E eu mais ainda — respondeu com sinceridade nos olhos. Uau uau, são namorados, são namorados… A voz da minha filha zoando nosso beijo nos fez sorrir ainda mais; sim, ela era minha namorada, minha mulher, minha esposa, o amor da minha vida, a mãe dos meus filhos e uma besteira como algo sexual não ia nos separar e talvez, só talvez, nos unisse mais. Terminamos a janta e ela foi colocar as crianças pra dormir, eu fui pro quarto e tomei banho, saí do chuveiro já de pijama e a Carmen estava deitada na cama, vestindo o robe de dormir creme, um que ia até a metade da coxa, aquele que ela usava antes quando queria me provocar e depois nos dias. Terça-feira, os únicos dias em que eu podia comer ela. Com o tempo, ela foi desistindo de colocar a camisola, e eu me contentava em vê-la naquela escura, uma que batia no tornozelo, subir nela e gozar em 3 ou 4 minutos. Se demorasse mais, ela dizia que tava pesado ou que o quadril tava doendo e eu tinha que descer. Mas agora ela tinha colocado de novo.
A luz do abajur iluminava o corpo escultural dela. Ela me olhava tranquila, serena, a respiração dela era pausada, quase lenta. Fui apagar o abajur, mas ela me impediu.
— Não, meu amor, não apaga.
— Por quê?
— Quero que tenha luz.
Não respondi. Fiquei olhando enquanto ela sentava na cama e levantava a camisola, tirou ela por cima da cabeça e, diante dos meus olhos, ficou completamente nua. Não tinha nada por baixo. Engatinhando, chegou perto de mim e, com uma mão, desabotoou meu pijama, liberando meu pau. Acariciou ele e olhou. Me senti desconfortável com ela olhando, era ridículo comparar com o do meu compadre Ramón.
Masturbou um pouco e, sem virar pra me olhar, colocou na boca dela. Chupou como nunca tinha feito antes. Senti a sucção da boca dela no meu pau. Isso não fui eu que ensinei, isso foi meu compadre que ensinou. Meu pau pulou animado imaginando como ela aprendeu a chupar guiada por ele, mas alguma coisa aconteceu e meu pau perdeu um pouco da ereção. Ela tirou o pau da boca e ajoelhou na minha frente. Nossos rostos ficaram de frente.
— Me fala uma coisa — disse ela masturbando meu pau.
— O quê?
— Fodeu com nojo, né?
— Nunca.
— Estive com alguém hoje, sabe o que fiz, e você chegou a cheirar minha buceta. Por que fez isso?
— Coloca sua camisola, vem.
Ela colocou a camisola, eu vesti meu pijama e, de mãos dadas, descemos pro térreo e saímos pela cozinha. Saímos e levei ela até a janela de onde eu tinha visto eles. Ela estava muito confusa, me olhava atenta, mas não dizia nada.
— Daqui te vi — falei num tom baixo pra só ela ouvir — Parei aqui e te vi sorrindo, como se... Acariciavam, como você beijou com paixão, não vou negar que no começo senti vontade de chorar, na verdade chorei
? Meu amor, não, por favor não…
? Cala a boca, amor, não é uma recriminação, é só pra você saber como as coisas foram comigo, se eu chorei e não me arrependo, vi como você fez sexo oral, como ele te dominou pra te comer, como você começou a gemer como nunca na vida, isso provocou algo em mim e de repente desenvolvi a maior ereção que já tive na vida, não consegui evitar e me masturbei com um prazer que nunca tinha sentido antes, descarreguei tanta porra que salpiquei a parede, na verdade escorreu muito, olha ali está
Ela virou olhando para a parede, a luz da rua entrava e com isso ela distinguiu os jatos que sobraram da minha ejaculação.
? Essa é sua ejaculação? Tudo isso é sua porra?
? Sim, senti o maior tesão que nunca tinha sentido antes, quando cheguei foi quase doloroso não sentir o cheiro e provar sua buceta
? Você queria sentir o cheiro do Ramón?
? Não sei, acho que sim
? Você é gay?
? Não, hahaha não meu amor, não sou, mas pensar nisso me dá tanto tesão, acho que é a faísca que falta nas nossas vidas, o amor a gente tem, o sexo virou rotina, essas manchas mostram que nós dois precisamos disso
Ela me olhou diferente, já não via vergonha no rosto dela, agora via estudo de reação, eu olhava ela do mesmo jeito, esperava ouvir o que ela pensava sobre isso.
? Então essa é sua porra?
Assenti timidamente, agora era eu o questionado, vi como ela virou de novo para a parede, olhou meus jatos, tirou os chinelos e os arrumou no chão, se ajoelhou colocando os joelhos sobre os chinelos, era como se fossem joelheiras, virou para me olhar e sorriu
? É a porra do meu homem, né?
Assenti de novo com a cabeça e meu pau pulou ao ver como ela esticou a língua e lambeu a porra da parede, estava seca, mas isso não impediu ela de lamber, eu estava começando a enlouquecer vendo como ela lambia minha porra, ela se levantou e me beijou na boca, senti um gosto estranho, talvez fosse minha porra
? Você sente o Sabor?
? Sim
É assim que o gosto do Ramon é
Perdi a cabeça e beijei ela com mais paixão, não sei por que isso aconteceu, ela se apoiou olhando pra dentro pela janela, eu me aproximei e grudei nela
? Me diz, o que você viu?
? Você chupando ele
? Sim, eu fiz
Enquanto dizia isso, as mãos dela tomaram conta do meu pau, abriu meu pijama de novo, liberou meu pau e começou a masturbar ele
? O que mais você viu?
? Quando ele te curvou e te comeu
Carmen levantou um pouco o robe e guiou meu pau ereto pra dentro da racha dela, ele entrou, nós dois olhando pro sofá
? Sim, ele é bem grande, senti como se estivesse rasgando, ele é muito bruto às vezes aaahhh
Ela gemeu quando eu empurrei meu pau, excitado de ouvir ela
? Vi também quando ele tirou e fez você chupar ele
? Sim, ele fez isso desde a primeira vez aaahhh meu amor aaahhh
? Depois ele meteu no seu cu
? Sim aaahhh na primeira semana ele arrebentou meu cu, não consegui evitar, ele me deixou tão puta que não consegui dizer “não”… aaahhh meu amor aaahhh não para
? Você chupou ele depois que ele meteu no cu, né?
? Sim aaahhh já me acostumei com o gosto, aaahhh fiz porque ele pediu pra lubrificar pra ele continuar me enrabando, machucava ele e ele não gosta, mas isso sim, ele não para se eu tô doendo ou gritando de dor… aaahhh que gostoso você me come aaahhh
Não aguentei mais, me mexi como um louco comendo ela, ela tava toda molhada, nós dois nos excitando com a conversa de como ele tinha comido ela, gozei enquanto apertava os peitos dela gemendo no ouvido dela, ela gemeu também; respiramos mais aliviados, mas sentia ela ainda excitada, na real eu tava excitado, queria ouvir mais do que fizeram com ela e ela me contar.
? Vem, vamos pra dentro
Ela pegou na minha mão e eu segui, andamos juntos, sentia ela apertando minha mão, num certo momento enquanto andávamos, me virei pra olhar e nossos olhares se cruzaram, ela sorriu com amor e eu correspondi apertando a mão dela, entramos no quarto e ela sentou na beira da cama, virou e ainda tava com meu pau De fora, ela pegou com a mão e acariciou, meu pau não reagia, tava mole, ela percebeu
? Gostou de ver como eu tava sendo comida, né?
Meu pau deu um pulo quando ela perguntou, ela continuou acariciando e bateu uma punheta suave, ficou calada me olhando nos olhos e sentiu minha ereção sumindo
? Gostou de ver como eu tava sendo enrabada sem dó, né?
De novo meu pau deu umas pulsadas de querer encher, era isso que ela tava sentindo, o quanto eu me excitava vendo ela dando pra outro cara
? Quer que eu continue fazendo isso? Quer que eu dê todo dia com sua permissão? Quer me ver gritando que nem louca em cima dele enquanto ele mete no meu cu? Já fiz isso, posso fazer pra você me ver
Meu pau já tava duro que nem pedra, minha boca aberta enquanto eu respirava ofegante, não me mexia, minhas mãos estavam nos lados, só me deixava excitar por ela com as mãos e as palavras dela
? Sabe que agora ele provavelmente tá batendo uma olhando minhas fotos?
? Aaahhh– Não consegui evitar gemer
? Ah sim, ele tirou fotos e vídeos meus, adora me ver engolindo o gozo dele na frente da câmera
? Aaahhh
? Isso você ia gostar, né?
? Sim… aaahhh
Ela tava me levando a um ponto de excitação muito intenso, meu pau duro por causa das palavras dela, ela sorria pra mim entre maliciosa e feliz.
? Te excita me ver com outro?
? Sim, mas você também gosta, te amo e quero que continue assim aaahhh
Ela acelerou a mão fazendo eu gemer de prazer, minhas mãos trêmulas acariciavam minhas coxas, apertava elas sentindo até onde ela me levava
? E como você quer que seja? Você aqui… ou não?
? Não sei, se quiser eu trago ele e você passa as manhãs com ele enquanto eu trabalho e quando eu chegar de tarde você me conta o que fez
Ela parou a punheta, me olhou nos olhos e se levantou, me beijou com paixão, minhas mãos foram pras nádegas dela por baixo do roupão, acariciei a racha dela de onde saía gozo… meu gozo, nunca antes tinha gozado aquela quantidade dentro, com o gozo fui pra Passei a mão na bunda dela e acariciei, timidamente coloquei um dedo, ela sorriu enquanto eu fazia, se virou e se ajoelhou na cama, virou o rosto e me olhou.
? Faz
? Você quer que eu faça?
? Ele não pediu permissão, e eu sou sua, você pode fazer o que quiser comigo, meu corpo é seu
? Fiquei atrás dela e direcionei meu pau pra bunda dela
? Não vou te machucar, vou?
? Não — ela sorriu docemente com minhas palavras — o pau do Ramón é maior e já me abriu faz tempo, faz
Meu pau entrou como se fosse manteiga, não senti resistência, me movi atrás dela sodomizando, era a primeira vez que a gente fazia, me senti no paraíso, tava enrabando minha mulher graças à infidelidade dela, longe de ficar puto, agora tava muito feliz com isso.
? Aaahhh meu amor, me diz, você gosta? — ela perguntou recebendo meu pau na bunda dela
? Amo, quero que isso dure pra sempre
? Quer sentir mais gostoso?
? Sim
? Não, não se mexe, eu vou fazer
Ela começou um movimento de quadril que fez meu pau sentir o maior prazer que um homem pode sentir, sentia os quadris poderosos dela se mexendo com meu pau dentro, naquele momento entendi por que existe o reggaeton e o "porquê" do movimento daquelas minas com os caras atrás delas, era o mesmo movimento de quadril.
? Onde você aprendeu?
? Ramón me ensinou
? Aaahhh
? Sim, foi ele, me ensinou na base da palmada a me mexer assim
? Aaahhh
Timidamente levantei a mão e bati na bunda dela, foi mais um tapa carinhoso do que uma palmada, mas fez ela gemer; levantei de novo e ela gemeu de novo adivinhando que eu ia bater de novo, deixei a mão cair e outro gemido, me empolguei e bati, na minha cabeça, mais forte.
? Mais forte… você pode bater mais forte
? Meu compadre bate muito forte em você
? Sim, ele bate até ficar vermelha, com isso ele goza muito forte, ele gosta que eu grite quando ele me enraba e me bate aaahhh… e eu grito aaahhh adoro quando ele me enraba e me bate forte aaahhh
? Aaahhh
Foi demais pra mim, gozei de novo, agora na bunda dela, já era a segunda vez seguida Ela, a gente nem namorava e já tinha transado duas vezes seguidas. Senti ela aumentar o movimento quando percebeu minha gozada. De repente, ela parou, sentou na cama, enfiou meu pau na boca e chupou sem problema nenhum. Quase tive outra ereção vendo ela chupar meu pau, tirando as últimas gotas com a boca. A buceta e o cu dela vazavam porra, sujando os lençóis, parecia que tinham ficado tatuados neles, dava até pra ver o desenho da buceta e do cu dela marcados.
— Te amo — falei, acariciando o cabelo dela.
— E eu você — respondeu ela, virando a cabeça enquanto me chupava.
A gente deitou abraçado, ninguém tomou banho. A cama tava cheia de manchas do meu sêmen por todo lado, saindo do cu e da buceta dela. Senti escorrer e abracei ela mais forte.
De manhã, ela me acordou, mexendo de leve:
— Meu amor, já é hora de levantar.
— Sim, meu amor.
Olhei pra ela e já tava trocada. A gente sempre fazia assim: ela levantava, tomava banho, se arrumava, preparava tudo pra mim e depois me acordava. Nisso ela era uma mulher incrível, sempre atenta a mim.
— Toma banho, a gente te espera lá embaixo pro café.
Ela saiu do quarto e eu fiz o que ela pediu. Quando desci, meus filhos e ela estavam me esperando. A gente tomou café da manhã conversando sobre coisas banais. Nem eu nem ela tocamos no assunto de ontem. A gente se olhava como se nada tivesse acontecido.
— Crianças, escovar os dentes, rápido — ela mandou eles escovar os dentes.
Os meninos saíram e a gente ficou sozinho. Ela virou pra mim depois que eles saíram da sala de jantar:
— Quero falar sobre ontem — disse ela.
— Fala.
— Não sei o que aconteceu depois.
— Ué, o que aconteceu: a gente chegou a um acordo — respondi, levando uma garfada do café na boca.
— Você ainda tá nessa? Era sério?
— Sim. Ontem eu te vi tão satisfeita, tão plena e feliz, e não sei se você percebeu, mas eu também fui feliz.
— Meu amor, é que tenho medo de você se arrepender e tentar me largar, ou pensar que sou uma puta qualquer. Eu te amo de verdade e tô disposta a parar com isso e não ver ele mais. Nunca mais, a gente consegue sem ele, ontem a gente conseguiu, nunca senti tanto prazer com você como ontem
? Pois não, acho que ele esteve presente pelo menos em essência
? Mas meu amor…
? Nada, olha, a gente continua na mesma, eu te amo, você me ama e ele te come gostoso, essa vai ser a parada, a gente não vai sair disso, se você sentir que a gente tá perdendo o controle, a gente conversa e resolve, se você e eu concordamos em algo, não vai ter problema
? Não tenho certeza, tô com medo
? Não, meu amor, não tem medo não, nunca vou deixar de te amar
A gente se abraçou e se beijou, a paixão voltou pra gente, ela também sentiu, não ia deixar a chama apagar, se isso significasse dividir ela, não me importava.
? Hoje vou pedir pro meu chefe colocar a gente na mesma unidade e vou trazer ele aqui
? Pra quê? — ela arregalou os olhos
? Pra você falar com ele e explicar como é que vai ser
? É que eu pensei que a gente ia continuar fazendo escondido, que você ia saber mas ele não, assim o enganado ia ser só ele, mas agora você quer que ele descubra que você sabe?
Não tinha pensado nisso, uma coisa era eu e ela sabermos, outra era ele saber, agora sim ia ser um cuck assumido, senti o coração acelerar quando falei.
? Sim, meu amor, ele também precisa saber, não vai ter mais segredo nem complicação besta
? Tá bom, repito que ainda não tenho certeza se é o certo, já te falhei uma vez e não quero fazer de novo
? Não, meu amor, não vai ser mais uma falha porque eu tô te dando permissão e não vai ter mais segredo nem engano entre a gente
As crianças voltaram e eu levantei, fui no banheiro, escovei os dentes e enquanto fazia isso me olhava no espelho, vi minha vida passar nele, vi como comecei meu namoro com ela, nosso casamento, o nascimento dos nossos filhos, a compra da casa, o quanto a gente era feliz com tudo aquilo, os fracassos que passamos juntos; agora era uma fase nova, uma que prometia algo que sempre faltou… “o orgasmo perfeito”
Continua
Bom, espero que curtam tanto quanto eu curti escrevendo.
Ele entrou na nossa vida, entrou e nunca mais saiu, agora é tão importante pra nós quanto o próprio ar que a gente respira.
Minha vida era normal, minha esposa Carmen tinha naquela época 26 anos, a gente tinha dois filhos, Perla de 6 e Antonio Jr. de 4, eles eram nossa adoração; eu, com meus 28 anos, me considerava o homem mais sortudo do mundo, tinha uma esposa gostosa, uns filhos adoráveis e um trabalho estável, morávamos em casa própria nos arredores da cidade, onde convivíamos com nossos vizinhos de boa.
Minha vida sexual era uma maravilha, ou pelo menos era o que eu achava, Carmen tinha um corpo perfeito com seus 1,60 de altura, pele perolada, lindos olhos castanhos claros e cabelo castanho claro, ela ficava uma delícia de minissaia, ninguém acreditava que o corpo dela tinha passado por duas gestações, nas festas os homens devoravam ela com o olhar, eu olhava pra eles e eles desviavam o olhar envergonhados, me incomodava que ficassem olhando, mas também não era autoridade pra impedir que ela se vestisse de forma provocante.
Naquela época, meu compadre Ramón também era meu colega de trabalho, a gente operava um caminhão de carga variada, era o único que eu deixava falar do corpo da minha esposa e elogiar ela, embora isso fosse um eufemismo, porque ele falava de um jeito bem vulgar dela
— Compadre Antonio, essa raba que a comadre tem, eu comia inteira
Eu timidamente sorria; no começo, quando a gente se conheceu, me irritou que ele falasse assim, mas depois entendi que ele não ia mudar, entendi que ele falava assim de todo mundo e fui me acostumando, era o único que eu deixava falar assim da bunda da minha mulher.
O problema começou quando não trocaram de unidade, a gente ia ficar quase dois meses cada em unidades diferentes com colegas diferentes, a logística era o treinamento, eram trabalhadores novos que a gente treinava ao mesmo tempo, eu e meu compadre.
Algo começou a me chamar a atenção, meu compadre conversava muito com minha esposa e ela não se segurava nas gargalhadas que ele provocava, às vezes ria tanto que acabava se apoiando nele. Eu, do outro lado das reuniões, via como me aproximar deles, mas quando eu chegava, eles se calavam e ela me mandava buscar uma bebida ou alguma besteira. Em resumo, comecei a sentir que não me queriam por perto.
Um dia, eu estava na base estacionando minha unidade quando vi a unidade do meu compadre chegando. Como bom amigo, fui cumprimentar, mas para minha surpresa, só o colega vinha dirigindo.
— E o Ramón? — perguntei pra quem tava dirigindo.
— Não trabalha hoje.
— Como? Se eu vi ele de manhã.
— Já te explico — O cara estacionou a unidade, desceu e veio até mim — Tô te falando porque você é amigo dele e não vai dar problema. Ele às vezes me paga meio dia extra pra eu fazer as entregas e ele vai pra casa.
— Pra casa?
— Bom, não sei, ele vai embora e não trabalha naquele dia.
— Desde quando ele faz isso?
— Pô, quase desde a primeira semana. Assim que aprendi as rotas, ele me pagava pra fazer sozinho.
— Que meu compadre é um folgado.
— Sei disso, mas não comenta, a galera não pode saber.
— Ok, vou ser discreto.
Ele se despediu de mim e foi entregar os relatórios diários. Fiquei desconcertado, porque ele queria o dia livre, não era casado, não tinha namorada, tinha a tarde toda livre pra fazer o que quisesse. A pergunta não saía da minha cabeça, principalmente por que ele não me contou ou sugeriu. Eu teria feito com gosto e sem pagamento extra, tão grande era minha amizade por ele.
Cheguei em casa e meus filhos me receberam pulando de alegria. Minha filha se jogou em mim e eu a peguei no colo.
— Oi, princesa, como foi seu dia?
— Muito lindo, papai. Na escola, pintei um unicórnio azul.
— Legal, e Você vai mostrar, né?
Sim
Eu a acalmei dando um beijo na testa e fui pra cozinha. Minha esposa preparava o jantar cantarolando uma música, rebolando no ritmo, parecia mais uma dança sensual do que uma dança divertida
? Oi, amor
? Oi — ela mal virou pra me olhar e continuou no que tava fazendo
? Como foi seu dia?
? Muito bem, e o seu?
? Também, sabe, aconteceu uma coisa estranha hoje — ela virou na hora, largou o que tava fazendo pra prestar atenção
? O que foi? — ela olhava nos meus olhos e nas minhas expressões, como se procurasse algo
? Hoje o Ramón entrou de manhã e largou o colega sozinho no trabalho, não fez a rota
? Acho que ele não foi fazer nada de errado
? Quem falou em fazer algo de errado?
Olhei pra minha esposa, que mudou de cor, parecia nervosa, inquieta, as mãos se juntaram. Eu a conhecia muito bem, sabia que ela tava nervosa
? Aconteceu alguma coisa, amor? — perguntei de rotina
? Não, só tava pensando... e você sabe pra onde ele foi?
? Não, nem ideia
Dito isso, vi ela suspirar aliviada e soltar as mãos. Voltou pro fogão e continuou preparando o jantar; serviu a comida e jantamos em silêncio. Ela olhava pro prato, distante, meus filhos comiam brincando, normalmente ela os repreendia, agora nem olhava pra eles
? Tô te achando estranha, aconteceu alguma coisa?
? Não, nada, meu amor, é coisa da sua cabeça. Melhor jantar antes que esfrie
Terminamos de jantar, tomei banho. Era terça-feira, então era dia de sexo. Ela só me deixava nas terças, na posição do missionário e pedia pra eu terminar o mais rápido possível. Sempre tava doendo alguma coisa: cabeça, pescoço, quadril. Mas como me amava, deixava eu comer ela, devagar e o mais rápido que eu conseguisse gozar.
Saí do chuveiro e a vi deitada, já tinha colocado as crianças pra dormir e me olhava da cama. Me deu um sorriso e estendeu a mão pra eu chegar perto.
? Hoje é terça — falei animado
? Sim, eu sei, amor. Hoje é dia
Apaguei a luz do abajur, porque ela sempre pedia assim. Me aproximei e beijei ela com paixão, mas ela não... Cansado de beijar aquela mulher, os lábios dela eram carnudos e suculentos, os peitos dela, mesmo depois de amamentar, eram firmes e deliciosos; ela tirou a calcinha sozinha, enquanto eu abaixava minha pijama e minha cueca, me coloquei por cima dela e apontei meu pau na buceta dela, enfiei, entrou como manteiga, nunca tinha sentido tanta umidade na buceta dela, me mexi igual um louco, apalpei os peitos dela, a bunda.
— Calma, amor, não faz tanto barulho senão vai acordar as crianças.
— Sim, meu amor.
Tentei me acalmar e ir mais devagar com ela, finalmente senti a gozada chegando e meu pau jorrou o leitinho, ela me afastou e me beijou na bochecha.
— Valeu, amor, isso foi gostoso, dorme.
Virou de lado e dormiu, eu ainda estava com o pau pra fora, coloquei a cueca e a pijama e virei pra ela, tentei abraçar mas ela me recusou de leve, me conformei, talvez ela estivesse com calor e virei pro outro lado e dormi.
A manhã chegou e eu me arrumava pra ir trabalhar, minha esposa preparava o café da manhã e as marmitas pros meus filhos e pra mim, desci e vi ela toda apressada pra se despedir.
— Bom dia.
— Bom dia, meu amor, sua marmita já tá pronta, pega logo, não vai esquecer, senta e come, já tá tarde.
Sentei e comi, vi ela apressada, mais que o normal, terminei meu café e me despedi dela com um beijo, os filhos saíram comigo porque eu levava eles pra escola, ela se despediu e entrou rapidamente.
Cheguei no trabalho depois de deixar meus filhos e fui falar com meu colega, uma ideia tinha me vindo, se meu compadre conseguia dar um jeito de escapar, eu também podia.
— Fala, Paco, escuta, vou te fazer uma proposta...
Paco aceitou na hora, pagaria no fim da quinzena meio dia extra e ele faria a rota sozinho, eu iria pra casa e passaria a manhã a sós com minha mulher, me reportei ao chefe, peguei o pedido e saindo entreguei pro Paco que pegou de boa, depois, na surdina, voltei pro meu carro e saí da base sem os chefes perceberem, meu Meu coração tava batendo a mil por hora, eu tava fazendo uma travessura e minha esposa ia ficar toda animada com isso.
Cheguei em casa, mas parei meio quarteirão antes. Minha vaga não tava vazia, tinha um carro bem conhecido meu estacionado na frente: era o do Ramón, meu compadre. Mas que porra ele tava fazendo na minha casa sozinho com a minha esposa?
Pensei em um monte de coisas, desde que ele tinha ido visitar ela de surpresa até que os dois estavam planejando uma festa surpresa pra mim. Meu aniversário tava chegando. Se fosse isso, eram as pessoas que eu mais amava tramando algo juntas pra mim. Mas e se não fosse? Minhas mãos tremiam, minha boca tava seca. Não tinha outra opção, só ir ver.
Estacionei meu carro meio quarteirão antes e fui andando de boa. Minha rua era cheia de árvores grandes. Eu caminhava e, conforme me aproximava, algo dentro de mim falava pra eu vazar, pra não descobrir nada. Mas eu precisava fazer isso.
Cheguei em casa e não entrei pela frente. Fui pro quintal e espiei pela cozinha. Meu cachorro me viu e veio me cumprimentar. Dei um chute nele pra espantar e ele se mandou. Voltei a olhar pra dentro, tentando entender o que tava rolando. Parecia deserto. De repente, vi a silhueta da minha esposa andando na cozinha. Mal deu tempo de me abaixar pra ela não me ver.
Ela abriu a geladeira e pegou duas cervejas. Rindo, foi de volta pra sala. Tavam na sala, bebendo cerveja. Caminhei pela beirada da casa e tinha uma janelinha lateral. Espiei por ela e vi os dois. Tavam sentados no meio do sofá principal. Na minha TV de plasma, tava passando um filme pornô. Tavam vendo porno. Lembro quando, por acidente, fiquei com uma revista pornô e ela me xingou como se eu fosse um tarado. Me fez queimar a revista e ir na igreja me confessar. Me senti um idiota, mas fiz. Agora ela tava vendo porno com meu compadre. Ele falou algo no ouvido dela e ela se remexeu, rindo. Deu um beijo bem safado na boca dele. Minhas mãos tremeram mais e eu ouvi as batidas do meu coração. do meu coração.
Eu queria chorar, correr, entrar gritando o quanto me doía o que eles faziam, me senti totalmente destruído por dentro.
Com uma lágrima no olho, vi ela se levantar e colocar música, começou a dançar, se mexia igual ao dia anterior quando preparava o jantar, era isso, ela ensaiava e curtia naquele momento como dançaria pra ele no dia seguinte.
Ali estava minha esposa dançando pro meu compadre, vestia uma minissaia que me fez comprar pra ela naquela semana, usava uma blusa bem curtinha que mal cobria o sutiã por baixo, se movia tão sensual, suas curvas se acentuavam com a música e meu compadre tomava cerveja admirando o espetáculo particular dela, e muito particular, pra mim nunca quis dançar, sempre me dizia pra tratá-la com respeito, que isso só se pedia pras putas.
Minha mulher sensualmente foi tirando os sapatos, a blusa, dançou um tempo só de minissaia e sutiã, depois a saia voou e caiu ao lado do meu compadre, o sutiã foi o próximo que ela atirou e ele caiu na entreperna dele, sensualmente se virou de costas pro meu compadre, se abaixou mostrando a racha e a bunda ao mesmo tempo e desceu a calcinha, se virou pra olhar pra ele e com um pé jogou a calcinha pro meu compadre e ela caiu no rosto dele, ele não tirou, só descobriu os olhos pra admirar minha mulher nua, enquanto respirava o cheiro da calcinha dela.
Minha mulher nua continuava dançando pra ele, abria as pernas e mexia o quadril pra frente pra ele ver a buceta e parte dos lábios maiores, tinha depilado com um corte charmoso, eu lembrava quando perguntei por que ela fazia aquilo se nunca tinha feito antes, ela me respondeu que era por higiene, que tanto pelo pubiano podia ser anti-higiênico.
A música ainda não tinha terminado quando ela se aproximou se movendo sensualmente pro meu compadre, se ajoelhou na frente dele e enquanto ele tomava a cerveja dela, ela desabotoou a braguilha dele, enfiou o rosto como inalando o cheiro do pinto dele, falou alguma coisa pra ele que meu compadre caiu na gargalhada. e tomou mais um gole de cerveja, enquanto fazia isso, minha mulher enfiou a mão e, com uma habilidade que eu nunca tinha visto, puxou o pau do meu compadre pra fora. Meus olhos se arregalaram quando vi a monstruosidade de pau que ele tinha, era tipo três vezes maior que o meu, mesmo de longe dava pra ver as veias enormes que rodeavam ele. Minha mulher ficou como se estivesse hipnotizada, masturbava ele devagar, se aproximou, cheirou e falou alguma coisa. Meu compadre riu alto de novo, mas o sorriso sumiu quando minha mulher enfiou aquele pau enorme dentro da boca dela, entrou fácil metade daquela monstruosidade. Ele enfiou mais um pouco, segurando ela pela nuca e puxando pra baixo, ela, toda dócil, se deixou sufocar pelo pau do meu compadre. Quando tirou, tinha saliva saindo da boca da minha esposa, que ficou grudada no pau, ela pegou e espalhou por todo o comprimento, como se estivesse passando graxa, depois masturbou ele rápido enquanto enfiava mais um pouco.
Eu tava apavorado, nunca imaginei que minha mulher tivesse essa habilidade toda pra masturbar, comigo ela quase não fazia nada, mas com ele parecia uma atriz pornô profissional. Meu compadre parece que cansou do boquete e se levantou, enquanto fazia isso, minha mulher continuou chupando, não tirou o pau da boca e nunca parou de masturbar, ficou grudada nele igual um bezerro na teta da mãe, que mesmo ela andando, o bezerro não solta e caminha junto.
Meu compadre ficou completamente de pé e minha mulher quase esticada pra continuar chupando, ele segurou ela pela nuca e se moveu obscenamente pra frente e pra trás, como se tivesse metendo, fez com muita força, tanto que a cabeça da minha mulher quicava com aquela coisa dentro. Ele ria com perversidade enquanto fazia isso, tirou o pau e minha mulher, longe de ficar brava, chupou as bolas dele, colocando uma de cada vez na boca.
Meu compadre puxou ela pelos cabelos e colocou ela de pé, se abaixou um pouco e beijou ela, enfiando a língua, enquanto fazia isso, minha mulher agarrou a rola dele. masturbo, ele tirou ela e a colocou de joelhos no sofá onde estava, e ela, ao fazer isso, abriu as pernas, levantou a bunda e se segurou no encosto com as mãos.
Meu compadre ficou atrás dela e, com a mão, guiou o monstro até a racha da minha mulher, a pica entrou até a metade na primeira enfiada, na segunda ele enfiou três quartos e na terceira meteu tudo, quando fez isso, minha mulher levantou a cabeça como se quisesse olhar para o céu e talvez, pelo gemido que até eu ouvi, ela tinha visto.
Ele começou um vai e vem moderado, fazia com ritmo e potência, as nádegas da minha mulher vibravam a cada golpe que ele dava, minha mulher gemia como uma puta, nunca antes a tinha visto tão ligada, se mexia de um lado para o outro, segurava a própria bunda, se acariciava os peitos, meu compadre continuava na dele.
Eu olhava surpreso, minha mente confusa não sabia o que pensar, de repente senti algo, minha virilha começou a endurecer, vi minha mulher sendo comida pelo meu compadre e como ela curtia como uma puta de verdade, e isso começou a me excitar, meu pau endureceu como nunca antes tinha sentido; eu mesmo me surpreendi quando minha mão sozinha foi para minha virilha e acariciou meu pau, senti como se fosse uma mão estranha me acariciando, olhei para todos os lados e o muro me escondia, ninguém podia me ver, sem conseguir evitar, abri minha braguilha e tirei meu pau, cobri ele com toda a mão, senti ele pequeno comparado ao do meu compadre, minha esposa usou as duas mãos e ainda sobrava, o meu com uma mão só já bastava.
Minha mão se moveu sobre meu pau enquanto eu via como eles transavam, como eu nunca poderia fazer com ela, minha esposa, minha Carmen, o amor da minha vida, a quem jurei amor eterno e fidelidade, agora estava como uma puta recebendo uma pica que não era a minha.
Meu compadre parou e tirou ela, ela se virou e minha mão acelerou quando vi ela meter a pica na boca, não ligou que estivesse cheia de muco vaginal, chupou ela Bom tempo depois, ele disse algo pra ela, porque ela voltou pra posição dela, só que passou saliva na bunda dela. Olhei estranho e abri meus olhos surpreso cada vez mais, minha esposa tava deixando ele meter o pau no cu dela.
Ele segurou ela bem forte pela cintura e pelo ombro, percebi porque vi os dedos dele se marcando, afundando na cintura carnuda da minha mulher. Ela fez mil caretas e finalmente abriu a boca igual um hipopótamo com sono quando meu compadre meteu selvagemente até o fundo. A coitada respirava como se fosse um parto, mas não reclamava. De repente, ele se moveu mais uma vez, tirou um pouco só pra voltar e meter tudo de novo. Ouvi um grito de dor dela, mas ele não tirou. Ele disse algo pra ela, e ela concordou com a cabeça. Ele puxou de uma vez, e minha mulher me surpreendeu de novo: meteu o pau na boca e chupou, embora não parecesse bem uma chupada, parecia mais uma técnica refinada de lubrificação. Ela passou saliva toda com a língua e, quando ficou toda babada, se inclinou de novo e abriu as nádegas, não sem antes passar mais saliva no cu dela. Meu compadre, nem demorado nem preguiçoso, meteu de novo. Ela soltou um gritinho intenso, mas isso não o parou. Ele enfiou por um bom tempo.
Minha mulher gritava muito sendo sodomizada pelo meu compadre. Eu tava tipo doido, me masturbando. Vi ele se curvar um pouco e meter bem fundo e rápido. Minha mulher continuava gritando, mas não tirava ele; pelo contrário, quando ele beijou a nuca dela, ela acariciou ele com a mão. Era uma mulher dominada pelo homem dela, não importava a dor, só importava agradar ele.
Meu compadre acelerou como se fosse possível e atacou bem forte no cu da minha mulher. Ela abaixou a cabeça, mas depois endireitou e virou pra cima quando meu compadre começou a bufar, gozando dentro do cu dela. Gemeram os dois, enquanto minha mulher olhava pro céu, parecia que tava de novo no paraíso.
Eu gozei quando vi minha mulher, ajoelhada na frente dele, chupando ele de novo. Pau, minha ejaculação foram três potentes jatos de porra, que ficaram borrados na parede, até eu me surpreendi vendo aquilo, nunca tinha gozado com tanta força.
Me arrumei a roupa e saí rapidamente dali, tava confuso, meus sentimentos eram raiva, decepção, tesão, nojo, e não sei quantas coisas mais, fiquei vagando no meu carro, parei numa praça e fiquei olhando as famílias que passeavam felizes, as crianças corriam sob o olhar atento dos pais.
Eu tinha aquilo, ou pelo menos achava que tinha, minha vida que antes considerava perfeita agora não era mais, ou será que era? Acabava de me masturbar e gozar como nunca antes depois de ver ela sendo comida, talvez aquilo não fosse tão ruim, talvez fosse a peça que faltava nas nossas vidas pra chegar à perfeição; fisicamente eu não conseguiria satisfazer minha mulher como ele fez, aquele orgasmo que ela teve (e até eu) não teríamos conseguido sozinhos; sim, faltava isso, aquela faísca que provocasse orgasmos inimagináveis.
Olhei o relógio e o tempo tinha voado, já era hora de ir pra casa, não sabia como reagiria ao vê-la, só sabia que já queria vê-la de novo.
Cheguei em casa e entrei como sempre fazia, não consegui evitar olhar pro sofá onde horas antes tinham comido minha esposa como uma puta, tinham sodomizado ela e até foram brutos com ela, o pior de tudo é que "nós três" aproveitamos, a casa cheirava a limpo, muito provavelmente ela tinha limpado e espalhado aromatizante pra apagar os vestígios.
Minha mulher saiu da cozinha com um sorriso de orelha a orelha, tava radiante, linda, recém-tomada banho, tão plena, tão cheia de alegria, tão satisfeita, não lembrei de um único momento em que eu tivesse deixado ela assim.
— Oi, meu amor, que bom que você chegou, como foi seu dia?
— Bem
Meu "bem" saiu por reflexo, não consegui dizer outra coisa, na verdade parte daquele "bem" não tava tão longe da verdade.
— Muito trabalho?
— O normal
Respondi de novo por reflexo, meu olhar ficou Focava na boca dela, via aqueles lábios carnudos lindos e vi quando ela se aproximou e me beijou na boca de boas-vindas. Quando me beijou, não consegui evitar ter a imagem daqueles lábios chupando a pica do meu compadre. Respirei fundo pra tentar sentir algum cheiro diferente, mas só senti cheiro de sabonete. Ela tinha se lavado direitinho, naquele momento eu sabia que se cheirasse a virilha dela, só sentiria cheiro de sabonete, mas mesmo assim tava com uma vontade horrível de cheirar ela, queria ver se conseguia sentir cheiro do meu compadre. A vontade me dominava, me cegava e também me excitava, não consegui evitar e minha ereção cresceu dentro da calça. Puxei ela pelo braço até a cozinha e ela, confusa, se deixou levar.
— Vem aqui, por favor.
— O que foi?
— Preciso fazer uma coisa.
Não deixei ela perguntar mais, me ajoelhei na frente dela e enfiei a cabeça debaixo da saia dela. Ela não conseguiu evitar, acho que tava tão confusa que não soube reagir. Aproximei meu nariz da virilha dela e, de fato, senti cheiro de limpeza, nem um traço de sexo. Mesmo assim, as imagens daquela racha sendo partida ao meio pela pica enorme do meu compadre me fizeram enlouquecer. Colei minha boca na racha e passei a língua nela, senti o gosto de calcinha de algodão. Ela colocou as mãos na minha cabeça ao sentir que eu tava estimulando ela com a língua.
— Meu amor, o que você tem? Por que tá fazendo isso? Aaahhh...
Não respondi, só apertei mais minha língua na racha dela e consegui arrancar um gemidinho de prazer. Imaginei como meu compadre faria ela gritar com a língua enorme dele, não sei por que isso me animou ainda mais e, com meus dedos, desviei a calcinha pro lado e enfiei minha língua.
— Aaahhh, meu amor, o que você tá fazendo? Por que agora? Espera até a noite, os meninos podem entrar aaaahhh...
Não parei. Normalmente eu pediria permissão pra fazer isso, mas agora não pedi, não ia parar por nada. Ela tava na minha mercê, ela abriu mais as pernas, não sei se era por causa do meu oral ou se ela se excitava pensando que eu tava chupando a racha dela depois que um garanhão comeu ela. pegasse bem e bonito.
? Aaahhh sim aaahhh meu amor, que gostoso eu sinto aaahhh
Ela curvou as pernas pra conseguir colocar o quadril mais pra frente, eu chupava como nunca na vida, enfiava e tirava a língua, estimulava o clitóris dela com ela e depois chupava com ferocidade, ela já mexia sem disfarçar o quadril, era como se ela estivesse me comendo
? Aaahhh aaahhh
Mais gemidos de prazer saíam da boca dela, pelo jeito que se mexia dava pra adivinhar que ela tava de olho virado e cabeça jogada pro céu, me senti orgulhoso de arrancar um orgasmo dela pelo menos com a língua; ela de repente se mexeu muito rápido, tanto que me cortava a respiração, os gemidos dela começaram a crescer e ecoar pela cozinha toda, apesar da sufocação minha língua nunca parou de se mexer, de repente pra meu espanto uma quantidade enorme de fluido vaginal saiu da racha dela, até soltou um pouco de urina, senti na minha língua enquanto eu esmagava o clitóris dela com ela.
? Ai meu amor, aaahhh não para de mexer a língua, ai sim assim aaahhh
Senti convulsões no corpo dela e nem se fala na buceta dela, os movimentos dela foram diminuindo aos poucos e senti ela relaxando, tirei a boca da racha dela e antes de sair debaixo da saia dei um beijinho como se fosse uma boca normal.
? Meu amor, o que você fez comigo? por que agora? o que você fez no trabalho?
Levantei e com o dorso da mão limpei o excesso de muco vaginal, mas depois lambi saboreando o gosto de orgasmo.
? Fala sério, me diz o que houve com você? — perguntou Carmen ajeitando a saia
? Não gostou?
? Gostei pra caralho, mas você me desconcerta, por que agora? — o olhar dela era safado e divertido
? Saí mais cedo do trabalho e vim pra casa, vi o carro do meu compadre Arturo, cheguei pela janela lateral e te vi com ele no sofá
Não sei por que falei aquilo, as palavras saíram sozinhas da minha boca de forma rápida e calma, não consegui controlar de dizer, minha mulher empalideceu e os olhos dela se arregalaram
? Eu… não… isso, deixa eu explicar… olha… Não consegui falar mais, os trejeitos de choro apareceram no rosto dela, assim como lágrimas escorriam dos olhos dela, ela tinha rímel nos cílios, que borrou com as lágrimas dando um aspecto mais fúnebre ao rosto dela, ela chorava intensamente, eu só olhava pra ela
— Meu amor… me perdoa
Ela conseguiu dizer entre choros e soluços, eu estava sério, só olhava pra ela, não queria falar, curtia o momento de fazê-la sofrer e pelo que parecia, ela sofria muito
— Por favor… me perdoa snif snif.
Foi só uma coisa, pra mim era um jogo, eu amo você, só você, “aquilo” era só o que
você viu, algo físico, não amo ele, amo você… por favor, me diz alguma coisa
Eu continuava sério olhando nos olhos dela que estavam um bagaço, eu a ouvia se justificando dizendo que era um jogo, que me amava, mas se me amava, por que se deixava pegar por ele?
— Snif snif, por favor me diz alguma coisa, grita comigo, me bate, fica com raiva, faz alguma coisa… mas não fica mais me olhando assim… snif snif
Não aguentei mais, já tinha feito ela sofrer demais, amava tanto ela que não conseguia ser mais cruel, me aproximei dos soluços intermináveis dela, quando cheguei perto vi como ela semicerrava os olhos pra receber meu tapa, ela não ia se desviar, se eu fizesse isso ela sabia que merecia e aguentaria meu castigo, mas eu nunca faria isso, amava ela de verdade, segurei pelos ombros e depois subi minhas mãos até o rosto dela e do jeito mais carinhoso que pude limpei as lágrimas do rosto dela, ela desconcertada fechou os olhos e chorou mais e muito intenso, acho que ela teria preferido o tapa do que minha compaixão.
— Te amo
Sussurrei, me aproximei do rosto dela e beijei, senti os lábios inchados de tanto chorar, senti eles molhados pelas lágrimas, chupei eles pra sumirem as lágrimas, quando abri os olhos vi os dela ainda fechados com lágrimas, fazia tempo que não me beijava de olhos fechados, agora fazia porque recebia o beijo em vez da recriminação
— Você me odeia, né?
snif
— Não, nunca te odiaria, te amo demais
— Vou dizer pra ele não voltar nunca, sim Você quer que a gente se mude pra outra cidade, vou fazer o que você quiser e espero que um dia você consiga me perdoar? Vem.
Peguei ela pela mão, levei até a mesa da cozinha e sentei ela lá. Ela sentou e baixou o olhar, não conseguia me encarar. Imagino que tava sentindo a maior vergonha da vida dela.
— Quero que você seja sincera, já não é hora de mentir e quero ouvir suas verdadeiras palavras, você promete dizer a verdade?
— Sim.
Respondeu devagar, como se soubesse o que eu ia perguntar. Normalmente, quem foi traído pergunta “por que você fez isso” só pra ouvir a resposta, ficar mais puto e esfregar na cara, mas não era o meu caso.
— Por que você fez isso?
— Eu… — ela não conseguiu falar mais, o choro voltou.
— Por favor, me fala a verdade.
— Eu me sentia sozinha. Ele chegou um dia e, sei lá, as coisas foram rolando, e acabei cedendo ao que ele pediu.
— O que ele pediu?
— Transar com ele. Ele disse que me desejava desde que me conheceu, que não me tirava da cabeça, foi muito sedutor e, um dia, eu falei que sim, mas que seria só uma vez… mas não foi só uma vez, aconteceu muitas vezes.
— Desde quando?
— Faz pouco mais de um ano.
Um ano? Pensei comigo, nunca tinha desconfiado. Talvez eu fosse confiante demais, mas de repente vieram na minha cabeça imagens dela sempre conversando com ele, levando cerveja pra ele, se apoiando nele enquanto ria de uma piada dele.
— Entendo. Não vou perguntar se você gostou, isso foi óbvio.
— Me perdoa, por favor, snif snif — disse ela chorando.
— Sim, meu amor, mas olha nos meus olhos. — Ela virou pra me encarar pela primeira vez. — Eu te amo, de verdade, muito. E o que vou te falar, não quero que você leve a mal: quero que você continue vendo ele.
— O quê?
— O que você ouviu. Quero que você continue vendo ele, não vai parar de falar com ele, não vamos nos mudar pra outra cidade e não vamos romper amizade com ele.
— Mas o que você tá dizendo? É sério? Acabei de confessar que te traí e você quer que eu continue vendo ele?
— Sim, mas agora com meu consentimento. Só me promete uma coisa.
— Não tô te entendendo.
— Me promete uma coisa.
— O quê?
— Que você não vai mais me trair. Se você me trair, quero ficar sabendo, quero saber se eu te como ou não? Tá se ouvindo? Tá me pedindo pra continuar transando com ele? Não, não conseguiria fazer isso agora que sei que você sabe, não poderia te desrespeitar desse jeito, te falei que não vou mais falar com ele e vou cumprir. Meu amor, quero que você se acalme e pense nas coisas, eu te amo e o que vi foi a mulher mais satisfeita do mundo, nunca tiraria isso de você, quero que continue vendo ele, mas que não esconda mais e, acima de tudo, quero que me prometa que nunca vai deixar de me amar. Isso nunca vai acontecer, sempre vou te amar e você será o amor da minha vida, o que fiz foi por algo físico, disso posso abrir mão, mas de você não. Então não vai abrir mão de nada, nem do meu amor nem do seu prazer, você tem minha permissão, acredite, não me importa e quero te ver feliz. Nisso, ouvimos os passos dos nossos filhos descendo correndo pra jantar, nos ajeitamos, ela limpou o rosto com um guardanapo e serviu a janta. Durante o jantar, ela de repente me olhava e quando eu virava pra ver ela baixava a cabeça, numa dessas ela sustentou o olhar e eu dei um sorriso carinhoso, de amor, ela retribuiu e eu peguei no queixo dela e dei um beijo demorado, mas sem língua, ela fechou os olhos de novo e se deixou beijar, quando abriu me olhou e sorriu mais calma. Eu te amo — falei baixinho pra só ela ouvir. E eu mais ainda — respondeu com sinceridade nos olhos. Uau uau, são namorados, são namorados… A voz da minha filha zoando nosso beijo nos fez sorrir ainda mais; sim, ela era minha namorada, minha mulher, minha esposa, o amor da minha vida, a mãe dos meus filhos e uma besteira como algo sexual não ia nos separar e talvez, só talvez, nos unisse mais. Terminamos a janta e ela foi colocar as crianças pra dormir, eu fui pro quarto e tomei banho, saí do chuveiro já de pijama e a Carmen estava deitada na cama, vestindo o robe de dormir creme, um que ia até a metade da coxa, aquele que ela usava antes quando queria me provocar e depois nos dias. Terça-feira, os únicos dias em que eu podia comer ela. Com o tempo, ela foi desistindo de colocar a camisola, e eu me contentava em vê-la naquela escura, uma que batia no tornozelo, subir nela e gozar em 3 ou 4 minutos. Se demorasse mais, ela dizia que tava pesado ou que o quadril tava doendo e eu tinha que descer. Mas agora ela tinha colocado de novo.
A luz do abajur iluminava o corpo escultural dela. Ela me olhava tranquila, serena, a respiração dela era pausada, quase lenta. Fui apagar o abajur, mas ela me impediu.
— Não, meu amor, não apaga.
— Por quê?
— Quero que tenha luz.
Não respondi. Fiquei olhando enquanto ela sentava na cama e levantava a camisola, tirou ela por cima da cabeça e, diante dos meus olhos, ficou completamente nua. Não tinha nada por baixo. Engatinhando, chegou perto de mim e, com uma mão, desabotoou meu pijama, liberando meu pau. Acariciou ele e olhou. Me senti desconfortável com ela olhando, era ridículo comparar com o do meu compadre Ramón.
Masturbou um pouco e, sem virar pra me olhar, colocou na boca dela. Chupou como nunca tinha feito antes. Senti a sucção da boca dela no meu pau. Isso não fui eu que ensinei, isso foi meu compadre que ensinou. Meu pau pulou animado imaginando como ela aprendeu a chupar guiada por ele, mas alguma coisa aconteceu e meu pau perdeu um pouco da ereção. Ela tirou o pau da boca e ajoelhou na minha frente. Nossos rostos ficaram de frente.
— Me fala uma coisa — disse ela masturbando meu pau.
— O quê?
— Fodeu com nojo, né?
— Nunca.
— Estive com alguém hoje, sabe o que fiz, e você chegou a cheirar minha buceta. Por que fez isso?
— Coloca sua camisola, vem.
Ela colocou a camisola, eu vesti meu pijama e, de mãos dadas, descemos pro térreo e saímos pela cozinha. Saímos e levei ela até a janela de onde eu tinha visto eles. Ela estava muito confusa, me olhava atenta, mas não dizia nada.
— Daqui te vi — falei num tom baixo pra só ela ouvir — Parei aqui e te vi sorrindo, como se... Acariciavam, como você beijou com paixão, não vou negar que no começo senti vontade de chorar, na verdade chorei
? Meu amor, não, por favor não…
? Cala a boca, amor, não é uma recriminação, é só pra você saber como as coisas foram comigo, se eu chorei e não me arrependo, vi como você fez sexo oral, como ele te dominou pra te comer, como você começou a gemer como nunca na vida, isso provocou algo em mim e de repente desenvolvi a maior ereção que já tive na vida, não consegui evitar e me masturbei com um prazer que nunca tinha sentido antes, descarreguei tanta porra que salpiquei a parede, na verdade escorreu muito, olha ali está
Ela virou olhando para a parede, a luz da rua entrava e com isso ela distinguiu os jatos que sobraram da minha ejaculação.
? Essa é sua ejaculação? Tudo isso é sua porra?
? Sim, senti o maior tesão que nunca tinha sentido antes, quando cheguei foi quase doloroso não sentir o cheiro e provar sua buceta
? Você queria sentir o cheiro do Ramón?
? Não sei, acho que sim
? Você é gay?
? Não, hahaha não meu amor, não sou, mas pensar nisso me dá tanto tesão, acho que é a faísca que falta nas nossas vidas, o amor a gente tem, o sexo virou rotina, essas manchas mostram que nós dois precisamos disso
Ela me olhou diferente, já não via vergonha no rosto dela, agora via estudo de reação, eu olhava ela do mesmo jeito, esperava ouvir o que ela pensava sobre isso.
? Então essa é sua porra?
Assenti timidamente, agora era eu o questionado, vi como ela virou de novo para a parede, olhou meus jatos, tirou os chinelos e os arrumou no chão, se ajoelhou colocando os joelhos sobre os chinelos, era como se fossem joelheiras, virou para me olhar e sorriu
? É a porra do meu homem, né?
Assenti de novo com a cabeça e meu pau pulou ao ver como ela esticou a língua e lambeu a porra da parede, estava seca, mas isso não impediu ela de lamber, eu estava começando a enlouquecer vendo como ela lambia minha porra, ela se levantou e me beijou na boca, senti um gosto estranho, talvez fosse minha porra
? Você sente o Sabor?
? Sim
É assim que o gosto do Ramon é
Perdi a cabeça e beijei ela com mais paixão, não sei por que isso aconteceu, ela se apoiou olhando pra dentro pela janela, eu me aproximei e grudei nela
? Me diz, o que você viu?
? Você chupando ele
? Sim, eu fiz
Enquanto dizia isso, as mãos dela tomaram conta do meu pau, abriu meu pijama de novo, liberou meu pau e começou a masturbar ele
? O que mais você viu?
? Quando ele te curvou e te comeu
Carmen levantou um pouco o robe e guiou meu pau ereto pra dentro da racha dela, ele entrou, nós dois olhando pro sofá
? Sim, ele é bem grande, senti como se estivesse rasgando, ele é muito bruto às vezes aaahhh
Ela gemeu quando eu empurrei meu pau, excitado de ouvir ela
? Vi também quando ele tirou e fez você chupar ele
? Sim, ele fez isso desde a primeira vez aaahhh meu amor aaahhh
? Depois ele meteu no seu cu
? Sim aaahhh na primeira semana ele arrebentou meu cu, não consegui evitar, ele me deixou tão puta que não consegui dizer “não”… aaahhh meu amor aaahhh não para
? Você chupou ele depois que ele meteu no cu, né?
? Sim aaahhh já me acostumei com o gosto, aaahhh fiz porque ele pediu pra lubrificar pra ele continuar me enrabando, machucava ele e ele não gosta, mas isso sim, ele não para se eu tô doendo ou gritando de dor… aaahhh que gostoso você me come aaahhh
Não aguentei mais, me mexi como um louco comendo ela, ela tava toda molhada, nós dois nos excitando com a conversa de como ele tinha comido ela, gozei enquanto apertava os peitos dela gemendo no ouvido dela, ela gemeu também; respiramos mais aliviados, mas sentia ela ainda excitada, na real eu tava excitado, queria ouvir mais do que fizeram com ela e ela me contar.
? Vem, vamos pra dentro
Ela pegou na minha mão e eu segui, andamos juntos, sentia ela apertando minha mão, num certo momento enquanto andávamos, me virei pra olhar e nossos olhares se cruzaram, ela sorriu com amor e eu correspondi apertando a mão dela, entramos no quarto e ela sentou na beira da cama, virou e ainda tava com meu pau De fora, ela pegou com a mão e acariciou, meu pau não reagia, tava mole, ela percebeu
? Gostou de ver como eu tava sendo comida, né?
Meu pau deu um pulo quando ela perguntou, ela continuou acariciando e bateu uma punheta suave, ficou calada me olhando nos olhos e sentiu minha ereção sumindo
? Gostou de ver como eu tava sendo enrabada sem dó, né?
De novo meu pau deu umas pulsadas de querer encher, era isso que ela tava sentindo, o quanto eu me excitava vendo ela dando pra outro cara
? Quer que eu continue fazendo isso? Quer que eu dê todo dia com sua permissão? Quer me ver gritando que nem louca em cima dele enquanto ele mete no meu cu? Já fiz isso, posso fazer pra você me ver
Meu pau já tava duro que nem pedra, minha boca aberta enquanto eu respirava ofegante, não me mexia, minhas mãos estavam nos lados, só me deixava excitar por ela com as mãos e as palavras dela
? Sabe que agora ele provavelmente tá batendo uma olhando minhas fotos?
? Aaahhh– Não consegui evitar gemer
? Ah sim, ele tirou fotos e vídeos meus, adora me ver engolindo o gozo dele na frente da câmera
? Aaahhh
? Isso você ia gostar, né?
? Sim… aaahhh
Ela tava me levando a um ponto de excitação muito intenso, meu pau duro por causa das palavras dela, ela sorria pra mim entre maliciosa e feliz.
? Te excita me ver com outro?
? Sim, mas você também gosta, te amo e quero que continue assim aaahhh
Ela acelerou a mão fazendo eu gemer de prazer, minhas mãos trêmulas acariciavam minhas coxas, apertava elas sentindo até onde ela me levava
? E como você quer que seja? Você aqui… ou não?
? Não sei, se quiser eu trago ele e você passa as manhãs com ele enquanto eu trabalho e quando eu chegar de tarde você me conta o que fez
Ela parou a punheta, me olhou nos olhos e se levantou, me beijou com paixão, minhas mãos foram pras nádegas dela por baixo do roupão, acariciei a racha dela de onde saía gozo… meu gozo, nunca antes tinha gozado aquela quantidade dentro, com o gozo fui pra Passei a mão na bunda dela e acariciei, timidamente coloquei um dedo, ela sorriu enquanto eu fazia, se virou e se ajoelhou na cama, virou o rosto e me olhou.
? Faz
? Você quer que eu faça?
? Ele não pediu permissão, e eu sou sua, você pode fazer o que quiser comigo, meu corpo é seu
? Fiquei atrás dela e direcionei meu pau pra bunda dela
? Não vou te machucar, vou?
? Não — ela sorriu docemente com minhas palavras — o pau do Ramón é maior e já me abriu faz tempo, faz
Meu pau entrou como se fosse manteiga, não senti resistência, me movi atrás dela sodomizando, era a primeira vez que a gente fazia, me senti no paraíso, tava enrabando minha mulher graças à infidelidade dela, longe de ficar puto, agora tava muito feliz com isso.
? Aaahhh meu amor, me diz, você gosta? — ela perguntou recebendo meu pau na bunda dela
? Amo, quero que isso dure pra sempre
? Quer sentir mais gostoso?
? Sim
? Não, não se mexe, eu vou fazer
Ela começou um movimento de quadril que fez meu pau sentir o maior prazer que um homem pode sentir, sentia os quadris poderosos dela se mexendo com meu pau dentro, naquele momento entendi por que existe o reggaeton e o "porquê" do movimento daquelas minas com os caras atrás delas, era o mesmo movimento de quadril.
? Onde você aprendeu?
? Ramón me ensinou
? Aaahhh
? Sim, foi ele, me ensinou na base da palmada a me mexer assim
? Aaahhh
Timidamente levantei a mão e bati na bunda dela, foi mais um tapa carinhoso do que uma palmada, mas fez ela gemer; levantei de novo e ela gemeu de novo adivinhando que eu ia bater de novo, deixei a mão cair e outro gemido, me empolguei e bati, na minha cabeça, mais forte.
? Mais forte… você pode bater mais forte
? Meu compadre bate muito forte em você
? Sim, ele bate até ficar vermelha, com isso ele goza muito forte, ele gosta que eu grite quando ele me enraba e me bate aaahhh… e eu grito aaahhh adoro quando ele me enraba e me bate forte aaahhh
? Aaahhh
Foi demais pra mim, gozei de novo, agora na bunda dela, já era a segunda vez seguida Ela, a gente nem namorava e já tinha transado duas vezes seguidas. Senti ela aumentar o movimento quando percebeu minha gozada. De repente, ela parou, sentou na cama, enfiou meu pau na boca e chupou sem problema nenhum. Quase tive outra ereção vendo ela chupar meu pau, tirando as últimas gotas com a boca. A buceta e o cu dela vazavam porra, sujando os lençóis, parecia que tinham ficado tatuados neles, dava até pra ver o desenho da buceta e do cu dela marcados.
— Te amo — falei, acariciando o cabelo dela.
— E eu você — respondeu ela, virando a cabeça enquanto me chupava.
A gente deitou abraçado, ninguém tomou banho. A cama tava cheia de manchas do meu sêmen por todo lado, saindo do cu e da buceta dela. Senti escorrer e abracei ela mais forte.
De manhã, ela me acordou, mexendo de leve:
— Meu amor, já é hora de levantar.
— Sim, meu amor.
Olhei pra ela e já tava trocada. A gente sempre fazia assim: ela levantava, tomava banho, se arrumava, preparava tudo pra mim e depois me acordava. Nisso ela era uma mulher incrível, sempre atenta a mim.
— Toma banho, a gente te espera lá embaixo pro café.
Ela saiu do quarto e eu fiz o que ela pediu. Quando desci, meus filhos e ela estavam me esperando. A gente tomou café da manhã conversando sobre coisas banais. Nem eu nem ela tocamos no assunto de ontem. A gente se olhava como se nada tivesse acontecido.
— Crianças, escovar os dentes, rápido — ela mandou eles escovar os dentes.
Os meninos saíram e a gente ficou sozinho. Ela virou pra mim depois que eles saíram da sala de jantar:
— Quero falar sobre ontem — disse ela.
— Fala.
— Não sei o que aconteceu depois.
— Ué, o que aconteceu: a gente chegou a um acordo — respondi, levando uma garfada do café na boca.
— Você ainda tá nessa? Era sério?
— Sim. Ontem eu te vi tão satisfeita, tão plena e feliz, e não sei se você percebeu, mas eu também fui feliz.
— Meu amor, é que tenho medo de você se arrepender e tentar me largar, ou pensar que sou uma puta qualquer. Eu te amo de verdade e tô disposta a parar com isso e não ver ele mais. Nunca mais, a gente consegue sem ele, ontem a gente conseguiu, nunca senti tanto prazer com você como ontem
? Pois não, acho que ele esteve presente pelo menos em essência
? Mas meu amor…
? Nada, olha, a gente continua na mesma, eu te amo, você me ama e ele te come gostoso, essa vai ser a parada, a gente não vai sair disso, se você sentir que a gente tá perdendo o controle, a gente conversa e resolve, se você e eu concordamos em algo, não vai ter problema
? Não tenho certeza, tô com medo
? Não, meu amor, não tem medo não, nunca vou deixar de te amar
A gente se abraçou e se beijou, a paixão voltou pra gente, ela também sentiu, não ia deixar a chama apagar, se isso significasse dividir ela, não me importava.
? Hoje vou pedir pro meu chefe colocar a gente na mesma unidade e vou trazer ele aqui
? Pra quê? — ela arregalou os olhos
? Pra você falar com ele e explicar como é que vai ser
? É que eu pensei que a gente ia continuar fazendo escondido, que você ia saber mas ele não, assim o enganado ia ser só ele, mas agora você quer que ele descubra que você sabe?
Não tinha pensado nisso, uma coisa era eu e ela sabermos, outra era ele saber, agora sim ia ser um cuck assumido, senti o coração acelerar quando falei.
? Sim, meu amor, ele também precisa saber, não vai ter mais segredo nem complicação besta
? Tá bom, repito que ainda não tenho certeza se é o certo, já te falhei uma vez e não quero fazer de novo
? Não, meu amor, não vai ser mais uma falha porque eu tô te dando permissão e não vai ter mais segredo nem engano entre a gente
As crianças voltaram e eu levantei, fui no banheiro, escovei os dentes e enquanto fazia isso me olhava no espelho, vi minha vida passar nele, vi como comecei meu namoro com ela, nosso casamento, o nascimento dos nossos filhos, a compra da casa, o quanto a gente era feliz com tudo aquilo, os fracassos que passamos juntos; agora era uma fase nova, uma que prometia algo que sempre faltou… “o orgasmo perfeito”
Continua
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