História de um Pauzão FINAL parte1

aqui vai a primeira parte do final dessa história
Agradeço os pontos.
e, e principalmente os comentários






A semana passou tranquila, a Susy não me contava nada sobre o Luis e eu já desconfiava que ele continuava comendo ela nas minhas costas. Às vezes eu cruzava com ele de manhã, mas tinha que manter minha atuação de corno manso. Um certo dia ele me chamou pra fazer um serviço pra um vizinho no sábado, o do quarto H. Me contou qual era o problema que eles tinham e quanto tinham passado pra consertar. A relação dele comigo era super educada. Naquele sábado eu já tinha toda a informação necessária pra fazer o trampo, então fui vê-los. Quem me atendeu foi o Nahuel e já de cara achei estranho, muito simpático e cordial. Na hora ele me explicou tudo, já sabia que eu era novo no prédio. O problema era elétrico, o disjuntor desarmava do nada e não tinha um diferencial. Ia ter que refazer a caixa central dele. Saí de lá pra buscar as peças e quando voltei a mulher dele já estava lá, uma gostosa de respeito. Dava pra ver que tinha acabado de acordar porque ainda estava de roupão.


Nahuel, te apresento, ela é a minha patroa Elena. Ele é o Oscar, nosso novo vizinho do prédio, vai resolver o problema elétrico que a gente tem. Já tomou café da manhã?
Sim, valeu, já trouxe tudo pra começar, pelo visto vou ficar aqui por um bom tempo.
Nahuel... bom, começa devagar, não precisa de mim, não?
Não para nada, vocês aproveitem o café da manhã de vocês.
Nahuel, eu termino aqui e vou trabalhar então, qualquer coisa a Elena tá aí.
Perfeito, fica tranquilo, eu me viro.


Comecei a trabalhar, mas não conseguia parar de olhar pra Elena, que me deixava bobão com aquelas tetonas dela aparecendo pelo roupão. Logo ela começou a falar comigo e até me pediu licença pra ir se trocar.


Por mim tá de boa, Elena. Se assim cê tá confortável, fica assim mesmo.
Elena, me dá a sensação de que eu te distraio demais.
É uma distração muito prazerosa.
Elena, sério mesmo que você tá me dizendo isso? Se for verdade, tô me sentindo lisonjeado. E aí, o que a sua patroa acha de você estar trabalhando num sábado? Espero que ela não esteja acostumada a ficar sozinha igual eu.
Por que tá sozinha? O Nahuel não te acompanha?
Elena não tá nem aí, agora foi ver o irmão, essa tarde vão pescar e só voltam amanhã à tarde.
E aí, o que você faz então?
Elena, muitas vezes eu fico entediado pra caralho, mas outras vezes vou na casa da minha irmã. Ela já te falou como vai te pagar?
Nem disso a gente fala, porque
Elena, porque eu conheço ele bem, sabe por que te chamo de Luis? Eu pedi ajuda pra ele e ele me disse que você ia resolver.
Eu dou um jeito em você todinha
Me virei e já tava em cima de mim, na hora abracei ela e enrolei meus braços na cintura dela, ela se deixou levar, na hora beijei ela e foi como um vulcão explodindo, em segundos o roupão dela caiu no chão e ali mesmo na cozinha ela já tava chupando minha pica pra depois deixar eu meter, eu tava no paraíso comendo uma gostosa daquelas que relutava em me dar a bundinha dela, coisa que não me importou muito, depois disso continuei trabalhando com a elena como assistente


Elena, nãoooo, primeiro vou tomar um banho.
Fica assim, você não sabe como me excita te ver desse jeito
Elena, mas o Nahuel pode nos descobrir, e eu não quero isso.
Cê acha que ele já não sabe dos chifres enormes que tem? Além disso, quero continuar te comendo.
Elena, termina o trabalho e depois a gente vê.
Tá bom, mas não toma banho, só troca de roupa, quero continuar sentindo o cheiro de buceta que você tem no corpo, além disso, se ela te ver com o cabelo molhado vai desconfiar ainda mais.
Elena, você tem razão, embora um banho me relaxasse.
Elena no final decidiu se trocar, eu tentava fazer meu trabalho o mais devagar possível, queria que o Nahuel visse como eu tinha deixado a mulher dele. Aí a Elena apareceu com um vestido soltinho e já sem sutiã, e começou a me servir mate enquanto eu continuava trabalhando.


Elena, no final das contas, sua esposa é uma puta corna.
Sim, mas eu também tenho meus chifres bem plantados, não pense que não. Com certeza agora o Luís deve estar com ela.


Elena, esse Luís é foda, sempre consegue o que quer.
Ele também te comeu?
Elena, quando me vê muito sozinha, o desgraçado aproveita, já te falei que foi ele quem te recomendou pra mim, o que ele nunca contou foi o tamanho do teu pau, ele é muito amigo do Nahuel, acho que não tá no teu apartamento
Talvez os dois estejam com a susy, a gente vê.
Elena, e como é isso, você deixa ela dar pra outros?
contanto que eu não veja ela, por mim não tem problema
assim continuamos tomando chimarrão e trabalhando sem o Nahuel aparecer, a Elena me contou que o primeiro que fez o marido dela de corno foi o irmão dela, num sábado de farra onde o Nahuel dormiu e todo mundo tava muito bêbado, ele nunca ficou sabendo disso embora até hoje desconfie do que rolou naquela noite, que não foi a única com o José, a gente se divertia pra caralho
E agora se cortou com isso, por quê?
Elena, justamente por causa do ciúme do Nahuel
E aí, apareceu o Luisito.
Elena sim, aquele filho da puta me descobriu com um cara que morava no teu apartamento. Naquela época, o Nahuel tava sem trampo e ele me ajudava, e pra ele não descobrir nada, eu tive que dar pra ele.
Deixei o trabalho quase pronto e voltamos a transar. A Elena tava com medo do Nahuel voltar, então liguei pra ele pra saber se já tava voltando, mas ele nunca atendeu o telefone. Dessa vez a gente trepou na cama dela e foi foda demais. A Elena era uma expert em esquentar os caras com aquelas tetas dela. Dessa vez ela não teve escolha: arrebentei a buceta dela e deixei ela toda arrombada, igual uma flor. Sentir ela se contorcendo a cada pica que eu metia no cu dela foi uma delícia, muito perverso. Fiquei realmente exausto. Me troquei e deixei ela arrumando o quarto enquanto eu terminava meu trampo. Quando terminei, deixei as notas fiscais dos reparos e falei que se ela quisesse aquele dinheiro, no domingo eu voltaria pra cobrar de novo. Aí fui pra casa, deixando a Elena toda cheia por todos os lados. Na escada, cruzei com o Nahuel. Ele perguntou se eu já tinha terminado, eu disse que sim e que no dia seguinte a gente acertava as contas. Entrei em casa e não encontrei a Susy. Logo percebi que ela tava no chuveiro. Depois de um interrogatório pesado, ela confessou o que tinha rolado na minha ausência. Tinha ficado com o Luis, que apresentou ela pro Nahuel, e os dois acabaram comendo ela juntos.


Sabe que eu peguei a mulher do Nahuel?
Susy, eu já imaginava. Além disso, aquela puta também deu pra Luis, só que o otário do Nahuel não sabe que a esposa dele é uma puta de marca maior.
Bom, ela não é tão piranha quanto você, amor, nisso ela não te supera.
Susy, segundo o Luís me disse, tem uns peitões enormes, do jeito que você gosta, meu bem.
Então agora você tem duas vadias no prédio, não é demais? Não é que a gente saiu de casa pra não cair nessa de novo
Susy, mas nós dois caímos, não é verdade? A gente pode parar ou fazer quando quiser.
Mas tu quer fazer isso todo dia
Susy, sem amor, só uma vez por semana e só com o Luis, embora hoje tenha sido diferente. Não quero ser a puta do prédio.
E como você vai se livrar do Nahuel?
Susy, vou te falar que com ele não quero nada, de agora em diante só o Luis.
Isso espero, já sabe que na segunda vou pra Corrientes, não quero voltar e encontrar o apê virado um puteiro.
Susy, meu amor, também não vai ser um santuário, céu.


No domingo a gente se divertiu pra caralho, a gente fodeu a tarde inteira e à noite a gente brincou sem controle até ficar exausto, aí a Susy aproveitou pra fazer das dela, me lambendo até o cu e quando eu fui ver, ela já tava me comendo com os dedos enquanto apertava minhas bolas.


Susy, você gosta, amor, que eu seja agora seu macho? Adoro arrebentar essa sua buceta de corno.
Eu só gemia, fazia muito tempo que ninguém me comia e a ideia de ser a mulher da minha mulher me enlouquecia. A puta não parou até enfiar algo bem fundo, estava destruindo meu pobre cuzinho enquanto me batia uma com as mãos dela. Assim ficamos dormindo, eu com a bunda pulsando. Foi assim que acordei na segunda-feira, tomamos café da manhã bem romântico e fui trabalhar. Quando cheguei, Ricardo disse que iria sozinho. Lá já tinha dois caras me esperando, um se chama igual a ele e o outro é Omar, os dois bem dispostos a trabalhar. Quando cheguei na filial, me reuni com eles, fizemos um plano de trabalho e no outro dia já começávamos a obra.


Beleza, agora vou procurar um lugar pra ficar.
Omar, não precisa não, Oscar, na minha casa tem espaço.
Omar é um moreno grandão com cara de bruto, e Ricardo parecia bem mais educado.
Não, Omar, não quero incomodar, valeu.
Omar, mas olha, eu moro sozinho e a casa é grande, pelo menos você vai ter companhia.
Bom, vamos lá.
Chegamos na casa dela, ela me mostrou tudo e me acomodou num quarto, aí eu arrumei minhas coisas.
Omar, eu tomo um banho e preparo alguma coisinha pra beliscar.
Beleza, então depois eu tomo um banho.
Quando terminei de arrumar tudo, esperei o banheiro ficar livre. Aí o Omar saiu só de cueca, não deu pra evitar olhar aquele volume enorme. Ele falou "entra". Pensei: "esse preto não tem buceta que aguente um pau desse tamanho". Entrei no chuveiro, abri, mas a água quente não saía.
Omar, tudo bem, Oscar?
Em casa de ferreiro, espeto de pau, não abre a quente, amigão.
Omar, deixa eu ver, eu vou abrir ela pra você.
No segundo já tava dentro do banheiro, eu pelada do lado das torneiras, oar se colocou atrás de mim e abriu a torneira da quente, encostando a pica dele na minha bunda, foi foda, não consegui me segurar, sozinha me inclinei como se fosse pegar o sabão no chão e assim apertando a pica dele que já tava endurecendo contra meu cu, ele entendeu tudo na hora, me agarrou pela cintura e esfregou a pica dele na minha buceta sem eu fazer nada pra impedir, sem falar uma palavra me colocou no chuveiro, abriu minhas pernas e meteu até as bolas, aquela pica enorme tava me matando de dor
Aíiii, não tão forte, Omar.
Omar, cala a boca, viado, vou te arrebentar


Conseguia sentir como entrava e saía com fúria aquela pica enorme do meu cu, tava me matando de porrada e eu não podia evitar, o moreno tava solto e parecia que fazia tempo que não comia, assim me teve por um bom tempo e depois me fez engolir até os ovos, quase me afoguei, a besta.
Omar, agora sim, toma um banho tranquilo que já volto, vou pegar umas cervejas. Você prepara alguma coisa pra petiscar. Nem respondi, não tinha forças. Tomei um banho rápido e me vesti, pra depois preparar algo pra beliscar. Quando tava nisso, o Omar entrou com outro moreno, e apresentou ele. Se chamava Juan. Eu tava cortando um salaminho.


Omar não se corta assim, vou te ensinar.


Omar ficou atrás de mim, me apoiou contra a mesa e começou a cortar o salame.
Omar, seu viado, é assim que se corta um salame.
Ela me disse isso enquanto esfregava o pau dela na minha bunda enquanto eu morria de vergonha. Juan abriu uma lata de cerveja e botou o pau pra fora. Eu tava completamente derrotado e, mesmo com a bunda ainda doendo, não queria que aquilo parasse. Juan se deitou do meu lado e Omar me virou.


Omar, porra, olha que buceta gostosa que o meu amigo tem, chupa ela.
Tava perdido, sem saída, e ainda por cima era a primeira vez que me dominavam assim. Mesmo morrendo de vergonha, adorava ser a vítima daqueles dois paus.


Ah nãooo, não faz isso comigo, por favor não me obriga a fazer isso
Omar, vai logo, porra. Se você gosta, chupa ela e eu meto.


Peguei o Juan pela cintura e engoli o pau dele já totalmente derrotado, senti o Omar baixando minha calça enquanto o Juan comandava o boquete, senti aquele pauzão entrando no meu cu, destruindo tudo. Soltei um grito que saiu abafado pelo pau do Juancito e minhas pernas bambearam, fiquei de joelhos assim e num instante me levaram pra minha caminha. Dessa vez foi o Juan quem tomou conta da minha bunda enquanto o Omar castigava minha cara com o pau dele.


Juan, que bunda linda aberta que esse viado tem, vou arrebentar esse filho da puta.
Isso eu pude ouvir enquanto só me queixava a cada pirocada que eu levava, enquanto eles riam e não se cansavam de me dizer como eu tinha perdido pra eles. Assim fiquei recebendo pirocadas até que, finalmente, o Juancito enfiou tudo lá dentro e, com um grito de triunfo, me deu todo o leite dele no cu, que era como chicotadas quentes. Ele tirou por fim e foram embora, me deixando largado na cama, tremendo. Meu cu doía pra caralho e eu sentia o leite escorrendo até se espalhar pelas minhas pernas. Era uma sensação dolorosa, mas muito prazerosa, que eu pude aproveitar bastante já que estava sozinho. Depois de um tempo, tirei a calça e fui andando como pude até a sala de jantar.


Omar, pega uma cerveja que depois a gente continua, essa noite tu tem pica pra caralho.
Não, Omar, chega, não quero mais, por favor.
Juan, cala a boca, viado. Essa noite você é nossa mulher. Sabe quanto tempo faz que esse filho da puta não come ninguém? Poucas gostosas aguentam ele. Hoje ele vai se atualizar com a sua bunda.


Olhei pra ele fazendo carinha de pidão, como implorando pra não me encherem mais de pica, mesmo sabendo que era inútil. Ficamos um tempão comendo e bebendo, me fizeram servir eles como se fosse a empregada deles e quando bateu a vontade, me levaram pro quarto de novo, mesmo eu resistindo. Minha resistência foi tão fraca que logo tava de quatro na cama, toda leitada. Juan continuou me comendo do jeito que queria, já não doía tanto, tava começando a gozar com cada pica. No final, me virou de barriga pra cima, levantou minhas pernas e enfiou com força até o fundo enquanto eu via a cara de prazer dele, aquela cara de prazer de um vencedor absoluto, de um macho dominante. E quando gozou, não foi dentro como eu esperava, ele esporrou tudo no meu corpo e mandou eu lamber. Eu tava convencido de que era um perdedor submisso e se não fizesse, não sabia qual seria o castigo, então juntei com os dedos e engoli tudo enquanto Omar tomava o lugar pra me comer de cu com toda força e não parar até ver minhas lágrimas caírem e eu me contorcer implorando pra ele comer mais devagar, enquanto Omar só ria. De novo, gozo no meu corpo, de novo obrigado a lamber com os dedos enquanto Juan enfiava um salame no meu cu destruído. Assim eles foram embora, já era tarde demais, me deixaram sozinho lá largado na cama, todo leitado e com o cu cheio. Me senti um completo perdedor e tive vergonha, não conseguia imaginar o que ainda ia rolar com Omar. Assim, dormi. De manhã, Omar me acordou.


Omar, vai, filho da puta, levanta que tem que trabalhar, anda, toma um banho que já vamos pra filial.


Eu fiz o que ele mandou e, na caminhada até lá, implorei pra ele não me dedurar. Aí combinamos: só se eu fizesse o que ele quisesse quando voltássemos pra casa. Durante o dia, percebi que ele respeitou o trato, isso me deixou bem mais tranquilo. Trabalhamos até tarde; se continuasse assim, seriam só mais alguns dias. Quando chegamos, ele mandou eu comprar vinho, cerveja e algo pra comer. No caminho de volta, cruzei com o João, que só me acompanhou mas não quis entrar — já era muito tarde. Então comemos as empadas e começamos a beber. Eu tava esperando o momento em que ele ia me comer, mas isso não rolava. Num certo ponto, já tendo bebido bastante, ele me disse:


Omar, tá esperando eu te comer igual ontem, sua putinha?
Nada a verrrr
Omar, vai fundo, trolinho, dá pra ver que você tá morrendo de vontade.
De repente, eu puxo o pau pra fora da calça e mostro pra ela.


Omar, não me diga que você não quer meter nela, olha como você olha pra ela com tesão, tá babando, promíscuo, não dá pra negar, vai, se você quer, me pede, me pede pra te comer, me implora pra arrebentar seu cu, se não fizer, vai ficar com vontade.
Tudo isso ela me dizia enquanto balançava aquele pauzão, eu morria de vergonha mas ela tinha razão, não conseguia parar de olhar praquele pau e de desejar que ela metesse onde quisesse, eu tava entregue de bandeja e ela já tinha percebido.


Omar, fala sério, porra, tu quer essa buceta ou não? Se não pedir, vou guardar e vou dormir.
Nããão... se eu quero ela, posso chupar ela um pouquinho?
Omar, não me implora assim, me pede pra te comer, seu viado de merda. Se não me pedir, nunca mais vou te foder.
Aiiii sim, por favor, me come, me dá essa pica, não aguento mais, por favor, arrebenta bem minha buceta, faz o que quiser comigo, mas me come de uma vez, não aguento mais


Omar, assim que eu gosto, seu viado do caralho, você não sabe o quanto isso vai te custar, tira tudo e fica de quatro aqui, disso você não vai esquecer mais.
Eu obedeci ela em tudo, me anulei completamente, tava tipo desesperada pela pica dela. Ela cuspiu no meu cu que já tava suado, enfiou uns dois dedos até o fundo e me fez suspirar, abriu bem minhas bandas e enterrou até o talo. Eu soltei um gritinho de dor, depois vieram as metidas, mas ela tirou rapidinho. Brincou comigo, me fez andar de quatro igual uma putinha e me levou pro quintal. Aí eu percebi o que me esperava.


Omar agora vai te comer, sua cadela vadia, ele também tem direito de comer, chupa a pica dele.


Não podia acreditar, não queria fazer aquilo, só queria que o Omar me comesse, mas quando tentei falar que não, o cachorro já tava em cima de mim, lambendo minha bunda. Não deu tempo de nada, aquela língua fazia estragos no meu cu até que, finalmente, o Omar colocou ele em cima de mim. Supliquei pra ele não fazer, mas não tinha volta. O cachorro demorou um pouco, mas no fim achou minha bunda e enfiou o pau fervendo até o fundo, começando uma cavalgada sem parar que eu comecei a curtir. Ficou assim por um bom tempo até que, finalmente, encheu meu cu com a porra dele, que não parava de sair. Me senti tão humilhado que comecei a chorar. Naquela hora, o cachorro tentou tirar, mas não conseguia. O Omar ria e disse que tinha ficado preso. A dor era infernal, a cabeça daquele pau não saía, e com a pressa de tirar, ele rasgava minha bunda com força até que, finalmente, conseguiu tirar. Meu cu tinha ficado destruído, e eu me contorcia de dor. Então o Omar começou a mijar no meu cu e não parou até me banhar com o mijo dele, pra depois me fazer chupar. Ele me ajudou a ir ao banheiro, e assim consegui me recompor um pouco. Mas o cu eu nem conseguia tocar. Fui me deitar me sentindo derrotado e completamente dominado por um pau. Não conseguia evitar, mesmo que quisesse. Assim, dormi enrolado nos lençóis que guardavam o cheiro de porra, que me fazia sentir ainda mais humilhado. No dia seguinte, fui trabalhar mais tarde, precisava me recuperar. Naquela tarde, trabalhamos até tarde da noite, então voltamos pra casa muito cansados. Direto pro banheiro e descansar. Com certeza me esperava o último dia, que, pelo que já tinha rolado, seria bem tranquilo. Foi assim que, à tarde, terminamos cedo. Me surpreendi quando o Ricardo se juntou na volta. a casa, mas imaginei uma despedida tranquila e de festa. Quando entrei, o Omar foi dizendo que ia comprar


Ricardo, e como é que a fera te tratou?
Muito bem, Riky, agora foi comprar alguma coisa pra comer, certeza.
Ricardo, já imaginava. Então amanhã de manhã cedo você já vai embora, pena que não deu pra dar uma volta por aqui pelo menos.
 
Já volto com mais tempo, quer uma cerveja?
Ricardo, vai logo, por que não?


Assim que terminei de servir a cerveja, o Omar entrou acompanhado pelo Juan. Tudo desabou num segundo. Com certeza eu seria o centro da diversão, mesmo com a bunda ainda doendo. Na hora, eles abriram os pacotes na mesa e tudo acelerou.


Omar, hoje a gente vai fazer uma despedida que você nunca vai esquecer, promíscua. Manda ver umas cervejas aí.
Quando voltei, o Ricardo já sabia de tudo.


Ricardo, então a besta passou o tempo todo te dando pica, cê gostou dessa? Por que não chupa ela pra mim?
 
Não, Ricardo, já tive demais.
Juan, manda ver, filho da puta, hoje é festa, dessa ninguém te salva.
Omar com certeza morre de vontade de chupar a pica desse folgado aí, vai logo, espera o quê? Ajoelha.


Todos já estavam com o pau pra fora, o Omar me pegou pelos ombros e eu me deixei cair, de novo me senti perdido e, mesmo não querendo, iam me comer. Assim comecei a chupar o pau deles enquanto pedia pra me tratarem bem. O pau do Ricardo era o menor, mas de longe o mais grosso, eu tinha que me esforçar pra enfiar ele na boca.


Omar, amanhã tu vai manco pra Buenos Aires, beleza? Coloca elas duras do jeito que tu gosta.


Nããão, não quero que me comam, só uns chupões e nada mais.
Juan, do jeito que tu quiser, viado, mas vai ter que engolir toda a porra.
Enquanto eu chupava todas, elas estavam duras e me encheram a cara de porra, que me obrigaram a engolir. Depois sentamos pra comer e continuar bebendo. Eles só mostravam as picas, mas não faziam mais nada, só comentavam entre si como tavam se divertindo comigo e que rabo gostoso eu tinha. Até que num momento, o Omar sentou do meu lado e me disse:


Omar, tem certeza que não quer ela dentro do teu cu? Quando quiser, é só pedir, eu sei que você tá morrendo de vontade de ter ela lá dentro, ou não, promíscuo?
Ai não, Omar, não me faz isso de novo
Omar, se você gosta, é agora ou nunca, vai ficar com vontade? Vai, promíscua, me pede pra te comer.
Beleza, tá bom, já chupei a pica de todo mundo, mas se eu te pedir pra me foder, você vai me arrebentar de porrada.
Ricardo, nãooo, para com isso, você só vai gozar.
Omar, eu sei que é isso que você quer, você quer gozar com essas pirocas.
Beleza, então vamos pra cama.
Omar, não assim, não quero que peça direito, senão não te comemos.
Por favor, não me deixa na vontade, vai logo, besta, me dá essa pica de uma vez.
Juan me pegou pelo braço e me levou pra cama, onde me jogou como um saco de batatas. Na hora, empinei minha bunda pra cima e senti o Juan meter com tudo até o fundo, com uma raiva que me fez tremer igual um boneco.
Ricardo, como é que o porteño aguenta essa buceta
Omar se segurou até a última hora, esse filho da puta, hoje acaba na merda.
Depois de um tempo, o Juan encheu minha buceta de porra e tirou o pau.
Chega, chega, já não quero mais.
Omar, cala a boca, viado. A gente que decide quando é o bastante.
Não consegui evitar que me enrabassem e, mesmo implorando pra parar, cada vez me comiam com mais força. Meu cu doía como nunca, mas eu sabia bem que não tinha como evitar, eu mesmo tinha pedido e ainda faltava o Ricardo, com aquela pica grossa que nunca imaginei que fosse tão dolorosa. Por sorte pra mim, minha buceta do cu já tava dilatada e cheia de porra. Quando ele apoiou o pau no meu cu, só aí me toquei do que me esperava. Senti aquela pica grossa entrando devagar enquanto meu cu se abria igual uma flor, enquanto eu mordia o travesseiro com força. Tava me arrebentando, mas me enlouquecia. Quando ele já tava todo dentro, começou a cavalgar meu cu. De verdade, não aguentava. Gritava que nem uma puta e me contorcia, tentando sentir menos dor, enquanto batia na cama ouvindo os outros rirem. E quanto mais devagar eu pedia pra me comer, mais forte ele me dava. Não sabia o que fazer pra evitar tanta dor e pensei: eu mesmo pedi. Então roguei pra ele me arrebentar tudo, me dar mais forte. Isso deixou ele louco e foi aí que ele me sentou em cima dele. Já tava com o cu dormente, e então o Juan decidiu meter o pau na minha boca, usando ela como se fosse meu cu. Já tinha virado bagunça total. O Omar juntou a porra que saía do meu cu num copo e me fez tomar até a última gota, pra depois me levar pro banheiro. Pensei que ali tinha acabado tudo, então, depois do banho, me recuperei, saí do banheiro e fui pegar uma cerveja. Foi aí que o Ricardo me agarrou.


Ricardo, fica tranquilo que isso tá só começando.
Não... já não quero mais... por favor, não me comam mais.
Omar, você implorou pra gente te comer, agora é a nossa vez de aproveitar, seu puto de merda. Essa buceta ainda quer pica e a gente vai dar pra você.
Não basta mais, chega, eu imploro, sério, não quero mais


Ricardo se aproximou de mim, acariciou minha cabeça e me disse.


Ricardo tá bem, já sabe que perdeu pra gente, promíscuo gostoso. Dessa vez ia ser diferente, a gente ia te comer como uma mulher, meter a pica devagar pra você gozar igual uma putinha boa. Você que perdeu.


Ele me dizia isso esfregando o pau em mim, verdade que se fosse assim eu gostava da ideia, mas o que mais me excitava era saber que pra esses três eu tinha perdido, já tava formado de puto com honras e não podia negar, pelo contrário, me vi curtindo pra caralho sendo dominado e vencido, foi aí que, sem falar nada, peguei o pau do Ricardo e, com uma certa resignação pela minha tesão, acariciei ele bem devagar.


Ricardo, sim, assim, vadia gostosa, que bem que você faz, continua assim que eu adoro, embora você faça muito melhor com sua boquinha, mas se não quiser, tá tudo bem, neném.
Só sei que cedi ao pedido dele e, como pude, meti o pau dele na boca. O Omar me fez pegar no dele também, igual o Juan. Sem perceber, já tava acariciando os dois. Adorava ser tratada tão bem, e logo me entreguei de novo pra esses safados. Chupei o pau deles, lambi tudo, e sem perceber, terminei de novo na cama chupando o pau do Juan enquanto o Omar brincava com meu cu arrombado.


Vai, Omar, me come de uma vez, não me faz desejar mais


Mas o Omar não me comia, só ficava acariciando meu cuzinho, aumentando minha tesão. O Ricardo colocou um travesseiro debaixo da minha barriga e lá estava minha bunda empinada, implorando por uma pica que metesse gostoso. Eu sozinho comecei a rebolar como se estivesse sendo comido.


Ricardo, agora fala a verdade pra gente, você quer que a gente te coma de novo?
Por favor, arrebentem minha buceta, não aguento mais, só quero continuar gozando com essas picas, só isso.


Fizeram muito bem feito. Eu, que já tinha sofrido de ter o cu arrombado e tinha dito que não queria mais, agora estava pedindo pra me darem prazer, e eles só queriam continuar arrombando minha bunda. Tinham me enganado, e eu, como um bom submisso, tinha perdido de novo. Omar me meteu com força, de uma só estocada até as bolas, e na hora começou a me cavalgar.


Omar, você perdeu, viado. Não sabe como a gente vai arrebentar seu cu, seu otário.
Enquanto ele me arrombava a bunda de novo, o Juan me chupava a boca enfiando toda a pica dele e tirando como se fosse uma buceta. Depois de um tempão, o Omar encheu meu cu de novo, e foi o Ricardo, o filho da puta, quem meteu a pica, mas dessa vez com força, enquanto o Omar era quem me chupava a boca. Eu mesmo tinha pedido por isso, a pica do Ricardo arrasava meu cu e ainda faltava o Juan. Não sabia se ia aguentar, estavam me comendo como um boneco, e assim ficaram se revezando até se cansarem. Me deixaram cheio de porra e exausto. Eles foram beber mais um pouco e depois me deixaram sozinho com o Omar. Adormeci, mas logo o Omar me comeu de novo. Depois disso, só lembro de acordar, me lavar como pude, arrumar minha mochila e ir pra rodoviária. A odisseia tinha acabado. Pela primeira vez, me senti um perdedor. Fui dominado e humilhado, e mesmo que na hora tenha gostado, não queria repetir essa experiência nunca mais.

2 comentários - História de um Pauzão FINAL parte1

Exitante el relato,caliente y morbozo a la vez. Terminaste siendo mas putito que susy. A vos cuando te calentas te dan para que tengas y guardes y te gusta que te humillen. En cambio a susy le encanta todo eso. Van puntos. Espero con ancias la ultima parte. Como sera que termina todo esto?