Traindo com o inimigo do meu marido

Fala galera, como vi que vocês curtiram meu relato anterior, vou continuar contando como fui me transformando numa mulher infiel, mas primeiro queria agradecer às pessoas que comentaram no meu relato anterior, porque isso me deu mais confiança pra seguir contando minha vida de traições.

Como já tinha contado no meu relato anterior, sou uma mulher casada, muito gostosa, 1,62 de altura, pele branca, olhos verdes, cabelo preto, lábios carnudos e, graças a ter desenvolvido muito bem meus peitos na adolescência e ao meu esforço na academia, tenho um corpão, com medidas 90-62-96. Depois dessa descrição, vou continuar contando o que aconteceu depois que traí meu marido pela primeira vez.

Depois do ocorrido, as semanas seguintes foram muito difíceis pra mim, porque cada dia que passava eu não conseguia evitar lembrar do que tinha feito. Pensamentos de culpa e arrependimento tomavam conta do meu corpo, fazendo com que eu sentisse vontade de contar tudo pro Matias. Muitas vezes, quando meu marido me ligava, eu quase contei o que tinha feito, mas nunca tive coragem suficiente. Mas, depois desses sentimentos de arrependimento e culpa que vinham sempre que eu lembrava do que tinha feito, eu não conseguia evitar sentir uma pequena sensação de excitação, que foi crescendo com o passar das semanas, até chegar ao ponto de substituir minha culpa e arrependimento por tesão e excitação.

Sempre que tomava banho, ficava olhando o lugar onde tudo aconteceu e começava a lembrar do prazer enorme que tinha sentido naquele momento, o que me deixava com muito tesão. Muitas vezes, tinha que me masturbar pra aliviar a calentura. Aquela sensação de desejo e prazer que eu tinha sentido com seu Avelino começava a invadir meu corpo, porque cada dia que passava eu sentia a necessidade de sentir de novo aquele prazer que tinha experimentado. Muitas vezes, A calentura tomou conta do meu corpo de tal jeito que eu precisava me masturbar pra aliviar a excitação, mas num certo ponto, bater uma já não era suficiente pro meu corpo, porque eu precisava sentir de novo alguém que me desejasse tanto quanto o dom Avelino. Eu precisava sentir aquele olhar de desejo de novo, aquela desesperação com que ele chupava meus peitos ou minha buceta, a raiva com que ele me comia como se quisesse me partir no meio, elogiando cada parte do meu corpo. Além disso, queria ter alguém pra satisfazer de novo, ter o pau dele no meu poder pra chupar igual uma louca, lamber aqueles ovos deliciosos, passar minha língua na cabecinha macia e delicada, masturbar ele entre minhas tetonas, me acabar de tesão contra o pau dele, saborear a porra quente e gostosa dele. Mas, acima de tudo, queria ver de novo a cara de satisfação e desejo de alguém diante do prazer que eu dava — era isso que mais me excitava. Muitas vezes, no calor da calentura, estive a ponto de ligar pro dom Avelino, mas com a pouca sanidade que me restava, sempre me segurava. Não dava mais pra aguentar essa sensação de tesão que tomava meu corpo, sabendo que, se em algum momento eu não parasse, perderia toda a razão e acabaria ligando pra ele. Mas, pra minha sorte, na semana seguinte seria o aniversário do meu sogro, e o Matías teria que voltar obrigatoriamente pra comemorar. Como no ano passado, por causa de uns problemas de saúde, não puderam festejar o aniversário dele, esse ano iam fazer uma festa grandona, convidando muitos parentes, num salão grande, com duas bandas que tinham contratado. Eu achava que meu marido chegaria uns dias antes da festa, e eu poderia aproveitar pra aliviar a calentura, mas uma semana antes ele me ligou pra dizer que chegaria no dia da festa e iria embora no outro, porque tava com muito trabalho. Isso me deixou meio triste, porque queria passar um tempo com ele, mas já que não dava pra fazer nada pra mudar a opinião dele, decidi... Aproveitar ao máximo o único dia que ele passaria comigo. Já no dia da festa, decidi me vestir gostosa pro meu marido, colocando um vestido vermelho tomara-que-caia bem justo que destacava minha grande figura, com saia curta e um decote que fazia meus peitões enormes escaparem do lugar. Também coloquei um sutiã de meia-taça preto transparente na área dos mamilos e uma calcinha fio dental preta, com um triângulo de renda na frente. Além de ter depilado e perfumado muito bem minha bucetinha, e claro, com uns saltos vermelhos tamanho 10 pra ficar mais alta. Antes de sair, coloquei alguns preservativos na minha bolsa, por via das dúvidas. Também me olhei no espelho e me achei super gostosa, sentia que qualquer homem que me visse ficaria hipnotizado com meu corpo.

Já na festa, Matías aproveitou pra me apresentar a vários parentes dele que eu ainda não conhecia, que ficaram de boca aberta ao ver a mulher tão linda e gostosa com quem ele tinha se casado. A festa tava rolando sem nenhum problema, porque Matías e eu estávamos nos divertindo como não fazíamos há muito tempo. A única coisa estranha era que eu sentia vários olhares percorrendo meu corpo, mas, sinceramente, isso não me incomodava; pelo contrário, me dava um tesão sentir tantos olhares em cima de mim. Como eu disse, a festa tava tranquila até que Juan (ele tem 36 anos, divorciado há 2 anos, é moreno, tem cerca de 1,66m, não é muito gordo, mas tem uma barriga saliente, careca com um pouco de cabelo dos lados e peludo nos braços), que é primo do Matías, se aproximou da nossa mesa pra resolver uns problemas do passado. Porque há alguns anos, meu marido e Juan iam abrir um restaurante juntos, mas quando meu marido deu a parte dele do dinheiro, Juan sumiu e levou a grana do meu esposo. Desde então, meu marido não aguentava nem ver a cara dele. Tenho que dizer que, pessoalmente, Juan nunca me caiu bem, porque... Considero ele um cara mal-educado, arrogante, aproveitador, metido, além de se achar um Don Juan com as mulheres. A questão é que eles conversaram quase a noite toda e, quase no fim da festa, já bem bebados, combinaram de continuar a festa na minha casa, o que me deixou puta da vida, porque isso estragava os planos que eu tinha com o Matías. Mas não tive outra escolha a não ser aceitar. Saímos da festa e pedi as chaves pro Matías, porque ele já tava muito bêbado. O Juan combinou de seguir a gente no carro dele, então fomos pra minha casa. Mas, pra minha azar, o Matías dormiu no caminho. Quando chegamos na minha casa, o Juan se ofereceu pra me ajudar a levar o Matías pra dentro, deixando ele profundamente dormindo no nosso quarto. O Juan já tava se despedindo quando me perguntou se eu podia dar uma xícara de café pra ele não passar pelo mesmo que o Matías. Eu, pra não ser mal-educada, tive que aceitar. Mas quando eu ia preparar o café, o Juan viu uma garrafa de vodka no bar que temos e me disse pra dar um gole de bebida pra ele. Enquanto ele tomava, me serviu um também e disse pra brindarmos porque o Matías e ele tinham resolvido os problemas deles. Enquanto o Juan ia bebendo, ele continuava me servindo mais doses, enquanto me dizia como o Matías era sortudo por ter se casado com uma mulher como eu. De repente, o Juan começou a me falar coisas tipo que eu era uma mulher muito gostosa, que se a ex-mulher dele tivesse sido tão bonita quanto eu, ele nunca teria se divorciado, que ele tinha muita inveja do Matías por ter se casado com uma mulher tão linda e sexy como eu, ou que muitos homens morreriam pra ficar com uma mulher tão linda e gostosa. Comecei a perceber como o Juan começava a me olhar de um jeito muito sem vergonha pros meus peitos e minhas pernas, nem disfarçava. Não sei se era porque eu já tinha passado do ponto com as bebidas, mas tanto os elogios dele quanto o olhar tão descarado começaram a me excitar. O Juan terminou o último gole dele, se levantou do sofá da sala e me disse: — Já vou, Rebe. Se cuida muito. me aproximo para me despedir dele, mas pra minha surpresa ele me agarrou pela cintura à força pra me dar um beijo na boca, que instintivamente recusei, mas a força dele era tanta que eu não conseguia me soltar. não sei o que deu em mim, mas acabei correspondendo um pouco o beijo, abrindo a boca e colocando um pouco a língua. foi questão de segundos até eu recobrar a sanidade e conseguir me afastar pra reclamar na hora — QUE PORRA É ESSA, IDIOTA? — falei muito puta. — Me desculpa, Rebe, mas tava morrendo de vontade de fazer isso e, pelo visto, você também — ele disse com um sorriso debochado, o que me fez explodir de raiva, porque como eu já disse, era um cara que me irritava pra caralho. — Cê é louco, é melhor você vazar da minha casa agora se não quiser que eu acorde o Matías — respondi, furiosa. — Acho que ele não acorda não, tá bem bêbado — ele respondeu. — Então foda-se, você vai embora agora porque sou capaz de qualquer merda — eu nem tinha terminado de falar quando ele me agarrou de novo à força pra começar a me beijar outra vez. Ele segurou meus pulsos e me encurralou contra a parede, eu tentava resistir, mas a força dele era muito maior que a minha. Como pude, desviei a boca da dele e gritei — JUAN, ME SOLTA PELO AMOR DE DEUS, ME SOLTA OU VOU GRITAR PRA ACORDAR O MATÍAS — enquanto a gente se debatia, ele começou a beijar meu pescoço, passava a língua por toda a minha bochecha até tentar beijar minha orelha, dava pra sentir o bafo de álcool dele enquanto babava todo o meu pescoço. Não sei se era o álcool, a vontade que o Juan sentia por mim ou a puta tesão que eu tava guardada, mas comecei a sucumbir e corresponder os beijos dele. Quando ele percebeu isso, soltou minhas mãos e passou pra minha cintura, enquanto eu passava as minhas pro pescoço dele. A gente começou a se fundir num beijo muito apaixonado, com as línguas se cruzando e os lábios se mordendo. Depois de alguns segundos nos beijando, o Juan levantou meu vestido, deixando minhas nádegas redondas e duras à mostra, e começou a passar a mão nelas. Eu comecei a beijar o pescoço enquanto desço uma das minhas mãos até a virilha dele pra poder acariciar o pau dele por cima da calça, que já tava meio duro. Parei de beijar ele pra abrir a camisa e aí pude ver a mata de pelos que ele tinha no peito e na barriga. Ver aquela floresta de pelos me deixou mais excitada, tanto que comecei a beijar o peito e a barriga dele toda igual uma louca. Dava pra sentir a transpiração e o cheiro de suor da barriga do Juan, que se misturava com o cheiro do perfume barato dele, formando uma mistura de cheiros desagradável, mas em vez de me dar nojo, aquele cheiro despertou uns sentidos em mim que eu nunca tinha experimentado, porque o Matías sempre foi um homem muito limpo. Passei a língua em cada centímetro da barriga peluda e cheirosa dele com beijos até ficar de joelhos na altura da cintura dele, onde comecei a abaixar a calça e a cueca. Quando abaixei a cueca, o pau dele saltou feito mola, porque o pinto dele já tava completamente duro. O pau do Juan era moreno, peludo e um pouco maior que o do seu Avelino, devia ter uns 14 ou 15 centímetros. Comecei a chupar os ovos peludos e gostosos dele enquanto com uma mão masturbava ele. O Juan começou a soltar uns gemidos leves de prazer enquanto eu subia pelo tronco do pau dele até ficar a poucos centímetros da cabeçona vermelha do pinto dele, que já tava soltando um líquido pré-seminal. Levantei a cara e olhei nos olhos dele com cara de menina prestes a comer um doce, estiquei a língua e aproximei da cabeçona vermelha dele, que parecia que ia explodir a qualquer momento. Lambi com a ponta da língua aquele líquido e me afastei. Um fiozinho de líquido viscoso era a única coisa que nos unia. Coloquei a língua na boca e comecei a saborear aquele gosto delicioso. Estiquei a língua de novo pra começar a salivar com movimentos circulares a glande dele. Comecei a enfiar devagar o pau dele na boca pra começar a chupar ele enquanto aumentava o ritmo das minhas chupadas. Desci uma mão pra continuar acariciando os ovos peludos dele. Juan só gemia enquanto me segurava. segurando a cabeça dele com as duas mãos, desci minha outra mão até minha bucetinha, que já estava completamente molhada, afastei minha calcinha fio dental para poder esfregar meu clitóris enquanto começava a acelerar o ritmo dos meus boquetes. Dava pra ouvir os gemidos do Juan ficando mais rápidos, eu continuava chupando a piroca peluda dele como uma louca, mas sem aviso prévio, Juan puxou minha cabeça contra ele, fazendo meu rosto bater na pélvis dele e engolindo por completo a piroca dura dele. Tentei me afastar, achando que ia engasgar com o pau dele, mas pra minha surpresa, a rola dele cabia perfeitamente na minha boca, ainda sobrando um pouco de espaço pra continuar engolindo. Não sei se era porque o pinto dele era menor que o do meu marido ou se era uma habilidade minha. Juan manteve minha cabeça pressionada no pau dele por alguns segundos e depois me soltou, mas eu, como uma verdadeira puta, segurei nas coxas dele pra continuar engolindo aquela piroca gostosa enquanto tentava mexer minha língua de um lado pro outro pra lamber o pau dele. Comecei a mamar a rola dele como uma louca, tirando o pau inteiro da boca e engolindo de novo de uma vez só. Levantei o olhar e vi que Juan estava com a cara virada pro teto e os olhos fechados, mordendo os lábios pra abafar os gemidos fortes. Ver a cara de prazer que ele tava tendo por causa do boquete que eu tava dando me deixou com muito tesão, então comecei a enfiar dois dedos devagar na minha bucetinha, que entraram sem nenhuma dificuldade de tão molhada que eu tava. Comecei a me masturbar no ritmo dos meus boquetes enquanto ouvia os gemidos do Juan ficando mais rápidos e fortes, enquanto eu abafava meus gemidos na piroca deliciosa dele. De repente, comecei a sentir as pernas do Juan tremendo como se ele fosse cair a qualquer momento. Me afastei dele pra jogar ele no sofá e sentar. Me aproximei dele de quatro pra engolir o pau dele algumas vezes e deixar bem lubrificado. Abaixei meu vestido e o sutiã até a barriga pra tirar os peitos de fora, sob o olhar cheio de luxúria dele. Juan — Cê gosta das minhas tetas, meu rei? — falei pra ele.
— Adoro, essas são tetas de uma verdadeira slut — coloquei meus peitos no pau dele enquanto ia deixando eles caírem, vendo o olhar de incredulidade dele ao ver o pinto desaparecendo entre minhas chuchas. Comecei a masturbar ele devagar com as tetas pra depois ir aumentando o ritmo. Depois de alguns segundos, senti um pouco daquele líquido pré-seminal entre meus peitos, aí eu mergulhei a cara entre eles pra lamber a cabeça do pau dele e saborear aquele líquido viscoso e gostoso. Juan gemia igual um louco, enchendo a sala com os gemidos dele. De repente, ele me puxou pelo cabelo pra me afastar do pau dele e falou:
— Tá vendo, foxy? Tão metida e convencida que você era comigo, e acabou chupando meu pau igual a puta que você é — ele disse enquanto eu ficava calada, olhando nos olhos dele. — Sempre soube que um dia você ia me chupar, porque mulher que se faz de santinha como você é a mais puta.
Juan se levantou e me puxou pelo cabelo pra me levantar, e a gente começou a se beijar como se fosse adolescente em pleno romance. Ele foi passando a boca pelo meu pescoço até chegar nas minhas tetas, onde começou a chupar meus bicos. Chupava de um jeito bruto, fazendo um barulhão ao lamber com tanta saliva, enquanto eu soltava uns gemidos. Juan continuou com aquela boca nojenta chupando meus bicos igual um desesperado, deixando eles encharcados de cuspe, porque ele mordia, chupava, lambia a circunferência inteira dos meus bicos sem deixar um centímetro sem babar. Com a boca, ele fazia movimentos de sucção como se quisesse arrancar meus bicos fora, enquanto meus gemidos começavam a ficar mais fortes. De repente, ele se afastou das minhas tetas e, todo eufórico, falou:
— Que tetas gostosas você tem, Rebequinha. Sempre que te via, dava uma vontade danada de chupar seus peitos, e eles têm um gosto delicioso.
Porque, como eu já tinha comentado antes, apesar do tamanho das minhas tetas, elas não são nada caídas. Pelo contrário, meus peitos são redondinhos e firmes, com bicos durinhos. Pariditos e rosadinhos, com uma auréola bem larga, Juan continuou chupando minhas tetas como um desesperado enquanto gemia de prazer. De repente, parou de chupar meus peitos para descer com beijos pelo meu ventre lisinho até chegar na minha cintura, onde começou a me despir completamente, me deixando só de salto alto. Juan me jogou no sofá e abriu minhas pernas pra ver minha bucetinha depilada e molhada.

— Já tá bem molhadinha, Foxy. Dá pra ver que você precisa que alguém te coma, né? — Ele começou a passar a língua áspera e babada pra cima e pra baixo em toda a minha buceta, e depois começou a chupar meu clitóris enquanto dizia: — Que buceta gostosa que essa puta tem, quantas vezes sonhei com esse dia em que ia comer essa sua xota deliciosa, Foxy.

Eu só gemia de prazer, porque adorava como Juan chupava minha buceta. Ele começou a meter dois dos dedos peludos e grossos dentro da minha xota pra me masturbar selvagemente enquanto chupava meu clitóris como um louco, e eu me beliscava meus bicos dos peitos excitados, gemendo igual uma doida com o prazer que sentia. Mas de repente senti uma dor forte e rapidamente abaixei a cabeça pra ver Juan tentando enfiar dois dos dedos grossos e peludos no meu cu.

— Não, Juan, aí não, que eu sou virgem e vai doer muito — falei pra ele enquanto tentava me levantar, mas rapidamente Juan colocou a mão no meu ventre pra me sentar de novo e, com um sorriso malicioso, disse:

— Não vai doer, Rebeca, deixa eu estrear esse cuzinho tão bonito e rosadinho.

Juan separou minhas nádegas com as duas mãos e começou a passar a língua bem molhada e áspera em círculos no meu cu fechado, enquanto eu sentia uma sensação estranha que nunca tinha experimentado, porque meu marido nunca tinha tentado fazer isso por ali. Depois de alguns minutos passando a língua no meu cu, Juan parou, cuspiu várias vezes e tentou de novo enfiar os dedos grossos e peludos. Meu cuzinho começou a ceder aos poucos, enquanto eu sentia uma dor forte e dizia:

— Nããão... Juaan meedueele muuuuito pooor favoorr pooor aii noo Juuaan-
-Calma, sua putinha gostosa, que depois disso você vai virar uma viciada em ter o cu arrombado-ele disse enquanto começava a se masturbar devagar, pra aos poucos aumentar o ritmo das dedadas, eu só sentia uma dor imensa tomando meu corpo enquanto pedia pro Juan tirar os dedos do meu cu
-Pooor faavoor pooor aii nooo Juaann pooor favoor nooo queee doooi muuuuito-enquanto, sem parar de se masturbar e com um sorrisão no rosto, ele me dizia
-Vai se acostumando, Rebequita, porque senão quando eu meter meu pau em você, você não vai parar de chorar-depois de alguns minutos em que meu cuzinho começava a se acostumar e eu sentia um pouco de prazer, Juan parou de enfiar os dedos sujos e se jogou no tapete pra me chamar pra um 69. Subi em cima dele, e ele ajustou minha cintura de um jeito que minha bucetinha ficou na cara dele e o pau dele na minha boca. Verdade que nunca tinha feito isso, porque como eu disse antes, meu marido gosta que eu chupe o pau dele, mas não curte chupar minha boceta, mesmo eu sempre mantendo ela depiladinha. Juan voltou à ação e, depois de cuspir algumas vezes no meu cuzinho, começou a enfiar de novo os dedos gordos e sujos, enquanto eu, com o pau dele na mão e toda excitada, comecei a beijar, chupar, lamber, bater uma e engolir o pau dele igual uma louca. Dava pra sentir que, por alguns momentos, Juan parava de enfiar os dedos peludos só pra gemer e aproveitar a mamada gostosa que eu tava dando, enquanto me sentia muito excitada por estar em cima dele, sentindo a barriga enorme e peluda roçar no meu ventre liso e magro. De repente, Juan me jogou pro lado e disse-Você é uma delícia, Rebequita. Agora se prepara, porque vou te dar a foda que uma puta como você precisa-ao ouvir essas palavras, com cara de inocente, pedi pro Juan me deixar ir pegar uma camisinha, e ele respondeu-Não Rebequita, não tá com o cara do Matías hoje? Vai sentir como um homem de verdade te fode, ou não quer que eu te coma, sua puta? —Juan respondeu de novo—
—Te falei que se não quiser que eu te coma, sua foxy maldita—
—Pode me comer do jeito que quiser, meu rei, só me come, papai—
—Diz o quanto você deseja minha piroca, sua puta—
—Desejo demais, meu rei, já quero sentir você me comendo com sua piroca peluda, papai— montei como uma louca em cima do Juan pra me deixar cair devagar sobre a piroca morena e peluda dele, meus lábios vaginais macios e rosados começaram a devorar sem problema nenhum o pau duro dele, de tão molhada que eu tava, enquanto soltava uns gemidos leves ao sentir que ia descendo na piroca peluda dele, comecei a descer e subir devagar no pau dele pra ir aumentando a intensidade aos poucos, com minha bucetinha comecei a apertar a piroca morena dele enquanto mexia minha cintura pra lá e pra cá que nem uma louca, sentir de novo depois de muito tempo o roçar do pau dele entrando e saindo da minha bucetinha sem o incômodo da camisinha me encantava, porque como já falei, meu marido quase sempre me comia de camisinha, entre meus gemidos consegui levantar a cara pra ver como o Juan tava curtindo, ele de olhos fechados enquanto mordia os lábios pra abafar os gemidos dele, entre gemidos comecei a falar—
—Queee roooolaaa gosstooosaa vooocêêê têêêm, paaaai, meee deeeixaa loooucaa—
—Você é uma puta mesmo, Rebeca, se fazia de santinha e no fundo é uma foxy—
—Ooo quuee maaais vooocêêê gooostaa emêêêm, paaaai—
—Tudo em você me encanta, seu corpo lindo, sua bunda gostosa, seus lábios gostosos, o sabor delicioso da sua bucetinha, mas principalmente seus peitões brancos e enormes—essas palavras me esquentaram ainda mais, porque ver como o Juan me desejava tava me matando—
—Siiim, seêê vooocêêê gooostaa taaantoo doooss meeuuss peeiitõõõeess, entããão coomma-oooss, meu reeii— coloquei meus peitões na cara dele pra ele poder chupar, Juan apertava meus peitões com raiva e mordia meus bicos que nem um louco enquanto Meus gemidos ficavam ainda mais fortes de prazer, de repente Juan me parou pra me jogar pro lado e sentar no sofá, me fez ir até ele pra gente se beijar apaixonadamente por alguns segundos, virei de costas e Juan me pegou pela cintura pra meter de uma só vez, fazendo eu soltar um gemido enorme, ele começou a me comer ferozmente enquanto eu sentia o hálito quente dele na minha nuca, o suor caindo nas minhas costas macias e a baba e cheiro de comida e álcool que a boca dele soltava ao beijar meu pescoço enquanto eu não parava de gemer, eu precisava sentir o pau dele me partindo ao meio, chegando no fundo da minha bucetinha

— Mee cooomme mmaais rááápiidooo mmeeuu rreeeii mmee cooomme mmaais ffoorrtee paapaaaiii — ao ouvir isso, Juan acelerou as estocadas, me fazendo gemir igual uma louca

— Cê gosta como eu te como, sua foxy maldita?

— Euu aamooo mmeeu rreeeii maass nnãoo ppaarraa coontiinuaa mme cooommeennddoo mmaais rááápiidoo mmaais ffoorrtee nnãoo ppaarraa nnãoo ppaarree —

— Cê é uma putinha mesmo, Rebe, olha como você curte a pica —

— Euu aamoo aaa suuaa piicca mmeeu rreeeii maass mmee coomma mmaais rááápiidoo mmaais ffoorrtee mmee ppaarrttaa aoo mmeeiioo ppaapaaai mmee ppaarrttaa aoo mmeeiioo mmeeu rreeeii — de repente senti Juan diminuindo a velocidade das estocadas, mas eu ainda tava insatisfeita, queria continuar sentindo o pau dele no fundo da minha bucetinha, voltei a tomar o controle e comecei a descer e subir igual uma puta no pau de Juan, fazendo as bolas morenas e peludas dele baterem nas minhas nádegas redondas e duras, Juan colocou as mãos nos meus peitos pra beliscar meus bicos que pareciam que iam explodir de tão duros que estavam, a gente gemia forte e rápido, misturando nossos gemidos e enchendo a sala deles, um calorzinho gostoso começou a descer pela minha bucetinha, mas antes de um de nós gozar no outro, ele me parou de novo, se levantou e me jogou no sofá, me puxou fazendo minha bunda Fiquei na ponta do sofá, ela se virou pra me olhar e disse:
— Agora se prepara, putinha, que vou arrebentar teu cu.
Eu só fiquei olhando pra ela sem dizer nada. Ela cuspiu umas vezes no meu cuzinho e começou a investir, tentando enfiar o pau peludo dela. Tentou me penetrar por uns dois minutos, mas não sei se era por causa da posição desconfortável ou o quão apertado meu cu tava, que não entrava — só a metade da cabeçona vermelha dela passava. Desesperada, me jogou no chão pra me acomodar melhor, deixando minha cabeça e peito colados no chão, fazendo minha bunda ficar indefesa no ar. Ela colocou as mãos nas minhas nádegas pra abri-las, encaixou o pau na entrada do meu cu. Enquanto eu, com um pouco de medo, mas ansiosa pra sentir de novo aquele prazer delicioso que tinha descoberto e começado a curtir alguns minutos antes, esperei a primeira investida da Juan. De uma só estocada, ela abriu meu buraco mais apertado e meteu o pau moreno e peludo no meu cuzinho. Me puxou pelo cabelo pra eu arquear mais as costas. Meu cu resistia em ser invadido por completo, mas isso não parou a Juan — ela investiu forte mais umas duas vezes até o pau dela entrar inteiro na minha bunda. Doeu até a alma, mas eu tava tão tesuda que não liguei pra nada. Soltei um grito tão alto que foi um milagre o Matías não acordar. Mesmo que minutos antes a Juan tivesse enfiado os dedos, ainda doía pra caralho, então comecei a pedir pra ela tirar:
— Aghhh tiiiraaa Juuann, taaá dooeeendo aaahh —
— Tiiiraaa logoo aghhh tiiiraaa aaah —
Enquanto meus olhos enchiam d'água, a Juan parou sem tirar o pau de entre minhas nádegas. Eu, soluçando, pedi pra ela tirar o pau do meu cuzinho apertado.
— Agora vem a parte boa, sua putinha. Acostuma a ter ele dentro. A dor vai passar e depois o que você vai pedir é pra eu não tirar —
Juan começou a bombar devagar, aumentando o ritmo das investidas aos poucos, enquanto eu sentia a barriga peluda dela roçando minha bunda branca. e as bolas morenas dele batiam nas minhas nádegas redondas, a dor que eu sentia começou a se transformar num prazer indescritível, além do tesão que eu tinha fazia eu curtir mais ainda, porque não acreditava no que tava fazendo, tava dando o cu pra quem até algumas horas atrás era o inimigo do meu marido e não só isso, eu na posição de puta com minha bunda branca no esplendor, totalmente submissa a um homem que me dava nojo e sem nenhum pingo de atrativo, nós dois gemíamos igual uns loucos, fazendo nossos gemidos ecoarem pela casa toda, eu parecia uma verdadeira puta, porque parecia que tinha toda a experiência do mundo em ter o cu arrombado, porque correspondia as investidas do Juan rebocando minha bunda pra trás e mexendo a cintura de um lado pro outro igual uma puta
– Mexe essa bunda de puta que vou meter até as bolas, já viu puta como você já tá gostando –
– Siim paapii naaoo paaraa dee me coommee meetee tuudoo maaiss fuundoo meetee maaiss fuundoo –
– Que gostoso teu cu engolindo meu pau, puta do caralho –
– Quee pirocaaa gostooosa eu amoo partee ao meeio paapaaiziiinho coonntiinuaa mee coommeenndoo meu reii coonntiinuaa me comendo – instintivamente passei uma das minhas mãos na minha bucetinha pra esfregar o clitóris e rapidamente comecei a me sentir no paraíso, porque sentia como meus dois buracos eram estimulados, depois de 2 ou 3 minutos sentindo o Juan arrombando meu cu, comecei a sentir um prazer imenso e um calor descendo pela minha bucetinha, fazendo eu sentir um orgasmo pela primeira vez, mas estando a poucos segundos de gozar pela primeira vez na minha vida, o Juan começou a gritar
– Vou gozar vou gozar puta vou gozar – rapidamente o Juan tirou o pau do meu cu e jogou os jatos da porra viscosa e quente dele nas minhas costas, que saiu com tanta força que também caiu no meu cabelo, me deixando ansiosa e com tesão por não ter sentido meu primeiro orgasmo, o Juan se jogou no sofá exausto de me comer cogida, virei pra ver ele e aí percebi que o pau dele tava escorrendo porra, me aproximei de quatro pra poder limpar a pica dele e saborear aquela porra viscosa e gostosa passando minha língua por toda a cabeçona vermelha dele até deixar ela limpa por completo enquanto sentia o sêmen escorrendo pelas minhas costas, dei uma última chupada até que o pau dele não aguentou mais e ficou totalmente mole.

— Viu como você é uma putinha, Rebequinha, que até me deu o cu? Mas não se preocupa que essa não vai ser a última vez, porque de hoje em diante você vai ser minha puta — falou Juan enquanto começava a se vestir e eu só olhava pra ele sem dizer nada. Juan se aproximou de mim, esfregou o pau dele na minha cara e, sem falar mais nada, foi embora da minha casa. Ouvi ele ligar o carro e esperei ele ir embora. Quando ele foi, me levantei e limpei minhas costas com meu vestido, que enchi com aquela porra pegajosa dele. Peguei minhas roupas e tentei arrumar um pouco a sala sem fazer muito barulho. Fiquei alguns minutos descansando na sala e lembrando do que tinha feito, mas dessa vez, em vez de ter pensamentos de culpa e arrependimento, um tesão enorme voltou a invadir meu corpo, porque só de lembrar do que tinha acontecido alguns minutos atrás, eu ficava muito excitada. Entrei no banho de água fria, porque ainda estava quente por ter estado a poucos segundos de ter meu primeiro orgasmo e, infelizmente, não ter conseguido aproveitar. Quando saí do banho, já estava quase amanhecendo, então fui pra cama dormir ao lado do meu marido bêbado. No dia seguinte, Matías me perguntou sobre o Juan, então falei que, como ele tinha dormido, Juan me ajudou a deitá-lo e foi embora. Meu marido acreditou em mim sem perguntar mais nada. Passei a tarde toda com Matías até que a noite chegou, e ele foi de novo continuar dirigindo a obra dele.

Espero que tenham gostado de como foi minha segunda infidelidade, e peço desculpas de novo por não ter conseguido escrever minhas aventuras antes, mas agora que tenho mais tempo, vou escrever mais. seguindo minhas histórias de infidelidade, espero que continuem deixando seus comentários, porque como eu disse, me dão mais confiança pra continuar escrevendo pra vocês. sem mais, me despeço.

1 comentários - Traindo com o inimigo do meu marido

Me encantaron tu relatos. Tene cuidado con el enemigo de tu marido ya que te puede deschabar(contar tu infidelidad con él) para que se rompa tu matrimonio y el vengarse de tu marido. Van puntitos
Pues no puedo tener cuidado en mi situacion, el tiene todo el poder, puede decirle a mi esposo cuando el quiera, pero seria un perder perder, yo me divorcearia(o tal vez no) pero el me perderia a mi, asi que no creo que le diga, saludos.
Vas a seguir con él aunque te descubra tu marido? Vas a perder mucho, un esposo con todas las letra y por una calentura que no podes controlar sea quien sea con quien estes. Te entiendo que tenes necesidades como toda mujer, pero tarde o temprano se va a enterar por tu amante o otro que le diga que vi a tu esposa con otro. Quizas te perdone o no. Tu esposo no es lo que esperabas ya que otros te dominan y vos sumisa te dejas dominar. Tu esposo no te hace lo que otros te hacen pero cunado tienen