Abri o cu do meu irmão viado

Com certeza posso dizer que, pra acabar transando com seu irmão gay (sendo você hétero, como no meu caso), têm que rolar quatro coisas que aconteceram comigo: 1- descobrir que ele é gay porque tão comendo ele num banheiro público 🤣 (Me chocou, mas no fundo mexeu comigo/me excitou). 2- a partir disso, perceber que as vezes que você notou a bunda gostosa dele foi de propósito (ele treina só os glúteos e fica me mostrando). 3- seu melhor amigo ter comido ele pelas suas costas e misturar um monte de sensações: raiva, indignação, vergonha, humilhação, mas no final, curiosidade e até inveja. 4- ter um ataque de fúria e encher a bunda dele de tapas, igual criança malcriada, porque o promíscuo usou seu apê de ponto de encontro com vários caras que enfiaram nele (assumo que reagi violentamente demais... Mas a promiscuidade sem freio dele me deu uma raiva danada, além de eu ter canalizado minha frustração íntima de não poder EU ter acesso àquela buceta por ser o irmão). *Tudo isso que rolou fui contando em dois posts anteriores que fiz aqui, conforme foi acontecendo, pra me livrar do assunto. E das punhetas. Bom, galera, sábado eu montei nele mesmo hahaha. Sim, um filho da puta... Mas pô, como é que NÃO ia acabar rolando?!, se eu mesmo, por mais hétero que seja, TENHO meu lado tarado... Tentei fugir, mas a moralidade não durou porra nenhuma, ainda mais do jeito que tô agora: divorciado, frustrado com mil coisas (entre aguentar um trampo de merda e o desemprego), me recuperando do álcool (outra parada), e, bom, morando com meu irmão que, no fim das contas, engole porra pelo cu. A raba dele é uma oferta lasciva que despertou uma tara antiga que vivi anos atrás, quando tive minha primeira e única experiência com um homem (*contei aqui, aliás foi meu primeiro post, da viagem de formatura). A foda rolou assim: quinta-feira passada tive uma conversa séria com meu irmão. Começou porque eu Me mostrei pelado depois do banho pra dar sinal verde e ver se o doido ia pegar na minha rola. Não sei o quanto eu tava disposto a deixar rolar alguma coisa, fiz mais pra me animar a zoar ele nesse sentido, muito provavelmente se ele me desse uma abertura eu ainda não ia seguir o barco. Sempre tem o bloqueio de ser meu irmão, quem tem irmão entende. Mas o que aconteceu foi que, em vez de olhar pra minha rola igual uma gostosa, ele me encarou por outro lado: me perguntou se eu lembrava do que rolou uma vez, quando voltei podre de dançar, na minha época de adolescente e quando ele era um pivete. Falei que não entendia a pergunta dele. Ele começou a contar devagar pra ver se eu tava me fazendo de besta, e como eu toda hora falava que não sabia do que ele tava falando, do nada ele soltou uma loucura... que eu comi ele uma noite naquela época, quando a gente ainda morava com os nossos pais. "Queee??!", gritei, quase rindo de vergonha, e ele começa a me contar que uma noite dormiu na minha cama porque a dele molhou com a chuva que entrou pela janela do lado. Diz que quando eu cheguei tava amanhecendo e que eu tava podre de bêbado, que nem acendi a luz, fiquei peladão e deitei sem saber que ele tava ali. Diz que, do porre que eu tava, numa hora senti ele do meu lado e abracei ele forte fazendo conchinha, tipo, super fácil confundir ele com uma gatinha, uma ex-namorada, o que um bêbado pudesse pensar. Diz que ele não se mexeu porque gostou de como eu agarrava ele, que pra ele foi algo novo e intenso... e claro... Treze, diz que ele tinha na época 🙈. Então eu dezenove, a gente tem uma diferença de idade grande. Eu não acreditava no que ele tava contando... Diz que eu esfreguei minha rola na bunda dele um tempo, que na hora baixei a cueca dele e meti de repente, que ele aguentou a dor do caralho como se fosse mais velho, mas diz que eu dormi na hora, abraçado nele, com a rola Dentro dela dele, sem gozar. Consegui acreditar em tudo isso que ele me contou porque, se ele disse que tava amanhecendo, é porque claramente foi uma noite que eu não consegui nem chegar perto de comer ela, por isso voltei tão estranho assim, porque eu bebia tudo enquanto tentava engatar cada vez pior. Do contrário, eu sempre amanhecia com uma gostosa na casa de um amigo meu, ou num motel. Quando ele terminou de falar, eu disse que não lembrava de nada e pedi desculpas por ter feito aquilo com ele, embora a verdade fosse que meu pau foi subindo enquanto ele contava tudo... é que ele contou com essas mesmas palavras, então me deixou com tesão, zero vitimismo o cara, ainda bem... e como eu não lembrava de nada daquilo, não cheguei a me sentir culpado de verdade. Perguntei por que ele resolveu me contar agora, e ele respondeu apontando pra minha cara, que eu tava pelado (mesmo me cobrindo com a toalha o pau duro), dizendo que aquilo fez ele lembrar. Ele fez uma pausa e me perguntou por que eu me incomodava dele dar a bunda pra outros caras: porque eu sou guarda-costas nato ou porque eu quero que a gente transe. Não soube o que responder, fiquei intimidado com a atitude tão direta dele. Ele sentou do meu lado na cama... E por mais que eu soubesse qual era o plano dele, reagi como qualquer irmão faria, como se não estivesse tudo já mais que pronto pra trepar. Pra mim ele ainda era meu mano, por mais que tivesse se entregando. Cortei o barato, falei que tava me sentindo um lixo (porque era verdade), e peguei o busão pra casa do meu velho. Ia ir no dia seguinte porque minha filha tava lá com o avô, mas fui direto naquela noite mesmo que estivesse um frio do caralho. Quando cheguei lá, nem consegui conectar com minha filha, fiquei o tempo todo pensando nessa parada do meu irmão, tentando me agarrar no que restava de moral pra não acabar indo atrás dele, pensava que pelo que fiz com ele quando era moleque, eu não mereço nem tocar nele, ou seja, tava tudo sujo desde uns dez anos atrás e eu nem sabia. Me fiz de besta, mas a verdade é que me arrependi. de não ter entrado na dele em casa e comido ele naquela mesma noite. No dia seguinte, passei o dia com a minha mina, mas com a cabeça totalmente em outro lugar... Ainda por cima, chegou uma mensagem fantasma no WhatsApp dizendo como tinham macetado bem meu irmão. Não tinha o número salvo, xinguei, ninguém respondeu, fiquei puto pra caralho, igual naquela vez que fiquei possesso com meu mano, deixando a bunda dele vermelha de tanto tapa, coitado. Tinha vergonha de ter um irmão viado, mas ao mesmo tempo eu comia ele. Tava confuso pra cacete, mas aí veio a pergunta que meu irmão me fez: se a parada é que eu sou um guarda-florestal. E não. Com aquela mensagem anônima, me toquei de vez que a parada é que tenho ciúmes, inveja e muito tesão acumulado. Foi um dia de merda fingindo pro meu pai e pra minha mina que tava tudo bem, sabendo que, por mais culpado que me sentisse por ter comido ele bêbado de doido, eu ia voltar pra casa e pegar minha vez de arrebentar aquele rabo. De todas as picas que tão comendo ele, agora ia ser a minha vez, porque entre todos eles, é a mim que o corpo dele mais pertence, por ser nada mais nada menos que o IRMÃO, o irmão mais velho, que ainda por cima fui o primeiro a inaugurar aquele cu!! Pronto, falei pra mim mesmo. Cada segundo que passava, eu ficava mais bitolado e até pensei que, se ele não trouxesse o assunto de novo... eu ia trazer. Na mesa, cara a cara. Juro que sentia nos meus ovos que, quando voltasse pra casa, algo forte ia rolar. Tava muito pirado. Lá pelas cinco da tarde, mando mensagem pra ele, pergunto se vai jantar em casa ou se vai sair pra algum lugar, pra saber se levo comida da casa do meu pai. Ele diz que não tava no nosso apê, e sim na casa de uma amiga dele, que ia usar o apê dela no fim de semana enquanto ela passava com o namorado em Gessel, acho. Juro que na hora sussurrei pra mim mesmo: "ainda bem que você não tá em casa, maninho..." e pensei: "...senão eu ia te comer de novo". E na hora ele manda: "vem aqui" e passa a localização. Embora meu pau tivesse pulsando e saindo uma gotinha de porra por minuto de tão obcecado que eu tava com o assunto, a única coisa que ainda me incomodava era o "depois". Mas vontade não faltava, a essa altura, então topei. Respondi só "ok", de tão excitado que fiquei com a mensagem dele. Me despedi da minha filha, tirei uns trocados do meu velho pra um Uber, pra chegar rápido, e fui pro Parque Chas, que era onde ficava o apartamento. Toquei a campainha e pela vidraça vejo meu irmão saindo do elevador, atravessando o hall de pijama rosa clarinho, regatinha, shortinho e pantufas brancas. Claramente tudo roupa da amiga. Ele sorri enquanto abre a porta e eu entro. Me beija o rosto e anda na minha frente de volta pro elevador. A Booty ficava linda naquele pijama. Enquanto subíamos até o último andar, mostro a mensagem de putaria que me mandaram naquele dia. Ele riu nervoso e disse que não conhecia o número nem a foto de perfil. Mostrei pra quebrar o gelo, passar indiretamente que me enlouquece ele ser tão vadia e ter coragem de agarrar a bunda dele. Fiz isso. Quando vejo que ele sorri, seguro ele pela cintura suavemente e fico por trás, encostando meu pau que acordou só de ver ele com aquela roupinha rosa. Beijei o pescoço dele por uns segundos, tipo nos cumprimentando de verdade ali, passando tudo que sinto naquele gesto, encostando e beijando o pescoço. Ele passou a mão no meu cabelo, acariciou minha cabeça... viro o rosto dele e a gente se beija, enquanto eu amassava a Booty dele... uma loucura!!! Foi muito intenso. Isso eu não planejei nem fodendo, mas aconteceu assim. A porta do elevador abriu e não me importou nada, atravessamos o corredor como dava enquanto eu continuava amassando ele sem conseguir me desgrudar. Tava feito um bebê por aquela Booty, precisava chupar ela. Quando ele tenta abrir a porta com a chave, sussurro "roupinha bonita a sua" e ele fala "é da minha amiga... Ela tem calcinhas fio dental também". Imaginei aquela bunda de calcinha fio dental e fiquei doido. Entramos na casa da Garota, fico amassando a pica na pijaminha dela por mais um tempo até que ela vira de frente pra mim e fala "a cama é pra lá", e sai andando. Eu sigo, deixei a sacola de comida que trouxe da casa do meu velho por ali. O lugar era bonito, pequeno mas chique, arrumadinho, limpo, dava pra ver que a gostosa tinha grana, luzes reguláveis, estavam baixas, suaves. Ela me leva pro quarto, tinha uma janela enorme no lugar da parede, cortinas compridas e do outro lado uma sacada. A cama era box de casal. Ela pergunta se eu fecho as cortinas, tipo dando a entender "vou te foder como os deuses", e eu falo, "não tô nem aí, deita de bruços" enquanto tiro os tênis com os próprios pés, desabotoando a calça; ela fica me olhando enquanto vê a pica dura balançando quando tiro a cueca, eu viro ela, posiciono na cama com a bunda minúscula pra cima, abaixo a pijama achando que ia ter fio dental mas tava de cueca de homem, tiro e por baixo a piranha tava de fio dental bem feminina, com estampa de coraçõezinhos. Meto a boca no cu dela sem tirar o fio dental de lado, queria encharcar de baba igual um cachorro. Depois de um tempo tiro e vejo a bunda dela completamente nua, linda na minha frente. Só de ver, perdoei o quanto essa bunda é gostosa, beijei as nádegas que ela vem treinando há tanto tempo, estavam bem firmes, lambi as laterais do buraquinho e enfiei a língua no cu como um faminto, sentindo gosto de carne assada. Foi tudo que fiz naquela noite, chupei o cu dela sem parar de adorar por todas as tentações que me fez passar, as vezes que percebi como ele é lindo, a inveja que senti dos montes de caras que enfiam a pica nele... E como me desculpando com aquele cu por ter batido tão forte naquela vez. Ela não dizia nada, parece que entendeu que não ia rolar mais que aquilo, que eu precisei muito daquela hora e meia que fiquei enterrando minha cara entre aquelas nádegas... meu nariz naquele anel carnudo, lindo. Brinquei igual porco desse jeito, fazendo ouvir meus chupões, minhas lambidas, me diverte muito fazer barulhos molhados quando chupo uma buceta ou um cu, e quando cansei de fazer as pazes com aquele rabo, deitei com ele. Meu pau estava meio duro e não precisei foder ele ali mesmo. Bateu um cansaço tão grande que me deu um sono do nada, nem imaginava o quanto eu tava estressado, e agora ter a foda garantida me deu tranquilidade. Contei bem resumido pra ele e ele entendeu. Fizemos colherinha e dormimos. Tenho certeza que, mesmo eu não roncando, naquela noite devo ter roncado um pouco. De manhã quando acordei, como sempre de pau duro, me encontro sozinho na cama e ouço ele na cozinha, fazendo barulho com alguma coisa. Visto a cueca, levanto sem me preocupar com minha ereção e vejo ele parado na bancada cozinhando alguma coisa, pelado e com a bermuda da noite passada, descalço. Ele me dá bom dia, mas eu não dou pra ele. Sem perder um segundo nem falar nada, chego por trás, abaixo o pijama dele, e chupo meu dedo pra enfiar. Entrou divino. Eu amo uns bundões, entre peitos e bundas fico com as bundas, mas essa era do meu irmão. Será que eu seria tão filho da puta de arrombar o cu do meu irmão? Evidentemente que sim. Enfiei a cabeça do pau, ele segurou minha mão e cuspiu na minha palma pra eu lubrificar mais o rabo dele. Passei um pouco da saliva dele no meu ferro também e entrou que nem uma luva. Não dá pra explicar o gostoso que foi deslizar por aquele cu até bater nas minhas bolas... Fodemos de pé, com a força e a vontade que a gente tava guardando há um tempão. No meio da foda, não pude evitar pensar no que nossos pais pensariam se nos vissem naquele momento. Não me impediu. Fodi como um animal por um bom tempo, devem ter sido uns dez, quinze minutos, os gemidos de viado dele me fizeram gozar, porque quando comecei a bater na bunda dele com minha pélvis, ele foi se transformando em mulher nas respirações, se deliciava como uma gostosa. Nunca ouvi ele assim, um som que me excita só de lembrar. Combinado. Acabei soltando tudo lá dentro, ele pediu, sussurrando como conseguiu, entre as porradas que eu dava enquanto comia ele. "A porra... Dentro... Dentro". Um dos melhores orgasmos, com certeza. No top cinco. Beijei uma nádega dele e fui tomar um banho porque ontem à noite e agora na foda eu tinha suado pra caralho, por causa do ar. Além disso, o banheiro era muito bonito, dava vontade. Tomamos café da manhã conversando sobre um monte de coisas de calças completamente arriadas, acabei contando que uma vez eu já tinha ficado com um cara, contei aquela história da viagem de formatura, e que ele (meu irmão) me lembrava bastante aquilo (porque ele se deixa comer num banheiro público, igualzinho como eu comi o cara da viagem). Quando terminamos de tomar café, fomos comprar no chinês alguma coisa pro almoço. Teve uma nova fodida no elevador quando voltávamos, igual ontem à noite, mas dessa vez a gente andou do elevador até a porta do apartamento transando. A adrenalina de alguém nos ver no corredor era tremenda, ele quase não conseguia abrir a porta com a chave. Quando entramos, meti um tempo ali mesmo, colados na porta, porque eu não conseguia parar, era muito intenso tudo que finalmente estava acontecendo. Ele me levou pro quarto e ficou de quatro na pose de ontem à noite. Aquele buraquinho pedia mais pau. Enfiei de novo no cuzinho dele e bati massa como se não houvesse amanhã. Com o prazer que eu sentia, não só não me importava mais que ele fosse meu irmão, como me excitava ainda mais quando pensava que somos do mesmo sangue. ISSO é luxúria, isso é tarado: a falta de respeito. E eu adorava imaginar o que meus pais diriam, parte do tesão era isso, mandar todo mundo pra puta que pariu por um bom tempo. Bem irreverente, comendo. Quando tirei o pau pra ordenhar a porra em cima da bunda dele, ele se virou pra se acomodar entre minhas pernas, queria que eu gozasse no peito dele. Chegou na hora porque eu já tava gozando. A porra espirrou tanto que acertei um tapa na bochecha dele, quase arranquei um olho. O pescoço ficou banhado e ele adorou. Pouco depois, quando terminamos de almoçar, ele soltou que a história de que eu tinha comido ele de bobeira foi uma mentirinha pra me animar a transar. Ele falou isso rindo, sem perceber que ia me deixar puto da vida. Comecei a questionar na brincadeira, mas a indignação foi tomando conta de verdade. Resumindo, discutimos, e achei um absurdo ele ter me feito acreditar que fiz uma parada dessas. Gritei pra ele que, por me sentir culpado por achar que estuprei meu irmãozinho, eu poderia ter me matado no dia anterior, e a culpa seria dele. Levei ao extremo pra ele entender que eu tava putasso. Desconheci ele. Levantei da mesa e fui pro nosso apê. Desde aquele dia, fiquei refletindo muito sobre a foda desse fim de semana, foi MUITO louco. O sexo foi uma loucura, então não descarto transar com ele de novo. Agora estamos brigados, não tô falando com ele, a gente se cruza pouco no apê, por causa do trampo. Mas sei que a bunda do meu irmão tá disponível pra qualquer futuro em que eu queira inseminar ele de novo😎 Amanhã, que é Dia dos Pais, a gente tem que se encontrar pra comer com o velho. Será que sou tão filho da puta a ponto de comer ele na casa do meu pai bem numa data dessas? Simmm...! Kkkk 🤣 Depois da sobremesa, imagino, quando já tiver sono, talvez... É que talvez eu leve uma gatinha que vem me escrevendo e foda-se com ela. Se der pra aguentar os dois, vejo como me divido. Mas ainda quero deixar o otário na penitência. Que ele sinta falta da minha pica, por ter sido cuzão. Valeu, punheteiros, por me apoiarem!

4 comentários - Abri o cu do meu irmão viado

No pude evitar pajearme . Gracias loco . Debe tener un hermoso culo tu bro
Sí, muy jodida mi suerte pero me tocó jajjaa ojalá te pase
@Martinez2230 me gustaría enfiestarme con ustedes