Continuando a história
Mesmo estando fisicamente exausto, minha cabeça não me deixava dormir. Foi muito intenso o que vivemos naquela noite, comendo ela na frente do Tito, sentindo o olhar dele fixo no meu pau. Dava pra ver a inquietação dele de tocar, sentir, acariciar, mas com certeza ele deve ter pensado que era demais pra um primeiro encontro. E a mulher dele, ou melhor, "nossa" mulher, era uma fera que a cada dia ficava mais indomável.
No outro dia não pude falar com a Vero, mas a vi no jardim dela e fiquei tranquilo sabendo que estava tudo bem com o marido quando ela piscou pra mim e jogou um beijo no ar. Uns dias depois, saindo da casa do Sérgio (se você leu meus posts já sabe), a vejo caminhando com umas sacolas do mercado, e como bom vizinho, ajudo e entro até a cozinha com as coisas mais pesadas. Lá ficamos, conversando sobre tudo que aconteceu naquela noite. Ela me contou que tinha excitado muito ela estar dando na frente do marido. Eu disse que pra mim foi um pouco estranho no começo, mas depois de um tempo comecei a gostar. E aí a Vero me contou o que aconteceu quando eu fui embora:
Vero – Viu como ele foi embora com o pau duro?
Sam – Não, na real, não olhei o volume dele, hahaha
V – Tava a mil, e quando entrei no quarto, ele tava me esperando pelado e de pau duro
S – E o que você fez?
V – A primeira coisa que fiz foi sentar na cara dele, obrigando ele a sentir todos meus fluidos e tua porra.
S – Ele gostou?
V – Haha, se gostou? Nunca tinha me chupado o cu, mas ele me fez gozar algumas vezes. Desesperado ele chupava, e de vez em quando parava pra respirar, hahaha. Eu tava pegando fogo, imagina, recém comida, com teu cheiro por todo lado, recebendo a língua do meu marido, e minha cabeça pensando que a gente tava realizando a fantasia dele. Na segunda gozada, sinceramente não sei se fiz xixi, porque senti tanto fluido escorrendo… coitado… quase se afogou… não conseguiu engolir tudo.
S – Imagino, a cabeça do pau dele deve ter explodido de tanta excitação
V – Com certeza… Um par de vezes ele Eu ouvi ele balbuciar, mas eu estava totalmente fora de mim. Em um dado momento prestei atenção e ele disse algo tipo: "Sempre quis te pegar assim, recém comida e cheia de porra… Te amo"
V – Não sei se foram as palavras dele, mas me fez gozar pela terceira vez.
S – Ótimo!
V – E aí eu me levantei, olhei pro pau dele que ainda estava durão, e comecei a chupar, como faço com você, pau, bolas, um pouco de beijo negro… Quando ele estava quase gozando, pedi pra ele abrir bem os olhos e me olhar, pra poder curtir sua putinha recebendo a semente dele na boca. Claro que cheguei perto da cara dele e dei um beijão, deixando ele saborear a própria porra.
Nesse ponto da conversa, eu estava com tesão vazando por todo lado, tinha a calcinha molhada, mas não sabia se eram meus fluidos ou do Sérgio…
S – Vamos, amor, quero recriar aquele momento que você teve com o Tito, me obrigue a comer seu cuzinho – digo pegando ela pela mão e tentando levá-la pro quarto.
V – Não, bebê, eu também estou com vontade, mas olha que horas são, a qualquer momento começam a chegar os funcionários do Corneto.
Levo a mão dela pro meu pau duro e encharcado, meto minha mão por baixo da sua minissaia (sempre de minissaia, mostrando suas lindas pernas) e digo:
S – Tá vendo como eu estou? Pelo menos deixa eu levar seu cheiro…
Assim mesmo, em pé, viro ela de costas, faço ela se inclinar um pouco pra frente, apoiando as mãos na parede, tiro a calcinha dela (fiquei com ela de lembrança) e lambi por alguns segundos a bunda e a buceta, impregnando minha barba com seus fluidos pra poder sentir o cheiro dela o dia todo.S– Pronto, já posso ir me masturbar em paz… Esta noite você vai fazer algo? Me avise cedo, senão vou procurar alguma putinha que queira foder… V – Como assim você vai procurar uma putinha para foder? S – Se não quer que eu foda com outra, você sabe bem o que deve fazer… E fui embora dando um beijo super carinhoso. Ao entrar em casa fui direto para meu quarto, me despi, enfiei um pau que usava como consolo, e com seu thong molhado e cheiroso, comecei a me masturbar pensando em Sergio e em Vero. Dá para dizer que eu já estava com tesão, me deu uma ereção (pequena mas leitosa), sentia o cheiro da Vero o dia todo, fiz algumas punhetas, e claro, não desperdicei a porra. Mas minha vizinha amada queria continuar a festa e me liga. V – Oi amor, você me deixou com tesão esta manhã, quero te foder. S – Oi gostosa, eu também quero, mas meus amigos estão aqui, e daqui a pouco vamos para a piscina V – E eu, o que faço com esse tesão? S – Fode com o Tito!! V – Você acha? S – Claro que sim, tantos anos esperando que ele te toque, e agora que já está rolando alguma coisa você vai deixar passar as oportunidades? V – E se ele só quer ficar comigo porque fiquei com você? S – Não sei, se ver que ele não está com tesão, fala que hoje cedo você estava fodendo comigo e não tomou banho, para ver se ele “acende” V – Tá bom, mas se eu precisar de ajuda te ligo e você vem correndo me foder S – Gata! Você sabe o que dizer para me convencer, hahaha. Vai lá, qualquer coisa me liga e eu vejo o que fazer. Beijo. No outro dia eu ligo para ela, para saber o que tinha acontecido, e ela me diz – Vem aqui hoje à noite jantar e você vai descobrir o que aconteceu ontem – e desliga. Eu, que tinha ido para a piscina com meus amigos usando o thong da Vero e ainda estava com ele, fiquei com o pau duro só de imaginar que ela tinha fodido com o marido. Queria já fazer uma boa punheta, mas preferi guardar toda minha energia para o jantar, que parecia promissor. Já no jantar, conversávamos sobre bobagens, nervosos, como com vergonha. Mais tarde, tomando um licorzinho, Vero se retira por uns instantes e volta totalmente nua, linda, diria que a vi mais linda do que nunca. Caminhando devagar, seus seios grandes dando pequenos saltos pela suavidade de sua caminhada. Movendo os quadris como se houvesse uma multidão atrás dela olhando para aquelas nádegas brancas. Ela para na frente do seu marido, dando as costas para mim, e se inclina para dar-lhe um beijo, mostrando-me, por não dobrar os joelhos, sua linda buceta e seu precioso e imaculado bumbum, como se estivesse me oferecendo. Depois de comer bem a boca do Tito, ela me faz sinais para que eu me aproxime. E como não queria fazê-la esperar, arranquei minhas roupas e fui direto para aquela flor, dedicando algumas boas lambidas em ambos os buracos enquanto ela continuava beijando-o ou simplesmente abraçada a ele. Às vezes, eu tirava meu rosto daquela delícia, para poder apreciá-la com os olhos, e comecei a notar seu bumbum, cada vez mais dilatado, como se estivesse entrando em confiança. Nunca o tinha visto assim, embora já o tivesse chupado algumas vezes, nunca tinha se aberto, e muito menos deixado eu colocar um dedo ou algo assim. Tinha me custado muito trabalho fino conseguir que ela me deixasse chupá-lo, era como se ela tivesse medo de usá-lo. Mas naquela noite, embora não houvesse penetração anal, exceto pela ponta da língua, senti que tinha encontrado a luz, hahaha.
Voltando ao assunto, depois de fazê-la gozar algumas vezes, ela me pediu para comê-la, ao que acedi de bom grado. Tito ainda estava na mesma posição, sentado na poltrona, abraçado pela Vero, que o usava como apoio e de vez em quando dava um beijo nele ou dizia algo no ouvido dele. Vero tem outro lindo gozo, bem molhado, eu quase não aguentava, mas aproveitei seu orgasmo para sair e sugerir uma mudança de posição, não só para baixar o nível e poder continuar metendo nela, mas também para descansar um pouco as pernas.
Foi assim então, fomos para a cama dela e ficamos na posição papai e mamãe. Já não aguentava mais, e alguns segundos depois da Vero gozar pela quarta vez, comecei a gozar dentro dela, enchendo-a de porra, transbordando sua buceta. Quase sem me deixar respirar, Titome pede gentilmente (digamos) que eu me afaste, e começou a chupar sua buceta supermolhada e leitosa.Eu estava feliz pela minha putinha, depois de tantos anos, ela finalmente estava tendo um pouco de sexo com seu primeiro amor (até que eu apareci). Enquanto ele devorava avidamente meu néctar e o da Vero, ela me olhava com uma expressão que misturava alegria com a satisfação do dever cumprido, como se a culpa de o Tito não tê-la tocado por 11 anos fosse dela. Depois de um tempo, a Vero goza, soltando uns gritos bem altos, que me tiraram daquele transe "amoroso" em que eu estava, pensando nela, e voltei à minha "tarefa", comê-la. Na hora já estava de pau duro de novo, pronto para outra rodada, mas em vez de penetrá-la, pedi que ela me chupasse. Ela me deu um boquete fenomenal, cada vez melhor ela fazia. Quando acaba, fica com toda a porra na boca e vai direto beijar o Tito, que feliz engole todo o prêmio. Em seguida, começa a chupar ele, claro, ele a segurou nos braços enquanto eu a comia na sala, depois tomou toda a porra da sua buceta, da sua boca, e ele já não aguentava, a pica dele ia explodir de tanto tesão. Eu, enquanto isso, a contemplava, totalmente extasiado, apreciando sua beleza, e pela primeira vez pude ver em detalhe todos os seus gestos, seus movimentos, um luxo. Infelizmente o show durou muito pouco, o Tito gozou na hora. A Vero se levanta, abre a boca mostrando toda a porra na língua, e vem até mim, me dando um beijão, passando toda a porra do marido. Dá pra dizer que agora éramos oficialmente "irmãos de porra" com o Tito. Depois de curtir esse beijo, achei melhor me retirar e deixá-los sozinhos, para que continuem.se aproveitando como marido e mulher. Me despedi, peguei minhas coisas e, pelado como estava, saí para cruzar o pequeno muro que separava nossos jardins, evitando qualquer possível olhar de vizinho indiscreto.
Mesmo estando fisicamente exausto, minha cabeça não me deixava dormir. Foi muito intenso o que vivemos naquela noite, comendo ela na frente do Tito, sentindo o olhar dele fixo no meu pau. Dava pra ver a inquietação dele de tocar, sentir, acariciar, mas com certeza ele deve ter pensado que era demais pra um primeiro encontro. E a mulher dele, ou melhor, "nossa" mulher, era uma fera que a cada dia ficava mais indomável.
No outro dia não pude falar com a Vero, mas a vi no jardim dela e fiquei tranquilo sabendo que estava tudo bem com o marido quando ela piscou pra mim e jogou um beijo no ar. Uns dias depois, saindo da casa do Sérgio (se você leu meus posts já sabe), a vejo caminhando com umas sacolas do mercado, e como bom vizinho, ajudo e entro até a cozinha com as coisas mais pesadas. Lá ficamos, conversando sobre tudo que aconteceu naquela noite. Ela me contou que tinha excitado muito ela estar dando na frente do marido. Eu disse que pra mim foi um pouco estranho no começo, mas depois de um tempo comecei a gostar. E aí a Vero me contou o que aconteceu quando eu fui embora:
Vero – Viu como ele foi embora com o pau duro?
Sam – Não, na real, não olhei o volume dele, hahaha
V – Tava a mil, e quando entrei no quarto, ele tava me esperando pelado e de pau duro
S – E o que você fez?
V – A primeira coisa que fiz foi sentar na cara dele, obrigando ele a sentir todos meus fluidos e tua porra.
S – Ele gostou?
V – Haha, se gostou? Nunca tinha me chupado o cu, mas ele me fez gozar algumas vezes. Desesperado ele chupava, e de vez em quando parava pra respirar, hahaha. Eu tava pegando fogo, imagina, recém comida, com teu cheiro por todo lado, recebendo a língua do meu marido, e minha cabeça pensando que a gente tava realizando a fantasia dele. Na segunda gozada, sinceramente não sei se fiz xixi, porque senti tanto fluido escorrendo… coitado… quase se afogou… não conseguiu engolir tudo.
S – Imagino, a cabeça do pau dele deve ter explodido de tanta excitação
V – Com certeza… Um par de vezes ele Eu ouvi ele balbuciar, mas eu estava totalmente fora de mim. Em um dado momento prestei atenção e ele disse algo tipo: "Sempre quis te pegar assim, recém comida e cheia de porra… Te amo"
V – Não sei se foram as palavras dele, mas me fez gozar pela terceira vez.
S – Ótimo!
V – E aí eu me levantei, olhei pro pau dele que ainda estava durão, e comecei a chupar, como faço com você, pau, bolas, um pouco de beijo negro… Quando ele estava quase gozando, pedi pra ele abrir bem os olhos e me olhar, pra poder curtir sua putinha recebendo a semente dele na boca. Claro que cheguei perto da cara dele e dei um beijão, deixando ele saborear a própria porra.
Nesse ponto da conversa, eu estava com tesão vazando por todo lado, tinha a calcinha molhada, mas não sabia se eram meus fluidos ou do Sérgio…
S – Vamos, amor, quero recriar aquele momento que você teve com o Tito, me obrigue a comer seu cuzinho – digo pegando ela pela mão e tentando levá-la pro quarto.
V – Não, bebê, eu também estou com vontade, mas olha que horas são, a qualquer momento começam a chegar os funcionários do Corneto.
Levo a mão dela pro meu pau duro e encharcado, meto minha mão por baixo da sua minissaia (sempre de minissaia, mostrando suas lindas pernas) e digo:
S – Tá vendo como eu estou? Pelo menos deixa eu levar seu cheiro…
Assim mesmo, em pé, viro ela de costas, faço ela se inclinar um pouco pra frente, apoiando as mãos na parede, tiro a calcinha dela (fiquei com ela de lembrança) e lambi por alguns segundos a bunda e a buceta, impregnando minha barba com seus fluidos pra poder sentir o cheiro dela o dia todo.S– Pronto, já posso ir me masturbar em paz… Esta noite você vai fazer algo? Me avise cedo, senão vou procurar alguma putinha que queira foder… V – Como assim você vai procurar uma putinha para foder? S – Se não quer que eu foda com outra, você sabe bem o que deve fazer… E fui embora dando um beijo super carinhoso. Ao entrar em casa fui direto para meu quarto, me despi, enfiei um pau que usava como consolo, e com seu thong molhado e cheiroso, comecei a me masturbar pensando em Sergio e em Vero. Dá para dizer que eu já estava com tesão, me deu uma ereção (pequena mas leitosa), sentia o cheiro da Vero o dia todo, fiz algumas punhetas, e claro, não desperdicei a porra. Mas minha vizinha amada queria continuar a festa e me liga. V – Oi amor, você me deixou com tesão esta manhã, quero te foder. S – Oi gostosa, eu também quero, mas meus amigos estão aqui, e daqui a pouco vamos para a piscina V – E eu, o que faço com esse tesão? S – Fode com o Tito!! V – Você acha? S – Claro que sim, tantos anos esperando que ele te toque, e agora que já está rolando alguma coisa você vai deixar passar as oportunidades? V – E se ele só quer ficar comigo porque fiquei com você? S – Não sei, se ver que ele não está com tesão, fala que hoje cedo você estava fodendo comigo e não tomou banho, para ver se ele “acende” V – Tá bom, mas se eu precisar de ajuda te ligo e você vem correndo me foder S – Gata! Você sabe o que dizer para me convencer, hahaha. Vai lá, qualquer coisa me liga e eu vejo o que fazer. Beijo. No outro dia eu ligo para ela, para saber o que tinha acontecido, e ela me diz – Vem aqui hoje à noite jantar e você vai descobrir o que aconteceu ontem – e desliga. Eu, que tinha ido para a piscina com meus amigos usando o thong da Vero e ainda estava com ele, fiquei com o pau duro só de imaginar que ela tinha fodido com o marido. Queria já fazer uma boa punheta, mas preferi guardar toda minha energia para o jantar, que parecia promissor. Já no jantar, conversávamos sobre bobagens, nervosos, como com vergonha. Mais tarde, tomando um licorzinho, Vero se retira por uns instantes e volta totalmente nua, linda, diria que a vi mais linda do que nunca. Caminhando devagar, seus seios grandes dando pequenos saltos pela suavidade de sua caminhada. Movendo os quadris como se houvesse uma multidão atrás dela olhando para aquelas nádegas brancas. Ela para na frente do seu marido, dando as costas para mim, e se inclina para dar-lhe um beijo, mostrando-me, por não dobrar os joelhos, sua linda buceta e seu precioso e imaculado bumbum, como se estivesse me oferecendo. Depois de comer bem a boca do Tito, ela me faz sinais para que eu me aproxime. E como não queria fazê-la esperar, arranquei minhas roupas e fui direto para aquela flor, dedicando algumas boas lambidas em ambos os buracos enquanto ela continuava beijando-o ou simplesmente abraçada a ele. Às vezes, eu tirava meu rosto daquela delícia, para poder apreciá-la com os olhos, e comecei a notar seu bumbum, cada vez mais dilatado, como se estivesse entrando em confiança. Nunca o tinha visto assim, embora já o tivesse chupado algumas vezes, nunca tinha se aberto, e muito menos deixado eu colocar um dedo ou algo assim. Tinha me custado muito trabalho fino conseguir que ela me deixasse chupá-lo, era como se ela tivesse medo de usá-lo. Mas naquela noite, embora não houvesse penetração anal, exceto pela ponta da língua, senti que tinha encontrado a luz, hahaha.
Voltando ao assunto, depois de fazê-la gozar algumas vezes, ela me pediu para comê-la, ao que acedi de bom grado. Tito ainda estava na mesma posição, sentado na poltrona, abraçado pela Vero, que o usava como apoio e de vez em quando dava um beijo nele ou dizia algo no ouvido dele. Vero tem outro lindo gozo, bem molhado, eu quase não aguentava, mas aproveitei seu orgasmo para sair e sugerir uma mudança de posição, não só para baixar o nível e poder continuar metendo nela, mas também para descansar um pouco as pernas.
Foi assim então, fomos para a cama dela e ficamos na posição papai e mamãe. Já não aguentava mais, e alguns segundos depois da Vero gozar pela quarta vez, comecei a gozar dentro dela, enchendo-a de porra, transbordando sua buceta. Quase sem me deixar respirar, Titome pede gentilmente (digamos) que eu me afaste, e começou a chupar sua buceta supermolhada e leitosa.Eu estava feliz pela minha putinha, depois de tantos anos, ela finalmente estava tendo um pouco de sexo com seu primeiro amor (até que eu apareci). Enquanto ele devorava avidamente meu néctar e o da Vero, ela me olhava com uma expressão que misturava alegria com a satisfação do dever cumprido, como se a culpa de o Tito não tê-la tocado por 11 anos fosse dela. Depois de um tempo, a Vero goza, soltando uns gritos bem altos, que me tiraram daquele transe "amoroso" em que eu estava, pensando nela, e voltei à minha "tarefa", comê-la. Na hora já estava de pau duro de novo, pronto para outra rodada, mas em vez de penetrá-la, pedi que ela me chupasse. Ela me deu um boquete fenomenal, cada vez melhor ela fazia. Quando acaba, fica com toda a porra na boca e vai direto beijar o Tito, que feliz engole todo o prêmio. Em seguida, começa a chupar ele, claro, ele a segurou nos braços enquanto eu a comia na sala, depois tomou toda a porra da sua buceta, da sua boca, e ele já não aguentava, a pica dele ia explodir de tanto tesão. Eu, enquanto isso, a contemplava, totalmente extasiado, apreciando sua beleza, e pela primeira vez pude ver em detalhe todos os seus gestos, seus movimentos, um luxo. Infelizmente o show durou muito pouco, o Tito gozou na hora. A Vero se levanta, abre a boca mostrando toda a porra na língua, e vem até mim, me dando um beijão, passando toda a porra do marido. Dá pra dizer que agora éramos oficialmente "irmãos de porra" com o Tito. Depois de curtir esse beijo, achei melhor me retirar e deixá-los sozinhos, para que continuem.se aproveitando como marido e mulher. Me despedi, peguei minhas coisas e, pelado como estava, saí para cruzar o pequeno muro que separava nossos jardins, evitando qualquer possível olhar de vizinho indiscreto.
1 comentários - Continuando (Parte 6)