Alina en el paseo

Alina en el paseoUma bela praça, hoje localizada frente à Universidade Nacional de Catamarca (UNCa), quando esta não existia, se chama praça Ameghino (acho que em homenagem a Florentino Ameghino), muito bem arborizada e com pouco manutenção, especialmente das luzes à noite, constituía-se em uma vila carinho virtual. Lá costumávamos recuar, ao meio da madrugada, com Alina, que após fogosos beijos e toques por todos os lados, inevitavelmente passávamos para o sexo. A intimidade do ambiente, especialmente no inverno, tornava imprescindível concluir a caminhada noturna com um polvo. Geralmente pegávamos em pé, firmes em alguns árvores que já conhecíamos; ou às vezes, caídos sobre o macio gramado. Havia um velho e abandonado chafariz de água ali, Alina se sentava nele e, nessa posição, geralmente a penetrava como nunca, com suas curtas pernas emlazadas na minha cintura. Não era sempre fácil, pois devia convencê-la e contribuir para baixar sua roupa interior pouco a pouco. Felizmente, nos anos 60 as mulheres não usavam calças, o que constituía uma grande vantagem para o sexo ao ar livre. Essa praça, como lhe chamávamos, teve histórias, nem todas eu participei, que um dia contarei. A chave estava em não permanecer muito tempo ali e estar muito atento, pois a polícia, nos anos do governo de Onganía, quando entrava, fazia estragos entre os jovens. Obrigada Alina por esses belos momentos vividos!!!

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