Me respondió para calentarme

Já faz meses desde que voltamos a conversar e chega o dia em que a gente se vê. Você fica na dúvida se vai me buscar porque não quer que ninguém veja a gente, mas sabe que eu adoro esquentar no carro, então você vem me pegar. Eu entro e a gente não aguenta a vontade de se beijar, pego seu rosto e começamos a nos beijar desesperados, a gente sentia falta um do outro. Começo a tocar sua pica, já sinto ela dura, e quero subir em cima de você, mas você me segura e fala pra irmos pra outro lugar. Eu não quero perder nem um minuto com você e falo pra você dirigir, tiro sua pica pra fora e começo a bater uma punheta pra você, com a língua começo a tocar a ponta e vou descendo, chupo devagar, ela fica toda babada e você morre de vontade de eu meter ela inteira. Você me pega pelo cabelo e mete de uma vez, lágrimas escorrem, mas você curte, eu ouço você gemer. Você me agarra pela bunda e aperta, quer me tocar toda, não aguenta mais de tesão. Chegamos no hotel, enquanto a gente paga, eu me ajoelho e beijo sua barriga, vou descendo, começo a lamber em volta da pica e isso te faz explodir. Você quer me virar e me penetrar com tudo, mas não, você me joga na cama e a gente começa a tirar a roupa. Você beija meu pescoço e desce, aperta meus peitos, me morde e não quer me soltar, me deixa marcada, sabe que eu sempre vou querer suas marcas em mim. Você desce e me chupa, primeiro nas pernas, na lateral da buceta, me faz torcer e começa devagar, bem devagar a me chupar. Eu te seguro pela cabeça e te aperto contra mim, você começa a sentir como eu me molho, continua e continua, eu falo pra você parar e você me segura pelas mãos, coloca elas de lado e continua me chupando. Você sente que eu tô muito excitada e peço pra você meter, adora me ouvir implorar, quero você dentro de mim, mas não, você começa a brincar com a pica em cima de mim, passa ela pela buceta e eu me contorço mais, peço pra você meter e você mete, mas tira rápido, me dá ainda mais vontade de ter você dentro. Eu me arqueio e você fala pra eu me virar. Viro, adoro te ouvir enquanto você me dá ordens. Me viro e você começa a beijar meu pescoço, minha orelha, me morde e com a língua vai descendo pelo meio das minhas costas. Chega na altura da cintura e sabe que é meu ponto fraco, passa a língua suave, minha pele arrepia toda. Você me dá um tapa na bunda pra eu levantar e ficar de quatro, pega o lubrificante anal que tá do seu lado e me manda relaxar. Passa um pouco e começa a me penetrar, devagar, vai entrando aos poucos. Dói, mas eu adoro. Você vai enfiando e tirando de pouco em pouco, me bate na bunda, me aperta. Adora me penetrar e ver como eu tô gostando. Enfia e tira sem parar. Peço pra você parar, mas você tá muito excitado e continua até gozar. Goza dentro de mim, cai em cima de mim, me olha e fala que sentiu minha falta, que sentiu falta de me foder assim, que não tem outra igual a mim. Me viro e te beijo. Você pega o vibrador, coloca na velocidade que sabe que eu gosto, lubrifica e começa a passar em todo lugar: atrás da orelha, descendo nos peitos, também me beija e morde. Continua até chegar na buceta e começa a passar ele em mim. Começa a falar que sou sua, que vai ser sempre assim. Passa o vibrador e eu me contorço de tesão. Você fica excitado de novo me ouvindo gemer e eu não aguento mais. Subo em cima de você, preciso que meta com tudo. Passo lubrificante e começo a enfiar devagar, até sentir ele todo dentro de mim. Começo a me mexer pra frente e pra trás devagar, mas fico com mais tesão. Preciso de mais força. Você me joga na cama, me agarra pelo pescoço e começa a meter com tudo. Fico com mais tesão ainda, sabe que adoro quando você me pega assim. Adoro sentir você perto. Me beija e me penetra cada vez mais forte. Levanta minhas pernas, quer chegar no fundo e sabe que assim eu adoro. Tô quase gozando e você também. Me pede pra segurar, pra aproveitar. Eu não aguento mais, aperto suas costas, te agarro pelo pescoço e te puxo mais pra perto de mim. Quero você sempre assim. E a gente goza junto. Caímos na cama os dois e ficamos abraçados. A gente sentia falta disso, sentia falta da química, de se acabar sem pensar em nada.

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