Esclarecimento 1: essa história não é de minha autoria, foi escrita pelo adrianreload que não está mais aqui no P!, estou repostando porque também gostei muito na época.
Esclarecimento 2: todos os personagens são maiores de idade
Depois daquele encontro agitado de "estudo", segundo a Mili a gente já não tava mais junto, mas pela minha intuição a gente tava mais perto de voltar... depois de 2 meses de agonia, pelo menos agora eu tinha possuído ela 2 vezes. Mesmo sem reconciliação ou perdão à vista, pelo menos o estado das coisas tava bem melhor do que nesses 2 meses de silêncio e distanciamento.
Passou a semana de provas e tudo deu certo pra gente, um par de vezes a Mili me pediu pra ficar na faculdade e ajudar ela a estudar, como minhas provas eram de manhã e as dela à noite, a gente tinha um tempinho no meio pra revisar.
Vendo que a gente era fofoca dos otários da facu de novo, e que a Mili não me queria na casa dela porque das últimas vezes que a gente ficou lá a gente acabou transando. Além disso, a mãe dela já tava lá cuidando do pai dela... não... nem pensar em estudar sob o olhar do velho dela.
A Mili também não queria ir na minha casa, por causa da tentação, lembrando que lá o cu dela sempre acabava pagando pedágio de estadia. Então a gente optou por estudar na biblioteca de outra faculdade, longe da nossa, onde ninguém nos conhecesse e a gente pudesse estudar em paz.
Mesmo assim a Mili chamava atenção e eu não podia falar nada. Eu tinha notado que no tempo que a gente ficou separado, a Mili começou a se vestir um pouco mais recatada, como se não quisesse atrair os homens. Nesses dias que a gente passou junto de novo, ela se vestia mais provocante, como se quisesse me enlouquecer com os vestidos e roupas justas dela... era tipo: Olha, mas não toca...
Dessa vez ela tinha vindo com uma minissaia vermelha e uma blusa branca. Porra... o vermelho da saia dela me fazia sentir como um touro pronto pra meter nela... mas por trás. Só o branco da blusa dela me acalmava, mesmo sendo meio transparente e eu conseguindo ver o sutiã branco dela também... mas quando ela se inclinava... uff... dava pra ver os melões redondos dela...
Como vocês podem ver, ela me deixava louco... mas a Mili tinha me mantido na linha essa semana na facu. Até que no último dia aconteceu uma coisa. Curioso… o normal era que a Mili chamasse atenção por onde a gente passava, mas de repente uma mina começou a me encarar, distraindo eu e a Mili por uns segundos…
— Conhece ela? É sua ex ou algo assim?... — perguntou curiosa.
— Hmm… que eu lembre, não… mas talvez ela seja sapatão e esteja te olhando… — falei disfarçando, e a gente riu. Enquanto isso, na minha cabeça, eu tentava lembrar de onde conhecia aquela garota.
Pouco depois, outra mina chegou na mesa da primeira que tava me encarando, e as duas ficaram me olhando por um tempo, cochichando entre si.
— Isso é estranho… cê não fez um suruba no tempo que a gente ficou separado, né?... — brincou Mili, percebendo que tavam me olhando.
— Nada… talvez tão se perguntando: o que uma mina tão gostosa como você tá fazendo com um cara como eu?... — completei, inflando o ego da Mili, que sorriu incrédula com o elogio. Enquanto isso, por dentro, eu tentava lembrar quem diabos eram aquelas garotas.
Até que chegou uma terceira mina, que me encarou, me cumprimentou com um beijo na bochecha… pegou na minha mão com carinho e me olhou com ternura:
— Oi!... como você tá?... — falou num tom entre brincalhão e safado, enquanto eu olhava pra ela com cara de confuso: e você, quem é?
Em segundos, ela começou a ficar sem graça e a rir histericamente, enquanto as outras duas na mesa da frente também caíram na risada.
— Desculpa… me perdoa… — falou, soltando minha mão, toda corada.
— Parece mesmo… bastante… — disse a primeira mina.
— Quase me confundi também… — completou a segunda.
Naquela confusão, Mili me olhava com cara de surpresa e, por uns momentos, até de ciúme.
— Acho que já deu… assim não vamos conseguir estudar… — falou Mili, séria.
— É verdade… bom, valeu, meninas… — falei, me despedindo das três que ainda riam, mas agora meio nervosas por terem me causado uma treta com a minha acompanhante.
Enquanto eu pegava minhas coisas e seguia a Mili, que já tinha saído mais rápido, por dentro eu pensava… Eu ri com certa alegria. Se as coisas não derem certo com a Mili, tenho que voltar pra essa faculdade, parece que sou famoso… pelo menos tinha um plano B, mas meu plano A (Mili) estava do lado de fora, uma mistura de fúria e ciúmes.
— Quem são essas minas? — ela me recriminou.
— Sei lá… não conheço… — falei, me fazendo de desentendido.
— Pois não parece… — respondeu Mili, irônica.
— Você ouviu elas… se confundiram… — falei na defensiva.
— Certeza que você não veio aqui atrás de garotas quando a gente terminou… — insistiu ela.
— Ei… qual é o seu problema?… tá com ciúmes? — respondi, partindo pra ofensiva.
— Não… não… de jeito nenhum… — disse ela, disfarçando a raiva.
Depois caminhamos em direção à faculdade num silêncio desconfortável enquanto anoitecia…
— Bom, parece que você tem um clone ou um gêmeo nessa faculdade… — ela disse, e completou num tom de vingança: — Talvez eu procure ele, se você é o gêmeo do mal, quem sabe ele é o bonzinho e fiel…
— Haha… e lá vamos nós de novo… ainda tá com ciúmes… larga disso… — falei enquanto andávamos pelos corredores desertos de um prédio administrativo.
— Aiii… é que isso me faz lembrar… o que você fez com aquela louca da Vane… e me dá… aiii… uma raiva… — ela dizia, apertando os punhos.
Num momento, ela parou no meio do corredor, como se estivesse acumulando a raiva… ao perceber que não tinha mais ninguém e que eu fiquei do lado dela esperando. Ela me deu um soco no ombro… na verdade não doeu, foi meio sério, meio brincadeira… mas eu sentia que vinha outra enxurrada de golpes… era tipo a catarse dela de tudo que estava reprimindo…
— Ei… já chega… calma… — eu dizia.
— Como você conseguiu estragar tudo?… a gente estava tão bem… e você se meteu com ela… com aquela piranha… como eu te odeiooo… — replicou Mili furiosa, lembrando de tudo.
E de novo, como se fosse uma brincadeira, começaram os tapas. Por um momento, eu queria rir da birra dela, embora soubesse que isso a deixaria mais furiosa… mas vamos lá, Mili parecia um esquilo brigando com uma árvore. Só me afastei um pouco, Empurrei uma porta e peguei ela pelos braços.
— Ok… já passou… falei, tentando acalmá-la.
— Se você tá certo… disse ela, respirando aliviada… Não, ainda não… respondeu, e me empurrou.
A porta atrás de mim, que parecia fechada, mal estava encostada e cedeu com meu peso. Na verdade, junto com o empurrão da Mili, tropecei porque tinha uma poça d’água no chão.
O fato é que acabei caindo dentro de um quartinho pequeno e mal iluminado, que parecia um depósito de limpeza. Agora entendia por que o chão tava molhado: tinha um balde com água e um esfregão, uma prateleira com produtos de limpeza e uma mesinha.
Minhas nádegas magras amorteceram a queda no chão. Aí sim, invejei a Mili, que com aquele bundão enorme com certeza nem sentia a queda ou quicava, mas eu sofri o impacto e acabei me deitando no chão… enquanto Mili me olhava assustada, tapando a boca.
— Desculpa, desculpa… repetia sem parar.
— Ai, porra… cheguei a reclamar.
— Coitadinho… cê tá bem?... disse ela enquanto me ajudava a levantar.
Ela me fez apoiar na mesa, o que não foi uma boa ideia porque minha bunda tava dolorida… mas eu tava tonto de ter levantado tão rápido, além de que o quarto tava escuro, mal enxergava a Mili entre as estrelinhas que dançavam na minha cabeça.
— Exagerei… foi mal… falou ela, envergonhada, segurando meu rosto pra eu olhar pra ela.
Pelo menos isso funcionou: meus olhos foram focando aos poucos o rosto preocupado dela. Ela me olhou arrependida, com ternura…
— Desculpa, desculpa… repetiu de novo enquanto me beijava as bochechas pra me acalmar.
Os lábios dela na minha pele me deixaram tonto de um jeito diferente. A cada beijo, os lábios dela se aproximavam dos meus… quase roçando neles. Minhas mãos, instintivamente, foram pra cintura dela, pra me apoiar e reconhecê-la melhor naquela luz fraca.
— Mili… ainda te amo… falei, num acesso de lucidez e sinceridade.
— Cê sabe que isso não pode… já não funciona mais… disse ela. tristeza.
Ela ia me dar outra lista de argumentos, e talvez tenha dado, só que eu já não escutava mais, via os lábios carnudos e rosados dela se mexerem, mas não ouvia… só via a proximidade dos lábios dela com os meus, que ela não fugia, que minhas mãos continuavam na cintura dela e que as mãos dela estavam no meu rosto.
Só me restava salvar os poucos centímetros entre nós… beijei ela e ela não resistiu, foi um beijo terno, meus lábios percorrendo os dela, virando a cabeça de um lado pro outro, mal respirando, com uns leves gemidos.
As mãos dela passaram das minhas bochechas pro meu pescoço, meus braços terminaram de abraçar a cintura dela com força, puxando ela pra mim. Os beijos ficavam cada vez mais apaixonados, nossas línguas começaram a entrar em cena e os gemidos ficavam cada vez mais frequentes. A gente se devorava de beijos enquanto se apertava com força.
Deitado contra a mesa, a gente tava quase na mesma altura, meus braços compridos deixavam minhas mãos alcançarem as coxas dela. Instintivamente, minhas mãos passaram pela barra da saia dela, e foram acariciando as pernas dela e subindo devagar até apertar a bunda dela por baixo daquele pano.
– Uhmmmm… Dany, não… tenho prova… – ela falou, reagindo.
Era verdade, faltava menos de uma hora pra prova dela, a gente ainda tava longe da faculdade. Até era um lugar público, mas pelo horário já quase não tinha ninguém… além disso, a gente tava num quartinho… mas a porta tava aberta.
– É verdade… – falei, suspirando e cedendo ao pedido da Mili, tentando ser um bom amigo.
Mili se afastou um pouco de mim e foi devagar até a porta, eu segui ela, por uns momentos tive vontade de pegar na mão dela e puxar de volta pra mim… mas não precisou…
Quando Mili chegou na frente da porta, parou como se estivesse pensando, depois, simplesmente empurrou ela pra fechar… virou de repente e me olhou com uma mistura de carinho e ansiedade, e na sequência veio rápido e me empurrou contra a parede…
– Que seja rápido… – consegui murmurar. enquanto me enchia de beijos de novo.
Praticamente me esmaguei contra a parede, e ela não me deixava respirar, mal consegui reagir, timidamente minhas mãos voltaram pra cintura dela… mas ela queria apressar as coisas e voltar ao que era antes… pegou minhas mãos e colocou nas bundudas dela por baixo da saia.
Não precisei de muito incentivo… comecei a apertar aquelas nádegas gordas, enquanto ela bufava de prazer. Ela tirou as mãos do meu pescoço e enfiou a mão na minha calça até encontrar meu pau duro, soltou ele como pôde, abaixando minha calça de qualquer jeito.
Ao mesmo tempo, eu levantava a saia dela até a cintura, deixando nu aquele rabo imponente que eu ia massageando. Naquela posição não ia rolar nada, então peguei as nádegas dela como se fossem alças e levantei, colocando ela em cima da mesa estreita.
- Ahhh… sim… que forte você é… ohhh… Mili ofegava, satisfeita.
Só faltou afastar a calcinha pequena dela, e eu penetrei aquele buraco molhado, a vagina bem lubrificada dela. Mili cravou as unhas nas minhas costas, mergulhada no prazer, enquanto abria mais as pernas pra me deixar agir.
- Uhm… sim… sim… meu amor assim… uhm… ela dizia excitada.
Depois de tanto tempo, ela me chamar de amor de novo me excitava ainda mais… ainda mais porque eu já tinha declarado que ainda a amava… parecia que isso fez ela se soltar mais.
Comecei a bombar harmoniosamente e com mais força a cada vez, meu pau deslizava na vagina molhada dela, fazendo ela se contorcer de prazer, enquanto meus braços seguravam as pernas dela, com minhas mãos apoiadas na mesa que começava a tremer…
- Ahhh… não… aiii… não… uhm… ela exclamou, arranhando minhas costas de novo.
Ela se contraiu bruscamente enquanto parecia se engasgar de boca aberta. Uns poucos minutos de atrito naquela buceta ansiosa fizeram ela explodir num orgasmo violento do qual tentou escapar ou pelo menos atrasar, mas não conseguiu.
Depois ela relaxou e me abraçou com força, enquanto meu pau continuava enfiado nela. Mili respirava. rapidamente e foi se acalmando, parecia estar curtindo aquele orgasmo vaginal depois de tanto tempo… fazia parecer que as outras fodas na casa dela foram só puro arranque de prazer e que isso era algo mais… que de um jeito louco a gente tava voltando a fazer amor.
Depois de uns instantes, ela me beijou de novo com ternura, como agradecimento, enquanto eu continuava acariciando as pernas dela e meu pau ainda duro esperando outra chance… talvez não desse mais tempo de me satisfazer… mas acho que a Mili adivinhou meus pensamentos…
— Você ainda me ama?... — disse apaixonada.
— Nunca parei de te amar… — respondi e beijei ela.
— Então… se ainda me ama… coloca aqui… — disse toda safada.
Não precisei de muita explicação, sabia o que ela queria dizer, mas deixei ela agir… deixei ela pegar no meu pau e, enquanto se deitava mais e empinava a bunda, apontar pro cu dela ainda insatisfeito… Mili queria sair daquele quarto com os dois buracos satisfeitos… e quem era eu pra negar…
Ajudei ela a se posicionar melhor naquela mesa enquanto as costas dela se apoiavam nas prateleiras. Em seguida, realizei os desejos dela, enfiei meu pau bem fundo nas entranhas… ela não resistiu ao prazer daquela nova invasão no cu guloso dela e puxou minha camisa até nossos lábios se fundirem num beijo gostoso.
— Uhmmm… que delíciaaa… como você arrebenta minha buceta do cuzão… — gemia satisfeita.
Tudo bem que era um prédio quase vazio, mas não era pra fazer escândalo, pensei enquanto tapava a boca dela. Me ajeitei melhor e enfiei meu pau até a raiz, o que fez as pupilas dela saírem das órbitas, vi nos olhos semicerrados dela só o branco… ela tava adorando.
Continuei socando ela contra o móvel, a mesa tremia, as prateleiras balançavam e caía pano e utensílio de limpeza em cima da gente, mas não tava nem aí.
— Não para, por favoooor… continua… continua… uhmmm… — pedia Mili, mesmo que o mundo tivesse caindo sobre nós.
Via através da blusa transparente dela o vai e vem dos peitos meus peitos, consegui com esforço abrir a blusa, levantar o sutiã dela e chupar os bicos dela enquanto a Mili se contorcia de prazer…
- Nãooo… de novo… nãooo… Ouuu… Uhmmm… exclamou satisfeita se retorcendo.
Ela gozou num orgasmo tão gostoso, o corpo dela se contraía tão deliciosamente que me fez mergulhar naquele prazer… meu pau começou a pulsar…
- Ufff… vou gozar também… exclamei…
- Não, não… na minha roupa não… disse ela me afastando.
Recuei um pouco procurando um balde ou pote onde espalhar a porra que mal conseguia segurar, apertando meu pau…
- Vem, faz aqui… disse ela se ajoelhando e abrindo a boca.
Bestificado, não consegui recusar, só deixei ela puxar meu pau pra boca dela, que por um momento pareceu tímida e não cuspiu nada. Vendo meu sofrimento por ter segurado pra não esvaziar meus fluidos no cu dela, a Mili, prendada, começou a estimular meus canos… pra aliviar a pressão.
- Não se preocupa… já vai sair… me animou enquanto começava a me bater uma punheta.
Percebendo que a massagem com a mão não tava adiantando, incluiu a boca na operação, os lábios molhados dela me relaxaram… não demorou pra fazer efeito.
- Aiiii… ufff… Siiiim… finalmente… exclamei satisfeito
Agora sim meu pau expulsou todo o arsenal, comecei quase a tremer de alívio… enquanto a Mili engolia tudo de bom grado. Sentia a garganta dela se contrair, pra engolir tudo e deixar ela respirar… por momentos eu queria me afastar… mas ela não deixava, me mantinha preso na boca dela, me segurando pela cintura.
Com certeza tava com medo de eu sujar ela, não queria chegar na prova dela com gotas de porra no cabelo ou no rosto, igual no filme Quem Vai Ficar com Mary?… onde a porra pendia da orelha do Ben Stiller e acabou como gel de cabelo da Cameron Diaz.
Menos ainda com vestígios de porra na blusa imaculada e branca dela ou na saia… seria motivo pra falarem dela de novo na facul… diante desses cenários e levada pelo prazer, a Mili optou por engolir toda a porra e não deixar nada. pegada.
Assim que não sobrou nem uma gota de porra pra extrair… Mili se afastou, se permitindo respirar devagar, com os olhos fechados e o rosto pra cima, como se fosse pra não voltar nada… passou a língua pelos lábios melados e suspirou…
Abriu os olhos como se nada tivesse acontecido… me olhou com carinho e um pouco de vergonha, ficando levemente corada… aí caiu em si e me encarou assustada:
— Que horas são?... Minha prova!… — exclamou.
— Merda… temos que nos apressar… — falei me arrumando.
Mili se levantou e começou a se ajeitar, abaixou a saia pra colocar no lugar, apertando à força a bunda volumosa, encaixou os peitos redondos no sutiã e abotoou a blusa. Passou os dedos nos lábios pra ver se tinha algum resto de porra melada… por via das dúvidas, chupou o dedo pra não deixar nenhum vestígio.
Essa ação erótica, que Mili fez por praticidade, fez escorrer outra gota de porra na minha cueca, mas fazer o quê, já não dava mais tempo. Por último, Mili me pediu pra ver se não tinha nenhuma mancha na roupa dela, deu uma volta devagar enquanto eu devorava ela com os olhos e ela sorria de forma provocante, sabendo do efeito que causava em mim e do volume que crescia na minha calça.
— Já… tá ficando tarde… vamos… — disse puxando a porta.
Saímos rápido, mas a poucos metros… ouvimos uma voz atrás da gente:
— O que vocês estavam fazendo aí dentro?... Seus putinhos… — gritaram.
Quando virei, percebi que era um velho zelador, grisalho e gordinho de macacão, que estava guardando os materiais de limpeza no depósito. Mili, apavorada, só conseguiu sair correndo… enquanto eu só fiz um gesto pro velho, como quem pede desculpa.
Pra minha surpresa, o velho zelador, ao ver melhor a Mili e as curvas dela na roupa justa, ficou de boca aberta… aí só fez um gesto de parabéns pra mim e me deixou ir com o polegar pra cima, tipo um like.
Fui pra saída do prédio sorrindo… parecia que minha sorte tava Mudando de assunto, principalmente por causa de eventos fora do meu controle... que, se não tivessem acontecido, teriam feito a Mili nem ousar falar comigo.
A doença lamentável da mãe da Mili, a proximidade das provas para as quais ela não estava preparada por estar preocupada com a mãe, e até agora a confusão com aquelas garotas que ativaram o ciúme dela... tudo isso se juntou pra que agora a Mili diminuísse a resistência dela comigo, cedendo à minha amizade... a gente era tipo amigos com benefícios e tava pintando pra mais...
Pensando nisso, alcancei a Mili na saída do prédio e a gente caminhou rápido pra facul... mesmo num silêncio morno, imagino que por causa dos remorsos dela pelo que rolou, como já tinha acontecido nas duas vezes anteriores, ou talvez tentando lembrar de tudo que estudou antes de entrar na sala do depósito. Pouco antes de chegar, vendo que ainda tinha uns minutos, ela diminuiu a velocidade até parar...
- Danny... só me deixa aqui... ela falou nervosa.
Imaginei que ela não queria que vissem a gente chegando junto, pra não se distrair com os cochichos e fofocas sobre nós. Por outro lado, meu ciúme apareceu, pensei que talvez ela não quisesse que algum outro candidato interessado (que podia ser o Guille) me visse com ela.
- Sobre o que aconteceu... não quero que você crie expectativas... ela disse meio sem graça, vendo que eu não respondia.
Lá vem de novo o sermão de que isso não devia ter rolado e que não vai acontecer mais nada entre nós... bla, bla, bla... e sim... foi isso, mas de um jeito que eu não esperava.
- Tá bom... vai ser do seu jeito... vamos ser amigos... entendi... falei meio entediado.
- Não... você não entende... ela respondeu ficando séria.
- Sim, eu sei... foi meu erro, você não confia em mim, não vai rolar nada entre nós, entendi... retruquei.
- Não... não é só isso... ela disse triste,
- Então o que é?... respondi, pensando que tinha mais alguém, o Guille talvez.
- Amanhã tenho provas... ela falou sobrecarregada.
- Bom, te ajudo a estudar. Então… respondi sem entender.
— Não, esses exames… mas sim… exames médicos… pra saber se eu tenho a mesma coisa… a mesma coisa que minha mãe… — disse ela, quase chorando.
Percebi o pavor que só de pensar na possibilidade de ter câncer causava nela. A Mili tinha até medo de falar essa palavra. Eu tinha estado tão imerso nos meus pensamentos, na minha meta de reatar com a Mili, que não tinha pensado ou imaginado que algo assim poderia acontecer com ela…
— O quê?... mas como… você tá bem?… — perguntei, preocupado.
— Tô… mas se ela tem isso, talvez seja hereditário… tô com medo… — respondeu ela, soluçando.
— Calma, vou com você… — ofereci rapidamente.
— Não… não quero que ninguém passe pelo que meu pai tá passando… — disse ela, se afastando.
Eu precisava entender que não era a primeira vez que a mãe dela tinha uma recaída nessa maldita doença. A Mili tinha crescido vendo a mãe indo e voltando de hospitais, e o pai cuidando da mãe e dela naqueles momentos difíceis ao longo dos anos.
A Mili até viu o pai abrir mão dos sonhos pessoais de seguir a carreira militar, desistir de virar general, o posto mais alto, tudo pra se dedicar à esposa e à filha… e a Mili entendia o quanto aquilo era difícil, e não desejava isso pra ninguém.
Agora eu entendia as palavras dela quando terminou comigo… ela não queria alguém só pra transar gostoso, precisava de alguém em quem confiar, alguém que estivesse ali não só nos momentos de paixão, mas quando tudo virasse de cabeça pra baixo, como agora.
— Seja como namorado ou como amigo, do jeito que você quiser, vou estar com você… não vou me afastar, não vou te deixar sozinha nessa… — respondi, abraçando ela.
Eu sentia que era o que meu coração queria naquele momento, o que minha consciência dizia ser o certo… dizem que a primeira reação é a mais sincera e mostra o que a gente realmente quer… e essa foi a minha reação.
A Mili chorou por uns instantes, uma mistura de medo e raiva pelo câncer que corroía a saúde da mãe dela e que, talvez silenciosamente, pudesse estar nela também. Ter dentro sem perceber ainda. Ela chorava e se agarrava em mim como uma menina buscando proteção.
Depois, reagindo, percebeu o tempo, enxugou as lágrimas com as mãos. Me deu um beijo carinhoso na boca, pra minha surpresa, depois de meses sem fazer isso. Me agradeceu por tudo, e saiu correndo pra sala de aula pra fazer a prova.
Fiquei paralisado vendo a Mili se afastar… por um momento, pensei que preferia que ela me dissesse que tinha outra pessoa, fosse o Guille, ou que tinha voltado com o Javier, ou que se interessou por alguém mais — isso teria sido mais simples… já tinha conquistado o coração dela uma vez, tirando ela das garras do Javier, e sentia que podia fazer de novo com qualquer outro…
Mas como tirar ela das garras do câncer? Como se faz isso?… sempre me preocupei que alguém me afastasse da Mili… fosse o Javier, a Vane ou o Guille… mas nunca imaginei que uma doença pudesse acabar com a gente…
- Vai, porra… para de pensar besteira… isso não vai acontecer… ela vai ficar bem… eu dizia pra mim mesmo.
Assim voltei pra casa, tentando ser positivo… mas aquela sombra de dúvida e negatividade rondava meus pensamentos…
Continua…
Esclarecimento 2: todos os personagens são maiores de idade
Depois daquele encontro agitado de "estudo", segundo a Mili a gente já não tava mais junto, mas pela minha intuição a gente tava mais perto de voltar... depois de 2 meses de agonia, pelo menos agora eu tinha possuído ela 2 vezes. Mesmo sem reconciliação ou perdão à vista, pelo menos o estado das coisas tava bem melhor do que nesses 2 meses de silêncio e distanciamento.
Passou a semana de provas e tudo deu certo pra gente, um par de vezes a Mili me pediu pra ficar na faculdade e ajudar ela a estudar, como minhas provas eram de manhã e as dela à noite, a gente tinha um tempinho no meio pra revisar.
Vendo que a gente era fofoca dos otários da facu de novo, e que a Mili não me queria na casa dela porque das últimas vezes que a gente ficou lá a gente acabou transando. Além disso, a mãe dela já tava lá cuidando do pai dela... não... nem pensar em estudar sob o olhar do velho dela.
A Mili também não queria ir na minha casa, por causa da tentação, lembrando que lá o cu dela sempre acabava pagando pedágio de estadia. Então a gente optou por estudar na biblioteca de outra faculdade, longe da nossa, onde ninguém nos conhecesse e a gente pudesse estudar em paz.
Mesmo assim a Mili chamava atenção e eu não podia falar nada. Eu tinha notado que no tempo que a gente ficou separado, a Mili começou a se vestir um pouco mais recatada, como se não quisesse atrair os homens. Nesses dias que a gente passou junto de novo, ela se vestia mais provocante, como se quisesse me enlouquecer com os vestidos e roupas justas dela... era tipo: Olha, mas não toca...
Dessa vez ela tinha vindo com uma minissaia vermelha e uma blusa branca. Porra... o vermelho da saia dela me fazia sentir como um touro pronto pra meter nela... mas por trás. Só o branco da blusa dela me acalmava, mesmo sendo meio transparente e eu conseguindo ver o sutiã branco dela também... mas quando ela se inclinava... uff... dava pra ver os melões redondos dela...
Como vocês podem ver, ela me deixava louco... mas a Mili tinha me mantido na linha essa semana na facu. Até que no último dia aconteceu uma coisa. Curioso… o normal era que a Mili chamasse atenção por onde a gente passava, mas de repente uma mina começou a me encarar, distraindo eu e a Mili por uns segundos…
— Conhece ela? É sua ex ou algo assim?... — perguntou curiosa.
— Hmm… que eu lembre, não… mas talvez ela seja sapatão e esteja te olhando… — falei disfarçando, e a gente riu. Enquanto isso, na minha cabeça, eu tentava lembrar de onde conhecia aquela garota.
Pouco depois, outra mina chegou na mesa da primeira que tava me encarando, e as duas ficaram me olhando por um tempo, cochichando entre si.
— Isso é estranho… cê não fez um suruba no tempo que a gente ficou separado, né?... — brincou Mili, percebendo que tavam me olhando.
— Nada… talvez tão se perguntando: o que uma mina tão gostosa como você tá fazendo com um cara como eu?... — completei, inflando o ego da Mili, que sorriu incrédula com o elogio. Enquanto isso, por dentro, eu tentava lembrar quem diabos eram aquelas garotas.
Até que chegou uma terceira mina, que me encarou, me cumprimentou com um beijo na bochecha… pegou na minha mão com carinho e me olhou com ternura:
— Oi!... como você tá?... — falou num tom entre brincalhão e safado, enquanto eu olhava pra ela com cara de confuso: e você, quem é?
Em segundos, ela começou a ficar sem graça e a rir histericamente, enquanto as outras duas na mesa da frente também caíram na risada.
— Desculpa… me perdoa… — falou, soltando minha mão, toda corada.
— Parece mesmo… bastante… — disse a primeira mina.
— Quase me confundi também… — completou a segunda.
Naquela confusão, Mili me olhava com cara de surpresa e, por uns momentos, até de ciúme.
— Acho que já deu… assim não vamos conseguir estudar… — falou Mili, séria.
— É verdade… bom, valeu, meninas… — falei, me despedindo das três que ainda riam, mas agora meio nervosas por terem me causado uma treta com a minha acompanhante.
Enquanto eu pegava minhas coisas e seguia a Mili, que já tinha saído mais rápido, por dentro eu pensava… Eu ri com certa alegria. Se as coisas não derem certo com a Mili, tenho que voltar pra essa faculdade, parece que sou famoso… pelo menos tinha um plano B, mas meu plano A (Mili) estava do lado de fora, uma mistura de fúria e ciúmes.
— Quem são essas minas? — ela me recriminou.
— Sei lá… não conheço… — falei, me fazendo de desentendido.
— Pois não parece… — respondeu Mili, irônica.
— Você ouviu elas… se confundiram… — falei na defensiva.
— Certeza que você não veio aqui atrás de garotas quando a gente terminou… — insistiu ela.
— Ei… qual é o seu problema?… tá com ciúmes? — respondi, partindo pra ofensiva.
— Não… não… de jeito nenhum… — disse ela, disfarçando a raiva.
Depois caminhamos em direção à faculdade num silêncio desconfortável enquanto anoitecia…
— Bom, parece que você tem um clone ou um gêmeo nessa faculdade… — ela disse, e completou num tom de vingança: — Talvez eu procure ele, se você é o gêmeo do mal, quem sabe ele é o bonzinho e fiel…
— Haha… e lá vamos nós de novo… ainda tá com ciúmes… larga disso… — falei enquanto andávamos pelos corredores desertos de um prédio administrativo.
— Aiii… é que isso me faz lembrar… o que você fez com aquela louca da Vane… e me dá… aiii… uma raiva… — ela dizia, apertando os punhos.
Num momento, ela parou no meio do corredor, como se estivesse acumulando a raiva… ao perceber que não tinha mais ninguém e que eu fiquei do lado dela esperando. Ela me deu um soco no ombro… na verdade não doeu, foi meio sério, meio brincadeira… mas eu sentia que vinha outra enxurrada de golpes… era tipo a catarse dela de tudo que estava reprimindo…
— Ei… já chega… calma… — eu dizia.
— Como você conseguiu estragar tudo?… a gente estava tão bem… e você se meteu com ela… com aquela piranha… como eu te odeiooo… — replicou Mili furiosa, lembrando de tudo.
E de novo, como se fosse uma brincadeira, começaram os tapas. Por um momento, eu queria rir da birra dela, embora soubesse que isso a deixaria mais furiosa… mas vamos lá, Mili parecia um esquilo brigando com uma árvore. Só me afastei um pouco, Empurrei uma porta e peguei ela pelos braços.
— Ok… já passou… falei, tentando acalmá-la.
— Se você tá certo… disse ela, respirando aliviada… Não, ainda não… respondeu, e me empurrou.
A porta atrás de mim, que parecia fechada, mal estava encostada e cedeu com meu peso. Na verdade, junto com o empurrão da Mili, tropecei porque tinha uma poça d’água no chão.
O fato é que acabei caindo dentro de um quartinho pequeno e mal iluminado, que parecia um depósito de limpeza. Agora entendia por que o chão tava molhado: tinha um balde com água e um esfregão, uma prateleira com produtos de limpeza e uma mesinha.
Minhas nádegas magras amorteceram a queda no chão. Aí sim, invejei a Mili, que com aquele bundão enorme com certeza nem sentia a queda ou quicava, mas eu sofri o impacto e acabei me deitando no chão… enquanto Mili me olhava assustada, tapando a boca.
— Desculpa, desculpa… repetia sem parar.
— Ai, porra… cheguei a reclamar.
— Coitadinho… cê tá bem?... disse ela enquanto me ajudava a levantar.
Ela me fez apoiar na mesa, o que não foi uma boa ideia porque minha bunda tava dolorida… mas eu tava tonto de ter levantado tão rápido, além de que o quarto tava escuro, mal enxergava a Mili entre as estrelinhas que dançavam na minha cabeça.
— Exagerei… foi mal… falou ela, envergonhada, segurando meu rosto pra eu olhar pra ela.
Pelo menos isso funcionou: meus olhos foram focando aos poucos o rosto preocupado dela. Ela me olhou arrependida, com ternura…
— Desculpa, desculpa… repetiu de novo enquanto me beijava as bochechas pra me acalmar.
Os lábios dela na minha pele me deixaram tonto de um jeito diferente. A cada beijo, os lábios dela se aproximavam dos meus… quase roçando neles. Minhas mãos, instintivamente, foram pra cintura dela, pra me apoiar e reconhecê-la melhor naquela luz fraca.
— Mili… ainda te amo… falei, num acesso de lucidez e sinceridade.
— Cê sabe que isso não pode… já não funciona mais… disse ela. tristeza.
Ela ia me dar outra lista de argumentos, e talvez tenha dado, só que eu já não escutava mais, via os lábios carnudos e rosados dela se mexerem, mas não ouvia… só via a proximidade dos lábios dela com os meus, que ela não fugia, que minhas mãos continuavam na cintura dela e que as mãos dela estavam no meu rosto.
Só me restava salvar os poucos centímetros entre nós… beijei ela e ela não resistiu, foi um beijo terno, meus lábios percorrendo os dela, virando a cabeça de um lado pro outro, mal respirando, com uns leves gemidos.
As mãos dela passaram das minhas bochechas pro meu pescoço, meus braços terminaram de abraçar a cintura dela com força, puxando ela pra mim. Os beijos ficavam cada vez mais apaixonados, nossas línguas começaram a entrar em cena e os gemidos ficavam cada vez mais frequentes. A gente se devorava de beijos enquanto se apertava com força.
Deitado contra a mesa, a gente tava quase na mesma altura, meus braços compridos deixavam minhas mãos alcançarem as coxas dela. Instintivamente, minhas mãos passaram pela barra da saia dela, e foram acariciando as pernas dela e subindo devagar até apertar a bunda dela por baixo daquele pano.
– Uhmmmm… Dany, não… tenho prova… – ela falou, reagindo.
Era verdade, faltava menos de uma hora pra prova dela, a gente ainda tava longe da faculdade. Até era um lugar público, mas pelo horário já quase não tinha ninguém… além disso, a gente tava num quartinho… mas a porta tava aberta.
– É verdade… – falei, suspirando e cedendo ao pedido da Mili, tentando ser um bom amigo.
Mili se afastou um pouco de mim e foi devagar até a porta, eu segui ela, por uns momentos tive vontade de pegar na mão dela e puxar de volta pra mim… mas não precisou…
Quando Mili chegou na frente da porta, parou como se estivesse pensando, depois, simplesmente empurrou ela pra fechar… virou de repente e me olhou com uma mistura de carinho e ansiedade, e na sequência veio rápido e me empurrou contra a parede…
– Que seja rápido… – consegui murmurar. enquanto me enchia de beijos de novo.
Praticamente me esmaguei contra a parede, e ela não me deixava respirar, mal consegui reagir, timidamente minhas mãos voltaram pra cintura dela… mas ela queria apressar as coisas e voltar ao que era antes… pegou minhas mãos e colocou nas bundudas dela por baixo da saia.
Não precisei de muito incentivo… comecei a apertar aquelas nádegas gordas, enquanto ela bufava de prazer. Ela tirou as mãos do meu pescoço e enfiou a mão na minha calça até encontrar meu pau duro, soltou ele como pôde, abaixando minha calça de qualquer jeito.
Ao mesmo tempo, eu levantava a saia dela até a cintura, deixando nu aquele rabo imponente que eu ia massageando. Naquela posição não ia rolar nada, então peguei as nádegas dela como se fossem alças e levantei, colocando ela em cima da mesa estreita.
- Ahhh… sim… que forte você é… ohhh… Mili ofegava, satisfeita.
Só faltou afastar a calcinha pequena dela, e eu penetrei aquele buraco molhado, a vagina bem lubrificada dela. Mili cravou as unhas nas minhas costas, mergulhada no prazer, enquanto abria mais as pernas pra me deixar agir.
- Uhm… sim… sim… meu amor assim… uhm… ela dizia excitada.
Depois de tanto tempo, ela me chamar de amor de novo me excitava ainda mais… ainda mais porque eu já tinha declarado que ainda a amava… parecia que isso fez ela se soltar mais.
Comecei a bombar harmoniosamente e com mais força a cada vez, meu pau deslizava na vagina molhada dela, fazendo ela se contorcer de prazer, enquanto meus braços seguravam as pernas dela, com minhas mãos apoiadas na mesa que começava a tremer…
- Ahhh… não… aiii… não… uhm… ela exclamou, arranhando minhas costas de novo.
Ela se contraiu bruscamente enquanto parecia se engasgar de boca aberta. Uns poucos minutos de atrito naquela buceta ansiosa fizeram ela explodir num orgasmo violento do qual tentou escapar ou pelo menos atrasar, mas não conseguiu.
Depois ela relaxou e me abraçou com força, enquanto meu pau continuava enfiado nela. Mili respirava. rapidamente e foi se acalmando, parecia estar curtindo aquele orgasmo vaginal depois de tanto tempo… fazia parecer que as outras fodas na casa dela foram só puro arranque de prazer e que isso era algo mais… que de um jeito louco a gente tava voltando a fazer amor.
Depois de uns instantes, ela me beijou de novo com ternura, como agradecimento, enquanto eu continuava acariciando as pernas dela e meu pau ainda duro esperando outra chance… talvez não desse mais tempo de me satisfazer… mas acho que a Mili adivinhou meus pensamentos…
— Você ainda me ama?... — disse apaixonada.
— Nunca parei de te amar… — respondi e beijei ela.
— Então… se ainda me ama… coloca aqui… — disse toda safada.
Não precisei de muita explicação, sabia o que ela queria dizer, mas deixei ela agir… deixei ela pegar no meu pau e, enquanto se deitava mais e empinava a bunda, apontar pro cu dela ainda insatisfeito… Mili queria sair daquele quarto com os dois buracos satisfeitos… e quem era eu pra negar…
Ajudei ela a se posicionar melhor naquela mesa enquanto as costas dela se apoiavam nas prateleiras. Em seguida, realizei os desejos dela, enfiei meu pau bem fundo nas entranhas… ela não resistiu ao prazer daquela nova invasão no cu guloso dela e puxou minha camisa até nossos lábios se fundirem num beijo gostoso.
— Uhmmm… que delíciaaa… como você arrebenta minha buceta do cuzão… — gemia satisfeita.
Tudo bem que era um prédio quase vazio, mas não era pra fazer escândalo, pensei enquanto tapava a boca dela. Me ajeitei melhor e enfiei meu pau até a raiz, o que fez as pupilas dela saírem das órbitas, vi nos olhos semicerrados dela só o branco… ela tava adorando.
Continuei socando ela contra o móvel, a mesa tremia, as prateleiras balançavam e caía pano e utensílio de limpeza em cima da gente, mas não tava nem aí.
— Não para, por favoooor… continua… continua… uhmmm… — pedia Mili, mesmo que o mundo tivesse caindo sobre nós.
Via através da blusa transparente dela o vai e vem dos peitos meus peitos, consegui com esforço abrir a blusa, levantar o sutiã dela e chupar os bicos dela enquanto a Mili se contorcia de prazer…
- Nãooo… de novo… nãooo… Ouuu… Uhmmm… exclamou satisfeita se retorcendo.
Ela gozou num orgasmo tão gostoso, o corpo dela se contraía tão deliciosamente que me fez mergulhar naquele prazer… meu pau começou a pulsar…
- Ufff… vou gozar também… exclamei…
- Não, não… na minha roupa não… disse ela me afastando.
Recuei um pouco procurando um balde ou pote onde espalhar a porra que mal conseguia segurar, apertando meu pau…
- Vem, faz aqui… disse ela se ajoelhando e abrindo a boca.
Bestificado, não consegui recusar, só deixei ela puxar meu pau pra boca dela, que por um momento pareceu tímida e não cuspiu nada. Vendo meu sofrimento por ter segurado pra não esvaziar meus fluidos no cu dela, a Mili, prendada, começou a estimular meus canos… pra aliviar a pressão.
- Não se preocupa… já vai sair… me animou enquanto começava a me bater uma punheta.
Percebendo que a massagem com a mão não tava adiantando, incluiu a boca na operação, os lábios molhados dela me relaxaram… não demorou pra fazer efeito.
- Aiiii… ufff… Siiiim… finalmente… exclamei satisfeito
Agora sim meu pau expulsou todo o arsenal, comecei quase a tremer de alívio… enquanto a Mili engolia tudo de bom grado. Sentia a garganta dela se contrair, pra engolir tudo e deixar ela respirar… por momentos eu queria me afastar… mas ela não deixava, me mantinha preso na boca dela, me segurando pela cintura.
Com certeza tava com medo de eu sujar ela, não queria chegar na prova dela com gotas de porra no cabelo ou no rosto, igual no filme Quem Vai Ficar com Mary?… onde a porra pendia da orelha do Ben Stiller e acabou como gel de cabelo da Cameron Diaz.
Menos ainda com vestígios de porra na blusa imaculada e branca dela ou na saia… seria motivo pra falarem dela de novo na facul… diante desses cenários e levada pelo prazer, a Mili optou por engolir toda a porra e não deixar nada. pegada.
Assim que não sobrou nem uma gota de porra pra extrair… Mili se afastou, se permitindo respirar devagar, com os olhos fechados e o rosto pra cima, como se fosse pra não voltar nada… passou a língua pelos lábios melados e suspirou…
Abriu os olhos como se nada tivesse acontecido… me olhou com carinho e um pouco de vergonha, ficando levemente corada… aí caiu em si e me encarou assustada:
— Que horas são?... Minha prova!… — exclamou.
— Merda… temos que nos apressar… — falei me arrumando.
Mili se levantou e começou a se ajeitar, abaixou a saia pra colocar no lugar, apertando à força a bunda volumosa, encaixou os peitos redondos no sutiã e abotoou a blusa. Passou os dedos nos lábios pra ver se tinha algum resto de porra melada… por via das dúvidas, chupou o dedo pra não deixar nenhum vestígio.
Essa ação erótica, que Mili fez por praticidade, fez escorrer outra gota de porra na minha cueca, mas fazer o quê, já não dava mais tempo. Por último, Mili me pediu pra ver se não tinha nenhuma mancha na roupa dela, deu uma volta devagar enquanto eu devorava ela com os olhos e ela sorria de forma provocante, sabendo do efeito que causava em mim e do volume que crescia na minha calça.
— Já… tá ficando tarde… vamos… — disse puxando a porta.
Saímos rápido, mas a poucos metros… ouvimos uma voz atrás da gente:
— O que vocês estavam fazendo aí dentro?... Seus putinhos… — gritaram.
Quando virei, percebi que era um velho zelador, grisalho e gordinho de macacão, que estava guardando os materiais de limpeza no depósito. Mili, apavorada, só conseguiu sair correndo… enquanto eu só fiz um gesto pro velho, como quem pede desculpa.
Pra minha surpresa, o velho zelador, ao ver melhor a Mili e as curvas dela na roupa justa, ficou de boca aberta… aí só fez um gesto de parabéns pra mim e me deixou ir com o polegar pra cima, tipo um like.
Fui pra saída do prédio sorrindo… parecia que minha sorte tava Mudando de assunto, principalmente por causa de eventos fora do meu controle... que, se não tivessem acontecido, teriam feito a Mili nem ousar falar comigo.
A doença lamentável da mãe da Mili, a proximidade das provas para as quais ela não estava preparada por estar preocupada com a mãe, e até agora a confusão com aquelas garotas que ativaram o ciúme dela... tudo isso se juntou pra que agora a Mili diminuísse a resistência dela comigo, cedendo à minha amizade... a gente era tipo amigos com benefícios e tava pintando pra mais...
Pensando nisso, alcancei a Mili na saída do prédio e a gente caminhou rápido pra facul... mesmo num silêncio morno, imagino que por causa dos remorsos dela pelo que rolou, como já tinha acontecido nas duas vezes anteriores, ou talvez tentando lembrar de tudo que estudou antes de entrar na sala do depósito. Pouco antes de chegar, vendo que ainda tinha uns minutos, ela diminuiu a velocidade até parar...
- Danny... só me deixa aqui... ela falou nervosa.
Imaginei que ela não queria que vissem a gente chegando junto, pra não se distrair com os cochichos e fofocas sobre nós. Por outro lado, meu ciúme apareceu, pensei que talvez ela não quisesse que algum outro candidato interessado (que podia ser o Guille) me visse com ela.
- Sobre o que aconteceu... não quero que você crie expectativas... ela disse meio sem graça, vendo que eu não respondia.
Lá vem de novo o sermão de que isso não devia ter rolado e que não vai acontecer mais nada entre nós... bla, bla, bla... e sim... foi isso, mas de um jeito que eu não esperava.
- Tá bom... vai ser do seu jeito... vamos ser amigos... entendi... falei meio entediado.
- Não... você não entende... ela respondeu ficando séria.
- Sim, eu sei... foi meu erro, você não confia em mim, não vai rolar nada entre nós, entendi... retruquei.
- Não... não é só isso... ela disse triste,
- Então o que é?... respondi, pensando que tinha mais alguém, o Guille talvez.
- Amanhã tenho provas... ela falou sobrecarregada.
- Bom, te ajudo a estudar. Então… respondi sem entender.
— Não, esses exames… mas sim… exames médicos… pra saber se eu tenho a mesma coisa… a mesma coisa que minha mãe… — disse ela, quase chorando.
Percebi o pavor que só de pensar na possibilidade de ter câncer causava nela. A Mili tinha até medo de falar essa palavra. Eu tinha estado tão imerso nos meus pensamentos, na minha meta de reatar com a Mili, que não tinha pensado ou imaginado que algo assim poderia acontecer com ela…
— O quê?... mas como… você tá bem?… — perguntei, preocupado.
— Tô… mas se ela tem isso, talvez seja hereditário… tô com medo… — respondeu ela, soluçando.
— Calma, vou com você… — ofereci rapidamente.
— Não… não quero que ninguém passe pelo que meu pai tá passando… — disse ela, se afastando.
Eu precisava entender que não era a primeira vez que a mãe dela tinha uma recaída nessa maldita doença. A Mili tinha crescido vendo a mãe indo e voltando de hospitais, e o pai cuidando da mãe e dela naqueles momentos difíceis ao longo dos anos.
A Mili até viu o pai abrir mão dos sonhos pessoais de seguir a carreira militar, desistir de virar general, o posto mais alto, tudo pra se dedicar à esposa e à filha… e a Mili entendia o quanto aquilo era difícil, e não desejava isso pra ninguém.
Agora eu entendia as palavras dela quando terminou comigo… ela não queria alguém só pra transar gostoso, precisava de alguém em quem confiar, alguém que estivesse ali não só nos momentos de paixão, mas quando tudo virasse de cabeça pra baixo, como agora.
— Seja como namorado ou como amigo, do jeito que você quiser, vou estar com você… não vou me afastar, não vou te deixar sozinha nessa… — respondi, abraçando ela.
Eu sentia que era o que meu coração queria naquele momento, o que minha consciência dizia ser o certo… dizem que a primeira reação é a mais sincera e mostra o que a gente realmente quer… e essa foi a minha reação.
A Mili chorou por uns instantes, uma mistura de medo e raiva pelo câncer que corroía a saúde da mãe dela e que, talvez silenciosamente, pudesse estar nela também. Ter dentro sem perceber ainda. Ela chorava e se agarrava em mim como uma menina buscando proteção.
Depois, reagindo, percebeu o tempo, enxugou as lágrimas com as mãos. Me deu um beijo carinhoso na boca, pra minha surpresa, depois de meses sem fazer isso. Me agradeceu por tudo, e saiu correndo pra sala de aula pra fazer a prova.
Fiquei paralisado vendo a Mili se afastar… por um momento, pensei que preferia que ela me dissesse que tinha outra pessoa, fosse o Guille, ou que tinha voltado com o Javier, ou que se interessou por alguém mais — isso teria sido mais simples… já tinha conquistado o coração dela uma vez, tirando ela das garras do Javier, e sentia que podia fazer de novo com qualquer outro…
Mas como tirar ela das garras do câncer? Como se faz isso?… sempre me preocupei que alguém me afastasse da Mili… fosse o Javier, a Vane ou o Guille… mas nunca imaginei que uma doença pudesse acabar com a gente…
- Vai, porra… para de pensar besteira… isso não vai acontecer… ela vai ficar bem… eu dizia pra mim mesmo.
Assim voltei pra casa, tentando ser positivo… mas aquela sombra de dúvida e negatividade rondava meus pensamentos…
Continua…
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