Os dias passaram e Elias continuou seu relacionamento com a Paola. Ela sempre dava um jeito de encontrar ele na academia pra evitar que o submisso dela tivesse contato com o Maxi. Se não fazia isso, era porque sabia que naquele horário o personal trainer não estaria trabalhando. No começo, Elias nem percebeu isso, nem sentia vontade de falar com o alfa — que, por outro lado, tava super interessado em conversar com ele (e muito mais 🍆🍑). A Paola não tava nada confortável com o interesse do beta dela por homens. Ela tinha um sentimento egoísta em relação aos desejos do Elias. Por mais que ela fosse a dona dele, não queria censurar isso na marra. Ela queria que ele a escolhesse, que ele decidisse ficar com ela acima de qualquer outra pessoa... acima do Maxi. O primeiro passo já tava dado: evitar o contato com o personal. Mas precisava ir além. Pensou durante um fim de semana inteiro, com a vantagem de que não iam pra Ultra naqueles dias. Teve uma ideia e decidiu botar em prática. Segundo passo: Paola começou a se apresentar como a namorada do Elias em público, passava a mão nele e, se desse, beijava. Começou a levá-lo pra sair com os amigos dela (algo que incomodava ele, por ser introvertido). Elias ficou confuso, não entendia por que a Paola tava fazendo aquilo. Além de nunca terem combinado um namoro, ele ainda achava que ela podia sentir vergonha de serem vistos assim. Mas com o tempo, ele se acostumou e ficou feliz. Depois dessa semana de "namoro", na intimidade do apartamento da Paola, ela preparou uma surpresa pro Elias. Tinha uma bolsa cheia de coisas. Tirou itens de maquiagem e preparou ele: pintou a boca e os olhos. Como ele tinha um rosto tão pouco masculino, realmente parecia muito putinho. Depois vestiu ele com roupas novas: além do baby doll, colocou umas botas de cano alto, uma cinta-liga e, o detalhe mais importante, um dispositivo de castidade rosa de plástico. Elias tava vestido todo de cores pastel. A única coisa que não tinha era calcinha. O dispositivo deixou ele hipnotizado, se sentiu tão... inferior e patético como nunca antes 😍😱. Ela adorava o que via no espelho e o pinto dele começou a endurecer, o que causou dor por causa do dispositivo que o prendia. Paola amarrou as mãos dele nas costas e sentou ele numa cadeira, obviamente com o plug anal também colocado, e começou a beijar ele. Depois subiu uma perna na cadeira e, com a mão, levou a cabeça de Elias até a buceta dela. Ele começou a lamber, ela gemia e mordia os lábios, levou um dedo à boca e chupava enquanto gozava, tirou da virilha e olhou pra ele — que gostoso como chupa minha neném — ele assentiu — ai bebê, hoje vai ser uma noite muito especial 🤤 — disse enquanto forçava ele a fazer sexo oral de novo — a qualquer momento chega a surpresa — Elias travou, um suor frio escorreu pelo corpo dele, a surpresa? Pra ele toda a feminização era a surpresa, e era, mas faltava a cereja do bolo — não sinto que você tá chupando 😡 — ele retomou a tarefa sabendo que não era boa ideia fazer a ama dele ficar brava. Ela começou a rir e tirou ele de novo — hahahaha você se assustou, né meu amor? 😏 — ajoelhou na frente dele. — Ai Eli, você é tão lindo... mas é muito pouco homem. Olha, isso me encanta, você não estaria aqui se não me excitasse o tanto de neném que você é. Mas essa puta também precisa de uma boa rola, e... (pegando os genitais do submisso) com isso não dá pra fazer nada, bebê. A campainha tocou — ai, já chegou! — o coração de Elias começou a disparar. Paola se levantou e tirou uma peruca da bolsa, colocou rapidamente no escravo dela e saiu rápido pra abrir a porta. — Oi! Como você está? — e como resposta Elias ouviu uma voz masculina 😰 ele se sentia perdido, queria que a terra o engolisse, queria pensar que era um sonho e acordar. Depois podia ouvir sons sensuais da ama dele, acompanhados de beijos bem claros, Elias começou a tremer e suar — vem que eu vou te mostrar, ele tá aqui — eles se aproximavam e ele fechou os olhos, entraram no quarto — olha, te apresento meu namorado 💞 — Namorado... essa maldita palavra. Agora caía na real de todo o jogo, de como ele tinha manipulado tudo esse tempo. - aahh buee... mas se é uma menina total + Jaja viu Paola se colocou na frente de Elias e ele soube que a melhor opção era abrir os olhos e encarar o que tava rolando. - Cumprimenta o Diego love O submisso olhava pro chão. - Cum pri men ta A ama usava um tom mais hostil. + Deixa ele coitado já é castigo demais estar vestido assim - Jaja ela tá gostosa viu? tem que tratar ela no feminino porque é uma menina + Ahh bem bem - Mas o maior castigo é a pica que ele tem de enfeite 😂 olha Paola levantou os genitais dele pelas bolinhas apertadas. Diego, o intruso, se aproximou mais da frente dele, Elias podia ver os sapatos do cara. + Ai não JAJAJAJAJA não acredito jaja na gaiolinha rosa dele! 🤣 - Jajaja dura não é maior que minha palma + Jajajaja que patético 😂 A situação tinha dominado Elias, que começou a chorar, tava tomado pela ansiedade e pelo terror. Paola notou o rosto dele e se apiedou. - Ai não meu amor, não chora 🥺 Paola fez um sinal pro Diego se colocar atrás dela. Ele fez e começou a apalpar ela. - Conheço o Diego há muito tempo, ele já me comeu um monte de vezes... mmm também me comeu durante essa semana, desculpa não ter te contado, me perdoa não? 🥺 Elias encarou a ama dele. - Desculpa Eli, mas uma mina como eu precisa de um homem e uma pica de verdade e (Diego deu um tapa na bunda dela) ai! Diego tem tudo isso. (Segurou o escravo pelo queixo) É o melhor pros dois, você consegue ficar com uma potranca como eu e eu com um macho de verdade Elias concordou submisso soltando umas últimas lágrimas. - Ai que linda que você é meu amor 😍 (deu um beijo na boca dele) você é o melhor namorado de todos 💞 + Vem pra cá - disse Diego entre os dentes e de forma hostil enquanto puxava Paola pra perto da virilha dele. Ele já tava com a pica pra fora. Paola se assustou 😨 -aaah porra! parece que cresce nos dias que não te vejo, Eli olha isso por favor- Elias, que tinha baixado O olhar, com muito medo, levou os olhos até os da sua "namorada". Ela segurava uma cock bem avantajada que, inclusive, ainda não estava totalmente dura. Os sentimentos do submisso começaram a se adaptar à situação, talvez fosse aquele pênis enorme, ou talvez o quão puta sua namorada, que tinha sido tão romântica nos últimos dias, parecia agora. Paola mordia os lábios e tinha uma expressão de desejo enquanto masturbava aquele pedaço de carne. A cock do Diego começou a subir e ele puxou o cabelo da ama. Elias sabia o que vinha pela frente. - Ai... desculpa Elglhglh Diego começou a empurrar a cabeça da Paola em direção à cock dele, a primeira coisa que o submisso feminizado notava era que o homem na sua frente conseguia fazê-la engasgar. + Ffff que head master tremenda que você é, Pao 🤤 Elias via a cena pasmo, seus sentimentos estavam se encontrando, suas batidas cardíacas relaxavam. + Você sabia dos dotes que sua namorada tem com a garganta? Ela é uma chupadora de pica profissional. Ela já te chupou alguma vez? Paola tirou a cock da boca para olhar pro seu macho e responder pelo escravo dela. - Só uma vez, meti com ovo e tudo e não tive problema nenhum pra respirar 😂 (continuou chupando) + Ai não kkkk - E ainda é precoce, não aguentou nem um minuto, a menina - KKKKKKK 🤣 A humilhação começava a florescer dentro do Elias, a respiração dele acelerava, o pinto dele começava a acordar. Paola começou a olhar pro Elias com olhos hostis enquanto continuava mamando o Diego, o queixo já estava encharcado de saliva. - Que bom que você chegou, não queria passar o fim de semana sem ter provado uma pica de verdade. + Fff sim, gostosa, quando quiser. O membro do Elias já pulsava demais, a dor começou a ser insuportável, então ele não conseguiu disfarçar as expressões 😣 Paola ficou confusa no começo, mas quando entendeu o que estava rolando, não conseguiu segurar a risada 🤭 + O que foi? - O pinto dele tá subindo e tá doendo 😆 + Ahh coitadinha... e que viado também, se excita vendo a namorada chupando o pau de outro (Paola riu de novo) - Cê gosta de me ver mamar o pau, Eli? 🥺 Elias abriu a boca, pasmo. Paola passava a cabeça da rola de Diego pelos lábios e fechava os olhos fazendo uma carinha meiga/pervertida. - Mmm? Cê gosta de ver sua namorada ser uma putinha? 🥺 Elias assentiu, olhando pra ela com desejo. Paola sorriu de forma macabra e enfiou quase toda a rola na boca num segundo, Diego gemeu de muito prazer com a surpresa, mas ela não parou por aí, continuou empurrando aos poucos pra alcançar os últimos centímetros - olha isso - dizia Diego - olha o talento dessa putinha - a rola de Diego era bem grande, honestamente um pouco maior que a do Maxi, e Paola tava enfiando até o fundo, e conseguiu, o nariz dela encostou na barriga do cara, aguentou uns segundos e tirou tudo de uma vez. Recuperou o fôlego entre tossidas, os olhos vermelhos e lacrimejando, e limpou a baba. Olhou pro seu submisso e notou que ele, mais do que ela, tava olhando pro pau de Diego, também notou que saía líquido pré-ejaculatório do dispositivo de castidade. Paola não se irritou, na verdade, sabia que isso ia acontecer, e era o principal motivo pelo qual fazia aquilo. Sentia que assim podia filtrar os desejos homossexuais do escravo e segurá-lo. Ela parou o boquete e foram pra cama, Diego tinha se despido, tinha um corpo bem trabalhado, isso fez Elias focar ainda mais nele. Começaram a foder de papai e mamãe, mas ela logo pediu de quatro. Ela mantinha a cabeça baixa, pra Elias poder ver bem Diego comendo ela. Paola queria gemer, mas se segurava pra que os sons de Diego fossem mais perceptíveis. Dava pra ouvir intensamente os tapas na bunda enorme que ela tinha 🍑🍆 - f..az a c..u 😵- pediu Paola se esforçando pra falar. Diego tava extasiado, tinha um lubrificante preparado, começou a enfiar a rola de pouquinho em pouquinho, em minutos dava pra ouvir os tapas de novo. + uff você não sabe a bunda que sua namorada tem, pena que essa pica que tu tem não chegaria nem a atravessar a bunda dela. Depois de falar isso, Diego olhou pro Elías, e reparou que ele tava olhando pra ele, ou melhor, pro corpo dele. Tinha um peitoral grande e definido, a pele bronzeada e os músculos dos braços bem trabalhados. Aí Elías olhou nos olhos do Diego, era a primeira vez que fazia isso a noite toda. Diego rapidamente desviou o olhar pra puta da Paola. Não se sentiu confortável com o que tinha acabado de rolar e decidiu que já queria gozar, e começou a acelerar o ritmo. Pao não aguentou mais e começou a gemer forte enquanto as bolas do macho batiam na bunda dela. Com os gemidos cada vez mais intensos, Diego pensou que o submisso ia focar nela, mas quando deu uma olhada rápida percebeu que ele ainda tava hipnotizado admirando o corpo dele. Elías olhou de novo nos olhos dele, mas dessa vez o pica grossa não desviou o olhar; pelo contrário, metia com força enquanto se encaravam. — E aí? Cê gosta de ver como eu arrebento a buceta da sua namorada? — O submisso já tava com uma cara de tesão há um tempão, e com a boca entreaberta concordou com a cabeça, olhando nos olhos do Diego. O macho ficou impressionado, não era a primeira vez que fazia isso com uma mulher, mas sim a primeira que o cara interagia com ele. — Vou gozar — falou Diego, sentindo a porra perto de sair. — Para, para... na cara — ela disse. Desceram da cama e a Paola se ajoelhou com a boca bem aberta a uns 30 cm do Elías. Diego começou a bater uma como um louco até que começou a jorrar uma quantidade imensa de porra 💦💦💦 — Ahhh 😵 — ela gemia enquanto os jatos saíam, o primeiro, sempre o mais grosso, ia da testa até o queixo. Saíram uns 7 jatos, uma boa parte tinha caído na boca da puta. Ela aproximou o rosto do escravo dela e começou a brincar com a porra: mexia com a língua e passava entre os dentes. Elías tava super excitado 😵 o contraste da menina romântica com essa puta que brincava com a porra de outro e, ainda por cima, humilhava ele, era 🔥 O pinto dele começou a vazar de novo. Paola, como uma boa puta, engoliu tudo e mostrou pros dois — assim que eu gosto — disse Diego. Depois, a dona mandou Elias lamber o resto de porra do rosto dele, coisa que ele começou a fazer sem hesitar nem um segundo — e o meu amor? A cum tá gostosa? + Sim 🥺 (era a primeira vez que Elias falava em todo o ato) — continua limpando. Depois que Elias terminou de lamber e engolir o último resquício de porra, a dona disse pra ele — agradece o Diego pela cum, amor — Elias olhou pro alfa, que tava parado, chocado com a cena — obrigado — disse o submisso, todo meigo. Diego sorriu — se prepara que vem mais, puta — Elias assentiu. Essa interação deixou Paola desconfortável, mas ela sabia que tinha que lidar com isso. Depois que terminaram, Paola se despediu do Diego na porta. De volta ao quarto, Elias pediu pra dona levá-lo pra casa dele, mesmo sendo tarde e ela ter convidado ele pra ficar, ele insistiu. Depois que ele tomou banho e se trocou, Paola levou ele até a casa dele. Ele tinha tirado tudo, menos uma coisa: o dispositivo. Esse era o terceiro passo do plano da Paola pra prender o Elias: impedir que ele batesse uma pensando no Diego ou no Maxi — é a marca de que você é minha puta, Eli, eu tenho a chave, vou tirar só quando tiver que limpar ou depilar você... ou quando quiser brincar 😘 — Elias, como um bom submisso, aceitou. Essa última jogada da Paola foi um erro por dois motivos: primeiro, deixar o escravo bater uma era a melhor coisa que ela podia fazer pra ele "filtrar" os desejos por outros caras; e segundo, o que ela não sabia, era que Elias tinha um trunfo na manga: o consolo dele. Era por isso que ele queria ir pra casa, não aguentava a vontade de sentir a bunda dele penetrada, e o dispositivo até deixava a cena mais gostosa. Ao se deitar, com o cu bem lubrificado, Elias começou a se masturbar analmente, imaginando o Maxi e o Diego, imaginando os paus veiudos e carnudos deles 🍆🤤 Depois de dez minutos, Elias sentiu um formigamento, não quis parar e começou a... penetrar-se mais intensamente, até que 💦 sem imaginar, ela conseguiu um orgasmo. Pelo dispositivo, era uma mistura de dor e prazer, mas ela não podia acreditar no que tinha conseguido. E depois de tirar o brinquedo, trocar os lençóis e se preparar para dormir, Elias olhava para o teto pensando no que realmente desejava. (Continua)
1 comentários - Um betamale na academia: manipulando (8ª parte)