De ver o que é bom pra virado escravo (Conto gay)

Era um casamento num sítio, longe da cidade, ia com a minha mulher, mas ela tinha um aniversário em outro lugar, então cada um foi pro seu lado, sem drama, nunca desconfiamos um do outro, depois de 6 anos juntos. A festa foi numa boa, o sítio era realmente grande, tinha piscina, quadra de tênis e até um estábulo meio afastado com lugar pra 5 cavalos, mas só tinha 3. Na festa estava o Raúl, irmão mais velho de um amigo de infância, assumidamente gay, beirando os quarenta e tantos, homem alto mas gordo, de mãos grandes, e sempre que eu ia na casa dele encontrar o irmão pra algum rolê ou festa, ele sempre dava umas indiretas, não só pra mim, mas pra todo mundo. Como eu ia mais vezes, sempre me dava umas alfinetadas pra ver se eu caía, contando histórias das aventuras dele, bem pesadas pra variar. Mas nunca dei trela. Mas lá estava ele, cumprimentei, e cada um seguiu seu rumo. Cumprimentei mais gente, e de repente aparece meu cunhado Daniel, o que me surpreendeu pra caralho. Também um cara na casa dos quarenta, bem peludo, dava pra ver que na juventude era frequentador de academia, mas a vida passa. Hoje ainda era um cara bem forte, mas barrigudo, mulherengo como só ele. A gente conversou um pouco e depois ele seguiu o rumo dele e eu o meu, mas de vez em quando ele se aproximava, típico de quem não conhece ninguém numa festa e fica perto do único que conhece. Depois de beber, comer e beber de novo, com um e com outro, o Raúl se aproximou de novo e a gente conversou um bom tempo sobre a vida. Contei que estava noivo, e que minha ideia era casar, mas não com uma festa tão cara, algo bem mais tranquilo. Mas no fundo pensava: a real é que era mentira, fazia quase um mês que não rolava nada com a minha mulher, a gente se tratava como merda. Raúl ouviu tudo e a única resposta foi: — E você nunca comeu um cara? Não, não curto essa onda. Respondi. Mas agora você vai casar, se não fizer isso agora, vai se arrepender pelo resto da vida. Continuo insistindo: "Não quero estragar a amizade", respondi. A gente continuou conversando um pouco, mais um vai e vem. Aceitei que ele chupasse minha pica, pensei comigo mesmo, com a putaria que tô sentindo. Gozo e vou pro caralho. Mas vamos pro estábulo que lá ninguém vai nos ver. Falo: "Onde você quiser", ele responde, já excitado e animado. Fomos pra lá disfarçando o máximo possível. Entramos e ele já começou a pegar na minha pica, e procuramos um lugar vazio, onde não tinha cavalo e tava limpo, dava pra ver que tava há um tempo sem nenhum bicho ali. Ele baixou minha calça só pra mostrar a pica, mas puxou tudo até o tornozelo. Enquanto tirava o casaco e ia se despindo quase completamente, algo que agradeci por não conseguir ver no escuro. Começa a chupar minha pica de cócoras no meio do silêncio, e depois de um tempo para porque tava com dor nas costas, segundo ele, e me pede pra sentar no canto. Me leva quase arrastando, deixando minha calça e cueca no chão. E eu sento no canto com uma perna encostada em cada parede, e aí ele enfiou a cabeça e começou a chupar que nem um louco: pica, saco, cu, tudo. Depois de uns minutos, ouço alguém entrando iluminando com o celular e uma voz, a voz do meu cunhado. "O que cê tá fazendo aqui, cunhado? Vi você vindo pra cá meio escondido, mas não imaginei isso. Achei que tava com alguma gatinha, não sabia que você curtia comer uns caras." Eu não sabia onde me enfiar, e Raúl não parava de chupar minha pica como se nada tivesse acontecido. Queria tirar ele, mas como era bem mais forte que eu, não conseguia. E enquanto tentava me desculpar com meu cunhado, Raúl não parava de chupar e lamber tudo como se não houvesse amanhã. "O que vou falar pra Cláudia?", meu cunhado me diz, com um tom bravo. Enquanto eu gaguejava e forcejava pra ele soltar minha pica. Mas antes que eu formasse uma frase, Daniel me fala: "— Calma", ele diz, com um tom mais relaxado e continua. "Eu não falo nada, mas você vai ter que me fazer um favor em troca." "Que... Que... Favor? E ela pega na minha mão e coloca em cima do volume da calça, de onde eu tiro quase na hora e falo: - Nem fodendo. E aí, Claudia vai ficar sabendo de tudo, ela responde, por que eu tô te filmando enquanto ela chupa o pau desse cara sem parar, e Raul continuava chupando mesmo com o pau super mole por causa do nervosismo e da situação. Mas eu não tinha conseguido tirar ele de cima de mim. Fico na dúvida um pouco e respondo: Cê quer uma punheta? Sabendo que ela ia querer mais. Você faz o que eu peço e a Claudia não descobre nada, então pega ele sozinho, vai. Começo a apalpar o volume dele, enquanto ela ia me dando instruções. Tira ele pra tomar um ar, que tá calor, enquanto com uma mão ele continuava filmando e com a outra ajudava a tirar o pau, um pau normal, um pouco mais grosso que o comum e peludo como um urso. Continuo batendo uma pra ele enquanto já tava ficando duro, e eu também, enquanto Raul parecia não se ligar, continuava me chupando inteira. Dá um beijinho, ela fala, enquanto se aproxima como pode e coloca o pau na minha cara, enquanto abaixava e tirava a calça e a cueca, ficando nu da cintura pra baixo. Antes de eu recusar, já tava esfregando o pau na minha cara toda enquanto se ajeitava pra deixar o Raul entre as pernas dela chupando meu pau e ela em pé na minha frente esfregando o pau na minha cara, e principalmente nos lábios. Eu tentava puxar a cabeça pra trás inutilmente, enquanto ela com a mão livre enfiava um dedo na minha boca e brincava com minha língua, repetindo: Mostra a linguinha. Aí eu obedecia e ela passava o pau pra eu lamber. Dá um beijinho, dá, que ela quer carinho. Enquanto eu tentava falar que não, ela enfiava o pau entre minha bochecha e os dentes até que eu abri a boca e ela começou a colocar e tirar. Enquanto falava: Viu que não é tão difícil? E enquanto me dava instruções de como chupar sem usar os dentes, nem morder, pra abrir a garganta pra meter fundo. E entre ânsia e ânsia, Sinto o Raúl começando a enfiar um dedo no meu cu, e sem poder reclamar, já que o Daniel tava começando a foder minha boca. Sentia que não conseguia fazer força pra fechar as pernas, porque elas estavam presas com as pernas do Daniel contra a parede. E já era mais de um dedo entrando e saindo do meu cu. Quando já não aguentava mais a dor na mandíbula e no cu, o Daniel me fala: "Aí vem a porra, quer na cara ou quer engolir?" E enquanto tira o pau da minha boca, começa a se masturbar com toda força e velocidade. Eu só queria tentar, inutilmente, que o Raúl parasse de enfiar os dedos no meu cu, que me fazia ver estrelas de dor. Mas antes que eu percebesse, pela ordem do Daniel: "Abre bem a boca!!" Entre gemidos, ele mete o pau, prende minha cabeça no canto da parede com a mão livre e começa a soltar toda a porra na minha boca, que eu cuspo pelos lados do pau como posso. E enquanto ainda gozava, ele continua: "Não, nada de cuspir, continua chupando e deixa bem limpinho, cunhado!" Com um tom sarcástico, malicioso e um sorriso filho da puta. Enquanto tirava o pau e esfregava ele na minha cara toda, e metia de novo na minha boca pra eu chupar e engolir toda a porra. Quando o Daniel se afasta, ainda se masturbando devagar, como quem busca o segundo round, vê que o Raúl tinha parado de chupar meu pau — nem sei quando gozei — e continuava enfiando dois dedos da mão enorme dele, que pareciam dois paus gigantes. E o Daniel comenta: "E se a gente tentar meter outra coisa aí?" Continua...

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