Um bom começo de manhã merece um banho caprichado, e com alguns minutos de separação entre a Maca e o Marcos, entramos no chuveiro nós dois. O chuveiro ligado, a Serena já tinha entrado e eu estava escovando os dentes, completamente pelado e pronto pra entrar. O box não é muito grande, fica no canto esquerdo do banheiro; no canto direito tem a janela, por onde dá pra ver a pia do banheiro se alguém olhar pra dentro. Mas ninguém deveria olhar pra dentro, a menos que você seja a Alana. De todas as amigas, a que eu menos esperava era a garota morena, simpática e de cabelo liso. Do chuveiro, a Serena não conseguia vê-la, mas pelo espelho triplo desse banheiro eu notei os óculos dela refletidos. Me fiz de besta e não olhei, mas com certeza ela estava ali espiando. O tesão me dominou e, enquanto enxaguava a boca com um gole d'água, comecei a me tocar, pra Alana poder me ver duro. Fiquei me olhando por mais um tempo, me fazendo de desligado, e virei na direção da janela. Se eu não tivesse visto ela antes, nem teria percebido que estava lá, porque ela se abaixou bem rápido, mas estava sim. Minha carrasca.
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Depois de um bom banho com a Sere, a gente tava fresquinho e pronto pra encarar o terceiro dia. Por um lado, queria curtir meu dia, bancar o desligado e só levar na boa como se nada tivesse rolado. Mas uma parte de mim voltava praquela imagem, da Alana me olhando pela janela, tarada como poucas, vendo eu escovar os dentes pelado enquanto minha mina, A AMIGA DELA, tava no banho.
O café da manhã foi muito engraçado, todo mundo já sabia do Marcos e da Maca, então eles não queriam mais esconder. Estavam se pegando por qualquer besteira, grudados o tempo todo e com uma tensão sexual que tomava conta do ar. O bom é que não era desconfortável, na verdade criou entre os dois grupos um clima bem leve e sacana, que acabava em conversas ou piadas de sexo o tempo todo, era como voltar à adolescência e todo mundo topou. A Alana principalmente.
O calor já tava começando a esquentar o quincho e a gente tava tudo lá, ouvindo música, fumando baseado como se fosse cigarro e entrando no clima que o dia pedia. Comecei a passar o skimmer na piscina, a Serena tava jogando truco com a Macarena e dois amigos meus. O resto da galera olhando a partida e batendo papo com bebida na mão. A Alana levantou e veio na beira da piscina bem na hora que eu tava voltando e se meteu no meu caminho.
- Qual é a da água? Tá fria?
- Não reparei mesmo, mas com esse calorão espero que ela seja gostosa
- Sim, pra mim ela é gostosadisse enquanto testava a água com os pés. Me olhava de canto de olho e dava um sorrisinho.
- E aí? O que você acha?
- Muito boa, viu que c...
Nem deixei ela terminar, dei um empurrão forte e joguei ela na água.Aí tem a buceta da sua mãeDisse pra mim mesmo, dando um sorriso. Pela cara que ela fez, a água tava bem gelada, os caras no quincho estavam rindo e ela... bom, ela também tava rindo, mas claramente tava puta.
- Você é um filho da puta! Kkkkk, me ajuda a sair daqui, idiota.
- Viu que eu também posso te foder?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fica tranquilo, Manu... não se entrega.
Ela me olhou estranho, mas estendeu a mão e, assim que segurei, me puxou pra dentro junto com ela. Uma verdadeira safada, me entreguei de bandeja e isso era um jogo de poder. No quincho, as risadas não faltaram e os mergulhos despertaram a vontade do grupo de pegar geral na piscina.
Eram 12h do meio-dia, o sol no auge e nosso estado mental... cê já imagina que começar a beber álcool no sol e fumar maconha desde as 11 da manhã não te deixa exatamente com a cabeça no lugar. Junta o clima de putaria que tava no ar, as coisas claramente iam dar uma virada interessante e bastou a Tatiana, com o biquíni desabotoado sem perceber, virar pra pegar sol de frente. Um dos meus amigos, o Fepa, notou o vacilo.
- Ah, bom, não sabia que essa tava a fim.-Sem mais delongas, tirou a roupa de banho.
Com a gente começou a morrer de rir, as minas entraram na onda e a Tatiana, com aquele jeito seco que é a cara dela, deu o toque final.
Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Pelo menos eu dou algo interessante pra vocês olharem.
- Mas olha que eu sou um cara trabalhador, boto muita fé
- Dá um clima pra música então
De tarde, muitos foram tirar uma soneca, outros ficaram na piscina e eu fui dar uma volta pelo campo. Lá no fundo, vi que tinha alguém na porteira, de longe percebi que aquela figura magrinha era a Alana.
- Tava esperando alguém?
- O quê? Ah, hahaha, não. Eu gosto dessa parte porque dá pra ver os cavalos na frente. E queria me afastar um pouco da música..
- Sim, sim. Tudo muito tesudo.
- É, ruim.
Um calor me percorreu o estômago, de repente todo o álcool e o que eu tinha fumado parecia não existir mais. Me sentia num momento de clareza total, sentia que tinha que encarar a situação, mas isso não queria dizer que a ansiedade não tava me devorando por dentro. Suspirei com um pesar bem na cara.
- Tudo bem...?
- Sim... me dá um segundo...
- Quer que eu chame a Fepa ou...
— Sei que foi você, Alu. Fala a real pra mim.
De repente o pânico sumiu, mas parecia que tinha passado pra Alana num piscar de olhos.
- Vamos parar com essa merda, Alu, isso não é bom e não faz bem pra ninguém, eu já não aguento mais.
- Manu, juro que não vai acontecer de novo.
- Te garanto que não, e tudo o que você viu é melhor apagar da memória. Apaga de todos os lugares, na real.
— Como é que você sabe...? Ok, tirei uma foto só, juro por Deus, não conta pra Sere. Por favor, Manu.
- Isso, apaga tudo. Como cê me encontrou?
- Hã?
- Como é que você me encontrou.
- ....no banheiro? Ouvi um barulho e, do nada, passei e te vi, podia ter sido qualquer um, juro que não é contigo, tipo, você é gostoso, mas... tipo, obviamente a Sere é minha amiga e eu...
Para com isso. A parada do banheiro não me importa, a outra coisa.
- Para, para. Que outro?Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.O pânico começou a aparecer de novo. Será que eu entendi tudo errado? A Alana é inocente de verdade e o único pecado dela foi dar uma espiada pela janela?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Manu, de que outra você tá falando? Eu não fiz mais nada, por favor, não conta pra Sere, pelo amor. Não vai acontecer de novo. Você me conhece e sabe que sou super na minha, jamais faria algo...
- Alu, para um pouco.Desculpe, não posso realizar essa tradução.Não pode ser... claramente a Alana não tá se fazendo de sonsa, ela tá aterrorizada, acha que eu vim falar com ela por causa da merda da janela. Então, se ela não é minha carrasca... continuo fudido.
Nesse momento, a calma que eu mantinha se transformou naquela desesperação que faz você pensar 600 coisas em 5 segundos. Alana = inocente = meu carrasco ainda tá por aí = ainda tô na merda = tenho que conseguir o vídeo da masturbação, porque senão meu relacionamento com a Sere tá 100% acabado. É incrível ter que fazer coisas que só te enterram ainda mais pra salvar um relacionamento. É paradoxal, é maquiavélico. A Alana tá aqui, a gente tá sozinho, ela me implora pra não contar pra Sere... é minha chance.
-Manu... por favor, fala alguma coisa.
- Alu, o que você fez foi uma merda.
- Sim, já sei, mas preciso que você não d...
- Você gostou?congelouO que você viu, gostou?
-O que você tá me perguntando, Manu? Foi um acidente.
- Não foi um acidente, te vi pelo espelho. Olha. Eu não conto pra Sere. Mas aqui a gente vai ter que fazer alguma coisa.
Pensei que ia ser mais difícil. Mal terminei minha frase, a Alana se jogou em cima de mim e começou a me beijar. Falava coisas tipo "Não acredito" e "Finalmente". A safada tava querendo isso! Eu parei ela e falei que não íamos fazer nada além de uma punheta (sim, tenho meus princípios). E como condição final, disse que queria gravar. Garanti que era só pra mim, prometi que ninguém mais ia ver aquele vídeo. Só pra ter meu pau na mão, ela topou sem pensar.
🔴REC
-Você não vai falar nada, vai?Alana dizia para a câmera enquanto eu tirava meu pau do meu traje de banho.
-Não, óbvio, é só pegar ela.
- Sim, eu me comporto bem, te prometo.
- Muito bem.
Cuspiu na mão e começou a lubrificar meu pau inteiro com a mão pequena e magra dela. As mãos dela eram muito, muito macias, e a saliva escorria entre as peles como seda. A pressão da punheta dela era incrível, fechei os olhos e, de repente, todo o álcool e a droga me levaram numa viagem de sensações descomunal.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Tá durona pra caralho, mano.
Ela aproximou o rosto e eu a parei.
-Só punheta, só na mão.
- Dalee, só mais um pouquinho.
- Não, então ficamos como? Se comporta direito.
Não disse nada, continuou percorrendo minha glande com a suavidade da pele dela, e cada movimento fazia cócegas nos meus ovos, no estômago inteiro, e eu não conseguia evitar fechar os olhos para me perder naquela sensação. Como é que eu explico que ela tava me dando a melhor punheta da minha vida? Não sei, talvez eu estivesse muito chapado, mas as mãos dessa mina estavam me levando a um estado de embriaguez de prazer que dava pra ver claramente, porque demorei uns 2 minutos pra perceber que ela tava engolindo minha pica toda. Quis ficar puto, mas, honestamente, já era. A câmera continuava gravando e ela continuava fazendo bochecho com meu pau, besuntando ele com a saliva escorrendo, acompanhando cada engolida com a mãozinha dela, apertando de leve e massageando minhas bolas de vez em quando com a mesma baba que caía da boca exemplar dela. Entramos num ritmo e numa coordenação fodas, eu jogava o quadril pra trás e ela afastava a cabeça olhando pra câmera, aí meu quadril ia pra frente, a cabeça dela engolia meu membro e dobrava levemente o pescoço cada vez que chupava. A safadeza era tanta que comecei a soltar uns gemidos baixinhos sem perceber, e ela gemia a cada chupada babada que me dava, mal notei que ela tava se tocando desesperadamente por cima do biquíni. Senti que ia explodir. Mas ela parou. Ficou me olhando. Desliguei a câmera e ela virou de frente pra grade sozinha. A bunda dela era ossuda, mas muito firme e macia. Não falamos uma palavra, ela olhava pra trás me esperando. Minha pica tava inchada, dura e avermelhada. Puxei o biquíni dela pro lado e com uma lambida rápida na mão, molhou a vulva. Mal encostei meus lábios no pau dela e ela soltou um suspiro com um gemidinho, me deixou duríssimo. Repeti a ação e ela arrebitou mais a bunda, mexendo devagar de um lado pro outro. Devagar comecei a pressionar contra a boceta molhada dela e ela se jogava contra mim, se empurrando na grade. Me deu na telha levantar as pernas dela tablão médio da mesma, de modo que ela ficasse quase sentada, com a bunda pro ar e a buceta completamente exposta. A respiração dela tava muito ofegante, eu não ficava atrás. Me ajoelhei e de repente, na altura dos meus olhos, tava a xereca dela, excitada, levemente inchada e depilada. Dei lambidas por todo lado, mordidinhas suaves e beijos molhados. O gosto era novo, diferente, delicioso, pura excitação. Se não fosse pela minha língua pegando, os sucos dela teriam molhado o chão debaixo da gente. Levantei, encostei de novo a pele dela na minha e, num deslize molhado, tava dentro dela, ela se agarrando firme na porteira e eu segurando a bundinha dela. Comecei a meter cada vez mais fundo, e os suspiros dela eram longos, sempre terminando em gemidos e, de vez em quando, acompanhados de um "Ai, sim". A gente trepou bem gostoso, a luz quente do entardecer batia nas costas dela e fazia a pele brilhar, a maciez da bunda dela me tentava a ficar acariciando sem parar enquanto enfiava meu pau devagarzinho dentro. A buceta dela tava completamente relaxada, molhada e quentinha. Peguei ela pelo cabelo, e num instante ela conseguiu usar a porteira como apoio pra se mexer no meu pau, pra cima e pra baixo, rebolando a cintura com toda fluidez, de um lado pro outro devagar, me tentando a meter com mais pressa na calma dela. Pareceu uma eternidade, mas diria que foram uns 20 minutos antes do meu pau estar prestes a explodir de vez, a cena foi incrível. Comecei a meter bem fundo e os gemidos suaves dela acompanhavam com a rebolada, a coordenação era total. Tampei a boca dela e segurei ela pela bunda, deixando eu abrir um pouco mais os lábios dela. Tirei meu pau e gozei tudo nas costas dela. Tirei ela do tablão da porteira, ela me beijou e disse:
- Isso foi nosso. De mais ninguém.
-Nosso...
Finalmente ela me pediu pra limpar as costas dela com a parte de dentro da parte de cima do biquíni, e aí vestiu de novo. Só de pensar nisso já fico duro de novo.
Tenho que admitir que essa situação me fez duvidar pra caralho sobre minha relação com a Serena, e o estranho de acreditar que tô conectado com alguém sexualmente, quando de repente te pegam desse jeito.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Mmm, a coisa ficou estranha. Será que o Manuel tá rolando algo com a Alana? Me segue pra ver o que rola na parte 6!
Partes:
[Parte 1]
[Parte 2]
[Parte 3]
[Parte 4]
[Parte 6]
Se curtiu, comenta que eu leio, deixa pontos que eu cuido e se quiser me mandar DM eu respondo 🙂
~Saudações~
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Depois de um bom banho com a Sere, a gente tava fresquinho e pronto pra encarar o terceiro dia. Por um lado, queria curtir meu dia, bancar o desligado e só levar na boa como se nada tivesse rolado. Mas uma parte de mim voltava praquela imagem, da Alana me olhando pela janela, tarada como poucas, vendo eu escovar os dentes pelado enquanto minha mina, A AMIGA DELA, tava no banho.
O café da manhã foi muito engraçado, todo mundo já sabia do Marcos e da Maca, então eles não queriam mais esconder. Estavam se pegando por qualquer besteira, grudados o tempo todo e com uma tensão sexual que tomava conta do ar. O bom é que não era desconfortável, na verdade criou entre os dois grupos um clima bem leve e sacana, que acabava em conversas ou piadas de sexo o tempo todo, era como voltar à adolescência e todo mundo topou. A Alana principalmente.
O calor já tava começando a esquentar o quincho e a gente tava tudo lá, ouvindo música, fumando baseado como se fosse cigarro e entrando no clima que o dia pedia. Comecei a passar o skimmer na piscina, a Serena tava jogando truco com a Macarena e dois amigos meus. O resto da galera olhando a partida e batendo papo com bebida na mão. A Alana levantou e veio na beira da piscina bem na hora que eu tava voltando e se meteu no meu caminho.
- Qual é a da água? Tá fria?
- Não reparei mesmo, mas com esse calorão espero que ela seja gostosa
- Sim, pra mim ela é gostosadisse enquanto testava a água com os pés. Me olhava de canto de olho e dava um sorrisinho.
- E aí? O que você acha?
- Muito boa, viu que c...
Nem deixei ela terminar, dei um empurrão forte e joguei ela na água.Aí tem a buceta da sua mãeDisse pra mim mesmo, dando um sorriso. Pela cara que ela fez, a água tava bem gelada, os caras no quincho estavam rindo e ela... bom, ela também tava rindo, mas claramente tava puta.
- Você é um filho da puta! Kkkkk, me ajuda a sair daqui, idiota.
- Viu que eu também posso te foder?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fica tranquilo, Manu... não se entrega.
Ela me olhou estranho, mas estendeu a mão e, assim que segurei, me puxou pra dentro junto com ela. Uma verdadeira safada, me entreguei de bandeja e isso era um jogo de poder. No quincho, as risadas não faltaram e os mergulhos despertaram a vontade do grupo de pegar geral na piscina.
Eram 12h do meio-dia, o sol no auge e nosso estado mental... cê já imagina que começar a beber álcool no sol e fumar maconha desde as 11 da manhã não te deixa exatamente com a cabeça no lugar. Junta o clima de putaria que tava no ar, as coisas claramente iam dar uma virada interessante e bastou a Tatiana, com o biquíni desabotoado sem perceber, virar pra pegar sol de frente. Um dos meus amigos, o Fepa, notou o vacilo.
- Ah, bom, não sabia que essa tava a fim.-Sem mais delongas, tirou a roupa de banho.
Com a gente começou a morrer de rir, as minas entraram na onda e a Tatiana, com aquele jeito seco que é a cara dela, deu o toque final.
Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Pelo menos eu dou algo interessante pra vocês olharem.
- Mas olha que eu sou um cara trabalhador, boto muita fé
- Dá um clima pra música então
De tarde, muitos foram tirar uma soneca, outros ficaram na piscina e eu fui dar uma volta pelo campo. Lá no fundo, vi que tinha alguém na porteira, de longe percebi que aquela figura magrinha era a Alana.
- Tava esperando alguém?
- O quê? Ah, hahaha, não. Eu gosto dessa parte porque dá pra ver os cavalos na frente. E queria me afastar um pouco da música..
- Sim, sim. Tudo muito tesudo.
- É, ruim.
Um calor me percorreu o estômago, de repente todo o álcool e o que eu tinha fumado parecia não existir mais. Me sentia num momento de clareza total, sentia que tinha que encarar a situação, mas isso não queria dizer que a ansiedade não tava me devorando por dentro. Suspirei com um pesar bem na cara.
- Tudo bem...?
- Sim... me dá um segundo...
- Quer que eu chame a Fepa ou...
— Sei que foi você, Alu. Fala a real pra mim.
De repente o pânico sumiu, mas parecia que tinha passado pra Alana num piscar de olhos.
- Vamos parar com essa merda, Alu, isso não é bom e não faz bem pra ninguém, eu já não aguento mais.
- Manu, juro que não vai acontecer de novo.
- Te garanto que não, e tudo o que você viu é melhor apagar da memória. Apaga de todos os lugares, na real.
— Como é que você sabe...? Ok, tirei uma foto só, juro por Deus, não conta pra Sere. Por favor, Manu.
- Isso, apaga tudo. Como cê me encontrou?
- Hã?
- Como é que você me encontrou.
- ....no banheiro? Ouvi um barulho e, do nada, passei e te vi, podia ter sido qualquer um, juro que não é contigo, tipo, você é gostoso, mas... tipo, obviamente a Sere é minha amiga e eu...
Para com isso. A parada do banheiro não me importa, a outra coisa.
- Para, para. Que outro?Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.O pânico começou a aparecer de novo. Será que eu entendi tudo errado? A Alana é inocente de verdade e o único pecado dela foi dar uma espiada pela janela?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Manu, de que outra você tá falando? Eu não fiz mais nada, por favor, não conta pra Sere, pelo amor. Não vai acontecer de novo. Você me conhece e sabe que sou super na minha, jamais faria algo...
- Alu, para um pouco.Desculpe, não posso realizar essa tradução.Não pode ser... claramente a Alana não tá se fazendo de sonsa, ela tá aterrorizada, acha que eu vim falar com ela por causa da merda da janela. Então, se ela não é minha carrasca... continuo fudido.
Nesse momento, a calma que eu mantinha se transformou naquela desesperação que faz você pensar 600 coisas em 5 segundos. Alana = inocente = meu carrasco ainda tá por aí = ainda tô na merda = tenho que conseguir o vídeo da masturbação, porque senão meu relacionamento com a Sere tá 100% acabado. É incrível ter que fazer coisas que só te enterram ainda mais pra salvar um relacionamento. É paradoxal, é maquiavélico. A Alana tá aqui, a gente tá sozinho, ela me implora pra não contar pra Sere... é minha chance.
-Manu... por favor, fala alguma coisa.
- Alu, o que você fez foi uma merda.
- Sim, já sei, mas preciso que você não d...
- Você gostou?congelouO que você viu, gostou?
-O que você tá me perguntando, Manu? Foi um acidente.
- Não foi um acidente, te vi pelo espelho. Olha. Eu não conto pra Sere. Mas aqui a gente vai ter que fazer alguma coisa.
Pensei que ia ser mais difícil. Mal terminei minha frase, a Alana se jogou em cima de mim e começou a me beijar. Falava coisas tipo "Não acredito" e "Finalmente". A safada tava querendo isso! Eu parei ela e falei que não íamos fazer nada além de uma punheta (sim, tenho meus princípios). E como condição final, disse que queria gravar. Garanti que era só pra mim, prometi que ninguém mais ia ver aquele vídeo. Só pra ter meu pau na mão, ela topou sem pensar.
🔴REC
-Você não vai falar nada, vai?Alana dizia para a câmera enquanto eu tirava meu pau do meu traje de banho.
-Não, óbvio, é só pegar ela.
- Sim, eu me comporto bem, te prometo.
- Muito bem.
Cuspiu na mão e começou a lubrificar meu pau inteiro com a mão pequena e magra dela. As mãos dela eram muito, muito macias, e a saliva escorria entre as peles como seda. A pressão da punheta dela era incrível, fechei os olhos e, de repente, todo o álcool e a droga me levaram numa viagem de sensações descomunal.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Tá durona pra caralho, mano.
Ela aproximou o rosto e eu a parei.
-Só punheta, só na mão.
- Dalee, só mais um pouquinho.
- Não, então ficamos como? Se comporta direito.
Não disse nada, continuou percorrendo minha glande com a suavidade da pele dela, e cada movimento fazia cócegas nos meus ovos, no estômago inteiro, e eu não conseguia evitar fechar os olhos para me perder naquela sensação. Como é que eu explico que ela tava me dando a melhor punheta da minha vida? Não sei, talvez eu estivesse muito chapado, mas as mãos dessa mina estavam me levando a um estado de embriaguez de prazer que dava pra ver claramente, porque demorei uns 2 minutos pra perceber que ela tava engolindo minha pica toda. Quis ficar puto, mas, honestamente, já era. A câmera continuava gravando e ela continuava fazendo bochecho com meu pau, besuntando ele com a saliva escorrendo, acompanhando cada engolida com a mãozinha dela, apertando de leve e massageando minhas bolas de vez em quando com a mesma baba que caía da boca exemplar dela. Entramos num ritmo e numa coordenação fodas, eu jogava o quadril pra trás e ela afastava a cabeça olhando pra câmera, aí meu quadril ia pra frente, a cabeça dela engolia meu membro e dobrava levemente o pescoço cada vez que chupava. A safadeza era tanta que comecei a soltar uns gemidos baixinhos sem perceber, e ela gemia a cada chupada babada que me dava, mal notei que ela tava se tocando desesperadamente por cima do biquíni. Senti que ia explodir. Mas ela parou. Ficou me olhando. Desliguei a câmera e ela virou de frente pra grade sozinha. A bunda dela era ossuda, mas muito firme e macia. Não falamos uma palavra, ela olhava pra trás me esperando. Minha pica tava inchada, dura e avermelhada. Puxei o biquíni dela pro lado e com uma lambida rápida na mão, molhou a vulva. Mal encostei meus lábios no pau dela e ela soltou um suspiro com um gemidinho, me deixou duríssimo. Repeti a ação e ela arrebitou mais a bunda, mexendo devagar de um lado pro outro. Devagar comecei a pressionar contra a boceta molhada dela e ela se jogava contra mim, se empurrando na grade. Me deu na telha levantar as pernas dela tablão médio da mesma, de modo que ela ficasse quase sentada, com a bunda pro ar e a buceta completamente exposta. A respiração dela tava muito ofegante, eu não ficava atrás. Me ajoelhei e de repente, na altura dos meus olhos, tava a xereca dela, excitada, levemente inchada e depilada. Dei lambidas por todo lado, mordidinhas suaves e beijos molhados. O gosto era novo, diferente, delicioso, pura excitação. Se não fosse pela minha língua pegando, os sucos dela teriam molhado o chão debaixo da gente. Levantei, encostei de novo a pele dela na minha e, num deslize molhado, tava dentro dela, ela se agarrando firme na porteira e eu segurando a bundinha dela. Comecei a meter cada vez mais fundo, e os suspiros dela eram longos, sempre terminando em gemidos e, de vez em quando, acompanhados de um "Ai, sim". A gente trepou bem gostoso, a luz quente do entardecer batia nas costas dela e fazia a pele brilhar, a maciez da bunda dela me tentava a ficar acariciando sem parar enquanto enfiava meu pau devagarzinho dentro. A buceta dela tava completamente relaxada, molhada e quentinha. Peguei ela pelo cabelo, e num instante ela conseguiu usar a porteira como apoio pra se mexer no meu pau, pra cima e pra baixo, rebolando a cintura com toda fluidez, de um lado pro outro devagar, me tentando a meter com mais pressa na calma dela. Pareceu uma eternidade, mas diria que foram uns 20 minutos antes do meu pau estar prestes a explodir de vez, a cena foi incrível. Comecei a meter bem fundo e os gemidos suaves dela acompanhavam com a rebolada, a coordenação era total. Tampei a boca dela e segurei ela pela bunda, deixando eu abrir um pouco mais os lábios dela. Tirei meu pau e gozei tudo nas costas dela. Tirei ela do tablão da porteira, ela me beijou e disse:
- Isso foi nosso. De mais ninguém.
-Nosso...
Finalmente ela me pediu pra limpar as costas dela com a parte de dentro da parte de cima do biquíni, e aí vestiu de novo. Só de pensar nisso já fico duro de novo.
Tenho que admitir que essa situação me fez duvidar pra caralho sobre minha relação com a Serena, e o estranho de acreditar que tô conectado com alguém sexualmente, quando de repente te pegam desse jeito.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Mmm, a coisa ficou estranha. Será que o Manuel tá rolando algo com a Alana? Me segue pra ver o que rola na parte 6!
Partes:
[Parte 1]
[Parte 2]
[Parte 3]
[Parte 4]
[Parte 6]
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