Episódio Nº1-Pela buceta dói!-Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Meu nome é Maite Etchevarria, moro em Nordelta e este é meu diário. Finalmente fiz 18 anos e terminei o ensino médio com uma média 9. Dá pra dizer que fui uma aluna exemplar, embora não me destaque pela inteligência, mas sim pela ajuda dos outros. Eu era a garota linda e popular da minha turma, todo mundo se oferecia pra me ajudar só pra ter um pouco da minha atenção, e ninguém ousava me responder mal se eu falasse num tom grosso. Digamos que minha época no colégio foi bem tranquila.

Quanto aos relacionamentos amorosos, isso não foi tão bem. Só tive dois namorados na adolescência e eles deixaram muito a desejar, ambos da minha idade. O primeiro foi com quem perdi minha virgindade logo no começo da adolescência, meu amor de infância e minha maior decepção. No fim, era um pau-curto e um punheteiro precoce, só me chamava pra casa dele pra apalpar meus peitos e encostar aquele volumezinho no jeans. E quando me comia, bom... não durava mais de 30 segundos.
Minha segunda relação foi há dois anos com um colega de natação, mas ele acabou sendo mais punheteiro que o anterior. Era muito gato e tinha uma pica bem grande, e eu sou uma viciada em pau, então pra ele não era difícil tirar fotos e nudes meus todo dia. Adoro provocar a rola, e fazer isso com o cara que eu gostava era ainda melhor. O problema é que quando ele começou a namorar comigo, ainda era virgem e não sabia foder, sempre que a gente se via, ele metia desesperado sem avisar e, como vocês podem imaginar, fazia minha buceta toda arder sem lubrificação. A gota d'água foi que, tempo depois, descobri que todas as minhas fotos ele reenviava pro grupo de amigos dele, então minha raba com certeza já rodou a internet inteira.
Mas tudo isso ficou pra trás, sou uma garota solteira e recém-formada, louca pra ver o que o mundo tem pra oferecer pra uma gostosa como eu. Ainda não sei qual faculdade vou cursar, então comecei a procurar trampo na internet pra dar uma aliviada no bolso, já que meu pai deixou bem claro que "quando terminar o ensino médio, vou deixar de ser uma princesinha bancada".
Recebi várias ligações que só aumentavam minha autoestima me incentivando à prostituição. Sei que sou uma gostosa, mas não vou dar pra qualquer um por um pouco de grana...... ou será que vou?
Decidi continuar esperando sem dar atenção pra aqueles caras degenerados até que a espera valeu a pena. Uma voz rouca me perguntou se eu podia aparecer numa loja de eletrônicos pra uma entrevista de emprego como promotora. Chegou o dia e fui o mais gostosa possível: um short jeans bem curtinho pra destacar minhas pernas, junto com um top branco de veludo, um rabo de cavalo no cabelo e uma tanga de renda branca que aparecia pelos lados do short. Eu tinha que chamar a atenção do dono.
Fui recebido por um homem de mais de 50 anos que não tirava os olhos de mim e, depois de me dar um beijo molhado na bochecha, me fez entrar num escritório úmido no fundo do local. Ele sentou numa mesa na minha frente e começou a falar escondendo as mãos.
—Como você tá, Maite? Tô vendo que você veio toda arrumadinha e com um cheiro de perfume divino, pra ser sincero, você é exatamente o que eu tava procurando. Olha, vou te explicar como é o trampo: basicamente você tem que ficar na porta do local bem gostosa e com um sorrisão pra atrair os clientes, não é mais que isso, algo super fácil pra uma belezinha como você. Inclusive ia te pedir pra se vestir exatamente como você veio, dá pra ver que você manja das paradas, hein gata.
Era bom demais pra ser verdade, então depois de combinar rapidinho o pagamento, aceitei. Ela respondeu levantando a mão escondida debaixo da mesa pra me cumprimentar. Apertei com a outra mão e, puta merda, foi o aperto de mão mais nojento da minha vida — a mão dela tava ensopada de suor.
—Se quiser, pode começar hoje mesmo, vai tranquila. — Ele me disse enquanto saía do escritório, enxugando a mão no meu short. A curiosidade falou mais alto e eu precisei cheirar aquela mão, e tenho que dizer que o cheiro de pica que grudou em mim era muito forte, e como não tinha álcool, não tinha nada à mão pra me limpar.
Mas além de uns assédios isolados, o dia acabou bem rápido, então entrei no bar na hora de fechar pra receber meu pagamento. O lugar já tava vazio e o dono tava no caixa controlando a grana.
—Gata, você foi incrível hoje, aquela fio dental branca aparecendo no seu shortinho chama muita atenção. — Ele disse, passando a mão no meu braço de novo, com a mão suada. Tinha uma cabeça de altura a mais que eu fácil, e era tão grande que eu sentia que podia desmaiar com um tapa.
- Sabe de uma? Foda-se, hoje te dou 5000 se você mostrar bem essa fio dental, fica entre nós.
Fiquei gelada, mas também não pensei muito. Era grana demais pra só mostrar um pouquinho da raba. —Tá bom, só um pouquinho.— Falei com voz fininha enquanto me virava e abaixava um pouco o short pra mostrar a fio dental.
—Meu Deus, mina, tu vai me matar... toma, cê mereceu. — Ele disse, colocando aquela grana no maço que era meu, mas quando eu comecei a subir a calça jeans, ele me parou com outra proposta.
—Já te comeram o cu, gostosa?
—Não..— Respondi assustada.
—Não parece, essa rabeta é bem trabalhada, sabe… bom, posso te pagar muito mais grana se você deixar fazer o cu todo dia quando terminar o turno. Você vai ver que vai valer a pena.
A impunidade com que ela disse aquilo era inacreditável, parecia que já vinha pensando nisso há tempos..
- Hum.. sei lá, uma amiga minha disse que isso dói pra caralho.. de quanto dinheiro você tá falando?
-Então cê tá interessada, $30.000 por dia, é metade do que tu ganharia num mês só pra dar uma fudidinha na buceta.
-Tá bom, por essa grana eu seria uma idiota se dissesse que não.
O cara me dava um pouco de nojo, mas eu não podia perder aquela oportunidade. Me apoiei no balcão e desci o short, mas antes de descer a fio dental, ele me agarrou na bunda e falou: — Não, essa a gente puxa pro lado. — Nem vi a pica dele, só puxou minha fio dental e, depois de cuspir na própria pica (fazendo uns barulhos nojentos), começou a enfiar. A pica era grossa pra caralho e quase me cortou a respiração.
-AI, TÁ DOENDO PRA CARALHO!- Os gritos escapavam sozinhos de mim.
—Já entrou tudo?
-Não, gata, só entrou a cabeça. Aguenta aí que é por grana.
Minhas pernas tremiam pra caralho e as lágrimas escapavam, mas percebi que ele tava chegando no final porque sentia os pelos dele no meu cu.
—Você tá me rasgando a bunda, dá pra esperar um segundo?
—Ai, Maite, tá doendo muito? Você vai ver que depois vai sentir falta dela. Vai conseguir fazer uma grana boa quando treinar esse cuzinho divino de patricinha que você tem.
Não cheguei a responder, ele começou a me comer bem fundo mas devagar, eu tava adorando e sentia que a buceta tava sangrando. Ele só me comeu por 10 minutos, mas pareceram horas pra mim.
- Uff.. ufff.. já era, garota, já terminei. Você tá apertando demais minha pica com essa bunda.
Os últimos dois minutos foram um inferno, parecia que eu tava correndo uma maratona e a bunda não podia arder mais, até que ele tirou desesperado e começou a gozar nas minhas pernas e no meu short arriado.
-Pronto, gostosa... não foi nada demais, viu. Agora você tem que esperar dar uma relaxada nessa buceta, que tá toda vermelha. Vem aqui que eu te ajudo.
Ela subiu a minha tanga e o short bem devagarzinho porque minhas pernas não paravam de tremer. Eu sentia o short todo grudado nas minhas pernas por causa da porra dele, mas finalmente, depois de tanto esforço, terminou meu primeiro dia de trabalho.
—Aí na caixa eu deixei a grana pra você, gostosa. Você mereceu. Tem um futuro bonito pela frente se continuar assim, volta pra casa tranquila e te espero amanhã. — Disse enquanto beijava minha nuca.
Depois de uns minutos me recuperei e fui voltando devagarinho pra estação de trem, pra casa. Isso de fuder no cu dói pra caralho!
AVISO: Todos os fatos mostrados nesta série são 100% fictícios e apenas com o objetivo de entreter e excitar. Os MDs estão abertos se quiserem discutir algo, e claramente vai continuar!
Meu nome é Maite Etchevarria, moro em Nordelta e este é meu diário. Finalmente fiz 18 anos e terminei o ensino médio com uma média 9. Dá pra dizer que fui uma aluna exemplar, embora não me destaque pela inteligência, mas sim pela ajuda dos outros. Eu era a garota linda e popular da minha turma, todo mundo se oferecia pra me ajudar só pra ter um pouco da minha atenção, e ninguém ousava me responder mal se eu falasse num tom grosso. Digamos que minha época no colégio foi bem tranquila.

Quanto aos relacionamentos amorosos, isso não foi tão bem. Só tive dois namorados na adolescência e eles deixaram muito a desejar, ambos da minha idade. O primeiro foi com quem perdi minha virgindade logo no começo da adolescência, meu amor de infância e minha maior decepção. No fim, era um pau-curto e um punheteiro precoce, só me chamava pra casa dele pra apalpar meus peitos e encostar aquele volumezinho no jeans. E quando me comia, bom... não durava mais de 30 segundos.
Minha segunda relação foi há dois anos com um colega de natação, mas ele acabou sendo mais punheteiro que o anterior. Era muito gato e tinha uma pica bem grande, e eu sou uma viciada em pau, então pra ele não era difícil tirar fotos e nudes meus todo dia. Adoro provocar a rola, e fazer isso com o cara que eu gostava era ainda melhor. O problema é que quando ele começou a namorar comigo, ainda era virgem e não sabia foder, sempre que a gente se via, ele metia desesperado sem avisar e, como vocês podem imaginar, fazia minha buceta toda arder sem lubrificação. A gota d'água foi que, tempo depois, descobri que todas as minhas fotos ele reenviava pro grupo de amigos dele, então minha raba com certeza já rodou a internet inteira.
Mas tudo isso ficou pra trás, sou uma garota solteira e recém-formada, louca pra ver o que o mundo tem pra oferecer pra uma gostosa como eu. Ainda não sei qual faculdade vou cursar, então comecei a procurar trampo na internet pra dar uma aliviada no bolso, já que meu pai deixou bem claro que "quando terminar o ensino médio, vou deixar de ser uma princesinha bancada".
Recebi várias ligações que só aumentavam minha autoestima me incentivando à prostituição. Sei que sou uma gostosa, mas não vou dar pra qualquer um por um pouco de grana...... ou será que vou?
Decidi continuar esperando sem dar atenção pra aqueles caras degenerados até que a espera valeu a pena. Uma voz rouca me perguntou se eu podia aparecer numa loja de eletrônicos pra uma entrevista de emprego como promotora. Chegou o dia e fui o mais gostosa possível: um short jeans bem curtinho pra destacar minhas pernas, junto com um top branco de veludo, um rabo de cavalo no cabelo e uma tanga de renda branca que aparecia pelos lados do short. Eu tinha que chamar a atenção do dono.
Fui recebido por um homem de mais de 50 anos que não tirava os olhos de mim e, depois de me dar um beijo molhado na bochecha, me fez entrar num escritório úmido no fundo do local. Ele sentou numa mesa na minha frente e começou a falar escondendo as mãos.
—Como você tá, Maite? Tô vendo que você veio toda arrumadinha e com um cheiro de perfume divino, pra ser sincero, você é exatamente o que eu tava procurando. Olha, vou te explicar como é o trampo: basicamente você tem que ficar na porta do local bem gostosa e com um sorrisão pra atrair os clientes, não é mais que isso, algo super fácil pra uma belezinha como você. Inclusive ia te pedir pra se vestir exatamente como você veio, dá pra ver que você manja das paradas, hein gata.
Era bom demais pra ser verdade, então depois de combinar rapidinho o pagamento, aceitei. Ela respondeu levantando a mão escondida debaixo da mesa pra me cumprimentar. Apertei com a outra mão e, puta merda, foi o aperto de mão mais nojento da minha vida — a mão dela tava ensopada de suor.
—Se quiser, pode começar hoje mesmo, vai tranquila. — Ele me disse enquanto saía do escritório, enxugando a mão no meu short. A curiosidade falou mais alto e eu precisei cheirar aquela mão, e tenho que dizer que o cheiro de pica que grudou em mim era muito forte, e como não tinha álcool, não tinha nada à mão pra me limpar.
Mas além de uns assédios isolados, o dia acabou bem rápido, então entrei no bar na hora de fechar pra receber meu pagamento. O lugar já tava vazio e o dono tava no caixa controlando a grana.
—Gata, você foi incrível hoje, aquela fio dental branca aparecendo no seu shortinho chama muita atenção. — Ele disse, passando a mão no meu braço de novo, com a mão suada. Tinha uma cabeça de altura a mais que eu fácil, e era tão grande que eu sentia que podia desmaiar com um tapa.
- Sabe de uma? Foda-se, hoje te dou 5000 se você mostrar bem essa fio dental, fica entre nós.
Fiquei gelada, mas também não pensei muito. Era grana demais pra só mostrar um pouquinho da raba. —Tá bom, só um pouquinho.— Falei com voz fininha enquanto me virava e abaixava um pouco o short pra mostrar a fio dental.
—Meu Deus, mina, tu vai me matar... toma, cê mereceu. — Ele disse, colocando aquela grana no maço que era meu, mas quando eu comecei a subir a calça jeans, ele me parou com outra proposta.
—Já te comeram o cu, gostosa?
—Não..— Respondi assustada.
—Não parece, essa rabeta é bem trabalhada, sabe… bom, posso te pagar muito mais grana se você deixar fazer o cu todo dia quando terminar o turno. Você vai ver que vai valer a pena.
A impunidade com que ela disse aquilo era inacreditável, parecia que já vinha pensando nisso há tempos..
- Hum.. sei lá, uma amiga minha disse que isso dói pra caralho.. de quanto dinheiro você tá falando?
-Então cê tá interessada, $30.000 por dia, é metade do que tu ganharia num mês só pra dar uma fudidinha na buceta.
-Tá bom, por essa grana eu seria uma idiota se dissesse que não.
O cara me dava um pouco de nojo, mas eu não podia perder aquela oportunidade. Me apoiei no balcão e desci o short, mas antes de descer a fio dental, ele me agarrou na bunda e falou: — Não, essa a gente puxa pro lado. — Nem vi a pica dele, só puxou minha fio dental e, depois de cuspir na própria pica (fazendo uns barulhos nojentos), começou a enfiar. A pica era grossa pra caralho e quase me cortou a respiração.
-AI, TÁ DOENDO PRA CARALHO!- Os gritos escapavam sozinhos de mim.
—Já entrou tudo?
-Não, gata, só entrou a cabeça. Aguenta aí que é por grana.
Minhas pernas tremiam pra caralho e as lágrimas escapavam, mas percebi que ele tava chegando no final porque sentia os pelos dele no meu cu.
—Você tá me rasgando a bunda, dá pra esperar um segundo?
—Ai, Maite, tá doendo muito? Você vai ver que depois vai sentir falta dela. Vai conseguir fazer uma grana boa quando treinar esse cuzinho divino de patricinha que você tem.
Não cheguei a responder, ele começou a me comer bem fundo mas devagar, eu tava adorando e sentia que a buceta tava sangrando. Ele só me comeu por 10 minutos, mas pareceram horas pra mim.
- Uff.. ufff.. já era, garota, já terminei. Você tá apertando demais minha pica com essa bunda.
Os últimos dois minutos foram um inferno, parecia que eu tava correndo uma maratona e a bunda não podia arder mais, até que ele tirou desesperado e começou a gozar nas minhas pernas e no meu short arriado.
-Pronto, gostosa... não foi nada demais, viu. Agora você tem que esperar dar uma relaxada nessa buceta, que tá toda vermelha. Vem aqui que eu te ajudo.
Ela subiu a minha tanga e o short bem devagarzinho porque minhas pernas não paravam de tremer. Eu sentia o short todo grudado nas minhas pernas por causa da porra dele, mas finalmente, depois de tanto esforço, terminou meu primeiro dia de trabalho.
—Aí na caixa eu deixei a grana pra você, gostosa. Você mereceu. Tem um futuro bonito pela frente se continuar assim, volta pra casa tranquila e te espero amanhã. — Disse enquanto beijava minha nuca.
Depois de uns minutos me recuperei e fui voltando devagarinho pra estação de trem, pra casa. Isso de fuder no cu dói pra caralho!
AVISO: Todos os fatos mostrados nesta série são 100% fictícios e apenas com o objetivo de entreter e excitar. Os MDs estão abertos se quiserem discutir algo, e claramente vai continuar!
7 comentários - Maite, a patricinha mal comida - EP1: Pelo cú!
buenisimo
buenisimo