Tinha que cumprir minha parte e, pra ser sincero, não me incomodava muito, mas não queria que o Lautaro percebesse. Fui pro quarto, me deitei de bruços e, sabendo o que vinha, pedi pra ele passar creme na minha bunda. Lau fez bem devagar e delicado, de vez em quando pressionava meu buraquinho com um dedo. — Tá doendo, Fer? — Um pouquinho, mas não tem problema. — E você gosta? — Não seja idiota, tô fazendo porque prometi. Lautaro cada vez se concentrava mais na minha bunda e o dedo entrava cada vez mais fundo, eu tava ficando louco de prazer e já tava difícil disfarçar. — Vai meter o pau ou não? Anda, que a gente tem pouco tempo! O filho da puta tinha pontaria, apontou de uma vez e me enfiou feito azeitona, com o cu cremoso e meio dilatado pelos dedos dele, meteu de uma vez até o fundo. Me partiu de dor, mas aguentei firme pra não pagar de fresco. — Entrou toda, Fer! Que delícia que é! Meu amigo começou a me montar com toda a raiva, parecia possuído, gemia que nem um louco e eu sentia o que é ter a bunda cheia de pau. — Fala que você é minha putinha, Fer! Fala que você gosta de ser comido! Não falei nada, mas nessa altura eu já tava fazendo uma punheta com a bunda. Lautaro não aguentou mais, cravou as unhas na minha bunda e eu senti ele me encher de porra quente até a barriga. Nós dois gritamos e ele se jogou em cima de mim, ficamos um tempinho assim até ele sair de dentro de mim e eu sentir um vazio. Nunca pensei que ia ser tão gostoso ter um pau na bunda e tomar gozada dentro. Olhei pro Lautaro e ele não parava de sorrir, chegou perto e, sem falar nada, tentou me beijar na boca. — Que isso, viado? Não seja putinho, moleque, e ajuda a me limpar. Fomos pro banheiro, ele lavou o pau e quis lavar minha bunda, deixei ele fazer. Naquele dia fui feliz pra casa com a bunda limpa e estreitada. Continua...
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