Não consigo evitar, gosto demais de sexo com outros homens, ter aventuras esporádicas, amantes, amigos sexuais, namorado, me apaixonar e ser amada. Meu marido chegou muito tarde na minha vida, eu já era uma mulher puta, e depois que descobrimos que temos mentes muito parecidas e abertas, agora ele tem uma mulher que é mais puta do que já era. No fim, meu desejo estava realizado, praticamente já vivia com meu namorado em casa, já que a maior parte do tempo ele morava com a gente, dividíamos a mesma cama os três ou eu dormia sozinha com ele em outro quarto da casa, quando precisava. Saímos para um passeio, umas férias curtas, nos hospedamos num bom hotel e, durante boa parte da noite, tive um macho me montando como uma gostosa no cio. Oportunidades como essas não aparecem tão seguidas, e eu me esforcei pra tirar o máximo proveito. O que pro meu marido foram umas punhetas, pra mim foi um prazer, poder ter um macho potente na cama era um prêmio pra minha tesão e minha putaria.
Pela manhã e, claro, depois de transar com meu namorado, a gente se arrumou pra descer pra área da piscina juntos. Já mais solta, usei sem nenhum pudor uma mini fio-dental e me preparei pra curtir o último dia de férias. Quando descemos, meu marido já tinha ido na frente porque entende que prefiro que ele não esteja por perto às vezes pra dar uma trepada a sós com meu namorado. Eu já estava no meu papel de puta e caminhei balançando minha bunda alegremente, de mãos dadas na cintura do meu novo macho. Queria que meu marido percebesse que eu tava a fim de aproveitar o dia inteiro com meu namorado e queria que ele soubesse disso pra nos atrapalhar o mínimo possível. Não consegui segurar a curiosidade e, na primeira oportunidade, abordei meu esposo com excitação e sarcasmo pra perguntar como ele tinha se sentido a noite toda: – Ai, meu amor, foi do caralho, foi intenso pra caramba. Além disso, depois de duas boas punhetas, consegui dormir que nem um bebê, mesmo vocês continuando, eu dormi. Fiquei feliz por você, porque sei como você deseja e precisa de uma noite assim. – E você? – Claro que passei excelente, meu maridinho. Meu namorado me deu exatamente o que eu precisava: sexo selvagem, carinho e descanso. Pô, com as mulheres é foda, as putas querem transar e transar o tempo todo, isso tá na nossa mente. Eu, feliz da vida por ser comida do jeito que meu marido não consegue, e meu namorado, feliz por comer a puta apaixonada dele.
Naquela altura, todos os nossos amigos já tinham sacado o nosso love a três e o quanto eu curtia estar com o nosso novo integrante. Sinceramente, no ambiente em que a gente tava, ninguém ligou, ninguém fez nenhum comentário. Eu me senti gostosa, puta e liberada. Como eu disse, tava a fim de aproveitar aquele dia sem me preocupar com nada, então usei salto alto com o biquíni só pra me sentir ainda mais puta. Meu marido e eu mal nos olhávamos. Durante aquela manhã, ficamos na piscina, e eu não largava do meu novo amante. Esfregava minha bunda e meus peitos nele, queria o corpo dele e o pau dele. Tava me apaixonando muito por ele, desejava ele como poucas vezes desejei um homem. Nossas conversas sempre foram cheias de putaria e sexo, acho que nunca falamos de outra coisa.
Eu realmente conversava muito à vontade com ele, nesse tempo contei minhas fantasias mais íntimas e perversas, coisas que poucas pessoas sabiam sobre mim. Lá pelo meio-dia, meu marido nos avisou que ia subir para se arrumar, disse que pretendia sair para almoçar e dar uma volta, ficaria fora a maior parte do dia. Achei que os desejos do meu marido estavam realizando os meus naquele momento: uma tarde tranquila para aproveitar sozinha com meu namorado, como um casal apaixonado, com certeza era algo que eu valorizava muito. Fiquei feliz por meu marido me deixar sozinha, por razões óbvias, mas por outro lado, meu lado mais safado queria continuar dando pica bem na cara do meu marido. A verdade é que confessei esse sentimento contraditório ao meu namorado, ele só sorriu e me deu um beijo delicioso enquanto massageava minhas tetas de puta. Ficamos um tempo e, depois de meia hora, ele me pegou pela mão e me levou para a sala do quarto do hotel. Lá, sentamos num sofá e ele começou a me provocar, tirou minhas tetas para fora, chupou gostoso e me dedou ao mesmo tempo. Acho que, em certo momento, ouvimos passos na parte do quarto, sabia que em algum momento meu marido teria que passar pela sala para sair. Dito isso, ele me pegou pela nuca e me fez chupar aquela pica linda dele. Eu estava bem entretida no meu trabalho, quando meu marido pôde ver sua doce esposa novamente dedicada e devorando aquele pedaço enorme de carne. Eu, concentrada no que fazia, nem percebi que naquele momento já tínhamos companhia.
– dá tchau pro teu marido, amor meu
Então eu abri os olhos e pude ver o rosto do meu marido, enquanto eu chupava o pau do homem por quem agora estava apaixonada. Dava pra ver que não tinha raiva nos olhos dele, acho que, assim como a puta da esposa dele, ele também tava curtindo. Meu marido sentia um tesão cuck bizarro em saber que a esposa dele tinha que satisfazer a necessidade de puta que eu tenho, e que tinha um macho que podia cumprir esse papel que ele não conseguia me dar ou me fazer sentir.
Ao mesmo tempo, ele nos olhava e sorria, dava pra ver que a situação também tava dando um tesão danado nela – "Tchau, maridinho, vai com Deus que eu fico aqui muito bem cuidada." Aí, por iniciativa própria, me levantei e fui até ele, assim de salto alto, fio dental e com os peitos de fora, me aproximei e dei um beijo de despedida no meu marido, com a minha boca cheia de gosto de pau estranho, essa situação realmente me deixava com muito tesão. Ele se despediu, mas não sei o quanto a gente despertou nele a vontade de ficar; ao me despedir, só conseguia pensar em pau, dada a putaria que tava sentindo. Meu namorado me deixou muito viciada nele e apaixonada, eu pensava e queria, precisava continuar aproveitando o carinho dele e daquela pica enorme. Assim, voltei pra ele e na mesma hora sentei naquela vara, com o tesão que tava, não hesitei em fazer de forma selvagem, sentei no pau dele e, como sempre, com egoísmo, pensei só no meu prazer, que gostoso era fazer assim, sem me preocupar com nada nem ninguém, só eu e o homem por quem eu tinha me apaixonado, com a certeza de que, acontecesse o que acontecesse, eu teria os melhores orgasmos sozinha. Acho que essa confiança abre a mente e simplifica o processo, não pensar em ninguém faz você gozar mais fácil. – "Ahhhhh sim!!! siiiim!!!! que gostoso ahhhh!!!! como você me excita, amor, uy!!!!!" Não duramos muito tempo transando, mas foi o suficiente pra baixar razoavelmente a vontade, digo razoavelmente porque me deram o bastante pra não desesperar, mas meu tesão ainda tava latente, é normal pra mim estar sempre nesse estado o dia todo. Voltamos então pra área da piscina e ficamos lá um tempo bebendo e dançando; em poucas horas o clima tava animadíssimo e os caras nos incentivaram a ficar de topless. Eu, bem metida no meu papel, não hesitei em ser a primeira a tirar o sutiã, era uma puta e ia me comportar como tal. Ainda ficamos um bom tempo lá, e nesse tempo, meu namorado e vários amigos dele passaram a mão em mim. Me deixou muito excitada, fazer parte de tudo isso e ser tratada como uma puta simplesmente me deixava a mil. No fim da tarde, os caras se reuniram pra conversar, dava pra ver de longe que estavam se acertando sobre o que fazer com a putinha deles, eu sabia disso e não tinha objeção nenhuma que fossem eles quem ditassem o rumo do dia, e eu só pelo prazer de ser tratada como uma vagabunda. Quando terminaram a conversa, vieram até mim e me avisaram que a gente tinha que se arrumar pra continuar a festa, então fizemos isso e fomos pros nossos quartos. Eu pensei que tinha que me preparar pra sair pra jantar e talvez depois ir pra algum bar, então vesti um vestido super sexy, bem justinho e decotado. Como sempre, demorei meu tempo; quando desci, os caras já estavam bebendo há um tempão na sala. Ainda era cedo e me juntei à festa, eles ficaram meio surpresos por eu ter sido a primeira a descer, já que nos outros dias eu sempre era a última a ficar pronta.
Sem prestar muita atenção nisso, sentei do lado do meu namorado, me serviram uma bebida e em segundos já estava completamente integrada na conversa, que, como era de se esperar, estava cheia de duplo sentido e putaria. Eu adorava como me tratavam, sem nenhum pudor, mas sempre com um certo respeito que a puta de um amigo merece, sei lá, não me tratavam como uma dama, mas como uma mulher mais aberta sexualmente. Apesar disso, respeitavam o fato de eu já ter namorado, com certeza eles têm experiência nesse tipo de convivência, mas pra mim era nova e muito interessante. Além disso, me davam toda a atenção, mas o que mais me encantava era que não perguntavam sobre meu marido nem sobre minha vida cotidiana, eles tinham embarcado nesse jogo onde, naqueles dias, eu era só mais uma das mulheres que tinham levado pra lá com o único objetivo de se divertir. Eu me divertia tanto com eles, queria continuar sendo o centro das atenções daqueles homens perversos e infiéis. No fim, minha intenção era me divertir e eu estava conseguindo, ia continuar vendo o que o resto do dia me reservava. A bebida rolava e eu, que não sou muito boa de beber, foi questão de tempo até eu me sentir alegre e ainda mais desinibida e com tesão. Também foi questão de tempo até me pedirem pra dançar um pouco, obviamente não ia recusar, estava praticamente implorando pra me pedirem algo assim. Levantei e, no ritmo do funk, comecei a dançar do jeito mais gostoso possível, mexia a bunda pra caralho, olhava pra minha plateia de olhos bem abertos e ficava ainda mais com tesão. Queria esfregar minha bunda e meus peitos em todos eles, mas o fato do meu namorado estar presente me fazia segurar, apesar disso, o tesão era tanto que eu mal conseguia evitar buscar o contato de uma pica grande e dura no meu rabão enorme. Então, dito isso, chamei meu namorado pra dançar, ou melhor, pra dançar pra ele, peguei na mão dele e o fiz levantar, mexi a cintura generosamente e esfreguei os peitos nele. enquanto ele estava quase imóvel. Depois de um tempo, ele me levou contra a parede e me deu uma calentada do caralho, entre beijos e apalpadelas sem vergonha. Num dado momento, ele me virou de costas, eu coloquei as mãos na parede e, como toda uma profissional, fiquei esfregando a bunda no jeans dele. Dancei e dancei com o único objetivo de sentir o pauzão dele entre minha raba enorme. Finalmente, uma bunda como a minha tinha à disposição o pau que merecia.
Tava pegando fogo, me sentindo a maior puta e adorando cada segundo. Faz tempo que descobri minha verdadeira natureza de mulher fogosa e perversa, sabia bem do que gostava, mas isso tava me agradando demais. De algum jeito, eu ainda mantinha uma fachada de esposa convencional, com amantes esporádicos e aprendendo a lidar com um marido super aberto em questões de sexo. Mas isso era tão intenso que eu tava seriamente adorando minha capacidade de continuar levando a vida do jeito que levava.
Queria me sentir uma puta, não queria a vida que minhas novas amigas tinham e da qual elas já estavam de saco cheio, que puta ironia do destino. Quanto mais tesuda eu ficava e mais rebolava a bunda, meu namorado se aproximou de mim e sussurrou no meu ouvido – Hoje vou realizar suas fantasias. Acontece que, durante nossas conversas e minha abertura sexual com ele, eu tinha confessado muitas das minhas fantasias, algumas vezes em conversas normais, mas as mais intensas e sinceras foram enquanto ele me comia selvagemente, foi uma das coisas mais excitantes me confessar enquanto transava. Numa dessas fodas selvagens, enquanto eu sentava no pauzão dele, confessei que me excitava muito a ideia de transar na frente dos outros, que adorava me exibir e queria que me vissem trepando, minha fantasia era ser comida por vários ao mesmo tempo, que me olhassem e se masturbassem enquanto eu me submetia a ele.
Foi tanta a minha excitação que, enquanto confessava tudo isso, tive um orgasmo dos mais intensos. A verdade é que não achei que a conversa fosse além da paixão do momento, mas agora, para minha surpresa, parecia que meu namorado estava pensando em tornar aquilo realidade. Revi rapidamente o que tinha acontecido no dia e comecei a perceber que as coisas não tinham sido por acaso — a saída do meu marido era algo extremamente suspeito. Pelo visto, meu namorado tinha convencido o grupo a ficar a sós comigo. Com todas as cartas na mesa, me deixei levar. Me serviram numa bandeja de prata a oportunidade, e eu sabia que situações assim eram difíceis de se repetir.
Enquanto eu continuava dançando, colada na parede e de costas, meu namorado foi tirando cada peça de roupa minha, uma por uma. Em poucos segundos, só minha calcinha fio-dental e meus saltos altos me acompanhavam na minha dança perversa. Nessa altura, os caras já tinham deixado o palco do show pronto: colocaram um sofá pequeno no centro da sala e estavam sentados ao redor dele. Ele me pegou pela mão e me levou para o centro da ação. Eu caminhei atrás dele, seminua, com os peitos de fora e uma calcinha minúscula enfiada nas minhas bundonas. Me senti dominada e excitada ao extremo.
A cena me levou ao limite. Caminhei devagar e me certifiquei de rebolar ao máximo. Estar naquelas condições, me exibindo na frente de uns caras que mal conhecia, vê-los contemplar minha putaria em silêncio, enquanto eu desejava ser subjugada e usada, era francamente excitante pra caralho. A ação era acompanhada em silêncio, sem gritos nem palavras. Parecia que todos eram cúmplices da minha fantasia. Exatamente como eu tinha sonhado, exatamente como eu tinha desejado. Não queria uma plateia igual a de um jogo de futebol, que grita e xinga. Queria a plateia de um concerto de música clássica ou de uma peça de teatro. Queria que se concentrassem no espetáculo, que não perdessem nenhum detalhe, queria que no final reconhecessem a qualidade do show; no show, o reconhecimento seria com aplausos, nesta obra seria com o sêmen escorrendo pelas suas pirocas perversas. Já no centro da sala, ele puxou sua deliciosa piroca, não tirou nenhuma peça de roupa, só mostrou seu membro enorme, depois me colocou na frente dele e me fez abaixar até alcançar seu pau ereto. Não me fez ajoelhar, queria que eu ficasse de pé e, ao me abaixar, pudesse exibir melhor minha bunda grande. Eu não ia resistir a nada naquele dia, ainda mais no começo da sessão, então entendi suas intenções claras e fiz o que se esperava de mim. Comecei a chupar e a sensação era extremamente prazerosa. Se já adoro chupar a piroca do meu homem amado, fazer isso naquelas condições e com o tesão que eu tava me deixava a mil.
Com esse nível de desejo, acelerei o ritmo e já não precisava de mais conforto, então, sem querer, num dado momento já estava de joelhos saboreando uma delícia tão gostosa.
Eu tava no auge da excitação, gozando como nunca ao dar um boquete no meu namorado, que me tratava como a putinha que sempre sonhei ser. De canto de olho, via minha plateia me encarando sem perder um detalhe, dava pra notar os olhos bem abertos enquanto começavam a se tocar por cima da roupa. Depois de um tempo naquela posição, onde me acabei chupando aquela piroca deliciosa, ele me mandou levantar. Bem no meio da sala, com os amigos dele ao redor, ele voltou pra minha boca, me beijou gostoso enquanto passava a mão em mim à vontade. Meu corpo nu, só de salto alto, reagia a cada carícia, eu gemia disfarçadamente enquanto apertava as coxas e mexia a cintura, vítima do prazer. Aí ele colocou o cinto no meu pescoço de novo, igual uma cadela no cio, e me mandou ficar de quatro. Com o cinto no pescoço, me fez rastejar pelo chão, me exibindo como a submissa safada que sou. Ele me levou pela sala toda, a ideia era que eu passasse perto de cada um dos amigos dele, me mostrando como gado pra vender, como troféu sexual, como se ele gritasse pra cada um: “olha bem pra essa gostosa que vou montar agora”. Durante o passeio, eu rebolava o máximo que podia, o processo foi devagar de propósito pra aumentar o tesão de todo mundo. Não posso falar pelos outros, mas comigo a estratégia tava funcionando demais. Cada vez que eu chegava perto de um deles, minha excitação aumentava, eu não desviava o olhar e encarava cada um nos olhos, cheia de safadeza e desejo. Queria que eles vissem claramente que eu tava amando o que tava rolando e o que ia rolar, aí eu mordia os lábios, num sinal claro de tesão, e enquanto fazia isso, olhava pros paus deles já completamente duros. Depois do passeio, ele me colocou de quatro bem no meio da sala, se aproximou e só mandou: – Se toca. Aí ele se afastou e sentou, e eu fiquei sozinha no meio de todo mundo, de quatro. de patas, mostrando minha bunda enorme, fiquei um tempão me tocando, ora fechava os olhos, ora abria pra observar meu público, todo mundo me olhando com tesão e se tocando nos paus, todo mundo menos meu namorado, ele só me olhava sem perder um detalhe e sem mostrar nenhuma expressão. O clima todo conspirava a favor do meu tesão, tava muito excitada, não parava de me tocar com uma mão, enquanto com a outra acariciava um dos meus peitos, depois apoiei meu rosto no sofá e empinei ainda mais a bunda.
Eu já estava no limite quando meu namorado se aproximou de mim e deu uma nova ordem: – Goza! Aquilo acionou um interruptor dentro de mim, parecia que o cara controlava meu corpo e, do nada, conseguia controlar meus orgasmos. Era uma puta contradição: meu marido passou anos tentando me fazer gozar assim com ele, com resultados frustrantes, e esse cara que conheci há poucos dias agora me mandava ter orgasmos como se fosse tão fácil. Bem, pra ele, graças a tudo que me fez fazer e a todas as suas perversões, era sim, era a coisa mais simples do mundo. Senti então uma descarga elétrica percorrer meu corpo inteiro, acelerei o ritmo, movi minha bunda enorme na maior velocidade e tive um orgasmo delicioso que me fez gritar de prazer. – Ahhhhhh mmmmmmm!!!!!! Depois do orgasmo intenso, fiquei um tempo deitada com a bunda pra cima, foram só alguns segundos até meu namorado se posicionar atrás de mim e finalmente me dar o gostinho de ter a pica enorme dele dentro de mim. Começou então um espetáculo de sexo selvagem, ele me metia com uma maestria notável, eu só conseguia gemer e pedir por mais. – Ahhhhh sim, que gostoso!!! Ai, meu amor, que gostoso você come!!! – Você gosta, minha putinha? – Adoro, boceta, uiii, ahhhh, me dá, me dá. O ritmo não parava e eu sentia minha boceta sendo perfurada do jeito mais delicioso, com uma metida e tirada divina.
Tá vendo que cê tá precisando muito da minha pica, amor!
– Ai, sua buceta... uiii, sim, rei, cê não sabe o quanto eu gosto da sua pica!!! ahhhh
– E o cara do teu marido não te fode como cê merece
– Não, papai, aii, é um cara que tem uma pequena, uf! ahhhhhh
– Cê gosta da minha pica, meu amor?
– Ahhhhh, adoro, uiii, cê tem uma enorme, rei, ahhhh, que gostosa!!! mais, mais!!!
Eu adorava que ele não só me comia na frente dos amigos, adorava que ele falava sujo comigo, que me tratava como a putinha dele, como a putinha amada dele.
– O que cê é?
– Uma gostosa, papai, sua putinha amada!!!
– E como minha pica te deixa?
– Boa garota e apaixonada, amor, ahhhhhhh
Gozei de novo. A sessão já tava intensa demais e era difícil pro meu amado aguentar muito mais, então ele acelerou ainda mais o ritmo enquanto me dava umas palmadas na bunda que eram o complemento perfeito pra tudo que tava rolando. Nessa altura, os amigos dele já tinham tirado as picas e se masturbavam sem vergonha. Eu de quatro, pelada, sendo fodida selvagemente, com meu amado ainda vestido e rodeada de caras tarados se masturbando. A cena era do mais excitante e perverso. Tudo isso veio na minha cabeça e me deixava ainda mais quente. Assim, tomei mais a iniciativa e não só recebia as estocadas, também mexia minha bunda pra encontrar os movimentos dele. Não sei se era necessário pra aumentar o prazer, mas meu tesão mandava fazer isso...
Pela manhã e, claro, depois de transar com meu namorado, a gente se arrumou pra descer pra área da piscina juntos. Já mais solta, usei sem nenhum pudor uma mini fio-dental e me preparei pra curtir o último dia de férias. Quando descemos, meu marido já tinha ido na frente porque entende que prefiro que ele não esteja por perto às vezes pra dar uma trepada a sós com meu namorado. Eu já estava no meu papel de puta e caminhei balançando minha bunda alegremente, de mãos dadas na cintura do meu novo macho. Queria que meu marido percebesse que eu tava a fim de aproveitar o dia inteiro com meu namorado e queria que ele soubesse disso pra nos atrapalhar o mínimo possível. Não consegui segurar a curiosidade e, na primeira oportunidade, abordei meu esposo com excitação e sarcasmo pra perguntar como ele tinha se sentido a noite toda: – Ai, meu amor, foi do caralho, foi intenso pra caramba. Além disso, depois de duas boas punhetas, consegui dormir que nem um bebê, mesmo vocês continuando, eu dormi. Fiquei feliz por você, porque sei como você deseja e precisa de uma noite assim. – E você? – Claro que passei excelente, meu maridinho. Meu namorado me deu exatamente o que eu precisava: sexo selvagem, carinho e descanso. Pô, com as mulheres é foda, as putas querem transar e transar o tempo todo, isso tá na nossa mente. Eu, feliz da vida por ser comida do jeito que meu marido não consegue, e meu namorado, feliz por comer a puta apaixonada dele.
Naquela altura, todos os nossos amigos já tinham sacado o nosso love a três e o quanto eu curtia estar com o nosso novo integrante. Sinceramente, no ambiente em que a gente tava, ninguém ligou, ninguém fez nenhum comentário. Eu me senti gostosa, puta e liberada. Como eu disse, tava a fim de aproveitar aquele dia sem me preocupar com nada, então usei salto alto com o biquíni só pra me sentir ainda mais puta. Meu marido e eu mal nos olhávamos. Durante aquela manhã, ficamos na piscina, e eu não largava do meu novo amante. Esfregava minha bunda e meus peitos nele, queria o corpo dele e o pau dele. Tava me apaixonando muito por ele, desejava ele como poucas vezes desejei um homem. Nossas conversas sempre foram cheias de putaria e sexo, acho que nunca falamos de outra coisa.
Eu realmente conversava muito à vontade com ele, nesse tempo contei minhas fantasias mais íntimas e perversas, coisas que poucas pessoas sabiam sobre mim. Lá pelo meio-dia, meu marido nos avisou que ia subir para se arrumar, disse que pretendia sair para almoçar e dar uma volta, ficaria fora a maior parte do dia. Achei que os desejos do meu marido estavam realizando os meus naquele momento: uma tarde tranquila para aproveitar sozinha com meu namorado, como um casal apaixonado, com certeza era algo que eu valorizava muito. Fiquei feliz por meu marido me deixar sozinha, por razões óbvias, mas por outro lado, meu lado mais safado queria continuar dando pica bem na cara do meu marido. A verdade é que confessei esse sentimento contraditório ao meu namorado, ele só sorriu e me deu um beijo delicioso enquanto massageava minhas tetas de puta. Ficamos um tempo e, depois de meia hora, ele me pegou pela mão e me levou para a sala do quarto do hotel. Lá, sentamos num sofá e ele começou a me provocar, tirou minhas tetas para fora, chupou gostoso e me dedou ao mesmo tempo. Acho que, em certo momento, ouvimos passos na parte do quarto, sabia que em algum momento meu marido teria que passar pela sala para sair. Dito isso, ele me pegou pela nuca e me fez chupar aquela pica linda dele. Eu estava bem entretida no meu trabalho, quando meu marido pôde ver sua doce esposa novamente dedicada e devorando aquele pedaço enorme de carne. Eu, concentrada no que fazia, nem percebi que naquele momento já tínhamos companhia.
– dá tchau pro teu marido, amor meu Então eu abri os olhos e pude ver o rosto do meu marido, enquanto eu chupava o pau do homem por quem agora estava apaixonada. Dava pra ver que não tinha raiva nos olhos dele, acho que, assim como a puta da esposa dele, ele também tava curtindo. Meu marido sentia um tesão cuck bizarro em saber que a esposa dele tinha que satisfazer a necessidade de puta que eu tenho, e que tinha um macho que podia cumprir esse papel que ele não conseguia me dar ou me fazer sentir.

Ao mesmo tempo, ele nos olhava e sorria, dava pra ver que a situação também tava dando um tesão danado nela – "Tchau, maridinho, vai com Deus que eu fico aqui muito bem cuidada." Aí, por iniciativa própria, me levantei e fui até ele, assim de salto alto, fio dental e com os peitos de fora, me aproximei e dei um beijo de despedida no meu marido, com a minha boca cheia de gosto de pau estranho, essa situação realmente me deixava com muito tesão. Ele se despediu, mas não sei o quanto a gente despertou nele a vontade de ficar; ao me despedir, só conseguia pensar em pau, dada a putaria que tava sentindo. Meu namorado me deixou muito viciada nele e apaixonada, eu pensava e queria, precisava continuar aproveitando o carinho dele e daquela pica enorme. Assim, voltei pra ele e na mesma hora sentei naquela vara, com o tesão que tava, não hesitei em fazer de forma selvagem, sentei no pau dele e, como sempre, com egoísmo, pensei só no meu prazer, que gostoso era fazer assim, sem me preocupar com nada nem ninguém, só eu e o homem por quem eu tinha me apaixonado, com a certeza de que, acontecesse o que acontecesse, eu teria os melhores orgasmos sozinha. Acho que essa confiança abre a mente e simplifica o processo, não pensar em ninguém faz você gozar mais fácil. – "Ahhhhh sim!!! siiiim!!!! que gostoso ahhhh!!!! como você me excita, amor, uy!!!!!" Não duramos muito tempo transando, mas foi o suficiente pra baixar razoavelmente a vontade, digo razoavelmente porque me deram o bastante pra não desesperar, mas meu tesão ainda tava latente, é normal pra mim estar sempre nesse estado o dia todo. Voltamos então pra área da piscina e ficamos lá um tempo bebendo e dançando; em poucas horas o clima tava animadíssimo e os caras nos incentivaram a ficar de topless. Eu, bem metida no meu papel, não hesitei em ser a primeira a tirar o sutiã, era uma puta e ia me comportar como tal. Ainda ficamos um bom tempo lá, e nesse tempo, meu namorado e vários amigos dele passaram a mão em mim. Me deixou muito excitada, fazer parte de tudo isso e ser tratada como uma puta simplesmente me deixava a mil. No fim da tarde, os caras se reuniram pra conversar, dava pra ver de longe que estavam se acertando sobre o que fazer com a putinha deles, eu sabia disso e não tinha objeção nenhuma que fossem eles quem ditassem o rumo do dia, e eu só pelo prazer de ser tratada como uma vagabunda. Quando terminaram a conversa, vieram até mim e me avisaram que a gente tinha que se arrumar pra continuar a festa, então fizemos isso e fomos pros nossos quartos. Eu pensei que tinha que me preparar pra sair pra jantar e talvez depois ir pra algum bar, então vesti um vestido super sexy, bem justinho e decotado. Como sempre, demorei meu tempo; quando desci, os caras já estavam bebendo há um tempão na sala. Ainda era cedo e me juntei à festa, eles ficaram meio surpresos por eu ter sido a primeira a descer, já que nos outros dias eu sempre era a última a ficar pronta.
Sem prestar muita atenção nisso, sentei do lado do meu namorado, me serviram uma bebida e em segundos já estava completamente integrada na conversa, que, como era de se esperar, estava cheia de duplo sentido e putaria. Eu adorava como me tratavam, sem nenhum pudor, mas sempre com um certo respeito que a puta de um amigo merece, sei lá, não me tratavam como uma dama, mas como uma mulher mais aberta sexualmente. Apesar disso, respeitavam o fato de eu já ter namorado, com certeza eles têm experiência nesse tipo de convivência, mas pra mim era nova e muito interessante. Além disso, me davam toda a atenção, mas o que mais me encantava era que não perguntavam sobre meu marido nem sobre minha vida cotidiana, eles tinham embarcado nesse jogo onde, naqueles dias, eu era só mais uma das mulheres que tinham levado pra lá com o único objetivo de se divertir. Eu me divertia tanto com eles, queria continuar sendo o centro das atenções daqueles homens perversos e infiéis. No fim, minha intenção era me divertir e eu estava conseguindo, ia continuar vendo o que o resto do dia me reservava. A bebida rolava e eu, que não sou muito boa de beber, foi questão de tempo até eu me sentir alegre e ainda mais desinibida e com tesão. Também foi questão de tempo até me pedirem pra dançar um pouco, obviamente não ia recusar, estava praticamente implorando pra me pedirem algo assim. Levantei e, no ritmo do funk, comecei a dançar do jeito mais gostoso possível, mexia a bunda pra caralho, olhava pra minha plateia de olhos bem abertos e ficava ainda mais com tesão. Queria esfregar minha bunda e meus peitos em todos eles, mas o fato do meu namorado estar presente me fazia segurar, apesar disso, o tesão era tanto que eu mal conseguia evitar buscar o contato de uma pica grande e dura no meu rabão enorme. Então, dito isso, chamei meu namorado pra dançar, ou melhor, pra dançar pra ele, peguei na mão dele e o fiz levantar, mexi a cintura generosamente e esfreguei os peitos nele. enquanto ele estava quase imóvel. Depois de um tempo, ele me levou contra a parede e me deu uma calentada do caralho, entre beijos e apalpadelas sem vergonha. Num dado momento, ele me virou de costas, eu coloquei as mãos na parede e, como toda uma profissional, fiquei esfregando a bunda no jeans dele. Dancei e dancei com o único objetivo de sentir o pauzão dele entre minha raba enorme. Finalmente, uma bunda como a minha tinha à disposição o pau que merecia.
Tava pegando fogo, me sentindo a maior puta e adorando cada segundo. Faz tempo que descobri minha verdadeira natureza de mulher fogosa e perversa, sabia bem do que gostava, mas isso tava me agradando demais. De algum jeito, eu ainda mantinha uma fachada de esposa convencional, com amantes esporádicos e aprendendo a lidar com um marido super aberto em questões de sexo. Mas isso era tão intenso que eu tava seriamente adorando minha capacidade de continuar levando a vida do jeito que levava.
Queria me sentir uma puta, não queria a vida que minhas novas amigas tinham e da qual elas já estavam de saco cheio, que puta ironia do destino. Quanto mais tesuda eu ficava e mais rebolava a bunda, meu namorado se aproximou de mim e sussurrou no meu ouvido – Hoje vou realizar suas fantasias. Acontece que, durante nossas conversas e minha abertura sexual com ele, eu tinha confessado muitas das minhas fantasias, algumas vezes em conversas normais, mas as mais intensas e sinceras foram enquanto ele me comia selvagemente, foi uma das coisas mais excitantes me confessar enquanto transava. Numa dessas fodas selvagens, enquanto eu sentava no pauzão dele, confessei que me excitava muito a ideia de transar na frente dos outros, que adorava me exibir e queria que me vissem trepando, minha fantasia era ser comida por vários ao mesmo tempo, que me olhassem e se masturbassem enquanto eu me submetia a ele.
Foi tanta a minha excitação que, enquanto confessava tudo isso, tive um orgasmo dos mais intensos. A verdade é que não achei que a conversa fosse além da paixão do momento, mas agora, para minha surpresa, parecia que meu namorado estava pensando em tornar aquilo realidade. Revi rapidamente o que tinha acontecido no dia e comecei a perceber que as coisas não tinham sido por acaso — a saída do meu marido era algo extremamente suspeito. Pelo visto, meu namorado tinha convencido o grupo a ficar a sós comigo. Com todas as cartas na mesa, me deixei levar. Me serviram numa bandeja de prata a oportunidade, e eu sabia que situações assim eram difíceis de se repetir.Enquanto eu continuava dançando, colada na parede e de costas, meu namorado foi tirando cada peça de roupa minha, uma por uma. Em poucos segundos, só minha calcinha fio-dental e meus saltos altos me acompanhavam na minha dança perversa. Nessa altura, os caras já tinham deixado o palco do show pronto: colocaram um sofá pequeno no centro da sala e estavam sentados ao redor dele. Ele me pegou pela mão e me levou para o centro da ação. Eu caminhei atrás dele, seminua, com os peitos de fora e uma calcinha minúscula enfiada nas minhas bundonas. Me senti dominada e excitada ao extremo.
A cena me levou ao limite. Caminhei devagar e me certifiquei de rebolar ao máximo. Estar naquelas condições, me exibindo na frente de uns caras que mal conhecia, vê-los contemplar minha putaria em silêncio, enquanto eu desejava ser subjugada e usada, era francamente excitante pra caralho. A ação era acompanhada em silêncio, sem gritos nem palavras. Parecia que todos eram cúmplices da minha fantasia. Exatamente como eu tinha sonhado, exatamente como eu tinha desejado. Não queria uma plateia igual a de um jogo de futebol, que grita e xinga. Queria a plateia de um concerto de música clássica ou de uma peça de teatro. Queria que se concentrassem no espetáculo, que não perdessem nenhum detalhe, queria que no final reconhecessem a qualidade do show; no show, o reconhecimento seria com aplausos, nesta obra seria com o sêmen escorrendo pelas suas pirocas perversas. Já no centro da sala, ele puxou sua deliciosa piroca, não tirou nenhuma peça de roupa, só mostrou seu membro enorme, depois me colocou na frente dele e me fez abaixar até alcançar seu pau ereto. Não me fez ajoelhar, queria que eu ficasse de pé e, ao me abaixar, pudesse exibir melhor minha bunda grande. Eu não ia resistir a nada naquele dia, ainda mais no começo da sessão, então entendi suas intenções claras e fiz o que se esperava de mim. Comecei a chupar e a sensação era extremamente prazerosa. Se já adoro chupar a piroca do meu homem amado, fazer isso naquelas condições e com o tesão que eu tava me deixava a mil.
Com esse nível de desejo, acelerei o ritmo e já não precisava de mais conforto, então, sem querer, num dado momento já estava de joelhos saboreando uma delícia tão gostosa.
Eu tava no auge da excitação, gozando como nunca ao dar um boquete no meu namorado, que me tratava como a putinha que sempre sonhei ser. De canto de olho, via minha plateia me encarando sem perder um detalhe, dava pra notar os olhos bem abertos enquanto começavam a se tocar por cima da roupa. Depois de um tempo naquela posição, onde me acabei chupando aquela piroca deliciosa, ele me mandou levantar. Bem no meio da sala, com os amigos dele ao redor, ele voltou pra minha boca, me beijou gostoso enquanto passava a mão em mim à vontade. Meu corpo nu, só de salto alto, reagia a cada carícia, eu gemia disfarçadamente enquanto apertava as coxas e mexia a cintura, vítima do prazer. Aí ele colocou o cinto no meu pescoço de novo, igual uma cadela no cio, e me mandou ficar de quatro. Com o cinto no pescoço, me fez rastejar pelo chão, me exibindo como a submissa safada que sou. Ele me levou pela sala toda, a ideia era que eu passasse perto de cada um dos amigos dele, me mostrando como gado pra vender, como troféu sexual, como se ele gritasse pra cada um: “olha bem pra essa gostosa que vou montar agora”. Durante o passeio, eu rebolava o máximo que podia, o processo foi devagar de propósito pra aumentar o tesão de todo mundo. Não posso falar pelos outros, mas comigo a estratégia tava funcionando demais. Cada vez que eu chegava perto de um deles, minha excitação aumentava, eu não desviava o olhar e encarava cada um nos olhos, cheia de safadeza e desejo. Queria que eles vissem claramente que eu tava amando o que tava rolando e o que ia rolar, aí eu mordia os lábios, num sinal claro de tesão, e enquanto fazia isso, olhava pros paus deles já completamente duros. Depois do passeio, ele me colocou de quatro bem no meio da sala, se aproximou e só mandou: – Se toca. Aí ele se afastou e sentou, e eu fiquei sozinha no meio de todo mundo, de quatro. de patas, mostrando minha bunda enorme, fiquei um tempão me tocando, ora fechava os olhos, ora abria pra observar meu público, todo mundo me olhando com tesão e se tocando nos paus, todo mundo menos meu namorado, ele só me olhava sem perder um detalhe e sem mostrar nenhuma expressão. O clima todo conspirava a favor do meu tesão, tava muito excitada, não parava de me tocar com uma mão, enquanto com a outra acariciava um dos meus peitos, depois apoiei meu rosto no sofá e empinei ainda mais a bunda.
Eu já estava no limite quando meu namorado se aproximou de mim e deu uma nova ordem: – Goza! Aquilo acionou um interruptor dentro de mim, parecia que o cara controlava meu corpo e, do nada, conseguia controlar meus orgasmos. Era uma puta contradição: meu marido passou anos tentando me fazer gozar assim com ele, com resultados frustrantes, e esse cara que conheci há poucos dias agora me mandava ter orgasmos como se fosse tão fácil. Bem, pra ele, graças a tudo que me fez fazer e a todas as suas perversões, era sim, era a coisa mais simples do mundo. Senti então uma descarga elétrica percorrer meu corpo inteiro, acelerei o ritmo, movi minha bunda enorme na maior velocidade e tive um orgasmo delicioso que me fez gritar de prazer. – Ahhhhhh mmmmmmm!!!!!! Depois do orgasmo intenso, fiquei um tempo deitada com a bunda pra cima, foram só alguns segundos até meu namorado se posicionar atrás de mim e finalmente me dar o gostinho de ter a pica enorme dele dentro de mim. Começou então um espetáculo de sexo selvagem, ele me metia com uma maestria notável, eu só conseguia gemer e pedir por mais. – Ahhhhh sim, que gostoso!!! Ai, meu amor, que gostoso você come!!! – Você gosta, minha putinha? – Adoro, boceta, uiii, ahhhh, me dá, me dá. O ritmo não parava e eu sentia minha boceta sendo perfurada do jeito mais delicioso, com uma metida e tirada divina.
Tá vendo que cê tá precisando muito da minha pica, amor! – Ai, sua buceta... uiii, sim, rei, cê não sabe o quanto eu gosto da sua pica!!! ahhhh
– E o cara do teu marido não te fode como cê merece
– Não, papai, aii, é um cara que tem uma pequena, uf! ahhhhhh
– Cê gosta da minha pica, meu amor?
– Ahhhhh, adoro, uiii, cê tem uma enorme, rei, ahhhh, que gostosa!!! mais, mais!!!
Eu adorava que ele não só me comia na frente dos amigos, adorava que ele falava sujo comigo, que me tratava como a putinha dele, como a putinha amada dele.
– O que cê é?
– Uma gostosa, papai, sua putinha amada!!!
– E como minha pica te deixa?
– Boa garota e apaixonada, amor, ahhhhhhh
Gozei de novo. A sessão já tava intensa demais e era difícil pro meu amado aguentar muito mais, então ele acelerou ainda mais o ritmo enquanto me dava umas palmadas na bunda que eram o complemento perfeito pra tudo que tava rolando. Nessa altura, os amigos dele já tinham tirado as picas e se masturbavam sem vergonha. Eu de quatro, pelada, sendo fodida selvagemente, com meu amado ainda vestido e rodeada de caras tarados se masturbando. A cena era do mais excitante e perverso. Tudo isso veio na minha cabeça e me deixava ainda mais quente. Assim, tomei mais a iniciativa e não só recebia as estocadas, também mexia minha bunda pra encontrar os movimentos dele. Não sei se era necessário pra aumentar o prazer, mas meu tesão mandava fazer isso...
5 comentários - Sou muito puta