5 sentidos (1ª parte)

1 - ver (relato em primeira pessoa)
Era sábado à noite e se aproximava a hora esperada, que era meia-noite, ou seja, o fim de um dia e o começo de outro. Eu estava parado na frente do nosso quarto, já pronto, vestido com uma calça jeans preta e uma camisa azul. Via ela se preparando, já maquiada com aquela carinha de princesa, era impossível acreditar no que ia acontecer. A pele bronzeada, com aquele cabelão comprido e ondulado. Mas o que eu mais observava era aquela bunda linda, empinada, com os peitos separados por uma calcinha fio-dental preta, igual ao sutiã. Ela tinha 5 vestidos em cima da cama, não sabia qual escolher: o rosa com babados, o azul comprido até o chão, o vermelho curtinho de couro, o branco de seda transparente ou o preto com brilhos.

Romina – Qual eu coloco, amor?
Eu – Sei lá, o que você quiser, o que for mais confortável – falei meio nervoso. Ela se aproxima de mim, mexendo aquelas pernas torneadas.
Romina – Nico, a gente já conversou sobre isso. Rodrigo e Mariano já estão vindo pra cá. Olha, pensa que é o melhor jeito de acabar com essa sua fantasia.

Ela tinha razão. Era o que o sexólogo tinha dito: se ela gosta de provocar e eu gosto de ver ela sendo comida, era melhor fazer logo de uma vez, e de quebra ela realizava a própria fantasia dela, a de ficar com dois caras. Quem são? Não sei. De onde a Romi conhece eles? Nem ideia. Como são? Também não sei. Esse era o questionário na minha cabeça. Enfim, já não dava pra fazer nada além de viver o que a noite nos reservasse.

Quando eu ia beijar a Romi, chega uma mensagem no celular dela. Ela volta pro quarto e lê.
Romina – Eles já tão vindo pra cá, amor – falou empolgada.
Eu – Que bom, quanto tempo eles demoram?
Romina – O Rodrigo disse que chegam em 15 minutos.
Eu – Romi, de onde você conhece eles?
Romina – A Yamila conhece eles.

Yamila é a melhor amiga da minha namorada, solteira, e às vezes contrata serviços sexuais de garotos de programa.
Eu – Então a gente tem que pagar eles, meu bem?
Romina – Relaxa, eu já cuidei disso. Fiz, relaxa – ele disse e fechou a porta.
5 minutos depois, ela saiu com uma saia dourada na altura do joelho e uma blusa branca soltinha, combinando com as sandálias dela, bem perfumada. Aí a gente começou a conversar e ela me impôs umas condições: eu tinha que ficar na minha, sem fazer nada. O tempo foi passando, e de repente a campainha tocou. Minha namorada atendeu, eram eles. Ela liberou a entrada no prédio, e enquanto esperávamos eles chegarem no nosso andar, ela me deu mais umas recomendações.

Bateram na porta. A Romi pediu pra eu atender enquanto ela esperava na sala. Respirei fundo e abri. Lá estavam eles: um era de cabelo castanho curto, barba estilo candado, pele clara, físico legal, vestido com uma calça jeans preta bem justa, tênis e camiseta branca, coberto com um blazer cinza, olhos azuis. O outro era moreno, mais alto e mais musculoso, olhos verdes e cabelo bem curtinho, alto, vestido com calça jeans vermelha e camisa branca.

Rodrigo – Fala, mano, prazer, sou o Rodri – e me deu um abraço como se a gente se conhecesse há anos. Era o cara do blazer, com uma voz bem de playboy.

Mariano – Oi, sou o Mariano, valeu por contratar nossos serviços – muito mais sério, esse me apertou a mão quase quebrando de tanta força. Os dois entraram e olharam a Romina de cima a baixo.

Rodrigo – Oi, você deve ser a Romi, é uma gostosa – disse enquanto ia abraçar ela, todo sem vergonha.

Mariano – Oi, tudo bem? – disse dando um beijo nela.

Romina – Oi, bem-vindos – falou meio nervosa.

Rodrigo – Não me diga que tá nervosa, relaxa que a gente vai se divertir – disse segurando as mãos dela.

Mariano – Que apê bonito, hein, Nico – falou já num tom mais amigável.

Conversando sobre qualquer coisa, a gente foi pros sofás: eu e a Romi num, e eles na frente. A Romi levantou e foi buscar um vinho pra servir os convidados. O Rodrigo resolveu acompanhar ela. Demorou um pouco, e lá do fundo dava pra ouvir a Romina rindo.

Mariano – O que você faz, Nico? – perguntou, tipo pra quebrar o gelo.

Eu – Tenho um loja de roupa esportiva –
Mariano – olha só, me passa o endereço que um dia eu passo lá, eu vivo na academia e de vez em quando compro roupa –
Eu – sim, claro, aqui tem um cartão – e entrego um onde tá o endereço da minha loja.
Mariano – e vocês vivem disso? –
Eu – não, mano, é mecânica dentária –
Mariano – ah, também vou precisar dela –
Eu – e vocês fazem isso há quanto tempo? –
Mariano – uns anos, nosso serviço é o melhor, fazemos ménage, festas, o que vier, isso é uma profissão como qualquer outra – disse com segurança. A propósito, o Rodri me disse que falou com sua mina que você não vai participar –
Eu – não, não vou participar –
Nisso chega a Romi com o Rodrigo, ele segurando ela pela cintura como se fosse o namorado dela e não eu. Depois de servir o vinho, a Romi começa a conversar com os caras sem eu participar.
Mariano – o Nicolás me disse que você é dentista –
Romina – sim, tenho consultório no centro e a Yamila é cliente, aí viramos amigas e… –
Rodrigo – e ela me passou meu número – disse interrompendo ela
Rodrigo – nossa, que fotos lindas você tem, viajaram pra vários lugares – se referindo aos nossos quadros com fotos das nossas viagens pendurados na parede –
Romina – sim, aquela ali é na Patagônia, essa outra é Córdoba e as lá são Machu Picchu –
Mariano – uh, eu fui e fiquei apaixonado por aquele lugar – disse indo até o quadro e perguntando se a mina na foto era ela, e ela se levanta e vai confirmar que era ela. Mariano aproveita pra passar a mão na cintura dela também.
Romina – boto uma música? – pergunta, eles dizem que sim, ela coloca música no aparelho de som que tava do lado do sofá onde o Rodrigo tava sentado, se inclina e o Rodrigo levanta um pouco a saia pra ver a bunda dela (eu já tava excitado com a situação). A Romi faz que não percebe e coloca Teddy Swims.
Depois de acabar o vinho, a Romi foi buscar outro, dessa vez com o Mariano acompanhando.
Rodrigo – você tá meio nervoso, hahahaha, vamos jogar um jogo pra gente se soltar de uma vez – vez – eu fico quieto, chegaram
Mariano e Romi com outro vinho, a gente bebeu e quando tava na metade, Rodrigo fala.

Rodrigo – vamos jogar alguma coisa –

Romina – bora –

Rodrigo – adivinha de que cor é a cueca do Mariano – assim do nada, ela me olha como quem pede permissão, e eu com a cabeça autorizo ela continuar o jogo

Romina – mmmmm preta – falou segura

Rodrigo – vamos ver – e olha pro Mariano, ele se afasta e desabotoa a calça, baixa até o joelho e era branca.

Rodrigo – errou, tem que me dar um beijo – aí ela levanta, igual ele, e começam a se beijar; em segundos o beijo ficou mais intenso, se soltaram e cada um sentou no seu lugar.

Rodrigo – sua vez, Romi –

Romina – mmmm onde fica a loja do Nicolás? –

Mariano – Manzanares 550, entre Godoy e Mansilla – falou rápido

Romina – como sabia? –

Eu – pediu um cartão pra mim – e os dois riram

Mariano – bom, tira a roupa, essa é sua prenda –

Então ela tem que aceitar e levanta, primeiro tira a blusa e depois vira de costas, começa a tirar a saia, mostrando pros convidados a bunda enorme dela dentro da tanguinha preta, e eu vejo a pica do Mariano subindo de um jeito monstruoso.

Mariano – beleza, minha vez, quanto mede a pica do Rodrigo? – falou sem vergonha

Romina – 23 cm –

Rodrigo – olha se acertou? – levanta, empurra a mesinha, fica de pé na frente da gente, desabotoa a calça, mete a mão dentro da cueca, se masturba e quando a pica dele fica dura, baixa a calça e a cueca. E aí a gente vê a pica dele dura, branca, cheia de veia, ele pega uma fita métrica, mede o pau desde a base até a ponta da cabeça que parecia um cogumelo.

Rodrigo – 27 cm –

Mariano – perdeu de novo, hahahaha – e ele também baixa a cueca, com uma pica do mesmo tamanho que a do amigo, mas mais grossa e morena. A cabeça mal aparecia.

Romina – opa, e qual é a prenda agora? – falou de um jeito safado

Mariano – mais que prenda, é um prêmio, chega de jogo, vamos começar – ele disse como uma ordem e, com o parceiro, se despem.
A pica do Mariano já estava dura, igual à do Rodrigo, só que morena e mais grossa, mas só a cabeça aparecia.
Chamam ela, e ela fica no meio dos dois, era como ver um pornô ao vivo e em tempo real.
– Romina, se quiserem, vamos pro quarto? –
– Mariano, não, melhor aqui –
– Rodrigo, é, assim fica mais confortável e o Nico pode ver –
Enquanto fala isso, o Rodri me pede pra levantar e eles afastam o sofá onde eu tava sentado pra trás. A Romi coloca uma cadeira no lugar e vem me dar um beijo enorme.
– Mariano – senta aqui, Nicolau –
– Romina – obedece, love – eu obedeço e sento
– Rodrigo – assim vai ser mais emocionante – e leva as mãos pra trás, enquanto o Mariano tira uma algema do casaco do amigo.
– Eu – não precisa – falo firme
– Mariano – é pra você não atrapalhar –
– Rodrigo – você gosta mais, confia em mim, bro –
– Romina – bom, estamos prontos –
Ela volta a ficar no meio dos dois e o show começa.
Primeiro, colocam ela de costas pra mim e começam a apalpar a raba e dar tapas, as picas pareciam explodir. A Romi vira de novo pra frente, na minha direção, e começa a passar a mão nas rolas deles.
– Mariano – com certeza o corno do teu namorado não chega nem na metade –
A Romi começa a rir, e o Rodrigo segura o queixo dela, vira o rosto dela pra ele e beija de novo. Se beijam com paixão e muita língua, e ela faz o mesmo com o Mariano.
– Mariano – que gostosa você é, agora se comporta e chupa ela –
A Romina se abaixa e enfia na boca, abre o máximo que consegue e começa a chupar, ajudada pelo empurrão do Mariano, e com a mão dela envolvendo o tronco de carne.
– Romina – mmmamamaammmmmmmmmmmuaaaaaaaaack – ela começava a acelerar aos poucos.
– Mariano – aahahaahah, isso, Romi, vai fundoooo – enquanto ele puxava o cabelo dela pro lado, ela tirava a pica e enfiava de novo
– Romina – que gostosoooo –
O Rodrigo chega mais perto e começa a passar a mão na bunda dela, ela reage colocando a mão pra trás pra tocar na pica dele sem parar de chupar a do outro. Mariano, parecia uma profissional, sei que é uma puta na cama, comprovo isso sempre que transamos, mas ver ela com outro, melhor dizendo, com outros era incrível.
Romina — não mentiu nada a Yamila kkkkkk, vocês são uns cavalos — disse enquanto trocava de posição e chupava o Rodrigo, entrava perfeito, custava, mas entrava e masturbava aquela rola e com a outra a do Mariano.
Romina senta no sofá com o Rodrigo parado do lado esquerdo e o Mariano do direito, Romina continua no boquete no Rodrigo, muito mais intenso dessa vez.
Romina — mmmmmmaaaammmmmmmmmmuack — toda vez que tirava dava um beijinho.
Rodrigo — um dia se quiser podemos fazer um quarteto com sua amiga —
Mariano — é, ela também é uma puta — disse me olhando enquanto a Romi o chupava, mamando no amigo — não acha que sua namorada é uma puta? — ele me pergunta.
Eu — parece que sim —
Mariano — por isso sua namorada quer dois machos comendo ela, tem um viado de namorado — e ri — fala pra ela que você é uma puta, Romina — grita pra minha namorada.
Romina — sou uma puta sim — e volta pra carga da rola que tava.
Rodrigo — manda ela te chamar de puta — ela tira a rola de novo.
Romina — me chama de puta, Nicolás — como uma ordem.
Eu — você é uma puta —
E agora ela volta a chupar o Mariano enquanto ele solta o sutiã dela, mostrando os peitos lindos dela com os bicos duros como pedra. Mariano e Rodrigo acariciam eles enquanto ela vai trocando de rola na boca, como se fosse cronometrado o tempo que mama cada um.
Romina — mamamamamamam que gostoso, a do Mariano é mais áspera e a do Rodrigo mmmm mais gostosa, mas adoro as duas mmmmm — agora ia de uma pra outra na hora.
Mariano e Rodrigo tocavam os peitos dela e beliscavam, até que Mariano se deita no sofá, Rodrigo levanta a Romina e inclina ela pra rola do Mariano, agora ela tava com um joelho no sofá e a perna pra fora, começando a chupar de novo enquanto Mariano segurava a cabeça dela. as duas mãos empurrando ela
Romina –mmmmmmmmmaaaaaaaaakkakakakakakaakakakhgggggg-
Rodrigo arranca a calcinha fio dental da Romina e me lambe pela boca como se fosse uma mordaça e foi chupar a buceta da Romina
Romina – ammmmmaaaaaaaaaaaaahhh si bebito chupa chupa-
Mariano – vai você também chupa- e enfia a cabeça dela de novo no pau dele- sisissisiaaaaahahahahooooooh sim as bolinhas- também chupava elas.
Depois de uns minutos Rodrigo enfia a pica com tudo
Romina –aaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhh- gemia enquanto a vara de carne entrava e saía sem parar enquanto ele empurrava a bunda dela pra trás pra ajudar a entrar melhor.
Romina pra aproveitar mais a foda só masturbava o Mariano enquanto gritava de prazer o típico plafplafplafplafplaf era evidente já que o Rodri subiu no sofá pra ficar mais confortável.
Rodrigo solta ela e senta no braço do sofá e agora a Romina tinha que chupar ele e ser fodida pelo Mariano, ela de quatro no sofá e o Mariano com uma perna pra fora e a outra de joelho enfiava a rola, Romi começa a gemer e chupar o pau do Rodri
Romina –aaaaahaahahahahahahahahssisissisissisisisisisisssssssssssssssssiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiaahahahahahammmmmmuackmmmmuuackmmmmmmuack
Mariano – toma puta tomaaamamamaaaaaahhahaha –
Plafplafplafplafplafplafplafplafplafplafplafplafplaf
Rodrigo – aahahahahammmmmm sim deusa chupa ele–
Já a Romi se ajudava com a mão a empurrar o pau, a cara de que ela tava adorando era incrível e eu com a pica dura sem poder bater uma punheta nem gritar e sem poder falar nada
No pau do Rodrigo ela fazia um boquete enquanto o Mariano aproveitava a deixa e tirava pra enfiar um dedo no cu dela.
Romina – aaaa a aaaa aaaaaaaaaaaaaaahhhhhooooooooohhhhhh que potros vocês são –
Rodrigo – sim e a gente adora foder uma égua arrombada como você –
Mariano – hahahahaha você tá se divertindo, corno – dizia enquanto eu respondia com a cabeça – ajajajajajajajaj e a minha véia queria que eu estudasse jaajajajajmmmmm-
Rodrigo - bom, romí, agora senta em cima do meu pau - e os três se soltam, rodri senta no sofá e romina na frente dele sobe na pica dele, começa a cavalgar no pau enquanto ele chupa os peitos dela.
Romi - mamamamammaaaaaahhaaahahahaaahahahah-
Mariano fica do lado e romina, sem hesitar, volta a atacar com o boquete no mariano. Rodrigo enquanto isso apalpa bem a bunda dela e começa a meter o pau e tirar quase na velocidade da luz.
Romina - aaaaaaahhhaaaaaahhhaaaaaahhahahahahaaaahhah ,mmmmmmmuack-
Mariano - bem, agora é a vez do cú da buceta, então se prepara, romi jaajajajj-
Pra fazer melhor, os três se colocam no chão, Rodrigo de barriga pra cima, romina em cima do Rodrigo e mariano em cima da romina. Mariano com as mãos separa as bandas dela e abre o cu, enquanto Rodrigo segura a cintura dela com um braço e com o outro leva o pau pra buceta, ela com as mãos apoiadas no chão. E começa o grande serviço dos caras que romina leu quando a Yamila falou deles pra realizar a fantasia.
"Rodri e Marian, seus amantes secretos, higiênicos com bom pau oferecemos o grande cú de buceta que você sempre desejou, não vai se arrepender, se dá um gostinho."
E ela tava se dando com tudo esse gostinho, começaram devagar e o cu da romí se abria cada vez mais e enquanto tava o mete e tira coordenado, ou seja, quando mariano metia no cu, rodri tirava da buceta e vice-versa. Mariano virou a cabeça da romina de lado e se inclinou pra beijar ela enquanto Rodrigo chupava os peitos.
Romina - aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHSIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII-
Já os 2 paus enterrados só se mexiam dentro dela, seguiram por um bom tempo, até que se separaram e romi no chão de joelhos com um macho de cada lado começou a receber uma chuva de leite dos dois. Romina- aaaaahhhmmmmmm que delícia de porra-
Rodrigo-aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhahaaaaaaaaaahhhhtomaaaaaaaaaaaaaaaa-enquanto espremia a última gota
Mariano – tomatomatomatomattttttttttttttttttttooooooooooooooooooooooommmmmmmaaaaaaa-
Os 3 foram pro banheiro, a Romi saiu com uma bata e os caras me soltaram, se vestiram e foram embora. Eu e a Romi pegamos o resto da noite.

fim

2 - gosto (relato em primeira e terceira pessoa)
Meu nome é Guillermo e trabalho num bar nos fins de semana pra pagar meus estudos na faculdade, tenho 19 anos.
Moro com minha mãe, Vanesa, que é uma mulher espetacular de 44 anos, cabelo castanho, que qualquer homem morreria pra transar com ela. Minha mãe é separada do meu pai há 5 anos, ele trabalha fora e, embora nunca tenha conhecido um namorado dela, sei que às vezes ela usa calcinha vermelha. Mas enfim, trabalho num bar como eu disse, ele fica numa esquina e no andar de cima mora a dona, uma garota de uns 35 anos, pele morena, firme e muito gostosa. Ninguém resiste à Mery, é assim que ela se chama. Na verdade, o nome é Maria, mas chamamos de Mery.
Naquela sexta-feira, o bar tava lotado. Eu tava concentrado atendendo as mesas até que vejo minha mãe sentada numa mesa. Ela vestia uma calça jeans branca e uma camiseta preta com jaqueta de couro rosa, tudo bem apertado.
Eu – Mãe, o que cê tá fazendo aqui? –
Vanesa – Epa, que cocorito hein, te trouxe isso – e era o cartão de ônibus, já que ela trabalha num hotel e por algum motivo não foi.
Eu – Cocorito hahahaha que antiquada hahahaha – ri pra aliviar a situação
Vanesa – Para, não me trata de velha na frente de todo mundo –
Eu – Mas cê não tinha que tá trabalhando? –
Vanesa – Ah, é que uma colega pediu pra trocar o turno –
Eu – Ah, beleza, valeu mãe –
Vanesa – Já que tô aqui, podia tomar uma cervejinha –
Eu – Quêeeeeee, melhor não, mãe –
Vanesa – Hahahaha, tá com medo de eu ficar bêbada e arranjar um padrasto pra você na hora? –
Eu – E você fica estranha quando bebe, lembra no Natal –
Vanesa – Isso já passou faz tempo – Pisca o olho – me serve uma cerveja aí. A que você quiser –
Eu – beleza, já vou pegar –

Fui buscar uma pra ela enquanto o barman enchia os copos, fui atender outra mesa. Sirvo a cerveza pra mamãe e percebo que um gordo da outra mesa, com outro cara, tava olhando sem vergonha nenhuma pra minha mãe. Não liguei, até que uns minutos depois minha mãe me chama de novo e pede outra cerveja, mas dessa vez com umas batatas com cheddar. Então anoto o pedido e falo que ela vai ter que esperar. Aquele degenerado continuava olhando, mas só porque o amigo dele tinha ido embora. Fui entregar o pedido, nessa hora chega a Mery vestida de calça de couro preta, bota alta, camiseta branca e jaqueta de couro preta também.

Mery – e aí, como é que tá, Guille? –
Eu – tudo bem, chefa –

Mal terminei de falar e ouço um grito de mulher, seguido de um tapa. Era aquele gordo que tinha passado a mão na minha mãe.

Mery – deixa que eu resolvo – falou puta e decidida

Foi até lá, pegou o gordo, torceu o braço direito dele e botou pra fora. Depois deu um chute estilo cobra kai que quebrou o nariz do cara. Humilhado, ele vazou. Mery voltou pra dentro e perguntou pra mamãe se tava tudo bem, bem na hora que o pedido dela saiu. Então fui levar, mas a própria Mery me parou.

Mery – deixa que eu cuido disso – falou com um sorrisinho – e me traz uma dose dupla de apa pra mim –

Eu – cê vai sentar com ela? – perguntei meio com medo, porque não queria que descobrissem que era minha mãe. Sei lá por quê.

Deixei elas um tempinho, e elas conversavam. Dava pra ver que minha mãe já tinha esquecido aquele babaca. Então me aproximei levando a cerveja da Mery.

Entrego e pergunto – tá bem? – me referindo a ela

Mery – Guille, não se trata cliente de você – me chamou a atenção

Vanesa – tô bem, obrigada por perguntar – falou piscando o olho, como se por algum motivo também não quisesse que soubessem que éramos parentes.

Passou um tempo e elas pedem mais cervejas. Nessa hora, minha mãe levanta pra ir ao banheiro. banheiro, o que aproveito pra interceptá-la e perguntar o que rolou com aquele cara.
Eu – e aí mãe, o que que deu com aquele gordo – falei sem ninguém ouvir, tipo num volume baixo
Vanesa – ela parou e me chamou pra entrar em casa, e eu ia levantar pra ir embora, aí ele mete a mão na minha bunda, na hora eu grito e dou um tapa nele, e do nada aparece a heroína da Mery e expulsa ele na porrada –
Eu – é, minha chefa é foda, ela tem uma visão muito clara e uma street incrível – falei orgulhoso
Vanesa – sim, nem me fale, eu não falei que você era meu filho pra não te expor, tipo, a mãe do garçom levou uma mão na bunda –
Eu – é, melhor assim mãe –
Vanesa – bom, vou no banheiro e continuo conversando, essa mulher é uma diva – fiquei pensando que não era ruim minha mãe ser amiga da minha chefa. Então concordei com a cabeça e ela foi no banheiro.
Depois ela saiu e sentou de novo com a Mery, que de passagem ficava de olho se tudo tava bem no bar, servi as cervejas delas e deixei
**********************relato em terceira pessoa**********************************
Vanesa e Mery continuavam conversando super amigavelmente enquanto ela via como o bar tava, o que passava uma tranquilidade, já que o pessoal dela é excelente segundo ela.
Mery – então você é mãe solteira? – perguntou pra continuar a conversa pendente
Vanesa – sim, depois que aquele filho da puta me traiu com a padeira, mandei ele pastar e ele nunca mais apareceu, então com o guiiiiii... Meu filho vivemos bem e nos damos bem – disse quase escapando o nome do filho, o que podia fazer a Mery perceber que era o garçom
Mery – que filhos da puta são os homens, eu não quero saber de nenhum –
Vanesa – e você, por que odeia eles? –
Mery – ele pediu um empréstimo no banco pra reformar a casa e sumiu com a grana – se referindo ao ex, que era dono do bar junto com ela.
Vanesa – sim, você me falou que eram donos os dois desse bar, mas não imaginei isso –
Mery – é, por isso vim morar aqui, você tem namorado agora? – perguntou na lata.
Vanesa – não, mas sendo sincera, eu fodo Deixa vir – sem anestesia foi a resposta dela"
Mery – "Ah, olha só, teu filho sabe-"
Vanesa – "Não, ele não me causa problema nenhum. Olha, vou te contar: outro dia chegou no hotel um homem mais velho, bem bonito, e eu joguei a onda. Aí a gente comeu num restaurante chique, e eu fiquei toda excitada, então fui de manhã, antes de ir pra casa, no quarto dele, me meti na cama dele e comecei a chupar ele. O senhor tava bem calçado, hein-"
Mery – "Não, nem me conta mais, melhor-"
Vanesa – "Hahahaha e você deve tá comendo todos os roqueirinhos que vêm aqui-"
Mery – "É, digamos que sim" – e ficou vermelha
Vanesa – "Eu, Mery, e nunca aconteceu nada grave, tipo um assalto pesado com feridos ou algo assim?" – perguntou pra saber se em algum momento a vida do filho dela corria perigo.
Mery – "Teve, mas foi há muito tempo. Olha, eu tinha ido ver meus pais em Mardel, o Guille ainda não tava aqui, o menino que te atendeu. Aí entraram uns bandidos e até invadiram o apartamento de cima, levando o pessoal que tava lá na hora. Bom, uma garota gritou de medo e o cara atirou. Acertou na parede pra ela calar a boca. Por sorte, levaram grana e nunca mais aconteceu outra desgraça-"
Vanesa – "Aaaah que horror, tipo, você tem o teu apê em cima e dá pra subir pelo bar-"
Mery – "É, bem na porta que fica entre os dois banheiros tem uma escada que sobe pra onde eu moro-"
Ficam em silêncio por uns minutos, até que Mery tem a ideia de convidar Vanesa pro apartamento pra ela ver o buraco da bala que levou no assalto. Vanesa aceita.

*******************************relato em primeira pessoa*************************

Vejo minha mãe e a Mery levantarem da mesa. Acho que a mãe deve estar indo embora, até que a Mery vem até o balcão pedir a chave da casa dela.
"Eu – Essa mina vai ficar?"
Mery – "Se preocupa com teu trabalho, Guille. E sim, convidei ela pro apê. Me passa duas brejas daquelas ali" – apontando quais. Obedeci a ordem e, já com as chaves, ela diz:
Mery – "Qualquer coisa me avisam, hein? Vou demorar um pouquinho-" – disse com picardia
Alberto – você tem uma amiga nova – era o barman que a conhecia desde sempre, achava que era o namorado ou que ele comia ela, mas é gay e o namorado dele é o outro garçom.
Foi com a chave até onde a mãe estava e pediu pra ela acompanhar, e os dois desaparecem na porta que dá pro apartamento dela.

******************************relato em terceira pessoa**************************

Já no apartamento, Mery mostra pra ele o buraco que a bala daquele bandido fez, que tempo atrás assaltou o bar dela.
Vanesa – olha que filhos da puta que são, hein –
Mery – mas por sorte não matou ninguém, e nunca mais aconteceu –

Continuaram conversando como grandes amigas, com as cervejas que Mery trouxe do bar e música de papo rolando no fundo. As cervejas acabaram na hora e Vanesa já tava se preparando pra ir embora.
Vanesa – bom, vou nessa, quanto te devo? – falou já toda tonta
Mery – nada, é cortesia da casa, mas fica mais um pouco, aliás, tenho um baseadinho que você vai amar – e serviu um copo pra ela

Ficaram mais um tempo até que Mery pega Vanesa de surpresa e dá um beijo na boca dela. Vanesa recusa na hora, mas Mery segura o rosto dela com força e beija de novo, enfiando a língua até a garganta.
Vanesa – para, para, para, eu não gosto de mulher –
Mery – e daí? se você não experimentar, nunca vai saber –

E aí beijou ela de novo. Vanesa não sabe se foi o álcool, mas de algum jeito ela começou a se entregar ao beijo da dona da casa, enquanto a mesma acariciava o rosto e os ombros dela.
Vanesa se afasta um pouco e tenta ir embora, mas Mery fica atrás dela e beija o pescoço dela por trás, e depois passa a língua na orelha dela.

Tira a jaqueta de couro rosa dela e joga no sofá, junto com a dela. Vanesa tava num estado de sonolência, mas com tesão. Ainda mais quando Mery tocava os peitos dela por cima da camiseta da convidada.
Continua com os beijos repetitivos no pescoço dela e as mãos descem até o zíper da calça de Vanesa.
Vanesa – não, não, não, para, por favor – de um jeito Meio sonolenta mas excitada ao mesmo tempo
Mery - shhh, deixa, não se faz de difícil -
E abre a calça dela pra enfiar a mão por baixo da calcinha vermelha dela, e começar a masturbá-la, enfiando 2 dedos na buceta dela
Vanesa - aaaaaaahaaaaaaaaaaaaaammmmmaaaaaaammm - começava a gemer
Mery dá um jeito de beijar a boca dela de novo, mas dessa vez foi correspondido de um jeito melhor
Mery - isso mesmo, gostosa -
Vanesa vira e começa a se beijar mais apaixonadamente, agora Vanesa também toca ela, acariciando a cintura e o quadril, enquanto Mery enfia as mãos de novo dentro da calça de Vanesa, rodeando ela pra pegar na bunda dela por dentro.
Mery - e aí, o que me diz agora? cê gosta ou não? -
Vanesa - é, teria que provar -
Elas se separam um pouco e as duas começam a se despir, tirando os sapatos, depois a calça, a camiseta, se ajudam a desabotoar os sutiãs e uma abaixa a calcinha fio dental da outra, ficando peladas as duas.
Mery e Vanesa se beijam de novo e Mery leva ela até a mesa onde ela mesma almoça e janta, vira ela e observa aquela bunda linda que não tinha nada a invejar da dela. De um jeito bruto, como quem quer dominar a situação, empurra ela sobre a mesa deixando a bunda empinada.
Ela se abaixa, separa as pernas de Vanesa, vê aquela buceta molhada e depilada. Decide enfiar a língua nela, separando a bunda com as mãos, lambe igual um cachorro quando bebe água.
Vanesa - aaa aaaammmm mmm aaaammmmaaaaahhhh -
Mery - que buceta gostosa você tem, vagabunda -
Vanesa - aaahaahahahah aaaaaahhhh - continuava gemendo e afunda com a mão a cabeça dela pra ficar ainda melhor o tesão
Mery - mmmm mmmmmm muuuuuuu mmmmmm -
Mery - vamos pra cama - e uma vez lá, Mery fica de barriga pra cima e Vanesa em cima dela, e fazem o famoso 69 lésbico.
Vanesa também chupava bem, mais ainda, usava a língua como se fosse um pau, dava pra ver que já tinha ficado com outra garota. Colocava a ponta da língua na entrada da buceta de Mery, e ficava metendo e tirando sem parar. enquanto Mery dava uma longa linguada cuspindo naquela buceta pra introduzir os dedos
Vanesa – aahahahahaahahah mmmmmmmmmmmm glug glug glug
Mery – aahaahahahahahah toma aaaaaaaahhhh segue putaaaaaa-
Vanesa – ooohhhhh aaaaajjj aaajjjja aaaaaaahhhaaaahhh- e dava tapas na pussy da nova amiga.
Continuaram um bom tempo gozando e aproveitando, dão uma pausa e ajoelhadas na cama se olhando de frente.
Mery – dá pra ver que você provou sim e que gosta –
Vanesa – bom, te falei que vai se foder – e as duas riram
E seguiram agora mais uma vez se beijavam, suas línguas e boca tinham gosto das bucetas perfumadas e úmidas, suas línguas lutavam enquanto as babas das duas caíam nos peitos
Vanesa tinha as mãos nos ombros de Mery, enquanto a mesma tinha as suas tocando e apalpando a bunda da companheira de cama, seus peitos se roçavam
Vanesa – quem diria que eu ia comer você hoje – dizia parecendo que esqueceu que o filho dela era empregado de Mery e que estava lá embaixo
Fica puta que o álcool, a excitação, o sexo a tinha feito perder a razão completamente
Mery – é, que sorte que tenho – e enfiou o dedo indicador na pussy novamente
Vanesa – ammmmmmm aaaa- e ela respondeu do mesmo jeito
Agora as duas gemiam e se masturbavam uma pra outra, sentia a umidade entre os dedos delas, como os dedos chapinhavam de tão molhadas que estavam essas conchas.
Vanesa – aaaahaahahahah aaaaahahahahahammmmmmmmm-
Mery – aaaaaaaaaaaaaahhhh aaaaaaaaaahhhh –
Vanesa fica de quatro sozinha e Mery se inclina, continua masturbando ela com 3 dedos e passava a língua desde a concha até o cu, enfiando a ponta da mesma nele, com a outra mão apertava um peito.
Vanesa – aaaahhh aaaaaaaaaaaaaaahaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah meu amooooorrrrrrrrrr!!!!!! –
Mery levanta mais a bunda da amiga e começa a chupar o cu dela, cuspia escorrendo saliva entre a separação do mesmo, apertava as nádegas até que unos minutos depois enfia uns dedos nela.
Vanesa – aaaaaaaaaaaaaaaaaaaggggggghhhhhhhh AAAAAAAAAAAAAAAAAHHGGGGG –
Mery – agora é tua vez – e se deita de barriga pra cima
Vanesa se posiciona e chupa a buceta de um jeito mais calmo, e com um dedo só enfiava no cuzinho dela, abrindo espaço entre o colchão e a raba da Mery
Mery – mmmmmm aaaaaaaaaaaaaaaggggg mmmmmmmmm minhaaaaaaa viiiiidaaaa isssooo iss –
Depois de um tempo, fazem a famosa tesourinha, as bucetas meladas se tocavam, com as pernas entrelaçadas, continuavam se esfregando uma na outra.
Vanesa – aaaahhhhahhahahgggggg não aguento mais, tô quase gozando –
Mery – vamos gozar juntas –
E assim, depois de mais um tempo na mesma pegada, começa a sair aquele líquido famoso das bucetas delas, com a ajuda das mãos. Terminam exaustas e dormem.
****************************************relato em primeira pessoa **************
A gente tava terminando a noite no bar, mas minha mãe não descia, então imaginei que, com tudo que beberam, deviam ter dormido. Aí ajudei o Alberto e o Luis e fui pra casa.

No outro dia, no meio da tarde, minha mãe aparece com uma puta ressaca e foi dormir.
fim
3 - olfato (relato em primeira pessoa)
Sou o Facundo, tenho 30 anos. Depois de um dia longo e chato no trabalho, resolvi me dar um agrado, então contratei o serviço de um par de acompanhantes que faziam ménage e fechei.
Meu dia começou com o despertador não tocando, depois o banho frio porque o aquecedor apagou. Tudo isso fez eu chegar atrasado no trabalho, e logo pego minha chefe, a juíza de faltas, a doutora Sofia Vallejos. Uma véia de 70 anos, acima do peso e era a própria Hitler.
¡Vallejos – de novo tarde, Lautaro!!!! – ela fala brava
Eu – oi, me chamo Facundo e o despertador não tocou, desculpa –
Vallejos – e eu que porra sei como você se chama, o que sei é que o dia vai ser descontado – e vai pra sala dela
Eu – que véia filha da puta – sem ela ouvir
Pipo – shhhh ela vai te ouvir, Tranquilo, amigo – me diz meu colega de trabalho
Gabriel – eu, vão trabalhar – ele era o braço direito da juíza
Eu – o que falta é aturar essa chupeta – óbvio, falei quando ela foi pra sala dela

Passou um tempão e perto das 11 da manhã chega um senhor com muito cheiro de tabaco, me olha e fala bravo.

Senhor – vocês não cansam de roubar, hein – com a cara fechada – é pra você que eu tô falando, me olhando com essa cara de otário –
Eu – olha, senhor, se acalma e me conta o que houve – falei educadamente
Senhor – não me acalmo porra nenhuma, me cobraram uma multa de estacionamento, fazem qualquer merda –
Eu – espera aí que vou ver o que aconteceu – e olho nos arquivos e vejo que o senhor não tem razão – olha, não tem como resolver, só pagando mesmo, porque foi feita direitinho –

O senhor fica xingando e gritando até que ouve o Gabriel e sai pra falar com ele, que o convida pra sala dele, e quando o senhor saiu, tava com outra cara.

Senhor – valeu, Gabriel, tomara que tenha mais gente capacitada como você e a gente não precise pagar palhaço – olhando pra mim e vai embora.

Agora tava andando perto do endereço combinado, sentindo o cheiro das árvores e dos jasmins que dá pra sentir nas calçadas da rua Moreno, até que resolvo ligar pra Morena.

Ligo e ela atende
Morena – alô, sim? – com uma voz doce e angelical
Eu – sou eu, o Facundo, acabei de falar com você pelo serviço –
Morena – ah, sim, cê tá perto? –
Eu – olha, tô na rua Belgrano, 400 –
Morena – ah, ok, então vai até a esquina que tem uma porta vermelha, toca a campainha que eu te atendo –
Eu – beleza, show –

Vou até lá, toco a campainha e a porta abre, entro. Era uma casa pequena com uma salinha e um corredor que dava num quarto, que com certeza era onde iam me atender. Com um cheirinho de limpeza e perfume de jasmim.

Passo e vejo essas duas gostosas: uma era morena, magrinha, mas com um corpão, e a outra era mais alta, loira. corto mais gostosa e com umas tetas enormes, as duas estavam de roupão branco
Brenda – oi, como cê tá? –
Eu – tudo bem –
Brunette – quanto tempo você vai ficar? –
Eu – um turno –
Brenda – ok, passa no quarto que a gente vai lá –
Então fiz isso, fui pro quarto onde só tinha uma cama com lençóis vermelhos. Comecei a me despir e, quando tava de barriga pra cima, elas apareceram peladas, eram incríveis

As duas se colocaram do meu lado, uma à esquerda e a outra à direita, começamos a nos beijar entre os três e a Brenda coloca as tetas dela na minha cara pra eu chupar, o que fiz com muita vontade, passando a língua. Enquanto isso, a Brunette desceu até meu pau, colocou a camisinha e começou a chupar que nem uma louca.
A cabeça dela subia e descia sem parar enquanto acariciava as bolinhas
Brunette – mmmmuaaaammmuack glug glu glug glug glug glug –
Brenda – cê gosta de buceta? –
Eu – mmmmm oooooh sim, adoro –

Tava no paraíso, valia cada centavo investido pra um momento de prazer. Depois a Brenda desce e as duas chupam meu pau juntas, a Brenda lambe o tronco todo enquanto a Brunette come ele.
Eu – aaaaahhahaah ahhhhhhh mmmmmm seeeee –
Elas chupam as bolinhas e com as línguas sobem até a cabeça e se beijam com ele no meio. Daí a Brenda me faz uma turca ajudada pela amiga, que faz meu pau desaparecer dentro desses dois globos apertando forte, e quando ela solta, a Brunette aproveita pra chupar mais um pouco

Enquanto eu gozava, sentia o cheiro do incenso de canela e o perfume delas
Brunette – vem – elas falam e me levantam da cama
A Brenda fica de barriga pra cima e a Brunette começa a chupar a buceta dela, aí eu fico atrás da Brunette pra comer ela enquanto ela faz sexo oral na amiga
Brenda – aaaaahahaahah aaammmm oooohhhhh
Brunette – aaajajmmmmmmmmmm – ela metia a língua como um pau e rodeava com ela toda a buceta
Eu – ooooohhhh oooohhhh aooohhhhh –
A Brunette enfiava os dedinhos dentro dessa buceta e mexia a bundinha pra sentir melhor meu pau. Daí ela me convida pra morena que você também faça e essa buceta tinha um gosto e cheiro de glória máxima. morena se aproxima de mim e entre nós dois chupamos ela
Brenda – mmmmmmmaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhh-
Depois de um tempo eu fico de barriga pra cima e a morena coloca a buceta na minha cara. Brenda cavalga no meu pau.
Eu – mmmammaaammm mmmmmmuack –
Brenda – aaaaaaaahahahahah aaaaaaaaaaahhhmuack –
morena – ooooooooooggg ooooaoooogg muack- se beijavam entre elas
morena – ai que delícia aaaa tetas brendiiiii– se ouvia ela chupando
Brenda – aahahahaha aaaaaaaaa- e rebolava a rabetinha pra sentir melhor a penetração
Subiam e desciam como as profissionais que eram. Depois trocaram de lugar, eram umas lobas no cio
Daí Brenda e a morena fizeram um 69 enquanto eu metia meu pau na buceta da morena, quando saía de lá, Brenda dava um boquete.
Daí as duas ficam de quatro pra eu comer a bundinha, fico atrás da morena e enfio a pontinha com a ajuda da Brenda até entrar tudo e depois faço ao contrário até gozar dentro com a camisinha da Brenda.
Me visto, pago e vou embora.

fim

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