Bem-vindos de volta, senhoras e senhores. Como prometi, arrumei um espaço maneiro pra escrever essa atualização no meio da semana. Essa atualização vai falar sobre os dois encontros que eu e minha mãe tivemos enquanto viajávamos. Sei que são só dois, mas passamos um tempão com os parentes, então não teve muita chance pra sexo, mas as oportunidades que a gente aproveitou vão estar detalhadas aqui, e não vou estragar nada, mas fica até o segundo, pode confiar! Então, sem mais enrolação...
Na manhã seguinte, eu e minha mãe tivemos que dirigir umas horas até a casa da irmã dela. A gente mora quase no centro de Valência, então dirigir longas distâncias não é exatamente a experiência mais divertida. Saímos às 5h da manhã, ainda escuro, e curtimos ver o nascer do sol pelo para-brisa enquanto tomávamos café.
Quando já tínhamos dirigido um bom tempo, começamos uma conversa sobre toda essa loucura de nos masturbar juntos e agora nos excitar um ao outro. Ela me perguntou em um momento se eu me arrependia de algo, e eu disse que nem por um segundo. Ela relaxou muito depois disso e a gente falou sobre como as coisas estavam progredindo. Ela disse: "Preciso dizer que adoro o que você faz com os dedos, você aprendeu bem!". Eu ri e falei que ela também não era ruim. Ela continuou: "Preciso dizer que uma parte de mim sente falta da simplicidade com que tudo isso começou. Sinto falta de ver a gente se masturbando um pro outro. Mas parece que eu me empolgo tanto que, quando tô em casa, a gente fica doido". Eu disse que concordava totalmente e que sentia falta da masturbação casual e de só olhar pra ela. Naquele momento, eu tava dirigindo e ela sentada no banco do carona.
Nossa conversa continuou e a gente falou sobre quais foram alguns dos nossos momentos favoritos juntos. Ela logo começou a falar de quando eu tinha... Fodeu as tetas, disse que nenhum prazer que já sentiu se comparava a sentir meu pau duro entre as tetas dela. Eu já tava começando a ficar bem duro ouvindo ela falar, e ela começava a se remexer no banco. Enquanto continuava descrevendo as sensações daquela vez, começou a se esfregar um pouco por cima da calça. Quando terminou de falar, me perguntou qual foi meu momento favorito, e comecei a contar da primeira vez que ela montou no travesseiro na minha frente. Quando comecei a descrever os detalhes daquela vez, vi a mão dela deslizar pra dentro da calça. Ela apoiou a cabeça no banco e colocou a outra mão por baixo do moletom pra brincar com as tetas. Enquanto eu ia lembrando com mais detalhes, a respiração dela acelerou e ela começou a gemer. Finalmente, ela se tensionou e soltou um gemido apaixonado enquanto se levava ao orgasmo.
Eu me esforcei pra manter os olhos na estrada enquanto ela gemia e se contorcia no banco até o orgasmo passar. "Ah, porra, eu precisava disso...", ela disse. Eu respondi: "Parece que sim". E comecei a esfregar meu pau por cima da calça. Minha mãe percebeu isso e disse: "Sai na próxima saída e acha um lugar pra trocar de lugar". A gente tava no meio do nada, dirigindo pela interestadual por uma área cheia de mato. Saí da interestadual e entrei numa região de floresta. Minha mãe mandou eu entrar numa estradinha de terra que levava pra uma parte mais fechada. Andei um pouco pela estrada e depois parei no acostamento. Minha mãe saiu do carro e abriu o porta-malas.
Como a gente tava numa caminhonete, era daquelas portas grandes que levantam. Eu desci e fui até a traseira pra ver o que ela tava fazendo. Ela tava subindo na parte de trás do carro e me mandou sentar no parachoque traseiro. Pulei e sentei na área do porta-malas com as pernas penduradas pra fora. Senti os braços da minha mãe me cercaram por trás e sussurraram no meu ouvido: "Sua vez...". Me levantei um pouco e soltei um suspiro suave enquanto abaixava meu moletom e tirava a rola. Imediatamente ela começou a mexer nas minhas bolas com uma mão e a acariciar com a outra. Não estava com pressa. Eu podia sentir os peitos dela pressionando minhas costas enquanto ela trabalhava na minha rola tão suavemente nas mãos, mas acariciando rápido (faz sentido?). Não demorou muito até eu grunhir e jorrar porra na parte de trás do carro enquanto ela sussurrava: "Isso, aí sim, tira toda essa porra...". Quando ela ficou satisfeita por ter tirado até a última gota, me abraçou por trás e disse: "Que delícia! Muito bem, hora de ir". Trocamos de lugar e ela dirigiu o resto do caminho até a casa da minha tia.
Passamos uma estadia incrível na casa da minha tia. Vimos a família que não víamos há anos e nos divertimos muito todos juntos abrindo presentes, comendo e só celebrando. Ficamos lá 3 dias até o dia 26. No dia 27, íamos para a casa da melhor amiga da minha mãe do colégio passar mais uns dias. Acabamos saindo mais tarde do que o planejado naquele dia e decidimos ficar num hotel no meio do caminho. Fizemos o check-in e levamos só o essencial que precisaríamos para a única noite que íamos ficar, e fomos para o quarto. Assim que a porta se fechou atrás de nós, minha mãe se aproximou e me abraçou dizendo: "Ahhhh deus, eu amo a família, mas tô tão feliz que estamos sozinhos agora". Me deu um beijo na bochecha e se virou para a cama de casal, tirando a blusa pela cabeça. Eu a segui, tirando minha camisa enquanto ela se inclinava para tirar a calça e a calcinha. Fiquei maravilhado com a bunda dela quando ela se abaixou e se levantou antes de se arrastar até o centro da cama. Ela virou de costas e se deitou na cama completamente nua. Tirei minha calça enquanto ela me olhava sorrindo e então subi em cima dela. cama, com meu pau já duro balançando na minha frente.
Passei minha perna por cima dela e subi no peito dela pra minha pica descansar de novo entre os peitos dela. Ela gemeu e disse: "Adoro isso, não sei se já te falei o quanto você ficou gostoso, mas caralho". Eu ri e falei: "Qual é, você já se olhou no espelho?". Ela levantou a mão e passou os dedos pelo meu abdômen e pelo meu corpo e disse: "Mesmo nunca tendo chegado nessa forma..." Eu desci a mão e apertei os peitos dela e falei: "Mas qualquer homem no planeta mataria pra ter uma mulher com esses peitos". Ela me olhou com olhos cheios de tesão e passou as mãos do meu peito descendo pelo meu corpo, agarrou minha pica com cuidado com as duas mãos e apertou minhas bolas e disse: "Qualquer mulher morreria pra ser comida por isso..."
Agora, isso era território novo, nunca tínhamos falado de foder um com o outro antes, era a primeira vez que isso era mencionado. Então decidi retribuir o elogio. Fiquei de joelhos e me arrastei pra trás até minha cabeça ficar na altura da buceta dela. Passei minhas mãos dos peitos dela até as coxas, deixando meus polegares deslizarem a alguns centímetros da buceta dela. Massageei a área por um tempo antes de deixar meus polegares deslizarem sobre a buceta molhada dela e falar: "Qualquer homem adoraria enfiar a pica aqui. Qualquer homem se sentiria honrado em chupar essa buceta". Ela gemeu e suspirou por um momento antes de morder o lábio e dizer: "Ah, amor. Você se sentiria honrado?" Eu parei um instante, pensando se ela queria dizer o que eu achava que queria. Respondi meio sem jeito: "Tão honrado...". Teve uma pausa longa, preenchida só pela respiração pesada dela, antes dela cravar os olhos nos meus e dizer: "Pra mim também seria uma honra...". Olhei pra ela por um momento até que, com um brilho de tesão nos olhos, ela balançou a cabeça devagar.
Retribuí o gesto e desviei o olhar pra buceta linda dela. Tava brilhando de tão molhada enquanto eu me posicionava a uns palmos acima. ele. Baixei a cabeça e comecei a beijar um pouco a parte interna das coxas dela, deixando minha respiração bater na buceta dela cada vez que trocava de lado. O cheiro era absolutamente inebriante. Finalmente, minha mãe disse sem fôlego: "Ai, meu Deus, amor, por favor, chupa minha buceta!". Com isso, fui direto e chupei o clitóris dela na minha boca. Tinha um gosto maravilhoso enquanto lambia com movimentos circulares. Olhei pra cima e vi as costas arqueadas e a cabeça jogada pra trás, emoldurada pelos peitos perfeitos dela. Aí entrei de vez. Enfiei meu dedo lá dentro e usei o mesmo movimento de "vem" de antes, enquanto continuava com os movimentos circulares da língua no clitóris dela. Não passou nem dez segundos até eu sentir a buceta dela apertar meu dedo, enquanto ela respondia com um coro de "MEU DEUS, PORRA!!!!".
Quando finalmente saiu do orgasmo, ela desabou e ficou completamente mole. A respiração dela era pesada e curta, e ela soltava uns gemidinhos baixos. Subi de volta na cama e beijei a testa dela, foi quando ela me olhou e disse: "Porra! Onde você aprendeu isso?". Eu falei que tinha feito a mesma coisa que com o dedo, mas com a língua. Ela se levantou e deu um gole d'água enquanto eu me deitava na cama e admirava o corpo nu e gostoso dela andando pelo quarto. Quando finalmente bebeu água suficiente, ela me olhou e disse: "Bom, não é justo que você se divirta sozinho!". Ela voltou pra cama e se arrastou de um jeito sedutor entre as minhas pernas.
Ela fixou um contato visual intenso comigo e perguntou: "Já te chuparam alguma vez?". A resposta foi não, o único contato sexual que eu tinha tido com alguém que não fosse minha mãe foi uma experiência com uma amiga num verão. Falei que não e ela sorriu e disse: "Ótimo, você vai amar isso".
Sem hesitar, ela agarrou meu pau com a mão direita e começou a lamber minhas bolas. Nunca tinha sentido nada igual, ela estava explorando minhas bolas suavemente com a língua enquanto me acariciava o pau devagar. Ela colocou uma na boca e lambeu, depois a outra, antes de chupar as duas e lamber meu perímetro enquanto minhas bolas estavam na boca dela.
Gemi tão forte que foi inacreditável. Aí, ela lambeu desde debaixo das minhas bolas até o tronco. Lambeu o tronco inteiro e depois deu um beijinho na ponta. Fez um contato visual sexy comigo enquanto colocava os lábios na ponta do meu pau. Os lábios dela se abriram e ela pegou a cabeça da minha rola na boca. Chupou a cabeça enquanto me acariciava com uma mão e brincava com minhas bolas na outra. Ela se afastou da ponta pra dizer: "Me avisa quando você estiver prestes a gozar..." e, sem nem piscar, abriu os lábios e enfiou meu pau inteiro na boca e na garganta. Nunca tinha sentido nada igual. A língua dela deslizou pela parte de baixo do meu pau e se enrolou em volta da cabeça. Era um prazer que eu nunca imaginei ser possível.
Ela balançou a cabeça em cima dele umas cinco vezes até que eu soltei bruscamente: "Meu Deus, meu Deus, tô gozando!". Aí eu entendi por que ela mandou eu avisar. Ela se levantou pra só a ponta ficar na boca dela e encostou a língua naquele ponto pequeno triangular debaixo do meu pau, acariciou com o polegar e o dedo da ponta fazendo um anel em volta do meu pau, e também usando o indicador e o polegar, agarrou minhas bolas e puxou o saco com força. Gozei tão forte que comecei a ver estrelas. Meu leite deve ter saído disparado a mil quilômetros por hora e bateu no fundo da garganta dela. Ela não perdeu o ritmo e engoliu tudo. Agarrou minhas bolas e me acariciou até não sobrar uma gota.
Quando finalmente se sentiu satisfeita por ter tirado cada gota de mim, foi buscar água pra nós dois e se deitou do meu lado. Perguntei onde ela tinha aprendido a chupar pau daquele jeito, e ela riu e disse: "Eu era uma puta selvagem no meu tempo, peguei uns truques pelo caminho." Ficamos deitados nos recuperando e bebendo água até cair no sono.
Quando acordei de manhã, minha mãe ainda tava dormindo. Tava deitada de costas, com um peito de fora e um sorriso lindo de paz no rosto. Levantei, liguei a cafeteira enquanto tomava banho. Quando saí, ela tava sentada no meio da cama, ainda pelada, enrolada no edredom e tomando café. Demos bom-dia e ela me perguntou, bem séria, como eu tinha me sentido na noite anterior. Garanti que foi absolutamente incrível, mas que também achava que era o mais longe que podíamos ir, pelo menos por enquanto. Ela deu um sorrisão e disse que concordava totalmente. Tomou banho e fomos pra casa dos amigos dela, onde nos divertimos pra caralho celebrando o reencontro de todos juntos. Quando voltamos pra casa na noite do dia 28, chegamos exaustos e capotamos na cama.
Então, é isso que eu tinha planejado cobrir nessa atualização. Finalmente metemos a cabeça! Foi absolutamente incrível, mas tivemos uma conversa séria de que isso é o mais longe que devemos ir por agora, e os dois concordamos com isso, mesmo que na minha mente eu já quisesse mais.
Bom, acho que essa foi minha atualização favorita até agora. Valeu, galera, pela paciência em esperar essas atualizações. Me sinto absolutamente honrado e agradeço demais o apoio de vocês!
Depois da próxima atualização, a gente vai estar totalmente em dia. Minha mãe viajou hoje e volta no dia 10, então espero estar em dia até lá, mas se não, agradeço pela paciência. Valeu por ler!
Na manhã seguinte, eu e minha mãe tivemos que dirigir umas horas até a casa da irmã dela. A gente mora quase no centro de Valência, então dirigir longas distâncias não é exatamente a experiência mais divertida. Saímos às 5h da manhã, ainda escuro, e curtimos ver o nascer do sol pelo para-brisa enquanto tomávamos café.
Quando já tínhamos dirigido um bom tempo, começamos uma conversa sobre toda essa loucura de nos masturbar juntos e agora nos excitar um ao outro. Ela me perguntou em um momento se eu me arrependia de algo, e eu disse que nem por um segundo. Ela relaxou muito depois disso e a gente falou sobre como as coisas estavam progredindo. Ela disse: "Preciso dizer que adoro o que você faz com os dedos, você aprendeu bem!". Eu ri e falei que ela também não era ruim. Ela continuou: "Preciso dizer que uma parte de mim sente falta da simplicidade com que tudo isso começou. Sinto falta de ver a gente se masturbando um pro outro. Mas parece que eu me empolgo tanto que, quando tô em casa, a gente fica doido". Eu disse que concordava totalmente e que sentia falta da masturbação casual e de só olhar pra ela. Naquele momento, eu tava dirigindo e ela sentada no banco do carona.
Nossa conversa continuou e a gente falou sobre quais foram alguns dos nossos momentos favoritos juntos. Ela logo começou a falar de quando eu tinha... Fodeu as tetas, disse que nenhum prazer que já sentiu se comparava a sentir meu pau duro entre as tetas dela. Eu já tava começando a ficar bem duro ouvindo ela falar, e ela começava a se remexer no banco. Enquanto continuava descrevendo as sensações daquela vez, começou a se esfregar um pouco por cima da calça. Quando terminou de falar, me perguntou qual foi meu momento favorito, e comecei a contar da primeira vez que ela montou no travesseiro na minha frente. Quando comecei a descrever os detalhes daquela vez, vi a mão dela deslizar pra dentro da calça. Ela apoiou a cabeça no banco e colocou a outra mão por baixo do moletom pra brincar com as tetas. Enquanto eu ia lembrando com mais detalhes, a respiração dela acelerou e ela começou a gemer. Finalmente, ela se tensionou e soltou um gemido apaixonado enquanto se levava ao orgasmo.
Eu me esforcei pra manter os olhos na estrada enquanto ela gemia e se contorcia no banco até o orgasmo passar. "Ah, porra, eu precisava disso...", ela disse. Eu respondi: "Parece que sim". E comecei a esfregar meu pau por cima da calça. Minha mãe percebeu isso e disse: "Sai na próxima saída e acha um lugar pra trocar de lugar". A gente tava no meio do nada, dirigindo pela interestadual por uma área cheia de mato. Saí da interestadual e entrei numa região de floresta. Minha mãe mandou eu entrar numa estradinha de terra que levava pra uma parte mais fechada. Andei um pouco pela estrada e depois parei no acostamento. Minha mãe saiu do carro e abriu o porta-malas.
Como a gente tava numa caminhonete, era daquelas portas grandes que levantam. Eu desci e fui até a traseira pra ver o que ela tava fazendo. Ela tava subindo na parte de trás do carro e me mandou sentar no parachoque traseiro. Pulei e sentei na área do porta-malas com as pernas penduradas pra fora. Senti os braços da minha mãe me cercaram por trás e sussurraram no meu ouvido: "Sua vez...". Me levantei um pouco e soltei um suspiro suave enquanto abaixava meu moletom e tirava a rola. Imediatamente ela começou a mexer nas minhas bolas com uma mão e a acariciar com a outra. Não estava com pressa. Eu podia sentir os peitos dela pressionando minhas costas enquanto ela trabalhava na minha rola tão suavemente nas mãos, mas acariciando rápido (faz sentido?). Não demorou muito até eu grunhir e jorrar porra na parte de trás do carro enquanto ela sussurrava: "Isso, aí sim, tira toda essa porra...". Quando ela ficou satisfeita por ter tirado até a última gota, me abraçou por trás e disse: "Que delícia! Muito bem, hora de ir". Trocamos de lugar e ela dirigiu o resto do caminho até a casa da minha tia.
Passamos uma estadia incrível na casa da minha tia. Vimos a família que não víamos há anos e nos divertimos muito todos juntos abrindo presentes, comendo e só celebrando. Ficamos lá 3 dias até o dia 26. No dia 27, íamos para a casa da melhor amiga da minha mãe do colégio passar mais uns dias. Acabamos saindo mais tarde do que o planejado naquele dia e decidimos ficar num hotel no meio do caminho. Fizemos o check-in e levamos só o essencial que precisaríamos para a única noite que íamos ficar, e fomos para o quarto. Assim que a porta se fechou atrás de nós, minha mãe se aproximou e me abraçou dizendo: "Ahhhh deus, eu amo a família, mas tô tão feliz que estamos sozinhos agora". Me deu um beijo na bochecha e se virou para a cama de casal, tirando a blusa pela cabeça. Eu a segui, tirando minha camisa enquanto ela se inclinava para tirar a calça e a calcinha. Fiquei maravilhado com a bunda dela quando ela se abaixou e se levantou antes de se arrastar até o centro da cama. Ela virou de costas e se deitou na cama completamente nua. Tirei minha calça enquanto ela me olhava sorrindo e então subi em cima dela. cama, com meu pau já duro balançando na minha frente.
Passei minha perna por cima dela e subi no peito dela pra minha pica descansar de novo entre os peitos dela. Ela gemeu e disse: "Adoro isso, não sei se já te falei o quanto você ficou gostoso, mas caralho". Eu ri e falei: "Qual é, você já se olhou no espelho?". Ela levantou a mão e passou os dedos pelo meu abdômen e pelo meu corpo e disse: "Mesmo nunca tendo chegado nessa forma..." Eu desci a mão e apertei os peitos dela e falei: "Mas qualquer homem no planeta mataria pra ter uma mulher com esses peitos". Ela me olhou com olhos cheios de tesão e passou as mãos do meu peito descendo pelo meu corpo, agarrou minha pica com cuidado com as duas mãos e apertou minhas bolas e disse: "Qualquer mulher morreria pra ser comida por isso..."Agora, isso era território novo, nunca tínhamos falado de foder um com o outro antes, era a primeira vez que isso era mencionado. Então decidi retribuir o elogio. Fiquei de joelhos e me arrastei pra trás até minha cabeça ficar na altura da buceta dela. Passei minhas mãos dos peitos dela até as coxas, deixando meus polegares deslizarem a alguns centímetros da buceta dela. Massageei a área por um tempo antes de deixar meus polegares deslizarem sobre a buceta molhada dela e falar: "Qualquer homem adoraria enfiar a pica aqui. Qualquer homem se sentiria honrado em chupar essa buceta". Ela gemeu e suspirou por um momento antes de morder o lábio e dizer: "Ah, amor. Você se sentiria honrado?" Eu parei um instante, pensando se ela queria dizer o que eu achava que queria. Respondi meio sem jeito: "Tão honrado...". Teve uma pausa longa, preenchida só pela respiração pesada dela, antes dela cravar os olhos nos meus e dizer: "Pra mim também seria uma honra...". Olhei pra ela por um momento até que, com um brilho de tesão nos olhos, ela balançou a cabeça devagar.
Retribuí o gesto e desviei o olhar pra buceta linda dela. Tava brilhando de tão molhada enquanto eu me posicionava a uns palmos acima. ele. Baixei a cabeça e comecei a beijar um pouco a parte interna das coxas dela, deixando minha respiração bater na buceta dela cada vez que trocava de lado. O cheiro era absolutamente inebriante. Finalmente, minha mãe disse sem fôlego: "Ai, meu Deus, amor, por favor, chupa minha buceta!". Com isso, fui direto e chupei o clitóris dela na minha boca. Tinha um gosto maravilhoso enquanto lambia com movimentos circulares. Olhei pra cima e vi as costas arqueadas e a cabeça jogada pra trás, emoldurada pelos peitos perfeitos dela. Aí entrei de vez. Enfiei meu dedo lá dentro e usei o mesmo movimento de "vem" de antes, enquanto continuava com os movimentos circulares da língua no clitóris dela. Não passou nem dez segundos até eu sentir a buceta dela apertar meu dedo, enquanto ela respondia com um coro de "MEU DEUS, PORRA!!!!".
Quando finalmente saiu do orgasmo, ela desabou e ficou completamente mole. A respiração dela era pesada e curta, e ela soltava uns gemidinhos baixos. Subi de volta na cama e beijei a testa dela, foi quando ela me olhou e disse: "Porra! Onde você aprendeu isso?". Eu falei que tinha feito a mesma coisa que com o dedo, mas com a língua. Ela se levantou e deu um gole d'água enquanto eu me deitava na cama e admirava o corpo nu e gostoso dela andando pelo quarto. Quando finalmente bebeu água suficiente, ela me olhou e disse: "Bom, não é justo que você se divirta sozinho!". Ela voltou pra cama e se arrastou de um jeito sedutor entre as minhas pernas.Ela fixou um contato visual intenso comigo e perguntou: "Já te chuparam alguma vez?". A resposta foi não, o único contato sexual que eu tinha tido com alguém que não fosse minha mãe foi uma experiência com uma amiga num verão. Falei que não e ela sorriu e disse: "Ótimo, você vai amar isso".
Sem hesitar, ela agarrou meu pau com a mão direita e começou a lamber minhas bolas. Nunca tinha sentido nada igual, ela estava explorando minhas bolas suavemente com a língua enquanto me acariciava o pau devagar. Ela colocou uma na boca e lambeu, depois a outra, antes de chupar as duas e lamber meu perímetro enquanto minhas bolas estavam na boca dela.
Gemi tão forte que foi inacreditável. Aí, ela lambeu desde debaixo das minhas bolas até o tronco. Lambeu o tronco inteiro e depois deu um beijinho na ponta. Fez um contato visual sexy comigo enquanto colocava os lábios na ponta do meu pau. Os lábios dela se abriram e ela pegou a cabeça da minha rola na boca. Chupou a cabeça enquanto me acariciava com uma mão e brincava com minhas bolas na outra. Ela se afastou da ponta pra dizer: "Me avisa quando você estiver prestes a gozar..." e, sem nem piscar, abriu os lábios e enfiou meu pau inteiro na boca e na garganta. Nunca tinha sentido nada igual. A língua dela deslizou pela parte de baixo do meu pau e se enrolou em volta da cabeça. Era um prazer que eu nunca imaginei ser possível.
Ela balançou a cabeça em cima dele umas cinco vezes até que eu soltei bruscamente: "Meu Deus, meu Deus, tô gozando!". Aí eu entendi por que ela mandou eu avisar. Ela se levantou pra só a ponta ficar na boca dela e encostou a língua naquele ponto pequeno triangular debaixo do meu pau, acariciou com o polegar e o dedo da ponta fazendo um anel em volta do meu pau, e também usando o indicador e o polegar, agarrou minhas bolas e puxou o saco com força. Gozei tão forte que comecei a ver estrelas. Meu leite deve ter saído disparado a mil quilômetros por hora e bateu no fundo da garganta dela. Ela não perdeu o ritmo e engoliu tudo. Agarrou minhas bolas e me acariciou até não sobrar uma gota.
Quando finalmente se sentiu satisfeita por ter tirado cada gota de mim, foi buscar água pra nós dois e se deitou do meu lado. Perguntei onde ela tinha aprendido a chupar pau daquele jeito, e ela riu e disse: "Eu era uma puta selvagem no meu tempo, peguei uns truques pelo caminho." Ficamos deitados nos recuperando e bebendo água até cair no sono.Quando acordei de manhã, minha mãe ainda tava dormindo. Tava deitada de costas, com um peito de fora e um sorriso lindo de paz no rosto. Levantei, liguei a cafeteira enquanto tomava banho. Quando saí, ela tava sentada no meio da cama, ainda pelada, enrolada no edredom e tomando café. Demos bom-dia e ela me perguntou, bem séria, como eu tinha me sentido na noite anterior. Garanti que foi absolutamente incrível, mas que também achava que era o mais longe que podíamos ir, pelo menos por enquanto. Ela deu um sorrisão e disse que concordava totalmente. Tomou banho e fomos pra casa dos amigos dela, onde nos divertimos pra caralho celebrando o reencontro de todos juntos. Quando voltamos pra casa na noite do dia 28, chegamos exaustos e capotamos na cama.
Então, é isso que eu tinha planejado cobrir nessa atualização. Finalmente metemos a cabeça! Foi absolutamente incrível, mas tivemos uma conversa séria de que isso é o mais longe que devemos ir por agora, e os dois concordamos com isso, mesmo que na minha mente eu já quisesse mais.
Bom, acho que essa foi minha atualização favorita até agora. Valeu, galera, pela paciência em esperar essas atualizações. Me sinto absolutamente honrado e agradeço demais o apoio de vocês!
Depois da próxima atualização, a gente vai estar totalmente em dia. Minha mãe viajou hoje e volta no dia 10, então espero estar em dia até lá, mas se não, agradeço pela paciência. Valeu por ler!
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