Confissões: histórias taradas das minhas amigas 8 com gifs

Fala, amig@s do poringa.net.

Seguimos com o concurso mais quente dessa página.

Quero agradecer a todo mundo que topou participar desse concurso.

Tamo somando pontos e os comentários também.

Todas as minas de olho em cada voto e comentário, somando pontos e anotando tudo.

Mil obrigados.

Sem mais enrolação, vamos começar.Confissões: histórias taradas das minhas amigas 8 com gifsOi, sou a Pamela, 35 anos, morena, solteira, sem filhos.
Sou uma mulher que adora sexo com homens maduros, eles são minha fraqueza.
Assim como as outras garotas, adoro ser amiga e amante do Maury-só-eu.
E graças a ele, vou contar minha história.
Aqui vai uma foto pra vocês me conhecerem um pouco.
Espero ganhar e que vocês deixem pontos e comentários.
Você me ajuda?Incesto FamiliarTudo começou quando eu era pequena. Meus pais se separaram.
Fiquei uns anos sem ver meu pai e, pra ser sincera, sentia muita falta dele.

Depois disso, entre advogado e toda essa bagunça, a gente se reencontrou.
Mesmo já estando grandinha, adorava ser a princesinha do papai de novo.
Saídas pra tomar sorvete, passear e ser mimada como antes.
Ele e eu curtíamos os dias de visita.

Até que, finalmente, chegou o grande dia.
Depois de implorar muito pra minha mãe, ela deixou eu ir de férias com meu pai.
Num verão, papai me levou de férias pra praia. Com a permissão da minha mãe.
Saímos cedo e foi uma viagem super divertida, conversando e ouvindo música.
A gente se divertiu pra caramba. Chegamos no apartamento, trocamos de roupa e fomos pra praia.confissoesMeu pai ficava me olhando e dava pra ver que ele tava desconfortável com minha sunga.
Era óbvio que ele nunca tinha me visto assim?
Era uma sunga normal, mas claro que mostrava minha bunda e ele não gostava disso.
Assim que pôde, me comprou um pareô pra eu me cobrir um pouco.
E ele não gostava dos olhares de alguns homens e garotos.

Mas o desconforto do meu pai não parou por aí.
Eu sabia nadar, mas no mar não.
E queria brincar nas ondas. Umas duas vezes quase fiquei pelada por causa da força das ondas.
Mas papai sempre estava lá pra não deixar aparecer nada.

Ficou ainda mais desconfortável quando eu subi nele.
Eu abraçada no pescoço dele com minhas pernas em volta da cintura dele.
Pra gente pular as ondas juntos.
Era muito divertido até que de repente percebi o desconforto do meu pai.
Foi a primeira vez que senti um pau duro entre minhas pernas e na minha bunda.
Sentia como se fosse um trampolim onde eu quicava a cada onda.
Papai tava muito duro e quando percebeu, ficou com vergonha e a gente foi pra parte mais rasa e depois ele saiu da água.
Quando o pau dele voltou ao normal.

Já no fim da tarde, fomos pro apartamento.
Tomamos banho e lanchamos juntos e passamos a tarde.
À noite, ele pediu pizzas.
Depois de comer, fomos ver TV na cama grande.
Onde, exaustos, a gente dormiu.pai e filhaNa manhã seguinte, acordei e ele ainda tava dormindo.
Mas sem querer, percebi que, enquanto dormia, eu tava com o pau do meu pai na mão.
Era a primeira vez que via um. E aproveitei pra dar uma olhada.
Pela abertura da cueca, saía um pedaço de carne meio duro, quente ao toque, mas macio.
Tinha umas veias grossas e, na ponta, uma cabeça com um buraco de onde escorria uma lágrima de algo transparente.
Não quis acordar ele, cobri e fui preparar o café da manhã.

Ele acordou e ficou surpreso ao me ver.relato realpai:  filha, acordou cedo hein.
bom, você fez café com porra?

Pamela:  sim, pai.
o café tá quente. dormiu bem?

na minha cabeça, eu lembrava do pau dele pra fora da cueca enquanto ele me encarava.

pai:  que bom, filha, que legal.
eu sou mais de tomar chimarrão. mas já que você fez café, vou provar.
dormi que nem uma pedra, e você?
filha, não anda assim pelo apartamento. podem te ver dos outros prédios.
como você cresceu, pequena.

Pamela:  sim, as cortinas tão fechadas, pai, ninguém vai me ver.
agora vou me trocar. depois de tomar o café com porra.

depois do café, vesti o biquíni e fomos pra piscina do hotel.
pai não tirava os olhos de mim.
nem eu dele.relato incestuosoaté que eu tive um acidente. uma das tiras se soltou.
a malha saiu e fiquei sem calcinha no meio da piscina.
meu pai e eu mergulhamos desesperados procurando até achar.
por sorte ninguém percebeu o que aconteceu.
Mas meu pai teve uma vista privilegiada das minhas partes íntimas.Conhece e votaPapai me ajudou a colocar a calcinha, amarrando bem a tira.
E entre risadas, disse que nunca contaria isso pra minha mãe.
Óbvio que não respondi, foi a maior vergonha da minha vida, sorte que ninguém me viu com a buceta e a bunda de fora. Ou, no meu caso, na água.
Espero que ninguém tenha me visto, falei.
Não, ninguém te viu, só eu, ele disse, vermelho que nem um tomate.

Fomos pra casa e, depois de comer, voltamos pro mar.
Dessa vez, papai fez o jogo de pular as ondas durar mais.
Senti ele mais duro e por mais tempo. Quicando no trampolim do papai. Essas quicadas naquela pica me deixavam louca e eu não sabia o que fazer. E minha buceta tava com uma vontade voraz de sentir ele.

Desde aquele dia, papai adorava me acariciar e me fazer sentir muito mimada.
E eu morria de amor por ele.
Uma manhã, ele acordou mais cedo que eu.
E como eu vi a pica dele pra fora, ele viu metade da minha buceta saindo da calcinha, como se buscasse um frescor.
Será coisa de família isso de alguma coisa escapar de noite?Confissões: histórias taradas das minhas amigas 8 com gifsE aí, acabei acordando bem na hora que ele tava olhando.
Me cobri com o lençol. E nem percebi o que tava rolando.

"Vou fazer o café da manhã", ele falou enquanto tentava esconder uma ereção gigante.
Fui no banheiro e depois fui pra cozinha.
Ele tava preparando o mate e colocou café com leite pra mim.

Pai: Filha, já te falei pra não andar assim pela casa.

Pamela: Pai, ninguém tá me vendo, as cortinas tão fechadas, cê não vê?

Pai: Você sempre anda assim na sua casa?
O que sua mãe acha disso?

Pamela: Nem sempre, só quando faz calor que nem hoje, por quê?

Pai: Não é certo você andar só de calcinha e sutiã assim, filha. Vai se trocar, por favor.

Pamela: Tá bom, vou me trocar depois do café.
É a mesma coisa que estar de biquíni, não é?

Pai: Filha, você não pode ficar assim na minha frente.
Sua mãe não ia gostar.
E a partir de hoje, você dorme no seu quarto.

Pamela: Ah, pai, por quê?

Pai: Não é certo você dormir comigo, sua mãe não ia gostar.
E não discute comigo.

Deve ser por causa das ereções matinais dele, pensei.
O dia passou normal, fazendo tudo que a gente sempre fazia.

Naquela noite, fomos dormir cada um no seu quarto.
Mas no meio da noite, eu passei pra cama dele.
Gosto de dormir com a TV ligada.
E acabei dormindo abraçada com o pai.

Mas naquela manhã, alguma coisa me tirou do sono.
Consegui sentir o pau duro do meu pai enfiando na minha calcinha.
Parecia que queria empurrar minha calcinha pra dentro de mim.
Aquela sensação fez minha buceta ficar febril, igual quando eu pulava nas ondas. E ao mesmo tempo, muito molhada.
Papai me abraçava com os braços grandes dele enquanto o pau dele enterrava cada vez mais fundo.
Com a minha calcinha molhada, ela deslizava e afundava dentro de mim.Incesto Familiarnuma tentativa de não enfiar minha calcinha mais pra dentro, apertei minhas nádegas e, com elas, o pau do meu pai, que acordou de um pulo.
não tem foto pra uma cena dessas.
eu igual na foto, pai com o pau pra fora da braguilha, ereto e duríssimo.
ele não entendia nada.

Pamela: desculpa, pai, te machuquei?

pai: que que houve? o que cê tá fazendo aqui??

Pamela: ontem passei mal, não conseguia dormir.
desculpa.
ele não entendia nada, tava dormindo.
com o pau pra fora da cueca e com o aperto que eu dei.
quando ele percebeu, se assustou ainda mais.

me diz o que aconteceu, te machuquei? ele falou enquanto cobria o pau com os lençóis.
sem entender a gravidade do que tinha rolado, expliquei como pude.

envergonhado, ele se levantou e foi pro banheiro.
eu segui ele atrás, sem entender o que tinha acontecido.
quando saiu, me disse pra me trocar e parar de ficar de calcinha.
que quando terminasse, fosse tomar café, que a gente precisava conversar.
assim fiz, mas sem me trocar.

pai: o que eu te falei de andar assim? cê não entende o que aconteceu agora há pouco?

Pamela: não, pai, o que foi?

pai: cê tá falando sério comigo?

com minha xícara na mão, esperando o café com gozo, não entendia nada e pai percebeu.

pai: filha, isso não tá certo. o que aconteceu.
não quero que você durma comigo de novo.
podia ter te machucado.
não me interrompe, deixa eu falar.
olha, filha, faz tempo que não durmo com uma mulher na mesma cama.
e por isso aconteceu o que aconteceu.
sou homem, além de pai. e te ver do jeito que te vejo é errado.
te amo e não quero te fazer mal.

Pamela: do jeito que me vê? ah, não, pai... como você poderia me fazer mal? eu também te amo.
você sempre me mima e eu gosto.

pai: aconteceram coisas que não deviam ter acontecido.
te vi nua na piscina.
e nem se fala na praia, não consigo ver outra coisa senão seu corpinho.
me sinto mal por isso.
e com o que acabou de acontecer, é muito grave, se sua mãe soubesse, nunca mais te veria.
por isso hoje a gente precisa mudar algumas coisas.
vou te comprar um short. pra praia. nada de sunga.
não vamos mais brincar de pular as ondas.
você vai dormir no seu quarto. e não vai mais andar de calcinha pela casa, entendeu?

Pamela: isso não importa, papai.
nunca contaria nada disso pra mamãe, ainda mais se for pra não te ver mais.
tudo o que você quiser tá bom. mas o que eu mais gosto é pular ondas com você e dormir vendo TV.

Papai: bom, você vai dormir na cama grande com a TV, mas sozinha.
e pular ondas, não. não quero mais roças.

Pamela: mas... papai, o que tem de errado em pular ondas??
eu pulo na sua coisa que não me deixa cair, mas é divertido.

Papai: mas minha coisa não é pra pular.
além disso, é errado e acabou.

Sem pensar nem um minuto, me sentei no colo dele.

Papai: filha, não faz isso, por favor.

Pamela: a parte mais gostosa de pular ondas é essa, papai.
igual quando você me fazia cavalinho quando eu era pequena. lembra?
é uma brincadeira que eu também lembro.

Papai: sim, lembro muito bem.
mas não era assim. mas se você quer isso, é isso que vamos fazer.

Sem pensar, ele se animou, e eu também, sem saber.
o meu era brincadeira, travessura. e ele sabia.
cavalgando na perna dele, senti de novo aquele calor subindo e me agradando.
mas ficava ainda melhor enquanto minha buceta se molhava.
fazendo o calor ficar mais intenso.

mas com meu papai também estavam acontecendo coisas. o pau dele começava a inchar e ficar duro.
pegou minha mão e disse: segura firme, sua montaria tá molhada e você pode cair.confissoespapa: isso continua, não para até o papa mandar.

pamela: fala, cavalo... sim...
isso, cavalo... hahaha.

Do nada surgiu o jogo pervertido do papai.
Papai e eu encontramos um jogo muito divertido e quente.

Se você gosta de brincar e andar de roupa íntima.
Então vou te dar o gosto, ele disse.
Eu só balançava a cabeça.
Enquanto recebia umas carícias intensas e quentes na minha buceta molhada.

Papai: Que molhada você tá, filha.
Faz tempo que não toco numa assim.

Pamela: Sim... Papai...
Não sei por que fica assim toda vez que tô com você.

Papai: Fica molhada porque você gosta. Já vai entender.
Sabe o que faz tempo que também não faço, filha?

Pamela: Não, papai, o quê?pai e filhaSem dizer nada, me deu um beijo na boca daqueles de novela.
De boca aberta e com língua.
Foi meu primeiro beijo assim.
Adorei.
Entre as carícias e aquele beijo, tive outro orgasmo.

Pamela: Uia, papi, é meu primeiro beijo e eu amei, e minha buceta molhou de novo. Isso é ruim. Ou é por causa do tesão que tô?
Tudo isso é novo pra mim.

Papai: Sério, nunca passou por isso antes?
Tá mentindo pra mim?
Nunca teve um namorado, um beijo e carícias?

Pamela: Não minto, papi.
Não, nunca tive namorado e, além disso, não minto.
O que eu ganharia com isso?
Mas adoro essas brincadeiras. São brincadeiras de namorados?

Papai: Sim, é algo que namorados fazem.
Uma brincadeira divertida que eu não fazia há muito tempo.

Pamela: Gosto de brincar de namorados.
Você me ensina?

Papai: Não sei, não somos namorados.
Além disso, sou seu pai.
Mas você é muito novinha pra brincar disso, não devia brincar com ninguém, nem comigo.
Mas aconteceu, e agora o melhor seria parar por aqui.

Pamela: Ah... Papi... Vamos, brinca comigo...
Prometo não fazer isso com mais ninguém.
Mas com você, sim.
Vamos brincar, sim...
Pode ser meu papi e meu namorado. Quer?
Vamos... Não seja mau.
Você não tem namorada pra brincar, e eu também não, vamos brincar.

Papai: Tá bom, vamos brincar um pouco.
Mas nunca conte pra ninguém.
Antes de tudo, você é minha filha e eu não devia fazer isso.
E vamos só brincar e conhecer nossos corpos, nada mais.

Pamela: Sim, papi. Quero brincar...

Papai disse que não usaria mais as mãos, tirando o pau.
E abrindo minhas pernas, passou com a calcinha bem vestida, roçou o pau nela.relato realNão vou mentir, a pica dele era melhor do que a mão dele.
Meu corpo reagiu a essas carinhas do melhor jeito que sabia. Com muito calor e umidade.

Papai:
Mas filha, que linda como você fica molhada.
Sabe o que isso significa, né?

Pamela:
Ufff... não, pai, não sei.
Mas é uma delícia.relato incestuosoPapai: Significa que você tá pronta... Pra fazer o love.

Pamela: Pra fazer o love?
Claro que sim, te amo muito, papi.

Papai: Haha, não é isso, é outra coisa.
Mas por hoje a gente só brinca um pouco.
Só isso.

Eu não entendi isso.
Mas continuei aproveitando como uma louca os carinhos do papi.
Que me davam tanto prazer e gozo.
Que eu dava orgasmo pra ele toda hora.

Papai: Me dói, menina...
Que lindo é ver você aproveitar e gozar.
Cada orgasmo é único.
E eu valorizo ser o primeiro a ver eles.

Aproveitei as diferentes carícias do meu papi, não só da pica dele, mas também como ele me tocava inteira com as mãos.
Ele me colocava em posições diferentes.
Das mais variadas.
Beijando minhas costas e todas as partes da minha pele perto dos lábios dele.Conhece e votaO melhor de tudo foi sentir a pele macia da pica dele passando por todas as minhas partes.
Sentir o pau dele pulsando, molhando com a minha lubrificação.
Já não sentir ele por cima da minha calcinha, mas sim por baixo.
Ficou muito mais quente.

Já não se sentia só meus gemidos enlouquecidos por aquele Rose.
Mas os dele também.

Mas de repente ele tirou de dentro de mim, por baixo da minha calcinha.
E eu senti algo diferente.
Algo quente molhando minha bunda, fazendo minha calcinha ficar ainda mais molhada.Confissões: histórias taradas das minhas amigas 8 com gifsPapi. Soltou toda a carga dele.
Tudo aquilo que ele guardou por meses e, por coisas do destino, eu fui a sortuda de receber tudo em cima da minha bunda.
Nunca imaginei, mas foi assim que aconteceu.
Fiquei com a racha do rabo toda molhada do líquido do papai.
O suco dele e o meu deixaram minha calcinha bem molhada e grudenta.

Papai:     Desculpa, filhinha, olha como deixei sua calcinha. Toda cheia de porra.
Mas não se preocupa, com água sai.
Tira ela e a gente lava.
Ou melhor, agora vamos tomar banho juntos.

Como uma boa menina, obedeci e tirei a calcinha.Incesto FamiliarPapai me olhava atento enquanto eu tirava a calcinha encharcada de porra e meus fluidos.
Ele pôde ver minha buceta molhada.
Me pegou pela mão e me levou pro chuveiro.
Eu ia na frente com minha calcinha pingando porra numa mão.
E ele atrás, olhando minha raba.

Nós dois no chuveiro, finalmente nos vimos completamente pelados.
Entramos no chuveiro como num banho normal.
Nos ensaboamos e nos enxaguamos.
Papai passava o sabão em mim com muito carinho e suavidade.
Até lavou minha calcinha.
Ficamos os dois curtindo a água caindo.
Até que nos beijamos.
Por instinto ou sei lá por quê.
Peguei no pau dele e comecei a acariciar.confissoesIsso começou o jogo de novo.
Me enchi de sabão outra vez.
E pude sentir o pau duro do meu pai de novo.pai e filhaAssim a gente começou a se esfregar e minha temperatura subiu de novo.
E tudo foi rolando.
Cada vez mais quente.relato realPamela: aí... papai, vou ter outro orgasmo.
ha ha ha ha....
e seu pau tá bem duro de novo.

Papai: sim... gostosa, você deixa meu pau duro.
adoro que você tenha seus orgasmos gostosos.
mas agora vamos brincar de amolecer o papai.

Pamela: sim, o que eu faço?

Papai me fez ajoelhar, meu rosto ficou bem na altura do pau dele na minha frente.
Chupar, ele ordenou, e depois me disse como fazer.
Devo confessar que gostei de fazer isso e logo virei a chefe da boceta do meu papai.relato incestuosoChupei a pica do papai.
Enquanto ouvia como ele curtia minha boca.
Não sabia como isso ia amolecer ele, se a pica dele tava cada vez mais dura.
Mas depois de um tempo.
A mesma coisa que deixou minha calcinha melada agora enchia minha boca.Conhece e votaPapai: ah... sim, gatinha... não para de chupar não.
Toma todo o leite do papai.

Foi na cara. Não gostei muito do gosto, não.
Mas como papai pediu, eu fiz.

Papai: muito bem, gostosa. Isso, toma tudinho.
Hummm, sim, assim, minha princesinha.

Pamela: tem um gosto ruim, papai...
Mas tomei tudo, cê gostou?

Papai: é porque é a primeira vez, amor.
Você vai acostumar e vai tomar.
Todo dia.

Pamela: todo dia?
Mas eu não gosto.

Papai: sim, vai te fazer muito bem.
E com o tempo você vai gostar.

A tarde passou, e naquele dia não fomos pra praia.
Ficamos no hotel, onde meu pai me deixou usar só a tanga.
Enquanto a gente se amava toda hora.
Assistíamos TV na cama grande.
Passar o dia assim foi emocionante.Confissões: histórias taradas das minhas amigas 8 com gifsNós dois nos acariciávamos. Ele pelado e eu de fio dental.
Em nenhum momento ele deixava eu tirar.
Dizia que não queria se tentar.

Papai: Não, neném... a calcinha fica.
Um acidente sem ela pode te causar muita dor.
E não quero isso pra você.

Pamela: Por que ia doer?
Que acidente a gente teria?

Papai: Se a sua buceta é muito escorregadia e meu pau pode acabar entrando em algum lugar que não queremos.

Pamela: Mas eu gosto de sentir você.
Com a calcinha não é a mesma coisa.
Papai: Sim, mas é melhor assim.

Só assim ele deixava eu brincar de montar nele.
Quando ele ficou bem duro, quis brincar e papai deixou de boa.
Sentei em cima dele, colocando o pau dele debaixo de mim.
Primeiro de frente pra ele.
Onde ele chupava meus peitos e me beijava.Incesto FamiliarSentir o pau dele na minha calcinha era muito quente.
Me fazia gozar igual uma louca.
E eu implorava pra ele tirar minha calcinha pra sentir igual no chuveiro, mas ele não deixava.

Depois, com minha calcinha encharcada dos meus sucos, me virei pra sentir o pau dele passar na minha frente e dar uma vista melhor da minha bunda pra ele.
Ele tinha razão sobre a minha buceta.
Era um sabão bem escorregadio, sentia minha calcinha indo de um lado pro outro no ritmo do pau do meu velho.
Essa roçada me dava um prazer imenso.

Os acidentes que papai dizia serem possíveis, um par de vezes o pau dele enfiou na porta da minha buceta.
Sim, igual quando dormíamos.
Mas graças à calcinha, foi só um susto.

Papai: Opa... viu porque a calcinha serve?

Pamela: Sim, pai, você tem razão. Isso deve doer, né?

Papai: Um pouco, mas não queremos que isso aconteça, love, você ainda é pequenininha.
Igual sua bucetinha quente.

Ele me arrancava orgasmos atrás de orgasmo.
Só de se esfregar em mim.

Mas os acidentes acontecem, e num momento, enquanto meu corpo buscava mais prazer,
minha buceta se esfregou de baixo pra cima, minha calcinha deslizou nessa subida, deixando ela livre, e ao descer, encontrou a cabeça do pau duro do meu pai.
Tanto ele quanto minha vagina estavam lubrificados e com uma pontaria magistral.
O pau do pai entrou dentro de mim.

O acidente que papai queria evitar e não conseguiu me causou uma dor intensa.
Mas ao mesmo tempo, me fez explodir num orgasmo terrível que tenho certeza que o hotel inteiro me ouviu.

Papai: Ué, enfiei em você, filha, tá bem?

Pamela: Ufa... entrou um pouco... ufa...
Mas tô bem.
Não se preocupa.

Papai: Não tira, logo a dor passa.
Deixa assim, eu te ajudo pra não doer mais.

Não tirei e relaxei. Mesmo com as lágrimas escorrendo pelo meu rosto.
Confiando que papai ia tirar a dor.confissoesEle me movia, de cima pra baixo.
Enfiando aos poucos cada vez mais o pau dele dentro da minha buceta.
Que ficava cada vez mais molhada.

Pamela: ah... ah... ah... meu deus, dói, papai...
A dor não vai embora e cada vez que ele entra mais é pior...
Uf... papai... meu deus... uf...

Papai: Só mais um pouquinho, minha vida...
Você vai ver que quando entrar tudo, a dor vai passar.
Só relaxa, a dor já vai embora.
Achei que sua buceta era muito pequena pra isso. É... mas ela quer pau.

Eu estava partida ao meio com uma dor terrível.
Quando senti que papai quase enfiou tudo.
Outro orgasmo levou outro grito e a dor junto.

Ele não parou de me foder.
Eu deitada em cima dele.
Ele chupava meus peitos.
E me olhava enquanto eu gozava, já sem dor.pai e filhaPamela: papi, a dor já passou...
mmm... tá uma delícia...
já somos namorados?

Papai: sim, já somos namorados, filhinha.
mas só na cama e quando estivermos sozinhos.
quando não, você é a bebezinha do papai.
mas já que somos namorados, nunca vai fazer isso com ninguém, só comigo.
e como somos família, nunca vai falar disso com ninguém.

Pamela: sim, papi... mmm... vou querer isso só com você pra sempre...
e isso vai ser nosso segredo...

Papai: muito bem, filha. a buceta cuida de você.
e eu sempre vou te amar.relato realPapi me dava muito prazer.
O pau dele só doía quando batia no fundo.
Pra ele curtir, a gente tentou todas as posições.relato incestuosoPapai: você ainda não sangrou, né?

Pamela: sim, acabou de ver como ficou minha tanga?

Papai: não tô falando disso, e sim da sua menstruação?

Pamela: não, papai, ainda não... mmm...
por quê?...

Papai: mm... melhor...

ele sem parar de olhar nos meus olhos.
me comeu mais forte.Conhece e votaaté que pude sentir como o pau dele ficava mais quente e algo ainda mais quente enchia minha buceta.
papai tinha gozado dentro de mim.
como se tivéssemos planejado, gozamos juntos. ao mesmo tempo, sentimos o mesmo prazer.
cheia de porra na buceta, ele não parou de me foder até ir amolecendo.
ficando os dois num estado lastimável.
vermelhos, suados e grudados.
sem perceber, a tarde passou e ficamos recuperando as forças.
com muitos beijos.

meu papai era muito carinhoso e me ensinou durante o dia várias posições de prazer.
e à noite me ensinou mais.Confissões: histórias taradas das minhas amigas 8 com gifsCom meus pés nos ombros dele, uma fodida bem profunda.
Dando de costas também foi muito gostoso e se sentia muito bem.Incesto FamiliarMas a que eu mais gostei foi
quando me colocou de quatro.confissoesMe senti totalmente entregue pra ele.
Descobri que era uma aprendiz de putinha.
Gozando aquela rola enorme e sentindo o corpo dele batendo na minha bunda.
Ouvindo o plaft... plaft...
Só interrompido pelos meus gemidos.

Papi gozava dentro da minha buceta e na minha boca.
A noite toda.
Dormindo juntinhos, a gente se divertia pra caralho.

Foram dias de muito sexo e prazer, só descansávamos na praia. Mas quando estávamos em casa,
os dois curtíamos nossos corpos pelados e o tesão.
A todo momento e em todo lugar.
Já não era só no quarto que a gente fodia.
Nem no banheiro.
Também na cozinha aprendi a ser comida.pai e filhaOs últimos dias de férias. Papai me comia cada vez mais.
Sem perder oportunidade.
Se as paredes daquele apartamento falassem, iam dizer que usamos cada metro quadrado.

No último dia, saímos muito cedo, quase nos expulsaram do lugar e não conseguimos foder.
Mas isso não nos parou.
Nenhum de nós dois queria ficar sem foder.

Então, no meio da estrada, comecei a provocar ele, e ele se deixou levar, todo gostoso.relato realCom o pau na mão e na estrada vazia, não resisti à tentação.
Fiquei de joelhos no banco.relato incestuosoenquanto ele dirigia, eu chupava a pica dele com gosto.
enquanto eu fazia a minha parte, ele procurava um lugar pra parar.
de repente, encontrou um bosque bem fechado no lado da estrada.
olhou pra todos os lados enquanto eu dava prazer pra ele.
vendo que não tinha ninguém por quilômetros,
ele mandou eu me pelar.
eu obedeci, e ele também.Conhece e votaPapi me comeu como uma puta dentro e fora do carro.
Descansamos um pouco e cheguei em casa com a buceta escorrendo de porra.

A semana sem papi e sem sexo foi uma tortura pra mim.
Até que a gente se viu de novo e começou tudo outra vez.
Quando a gente se encontrou de novo, papi tava com a mesma vontade de foder que eu.

Os jogos voltaram.
Onde nós dois curtimos nossas carícias.Confissões: histórias taradas das minhas amigas 8 com gifsEu adoro gozar nas mãos dela.
Que ela me toque e eu toque ela.
A gente passava horas brincando com nossos corpos.Incesto FamiliarMe dava muito prazer fazer meu papi gozar com minhas mãos e boca.
Ver ele ficar louco na hora de gozar e aquela porra sair em jatos.
Depois vinha a melhor parte.confissoesminhas montadas onde eu podia sentir o pau dele bem dentro de mim.
que papai possa me partir ao meio até me fazer chorar de prazer.
depois me deixar cheia de leite.

eu adorava quando ele me comia de pé.
e me beijava ao mesmo tempo.pai e filhaEle era o dono de todo o meu corpo.
Uma noite depois de comer, enquanto me comia,
com os dedos preparava meu cu.
E sem hesitar, enfiou tudo.
Doeu pra caralho.
Parava e tentava de novo até meu cu engolir inteiro.relato realPronto, foi mais um prazer pra mim.
E curti cada vez mais o gostoso prazer anal.

Fui a putinha do meu pai por anos e sempre lembro do amor que ele me deu.
E como a gente se divertia junto.

Ele me viciou em sexo.
Mas nunca casei, e se eu tivesse vontade de me divertir, era só chamar ele a qualquer hora.relato incestuosoMeu velhinho foi meu homem até o dia que morreu. Nunca transei com caras novos, adoro sempre ser a novinha na cama e que meu macho seja bem mais velho.
Fim.

P.S.: Bom, essa foi minha história, espero que não me deixem sozinha. Quero que mandem seus comentários.
Quero seus pontos e que compartilhem minha história, quero ganhar, por favor...
Beijinhos.
Att: Pamela_ Maury-só-eu.

6 comentários - Confissões: histórias taradas das minhas amigas 8 com gifs

Muy buen relato como siempre y Pame si que supo cómo calentar al papá sin saberlo y luego le saco el jugo
Mil gracias la verdad que si. Ella es así una ternurita hasta que en la cama te mata jajaj. Gracias por participar también
Pitlal +1
Increíble historia +10 puntos
Muchas gracias por comentar y los puntos Pamela sigue sumando
Fantastico relato, el mejor de Poringa en un buen rato
Muchas gracias tu voto suma unos puntos para Pamela mil gracias
Exente relato, me encantó, van puntos
muchas gracias por comentar y los puntos pamela te lo agradece
Me encanto tu relstos, quisiera saber la edades de los protagonistas
Muy buen relato, me encanto y con las imagenes añadidas quedo super 👍👍👍👍
hola muchas gracias por comenar esa es la idea que nos sean puras letras y el relato lo ameritaba.