Silvia, a submissa 5 - Os executivos (Completo)
Vou contar uma das experiências mais intensas que tive com o Marcos, desde que jurei submissão a ele.
Eu estava no trabalho, quando recebi uma ligação do Marcos.
— Gata, quando sair do serviço, vai pra casa e se arruma pra uma noite muito especial. Veste aquele vestido branco, justo, que realça tanto o teu corpo, e passo pra te buscar quando eu sair do trabalho. —
— Mas o que a gente vai fazer? — respondi eu, sem muita vontade.
— Gata, não devia te contar, mas enfim… quero te levar pra jantar no hotel NH. —
— Ah, legal, adoro, vou ficar deslumbrante pra você. — falei com empolgação.
— Eu sei, a gente se fala mais tarde, gata. —
Então continuei trabalhando, louca pra terminar logo e ir pra casa me arrumar.
Naquele dia saí do trabalho umas 21:30, mais ou menos. Por sorte moro bem perto do serviço, então tive que me arrumar bem rápido, pra que, no máximo, o Marcos pudesse me pegar umas 22:15.
O bom é que eu já tinha certeza do que vestir, porque ele já tinha dito o que queria que eu usasse, então o vestido foi a primeira coisa que peguei. Era um vestido branco de alcinha, decotado, bem justinho e curtíssimo. Normalmente com esse tipo de roupa eu uso peças íntimas brancas, porque como transparenta um pouco, fica bem mais discreto.
Mas dessa vez eu queria surpreender ele e, como não tinha muita margem, decidi colocar uma tanga preta e um sutiã de renda da mesma cor.
Prendi o cabelo numa trança, passei batom, fiz os olhos no estilo Cleópatra pra realçar o verde dos meus olhos e me maquiei.
Passei o último perfume que o Marcos tinha me dado (Black XS da Paco Rabanne), que eu sabia que ele amava, escolhi uns sapatos abertos, com tiras no tornozelo, salto agulha, pretos, que deixavam minhas pernas lindas.
Antes de sair, me olhei no espelho e, com certeza, tinha conseguido meu objetivo. A calcinha aparecia por baixo do vestido branco, os saltos me deixavam mais esbelta, o cabelo preso e a maquiagem nos olhos faziam meus olhos se destacarem. Essa noite vou surpreender ele, pensei comigo mesma.
O interfone tocou e fui rápido atender.
— Sim? — perguntei.
— Gata, desce. Já estamos atrasados — disse meu namorado, me apressando.
— Já vou, amor.
Eram exatamente 22:30 quando saí do prédio e cruzei com um vizinho que não conseguiu evitar de se virar e exclamar:
— Porra, a vizinha! — exclamou sem tirar os olhos de mim.
Entrei no carro do Marcos e ele ficou de boca aberta.
— Gata, você tá sensacional, porra, você tá… perfeita. — disse meu boy, admirado.
— Obrigada — falei antes de nos beijarmos.
Enquanto íamos pro hotel, eu e Marcos ficamos conversando e brincando no carro. Eu pegava no pacote dele e ele passava a mão em mim. debaixo do vestido.
Quando chegamos no hotel, eu já tava super tarada.
Estacionamos no estacionamento do hotel e pegamos o elevador, onde aproveitamos pra continuar nos pegando até as portas abrirem na recepção do hotel.
Atravessamos o saguão do hotel até o restaurante, onde na entrada nos esperava um maître.
Marcos falou com ele e nos levou até uma mesa onde estavam três homens e cinco cadeiras.
– Oi, boa noite – disse um deles.
– Oi, desculpa a demora – respondeu Marcos.
Eram três homens muito bem vestidos, de terno e mais ou menos de meia-idade.
– Oi, você deve ser a Silvia, né? – disse outro.
– Sim, e vocês, quem são? – respondi bem confusa.
– Calma, gata, vou te apresentar. Eles são o Óscar, o Sérgio e o Daniel. Uns executivos de uma empresa de Madrid que tão num congresso aqui e queriam nos convidar pra jantar.
– Mas de onde vocês se conhecem e por que você não me falou nada? – perguntei, bem confusa.
– Bom, era uma surpresa, falei de você pra eles e eles queriam te conhecer, só isso – respondeu ele de um jeito pouco convincente.
– É, Silvia. Além disso, você é muito mais gostosa ao vivo do que nas fotos – disse o Óscar, que era o que mandava no grupo.
– Que fotos? – perguntei, intrigada.
– As do anúncio – respondeu ele.
E me mostrou no celular dele um anúncio de um site de acompanhantes, onde eu aparecia e me oferecia por uma quantia de dinheiro combinada; e onde me descrevia como uma putinha submissa e complacente, que fazia de tudo.
– A gente gostou de você assim que viu, ligamos pro seu namorado e combinamos um preço. E é isso… aqui estamos – comentou o Óscar.
– Tem algum problema? Não queremos confusão – disse o Sérgio.
Olhei pro Marcos e pensei (então você se dedica a me vender como uma puta vulgar, né? Pois vou ser uma, você vai ver) e com esse pensamento decidi seguir em frente, e fazer aqueles três homens passarem a melhor noite da vida deles.
Antes que o Marcos pudesse responder, eu respondi:
– Nenhum, só não sabia que meu namorado me vendia pela internet, mas não se preocupem, garanto que valho a pena e que vamos nos divertir pra caralho — respondi, olhando pro Marcos enquanto pensava em como seria minha vingança.
Começamos a jantar, mas eu não tava com muita fome. Só queria subir pro quarto com aqueles três caras e dar tudo pelo que eles tinham pago.
Ficamos batendo papo sobre o trabalho deles e se a gente já tinha feito aquilo antes.
Respondi que nunca, mas que não se preocupassem porque eu tinha muita experiência em surubas com dois ou mais homens.
Eles ficaram alucinados com as coisas que Marcos e eu contávamos, e tavam ansiosos pra ver se era verdade.
Então terminamos de jantar e logo dois deles foram pro quarto.
— Bom, prazer te conhecer, Marcos, e você, tô doido pra te ver lá em cima — disse Sergio, mandando um beijo.
— A gente se vê agora lá em cima, tô impaciente — comentou Dani.
— É melhor não subirmos os quatro ao mesmo tempo — falou Óscar.
Depois de alguns minutos, Óscar me olhou e disse: — Vamos, gostosa.
Eu olhei pro Marcos, como quem pergunta com o olhar se era aquilo que ele queria. A resposta dele não podia ser mais clara: me agarrou na bunda e me beijou, sussurrando no meu ouvido.
— Sê uma putinha submissa e me deixa bem na fita. — disse enquanto dava um tapa na minha bunda.
— Não vão se arrepender, mas a gente conversa sobre isso depois. — respondi meio puta.
— Bom, casal, é hora da gente ir. Amanhã às 8 ela tá aqui, como combinamos. —
Então peguei na mão do Óscar e fomos pro elevador; enquanto Marcos ficava pra trás, não pude evitar pensar no que ele tava pensando naquele momento.
Eu, por outro lado, tava ficando nervosa porque nunca tinha feito aquilo sem o Marcos pelo menos estar presente.
Subimos no elevador onde tinha um casal jovem, os dois olhavam pra gente meio surpresos com a diferença de idade evidente.
Aí Óscar aproveitou e me segurou firme pela cintura, me colando nele. E me segurando pela bunda enquanto me beijava. O casal não sabia pra onde olhar enquanto a gente se pegava (o que não era nada demais).
Eles desceram no mesmo andar que a gente e, enquanto saíamos no corredor, o cara ficava se virando pra olhar, enquanto o Oscar ainda me segurava pela bunda.
— Esse aí também quer te comer — ele disse, sorrindo.
Entramos no quarto, onde, logo na entrada, à direita, tinha um banheiro bem grande, na sequência uma cama de casal enorme, duas poltronas, uma TV, um móvel bar, uma escrivaninha e um terraço externo com uma vista espetacular.
Numa poltrona estava o Sérgio, o mais novo dos três; aos pés da cama estava o Dani, que devia ter a mesma idade do Oscar; na mesa, vi uma caixa aberta de comprimidos azuis, que eram inconfundíveis.
Eles já estavam de cueca, e dava pra ver que o Sérgio era bem definido fisicamente e que o Dani tinha uma barriga de chopp.
Oscar se aproximou por trás e, bruscamente, puxou as alças do meu vestido até a cintura, deixando meus peitos à mostra com o sutiã.
— Eeee! Calma aí — protestei.
— Piranha, a gente não pagou pra ter paciência, queremos te usar e é isso que vamos fazer. Até amanhã às 8 horas você é nossa e vai fazer tudo o que mandarem, entendeu? — disse o Oscar.
Um arrepio percorreu minhas costas; eles planejavam me usar como uma piranha qualquer.
— Não vou repetir, entendeu? — ele disparou de novo.
E eu, sem responder, concordei com a cabeça.
— Muito bem, então começa a mostrar o que sabe fazer.
Ele pegou meu sutiã e tirou, deixando meus peitos no ar.
— Porra, que gostosa que você é, e que peitões que tem. Vem, fica de joelhos e usa esses peitos no meu pau — disse o Oscar, todo tarado.
Oscar me virou e me forçou a ficar de joelhos, puxou o pau pra fora e bateu na minha cara com ele.
— Vamos, gostosa, abre a boca — ordenou o Oscar.
Ele segurou meu rosto com força e cuspiu na minha boca, em seguida colocou o pau dele entre meus peitos. me obrigando a fazer um siririca nele. Os amigos dele me cercaram na hora e aproximaram os paus pra eu chupar.
Comecei a alternar os paus do Dani e do Sergio, enquanto com meus peitos continuava fazendo um siririca no Oscar.
— Porra, como você chupa, safada — disse o Dani.
— É; é uma puta autêntica — confirmou o Sergio.
Os dois brigavam pela minha boca puxando meu cabelo, enquanto o Oscar aumentava o ritmo nos meus peitos.
A baba escorria da minha boca sobre meus peitos, que já estavam encharcados de pré-gozo do Oscar. Eu não parava de engolir: estava começando a gostar e precisava de mais.
O Oscar e o Dani me pegaram no colo e me jogaram na cama. O Dani se colocou entre minhas coxas, afastou minha calcinha fio dental e começou a chupar minha buceta.
— Aaaah... Isso!!! — gritei segurando a cabeça dele.
— Cala a boca e chupa, rabuda — disse o Oscar enfiando o pau dele até minha garganta.
Eu estava de barriga pra cima na cama, com o Dani entre minhas coxas e o Oscar por cima de mim, de quatro, com os joelhos dos lados dos meus ombros e o pau dele dentro da minha boca, enfiando até o fundo, fodendo minha garganta.
O Sergio colocou o pau dele na minha mão pra eu bater uma punheta, enquanto o Oscar continuava fodendo minha garganta sem piedade e o Dani, entre a baba dele e meus fluidos, deixava minha buceta escorrendo.
O Dani tirou minha calcinha fio dental e o vestido, me deixando completamente nua, e começou a esfregar o pau dele na minha buceta, enquanto eu tirava o pau do Oscar da minha garganta por um segundo.
— Por favor, usem camisinha — falei quase implorando.
— Fica tranquila, vou colocar agora — respondeu o Dani enquanto continuava brincando com o pau dele na minha buceta, esfregando no meu clitóris, enfiando um pouco e tirando. Com essas manobras eu já tava louca de tesão e precisava de um pau dentro de mim, e precisava agora.
— Você quer? — perguntou o Dani.
— Siimm! — gritei com vontade.
— Então pede direito, puta. — disse o Dani sem parar de esfregar a cabeça do pau dele no meu clitóris.
— Por favor, quero seu pau, enfia tudo em mim, por favor! — falei quase desesperada.
—Muito bem, assim que eu gosto. Então toma, pica, vagabunda! — ele disse enquanto enfiava até o fundo.
—Nãooo... Ahh! A camisinha... Ahhh... — eu disse enquanto a pica dele me preenchia.
—E uma pica vagabunda, você achou mesmo que eu ia usar camisinha? Essa buceta é pra provar no pelo. Só espero que você tome a pílula, puta — ele disse sem parar de me foder.
A pica dele, enorme, bateu no meu útero e um calafrio percorreu meu corpo do fundo da minha buceta até a cabeça, me deixando praticamente sem fôlego.
Comecei a gemer que nem uma louca e ele aumentou ainda mais o ritmo. Oscar sentou na minha cara, colocando o cu imundo e as bolas dele na minha boca, me pegou pela cabeça e disse:
—Vamos, limpa meu cu com sua língua, vagabunda. Vou aproveitar cada centavo que paguei por você. — disse Oscar, fora de si.
Eu me sentia uma puta barata sendo usada por aqueles homens; Dani continuava me fodendo forte enquanto eu lambia o cu e as bolas do Oscar. O cu dele cheirava um pouco a merda e era cheio de pelos, o que me dava nojo; mas naquela noite eu não era a Silvia, era uma vagabunda pela qual tinham pago e era assim que eu ia agir.
Dani não aguentou mais e gozou abundantemente dentro de mim. Senti cada jato de porra entrar no meu útero, até minha buceta transbordar de tanto leite.
Oscar então mudou de posição, ficou atrás de mim e me colocou de quatro no chão, cuspiu no meu cu e começou a lamber meu ânus; enquanto isso, Dani colocou a pica dele na minha boca pra eu limpar de porra e dos meus fluidos.
—Deus, que pedaço de puta que você é. Acho que você tá aproveitando mais que a gente, vagabunda — disse Dani sorrindo.
Depois de uns instantes chupando meu cu, Oscar começou a empurrar a cabeça da pica dele dentro do meu cu.
Eu sentia meu ânus se abrindo e aceitando aquela pica maravilhosa dentro de mim.
Dani, depois de limpar bem a dele, se afastou pra deixar o lugar na minha boca pro Sergio.
Vocês podem imaginar a situação: eu completamente nua, de quatro no chão, com uma pica dentro do meu cu e outra enfiada na boca até a garganta.
Eu, que no começo estava meio assustada, conforme a festa avançava, me sentia cada vez mais tesuda, e eles começavam a ficar meio fora de si.
Oscar, enquanto metia a pica no meu cu, com uma mão batia na minha bunda e com a outra empurrava minha cabeça na direção da pica do Sergio, fazendo com que ela penetrasse fundo na minha garganta.
— Vai, putinha foxy, chupa bem gostoso! — ordenou Oscar, sem parar de empurrar minha cabeça contra a pica do Sergio.
Oscar começou a se mover cada vez mais rápido, eu sentia as bolas dele batendo na minha buceta e cada centímetro da pica dele entrando sem piedade no meu cu com uma força descomunal. Ele estava me destruindo.
Não satisfeito com isso, Oscar pegou meu braço por trás e o prendeu nas minhas costas.
Naquele momento, eu só tinha três pontos de apoio no chão: meus dois joelhos e um dos braços, mal conseguindo me segurar, e meu equilíbrio ficou muito instável por causa da falta de apoio e das estocadas no meu cu, que cada vez eram mais intensas.
Eu, agachada como uma puta, com os peitos balançando no ritmo das estocadas e a garganta ocupada pela maior parte da pica do Sergio, comecei a sentir um incômodo, com náuseas que eu segurava como podia.
A pica do Sergio, que entrava e saía sem parar da minha garganta, às vezes me deixava sem oxigênio, fazendo lágrimas escorrerem pelas minhas bochechas, deixando marcas claras do rímel e da sombra que eu tinha usado na maquiagem.
Não sei quanto tempo fiquei naquela situação. Pareceu uma eternidade, mas eu não parava de gozar com o prazer que aquelas duas picas me davam dentro da boca e do cu. Eu não parava de pedir, quando tinha chance, que queria mais e mais.
Foi então que Sergio segurou minha cabeça com força contra a pica dele pau, enterrando ela completamente na minha garganta e começou a gozar quase no meu estômago de tão fundo que eu tinha ela enfiada.
A gozada dele parecia não ter fim. Eu sentia perfeitamente a pau dele pulsando na minha garganta, enquanto lutava desesperadamente pra segurar o enjoo e não vomitar a porra dele e minha janta.
-Aaaah Engole! Engole! puta!- gritava o Sergio completamente descontrolado e segurando minha cabeça pra manter a pau dele dentro da minha garganta.
Na sequência foi o Oscar quem gozou no fundo dos meus intestinos, me agarrando forte pelos quadris.
Eu sentia o esperma quente dele saindo e transbordando do meu cu, se misturando com a porra do amigo dele, Dani, que ainda escorria da minha buceta e pingava no chão pelas minhas coxas.
-Caralho… Que cu você tem, putinha- elogiou o Oscar enquanto tirava a pau do meu cu, me dando um tapa na bunda.
Assim que o Oscar tirou, ele colocou a pau na minha cara pra eu limpar.
Eu olhava pra ele com cara de menina gulosa. Peguei a pau dele na hora e chupei os ovos, passando depois minha língua por todo o tronco até chegar na cabeça, onde com a língua recolhi os restos de porra da coroa do pau dele. Depois, com a ponta da língua, comecei a brincar com a uretra dele, enquanto com a mão massageava os ovos e apertava a pau dele pra sair até a última gota do néctar, que eu bebi completamente fora de mim de tão tesuda que tava.
-Caralho, como você é boa- comentou o Oscar de olhos fechados.
-Bom, galera, vou no banheiro me lavar um pouco.- falei me levantando completamente nua e escorrendo porra pelas coxas.
-Não demora muito, que a gente só começou- disse o Sergio rindo.
Sentei no bidê e com meus dedos e o jato d’água tentava tirar a porra de dentro de mim.
Tava nessa quando o Dani apareceu na porta do banheiro.
-Foi mal, mina, mas preciso mijar.- e sem hesitar começou a urinar na minha frente.
Eu enquanto isso continuava na minha, até que o Dani virou pra mim quando terminou mijar.
—Limpa pra mim. — disse sério.
—Perdão? — perguntei incrédula.
—Falei pra limpar, sua puta. — repetiu.
E antes que eu pudesse dizer não, me puxou pelo cabelo, tampou meu nariz e enfiou o pau na minha boca.
O gosto era amargo e não tive escolha a não ser limpar. Afinal, aquela noite era deles. Então, com a língua, percorri a glande por dentro do freio, deixando bem limpinha.
—Aaaaaah que delícia… Porra! — exclamou.
Quando terminei de limpar, ele me levantou e me sentou na tampa do vaso.
—Gata, agora é sua vez. — disse Dani, sem eu saber o que ele pretendia.
Com um dedo, começou a estimular meu clitóris e, com a outra mão, enfiou dois dedos na minha buceta, cada vez mais frenético, até eu gozar igual uma porca.
—Aaaaaaah… tô gozandooo…! — gritei.
Quando terminamos, ele saiu do banheiro e eu fiquei sentada no vaso, toda quebrada.
Não conseguia imaginar como ia aguentar aquele ritmo a noite inteira.
Pouco depois, consegui me levantar e sair do banheiro.
Voltei pro quarto e lá estavam os três, com os paus duros apontando pro teto, parecendo pedra.
—Vem, gostosa. — disse Sergio, me chamando pra cama.
Me aproximei e fiquei entre Sergio e Dani. Oscar tinha ido pra varanda fumar.
Os dois começaram a me beijar e passar a mão. Eu tentava controlar a situação, mas não dava.
Eram dois polvos e tinham os paus duríssimos, provavelmente por causa dos comprimidos azuis.
Fiquei de joelhos no pé da cama e comecei a chupar e lamber os paus deles.
Dessa vez, eu ia tomar a iniciativa. Então montei em Sergio e enfiei o pau dele na minha buceta, já não ligava pra mais nada, nem lembrei da camisinha… Enquanto pedia pro Dani enfiar o pau dele no meu cu.
Sentia aqueles dois paus se abrindo caminho e lutando dentro de mim. Então comecei a rebolar neles.
—Porra, que mina. — exclamou Dani.
—Que puta vagabunda você é. — disse Sergio. —Sou sua puta, né? Então me fode os dois ao mesmo tempo, porra! Aaah! — falei sem parar de rebolar.
Eu mexia minha cintura pra sentir aqueles dois paus o mais fundo possível.
— Olha só, então saí pra fumar e quando virei as costas vocês já tão fodendo sem mim — disse Oscar.
— Cala a boca e enfia teu pau na minha boca — falei, louca pra ter os três paus ao mesmo tempo.
E ele fez isso. Tava sendo fodida pelos três ao mesmo tempo, um em cada buraco. O cheiro de sexo tomava o quarto e eu só pensava em dar prazer pra eles e em ser fodida. Queria mostrar que tinha saído barata. Por um tempo, só se ouvia sons tipo:
— ahhggg, chop chop, uhnn, etc…
Era só sexo. Sexo puro. Um sexo selvagem, animal, sem amarras, sem frescura, sem remorso.
Ficamos assim por um bom tempo.
Eu na mesma posição, mas eles trocavam meus buracos e eu quase não aguentava mais.
Até que Sergio e Dani gozaram na minha cara e no meu cu; Oscar, que ainda não tinha gozado, tava fodendo minha buceta, enquanto o esperma de Sergio escorria pelo meu rosto e cabelo.
Óscar se levantou e me pegou pela mão.
— Vem, puta, sempre quis fazer isso.
E me levou pra varanda, pra continuar me fodendo com as mãos apoiadas no corrimão. Ele me metia com gosto, me segurando firme pela cintura.
Meus peitos balançavam sem controle e eu não parava de gemer enquanto ele me comia; meu cu escorria o esperma do Dani e minha cara e cabelo estavam sujos do esperma do Sergio.
Tinha a sensação de que tava sendo observada da rua, o que me deixava ainda mais tesuda.
— Tá gostando, puta? — perguntou Oscar enquanto aumentava o ritmo me penetrando.
— Siiim ahh ahhh. — eu gemia sem parar.
Ele tirou o pau da minha buceta e me colocou de joelhos, gozando na minha cara e nos meus peitos, dizendo:
— Toma, porra foxy, toma! — gritou Oscar enquanto me cobria de esperma de novo.
O esperma dele escorria pela minha cara e peitos até o chão, enchendo tudo de gotas que formaram uma poça. poça.
—Mas que porra... —ouviu-se da varanda ao lado.
—Olha, Silvia, parece que temos um admirador — disse ele, me levantando e olhando para a varanda colada à nossa.
Lá estava eu, na varanda de um hotel, coberta de porra e sendo observada por um velho de uns 65 ou 70 anos com cara de surpresa.
—Ei, amigo, tá gostando do que vê? — disse Oscar para o nosso admirador, enquanto me pegava por trás e mostrava meus peitos pro nosso vizinho.
Ele não dizia nada, só nos observava.
—Olha, Silvia, parece que nosso amigo gostou do que viu — disse ele sussurrando no meu ouvido.
Foi aí que percebi que nosso vizinho estava de roupão e parecia mexer a mão freneticamente abaixo da cintura, escondida pelo muro da varanda.
—Ei, cê topa passar um tempo com a nossa amiga? — disse Oscar, bem sério.
—Mas que buceta, hmm...? — antes que ele pudesse continuar, Oscar tapou minha boca.
—Tá falando sério? Não tá brincando? — finalmente o nosso admirador articulou alguma palavra.
—Fica tranquilo, ela é só nossa putinha e vamos ceder ela pra você por um tempo, com uma condição só — respondeu Oscar.
—Porra, o que você quiser — respondeu o velho, sorrindo.
—Pode fazer o que quiser com ela, mas tem que ser na varanda. Tá de boa? — ele propôs.
—Claro, qualquer coisa pra foder essa gostosa — disse o tarado, aparentemente animado.
—Isso não era o combinado. Não vou fazer isso com aquele homem — falei pra Oscar.
—Cala a boca, putinha! Vai fazer o que a gente quiser. Esse é o acordo, e se eu quiser que você foda meio hotel hoje à noite, você vai. Entendeu? — disse ele, segurando meu rosto firme perto do dele e me encarando.
—Beleza, vou mandar ela agora mesmo — Oscar disse pro velho.
Entramos pra dentro, enquanto Sergio e Dani estavam visivelmente surpresos.
—Cê acha que é uma boa ideia, Oscar? — perguntou Sergio.
—Vamos ser generosos, ainda temos a noite toda com ela — respondeu pra eles.
—Mas... esse não era o acordo. E se eu recusar? - disse, hesitante, enquanto limpava o sêmen do meu rosto com um lenço umedecido.
- É melhor você fazer o que a gente mandar, senão não vamos pagar o seu namorado. – disse Oscar, de forma cortante.
Concordei com a cabeça e fui ao banheiro limpar os restos de sêmen do meu corpo, enquanto ouvia os três conversando ao fundo.
Quando saí, Oscar me deu um pacote de meias.
- Ia te dar pra você estrear com a gente, mas quero te ver fodendo com outro usando elas. – disse ele, sorrindo.
Abri o pacote, e eram umas ligas de renda preta. Coloquei na hora e, com um tapa na bunda e uma toalha enrolada no corpo, me levaram pro corredor.
Olhei para um lado e para o outro do corredor, e no fundo vi um garçom saindo com um carrinho do elevador. Lá estava eu, no meio de um corredor, exposta a ser vista, com uma toalha que mal cobria desde meus peitos até um pouco além da minha bunda e umas ligas de meia preta de renda largas. Uma situação difícil de explicar, então tentei voltar para o quarto desesperadamente, mas Oscar já tinha fechado a porta.
Bati na porta desesperada, tentando evitar que a toalha caísse. Mas ninguém respondeu, acho que tanto Oscar quanto Sergio e Dani estavam curtindo a situação, acho que se divertiam me vendo desesperada e semi nua no corredor.
O jovem garçom chegou perto de mim e, me olhando de cima a baixo, disse:
- A senhora está bem? Precisa de ajuda? – disse ele, sem parar de me olhar.
- Sim, sim. É que eu saí um segundo e a porta bateu – falei, tentando me cobrir o máximo possível com a toalhinha.
- Não se preocupe, vou chamar a recepção pra mandarem um recepcionista com uma cópia do cartão, senhora – disse o jovem garçom, pegando o rádio, sem parar de me despir com o olhar no pouco que ainda me cobria.
- Não... não precisa, obrigada, meu namorado vai abrir a porta a qualquer momento – falei, tentando não me expor ainda mais para mais gente.
De repente, uma porta que estava Bem ao lado se abriu, era o velho com quem o Oscar tinha falado.
— Oi, querida, desculpa, tava no banheiro e nem percebi que a porta tinha fechado — disse ele, me olhando.
— É, é... querida — respondi, tentando disfarçar.
O garçom olhava pra ele e pra mim, um depois do outro, parecendo não acreditar no que via.
Entrei no quarto e, bem antes de passar, o velho agarrou minha bunda com força enquanto eu jurava que vi ele piscar o olho pro garçom.
— Obri-obrigada por abrir, a coisa tava ficando difícil — falei.
— Foi o Oscar quem mandou eu te abrir se quisesse te comer, porque a coisa tava tensa lá fora — disse ele, me encarando bem nos olhos.
Era um homem de uns 65 ou 68 anos, meio gordinho e mais alto que eu, cabelo grisalho e entradas bem marcadas. Talvez na juventude tivesse sido bonitão, mas isso já tinha ficado pra trás.
Ele chegou perto de mim e, com cuidado, tirou minhas mãos da toalha, deixando ela cair aos meus pés.
— Porra! Você não é só linda, tem um corpo perfeito. É um sonho realizado, e ainda não acredito que vou transar com você — disse ele, segurando meu queixo e me olhando.
Aquele homem me elogiava e, apesar da aparência bruta, era delicado comigo. Agora eu tava mais disposta a fazer ele lembrar daquela noite pra sempre.
— Valeu, mas espero que você tenha camisinha — falei enquanto começava a tirar a parte de cima do pijama dele.
Ele ficou parado, quase tremendo, enquanto eu descobria o peito dele cheio de pelo.
— Claro, claro, tenho uma aqui, mas já faz tempo que tá na minha carteira — respondeu com a voz trêmula.
— Serve — respondi na hora em que puxava a calça dele pra baixo, deixando à mostra uma cueca com um volume enorme já molhado.
Ele pegou a camisinha, que Deus sabe há quanto tempo tava naquela carteira, e na sequência saímos pra varanda, onde o Oscar e os outros pudessem nos ver.
— E aí, Silvia? Que situação lá fora, hahaha — disse Oscar, debochado.
Olhei pra ele quase perdoando a vida, mas sem dizer nada.
— Poxa, parece que a gatinha ficou de unhas afiadas — falou ele, sorrindo.
Ignorando as palavras dele, me ajoelhei diante daquele homem e, com a mão, apalpei suavemente aquele volume molhado.
Puxei a cueca dele pra baixo, liberando uma piroca salsichuda e escorrendo, cujo cheiro era tão forte que quase me fez recuar.
— Silvia, parece que você vai ter que se esforçar se quiser deixar essa piroca dura, hein? — perguntaram da outra varanda, com uma certa zombaria.
O homem não dizia nada, estava meio sem graça, então eu continuei tomando a iniciativa.
Peguei a piroca dele e comecei a masturbar devagar, enquanto batia ela contra meus peitos. Aquela piroca foi reagindo aos poucos aos meus cuidados. Mas ainda não era o suficiente pra colocar uma camisinha, muito menos pra transar.
— Nossa, que peitos você tem! — exclamou o velho.
Resolvi me dedicar de verdade àquela piroca salsichuda, que ia ganhando tamanho e dureza. Puxei o prepúcio dele pra trás e enfiei na boca, enquanto massageava os ovo dele com a mão livre.
— Vai, isso aí. Mostra pro nosso vizinho do que você é capaz — me incentivavam da outra varanda.
— Inacreditável, que boca. Fazia uma eternidade que nenhuma mulher me chupava — disse o homem, ofegante.
Aquela piroca parecia agradecer meus cuidados, já que cada vez ficava mais e mais dura. Eu continuei chupando e lambendo a piroca dele com delicadeza até que estivesse dura o bastante pra colocar uma camisinha.
Ele colocou a camisinha, e na sequência apoiei minhas mãos no corrimão e tentei, de jeito atrapalhado e nervoso, enfiar a piroca dele na minha buceta, o que não consegui.
— Amigão, faz tempo que não mete, hein? — disseram Oscar e os outros, rindo.
Pareciam querer cortar a ereção dele, e eu não ia começar a deixá-lo excitado de novo, então eu mesma peguei com a mão e coloquei a piroca dele na entrada da minha buceta, só pra que ele a empurrasse. E ele foi até o fundo.
— Aghh! — gritei.
Ele me agarrou forte pelos quadris e me comeu com força e totalmente sem ritmo.
— Ai, meu Deeeus... Porra, vou gozaaaaar! — exclamei poucos segundos depois de ele meter, tinha sido a foda mais rápida da minha vida.
— Porra, já? — perguntaram os executivos, surpresos.
O homem bufava e parecia quase envergonhado por ter durado tão pouco.
— Bom, então vem pra cá, querida, que a noite ainda é jovem — disse Oscar.
Assim que entrei no quarto, beijei o velho com carinho, porque senti pena dele.
Mas ele pensou outra coisa, já que segurou minha cabeça e enfiou a língua até a campainha.
— Uhmm, uhmm... aghh... O que você tá fazendo? — falei, depois de quase me engasgar.
— Cala a boca, foxy — disse ele, me agarrando pelo pescoço. Ele tinha uma força descomunal, tinha se transformado, toda a delicadeza dele virou força bruta.
— Piranhas como você e os cafetões dos seus amigos acham que podem rir de gente como eu, mas vou te mostrar o que é bom — disse ele, me jogando na cama e se deitando sobre mim com o corpo imenso.
— Não, por favor, não faz isso, eu não tava rindo de você, juro. Preciso voltar pra eles, me contrataram, e se eu não voltar, não vão me pagar, e ainda vão chamar a polícia — falei, quase chorando.
— Vamos dizer que eu acredito em você. Mas preciso provar dessa sua buceta e comer um bom pussy. O que me diz? — falou, sem sair de cima de mim.
— Tá bom, mas tem que ser rápido — respondi, aceitando a proposta dele, mas claro, com quase mais de 100 quilos em cima de mim, não tinha muitas opções, né?
Então o velho foi pros pés da cama e, abrindo minhas pernas de par em par, enfiou a cabeça entre elas enquanto começou a esfregar meu clitóris com os dedos.
— Ahhh... mais devagar, por favor, ahhh... — eu pedia.
— Você não disse pra eu me apressar? — ele respondeu, enquanto começava a me foder com os dedos no meu cu e na minha buceta, ao mesmo tempo que começou a chupar meu pussy.
Por mais incrível que pareça Parece que aquele velho, gordo e peludo, estava me deixando super excitada, a ponto de ter um orgasmo intenso e molhar a cama inteira.
- Porraaaaaa! – gritei enquanto apertava a cabeça dele contra minha buceta.
- Nossa, parece que esse velho ainda consegue fazer uma putinha como você gozar gostoso, né? – ele disse enquanto se levantava, e em seguida me beijou, cruzando a língua com a minha, com todo o gosto da minha buceta ainda na boca dele.
O cara não perdeu tempo e me virou de bruços na cama, abriu minhas nádegas e esfregou o pau com ansiedade no meu cu. Tava claro que ele queria experimentar as maravilhas do sexo anal, e meu cu era o escolhido.
Antes que ele continuasse, fiz ele colocar o último preservativo, e ele topou. Na sequência, se deitou sobre mim e começou a abrir meu cu com o pau dele.
- Ahhh… calma aí, que eu não sou de borracha, ahhh… – falei enquanto ele começava a se mover ritmadamente e me esmagava contra a cama.
- É claro… mas olha só como teu cu se abre pra mim, porra, isso é incrível, nem nos meus sonhos eu imaginaria isso. – ele disse, aumentando o ritmo e a violência das estocadas.
Embora o pau dele não fosse nada demais e eu já tivesse muita experiência com sexo anal, aquele velho tava me machucando. Seja pela posição ou pelo peso dele, eu tava passando muito mal, e na minha cabeça só queria que acabasse. A ponto de começar a fingir pra ele gozar logo.
- Ohhh… isso… continua, continua, ahhh… – eu gritava fingindo.
Até levantava minha bunda o máximo que podia pra penetração ser mais funda e aumentar a excitação dele.
- Meu Deus, olha que cu guloso. Tá engolindo até as bolas… Porra, não aguento mais! Vou gozar! Vou gozar, putinha! – o velho gritou enquanto eu sentia a porra quente dele invadir meus intestinos, o que não podia ser, porque ele tava de camisinha. Qual não foi minha surpresa quando ele tirou o pau e o preservativo tava estourado.
- Seu filho da puta! – Disse pro velho, me levantando como uma mola da cama, enquanto a porra dele escorria pela minha virilha e pingava do meu cu.
— Desculpa, não percebi — ele disse, sentando na borda da cama.
— Porra nenhuma — respondi, puta da vida.
Peguei minha toalha do chão e, sem dizer mais nada, saí de novo pro corredor. Andei uns metros até o quarto ao lado, com minha toalha e meu cu escorrendo porra. Bati na porta do quarto dos executivos pra eles abrirem, bem na hora que um segurança e um recepcionista apareceram no corredor.
— Moça, moça — o recepcionista me chamou.
— Hã… Oi? — perguntei, meio sem graça, tentando me cobrir o máximo que dava.
— A senhora pode nos acompanhar um momento, por favor? — ele perguntou, enquanto ele e o segurança me encaravam.
— Por… por quê? — falei, gaguejando.
— Moça, não queremos fazer cena, mas a política do nosso hotel é bem rígida com os serviços das putas, e parece que teve reclamação nesse andar por escândalo. Um dos nossos garçons disse que uma jovem com a sua descrição andava quase pelada pelos corredores, de porta em porta — apontou o recepcionista jovem.
— Já expliquei pro garçom o que aconteceu, foi um acidente — falei, bem nervosa.
— Moça, só vamos ver qual é o seu quarto. Vem com a gente de uma vez — ele disse, fazendo um sinal pro segurança me pegar.
Ele me segurou pelo braço, e no tranco a toalha caiu.
Os dois ficaram sem graça, e eu tentava nervosa pegar a toalha de novo pra me cobrir. Foi nessa hora que o Oscar abriu a porta pra intervir.
— Cavalheiros, tem algum problema? — perguntou Oscar, enquanto eu entrava correndo no quarto.
Oscar, depois de uns minutos de conversa, voltou a entrar.
— Pode me dizer por que você demorou tanto pra voltar do quarto do velho? — perguntou Oscar, visivelmente puto, na frente do Dani e do Sergio.
— O velho não me deixava voltar, se jogou em cima de mim e me comeu de novo. Quando eu tentava voltar, aqueles dois me pegaram no corredor. — falei, ainda bem nervosa.
Ele explicou o que tinham conversado e parece que o hotel tem suas próprias putas, o que rende uma grana bem gostosa. Então prometeu colocar eles em contato com a minha gostosa, pra futuros serviços.
Eu não sabia se agradecia ou se começava a chorar.
— Bom, chega de papo, vamos aproveitar o que resta da noite — disse, tirando minha toalha e me obrigando a ficar de joelhos.
Passaram o resto da noite me fodendo em todos os meus buracos e enchendo cada um deles e meu estômago de porra, até ficarem sem pilha e completamente secos. O quarto fedia a porra e a sexo.
Eu caí exausta na cama quase ao amanhecer, e ficamos os quatro profundamente dormindo, até o telefone do quarto tocar.
— Alô? — atendeu Dani.
Era da recepção avisando que um tal Marcos nos esperava na cafeteria do hotel. Então nos arrumamos e pegamos o elevador, enquanto no caminho os três aproveitaram pra me passar a mão por todo lado, até chegar na recepção.
Quando saímos do elevador, pude ver um recepcionista, o segurança e o mensageiro me olhando.
Ao chegar na cafeteria, Marcos estava sentado numa mesa pra cinco pessoas.
Eles se cumprimentaram e Marcos me abraçou e me beijou.
— E aí? — perguntou meu namorado.
— Foi o melhor dinheiro que já gastei na vida — disse Dani, enquanto Sergio concordava.
— É uma mulher incrível, e muito, muito gostosa — disse Oscar, sorrindo pra mim.
— Eu sei, ela é a melhor — respondeu Marcos, me olhando orgulhoso e colocando a mão na minha coxa.
Depois de tomar café da manhã e eles pagarem o valor combinado, Oscar comentou com meu namorado o acordo com o hotel pra usar meus serviços.
Nos despedimos dos três, embora fosse bem provável que não fosse a última vez que eu ouvisse falar deles.
Já no carro, meu garoto me pediu detalhes de Tudo o que eu fiz naquela noite, e no meio do meu relato, meu garoto tirou o pau dele duro feito mármore, e quando chegamos na garagem de casa, tive que dar um boquete nele. Enquanto estávamos parados no estacionamento no escuro e eu chupava ele com paixão, o telefone tocou no viva-voz.
- Boa noite, falo com o Marcos? – disse uma voz rouca.
- Sim, pode falar. – disse meu namorado, enquanto apertava minha cabeça contra o pau dele.
- Um amigo do hotel me passou seu número, me dizendo que você é o cafetão ou o proxeneta de uma ruiva espetacular que ontem deu um serviço no meu hotel. É verdade? – perguntou a voz.
- Sim, o que você quer? – disse meu garoto sem parar de foder minha boca.
- Então, é que daqui a pouco tenho uma convenção de médicos, e eles se interessariam em se distrair com algumas moças, e tenho certeza absoluta de que sua garota cairia muito bem para esses senhores. O que acha? – disse a voz.
- Acho que vocês já têm a minha putinha… – disse Marcos enquanto gozava na minha garganta.
- Perfeito, passe quando quiser no hotel antes de três dias e pergunte pelo Gerardo, sou o gerente do hotel e aí acertamos o preço e os serviços. Um prazer – disse Gerardo desligando o telefone.
Me levantei e ainda com o gosto de porra do pau do meu garoto, nos beijamos profundamente.
Outro dia eu conto como foi na convenção. Beijos.
Vou contar uma das experiências mais intensas que tive com o Marcos, desde que jurei submissão a ele.
Eu estava no trabalho, quando recebi uma ligação do Marcos.
— Gata, quando sair do serviço, vai pra casa e se arruma pra uma noite muito especial. Veste aquele vestido branco, justo, que realça tanto o teu corpo, e passo pra te buscar quando eu sair do trabalho. —
— Mas o que a gente vai fazer? — respondi eu, sem muita vontade.
— Gata, não devia te contar, mas enfim… quero te levar pra jantar no hotel NH. —
— Ah, legal, adoro, vou ficar deslumbrante pra você. — falei com empolgação.
— Eu sei, a gente se fala mais tarde, gata. —
Então continuei trabalhando, louca pra terminar logo e ir pra casa me arrumar.
Naquele dia saí do trabalho umas 21:30, mais ou menos. Por sorte moro bem perto do serviço, então tive que me arrumar bem rápido, pra que, no máximo, o Marcos pudesse me pegar umas 22:15. O bom é que eu já tinha certeza do que vestir, porque ele já tinha dito o que queria que eu usasse, então o vestido foi a primeira coisa que peguei. Era um vestido branco de alcinha, decotado, bem justinho e curtíssimo. Normalmente com esse tipo de roupa eu uso peças íntimas brancas, porque como transparenta um pouco, fica bem mais discreto.
Mas dessa vez eu queria surpreender ele e, como não tinha muita margem, decidi colocar uma tanga preta e um sutiã de renda da mesma cor.
Prendi o cabelo numa trança, passei batom, fiz os olhos no estilo Cleópatra pra realçar o verde dos meus olhos e me maquiei.
Passei o último perfume que o Marcos tinha me dado (Black XS da Paco Rabanne), que eu sabia que ele amava, escolhi uns sapatos abertos, com tiras no tornozelo, salto agulha, pretos, que deixavam minhas pernas lindas.
Antes de sair, me olhei no espelho e, com certeza, tinha conseguido meu objetivo. A calcinha aparecia por baixo do vestido branco, os saltos me deixavam mais esbelta, o cabelo preso e a maquiagem nos olhos faziam meus olhos se destacarem. Essa noite vou surpreender ele, pensei comigo mesma.
O interfone tocou e fui rápido atender.
— Sim? — perguntei.
— Gata, desce. Já estamos atrasados — disse meu namorado, me apressando.
— Já vou, amor.
Eram exatamente 22:30 quando saí do prédio e cruzei com um vizinho que não conseguiu evitar de se virar e exclamar:
— Porra, a vizinha! — exclamou sem tirar os olhos de mim.
Entrei no carro do Marcos e ele ficou de boca aberta.
— Gata, você tá sensacional, porra, você tá… perfeita. — disse meu boy, admirado.
— Obrigada — falei antes de nos beijarmos.
Enquanto íamos pro hotel, eu e Marcos ficamos conversando e brincando no carro. Eu pegava no pacote dele e ele passava a mão em mim. debaixo do vestido.
Quando chegamos no hotel, eu já tava super tarada.
Estacionamos no estacionamento do hotel e pegamos o elevador, onde aproveitamos pra continuar nos pegando até as portas abrirem na recepção do hotel.
Atravessamos o saguão do hotel até o restaurante, onde na entrada nos esperava um maître.
Marcos falou com ele e nos levou até uma mesa onde estavam três homens e cinco cadeiras.
– Oi, boa noite – disse um deles.
– Oi, desculpa a demora – respondeu Marcos.
Eram três homens muito bem vestidos, de terno e mais ou menos de meia-idade.
– Oi, você deve ser a Silvia, né? – disse outro.
– Sim, e vocês, quem são? – respondi bem confusa.
– Calma, gata, vou te apresentar. Eles são o Óscar, o Sérgio e o Daniel. Uns executivos de uma empresa de Madrid que tão num congresso aqui e queriam nos convidar pra jantar.
– Mas de onde vocês se conhecem e por que você não me falou nada? – perguntei, bem confusa.
– Bom, era uma surpresa, falei de você pra eles e eles queriam te conhecer, só isso – respondeu ele de um jeito pouco convincente.
– É, Silvia. Além disso, você é muito mais gostosa ao vivo do que nas fotos – disse o Óscar, que era o que mandava no grupo.
– Que fotos? – perguntei, intrigada.
– As do anúncio – respondeu ele.
E me mostrou no celular dele um anúncio de um site de acompanhantes, onde eu aparecia e me oferecia por uma quantia de dinheiro combinada; e onde me descrevia como uma putinha submissa e complacente, que fazia de tudo.
– A gente gostou de você assim que viu, ligamos pro seu namorado e combinamos um preço. E é isso… aqui estamos – comentou o Óscar.
– Tem algum problema? Não queremos confusão – disse o Sérgio.
Olhei pro Marcos e pensei (então você se dedica a me vender como uma puta vulgar, né? Pois vou ser uma, você vai ver) e com esse pensamento decidi seguir em frente, e fazer aqueles três homens passarem a melhor noite da vida deles.
Antes que o Marcos pudesse responder, eu respondi:
– Nenhum, só não sabia que meu namorado me vendia pela internet, mas não se preocupem, garanto que valho a pena e que vamos nos divertir pra caralho — respondi, olhando pro Marcos enquanto pensava em como seria minha vingança.
Começamos a jantar, mas eu não tava com muita fome. Só queria subir pro quarto com aqueles três caras e dar tudo pelo que eles tinham pago.
Ficamos batendo papo sobre o trabalho deles e se a gente já tinha feito aquilo antes.
Respondi que nunca, mas que não se preocupassem porque eu tinha muita experiência em surubas com dois ou mais homens.
Eles ficaram alucinados com as coisas que Marcos e eu contávamos, e tavam ansiosos pra ver se era verdade.
Então terminamos de jantar e logo dois deles foram pro quarto.
— Bom, prazer te conhecer, Marcos, e você, tô doido pra te ver lá em cima — disse Sergio, mandando um beijo.
— A gente se vê agora lá em cima, tô impaciente — comentou Dani.
— É melhor não subirmos os quatro ao mesmo tempo — falou Óscar.
Depois de alguns minutos, Óscar me olhou e disse: — Vamos, gostosa.
Eu olhei pro Marcos, como quem pergunta com o olhar se era aquilo que ele queria. A resposta dele não podia ser mais clara: me agarrou na bunda e me beijou, sussurrando no meu ouvido.
— Sê uma putinha submissa e me deixa bem na fita. — disse enquanto dava um tapa na minha bunda.
— Não vão se arrepender, mas a gente conversa sobre isso depois. — respondi meio puta.
— Bom, casal, é hora da gente ir. Amanhã às 8 ela tá aqui, como combinamos. —
Então peguei na mão do Óscar e fomos pro elevador; enquanto Marcos ficava pra trás, não pude evitar pensar no que ele tava pensando naquele momento.
Eu, por outro lado, tava ficando nervosa porque nunca tinha feito aquilo sem o Marcos pelo menos estar presente.
Subimos no elevador onde tinha um casal jovem, os dois olhavam pra gente meio surpresos com a diferença de idade evidente.
Aí Óscar aproveitou e me segurou firme pela cintura, me colando nele. E me segurando pela bunda enquanto me beijava. O casal não sabia pra onde olhar enquanto a gente se pegava (o que não era nada demais).
Eles desceram no mesmo andar que a gente e, enquanto saíamos no corredor, o cara ficava se virando pra olhar, enquanto o Oscar ainda me segurava pela bunda.
— Esse aí também quer te comer — ele disse, sorrindo.
Entramos no quarto, onde, logo na entrada, à direita, tinha um banheiro bem grande, na sequência uma cama de casal enorme, duas poltronas, uma TV, um móvel bar, uma escrivaninha e um terraço externo com uma vista espetacular.
Numa poltrona estava o Sérgio, o mais novo dos três; aos pés da cama estava o Dani, que devia ter a mesma idade do Oscar; na mesa, vi uma caixa aberta de comprimidos azuis, que eram inconfundíveis.
Eles já estavam de cueca, e dava pra ver que o Sérgio era bem definido fisicamente e que o Dani tinha uma barriga de chopp.
Oscar se aproximou por trás e, bruscamente, puxou as alças do meu vestido até a cintura, deixando meus peitos à mostra com o sutiã.
— Eeee! Calma aí — protestei.
— Piranha, a gente não pagou pra ter paciência, queremos te usar e é isso que vamos fazer. Até amanhã às 8 horas você é nossa e vai fazer tudo o que mandarem, entendeu? — disse o Oscar.
Um arrepio percorreu minhas costas; eles planejavam me usar como uma piranha qualquer.
— Não vou repetir, entendeu? — ele disparou de novo.
E eu, sem responder, concordei com a cabeça.
— Muito bem, então começa a mostrar o que sabe fazer.
Ele pegou meu sutiã e tirou, deixando meus peitos no ar.
— Porra, que gostosa que você é, e que peitões que tem. Vem, fica de joelhos e usa esses peitos no meu pau — disse o Oscar, todo tarado.
Oscar me virou e me forçou a ficar de joelhos, puxou o pau pra fora e bateu na minha cara com ele.
— Vamos, gostosa, abre a boca — ordenou o Oscar.
Ele segurou meu rosto com força e cuspiu na minha boca, em seguida colocou o pau dele entre meus peitos. me obrigando a fazer um siririca nele. Os amigos dele me cercaram na hora e aproximaram os paus pra eu chupar.
Comecei a alternar os paus do Dani e do Sergio, enquanto com meus peitos continuava fazendo um siririca no Oscar.
— Porra, como você chupa, safada — disse o Dani.
— É; é uma puta autêntica — confirmou o Sergio.
Os dois brigavam pela minha boca puxando meu cabelo, enquanto o Oscar aumentava o ritmo nos meus peitos.
A baba escorria da minha boca sobre meus peitos, que já estavam encharcados de pré-gozo do Oscar. Eu não parava de engolir: estava começando a gostar e precisava de mais.
O Oscar e o Dani me pegaram no colo e me jogaram na cama. O Dani se colocou entre minhas coxas, afastou minha calcinha fio dental e começou a chupar minha buceta.
— Aaaah... Isso!!! — gritei segurando a cabeça dele.
— Cala a boca e chupa, rabuda — disse o Oscar enfiando o pau dele até minha garganta.
Eu estava de barriga pra cima na cama, com o Dani entre minhas coxas e o Oscar por cima de mim, de quatro, com os joelhos dos lados dos meus ombros e o pau dele dentro da minha boca, enfiando até o fundo, fodendo minha garganta.
O Sergio colocou o pau dele na minha mão pra eu bater uma punheta, enquanto o Oscar continuava fodendo minha garganta sem piedade e o Dani, entre a baba dele e meus fluidos, deixava minha buceta escorrendo.
O Dani tirou minha calcinha fio dental e o vestido, me deixando completamente nua, e começou a esfregar o pau dele na minha buceta, enquanto eu tirava o pau do Oscar da minha garganta por um segundo.
— Por favor, usem camisinha — falei quase implorando.
— Fica tranquila, vou colocar agora — respondeu o Dani enquanto continuava brincando com o pau dele na minha buceta, esfregando no meu clitóris, enfiando um pouco e tirando. Com essas manobras eu já tava louca de tesão e precisava de um pau dentro de mim, e precisava agora.
— Você quer? — perguntou o Dani.
— Siimm! — gritei com vontade.
— Então pede direito, puta. — disse o Dani sem parar de esfregar a cabeça do pau dele no meu clitóris.
— Por favor, quero seu pau, enfia tudo em mim, por favor! — falei quase desesperada.
—Muito bem, assim que eu gosto. Então toma, pica, vagabunda! — ele disse enquanto enfiava até o fundo.
—Nãooo... Ahh! A camisinha... Ahhh... — eu disse enquanto a pica dele me preenchia.
—E uma pica vagabunda, você achou mesmo que eu ia usar camisinha? Essa buceta é pra provar no pelo. Só espero que você tome a pílula, puta — ele disse sem parar de me foder.
A pica dele, enorme, bateu no meu útero e um calafrio percorreu meu corpo do fundo da minha buceta até a cabeça, me deixando praticamente sem fôlego.
Comecei a gemer que nem uma louca e ele aumentou ainda mais o ritmo. Oscar sentou na minha cara, colocando o cu imundo e as bolas dele na minha boca, me pegou pela cabeça e disse:
—Vamos, limpa meu cu com sua língua, vagabunda. Vou aproveitar cada centavo que paguei por você. — disse Oscar, fora de si.
Eu me sentia uma puta barata sendo usada por aqueles homens; Dani continuava me fodendo forte enquanto eu lambia o cu e as bolas do Oscar. O cu dele cheirava um pouco a merda e era cheio de pelos, o que me dava nojo; mas naquela noite eu não era a Silvia, era uma vagabunda pela qual tinham pago e era assim que eu ia agir.
Dani não aguentou mais e gozou abundantemente dentro de mim. Senti cada jato de porra entrar no meu útero, até minha buceta transbordar de tanto leite.
Oscar então mudou de posição, ficou atrás de mim e me colocou de quatro no chão, cuspiu no meu cu e começou a lamber meu ânus; enquanto isso, Dani colocou a pica dele na minha boca pra eu limpar de porra e dos meus fluidos.
—Deus, que pedaço de puta que você é. Acho que você tá aproveitando mais que a gente, vagabunda — disse Dani sorrindo.
Depois de uns instantes chupando meu cu, Oscar começou a empurrar a cabeça da pica dele dentro do meu cu.
Eu sentia meu ânus se abrindo e aceitando aquela pica maravilhosa dentro de mim.
Dani, depois de limpar bem a dele, se afastou pra deixar o lugar na minha boca pro Sergio.
Vocês podem imaginar a situação: eu completamente nua, de quatro no chão, com uma pica dentro do meu cu e outra enfiada na boca até a garganta.
Eu, que no começo estava meio assustada, conforme a festa avançava, me sentia cada vez mais tesuda, e eles começavam a ficar meio fora de si.
Oscar, enquanto metia a pica no meu cu, com uma mão batia na minha bunda e com a outra empurrava minha cabeça na direção da pica do Sergio, fazendo com que ela penetrasse fundo na minha garganta.
— Vai, putinha foxy, chupa bem gostoso! — ordenou Oscar, sem parar de empurrar minha cabeça contra a pica do Sergio.
Oscar começou a se mover cada vez mais rápido, eu sentia as bolas dele batendo na minha buceta e cada centímetro da pica dele entrando sem piedade no meu cu com uma força descomunal. Ele estava me destruindo.
Não satisfeito com isso, Oscar pegou meu braço por trás e o prendeu nas minhas costas.
Naquele momento, eu só tinha três pontos de apoio no chão: meus dois joelhos e um dos braços, mal conseguindo me segurar, e meu equilíbrio ficou muito instável por causa da falta de apoio e das estocadas no meu cu, que cada vez eram mais intensas.
Eu, agachada como uma puta, com os peitos balançando no ritmo das estocadas e a garganta ocupada pela maior parte da pica do Sergio, comecei a sentir um incômodo, com náuseas que eu segurava como podia.
A pica do Sergio, que entrava e saía sem parar da minha garganta, às vezes me deixava sem oxigênio, fazendo lágrimas escorrerem pelas minhas bochechas, deixando marcas claras do rímel e da sombra que eu tinha usado na maquiagem.
Não sei quanto tempo fiquei naquela situação. Pareceu uma eternidade, mas eu não parava de gozar com o prazer que aquelas duas picas me davam dentro da boca e do cu. Eu não parava de pedir, quando tinha chance, que queria mais e mais.
Foi então que Sergio segurou minha cabeça com força contra a pica dele pau, enterrando ela completamente na minha garganta e começou a gozar quase no meu estômago de tão fundo que eu tinha ela enfiada.
A gozada dele parecia não ter fim. Eu sentia perfeitamente a pau dele pulsando na minha garganta, enquanto lutava desesperadamente pra segurar o enjoo e não vomitar a porra dele e minha janta.
-Aaaah Engole! Engole! puta!- gritava o Sergio completamente descontrolado e segurando minha cabeça pra manter a pau dele dentro da minha garganta.
Na sequência foi o Oscar quem gozou no fundo dos meus intestinos, me agarrando forte pelos quadris.
Eu sentia o esperma quente dele saindo e transbordando do meu cu, se misturando com a porra do amigo dele, Dani, que ainda escorria da minha buceta e pingava no chão pelas minhas coxas.
-Caralho… Que cu você tem, putinha- elogiou o Oscar enquanto tirava a pau do meu cu, me dando um tapa na bunda.
Assim que o Oscar tirou, ele colocou a pau na minha cara pra eu limpar.
Eu olhava pra ele com cara de menina gulosa. Peguei a pau dele na hora e chupei os ovos, passando depois minha língua por todo o tronco até chegar na cabeça, onde com a língua recolhi os restos de porra da coroa do pau dele. Depois, com a ponta da língua, comecei a brincar com a uretra dele, enquanto com a mão massageava os ovos e apertava a pau dele pra sair até a última gota do néctar, que eu bebi completamente fora de mim de tão tesuda que tava.
-Caralho, como você é boa- comentou o Oscar de olhos fechados.
-Bom, galera, vou no banheiro me lavar um pouco.- falei me levantando completamente nua e escorrendo porra pelas coxas.
-Não demora muito, que a gente só começou- disse o Sergio rindo.
Sentei no bidê e com meus dedos e o jato d’água tentava tirar a porra de dentro de mim.
Tava nessa quando o Dani apareceu na porta do banheiro.
-Foi mal, mina, mas preciso mijar.- e sem hesitar começou a urinar na minha frente.
Eu enquanto isso continuava na minha, até que o Dani virou pra mim quando terminou mijar.
—Limpa pra mim. — disse sério.
—Perdão? — perguntei incrédula.
—Falei pra limpar, sua puta. — repetiu.
E antes que eu pudesse dizer não, me puxou pelo cabelo, tampou meu nariz e enfiou o pau na minha boca.
O gosto era amargo e não tive escolha a não ser limpar. Afinal, aquela noite era deles. Então, com a língua, percorri a glande por dentro do freio, deixando bem limpinha.
—Aaaaaah que delícia… Porra! — exclamou.
Quando terminei de limpar, ele me levantou e me sentou na tampa do vaso.
—Gata, agora é sua vez. — disse Dani, sem eu saber o que ele pretendia.
Com um dedo, começou a estimular meu clitóris e, com a outra mão, enfiou dois dedos na minha buceta, cada vez mais frenético, até eu gozar igual uma porca.
—Aaaaaaah… tô gozandooo…! — gritei.
Quando terminamos, ele saiu do banheiro e eu fiquei sentada no vaso, toda quebrada.
Não conseguia imaginar como ia aguentar aquele ritmo a noite inteira.
Pouco depois, consegui me levantar e sair do banheiro.
Voltei pro quarto e lá estavam os três, com os paus duros apontando pro teto, parecendo pedra.
—Vem, gostosa. — disse Sergio, me chamando pra cama.
Me aproximei e fiquei entre Sergio e Dani. Oscar tinha ido pra varanda fumar.
Os dois começaram a me beijar e passar a mão. Eu tentava controlar a situação, mas não dava.
Eram dois polvos e tinham os paus duríssimos, provavelmente por causa dos comprimidos azuis.
Fiquei de joelhos no pé da cama e comecei a chupar e lamber os paus deles.
Dessa vez, eu ia tomar a iniciativa. Então montei em Sergio e enfiei o pau dele na minha buceta, já não ligava pra mais nada, nem lembrei da camisinha… Enquanto pedia pro Dani enfiar o pau dele no meu cu.
Sentia aqueles dois paus se abrindo caminho e lutando dentro de mim. Então comecei a rebolar neles.
—Porra, que mina. — exclamou Dani.
—Que puta vagabunda você é. — disse Sergio. —Sou sua puta, né? Então me fode os dois ao mesmo tempo, porra! Aaah! — falei sem parar de rebolar.
Eu mexia minha cintura pra sentir aqueles dois paus o mais fundo possível.
— Olha só, então saí pra fumar e quando virei as costas vocês já tão fodendo sem mim — disse Oscar.
— Cala a boca e enfia teu pau na minha boca — falei, louca pra ter os três paus ao mesmo tempo.
E ele fez isso. Tava sendo fodida pelos três ao mesmo tempo, um em cada buraco. O cheiro de sexo tomava o quarto e eu só pensava em dar prazer pra eles e em ser fodida. Queria mostrar que tinha saído barata. Por um tempo, só se ouvia sons tipo:
— ahhggg, chop chop, uhnn, etc…
Era só sexo. Sexo puro. Um sexo selvagem, animal, sem amarras, sem frescura, sem remorso.
Ficamos assim por um bom tempo.
Eu na mesma posição, mas eles trocavam meus buracos e eu quase não aguentava mais.
Até que Sergio e Dani gozaram na minha cara e no meu cu; Oscar, que ainda não tinha gozado, tava fodendo minha buceta, enquanto o esperma de Sergio escorria pelo meu rosto e cabelo.
Óscar se levantou e me pegou pela mão.
— Vem, puta, sempre quis fazer isso.
E me levou pra varanda, pra continuar me fodendo com as mãos apoiadas no corrimão. Ele me metia com gosto, me segurando firme pela cintura.
Meus peitos balançavam sem controle e eu não parava de gemer enquanto ele me comia; meu cu escorria o esperma do Dani e minha cara e cabelo estavam sujos do esperma do Sergio.
Tinha a sensação de que tava sendo observada da rua, o que me deixava ainda mais tesuda.
— Tá gostando, puta? — perguntou Oscar enquanto aumentava o ritmo me penetrando.
— Siiim ahh ahhh. — eu gemia sem parar.
Ele tirou o pau da minha buceta e me colocou de joelhos, gozando na minha cara e nos meus peitos, dizendo:
— Toma, porra foxy, toma! — gritou Oscar enquanto me cobria de esperma de novo.
O esperma dele escorria pela minha cara e peitos até o chão, enchendo tudo de gotas que formaram uma poça. poça.
—Mas que porra... —ouviu-se da varanda ao lado.
—Olha, Silvia, parece que temos um admirador — disse ele, me levantando e olhando para a varanda colada à nossa.
Lá estava eu, na varanda de um hotel, coberta de porra e sendo observada por um velho de uns 65 ou 70 anos com cara de surpresa.
—Ei, amigo, tá gostando do que vê? — disse Oscar para o nosso admirador, enquanto me pegava por trás e mostrava meus peitos pro nosso vizinho.
Ele não dizia nada, só nos observava.
—Olha, Silvia, parece que nosso amigo gostou do que viu — disse ele sussurrando no meu ouvido.
Foi aí que percebi que nosso vizinho estava de roupão e parecia mexer a mão freneticamente abaixo da cintura, escondida pelo muro da varanda.
—Ei, cê topa passar um tempo com a nossa amiga? — disse Oscar, bem sério.
—Mas que buceta, hmm...? — antes que ele pudesse continuar, Oscar tapou minha boca.
—Tá falando sério? Não tá brincando? — finalmente o nosso admirador articulou alguma palavra.
—Fica tranquilo, ela é só nossa putinha e vamos ceder ela pra você por um tempo, com uma condição só — respondeu Oscar.
—Porra, o que você quiser — respondeu o velho, sorrindo.
—Pode fazer o que quiser com ela, mas tem que ser na varanda. Tá de boa? — ele propôs.
—Claro, qualquer coisa pra foder essa gostosa — disse o tarado, aparentemente animado.
—Isso não era o combinado. Não vou fazer isso com aquele homem — falei pra Oscar.
—Cala a boca, putinha! Vai fazer o que a gente quiser. Esse é o acordo, e se eu quiser que você foda meio hotel hoje à noite, você vai. Entendeu? — disse ele, segurando meu rosto firme perto do dele e me encarando.
—Beleza, vou mandar ela agora mesmo — Oscar disse pro velho.
Entramos pra dentro, enquanto Sergio e Dani estavam visivelmente surpresos.
—Cê acha que é uma boa ideia, Oscar? — perguntou Sergio.
—Vamos ser generosos, ainda temos a noite toda com ela — respondeu pra eles.
—Mas... esse não era o acordo. E se eu recusar? - disse, hesitante, enquanto limpava o sêmen do meu rosto com um lenço umedecido.
- É melhor você fazer o que a gente mandar, senão não vamos pagar o seu namorado. – disse Oscar, de forma cortante.
Concordei com a cabeça e fui ao banheiro limpar os restos de sêmen do meu corpo, enquanto ouvia os três conversando ao fundo.
Quando saí, Oscar me deu um pacote de meias.
- Ia te dar pra você estrear com a gente, mas quero te ver fodendo com outro usando elas. – disse ele, sorrindo.
Abri o pacote, e eram umas ligas de renda preta. Coloquei na hora e, com um tapa na bunda e uma toalha enrolada no corpo, me levaram pro corredor.
Olhei para um lado e para o outro do corredor, e no fundo vi um garçom saindo com um carrinho do elevador. Lá estava eu, no meio de um corredor, exposta a ser vista, com uma toalha que mal cobria desde meus peitos até um pouco além da minha bunda e umas ligas de meia preta de renda largas. Uma situação difícil de explicar, então tentei voltar para o quarto desesperadamente, mas Oscar já tinha fechado a porta.
Bati na porta desesperada, tentando evitar que a toalha caísse. Mas ninguém respondeu, acho que tanto Oscar quanto Sergio e Dani estavam curtindo a situação, acho que se divertiam me vendo desesperada e semi nua no corredor.
O jovem garçom chegou perto de mim e, me olhando de cima a baixo, disse:
- A senhora está bem? Precisa de ajuda? – disse ele, sem parar de me olhar.
- Sim, sim. É que eu saí um segundo e a porta bateu – falei, tentando me cobrir o máximo possível com a toalhinha.
- Não se preocupe, vou chamar a recepção pra mandarem um recepcionista com uma cópia do cartão, senhora – disse o jovem garçom, pegando o rádio, sem parar de me despir com o olhar no pouco que ainda me cobria.
- Não... não precisa, obrigada, meu namorado vai abrir a porta a qualquer momento – falei, tentando não me expor ainda mais para mais gente.
De repente, uma porta que estava Bem ao lado se abriu, era o velho com quem o Oscar tinha falado.
— Oi, querida, desculpa, tava no banheiro e nem percebi que a porta tinha fechado — disse ele, me olhando.
— É, é... querida — respondi, tentando disfarçar.
O garçom olhava pra ele e pra mim, um depois do outro, parecendo não acreditar no que via.
Entrei no quarto e, bem antes de passar, o velho agarrou minha bunda com força enquanto eu jurava que vi ele piscar o olho pro garçom.
— Obri-obrigada por abrir, a coisa tava ficando difícil — falei.
— Foi o Oscar quem mandou eu te abrir se quisesse te comer, porque a coisa tava tensa lá fora — disse ele, me encarando bem nos olhos.
Era um homem de uns 65 ou 68 anos, meio gordinho e mais alto que eu, cabelo grisalho e entradas bem marcadas. Talvez na juventude tivesse sido bonitão, mas isso já tinha ficado pra trás.
Ele chegou perto de mim e, com cuidado, tirou minhas mãos da toalha, deixando ela cair aos meus pés.
— Porra! Você não é só linda, tem um corpo perfeito. É um sonho realizado, e ainda não acredito que vou transar com você — disse ele, segurando meu queixo e me olhando.
Aquele homem me elogiava e, apesar da aparência bruta, era delicado comigo. Agora eu tava mais disposta a fazer ele lembrar daquela noite pra sempre.
— Valeu, mas espero que você tenha camisinha — falei enquanto começava a tirar a parte de cima do pijama dele.
Ele ficou parado, quase tremendo, enquanto eu descobria o peito dele cheio de pelo.
— Claro, claro, tenho uma aqui, mas já faz tempo que tá na minha carteira — respondeu com a voz trêmula.
— Serve — respondi na hora em que puxava a calça dele pra baixo, deixando à mostra uma cueca com um volume enorme já molhado.
Ele pegou a camisinha, que Deus sabe há quanto tempo tava naquela carteira, e na sequência saímos pra varanda, onde o Oscar e os outros pudessem nos ver.
— E aí, Silvia? Que situação lá fora, hahaha — disse Oscar, debochado.
Olhei pra ele quase perdoando a vida, mas sem dizer nada.
— Poxa, parece que a gatinha ficou de unhas afiadas — falou ele, sorrindo.
Ignorando as palavras dele, me ajoelhei diante daquele homem e, com a mão, apalpei suavemente aquele volume molhado.
Puxei a cueca dele pra baixo, liberando uma piroca salsichuda e escorrendo, cujo cheiro era tão forte que quase me fez recuar.
— Silvia, parece que você vai ter que se esforçar se quiser deixar essa piroca dura, hein? — perguntaram da outra varanda, com uma certa zombaria.
O homem não dizia nada, estava meio sem graça, então eu continuei tomando a iniciativa.
Peguei a piroca dele e comecei a masturbar devagar, enquanto batia ela contra meus peitos. Aquela piroca foi reagindo aos poucos aos meus cuidados. Mas ainda não era o suficiente pra colocar uma camisinha, muito menos pra transar.
— Nossa, que peitos você tem! — exclamou o velho.
Resolvi me dedicar de verdade àquela piroca salsichuda, que ia ganhando tamanho e dureza. Puxei o prepúcio dele pra trás e enfiei na boca, enquanto massageava os ovo dele com a mão livre.
— Vai, isso aí. Mostra pro nosso vizinho do que você é capaz — me incentivavam da outra varanda.
— Inacreditável, que boca. Fazia uma eternidade que nenhuma mulher me chupava — disse o homem, ofegante.
Aquela piroca parecia agradecer meus cuidados, já que cada vez ficava mais e mais dura. Eu continuei chupando e lambendo a piroca dele com delicadeza até que estivesse dura o bastante pra colocar uma camisinha.
Ele colocou a camisinha, e na sequência apoiei minhas mãos no corrimão e tentei, de jeito atrapalhado e nervoso, enfiar a piroca dele na minha buceta, o que não consegui.
— Amigão, faz tempo que não mete, hein? — disseram Oscar e os outros, rindo.
Pareciam querer cortar a ereção dele, e eu não ia começar a deixá-lo excitado de novo, então eu mesma peguei com a mão e coloquei a piroca dele na entrada da minha buceta, só pra que ele a empurrasse. E ele foi até o fundo.
— Aghh! — gritei.
Ele me agarrou forte pelos quadris e me comeu com força e totalmente sem ritmo.
— Ai, meu Deeeus... Porra, vou gozaaaaar! — exclamei poucos segundos depois de ele meter, tinha sido a foda mais rápida da minha vida.
— Porra, já? — perguntaram os executivos, surpresos.
O homem bufava e parecia quase envergonhado por ter durado tão pouco.
— Bom, então vem pra cá, querida, que a noite ainda é jovem — disse Oscar.
Assim que entrei no quarto, beijei o velho com carinho, porque senti pena dele.
Mas ele pensou outra coisa, já que segurou minha cabeça e enfiou a língua até a campainha.
— Uhmm, uhmm... aghh... O que você tá fazendo? — falei, depois de quase me engasgar.
— Cala a boca, foxy — disse ele, me agarrando pelo pescoço. Ele tinha uma força descomunal, tinha se transformado, toda a delicadeza dele virou força bruta.
— Piranhas como você e os cafetões dos seus amigos acham que podem rir de gente como eu, mas vou te mostrar o que é bom — disse ele, me jogando na cama e se deitando sobre mim com o corpo imenso.
— Não, por favor, não faz isso, eu não tava rindo de você, juro. Preciso voltar pra eles, me contrataram, e se eu não voltar, não vão me pagar, e ainda vão chamar a polícia — falei, quase chorando.
— Vamos dizer que eu acredito em você. Mas preciso provar dessa sua buceta e comer um bom pussy. O que me diz? — falou, sem sair de cima de mim.
— Tá bom, mas tem que ser rápido — respondi, aceitando a proposta dele, mas claro, com quase mais de 100 quilos em cima de mim, não tinha muitas opções, né?
Então o velho foi pros pés da cama e, abrindo minhas pernas de par em par, enfiou a cabeça entre elas enquanto começou a esfregar meu clitóris com os dedos.
— Ahhh... mais devagar, por favor, ahhh... — eu pedia.
— Você não disse pra eu me apressar? — ele respondeu, enquanto começava a me foder com os dedos no meu cu e na minha buceta, ao mesmo tempo que começou a chupar meu pussy.
Por mais incrível que pareça Parece que aquele velho, gordo e peludo, estava me deixando super excitada, a ponto de ter um orgasmo intenso e molhar a cama inteira.
- Porraaaaaa! – gritei enquanto apertava a cabeça dele contra minha buceta.
- Nossa, parece que esse velho ainda consegue fazer uma putinha como você gozar gostoso, né? – ele disse enquanto se levantava, e em seguida me beijou, cruzando a língua com a minha, com todo o gosto da minha buceta ainda na boca dele.
O cara não perdeu tempo e me virou de bruços na cama, abriu minhas nádegas e esfregou o pau com ansiedade no meu cu. Tava claro que ele queria experimentar as maravilhas do sexo anal, e meu cu era o escolhido.
Antes que ele continuasse, fiz ele colocar o último preservativo, e ele topou. Na sequência, se deitou sobre mim e começou a abrir meu cu com o pau dele.
- Ahhh… calma aí, que eu não sou de borracha, ahhh… – falei enquanto ele começava a se mover ritmadamente e me esmagava contra a cama.
- É claro… mas olha só como teu cu se abre pra mim, porra, isso é incrível, nem nos meus sonhos eu imaginaria isso. – ele disse, aumentando o ritmo e a violência das estocadas.
Embora o pau dele não fosse nada demais e eu já tivesse muita experiência com sexo anal, aquele velho tava me machucando. Seja pela posição ou pelo peso dele, eu tava passando muito mal, e na minha cabeça só queria que acabasse. A ponto de começar a fingir pra ele gozar logo.
- Ohhh… isso… continua, continua, ahhh… – eu gritava fingindo.
Até levantava minha bunda o máximo que podia pra penetração ser mais funda e aumentar a excitação dele.
- Meu Deus, olha que cu guloso. Tá engolindo até as bolas… Porra, não aguento mais! Vou gozar! Vou gozar, putinha! – o velho gritou enquanto eu sentia a porra quente dele invadir meus intestinos, o que não podia ser, porque ele tava de camisinha. Qual não foi minha surpresa quando ele tirou o pau e o preservativo tava estourado.
- Seu filho da puta! – Disse pro velho, me levantando como uma mola da cama, enquanto a porra dele escorria pela minha virilha e pingava do meu cu.
— Desculpa, não percebi — ele disse, sentando na borda da cama.
— Porra nenhuma — respondi, puta da vida.
Peguei minha toalha do chão e, sem dizer mais nada, saí de novo pro corredor. Andei uns metros até o quarto ao lado, com minha toalha e meu cu escorrendo porra. Bati na porta do quarto dos executivos pra eles abrirem, bem na hora que um segurança e um recepcionista apareceram no corredor.
— Moça, moça — o recepcionista me chamou.
— Hã… Oi? — perguntei, meio sem graça, tentando me cobrir o máximo que dava.
— A senhora pode nos acompanhar um momento, por favor? — ele perguntou, enquanto ele e o segurança me encaravam.
— Por… por quê? — falei, gaguejando.
— Moça, não queremos fazer cena, mas a política do nosso hotel é bem rígida com os serviços das putas, e parece que teve reclamação nesse andar por escândalo. Um dos nossos garçons disse que uma jovem com a sua descrição andava quase pelada pelos corredores, de porta em porta — apontou o recepcionista jovem.
— Já expliquei pro garçom o que aconteceu, foi um acidente — falei, bem nervosa.
— Moça, só vamos ver qual é o seu quarto. Vem com a gente de uma vez — ele disse, fazendo um sinal pro segurança me pegar.
Ele me segurou pelo braço, e no tranco a toalha caiu.
Os dois ficaram sem graça, e eu tentava nervosa pegar a toalha de novo pra me cobrir. Foi nessa hora que o Oscar abriu a porta pra intervir.
— Cavalheiros, tem algum problema? — perguntou Oscar, enquanto eu entrava correndo no quarto.
Oscar, depois de uns minutos de conversa, voltou a entrar.
— Pode me dizer por que você demorou tanto pra voltar do quarto do velho? — perguntou Oscar, visivelmente puto, na frente do Dani e do Sergio.
— O velho não me deixava voltar, se jogou em cima de mim e me comeu de novo. Quando eu tentava voltar, aqueles dois me pegaram no corredor. — falei, ainda bem nervosa.
Ele explicou o que tinham conversado e parece que o hotel tem suas próprias putas, o que rende uma grana bem gostosa. Então prometeu colocar eles em contato com a minha gostosa, pra futuros serviços.
Eu não sabia se agradecia ou se começava a chorar.
— Bom, chega de papo, vamos aproveitar o que resta da noite — disse, tirando minha toalha e me obrigando a ficar de joelhos.
Passaram o resto da noite me fodendo em todos os meus buracos e enchendo cada um deles e meu estômago de porra, até ficarem sem pilha e completamente secos. O quarto fedia a porra e a sexo.
Eu caí exausta na cama quase ao amanhecer, e ficamos os quatro profundamente dormindo, até o telefone do quarto tocar.
— Alô? — atendeu Dani.
Era da recepção avisando que um tal Marcos nos esperava na cafeteria do hotel. Então nos arrumamos e pegamos o elevador, enquanto no caminho os três aproveitaram pra me passar a mão por todo lado, até chegar na recepção.
Quando saímos do elevador, pude ver um recepcionista, o segurança e o mensageiro me olhando.
Ao chegar na cafeteria, Marcos estava sentado numa mesa pra cinco pessoas.
Eles se cumprimentaram e Marcos me abraçou e me beijou.
— E aí? — perguntou meu namorado.
— Foi o melhor dinheiro que já gastei na vida — disse Dani, enquanto Sergio concordava.
— É uma mulher incrível, e muito, muito gostosa — disse Oscar, sorrindo pra mim.
— Eu sei, ela é a melhor — respondeu Marcos, me olhando orgulhoso e colocando a mão na minha coxa.
Depois de tomar café da manhã e eles pagarem o valor combinado, Oscar comentou com meu namorado o acordo com o hotel pra usar meus serviços.
Nos despedimos dos três, embora fosse bem provável que não fosse a última vez que eu ouvisse falar deles.
Já no carro, meu garoto me pediu detalhes de Tudo o que eu fiz naquela noite, e no meio do meu relato, meu garoto tirou o pau dele duro feito mármore, e quando chegamos na garagem de casa, tive que dar um boquete nele. Enquanto estávamos parados no estacionamento no escuro e eu chupava ele com paixão, o telefone tocou no viva-voz.
- Boa noite, falo com o Marcos? – disse uma voz rouca.
- Sim, pode falar. – disse meu namorado, enquanto apertava minha cabeça contra o pau dele.
- Um amigo do hotel me passou seu número, me dizendo que você é o cafetão ou o proxeneta de uma ruiva espetacular que ontem deu um serviço no meu hotel. É verdade? – perguntou a voz.
- Sim, o que você quer? – disse meu garoto sem parar de foder minha boca.
- Então, é que daqui a pouco tenho uma convenção de médicos, e eles se interessariam em se distrair com algumas moças, e tenho certeza absoluta de que sua garota cairia muito bem para esses senhores. O que acha? – disse a voz.
- Acho que vocês já têm a minha putinha… – disse Marcos enquanto gozava na minha garganta.
- Perfeito, passe quando quiser no hotel antes de três dias e pergunte pelo Gerardo, sou o gerente do hotel e aí acertamos o preço e os serviços. Um prazer – disse Gerardo desligando o telefone.
Me levantei e ainda com o gosto de porra do pau do meu garoto, nos beijamos profundamente.
Outro dia eu conto como foi na convenção. Beijos.

1 comentários - Silvia a Submissa 5: Os Executivos (Completo)