Dominação Japonesa

O aroma de sândalo e madeira velha impregnava o ar denso do quarto. As paredes de papel shoji filtravam uma luz lunar pálida que mal conseguia iluminar o chão de tatame. Eu estava ali, nua e tremendo, sentindo o frio do ambiente acariciando minha pele enquanto esperava. Meus seios, pesados e sensíveis, balançavam levemente a cada respiração ofegante. Eu sabia o que vinha. O silêncio só era interrompido pelo som rítmico dos passos de Kenji se aproximando. Ele entrou sem dizer uma palavra. Sua presença preenchia o espaço, uma sombra imponente que irradiava um controle absoluto. Em suas mãos, ele segurava uma corda de juta, áspera e grossa, que deslizava entre seus dedos com uma calma aterrorizante. Ajoelha e abre os braços, Sakura. Obedeci na hora. Meus joelhos bateram no tatame e estendi os braços, expondo minha vulnerabilidade. Senti a primeira volta da corda envolvendo meus pulsos. O atrito da juta era agressivo, queimando levemente a pele delicada. Kenji não tinha pressa. Cada nó era uma declaração de posse, cada puxão uma promessa de dor e prazer. Seus peitos parecem tão desesperados para serem apertados, ele sussurrou perto do meu ouvido. Seu hálito quente me provocou um arrepio que percorreu toda a minha espinha. Ele começou a dança do shibari. A corda subiu pelo meu torso, cruzando meus seios com uma precisão cirúrgica. Senti a juta afundando na carne macia, dividindo meus peitos e elevando-os, apertando os bicos até virarem pedras duras e doloridas. Ele me forçou a arquear as costas, puxando as cordas que agora ligavam meus pulsos aos meus tornozelos numa posição que me deixava completamente aberta, exposta e sem chance de fuga. Por favor, Amo, eu gemi, embora não soubesse se pedia clemência ou mais. O silêncio foi sua única resposta por alguns segundos, até eu sentir o impacto seco da mão dele na minha bunda direita. O som ecoou no quarto vazio. Um estalo violento que deixou minha pele queimando num vermelho intenso. Por favor, o quê, Sakura? Me pede direito. Por favor, me use, Amo. Por favor, quebre minha vontade, supliquei com a voz trêmula. Kenji soltou uma risada baixa, um som gutural que me fez ficar molhada na hora. Ele se moveu até a mesa onde descansavam suas ferramentas. Ouvi o som metálico de algo deslizando sobre a madeira. Quando voltou, segurava um plug anal de aço inoxidável, frio e brilhante sob a luz fraca. Isso vai ficar aí dentro enquanto eu decido o que fazer com você, sentenciou. Ele me forçou a me inclinar mais, expondo meu cu. Sem aviso, pressionou a base redonda contra minha entrada anal. O frio do metal contrastou violentamente com o calor do meu corpo. Senti o plug forçando a abertura, esticando os músculos apertados. O som do metal deslizando contra minha mucosa foi um squelch molhado e visceral. Soltei um grito abafado quando a cabeça do plug entrou por completo, me preenchendo com uma sensação de pressão constante e pesada que me fazia sentir invadida. Agora que você está marcada, podemos começar o verdadeiro jogo. Kenji voltou a usar a mão dele. Dessa vez, as palmadas foram uma chuva constante e rítmica. Cada golpe caía com precisão nas minhas nádegas, alternando os lados, criando uma sinfonia de dor que se transformava rapidamente numa excitação elétrica. Meus peitos balançavam violentamente a cada impacto, as cordas do shibari cortando minha pele, marcando o caminho do domínio dele. Eu me sentia fragmentada, reduzida a simples terminações nervosas que gritavam por mais. Minhas coxas tremiam sem controle e o fluxo do meu desejo encharcava o tatame embaixo de mim. Você tá tão molhada, Sakura. Quase consigo sentir o cheiro da sua desesperação daqui, ele disse, enquanto deslizava os dedos pelo meu clitóris, que pulsava com uma intensidade insuportável. Ele parou de me bater e pegou um dildo de silicone preto, grosso e com veias. Aplicou uma quantidade generosa de lubrificante, o som do O líquido chapoteando contra o brinquedo me fez gemer. Sem aviso, ele o empurrou contra minha buceta. O impacto foi bruto, me preenchendo de uma vez, deslocando minhas paredes vaginais com uma força que me tirou o fôlego. Ahhh, Amo! É grande demais! Cala a boca e aguenta, ele ordenou. Ele começou a mover o dildo com movimentos longos e violentos. O som do squelch, o atrito do plástico contra meus fluidos, enchia o ar. Cada estocada chegava até meu colo do útero, batendo nele com uma precisão que me fazia arquear as costas contra as cordas. Eu sentia que estava me partindo ao meio, mas a sensação de plenitude era uma droga que nublava meu julgamento. Então, Kenji decidiu que um brinquedo só não era suficiente. Ele pegou um segundo dildo, um mais fino mas igualmente rígido. Com um movimento experiente, tirou o plug anal para substituí-lo pelo brinquedo. O estiramento foi agonizante e glorioso ao mesmo tempo. Senti a silicone forçando minha entrada anal, deslizando com um som úmido e sugador para dentro do meu reto. Agora você está cheia, Sakura. Completamente cheia de mim, mesmo que não seja minha carne te penetrando. O ritmo aumentou. Ele manuseava os dois brinquedos simultaneamente, criando uma pressão interna devastadora. Eu sentia o dildo vaginal empurrando contra o anal e vice-versa, esmagando meus órgãos internos, eliminando qualquer espaço vazio na minha pélvis. Meus gemidos viraram gritos incoerentes. O prazer era tão agudo que beirava a dor, uma linha borrada onde eu já não sabia onde terminava o sofrimento e começava o êxtase. Eu me sentia um objeto, uma ferramenta para a satisfação dele, e essa submissão absoluta me levou à beira do abismo. Bem quando senti que o orgasmo ia explodir, ele parou os movimentos bruscamente. Ainda não, Sakura. Você não tem minha permissão para gozar. Não, por favor, Amo! Eu preciso! Me deixa gozar! Ele sorriu com crueldade. Pegou dois vibradores potentes, daqueles que zumbem com uma frequência que faz vibrar os ossos. Colocou um diretamente no meu clitóris e o outro contra a base do meu períneo. Ligou-os no máximo. A descarga elétrica foi instantânea. Meu corpo entrou em um espasmo violento. O zumbido mecânico se misturou aos meus gritos enquanto as vibrações forçavam meu sistema nervoso ao limite. Não era um orgasmo natural; era uma tempestade induzida, um ataque aos meus sentidos. Meus músculos vaginais se contraíram com força ao redor do dildo, tentando sugá-lo enquanto o clitóris ardia sob a pressão do vibrador. Goza pra mim, Sakura. Goza agora. A permissão foi o gatilho. O orgasmo me atingiu como uma onda gigante, me deixando sem ar. Meus olhos reviraram e meu corpo ficou tão tenso que temi que as cordas arrebentassem. O prazer foi tão intenso que senti náusea, um espasmo prolongado que me fez soluçar. Mas Kenji não parou. Manteve os vibradores ligados, me forçando a passar de um orgasmo para outro sem tempo de me recuperar. Foi uma tortura de prazer. Meu corpo continuava pulando, meus peitos balançando violentamente, enquanto as ondas de prazer me atravessavam uma e outra vez. Eu estava quebrada, exausta, reduzida a um monte de carne que só sabia tremer. Finalmente, ele desligou os aparelhos e retirou os dildos com um som de sucção molhada que ecoou no silêncio sepulcral do quarto. Me deixou ali, ofegante, com as pernas abertas e os fluidos escorrendo pelo tatame. Agora, Sakura, é hora de você me agradecer. Ele se livrou das calças, deixando que seu pau, grosso e pulsante, saltasse para frente. A visão daquela rola, com as veias marcadas e uma gota de pre-cum brilhando na ponta, me fez salivar. Ele desamarrou minhas mãos rapidamente, mas deixou meus pés amarrados, me obrigando a engatinhar até ele. Me ajoelhei diante da sua entreperna, sentindo o cheiro masculino, forte e primal, que emanava dele. Sem que ele precisasse dizer nada, abri a boca e envolvi a cabeça do pau com meus lábios. O O sabor era salgado e forte. Comecei a sugar com avidez, usando minha língua para contornar o freio, enquanto minhas mãos apertavam a base do pau dele. Ouvi a respiração dele ficar pesada. Os dedos dele se enterraram no meu cabelo preto, puxando minha cabeça para trás para me obrigar a olhar nos olhos dele enquanto eu continuava trabalhando. Mais fundo, Sakura. Quero sentir sua garganta. Obedeci, empurrando minha cabeça para frente, deixando o membro dele chegar até o fundo da minha garganta. O reflexo de ânsia lutou contra mim, mas a necessidade de agradá-lo era mais forte. O som da minha saliva se misturando com o roçar da pele dele criou um chapado vulgar. Chupando, sorvendo, o som da minha submissão total. Senti os músculos dele se tensarem. Os gemidos dele ficaram mais profundos, mais animalescos. Vou gozar, Sakura. Não desperdice nem uma gota. Senti a primeira descarga quente batendo no fundo da minha garganta. O esperma veio em ondas grossas e viscosas, enchendo minha boca com um sabor intenso e amargo. Ele me obrigou a continuar chupando, extraindo até a última gota da essência dele. Engoli com força, sentindo o líquido quente deslizar pelo meu esôfago, uma marca final de posse que selava o encontro. Fiquei ali, ajoelhada, com um fio de saliva e esperma escapando pelo canto dos meus lábios. Kenji acariciou minha bochecha com uma ternura fria, quase distante. Bom cachorro, Sakura. Ele se levantou e se vestiu em silêncio, me deixando sozinha na penumbra do quarto. Fiquei deitada no tatame, sentindo o eco dos orgasmos forçados nos meus músculos e o vazio no meu peito. O cheiro de sândalo continuava lá, mas agora se misturava com o aroma do sexo e do suor. Fechei os olhos, sabendo que, embora meu corpo estivesse exausto, minha mente já começava a ansiar pelo momento em que as cordas voltassem a apertar minha pele.

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