Isenção de responsabilidade:
História fictícia em seu respectivo universo fictício, onde cada personagem mencionado é maior de idade para os atos citados na narrativa, conforme este texto, ressalto "fictício".
Prólogo:
Homo homini lupus"; o homem é o lobo do homem.

O que é que move o homem, o humano? O que é que nos faz sociedade? Somos animais ou nos separamos deles? O que é o humano na sociedade e o que é o homem na natureza?
Existe uma frase latina que diz "Homo homini Lupus", que significa "O homem é o lobo do homem".
Nem você nem eu estávamos lá quando aconteceu, nem quando com o tempo tentaram diminuir... mas houve uma época em que o homem não passava de mais um animal, nem mais, nem menos... devem ter te contado sobre o homo usando peles, com testas proeminentes, usando laços... mas até nesse ponto houve um antes.
O homem um dia teve predadores, o homem não teve a segurança que tem hoje, mas uma série de decisões, descobertas e coincidências acabaram sendo benéficas pra gente, que fizeram a gente deixar de ser presa, começamos a atacar em bando, a tomar iniciativa e virar predador.

E aí, o que aconteceu então?
O que nos fez grandes, a força, a grosseria, a indomabilidade... O que aconteceu?
O homem traiu o homem.
Desde a Roma antiga, desde as primeiras civilizações, desde os primeiros impérios, aconteceu quando não havia leões, lobos, mamutes que representassem uma ameaça não só para a nossa paz, mas para o nosso "domínio" — o homem percebeu uma coisa: a única coisa que pode destruir um homem é outro homem.
Tão antigo que até aparece em relatos bíblicos.
Uns poucos, em congressos, em jantares, nas grandes cidades, tentaram criar o pudor, a organização, as hierarquias, porque o homem não é amigo do homem; eles querem nos fazer acreditar que sim, mas buscaram mentir pra gente, diminuir nossos instintos, suprimi-los, enquanto os acomodados, políticos, igreja, te dizem que é preciso manter a ordem, não reagir com violência, não ceder aos instintos...

Com que cara de pau eles dizem isso? Quando querem que você trabalhe, se anule, vire uma engrenagem sem instinto, sem vontade, sem liberdade, pra eles cobrarem imposto, pra na Roma antiga fazerem festa com orgia e comer até vomitar e continuar comendo com o dinheiro arrecadado do povo; quando a igreja te fala pra não ambicionar poder ou riqueza, mas os líderes dela vivem em catedrais, vivem do dinheiro do povo; como o governo que deveria servir o povo te diz "não briga, não reage com agressividade", eles falam isso do conforto de quem usa colete à prova de balas, andam em grupo dentro de caminhonete e vão armados, imagino que essas armas devem ser de enfeite e no dia em que eles e as famílias deles estiverem em perigo vão reagir com diálogo, né? Como é que pedem tudo isso, como querem te deixar sem recursos, sem prazeres mundanos e nem por isso sem significado, querem tirar seu direito de se defender e lutar quando eles nem te protegem nem te deixam fazer isso por conta própria.

TraiçãoAqui está a tradução:
Ela era uma morena gostosa, daquelas que fazem qualquer homem virar a cabeça. Seus seios grandes e firmes se destacavam sob a blusa apertada, e a saia curta deixava à mostra um par de pernas torneadas que prometiam noites inesquecíveis. Quando ela sorriu, mostrando os dentes brancos, eu senti o tesão subir na hora. A buceta dela, eu imaginava, devia ser tão deliciosa quanto o resto.
Asexonão é satânico, pelo contrário, é uma faceta bela e maleável, intrínseca do ser humano, com muitas facetas e formas.

Apodernão é um trauma ou um complexo, é uma necessidade pessoal, porque no fundo ninguém vai vir brigar suas batalhas por você.

Asinstintossão o guia mais antigo e natural que todo ser possui e por algo estão aí; porque o mundo mente, o mundo engana, mas dentro de você você sabe a verdade.

Você poderá se unir ao seu parceiro ignorando a presença ou a falta de atributos sexuais, apelando mais para o ser dele, para os sentimentos dele.
Você poderá buscar a companhia espiritual, pessoal, antes do encontro sexual.
Você poderá buscar o diálogo antes do confronto, a coexistência antes da dominação, mas lembre-se de uma coisa...
Você pode ter certeza do seu próprio comportamento, mas nunca vai poder ter certeza das intenções reais dos outros.

O instinto não precisa estar brigado com as novas formas que o humano adotou, a compaixão, piedade, camaradagem... mas não esquece uma coisa; por algum motivo chegamos onde chegamos, não deixa te lixarem as garras, os dentes, porque no dia que te traírem e você precisar deles, já não vai tê-los.

Fim do prólogo.
A seguir, uma história fictícia baseada na realidade:
O que faz um homem ser homem? É a idade, a barba, os pelos, o tamanho físico que definem isso?
Hoje em dia não tenho certeza de nenhuma das anteriores, aos meus 31.000 anos de idade já não tenho essa certeza, a vida às vezes são aparências, e as aparências são traiçoeiras, enquanto a gente percebe estabilidade, se assenta na falsa perspectiva de se sentir homem pela idade, pelo como te chamam e como os mais novos se dirigem a você, por trás da perspectiva as coisas não são o que parecem.
A vida dá voltas e enquanto um, à luz do dia, vê as coisas de um certo jeito, enquanto pra um tem coisas que quase daria pra considerar satânicas, por assim dizer, tem quem se solte e abrace seus impulsos sexuais da forma mais natural.

Minha história começa por aqui. Sou um homem casado, mas meu casamento passou por adversidades e acho que é por aí que vou começar.
Sou um homem de pinto pequeno, e sim, se vocês estão lendo isso aqui, vão saber do que estou falando, 5 cm pra ser exato. Não sei se foi negação, se foi eu focar mais em outras coisas, se foi que nunca vi sinais, mas foi um detalhe que eu minimizei, no fim das contas eu era felizmente casado, pelo menos eu.
Casei com uma mulher linda, pele branca, quadris largos como uma boa tapatia, um rostinho bonito e cabelo preto e comprido, um pouco baixinha (1,56 m) e com um pouco de carne, muito doce como pessoa. Depois de 3 anos de namoro, casamos aos 21 anos. Mas nosso tempo como marido e mulher foi curto, pensei que foi uma decisão conjunta, mas depois descobri que não foi bem assim. Qual é o problema? Depois de exames, descobri que era estéril, principalmente pelo tamanho pequeno das minhas bolas.

Sei que talvez, de fora, alguém pensaria que o principal problema era o meu tamanho, que eu queria algo maior, mas ela sempre foi doce, nunca falou nada, e eu achava que esse assunto simplesmente não era prioridade pra ela.
É aqui que devo introduzir mais um personagem, nosso sobrinho, que naquele momento em que passávamos por essa fase difícil devia ter uns 10 anos; filho de uma irmã mais velha da minha esposa, vivia direto lá em casa, já que os dois pais dele trabalhavam, e minha esposa, por trabalhar só no turno da manhã num jardim de infância, ficava disponível em casa durante a tarde.
Ele foi um apoio enorme por um tempo, antes do divórcio a gente se apegou muito a ele, ao saber que não podia ter filhos, nós dois tratávamos ele como se fosse nosso.

Mas as coisas eventualmente chegaram ao fim, nosso casamento feliz durou uns dois anos; por mais que eu a amasse, ela entendia minha questão sexual, minha incapacidade de lhe dar filhos, então tudo acabou em bons termos.
O tempo passou, eu saí com outras mulheres e imaginava que ela tinha feito o mesmo com outros caras, afinal de contas a gente ainda era jovem os dois. Mas parece que a vida vai tecendo as coisas sem ligar pros nossos planos.
No fim do dia, eu sentia falta dela, me senti aceito, querido; pra ser sincero, um pouco submisso da minha parte, com minhas condições em cima, quis voltar pro lugar onde não me senti julgado. Mesmo tendo os contatos dela, voltei a conversar com ela, pelo facebook, depois pessoalmente; fiquei sabendo que nesse tempo ela mal tentou sair com alguém e que realmente focou mais na própria vida, segundo as palavras dela.
Depois de alguns meses de conversa e encontros, decidimos dar outra chance pra gente, isso uns dois anos depois de ter terminado. Eu sentia que minha vida recuperava um ar que eu já tinha dado por perdido, ela tava do mesmo jeito e na minha cabeça isso era um reforço, um sinal de que ela era a mulher certa.

E é aqui que o romântico, o ideal, o construído de sentimentos, de perspectivas humanas assume aquele tom que o mundo insiste em negar, aquele véu com o qual gente ingênua como eu acaba cega e permite que exista um segundo plano alheio diante dos meus próprios olhos; um de instinto animal, primitivo, que quanto mais se suprime, mais se deseja, quanto mais proibido, mais intenso é o tesão.
E o pior, a traição vem de quem você menos espera. Te fazerem de bobo, subestimarem sua inteligência, rebaixarem sua dignidade mentindo descaradamente pra sua cara como se você não fosse capaz de ver o óbvio, é o que tristemente dói e hoje em dia faz parte do meu tesão, ser enganado. Mas vou explicar as coisas em ordem cronológica como aconteceram.

Voltamos a morar juntos, onde ela esteve vivendo todo esse tempo, os dias recuperavam o ritmo daquela época, a casa se sentia acolhedora e meu coração também, tinha muito carinho do tipo que eu podia dar, abraços, beijos, palavras; parecia um lar de verdade.
Logo se fez presente um já conhecido, nosso sobrinho, com quem eu tinha perdido o contato, já que, por ser filho de uma irmã da minha esposa e estarmos separados, não mantive mais contato com ele.

A presença era a mesma, mas eu notava diferenças sutis, ele era muito carinhoso com ela e me tratava com respeito, eu ainda o via como nosso filho, por isso mesmo deixei qualquer suspeita de lado na época. Fiquei feliz por ele, já que naquele curto período de pouco mais de dois anos sem vê-lo, ele já estava enorme, com seus 14.000 anos tinha crescido de repente, é assim nessa idade, você tira os olhos por um instante e eles mudam tudo, já estava mais alto do que eu.
Os dias se passaram e ele foi se incorporando à nossa rotina, eu continuava trabalhando em tempo integral e, ao voltar, às vezes o encontrava por aqui me cumprimentando sempre com um sorriso, fazendo companhia pra minha mulher.
Com o passar dos meses, foi inevitável notar certos comportamentos, olhares, os jeitos que ele segurava a cintura dela, sorrisos cúmplices, um certo nervosismo quando às vezes eu os pegava, e é isso que mais me machucava, ele era como um filho pra mim. Senti que estavam me escondendo algo, mas ao mesmo tempo eu amava os dois demais, e não queria pensar desse jeito deles, eu estava aberto porque os considerava minha família e queria acreditar no melhor deles, mas... enquanto eu via o mundo num plano espiritual, quem aceita o instinto se rege num plano animal.

Ele foi penetrando cada vez mais nas nossas vidas, eu quis acreditar que tudo aquilo era ciúme sem fundamento, e minha mulher com o sorriso mais doce que tinha concordava, mas quanto mais doce era o sorriso dela, mais funda era a facada e mais descarada eu sentia que era a forma como me tratavam.
No entanto, para além desse pressentimento, talvez pelos meus interiores, inseguranças, ao contrário de tudo, o tratamento era o mais doce, o mais complacente, sem problemas, parecia que de fato tudo se esforçava para dar certo, exceto por esse pressentimento que me torcia o coração.

E aos poucos eu também fui acreditando, abri as portas deixando de lado minhas "absurdas" inseguranças, ela estava radiante ao lado dele, abraçava e pendurava no braço dele quando estavam juntos, tratava ele com carinho e doçura demais, parecia criança com brinquedo novo, pensei que era assim que se via a relação de uma mãe e seu filho, então decidi ignorar meu instinto, minha intuição de homem e acreditei no teatro que eles montaram, sendo extremamente permissivo e ignorando o óbvio, interpretando do jeito que eles queriam que eu interpretasse.

Às vezes, enquanto ela estava na cozinha, ele chegava por trás e segurava ela pelas cadeiras, enquanto ela olhava com os olhos bem abertos, encarando ele por cima do ombro, como uma presa que decide ser caçada pelo seu predador, não olhava pra ele como um filho, olhava de outro jeito; depois pegava uma colherada do que estivesse cozinhando e colocava nos lábios dele, ansiosa, como uma menina que espera a aprovação do pai sobre a comida dela.

Outras vezes ele ficava pra dormir em casa, e parecia que nesses dias era quando minha esposa mais se esforçava pra ficar sensual, sem exagerar, até chegou a deixar eu ver ela só de fio dental e baby doll, mas ela argumentava que não devia tratá-lo assim, que ele era como nosso filho e só um garoto novo, que não tinha nada de errado em ficar assim na frente dele. Senti como algo descarado, mas o tempo todo tinha aquela parte de mim me martelando, o bom senso, uma parte dizia "Somos família", e outra parte dizia "Ela é sua mulher e tá assim na frente de outro homem".

Por outro lado, pude notar que ele realmente tinha crescido, e puta merda, como ele tinha crescido, dava pra ver claramente que a gente não era parente de sangue.
Tem uma coisa que talvez muitos homens, e muito menos mulheres, vão admitir, mas se você consegue enxergar as coisas como elas são, sem o véu falso da sociedade, vai reconhecer. Naquela época, aos meus 25 anos e com meus 5 cm de virilidade, nunca consegui me sentir homem diante da minha mulher, e embora ela tentasse disfarçar com carinho, eu não sentia que ela me via como todo homem aspira ser visto pela sua mulher: forte, dominante, idolatrado, como um desejo descontrolado, viril.
E eu sei, hoje em dia elas não vão admitir; porque o amor é o jogo do cauteloso, quem busca aceitação, quem quer jogar sem se arriscar, sem ser tratada ou tratado como objeto, sem se expor, mas, o instinto; é o jogo que muitas e muitos desejam jogar, se expor, o roçar do corpo, das proporções, do desejo sem freios nem interesse por opiniões alheias.

E nesse contraste estava ele, que sem uma única palavra e tendo quase o dobro da minha idade, não consegui me sentir o homem da casa na presença dele, sem confronto, sem chance de clareza, e tendo que manter um sorriso na cara por medo de passar vergonha, porque talvez tudo pudesse ser interpretado como ciúme, foi aí que entendi, os jeitos da vida.
Porque por dentro, todo o meu instinto desenvolvido desde tempos remotos levantava todos os alertas, mas o que era socialmente estabelecido me dizia que eu era um inseguro ridículo, e que o que passava pela minha mente nem deveria imaginar, que aquela situação não era como eu imaginava.
Foi desde a primeira vez que ela ficou pra dormir, apareceu lá, só de roupa íntima, umas calcinhas justas, que parece normal, natural, desinibido pra quem não tem nada a esconder e até mesmo algo a exibir, e que sem palavras, minha esposa agradecia poder ver.


Na idade dele, sem dificuldade, se remexia, se avolumava entre as pernas algo pesado, cheio de nós; as bolas dele e o que ele, ainda sem chegar à idade de homem, já podia ostentar como ferramenta de tal, uma pica na extensão da palavra que, flácida, facilmente podia ser mais que o dobro da minha dura.
Me encolhi, me retraí... não sabia como sentir que tão descaradamente algo daquelas proporções me vencesse, e não só isso, mas eu, na idade de ser considerado homem, ser tão amplamente superado por alguém tão jovem. E o outro lado, embora na teoria fôssemos mãe, pai e filho, na prática, no instinto, eu me sentia como um mal terceiro — ele o homem, ela a mulher, e eu até menos que criança. E ele tão tranquilamente, sem intenção de exibir aquilo, e na frente da minha mulher, eu me sentia derrotado numa luta que nem lutei.


Eu nem sabia se ela tinha notado que não era só pelo contraste, pela minha pequenez, mas que realmente era grande até para o tamanho comum. Não era só o fato de me sentir derrotado por um jovem, mas derrotado na frente dela.
Era tácito, eles tão naturais e eu com esse mar de sensações se revirando na minha barriga, no meu peito. O sorriso dela, o quanto ela tava radiante quase ignorando de propósito o que pra mim parecia óbvio e invasivo, mas que não fazia nada pra não deixar clara minha vulnerabilidade diante da situação.

Essa situação de me sentir pequeno, deslocado... a tensão que se formava quando eu via ele, perto da minha mulher, mas os dois parecendo manter uma inocência própria de mãe e filho me fazia sentir o dobro de miserável.
Primeiro por não ser mais homem que ele, pra ela... e segundo por pensar tão mal deles, minha mulherzinha, e meu sobrinho pequeno.

E, no entanto, a sensação não desaparecia, algo estava acontecendo; era como aqueles nervos antes de dar o seu primeiro beijo, do seu primeiro encontro em que você expõe seu corpo e alma diante da mulher que você quer, eu me sentia na antesala de algo que estava por vir, não sabia se era bom ou ruim, se aceitava ou não. Mas era uma sensação intensa.

Aquela noite ficamos na sala assistindo a um filme, minha mulher de fio dental e com uma camisa comprida que era do meu sobrinho. O filme era meio chato, depois de um tempo assistindo, todas aquelas sensações se dissiparam e "cai na real". Me entediei rápido com o filme e me senti feliz por sermos uma família, pensei que realmente, não importava o quê, ele era só um garoto, ela minha esposa e eu seu grande, poderoso e amado marido. Não devia estragar tudo aquilo.
Eu fui dormir e deixei minha mulher com meu sobrinho, ele cuidaria das coisas importantes.

No dia seguinte eu acordei, minha esposa ainda estava dormindo do meu lado, dei um beijo na bochecha dela e fui pra sala fazer alguma coisa pra comer antes de ir trabalhar, foi aí que aquele sentimento subiu de novo do meu ventre até o peito, tipo um nervosismo rastejando, correndo pelas minhas veias.
Meu sobrinho, como todo bom adolescente, dormia espalhado no sofá, com as pernas abertas, dominando o móvel do jeito dele. E ali, de um lado, a cueca dele, mais pra fora do que pra dentro, algo aparecia que era de rir — não só pra mim, mas pra qualquer um da idade dele... só de ver, eu sentia pena de mim mesmo, e me dá pena admitir que tive que encarar aquilo pra ter certeza de que era real. Eu não acreditava, tinha certeza de que só o grosso, o largo, a pura cabeça daquilo era maior que tudo o que eu tinha duro. Numa ereção matinal daquelas, naquele corpo jovem, aquilo parecia coisa de bicho, uns 24 cm, eu calculo que devia medir.

Ficava pensando comigo mesma que aquele sobrinho me tratava com tanto carinho, e pensava na diferença — ele com a idade dele e eu com a minha. O que será que ele pensaria de mim se soubesse a diferença, o tamanho de homem que nós dois éramos?

Ficava pensando que minha mulher ficaria besta de ver meu sobrinho com aquilo pra fora; talvez lendo seja fácil pensar no que fazer, em reagir com sensatez. Mas eu, na minha idade, tendo o que tenho, e ele, na dele, tendo aquilo, senti ciúme, inveja, me senti deixado de lado e com medo de que minha mulher se aproximasse mais dele, de que o descobrisse daquele jeito, que mesmo sem fazerem nada ela soubesse o quanto mais homem o sobrinho dela pode ser do que o marido, e ao mesmo tempo me perguntava: aquela mulher doce, encantadora e meiga reagiria ao ter algo assim na frente dela? Ela ignoraria e continuaria tratando ele igual, ou o instinto feminino dela viria à tona?

Esfriei minha mente, continuei preparando meu café da manhã e só fui pegar um lençol pra cobrir as condições naturais do meu sobrinho.
Coloquei antolhos de cavalo e me agarrei ao que queria acreditar, mesmo com o estômago revirando por dentro ao imaginar minha mulher descobrindo aquilo, vendo no rosto dela reações e comportamentos que nunca teve comigo. Aquela incerteza de sentir que algo estava acontecendo, mas socialmente parecia um crime sequer pensar nisso. Era algo que me puxava com força em duas direções opostas, me sentir entre uma cumplicidade, num jogo do qual eu estava sendo excluído — ou eram eles que jogavam e se escondiam de mim.
Mas eu segurei as viseiras, pensando no "certo", no ideal, no que me vendiam, decidi acreditar nisso num mundo onde cada um faz suas próprias regras ou tenta impô-las aos outros sem respeitá-las eles mesmos, onde claramente nem todos tínhamos os mesmos objetivos, lealdades ou recursos.
Os dias se passaram, e embora por minha parte a tensão permanecesse, eu decidia ignorá-la; por parte deles, uma convivência tranquila e até uma aparente cumplicidade, cada dia mais unidos eles e eu cada vez mais permissivo.

Em algum ponto, os dois de cueca, se abraçando, se roçando... eu não admitia, mas me dava tesão. Mas o corpo jovem, vigoroso e maior do meu sobrinho, sem falar no volume dele, perto da minha mulherzinha pequena, radiante e sorridente me provocava uma coisa.

Não que ela fosse deixar de sentir desconfiança, mas o contato, aos poucos, tão à vontade, tão sem vergonha, tão "inocente", fez com que ela baixasse a guarda. Meu sobrinho, às vezes, por carinho, dava um tapa na bunda dela, e eu jurava que, quando ela achava que eu não tava prestando atenção, ela olhava pro volume dele.

Aos poucos fomos deixando de ver filmes na sala e começamos a ver no nosso quarto, por motivos óbvios, com nosso sobrinho dormindo na nossa cama, que era bem espaçosa. Muitas vezes eles dois de cueca e eu, pra evitar comparação de volume, dormia de pijama pra não ficar evidente essa diferença de proporções.
Geralmente minha mulher me olhando de frente e empurrando a bunda pra trás, em direção ao meu sobrinho, que geralmente ficava atrás dela. Às vezes ela virava e eu via os dois bem juntinhos, abraçados, e descaradamente, na minha cara, pedia um beijo, como pra disfarçar qualquer suspeita.

Aquele assunto que parecia tão natural e inocente pra eles tava queimando minha cabeça.
Talvez você, pessoa de proporções normais, um pouco pequeno, talvez grande, nunca tenha passado por isso, mas... quando você tem um certo tamanho, não é só não satisfazer outra pessoa, é que você também não se satisfaz.
Desde que a gente começa a ver conteúdo adulto, a gente vê as proporções de outros caras, desde umas mais modestas até umas de outro tamanho; mas quando você tem 5 cm, você nem consegue mentir pra si mesmo, se enganar, ou se projetar nesses caras.
A gente aspira a que, só de mostrar teu corpo nu, você já seja desejo aos olhos daquela mulher que ama, que só de ver teu pau ela se submeta, te adore, se entregue completamente a você.
Mas, pelo contrário, quando não importa qual vídeo você assista, seja amador ou produzido, a maioria tem não só o mesmo, mas muito mais do que você; quando a mentira não é uma opção porque você sabe que não causa aquela sensação, e sim que te perdem o respeito, você se sente desonrado e que falhou como homem; quando você termina de se tocar e olha pra baixo e vê a diferença enorme entre o que derrete o cérebro das mulheres e o que você tem entre as pernas, sabendo que até uma novinha pode te fazer concorrência.

Todo esse desejo natural, esse jeito comum de agir começa a ser irreal pra você, você não se satisfaz com estímulos comuns porque te parece falso, sem graça, e com a situação como estava em casa, a putaria vai se acumulando em você sem saber um jeito de extravasar, de dar um alívio sem ficar imaginando situações que não eram.
Eu pensava escondido em procurar pornografia cuckold, buscar homens grandes e poderosos, subjugando mulherzinhas pequenas e inocentes, procurava aquelas caderudas parecidas com a minha mulher. O que me fazia explodir não era ver mulheres pequenas com homens grandes, o que começou a me dar sensações mais intensas do que todas aquelas que experimentei com a minha mulher e que tenho certeza que fiz ela passar foi... o sentimento, a sensação.

Ver uma mulher acostumada a certo tamanho, a certas dimensões, ver um corpo masculino, ver algo que deixava o marido dela muito pra trás; ver como a moral dela tentava ditar certo comportamento, mas que na hora de comparar e ver a diferença entre o marido e um homem, ela simplesmente explodisse em risadas, que aquilo parecesse patético, ridículo, e até justificável.



Saber que ela te quer, mas tentar resistir àquele estímulo tão potente, os anos se acostumando com algo tão pequeno e de repente aquilo... saber que é o que a natureza manda, ela pode até pensar que queria amor, mas quando vê aquilo, o corpo dela dá a certeza do que quer naquele momento.
Pensar na minha mulher, tão doce, carinhosa, adorável... sucumbindo daquele jeito na frente de outro homem começava a me enlouquecer, me sentir tão pequeno, deixado de lado, e ela segurando algo que nem fecha na mão dela, ser recriminado, que ela transfira a culpa pra mim por não poder me considerar homem. Saber no fundo que ela me ama, mas outro homem a enlouquece.


Não era só perder, perder ela, mas perder ela e ficar humilhado na frente dela e de outro, e por uma diferença tão grande. Que não houvesse máscaras, vê-la desgarrada, aceitando os próprios instintos, se submetendo.

E ainda que eu tentasse não projetar isso na minha situação pessoal, a cada dia mais do que me incomodar, isso me excitava. Saber o que meu sobrinho carregava entre as pernas, que ele fosse tão próximo da minha mulher, que eles brincassem comigo, me fazendo de otário, não falhar só como homem, mas que alguém da minha própria família e tão jovem se apoderasse tão fácil do que era meu, pesava mais do que tudo.

Tudo explodiu um dia em que, vendo pornografia cuckold, entre as sugestões tinha uma de tia e sobrinho. Eu reproduzi. Era uma mulher que, por algum motivo, ia acordar o sobrinho no meio da noite, mas ao chegar no quarto dele, o vê dormindo, mas com a grande pica dele acordada. Ela sucumbe à tentação, mas antes de entregar a bunda pra ele, ela o leva até o quarto onde o tio dormia e lentamente abaixa a pijama dele e descobre que ele tem algo bem pequeno, e ela, sussurrando, diz que por isso a partir de agora ela não será a tia dele, mas sim a putinha dele.



Aí eu gozei que nem um louco.

Limpei tudo e sentia que começava a enlouquecer, que estava fazendo algo extremamente errado.
Tentei me afastar de tudo, esfriar minha cabeça...
Deixei o tempo passar, dois, três dias, uma, três semanas...
Comecei a me afastar daquele conteúdo.
As coisas em casa iam bem, embora cada vez eu os visse mais à vontade entre si, com aquelas coisas de "mãe e filho", e cada vez ela desse mais valor à opinião dele do que à minha, mas eu estava tentando dissipar todas aquelas sensações.
E um dia, sem mais nem menos, como as coisas acontecem.
Me parece que eles tinham saído pra fazer compras ou algo assim, meu sobrinho tinha levado o laptop dele pra fazer algumas tarefas e tinha deixado aberto. Fiquei curioso e comecei a ver que tipo de tarefa deixavam pra ele, pra ver se eu podia ajudar, afinal de contas ele deixou aberto. Fui mais fundo e comecei a olhar as pastas da área de trabalho e numa delas encontrei o que imaginei que todo jovem teria, material adulto. O curioso do caso é que eram só uns quatro vídeos que pareciam amadores, mas na miniatura de um deles me pareceu ter visto as cortinas do nosso quarto e a bunda da minha mulher.

Eu teria com o coração a mil, mas não tava preparado pro que eu ia ver...
A gravação é feita em primeira pessoa, e de fato era a nossa cama, e de fato era a bunda da minha mulher... o que eu não esperava era ver um pau cabeçudo de uns 25 cm entre as nádegas dela, e ela usando um conjunto de lingerie que eu nunca tinha visto nela.


Havia expectativa, meu fígado quase sem querer começou a liberar energia, o sangue começou a fluir e logo tive uma ereção dura como poucas vezes e involuntária. Só de ver aquele pedaço em cima da minha mulher, a bunda dela levantada completamente disposta e entregue. Parecia tão ameaçador, quase doloroso ver aquela porção de pau em cima dela. Ela se esfregando, ansiando por aquilo que a fazia delirar.

- Me dá, por favor... eu preciso disso - Aquela voz, aquele tom suplicante me arrepiou dos pés à cabeça, era a minha mulher, tentando passar a mão, rebolando a bunda, querendo estrangular com as nádegas aquele tronco de carne - Me dá a sua pica, arrebenta a minha buceta, quero que você arrebente a minha buceta - Ela gritava enquanto meu sobrinho se sabia no controle, tinha ela na mão, minha doce e carinhosa mulher suplicava e implorava com o corpo pelo corpo do meu sobrinho, e quanto mais ela pedia, mais dura, cheia de veias e ameaçadora ficava a pica dele.


Mesmo que doesse, vi seu sorriso, nos olhos dela perdidos para trás um alívio profundo ao sentir a piroca fervente e teimosa do sobrinho penetrando ela, um alívio para um desespero que nascia no corpo dela e achava paz até que a bunda dela espremia o pau dele e não deixava ele ir, era desejo, necessidade.


- Você é uma puta? Quer a pica do seu sobrinho? - Ela - Sim, sou sua puta, seu idiota, me dá essa pica deliciosa - Ele - E o meu tio? - Ela - Ele é um cara de pica pequena, não é homem, você é o homem dessa casa -. Quase gozei ao ouvir aquilo, ele começou a esfregar a pica contra o cu dela, ela ficava em êxtase, era grotesco o quanto as nádegas dela tinham que se abrir pra abraçar aquela cabeça, e aos poucos ele foi enfiando, ela começou a gemer como um bichinho preso, machucada, suave e lentamente. Ele só meteu um quarto e ela já estava bufando, ofegando, tremendo, suada... com gemidos que vinham do fundo do estômago, como se ele estivesse empurrando as entranhas dela, o quanto o cu dela ficava dilatado e forçado só pra aguentar a grossura, os gemidos e os sons.



Era completamente dela, e ela dele, seus corpos se tensionavam e se lançavam um contra o outro em luta, em força bruta. Seus lábios buscavam o toque, seu nariz no aroma do pau dele.


Ela empinava a bunda, se entregava completamente a ele, as pontas dos dedos dele afundavam nas nádegas carnudas da minha mulher e ele socava sem piedade. Ela olhava pra ele como um homem, acariciava o físico dele, o peito, espremia a pica grossa dele... não resistia, se deixava levar, ele era o homem dela. E ele a tomava como quem tem sede, as nádegas dela, os peitos dela, sentindo cada centímetro dela enquanto ela se dobrava e gemia a cada domínio dele.


Gozei, gozei pra caralho... sem planejar, sem me tocar.
Por sorte, gozei dentro da minha calça, mas na hora, sem me limpar, fui pegar papel no banheiro e acabei gozando mais umas três vezes num intervalo de 10 minutos.
Quando me dei conta do que tinha acontecido, quis procurar mais, todo o material, toda a evidência do que ela fazia com ele. Também me senti mal. Limpei tudo e deixei como estava, tomei banho e continuei batendo uma pensando nisso. Me senti muito mal. Depois do banho, me troquei, deixei um bilhete e saí, saí pra pensar. Naquela noite cheguei tarde.
Fiquei pensando em quanto tempo aquilo já durava, talvez até desde que a gente se separou, afinal ele sempre esteve ali e quem sabe desde que idade ela já tinha muito maior.



O jeito tão descarado como me mentiram, como disfarçavam na minha frente mais do que com uma máscara cheia de cinismo, sempre foi óbvio.
E ainda assim, sensações se cruzavam, minha mulher, tão radiante, tão entregue, tão submissa, seus gestos de dependência às carícias dele, ao afeto dele, a querer pertencer a ele não saíam da minha mente.


Foram dias, semanas, em que quase não comia, em que tentei esconder aquilo, em que vivia em segundo plano, trabalhando, conversando, mas com a mente tentando processar aquilo tudo.
O que fazer? Confrontá-los? Aceitar que minha esposa era a puta de um garanhão? Que minha falta de virilidade não a segurou? E por outro lado, eles seguiam no joguinho de família normal, se escondendo à vista de todos.

Fiquei mais atento, percebia que à noite, quando achavam que eu dormia depois de ver filmes, ele comia ela ali do meu lado. Tive a chance de ver o laptop dela e achar mais material, completamente submissa. Uma foto dela de joelhos e ele de pé com a pica do lado da cara dela, e ela sorrindo extasiada e nervosa, me fez explodir.


A ousadia com que ela se diverte, a naturalidade com que seus corpos buscam o corpo um do outro, a força e o desejo, o prolongado entrar e sair do seu apêndice inchado sobre o pequeno e feminino corpo dela.
Tome decisões, e isso daria para mais relato. Mas foi isso que aconteceu no que agora é a minha família.
Vocês terão seu próprio critério e opinião sobre o que eu decidi, sobre o que aconteceu.


Mas uma vez que vi minha mulher de joelhos, vítima dos impulsos dela, chupando, desejando e sacrificando os buracos dela recebendo meu sobrinho... os movimentos tão instintivos dela, os gestos de extrema luxúria e entrega, tão naturais, abertos, sem medo de aceitar as naturezas deles, o que surgiu sem restrições, os olhares tão sinceros, ele, como eles se possuíam um ao outro no proibido, se correspondendo em cumplicidade.
Descobri que nesta vida tem quem tenta se guiar por princípios, mas às vezes a gente de princípios cruza com gente de instintos, e é aí que as coisas acontecem.
Fim.
Sem mais, aproveitem, vivam, e se alguém não concorda com seus gostos, lembrem que vocês não pediram opinião, e muito menos perdão ou permissão. Se a sexualidade não machuca outra pessoa, vai em frente.
Estou sempre disponível pra bater um papo; se por aqui não, também tô no telegram como @CcAaRrL
Sintam-se à vontade para comentar publicamente ou no privado.
Um prazer, e muito tesão para corno, incestuosos, putas safadas, e qualquer um que expresse sua sexualidade de forma convencional ou não.
Bom dia.
História fictícia em seu respectivo universo fictício, onde cada personagem mencionado é maior de idade para os atos citados na narrativa, conforme este texto, ressalto "fictício".
Prólogo:
Homo homini lupus"; o homem é o lobo do homem.

O que é que move o homem, o humano? O que é que nos faz sociedade? Somos animais ou nos separamos deles? O que é o humano na sociedade e o que é o homem na natureza?
Existe uma frase latina que diz "Homo homini Lupus", que significa "O homem é o lobo do homem".
Nem você nem eu estávamos lá quando aconteceu, nem quando com o tempo tentaram diminuir... mas houve uma época em que o homem não passava de mais um animal, nem mais, nem menos... devem ter te contado sobre o homo usando peles, com testas proeminentes, usando laços... mas até nesse ponto houve um antes.
O homem um dia teve predadores, o homem não teve a segurança que tem hoje, mas uma série de decisões, descobertas e coincidências acabaram sendo benéficas pra gente, que fizeram a gente deixar de ser presa, começamos a atacar em bando, a tomar iniciativa e virar predador.

E aí, o que aconteceu então?
O que nos fez grandes, a força, a grosseria, a indomabilidade... O que aconteceu?
O homem traiu o homem.
Desde a Roma antiga, desde as primeiras civilizações, desde os primeiros impérios, aconteceu quando não havia leões, lobos, mamutes que representassem uma ameaça não só para a nossa paz, mas para o nosso "domínio" — o homem percebeu uma coisa: a única coisa que pode destruir um homem é outro homem.
Tão antigo que até aparece em relatos bíblicos.
Uns poucos, em congressos, em jantares, nas grandes cidades, tentaram criar o pudor, a organização, as hierarquias, porque o homem não é amigo do homem; eles querem nos fazer acreditar que sim, mas buscaram mentir pra gente, diminuir nossos instintos, suprimi-los, enquanto os acomodados, políticos, igreja, te dizem que é preciso manter a ordem, não reagir com violência, não ceder aos instintos...

Com que cara de pau eles dizem isso? Quando querem que você trabalhe, se anule, vire uma engrenagem sem instinto, sem vontade, sem liberdade, pra eles cobrarem imposto, pra na Roma antiga fazerem festa com orgia e comer até vomitar e continuar comendo com o dinheiro arrecadado do povo; quando a igreja te fala pra não ambicionar poder ou riqueza, mas os líderes dela vivem em catedrais, vivem do dinheiro do povo; como o governo que deveria servir o povo te diz "não briga, não reage com agressividade", eles falam isso do conforto de quem usa colete à prova de balas, andam em grupo dentro de caminhonete e vão armados, imagino que essas armas devem ser de enfeite e no dia em que eles e as famílias deles estiverem em perigo vão reagir com diálogo, né? Como é que pedem tudo isso, como querem te deixar sem recursos, sem prazeres mundanos e nem por isso sem significado, querem tirar seu direito de se defender e lutar quando eles nem te protegem nem te deixam fazer isso por conta própria.

TraiçãoAqui está a tradução:
Ela era uma morena gostosa, daquelas que fazem qualquer homem virar a cabeça. Seus seios grandes e firmes se destacavam sob a blusa apertada, e a saia curta deixava à mostra um par de pernas torneadas que prometiam noites inesquecíveis. Quando ela sorriu, mostrando os dentes brancos, eu senti o tesão subir na hora. A buceta dela, eu imaginava, devia ser tão deliciosa quanto o resto.
Asexonão é satânico, pelo contrário, é uma faceta bela e maleável, intrínseca do ser humano, com muitas facetas e formas.

Apodernão é um trauma ou um complexo, é uma necessidade pessoal, porque no fundo ninguém vai vir brigar suas batalhas por você.

Asinstintossão o guia mais antigo e natural que todo ser possui e por algo estão aí; porque o mundo mente, o mundo engana, mas dentro de você você sabe a verdade.

Você poderá se unir ao seu parceiro ignorando a presença ou a falta de atributos sexuais, apelando mais para o ser dele, para os sentimentos dele.
Você poderá buscar a companhia espiritual, pessoal, antes do encontro sexual.
Você poderá buscar o diálogo antes do confronto, a coexistência antes da dominação, mas lembre-se de uma coisa...
Você pode ter certeza do seu próprio comportamento, mas nunca vai poder ter certeza das intenções reais dos outros.

O instinto não precisa estar brigado com as novas formas que o humano adotou, a compaixão, piedade, camaradagem... mas não esquece uma coisa; por algum motivo chegamos onde chegamos, não deixa te lixarem as garras, os dentes, porque no dia que te traírem e você precisar deles, já não vai tê-los.

Fim do prólogo.
A seguir, uma história fictícia baseada na realidade:
O que faz um homem ser homem? É a idade, a barba, os pelos, o tamanho físico que definem isso?
Hoje em dia não tenho certeza de nenhuma das anteriores, aos meus 31.000 anos de idade já não tenho essa certeza, a vida às vezes são aparências, e as aparências são traiçoeiras, enquanto a gente percebe estabilidade, se assenta na falsa perspectiva de se sentir homem pela idade, pelo como te chamam e como os mais novos se dirigem a você, por trás da perspectiva as coisas não são o que parecem.
A vida dá voltas e enquanto um, à luz do dia, vê as coisas de um certo jeito, enquanto pra um tem coisas que quase daria pra considerar satânicas, por assim dizer, tem quem se solte e abrace seus impulsos sexuais da forma mais natural.

Minha história começa por aqui. Sou um homem casado, mas meu casamento passou por adversidades e acho que é por aí que vou começar.
Sou um homem de pinto pequeno, e sim, se vocês estão lendo isso aqui, vão saber do que estou falando, 5 cm pra ser exato. Não sei se foi negação, se foi eu focar mais em outras coisas, se foi que nunca vi sinais, mas foi um detalhe que eu minimizei, no fim das contas eu era felizmente casado, pelo menos eu.
Casei com uma mulher linda, pele branca, quadris largos como uma boa tapatia, um rostinho bonito e cabelo preto e comprido, um pouco baixinha (1,56 m) e com um pouco de carne, muito doce como pessoa. Depois de 3 anos de namoro, casamos aos 21 anos. Mas nosso tempo como marido e mulher foi curto, pensei que foi uma decisão conjunta, mas depois descobri que não foi bem assim. Qual é o problema? Depois de exames, descobri que era estéril, principalmente pelo tamanho pequeno das minhas bolas.

Sei que talvez, de fora, alguém pensaria que o principal problema era o meu tamanho, que eu queria algo maior, mas ela sempre foi doce, nunca falou nada, e eu achava que esse assunto simplesmente não era prioridade pra ela.
É aqui que devo introduzir mais um personagem, nosso sobrinho, que naquele momento em que passávamos por essa fase difícil devia ter uns 10 anos; filho de uma irmã mais velha da minha esposa, vivia direto lá em casa, já que os dois pais dele trabalhavam, e minha esposa, por trabalhar só no turno da manhã num jardim de infância, ficava disponível em casa durante a tarde.
Ele foi um apoio enorme por um tempo, antes do divórcio a gente se apegou muito a ele, ao saber que não podia ter filhos, nós dois tratávamos ele como se fosse nosso.

Mas as coisas eventualmente chegaram ao fim, nosso casamento feliz durou uns dois anos; por mais que eu a amasse, ela entendia minha questão sexual, minha incapacidade de lhe dar filhos, então tudo acabou em bons termos.
O tempo passou, eu saí com outras mulheres e imaginava que ela tinha feito o mesmo com outros caras, afinal de contas a gente ainda era jovem os dois. Mas parece que a vida vai tecendo as coisas sem ligar pros nossos planos.
No fim do dia, eu sentia falta dela, me senti aceito, querido; pra ser sincero, um pouco submisso da minha parte, com minhas condições em cima, quis voltar pro lugar onde não me senti julgado. Mesmo tendo os contatos dela, voltei a conversar com ela, pelo facebook, depois pessoalmente; fiquei sabendo que nesse tempo ela mal tentou sair com alguém e que realmente focou mais na própria vida, segundo as palavras dela.
Depois de alguns meses de conversa e encontros, decidimos dar outra chance pra gente, isso uns dois anos depois de ter terminado. Eu sentia que minha vida recuperava um ar que eu já tinha dado por perdido, ela tava do mesmo jeito e na minha cabeça isso era um reforço, um sinal de que ela era a mulher certa.

E é aqui que o romântico, o ideal, o construído de sentimentos, de perspectivas humanas assume aquele tom que o mundo insiste em negar, aquele véu com o qual gente ingênua como eu acaba cega e permite que exista um segundo plano alheio diante dos meus próprios olhos; um de instinto animal, primitivo, que quanto mais se suprime, mais se deseja, quanto mais proibido, mais intenso é o tesão.
E o pior, a traição vem de quem você menos espera. Te fazerem de bobo, subestimarem sua inteligência, rebaixarem sua dignidade mentindo descaradamente pra sua cara como se você não fosse capaz de ver o óbvio, é o que tristemente dói e hoje em dia faz parte do meu tesão, ser enganado. Mas vou explicar as coisas em ordem cronológica como aconteceram.

Voltamos a morar juntos, onde ela esteve vivendo todo esse tempo, os dias recuperavam o ritmo daquela época, a casa se sentia acolhedora e meu coração também, tinha muito carinho do tipo que eu podia dar, abraços, beijos, palavras; parecia um lar de verdade.
Logo se fez presente um já conhecido, nosso sobrinho, com quem eu tinha perdido o contato, já que, por ser filho de uma irmã da minha esposa e estarmos separados, não mantive mais contato com ele.

A presença era a mesma, mas eu notava diferenças sutis, ele era muito carinhoso com ela e me tratava com respeito, eu ainda o via como nosso filho, por isso mesmo deixei qualquer suspeita de lado na época. Fiquei feliz por ele, já que naquele curto período de pouco mais de dois anos sem vê-lo, ele já estava enorme, com seus 14.000 anos tinha crescido de repente, é assim nessa idade, você tira os olhos por um instante e eles mudam tudo, já estava mais alto do que eu.
Os dias se passaram e ele foi se incorporando à nossa rotina, eu continuava trabalhando em tempo integral e, ao voltar, às vezes o encontrava por aqui me cumprimentando sempre com um sorriso, fazendo companhia pra minha mulher.
Com o passar dos meses, foi inevitável notar certos comportamentos, olhares, os jeitos que ele segurava a cintura dela, sorrisos cúmplices, um certo nervosismo quando às vezes eu os pegava, e é isso que mais me machucava, ele era como um filho pra mim. Senti que estavam me escondendo algo, mas ao mesmo tempo eu amava os dois demais, e não queria pensar desse jeito deles, eu estava aberto porque os considerava minha família e queria acreditar no melhor deles, mas... enquanto eu via o mundo num plano espiritual, quem aceita o instinto se rege num plano animal.

Ele foi penetrando cada vez mais nas nossas vidas, eu quis acreditar que tudo aquilo era ciúme sem fundamento, e minha mulher com o sorriso mais doce que tinha concordava, mas quanto mais doce era o sorriso dela, mais funda era a facada e mais descarada eu sentia que era a forma como me tratavam.
No entanto, para além desse pressentimento, talvez pelos meus interiores, inseguranças, ao contrário de tudo, o tratamento era o mais doce, o mais complacente, sem problemas, parecia que de fato tudo se esforçava para dar certo, exceto por esse pressentimento que me torcia o coração.

E aos poucos eu também fui acreditando, abri as portas deixando de lado minhas "absurdas" inseguranças, ela estava radiante ao lado dele, abraçava e pendurava no braço dele quando estavam juntos, tratava ele com carinho e doçura demais, parecia criança com brinquedo novo, pensei que era assim que se via a relação de uma mãe e seu filho, então decidi ignorar meu instinto, minha intuição de homem e acreditei no teatro que eles montaram, sendo extremamente permissivo e ignorando o óbvio, interpretando do jeito que eles queriam que eu interpretasse.

Às vezes, enquanto ela estava na cozinha, ele chegava por trás e segurava ela pelas cadeiras, enquanto ela olhava com os olhos bem abertos, encarando ele por cima do ombro, como uma presa que decide ser caçada pelo seu predador, não olhava pra ele como um filho, olhava de outro jeito; depois pegava uma colherada do que estivesse cozinhando e colocava nos lábios dele, ansiosa, como uma menina que espera a aprovação do pai sobre a comida dela.

Outras vezes ele ficava pra dormir em casa, e parecia que nesses dias era quando minha esposa mais se esforçava pra ficar sensual, sem exagerar, até chegou a deixar eu ver ela só de fio dental e baby doll, mas ela argumentava que não devia tratá-lo assim, que ele era como nosso filho e só um garoto novo, que não tinha nada de errado em ficar assim na frente dele. Senti como algo descarado, mas o tempo todo tinha aquela parte de mim me martelando, o bom senso, uma parte dizia "Somos família", e outra parte dizia "Ela é sua mulher e tá assim na frente de outro homem".

Por outro lado, pude notar que ele realmente tinha crescido, e puta merda, como ele tinha crescido, dava pra ver claramente que a gente não era parente de sangue.
Tem uma coisa que talvez muitos homens, e muito menos mulheres, vão admitir, mas se você consegue enxergar as coisas como elas são, sem o véu falso da sociedade, vai reconhecer. Naquela época, aos meus 25 anos e com meus 5 cm de virilidade, nunca consegui me sentir homem diante da minha mulher, e embora ela tentasse disfarçar com carinho, eu não sentia que ela me via como todo homem aspira ser visto pela sua mulher: forte, dominante, idolatrado, como um desejo descontrolado, viril.
E eu sei, hoje em dia elas não vão admitir; porque o amor é o jogo do cauteloso, quem busca aceitação, quem quer jogar sem se arriscar, sem ser tratada ou tratado como objeto, sem se expor, mas, o instinto; é o jogo que muitas e muitos desejam jogar, se expor, o roçar do corpo, das proporções, do desejo sem freios nem interesse por opiniões alheias.

E nesse contraste estava ele, que sem uma única palavra e tendo quase o dobro da minha idade, não consegui me sentir o homem da casa na presença dele, sem confronto, sem chance de clareza, e tendo que manter um sorriso na cara por medo de passar vergonha, porque talvez tudo pudesse ser interpretado como ciúme, foi aí que entendi, os jeitos da vida.
Porque por dentro, todo o meu instinto desenvolvido desde tempos remotos levantava todos os alertas, mas o que era socialmente estabelecido me dizia que eu era um inseguro ridículo, e que o que passava pela minha mente nem deveria imaginar, que aquela situação não era como eu imaginava.
Foi desde a primeira vez que ela ficou pra dormir, apareceu lá, só de roupa íntima, umas calcinhas justas, que parece normal, natural, desinibido pra quem não tem nada a esconder e até mesmo algo a exibir, e que sem palavras, minha esposa agradecia poder ver.


Na idade dele, sem dificuldade, se remexia, se avolumava entre as pernas algo pesado, cheio de nós; as bolas dele e o que ele, ainda sem chegar à idade de homem, já podia ostentar como ferramenta de tal, uma pica na extensão da palavra que, flácida, facilmente podia ser mais que o dobro da minha dura.
Me encolhi, me retraí... não sabia como sentir que tão descaradamente algo daquelas proporções me vencesse, e não só isso, mas eu, na idade de ser considerado homem, ser tão amplamente superado por alguém tão jovem. E o outro lado, embora na teoria fôssemos mãe, pai e filho, na prática, no instinto, eu me sentia como um mal terceiro — ele o homem, ela a mulher, e eu até menos que criança. E ele tão tranquilamente, sem intenção de exibir aquilo, e na frente da minha mulher, eu me sentia derrotado numa luta que nem lutei.


Eu nem sabia se ela tinha notado que não era só pelo contraste, pela minha pequenez, mas que realmente era grande até para o tamanho comum. Não era só o fato de me sentir derrotado por um jovem, mas derrotado na frente dela.
Era tácito, eles tão naturais e eu com esse mar de sensações se revirando na minha barriga, no meu peito. O sorriso dela, o quanto ela tava radiante quase ignorando de propósito o que pra mim parecia óbvio e invasivo, mas que não fazia nada pra não deixar clara minha vulnerabilidade diante da situação.

Essa situação de me sentir pequeno, deslocado... a tensão que se formava quando eu via ele, perto da minha mulher, mas os dois parecendo manter uma inocência própria de mãe e filho me fazia sentir o dobro de miserável.
Primeiro por não ser mais homem que ele, pra ela... e segundo por pensar tão mal deles, minha mulherzinha, e meu sobrinho pequeno.

E, no entanto, a sensação não desaparecia, algo estava acontecendo; era como aqueles nervos antes de dar o seu primeiro beijo, do seu primeiro encontro em que você expõe seu corpo e alma diante da mulher que você quer, eu me sentia na antesala de algo que estava por vir, não sabia se era bom ou ruim, se aceitava ou não. Mas era uma sensação intensa.

Aquela noite ficamos na sala assistindo a um filme, minha mulher de fio dental e com uma camisa comprida que era do meu sobrinho. O filme era meio chato, depois de um tempo assistindo, todas aquelas sensações se dissiparam e "cai na real". Me entediei rápido com o filme e me senti feliz por sermos uma família, pensei que realmente, não importava o quê, ele era só um garoto, ela minha esposa e eu seu grande, poderoso e amado marido. Não devia estragar tudo aquilo.
Eu fui dormir e deixei minha mulher com meu sobrinho, ele cuidaria das coisas importantes.

No dia seguinte eu acordei, minha esposa ainda estava dormindo do meu lado, dei um beijo na bochecha dela e fui pra sala fazer alguma coisa pra comer antes de ir trabalhar, foi aí que aquele sentimento subiu de novo do meu ventre até o peito, tipo um nervosismo rastejando, correndo pelas minhas veias.
Meu sobrinho, como todo bom adolescente, dormia espalhado no sofá, com as pernas abertas, dominando o móvel do jeito dele. E ali, de um lado, a cueca dele, mais pra fora do que pra dentro, algo aparecia que era de rir — não só pra mim, mas pra qualquer um da idade dele... só de ver, eu sentia pena de mim mesmo, e me dá pena admitir que tive que encarar aquilo pra ter certeza de que era real. Eu não acreditava, tinha certeza de que só o grosso, o largo, a pura cabeça daquilo era maior que tudo o que eu tinha duro. Numa ereção matinal daquelas, naquele corpo jovem, aquilo parecia coisa de bicho, uns 24 cm, eu calculo que devia medir.

Ficava pensando comigo mesma que aquele sobrinho me tratava com tanto carinho, e pensava na diferença — ele com a idade dele e eu com a minha. O que será que ele pensaria de mim se soubesse a diferença, o tamanho de homem que nós dois éramos?

Ficava pensando que minha mulher ficaria besta de ver meu sobrinho com aquilo pra fora; talvez lendo seja fácil pensar no que fazer, em reagir com sensatez. Mas eu, na minha idade, tendo o que tenho, e ele, na dele, tendo aquilo, senti ciúme, inveja, me senti deixado de lado e com medo de que minha mulher se aproximasse mais dele, de que o descobrisse daquele jeito, que mesmo sem fazerem nada ela soubesse o quanto mais homem o sobrinho dela pode ser do que o marido, e ao mesmo tempo me perguntava: aquela mulher doce, encantadora e meiga reagiria ao ter algo assim na frente dela? Ela ignoraria e continuaria tratando ele igual, ou o instinto feminino dela viria à tona?

Esfriei minha mente, continuei preparando meu café da manhã e só fui pegar um lençol pra cobrir as condições naturais do meu sobrinho.Coloquei antolhos de cavalo e me agarrei ao que queria acreditar, mesmo com o estômago revirando por dentro ao imaginar minha mulher descobrindo aquilo, vendo no rosto dela reações e comportamentos que nunca teve comigo. Aquela incerteza de sentir que algo estava acontecendo, mas socialmente parecia um crime sequer pensar nisso. Era algo que me puxava com força em duas direções opostas, me sentir entre uma cumplicidade, num jogo do qual eu estava sendo excluído — ou eram eles que jogavam e se escondiam de mim.
Mas eu segurei as viseiras, pensando no "certo", no ideal, no que me vendiam, decidi acreditar nisso num mundo onde cada um faz suas próprias regras ou tenta impô-las aos outros sem respeitá-las eles mesmos, onde claramente nem todos tínhamos os mesmos objetivos, lealdades ou recursos.
Os dias se passaram, e embora por minha parte a tensão permanecesse, eu decidia ignorá-la; por parte deles, uma convivência tranquila e até uma aparente cumplicidade, cada dia mais unidos eles e eu cada vez mais permissivo.

Em algum ponto, os dois de cueca, se abraçando, se roçando... eu não admitia, mas me dava tesão. Mas o corpo jovem, vigoroso e maior do meu sobrinho, sem falar no volume dele, perto da minha mulherzinha pequena, radiante e sorridente me provocava uma coisa.

Não que ela fosse deixar de sentir desconfiança, mas o contato, aos poucos, tão à vontade, tão sem vergonha, tão "inocente", fez com que ela baixasse a guarda. Meu sobrinho, às vezes, por carinho, dava um tapa na bunda dela, e eu jurava que, quando ela achava que eu não tava prestando atenção, ela olhava pro volume dele.
Aos poucos fomos deixando de ver filmes na sala e começamos a ver no nosso quarto, por motivos óbvios, com nosso sobrinho dormindo na nossa cama, que era bem espaçosa. Muitas vezes eles dois de cueca e eu, pra evitar comparação de volume, dormia de pijama pra não ficar evidente essa diferença de proporções.
Geralmente minha mulher me olhando de frente e empurrando a bunda pra trás, em direção ao meu sobrinho, que geralmente ficava atrás dela. Às vezes ela virava e eu via os dois bem juntinhos, abraçados, e descaradamente, na minha cara, pedia um beijo, como pra disfarçar qualquer suspeita.

Aquele assunto que parecia tão natural e inocente pra eles tava queimando minha cabeça.
Talvez você, pessoa de proporções normais, um pouco pequeno, talvez grande, nunca tenha passado por isso, mas... quando você tem um certo tamanho, não é só não satisfazer outra pessoa, é que você também não se satisfaz.
Desde que a gente começa a ver conteúdo adulto, a gente vê as proporções de outros caras, desde umas mais modestas até umas de outro tamanho; mas quando você tem 5 cm, você nem consegue mentir pra si mesmo, se enganar, ou se projetar nesses caras.
A gente aspira a que, só de mostrar teu corpo nu, você já seja desejo aos olhos daquela mulher que ama, que só de ver teu pau ela se submeta, te adore, se entregue completamente a você.Mas, pelo contrário, quando não importa qual vídeo você assista, seja amador ou produzido, a maioria tem não só o mesmo, mas muito mais do que você; quando a mentira não é uma opção porque você sabe que não causa aquela sensação, e sim que te perdem o respeito, você se sente desonrado e que falhou como homem; quando você termina de se tocar e olha pra baixo e vê a diferença enorme entre o que derrete o cérebro das mulheres e o que você tem entre as pernas, sabendo que até uma novinha pode te fazer concorrência.

Todo esse desejo natural, esse jeito comum de agir começa a ser irreal pra você, você não se satisfaz com estímulos comuns porque te parece falso, sem graça, e com a situação como estava em casa, a putaria vai se acumulando em você sem saber um jeito de extravasar, de dar um alívio sem ficar imaginando situações que não eram.
Eu pensava escondido em procurar pornografia cuckold, buscar homens grandes e poderosos, subjugando mulherzinhas pequenas e inocentes, procurava aquelas caderudas parecidas com a minha mulher. O que me fazia explodir não era ver mulheres pequenas com homens grandes, o que começou a me dar sensações mais intensas do que todas aquelas que experimentei com a minha mulher e que tenho certeza que fiz ela passar foi... o sentimento, a sensação.

Ver uma mulher acostumada a certo tamanho, a certas dimensões, ver um corpo masculino, ver algo que deixava o marido dela muito pra trás; ver como a moral dela tentava ditar certo comportamento, mas que na hora de comparar e ver a diferença entre o marido e um homem, ela simplesmente explodisse em risadas, que aquilo parecesse patético, ridículo, e até justificável.



Saber que ela te quer, mas tentar resistir àquele estímulo tão potente, os anos se acostumando com algo tão pequeno e de repente aquilo... saber que é o que a natureza manda, ela pode até pensar que queria amor, mas quando vê aquilo, o corpo dela dá a certeza do que quer naquele momento.
Pensar na minha mulher, tão doce, carinhosa, adorável... sucumbindo daquele jeito na frente de outro homem começava a me enlouquecer, me sentir tão pequeno, deixado de lado, e ela segurando algo que nem fecha na mão dela, ser recriminado, que ela transfira a culpa pra mim por não poder me considerar homem. Saber no fundo que ela me ama, mas outro homem a enlouquece.


Não era só perder, perder ela, mas perder ela e ficar humilhado na frente dela e de outro, e por uma diferença tão grande. Que não houvesse máscaras, vê-la desgarrada, aceitando os próprios instintos, se submetendo.

E ainda que eu tentasse não projetar isso na minha situação pessoal, a cada dia mais do que me incomodar, isso me excitava. Saber o que meu sobrinho carregava entre as pernas, que ele fosse tão próximo da minha mulher, que eles brincassem comigo, me fazendo de otário, não falhar só como homem, mas que alguém da minha própria família e tão jovem se apoderasse tão fácil do que era meu, pesava mais do que tudo.

Tudo explodiu um dia em que, vendo pornografia cuckold, entre as sugestões tinha uma de tia e sobrinho. Eu reproduzi. Era uma mulher que, por algum motivo, ia acordar o sobrinho no meio da noite, mas ao chegar no quarto dele, o vê dormindo, mas com a grande pica dele acordada. Ela sucumbe à tentação, mas antes de entregar a bunda pra ele, ela o leva até o quarto onde o tio dormia e lentamente abaixa a pijama dele e descobre que ele tem algo bem pequeno, e ela, sussurrando, diz que por isso a partir de agora ela não será a tia dele, mas sim a putinha dele.



Aí eu gozei que nem um louco.

Limpei tudo e sentia que começava a enlouquecer, que estava fazendo algo extremamente errado.
Tentei me afastar de tudo, esfriar minha cabeça...
Deixei o tempo passar, dois, três dias, uma, três semanas...
Comecei a me afastar daquele conteúdo.
As coisas em casa iam bem, embora cada vez eu os visse mais à vontade entre si, com aquelas coisas de "mãe e filho", e cada vez ela desse mais valor à opinião dele do que à minha, mas eu estava tentando dissipar todas aquelas sensações.
E um dia, sem mais nem menos, como as coisas acontecem.
Me parece que eles tinham saído pra fazer compras ou algo assim, meu sobrinho tinha levado o laptop dele pra fazer algumas tarefas e tinha deixado aberto. Fiquei curioso e comecei a ver que tipo de tarefa deixavam pra ele, pra ver se eu podia ajudar, afinal de contas ele deixou aberto. Fui mais fundo e comecei a olhar as pastas da área de trabalho e numa delas encontrei o que imaginei que todo jovem teria, material adulto. O curioso do caso é que eram só uns quatro vídeos que pareciam amadores, mas na miniatura de um deles me pareceu ter visto as cortinas do nosso quarto e a bunda da minha mulher.

Eu teria com o coração a mil, mas não tava preparado pro que eu ia ver...
A gravação é feita em primeira pessoa, e de fato era a nossa cama, e de fato era a bunda da minha mulher... o que eu não esperava era ver um pau cabeçudo de uns 25 cm entre as nádegas dela, e ela usando um conjunto de lingerie que eu nunca tinha visto nela.


Havia expectativa, meu fígado quase sem querer começou a liberar energia, o sangue começou a fluir e logo tive uma ereção dura como poucas vezes e involuntária. Só de ver aquele pedaço em cima da minha mulher, a bunda dela levantada completamente disposta e entregue. Parecia tão ameaçador, quase doloroso ver aquela porção de pau em cima dela. Ela se esfregando, ansiando por aquilo que a fazia delirar.
- Me dá, por favor... eu preciso disso - Aquela voz, aquele tom suplicante me arrepiou dos pés à cabeça, era a minha mulher, tentando passar a mão, rebolando a bunda, querendo estrangular com as nádegas aquele tronco de carne - Me dá a sua pica, arrebenta a minha buceta, quero que você arrebente a minha buceta - Ela gritava enquanto meu sobrinho se sabia no controle, tinha ela na mão, minha doce e carinhosa mulher suplicava e implorava com o corpo pelo corpo do meu sobrinho, e quanto mais ela pedia, mais dura, cheia de veias e ameaçadora ficava a pica dele.


Mesmo que doesse, vi seu sorriso, nos olhos dela perdidos para trás um alívio profundo ao sentir a piroca fervente e teimosa do sobrinho penetrando ela, um alívio para um desespero que nascia no corpo dela e achava paz até que a bunda dela espremia o pau dele e não deixava ele ir, era desejo, necessidade.


- Você é uma puta? Quer a pica do seu sobrinho? - Ela - Sim, sou sua puta, seu idiota, me dá essa pica deliciosa - Ele - E o meu tio? - Ela - Ele é um cara de pica pequena, não é homem, você é o homem dessa casa -. Quase gozei ao ouvir aquilo, ele começou a esfregar a pica contra o cu dela, ela ficava em êxtase, era grotesco o quanto as nádegas dela tinham que se abrir pra abraçar aquela cabeça, e aos poucos ele foi enfiando, ela começou a gemer como um bichinho preso, machucada, suave e lentamente. Ele só meteu um quarto e ela já estava bufando, ofegando, tremendo, suada... com gemidos que vinham do fundo do estômago, como se ele estivesse empurrando as entranhas dela, o quanto o cu dela ficava dilatado e forçado só pra aguentar a grossura, os gemidos e os sons.



Era completamente dela, e ela dele, seus corpos se tensionavam e se lançavam um contra o outro em luta, em força bruta. Seus lábios buscavam o toque, seu nariz no aroma do pau dele.


Ela empinava a bunda, se entregava completamente a ele, as pontas dos dedos dele afundavam nas nádegas carnudas da minha mulher e ele socava sem piedade. Ela olhava pra ele como um homem, acariciava o físico dele, o peito, espremia a pica grossa dele... não resistia, se deixava levar, ele era o homem dela. E ele a tomava como quem tem sede, as nádegas dela, os peitos dela, sentindo cada centímetro dela enquanto ela se dobrava e gemia a cada domínio dele.


Gozei, gozei pra caralho... sem planejar, sem me tocar.
Por sorte, gozei dentro da minha calça, mas na hora, sem me limpar, fui pegar papel no banheiro e acabei gozando mais umas três vezes num intervalo de 10 minutos.
Quando me dei conta do que tinha acontecido, quis procurar mais, todo o material, toda a evidência do que ela fazia com ele. Também me senti mal. Limpei tudo e deixei como estava, tomei banho e continuei batendo uma pensando nisso. Me senti muito mal. Depois do banho, me troquei, deixei um bilhete e saí, saí pra pensar. Naquela noite cheguei tarde.
Fiquei pensando em quanto tempo aquilo já durava, talvez até desde que a gente se separou, afinal ele sempre esteve ali e quem sabe desde que idade ela já tinha muito maior.



O jeito tão descarado como me mentiram, como disfarçavam na minha frente mais do que com uma máscara cheia de cinismo, sempre foi óbvio.E ainda assim, sensações se cruzavam, minha mulher, tão radiante, tão entregue, tão submissa, seus gestos de dependência às carícias dele, ao afeto dele, a querer pertencer a ele não saíam da minha mente.


Foram dias, semanas, em que quase não comia, em que tentei esconder aquilo, em que vivia em segundo plano, trabalhando, conversando, mas com a mente tentando processar aquilo tudo.
O que fazer? Confrontá-los? Aceitar que minha esposa era a puta de um garanhão? Que minha falta de virilidade não a segurou? E por outro lado, eles seguiam no joguinho de família normal, se escondendo à vista de todos.

Fiquei mais atento, percebia que à noite, quando achavam que eu dormia depois de ver filmes, ele comia ela ali do meu lado. Tive a chance de ver o laptop dela e achar mais material, completamente submissa. Uma foto dela de joelhos e ele de pé com a pica do lado da cara dela, e ela sorrindo extasiada e nervosa, me fez explodir.


A ousadia com que ela se diverte, a naturalidade com que seus corpos buscam o corpo um do outro, a força e o desejo, o prolongado entrar e sair do seu apêndice inchado sobre o pequeno e feminino corpo dela.
Tome decisões, e isso daria para mais relato. Mas foi isso que aconteceu no que agora é a minha família.
Vocês terão seu próprio critério e opinião sobre o que eu decidi, sobre o que aconteceu.


Mas uma vez que vi minha mulher de joelhos, vítima dos impulsos dela, chupando, desejando e sacrificando os buracos dela recebendo meu sobrinho... os movimentos tão instintivos dela, os gestos de extrema luxúria e entrega, tão naturais, abertos, sem medo de aceitar as naturezas deles, o que surgiu sem restrições, os olhares tão sinceros, ele, como eles se possuíam um ao outro no proibido, se correspondendo em cumplicidade.
Descobri que nesta vida tem quem tenta se guiar por princípios, mas às vezes a gente de princípios cruza com gente de instintos, e é aí que as coisas acontecem.
Fim.
Sem mais, aproveitem, vivam, e se alguém não concorda com seus gostos, lembrem que vocês não pediram opinião, e muito menos perdão ou permissão. Se a sexualidade não machuca outra pessoa, vai em frente.
Estou sempre disponível pra bater um papo; se por aqui não, também tô no telegram como @CcAaRrL
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Um prazer, e muito tesão para corno, incestuosos, putas safadas, e qualquer um que expresse sua sexualidade de forma convencional ou não.
Bom dia.
0 comentários - O homem é o lobo do homem.