Escándalo en Misiones: apartan a dos policías sospechadas de vender contenido para adultos en una app
https://www.lanacion.com.ar/seguridad/escandalo-en-misiones-apartan-a-dos-policias-sospechadas-de-vender-contenido-para-adultos-en-una-app-nid27042022/
https://www.lanacion.com.ar/seguridad/separaron-de-sus-cargos-a-las-policias-que-vendian-fotos-eroticas-en-redes-nid27042022/
La división de Asuntos Internos intentará determinar si existió uso de elementos distintivos de las fuerzas de seguridad locales en los posteos realizado por ambas oficiales
Dos integrantes de la policía de Misiones fueron apartadas el martes en respuesta a la presunta venta de fotos y videos eróticos a través de una aplicación. una vez tomada la decisión de separar a ambas mujeres de la fuerza policial, se inició la correspondiente investigación para verificar el alcance de los hechos.
Las dos oficiales involucrabas desempeñaban tareas en la División Prevención de Delitos. En incidente recae en la Unidad Regional IX de la ciudad de Jardín América. Según consignó el diario Misiones OnlineOs episódios foram descobertos há cerca de um mês. As autoridades locais receberam uma denúncia anônima apontando que as duas policiais vendiam conteúdos explícitos próprios usando o app "Cafecito". Tanto fotos quanto vídeos delas mesmas eram vendidos por um total de 5.000 pesos. E não era o único serviço que ofereciam. Os clientes da plataforma também podiam acessar uma seção "premium". Através dela, supostamente, as oficiais combinavam sessões presenciais. Mas, para contratar, era preciso "investir" uma quantia maior de dinheiro. No começo, achava-se que só elas operavam desse jeito. Pouco depois, foi confirmado que não eram as únicas envolvidas, quando descobriram que outros integrantes das forças de segurança de Misiones cooperaram ou participaram de algumas das cenas "sexuais". Cada um deles foi alvo de um processo administrativo e imediatamente afastado de seus cargos. A divisão de Assuntos Internos vai tentar agora determinar se houve uso de elementos distintivos da polícia local, como uniformes e/ou distintivos, nas postagens. "Vai ser preciso avaliar depois se isso é da vida íntima delas ou se afeta a função policial", declarou o Ministro do Governo de Misiones, Marcelo Pérez.
Separaram dos cargos as policiais que vendiam fotos eróticas nas redes. O caso teve grande repercussão pública desde ontem, quando os conteúdos vazaram nas redes das agentes — uma lotada na Divisão de Prevenção de Crimes e a outra na Unidade Regional 9. Duas agentes da Polícia de Misiones foram afastadas preventivamente da corporação por terem postado fotos e vídeos sexuais em uma plataforma virtual, e foi aberto um processo administrativo contra elas por "faltas graves à ética policial". Em entrevista ao canal Crónica, Ariel Marinoni, subsecretário de Segurança de Misiones, detalhou: "Ficamos sabendo antes de se tornar público em nível nacional e tentamos conduzir um processo interno, mas sem divulgar para não revitimizá-las. Buscamos preservar a imagem delas e não expor a vida pessoal, além do papel policial. Elas foram colocadas em disponibilidade." Ao ser perguntado se acreditava que as uniformizadas foram obrigadas a tirar as fotos e gravar os vídeos, ele disse: "Seria um ato voluntário, e isso infringe as normas da ética policial. Existe um regulamento, como em todas as polícias do país, ao qual elas devem se submeter." "Não é um crime, mas sim uma falta administrativa ao regulamento da corporação, que tem um regime disciplinar a ser respeitado e que envolve a ética e o papel do policial", afirmou Marinoni, acrescentando: "Pode ir desde uma sanção até a exoneração da força, dependendo da gravidade da falta. Não sabemos se há outros uniformizados envolvidos; está sendo investigado. Ambas as oficiais trabalhavam na Unidade Regional IX, na cidade de Jardim Améyummy, e o processo administrativo da Diretoria de Assuntos Internos é por infringir os artigos 84, de ética policial, e 85, de ética profissional, estabelecidos no Regulamento do Regime Disciplinar Policial. O caso teveuma forte repercussão pública desde ontemQuando vazaram os conteúdos nas redes das agentes, uma era lotada na Divisão de Prevenção de Crimes e a outra na Unidade Regional 9. Segundo as fontes, a investigação também envolve policiais homens na venda de packs de fotos e vídeos em uma plataforma virtual, e ainda foi descoberto que os envolvidos ofereciam um pack Premium que incluía "serviços presenciais" das agentes. Também se busca determinar se, para produzir o que vendiam, usavam materiais pertencentes às instituições.
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https://www.lanacion.com.ar/seguridad/separaron-de-sus-cargos-a-las-policias-que-vendian-fotos-eroticas-en-redes-nid27042022/
La división de Asuntos Internos intentará determinar si existió uso de elementos distintivos de las fuerzas de seguridad locales en los posteos realizado por ambas oficiales
Dos integrantes de la policía de Misiones fueron apartadas el martes en respuesta a la presunta venta de fotos y videos eróticos a través de una aplicación. una vez tomada la decisión de separar a ambas mujeres de la fuerza policial, se inició la correspondiente investigación para verificar el alcance de los hechos.
Las dos oficiales involucrabas desempeñaban tareas en la División Prevención de Delitos. En incidente recae en la Unidad Regional IX de la ciudad de Jardín América. Según consignó el diario Misiones OnlineOs episódios foram descobertos há cerca de um mês. As autoridades locais receberam uma denúncia anônima apontando que as duas policiais vendiam conteúdos explícitos próprios usando o app "Cafecito". Tanto fotos quanto vídeos delas mesmas eram vendidos por um total de 5.000 pesos. E não era o único serviço que ofereciam. Os clientes da plataforma também podiam acessar uma seção "premium". Através dela, supostamente, as oficiais combinavam sessões presenciais. Mas, para contratar, era preciso "investir" uma quantia maior de dinheiro. No começo, achava-se que só elas operavam desse jeito. Pouco depois, foi confirmado que não eram as únicas envolvidas, quando descobriram que outros integrantes das forças de segurança de Misiones cooperaram ou participaram de algumas das cenas "sexuais". Cada um deles foi alvo de um processo administrativo e imediatamente afastado de seus cargos. A divisão de Assuntos Internos vai tentar agora determinar se houve uso de elementos distintivos da polícia local, como uniformes e/ou distintivos, nas postagens. "Vai ser preciso avaliar depois se isso é da vida íntima delas ou se afeta a função policial", declarou o Ministro do Governo de Misiones, Marcelo Pérez.

Separaram dos cargos as policiais que vendiam fotos eróticas nas redes. O caso teve grande repercussão pública desde ontem, quando os conteúdos vazaram nas redes das agentes — uma lotada na Divisão de Prevenção de Crimes e a outra na Unidade Regional 9. Duas agentes da Polícia de Misiones foram afastadas preventivamente da corporação por terem postado fotos e vídeos sexuais em uma plataforma virtual, e foi aberto um processo administrativo contra elas por "faltas graves à ética policial". Em entrevista ao canal Crónica, Ariel Marinoni, subsecretário de Segurança de Misiones, detalhou: "Ficamos sabendo antes de se tornar público em nível nacional e tentamos conduzir um processo interno, mas sem divulgar para não revitimizá-las. Buscamos preservar a imagem delas e não expor a vida pessoal, além do papel policial. Elas foram colocadas em disponibilidade." Ao ser perguntado se acreditava que as uniformizadas foram obrigadas a tirar as fotos e gravar os vídeos, ele disse: "Seria um ato voluntário, e isso infringe as normas da ética policial. Existe um regulamento, como em todas as polícias do país, ao qual elas devem se submeter." "Não é um crime, mas sim uma falta administrativa ao regulamento da corporação, que tem um regime disciplinar a ser respeitado e que envolve a ética e o papel do policial", afirmou Marinoni, acrescentando: "Pode ir desde uma sanção até a exoneração da força, dependendo da gravidade da falta. Não sabemos se há outros uniformizados envolvidos; está sendo investigado. Ambas as oficiais trabalhavam na Unidade Regional IX, na cidade de Jardim Améyummy, e o processo administrativo da Diretoria de Assuntos Internos é por infringir os artigos 84, de ética policial, e 85, de ética profissional, estabelecidos no Regulamento do Regime Disciplinar Policial. O caso teveuma forte repercussão pública desde ontemQuando vazaram os conteúdos nas redes das agentes, uma era lotada na Divisão de Prevenção de Crimes e a outra na Unidade Regional 9. Segundo as fontes, a investigação também envolve policiais homens na venda de packs de fotos e vídeos em uma plataforma virtual, e ainda foi descoberto que os envolvidos ofereciam um pack Premium que incluía "serviços presenciais" das agentes. Também se busca determinar se, para produzir o que vendiam, usavam materiais pertencentes às instituições.
10 comentários - Galera, deixo essa notícia que me chamou muito a atenção