











Minha mulher "pegando fogo", solta, curtindo cada brincadeira que eu propunha, isso me "fritava a cabeça", pensando em novos jogos e até quando ela continuaria me surpreendendo. Naquela quarta-feira, quando voltei por volta das 22h e sabendo que minha mulher, depois do ménage, foi com o amante, me deixou meio desnorteado. Cheguei e estávamos sozinhos, dia de verão, muito calor, minha mulher se banhando na piscina pelada, me troco e desço, sirvo um uísque e vou para a pérgola com umas empadas. Ela sai pelada, sensual, sorrindo, me dá um beijo na boca e diz: - Ufa, PAPU, que surpresa gostosa a de hoje à tarde, adorei a porra gostosa do Martín, te incomoda eu beijar ele na boca... - Não, amor, me excita, sei que são beijos sexuais de agradecimento pelo prazer que ele te dá... - Obrigada, Papu, sabia que entenderia... - Claro, uma pergunta, por que você saiu tão apressada, a gente tinha mais uma hora livre, ou você foi transar com seu amante... - Não, Papu, tinha hora com a podóloga, lembrei enquanto a gente trepava... (era a primeira mentira dela, o investigador confirmou que foi para a casa do amante) Me jogo na piscina, nado um pouco, e quando saio sinto meus filhos voltando, minha mulher veste um roupão de algodão, cumprimentamos e subimos, banho e a verdade é que dormi profundamente. Quinta-feira foi um dia de muito trabalho de manhã, e em casa tinha churrasco dos meus filhos com amigos, então descansei para recuperar as energias e voltar ao trampo. À tarde, já de volta no trabalho, Federica, minha amante, se aproxima e diz: - Hoje quase estou boa, que tal a gente se ver amanhã à tarde no meu apê? - Sim, desejo muito, sinto falta do seu corpo, da sua pele, do seu cheiro, adorei o sorriso dela, verdade que eu adorava, com seus 24 anos era muito madura e não me complicava. Umas 21h o investigador me liga: - Fala, Raul, novidades, hoje ela saiu de novo no mesmo horário, mas... com outro destino... - Como assim... - Foi para um prédio e demorou quase duas horas para sair. - Dá para investigar apartamentos, nomes? - Claro, já estamos nisso. Com o primeiro, já fizemos contato com o porteiro pra "ver um apê que tá alugando", ver na hora que a mulher dele vai, vê-la entrando e ter uma "conversa cúmplice com o porteiro" – Era a confirmação de que ela tinha outro amante, um segundo amante, ou talvez fosse o apê do amigo do meu filho, sinceramente não senti ciúmes, mas sim o quanto ela tava exposta e deixava a família vulnerável. Ela sempre foi muito chamativa e se algum conhecido visse ela entrando ou saindo, ia complicar. Minha mulher me escreve e diz: "lembra que é o aniversário do Júlio, te espero lá", fui direto na saída, Júlio é um amigo de longa data, e minha mulher é amiga da esposa dele, obviamente Ela tava muito gostosa de calça clara e regatinha clara, pra contrastar com o bronzeado. Quando voltamos pra casa, subimos e eu falei: – Que jeito de comer o rabo com o olhar os caras que tavam no aniversário, ela abaixa a calça pra mim, tira a tanga devagar... – Esse rabo PAPU... Joguei ela na cama e comecei a chupar, achei bem dilatado... – Amor, esse cu tá dilatado, você deu de novo – Sim PAPU, tava com vontade, é errado... – Não, nada disso, mas essa dilatação é de um pau mais grosso, não me diga que te deram entre dois... – Não Papu, é o mesmo (outra mentira) mas hoje eu girei em círculos sentada nele, vai, aproveita, óbvio que eu comi e enchi de porra. Na sexta de manhã no trampo falei pro Fede de ir direto pro apê dele na saída, comprar comida, não queria voltar pra casa, Fede super feliz, – Tenho de tudo, vamos passar divino, super feliz. Realmente precisava estar com Ela, minha mulher me sacaneava de verdade repetidamente, foi chegar, nos despimos, nos beijamos apaixonadamente, foi uma mistura de fazer amor e transar, tava morrendo de vontade de comer aquela buceta deliciosa, que eu adorava saborear, com formato de pastel, mas Ela continuava nessa de chegar virgem no futuro casamento dela, foi uma tarde incrível, até dormimos abraçados, tomamos banho juntos e transamos no chuveiro, sempre anal. Quando chego em casa à noite, minha mulher sorridente, — Foi braba a reunião com os clientes, com duplo sentido, claro — E se love, tinha que tentar compensar antes do fim de semana, você tá ganhando de lavada na chifrada, ela riu cúmplice. Naquela noite, o investigador não me ligou, eu tava exausto porque o Fede tirou três gozadas minhas em quase quatro horas. Minha mulher me olha: — Não vai me foder ou me dar a porra da gozada? Eu tava moribundo. — Love, manda um zap pro Jairo, o amigo do nosso filho, te levo no apê, que tal? Só me liga e me deixa ouvir no carro quando ele te foder. Ela riu e na hora mandou mensagem. — Vamos, PAPAI, TÔ ESPERANDO… Sobe no apê e em minutos me liga, e a desgraçada dizia: — Que delícia seu pau, vai me dar essa gozada na boca ou na bunda? — Na bunda, adorei… “mestra”. Sentir ela chupando o pau e os gemidos do Jairo me fizeram endurecer. E quando parece que ele pirou, meteu no cu dela, minha mulher gritava, mas de prazer, porque foi quase seco, e o Jairo não aguentou muito, gozaram quase juntos pelos gemidos dos dois. Eu batendo uma no escuro no banco de trás com vidro fumê, escuto minha mulher: — Bom, vida, vou indo, é tarde e o Raul tá lá embaixo. Minutos depois desce sorrindo: — Como o garoto aprendeu, já me comeu divino, sem dor. Olho pra ela e falo: — Não mente pra mim, você já tava dilatada da tarde, por isso entrou fácil. Ela riu: “Quem cala, consente”. Enquanto dirigia, eu ia batendo uma. Quando entramos na garagem de casa, ela pegou no meu pau, me masturbou com os lábios, me fez delirar e engoliu tudo. — Hummm, subiu rebolando a bunda: — Que garoto leiteiro, tô toda molhada. Que puta divina é minha mulher…
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