Estava de quatro na cama, com o corpo destruído e a vergonha queimando minha alma, enquanto o Braian comia meu cu de forma brutal. O cara tinha chegado completamente bêbado, alterado, furioso e tarado, cheirando a cachaça barata e suor rançoso. Me tratava como o pior lixo, me xingando e me destruindo por dentro com estocadas selvagens, exigindo que eu pagasse com submissão absoluta cada merreca que ele me dava pra sustentar nosso filho.
No meio das estocadas mais profundas, quando minhas unhas se cravavam com raiva no colchão e eu sentia a dor explodindo minha cabeça, o celular começou a tocar alto na mesa de cabeceira. Olhei pra tela e meu coração parou: era minha mãe, que tava cuidando do neném.
— Atende o telefone, puta, e nem pensa em afrouxar a buceta ou você não vê um centavo hoje. — O Braian rosnou no meu ouvido, dando um puxão violento no meu cabelo pra trás, me forçando a esticar as costas.
Com as mãos tremendo de pânico e a pica de 23 centímetros enterrada até a base no meu cu, alcancei o celular como deu e apertei o botão verde pra atender, encostando o aparelho na orelha.
— O-oi, mãe... Tá tudo bem aí? — Falei tentando disfarçar a voz, engolindo um gemido agudo enquanto o Braian me dava uma estocada seca e fortíssima.
— Oi, filha, tava te ligando pra avisar que o menino dormiu agora pouco... Cê tá ocupada? Tua respiração tá meio ofegante, tá tudo certo por aí? — Minha mãe perguntou pelo viva-voz, com aquele tom de voz calmo.
— S-sim, mãe, tá tudo bem... eu tô bem... — Gaguejei, sentindo as lágrimas caindo de impotência enquanto o desgraçado cravava as cadeiras com fúria.
Naquele exato momento, o Braian riu alto com uma maldade pura, me agarrou com mais força na cintura e empurrou a pica com uma violência desmedida, me fazendo soltar um grito abafado que mal consegui esconder com a mão livre. ¡¡¡Mmmgh... ahh... não... ahhh! Um grito de dor impossível de disfarçar escapou de mim.
— Filha, que grito foi esse?! Aconteceu alguma coisa? Você tá sozinha? — perguntou minha mãe do outro lado, alterada e preocupada ao me ouvir mal.
Antes que eu pudesse inventar outra mentira, o filho da puta do Braian chegou perto do meu ouvido, pisou mais forte nas minhas costas e gritou direto no microfone do telefone com total desprezo:
— SIM, SENHORA, ELA TÁ BEM OCUPADA ARREBENTANDO A BUNDA AQUI COMIGO, SUA FILHA É UMA VAGABUNDA BARATA QUE TRABALHA ABRINDO AS PERNAS POR UMA MISÉRIA!!
— NÃO, MÃE, NÃO ACREDITA NELE, EU TÔ TRABALHANDO, É A TELEVISÃO... AHG... É O TRABALHO!! — gritei aos prantos, chorando de terror e vergonha enquanto sentia minha alma se despedaçando.
— Que voz de homem é essa gritando obscenidades, filha?! Quem tá aí com você? Você tem certeza que tá bem? — minha mãe me questionou com a voz tremendo de angústia do outro lado da linha.
— S-sim, mãe... te juro que é o trabalho, eu tô... tô trampando agora mesmo... me desculpa, preciso desligar, te ligo depois... — falei com a voz quebrada, cortando a ligação de uma vez antes que ela pudesse continuar perguntando.
— Cortou, seu pedaço de vagabunda de merda?! Acha que vai se safar assim tão fácil enquanto eu tô te comendo e pagando sua miséria?! — gritou o Braian furioso, me dando um tapa na bunda que ecoou pelo quarto inteiro.
— S-sim... me desculpa, Braian... por favor continua me comendo, faz o que quiser comigo mas não deixa de me dar o dinheiro pro neném... — supliquei totalmente humilhada, engolindo o ódio imenso que sentia por ele enquanto voltava a oferecer meu corpo destruído pro meu próprio algoz.
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Estava sozinha na penumbra do meu quarto, com o eco do choro do nosso filho recém-nascido no berço. Fiquei olhando meu reflexo no espelho enquanto vestia o conjunto de lingerie preta transparente que ele exigia que eu usasse. Meu coração estava em pedaços e minha alma envolta em um nojo infinito.
Abaixei o sutiã pela frente, deixando uma das minhas tetas à mostra diante da lente do celular, sentindo as lágrimas queimando minhas bochechas. Eu tinha que fazer aquilo. Tinha que me gravar como a pior das putas para mandar para o Braian, para esquentar aquele monstro que era meu bully, o pai do meu filho e o dono absoluto da minha miséria. Ele me pagava um mísero peso por cada trepada, me obrigando a abrir as pernas centenas de vezes só para comprar um pacote de macarrão, e ainda por cima agora me usava para fazer conteúdo no OnlyFans, ficando com 99 por cento dos lucros enquanto jogava moedas ensanguentadas para mim.
— Meu Deus... como caralhos eu acabei virando isso...? Falei comigo mesma num sussurro quebrado, olhando a tela do celular antes de apertar gravar.
— Como eu passei de ser uma estudante com sonhos para ser a putinha pessoal do meu próprio bully, obrigada a engolir o esperma dele dez vezes por dia e a vender meu corpo para ele ficar com tudo...? Pensei com uma raiva surda que apertava meu peito.
— Eu odeio ele... detesto com cada célula do meu corpo. Ele é um maldito alcoólatra de merda, um animal que arrebentou minha buceta e meu cu na base do chute, que me deixou um filho à força e que me trata como lixo... Repeti na minha mente, com os dentes travados de ódio enquanto ajustava o celular.
— Mas se eu não fizer isso, meu filho não come. Tenho que engolir o orgulho, agir como a prostituta mais submissa do mundo e deixar que ele me humilhe, que me bata e que me destrua por inteira, tudo por uma moeda e por uma migalha de grana... Falei baixando a cabeça com vergonha.
Apertei o botão vermelho de gravação e comecei a falar pra câmera com uma voz forçada, fingindo uma submissão nojenta que me dava ânsia.
— "Braian, meu amor... olha como eu tô com a teta de fora pra você, olha como eu tô me tocando sozinha aqui no quarto esperando você chegar..." Falei no primeiro vídeo, fingindo um tom podre e carente.
— "Por favor, vem me usar agora mesmo, vem arrebentar minha buceta ou meu cu do jeito que você quiser... preciso sentir seu pau dentro de mim, preciso engolir toda a sua porra..." Gravei na segunda tomada, sentindo náusea das minhas próprias palavras.
— "Vem me buscar, faz de mim sua puta barata, passa lá em casa e me paga o peso que você me deve... vou chupar teus ovo suado e engolir até a última gota..." Repeti no terceiro vídeo, passando a mão no peito nu.
— "Por favor, eu te imploro, não demora... olha esse corpo de puta que é teu e de mais ninguém... vem me comer até eu não aguentar mais..." Falei na quarta tomada, me forçando a gemer falso pra que o vídeo ficasse explícito o bastante pro negócio dele.
— "Você sabe que eu faço o que você pedir contanto que você me use... sobe esse vídeo onde quiser, vende, ganha dinheiro com meu corpo, mas vem me estourar de tanta rola..." Gravei na quinta versão, sabendo perfeitamente que ele ia enriquecer vendendo minha dignidade.
Cortei as gravações e revisei os arquivos com a alma destruída. Pensei em como o desgraçado chegaria em algumas horas: furioso, bêbado, alterado, cheirando a suor e com a violência à flor da pele. Pensei em como ele me xingaria, em como me trataria como lixo humano enquanto me abria as pernas por um peso.
Mas assim que ele abrisse a porta, eu teria que apagar toda essa raiva do meu rosto, me ajoelhar, implorar pra ele me usar e beijar os pés dele como a puta submissa que ele me obrigou a ser. Tudo pelo nosso filho. Tudo enquanto ele ficava com 99 por cento das minhas fotos e me deixava mendigando as moedas com que me pagava cada transa dolorosa.
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Numa tarde de semana, meu celular tocou com uma mensagem do Braian. Aquele desgraçado, que me mantinha escravizada, me pagando só uma merreca por transa e ficando com 99% do lucro do OnlyFans que ele me obrigou a criar, mandou uma ordem seca e direta:
— *Deixa o moleque com sua mãe e vem pra cá agora pro meu apê. Hoje vou te fazer gritar por horas e não quero acordar o cara. Vai comprar outro conjunto de lingerie preta com os trocados que sobraram de ontem pra gravação.*
Mesmo com o ódio queimando por dentro e eu detestando ele com cada fibra da minha alma, sabia que não tinha outra escolha. Tinha que aguentar os abusos dele, engolir o orgulho e bancar a putinha mais submissa, tudo pra juntar as moedas necessárias pra cuidar do nosso filho.
Quando o filho da puta não tava em casa, eu passava o tempo chorando de raiva, desejando a morte dele e amaldiçoando o dia em que ele arruinou minha vida. Mas quando ele aparecia — ainda mais quando vinha bêbado, alterado, estressado e tarado como costumava ficar — eu me transformava por completo. Entrava no papel de puta obediente, implorando e suplicando pra ele me usar, abaixando a cabeça pros insultos horríveis dele só pra garantir o sustento do bebê.
Cumprindo a ordem dele, deixei o moleque com minha mãe com qualquer desculpa esfarrapada e fui andando até o apê dele. Quando abri a porta, o Braian me recebeu de mau humor, com bafo de cachaça e olhar pesado.
— Demorou pra caralho pra chegar, seu pedaço de puta. Trouxe a lingerie que te pedi com a grana que sobra das minhas migalhas? — cuspiu o Braian assim que entrei no corredor.
— S-sim, B-braian... coloquei o conjunto preto que você mandou... olha, cê gosta de como fica em mim... — falei com voz trêmula, forçando um sorriso patético e submisso pra acalmar ele.
— Mais te vale, porque essa merda é um investimento pros nossos vídeos do OnlyFans, dos quais você fica com 1% pra não morrer de fome. Tira essa roupa agora. Mesmo. O desgraçado me ordenou com desprezo.
Me despi nua em silêncio sob o olhar frio dele, deixando só o renda preta. Naquele instante, ele se aproximou por trás, puxou minha calcinha fio dental de uma vez só e tirou da mesa de cabeceira um plug anal de silicone gelado.
— Dobra contra a cama, putinha, que hoje eu vou arrebentar bem esse seu rabo pra nova joia que você vai estrear na câmera. Exigiu com tom furioso.
— P-por favor, Braian... um plug anal agora? Vai me incomodar pra caralho pra gravar... Supliquei com a voz embargada, sentindo um nó no estômago.
— Eu tô pouco me fudendo se te incomoda, me obedece e abaixa antes que eu te dê um soco. Gritou o cara, me empurrando com força contra o colchão.
Sem conseguir me defender, me apoiei nos cotovelos e joelhos na cama, deixando a bunda bem levantada e exposta pra ele. Com toda a brutalidade, quase sem lubrificar, ele enfiou o plug anal de uma vez na entrada da minha buceta. Soltei um grito abafado de dor e surpresa pela pressão tão violenta que sentia lá dentro.
— Aiaaah! T-tá doendo muito, tá gelado e apertado! Chorei da cama, sentindo um desconforto horrível nas entranhas.
— Cala a boca e aguenta, putinha, que agora eu ligo o celular pra gravar a nova joia que você tem enfiada no rabo pra todos os meus assinantes. Disse ele com uma risada sádica, ajustando o telefone no tripé enquanto eu ficava parada, sofrendo em silêncio por causa do meu valentão e pelo futuro do meu filho.
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O maldito do Braian entrou na minha casa como se fosse dono de tudo, chutando a porta sem cumprimentar, com os olhos injetados de sangue por causa do álcool e do estresse da rua. Eu estava na cozinha tentando adiantar a comida, vestida com roupa gasta, sentindo o corpo em pedaços por causa da rotina de merda que ele me impunha. Sem dizer uma palavra sequer, o filho da puta veio pra cima de mim por trás. Baixou minha calça de um puxão seco e arrancou minha calcinha fio dental, me deixando exposta contra a bancada.
— Boa tarde, putinha, vim buscar meu quilo de rola e ver se você me prepara alguma coisa pra comer antes de a gente começar a trabalhar no OnlyFans que eu abri pra você. — Disse o Braian com a voz rouca, bêbado e alterado.
— S-sim... o que você mandar... mas não faz muito barulho que o neném tá dormindo no quarto... — Respondi num sussurro trêmulo, engolindo a vontade de cuspir na cara dele.
— Esse moleque eu não tô nem aí, se chorar você dá o peito e pronto, agora abaixa bem e aguenta o tranco. — Ele latiu pra mim, agarrando minha cintura com força bruta e a outra mão cravada no meu pescoço pra me sufocar contra o móvel.
Sem me dar um segundo de respiro, ele enfiou os 23 centímetros dele de uma vez por trás, arrancando um gemido abafado que eu tive que morder os lábios pra não gritar.
— A-mmmgh...! Por favor, mais devagar... a buceta... tá doendo... — Uivei baixinho contra a madeira, tentando manter o silêncio pelo meu filho.
— O que tá doendo, putinha? Se é pra isso que você serve, pra abrir as pernas quando o patrão chega faminto de pica. — Ele me insultou, me dando uma estocada brutal que me fez tremer inteira.
— S-sim... você tem razão... sou sua putinha... me destrói... — Supliquei com os olhos cheios de lágrimas, fingindo a submissão mais extrema só pra ele gozar rápido e ir embora de uma vez.
Enquanto ele me comia à traição no meio da cozinha, minha mente era um vulcão de ódio puro. Eu pensava em como esse filho da puta tinha arruinado minha vida: me engravidou, me destruiu o cu e a buceta na base do chute, roubava 99% do que eu ganhava no OnlyFans pornô que me obrigou a abrir, e ainda por cima me tratava como uma puta de quinta por um mísero dinheiro por dia.
— Vamos ver como você aperta essa raba, sua putinha de merda, fica bem vadia pro seu dono. Ele sibilou no meu ouvido, respirando meu suor na nuca.
— P-peço por favor... arrebenta tudo... g-goza dentro e acaba logo... Eu suplicava com a voz trêmula, arqueando as costas pra agradar ele.
Por dentro eu odiava ele com cada célula do meu corpo, detestava com uma alma destruída que eu já não reconhecia, mas meu instinto de mãe e o pavor de ficarmos na rua me faziam aguentar tudo. Meu corpo, traído pela superestimulação e pelo medo, começou a chegar ao orgasmo só pra o desgraçado gozar mais rápido dentro de mim.
— A-ai, tô gozando, olha como você engole minha porra, sua putinha! Gritou o Braian com fúria, dando três estocadas finais e enfiando o esperma fervendo até o fundo.
Ele me soltou de uma vez, me deixando tremendo e apoiada à base do soco na bancada, enquanto ele ajustava a calça com desprezo.
— Beleza, agora vai esquentar minha comida de uma vez, mas presta atenção em como funciona: você não toca numa garfada até eu terminar de comer o prato inteiro, entendeu? Ele ordenou, apontando o dedo pra mim.
— S-sim... como você mandar... Respondi baixando a cabeça, enxugando as lágrimas em silêncio.
— E tem mais, putinha: enquanto eu tô comendo na mesa, você vai ficar embaixo de mim, de joelhos, chupando minha pica e engolindo toda a porra que sobrar. Ele sentenciou com um sorriso sádico.
— De joelhos enquanto você come...? Por favor, tem um pouco de compaixão... Falei com a voz arrasada pela humilhação.
— Não vem me falar de compaixão, sua ingrata! Te lembro que você me deve a vida e que é uma puta barata que vive das minhas migalhas. Ele gritou, me dando um tapa forte na perna.
— T-tá bom... o que você quiser... o Faço pelo nosso filho... Respondi num áudio, engolindo o orgulho e me arrastando pra cumprir as ordens dele.
— E nem pensa que se livrou, porque depois de comer a gente bota a mão na massa de verdade: vamos gravar os vídeos pro OnlyFans, bem brutais, fortes e selvagens, pra que os punheteiros da internet paguem e me deixem a grana comigo. Rematou o desgraçado, sentando à mesa pra esperar eu servir a janta.
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Um ano depois de ter parido a criatura que nos deixou nesse inferno, minha vida tinha virado um verdadeiro pesadelo de escravidão, miséria e humilhação. Aquele maldito do Braian tinha me arruinado por completo: me engravidou, me destruiu a buceta e o cu na base de umas fodas bestiais, me obrigou a engolir o esperma dele como se fosse água e, pra piorar, me forçou a abrir uma conta no OnlyFans onde eu tinha que me gravar fazendo pornô explícito enquanto ele ficava com 99% da grana. Eu odiava e detestava ele com cada célula do meu corpo; quando ele não estava, eu passava o tempo chorando de raiva, amaldiçoando o dia em que ele cruzou meu caminho. Mas quando ele aparecia — quase sempre bêbado, alterado, furioso, estressado ou tarado igual um bicho — minha realidade mudava na hora: eu tinha que agir como uma putinha submissa, implorar e satisfazer ele em tudo pra conseguir arranhar aquele maldito peso por foda que ele me dava, o único jeito de juntar dinheiro pra dar de comer pro nosso filho.
Naquela tarde, o cara chegou na minha casa totalmente bêbado e do pior jeito, alterado pela raiva do dia e com a pica dura querendo me destruir de novo.
— Anda logo, putinha! Tira essa roupa e veste aquela bata de merda que eu te comprei pra gravar o conteúdo de bosta de hoje, vai logo. Gritou o Braian da sala, com os olhos injetados de sangue por causa do álcool e do desprezo.
— S-sim, Braian... já vou, não fica bravo... Falei com a voz trêmula, engolindo toda a fúria interna pra assumir na hora minha postura de putinha submissa e complacente pelo bem do moleque.
— Não me faz esperar, putinha de merda, que eu cheguei com um tesão do caralho e hoje vou te comer até você desmaiar! Ele cuspiu, se jogando no sofá com uma garrafa de vinho na mão.
Vesti uma bata fina e abri a câmera do celular como ele tinha mandado. Eu tinha que me gravar pros macacos que pagavam na internet, mesmo que 99% daquela grana fosse roubada por ele.
— "O-olha, amor... olha o biquíni minúsculo que você me fez comprar pro Only..." Falei no vídeo, forçando um sorriso patético e abrindo o roupão pra mostrar as tiras invisíveis da calcinha.
— Mostra bem essa bunda de puta e essas tetas pra câmera, que o povo quer ver como minha puta abre as pernas! Me gritou furioso lá do fundo, rindo da minha humilhação.
— S-sim, meu amor... o que você mandar... Respondi olhando pra lente com submissão total, sentindo ânsia de vômito só de pensar no nojo que sentia dele.
— Mais te vale fazer carinha de safada, porque pra cada vídeo que a gente grava eu te como e te pago o peso, lembra? Ele falou se aproximando cambaleando por causa da bebida.
— S-sim, por favor... vem me usar quantas vezes quiser, eu te imploro... Supliquei ajoelhada no chão, fingindo desespero pra manter ele satisfeito e garantir a grana do moleque.
— Que patética você é, me dá risada como eu dobrei seu orgulho e agora você me implora pra eu te arrebentar toda. Zombou o Braian, me puxando o cabelo com violência.
— T-te imploro que me use... faz comigo o que quiser, mas me paga as fodas pro nosso filho... Falei chorando de verdade, misturando a dor real com a atuação obrigatória.
— Às vezes eu te odeio tanto que te mataria, sua inútil! Me gritou o bêbado, me dando um tapa que deixou minha cara ardendo.
— S-sei que você tá bravo... me perdoa, eu sou sua puta, faz comigo o que quiser... Abaixei a cabeça submissa, aguentando o tapa sem reclamar pra ele não ir embora sem me deixar dinheiro.
— E você vai ter que continuar fazendo os vídeos mais sujos, porque quem manda aqui sou eu! Ele vociferou, arrancando o cinto com puxões.
— S-sim, o que você disser... vou fazer todo o pornô que quiser pra você... Respondi com voz mansa, beijando os tênis sujos dele pra acalmar a fúria.
— Lembra da regra, puta: se quer comprar o leite pro moleque, tem que aguentar minhas mil fodas e ganhar seu peso miserável. Me lembrou com um sorriso macabra.
—S-sim, meu amor... eu sei... juro que vou me comportar como sua melhor putinha... Falei engolindo a alma despedaçada, sabendo que assim que ele fosse embora eu ia chorar de ódio, mas que naquele momento exato eu tinha que vender meu corpo de novo pro monstro que destruiu minha vida.
No meio das estocadas mais profundas, quando minhas unhas se cravavam com raiva no colchão e eu sentia a dor explodindo minha cabeça, o celular começou a tocar alto na mesa de cabeceira. Olhei pra tela e meu coração parou: era minha mãe, que tava cuidando do neném.
— Atende o telefone, puta, e nem pensa em afrouxar a buceta ou você não vê um centavo hoje. — O Braian rosnou no meu ouvido, dando um puxão violento no meu cabelo pra trás, me forçando a esticar as costas.
Com as mãos tremendo de pânico e a pica de 23 centímetros enterrada até a base no meu cu, alcancei o celular como deu e apertei o botão verde pra atender, encostando o aparelho na orelha.
— O-oi, mãe... Tá tudo bem aí? — Falei tentando disfarçar a voz, engolindo um gemido agudo enquanto o Braian me dava uma estocada seca e fortíssima.
— Oi, filha, tava te ligando pra avisar que o menino dormiu agora pouco... Cê tá ocupada? Tua respiração tá meio ofegante, tá tudo certo por aí? — Minha mãe perguntou pelo viva-voz, com aquele tom de voz calmo.
— S-sim, mãe, tá tudo bem... eu tô bem... — Gaguejei, sentindo as lágrimas caindo de impotência enquanto o desgraçado cravava as cadeiras com fúria.
Naquele exato momento, o Braian riu alto com uma maldade pura, me agarrou com mais força na cintura e empurrou a pica com uma violência desmedida, me fazendo soltar um grito abafado que mal consegui esconder com a mão livre. ¡¡¡Mmmgh... ahh... não... ahhh! Um grito de dor impossível de disfarçar escapou de mim.
— Filha, que grito foi esse?! Aconteceu alguma coisa? Você tá sozinha? — perguntou minha mãe do outro lado, alterada e preocupada ao me ouvir mal.
Antes que eu pudesse inventar outra mentira, o filho da puta do Braian chegou perto do meu ouvido, pisou mais forte nas minhas costas e gritou direto no microfone do telefone com total desprezo:
— SIM, SENHORA, ELA TÁ BEM OCUPADA ARREBENTANDO A BUNDA AQUI COMIGO, SUA FILHA É UMA VAGABUNDA BARATA QUE TRABALHA ABRINDO AS PERNAS POR UMA MISÉRIA!!
— NÃO, MÃE, NÃO ACREDITA NELE, EU TÔ TRABALHANDO, É A TELEVISÃO... AHG... É O TRABALHO!! — gritei aos prantos, chorando de terror e vergonha enquanto sentia minha alma se despedaçando.
— Que voz de homem é essa gritando obscenidades, filha?! Quem tá aí com você? Você tem certeza que tá bem? — minha mãe me questionou com a voz tremendo de angústia do outro lado da linha.
— S-sim, mãe... te juro que é o trabalho, eu tô... tô trampando agora mesmo... me desculpa, preciso desligar, te ligo depois... — falei com a voz quebrada, cortando a ligação de uma vez antes que ela pudesse continuar perguntando.
— Cortou, seu pedaço de vagabunda de merda?! Acha que vai se safar assim tão fácil enquanto eu tô te comendo e pagando sua miséria?! — gritou o Braian furioso, me dando um tapa na bunda que ecoou pelo quarto inteiro.
— S-sim... me desculpa, Braian... por favor continua me comendo, faz o que quiser comigo mas não deixa de me dar o dinheiro pro neném... — supliquei totalmente humilhada, engolindo o ódio imenso que sentia por ele enquanto voltava a oferecer meu corpo destruído pro meu próprio algoz.
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Abaixei o sutiã pela frente, deixando uma das minhas tetas à mostra diante da lente do celular, sentindo as lágrimas queimando minhas bochechas. Eu tinha que fazer aquilo. Tinha que me gravar como a pior das putas para mandar para o Braian, para esquentar aquele monstro que era meu bully, o pai do meu filho e o dono absoluto da minha miséria. Ele me pagava um mísero peso por cada trepada, me obrigando a abrir as pernas centenas de vezes só para comprar um pacote de macarrão, e ainda por cima agora me usava para fazer conteúdo no OnlyFans, ficando com 99 por cento dos lucros enquanto jogava moedas ensanguentadas para mim.
— Meu Deus... como caralhos eu acabei virando isso...? Falei comigo mesma num sussurro quebrado, olhando a tela do celular antes de apertar gravar.
— Como eu passei de ser uma estudante com sonhos para ser a putinha pessoal do meu próprio bully, obrigada a engolir o esperma dele dez vezes por dia e a vender meu corpo para ele ficar com tudo...? Pensei com uma raiva surda que apertava meu peito.
— Eu odeio ele... detesto com cada célula do meu corpo. Ele é um maldito alcoólatra de merda, um animal que arrebentou minha buceta e meu cu na base do chute, que me deixou um filho à força e que me trata como lixo... Repeti na minha mente, com os dentes travados de ódio enquanto ajustava o celular.
— Mas se eu não fizer isso, meu filho não come. Tenho que engolir o orgulho, agir como a prostituta mais submissa do mundo e deixar que ele me humilhe, que me bata e que me destrua por inteira, tudo por uma moeda e por uma migalha de grana... Falei baixando a cabeça com vergonha.
Apertei o botão vermelho de gravação e comecei a falar pra câmera com uma voz forçada, fingindo uma submissão nojenta que me dava ânsia.
— "Braian, meu amor... olha como eu tô com a teta de fora pra você, olha como eu tô me tocando sozinha aqui no quarto esperando você chegar..." Falei no primeiro vídeo, fingindo um tom podre e carente.
— "Por favor, vem me usar agora mesmo, vem arrebentar minha buceta ou meu cu do jeito que você quiser... preciso sentir seu pau dentro de mim, preciso engolir toda a sua porra..." Gravei na segunda tomada, sentindo náusea das minhas próprias palavras.
— "Vem me buscar, faz de mim sua puta barata, passa lá em casa e me paga o peso que você me deve... vou chupar teus ovo suado e engolir até a última gota..." Repeti no terceiro vídeo, passando a mão no peito nu.
— "Por favor, eu te imploro, não demora... olha esse corpo de puta que é teu e de mais ninguém... vem me comer até eu não aguentar mais..." Falei na quarta tomada, me forçando a gemer falso pra que o vídeo ficasse explícito o bastante pro negócio dele.
— "Você sabe que eu faço o que você pedir contanto que você me use... sobe esse vídeo onde quiser, vende, ganha dinheiro com meu corpo, mas vem me estourar de tanta rola..." Gravei na quinta versão, sabendo perfeitamente que ele ia enriquecer vendendo minha dignidade.
Cortei as gravações e revisei os arquivos com a alma destruída. Pensei em como o desgraçado chegaria em algumas horas: furioso, bêbado, alterado, cheirando a suor e com a violência à flor da pele. Pensei em como ele me xingaria, em como me trataria como lixo humano enquanto me abria as pernas por um peso.
Mas assim que ele abrisse a porta, eu teria que apagar toda essa raiva do meu rosto, me ajoelhar, implorar pra ele me usar e beijar os pés dele como a puta submissa que ele me obrigou a ser. Tudo pelo nosso filho. Tudo enquanto ele ficava com 99 por cento das minhas fotos e me deixava mendigando as moedas com que me pagava cada transa dolorosa.
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— *Deixa o moleque com sua mãe e vem pra cá agora pro meu apê. Hoje vou te fazer gritar por horas e não quero acordar o cara. Vai comprar outro conjunto de lingerie preta com os trocados que sobraram de ontem pra gravação.*
Mesmo com o ódio queimando por dentro e eu detestando ele com cada fibra da minha alma, sabia que não tinha outra escolha. Tinha que aguentar os abusos dele, engolir o orgulho e bancar a putinha mais submissa, tudo pra juntar as moedas necessárias pra cuidar do nosso filho.
Quando o filho da puta não tava em casa, eu passava o tempo chorando de raiva, desejando a morte dele e amaldiçoando o dia em que ele arruinou minha vida. Mas quando ele aparecia — ainda mais quando vinha bêbado, alterado, estressado e tarado como costumava ficar — eu me transformava por completo. Entrava no papel de puta obediente, implorando e suplicando pra ele me usar, abaixando a cabeça pros insultos horríveis dele só pra garantir o sustento do bebê.
Cumprindo a ordem dele, deixei o moleque com minha mãe com qualquer desculpa esfarrapada e fui andando até o apê dele. Quando abri a porta, o Braian me recebeu de mau humor, com bafo de cachaça e olhar pesado.
— Demorou pra caralho pra chegar, seu pedaço de puta. Trouxe a lingerie que te pedi com a grana que sobra das minhas migalhas? — cuspiu o Braian assim que entrei no corredor.
— S-sim, B-braian... coloquei o conjunto preto que você mandou... olha, cê gosta de como fica em mim... — falei com voz trêmula, forçando um sorriso patético e submisso pra acalmar ele.
— Mais te vale, porque essa merda é um investimento pros nossos vídeos do OnlyFans, dos quais você fica com 1% pra não morrer de fome. Tira essa roupa agora. Mesmo. O desgraçado me ordenou com desprezo.
Me despi nua em silêncio sob o olhar frio dele, deixando só o renda preta. Naquele instante, ele se aproximou por trás, puxou minha calcinha fio dental de uma vez só e tirou da mesa de cabeceira um plug anal de silicone gelado.
— Dobra contra a cama, putinha, que hoje eu vou arrebentar bem esse seu rabo pra nova joia que você vai estrear na câmera. Exigiu com tom furioso.
— P-por favor, Braian... um plug anal agora? Vai me incomodar pra caralho pra gravar... Supliquei com a voz embargada, sentindo um nó no estômago.
— Eu tô pouco me fudendo se te incomoda, me obedece e abaixa antes que eu te dê um soco. Gritou o cara, me empurrando com força contra o colchão.
Sem conseguir me defender, me apoiei nos cotovelos e joelhos na cama, deixando a bunda bem levantada e exposta pra ele. Com toda a brutalidade, quase sem lubrificar, ele enfiou o plug anal de uma vez na entrada da minha buceta. Soltei um grito abafado de dor e surpresa pela pressão tão violenta que sentia lá dentro.
— Aiaaah! T-tá doendo muito, tá gelado e apertado! Chorei da cama, sentindo um desconforto horrível nas entranhas.
— Cala a boca e aguenta, putinha, que agora eu ligo o celular pra gravar a nova joia que você tem enfiada no rabo pra todos os meus assinantes. Disse ele com uma risada sádica, ajustando o telefone no tripé enquanto eu ficava parada, sofrendo em silêncio por causa do meu valentão e pelo futuro do meu filho.
●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●O maldito do Braian entrou na minha casa como se fosse dono de tudo, chutando a porta sem cumprimentar, com os olhos injetados de sangue por causa do álcool e do estresse da rua. Eu estava na cozinha tentando adiantar a comida, vestida com roupa gasta, sentindo o corpo em pedaços por causa da rotina de merda que ele me impunha. Sem dizer uma palavra sequer, o filho da puta veio pra cima de mim por trás. Baixou minha calça de um puxão seco e arrancou minha calcinha fio dental, me deixando exposta contra a bancada.
— Boa tarde, putinha, vim buscar meu quilo de rola e ver se você me prepara alguma coisa pra comer antes de a gente começar a trabalhar no OnlyFans que eu abri pra você. — Disse o Braian com a voz rouca, bêbado e alterado.
— S-sim... o que você mandar... mas não faz muito barulho que o neném tá dormindo no quarto... — Respondi num sussurro trêmulo, engolindo a vontade de cuspir na cara dele.
— Esse moleque eu não tô nem aí, se chorar você dá o peito e pronto, agora abaixa bem e aguenta o tranco. — Ele latiu pra mim, agarrando minha cintura com força bruta e a outra mão cravada no meu pescoço pra me sufocar contra o móvel.
Sem me dar um segundo de respiro, ele enfiou os 23 centímetros dele de uma vez por trás, arrancando um gemido abafado que eu tive que morder os lábios pra não gritar.
— A-mmmgh...! Por favor, mais devagar... a buceta... tá doendo... — Uivei baixinho contra a madeira, tentando manter o silêncio pelo meu filho.
— O que tá doendo, putinha? Se é pra isso que você serve, pra abrir as pernas quando o patrão chega faminto de pica. — Ele me insultou, me dando uma estocada brutal que me fez tremer inteira.
— S-sim... você tem razão... sou sua putinha... me destrói... — Supliquei com os olhos cheios de lágrimas, fingindo a submissão mais extrema só pra ele gozar rápido e ir embora de uma vez.
Enquanto ele me comia à traição no meio da cozinha, minha mente era um vulcão de ódio puro. Eu pensava em como esse filho da puta tinha arruinado minha vida: me engravidou, me destruiu o cu e a buceta na base do chute, roubava 99% do que eu ganhava no OnlyFans pornô que me obrigou a abrir, e ainda por cima me tratava como uma puta de quinta por um mísero dinheiro por dia.
— Vamos ver como você aperta essa raba, sua putinha de merda, fica bem vadia pro seu dono. Ele sibilou no meu ouvido, respirando meu suor na nuca.
— P-peço por favor... arrebenta tudo... g-goza dentro e acaba logo... Eu suplicava com a voz trêmula, arqueando as costas pra agradar ele.
Por dentro eu odiava ele com cada célula do meu corpo, detestava com uma alma destruída que eu já não reconhecia, mas meu instinto de mãe e o pavor de ficarmos na rua me faziam aguentar tudo. Meu corpo, traído pela superestimulação e pelo medo, começou a chegar ao orgasmo só pra o desgraçado gozar mais rápido dentro de mim.
— A-ai, tô gozando, olha como você engole minha porra, sua putinha! Gritou o Braian com fúria, dando três estocadas finais e enfiando o esperma fervendo até o fundo.
Ele me soltou de uma vez, me deixando tremendo e apoiada à base do soco na bancada, enquanto ele ajustava a calça com desprezo.
— Beleza, agora vai esquentar minha comida de uma vez, mas presta atenção em como funciona: você não toca numa garfada até eu terminar de comer o prato inteiro, entendeu? Ele ordenou, apontando o dedo pra mim.
— S-sim... como você mandar... Respondi baixando a cabeça, enxugando as lágrimas em silêncio.
— E tem mais, putinha: enquanto eu tô comendo na mesa, você vai ficar embaixo de mim, de joelhos, chupando minha pica e engolindo toda a porra que sobrar. Ele sentenciou com um sorriso sádico.
— De joelhos enquanto você come...? Por favor, tem um pouco de compaixão... Falei com a voz arrasada pela humilhação.
— Não vem me falar de compaixão, sua ingrata! Te lembro que você me deve a vida e que é uma puta barata que vive das minhas migalhas. Ele gritou, me dando um tapa forte na perna.
— T-tá bom... o que você quiser... o Faço pelo nosso filho... Respondi num áudio, engolindo o orgulho e me arrastando pra cumprir as ordens dele.
— E nem pensa que se livrou, porque depois de comer a gente bota a mão na massa de verdade: vamos gravar os vídeos pro OnlyFans, bem brutais, fortes e selvagens, pra que os punheteiros da internet paguem e me deixem a grana comigo. Rematou o desgraçado, sentando à mesa pra esperar eu servir a janta.
●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•● Um ano depois de ter parido a criatura que nos deixou nesse inferno, minha vida tinha virado um verdadeiro pesadelo de escravidão, miséria e humilhação. Aquele maldito do Braian tinha me arruinado por completo: me engravidou, me destruiu a buceta e o cu na base de umas fodas bestiais, me obrigou a engolir o esperma dele como se fosse água e, pra piorar, me forçou a abrir uma conta no OnlyFans onde eu tinha que me gravar fazendo pornô explícito enquanto ele ficava com 99% da grana. Eu odiava e detestava ele com cada célula do meu corpo; quando ele não estava, eu passava o tempo chorando de raiva, amaldiçoando o dia em que ele cruzou meu caminho. Mas quando ele aparecia — quase sempre bêbado, alterado, furioso, estressado ou tarado igual um bicho — minha realidade mudava na hora: eu tinha que agir como uma putinha submissa, implorar e satisfazer ele em tudo pra conseguir arranhar aquele maldito peso por foda que ele me dava, o único jeito de juntar dinheiro pra dar de comer pro nosso filho.
Naquela tarde, o cara chegou na minha casa totalmente bêbado e do pior jeito, alterado pela raiva do dia e com a pica dura querendo me destruir de novo.
— Anda logo, putinha! Tira essa roupa e veste aquela bata de merda que eu te comprei pra gravar o conteúdo de bosta de hoje, vai logo. Gritou o Braian da sala, com os olhos injetados de sangue por causa do álcool e do desprezo.
— S-sim, Braian... já vou, não fica bravo... Falei com a voz trêmula, engolindo toda a fúria interna pra assumir na hora minha postura de putinha submissa e complacente pelo bem do moleque.
— Não me faz esperar, putinha de merda, que eu cheguei com um tesão do caralho e hoje vou te comer até você desmaiar! Ele cuspiu, se jogando no sofá com uma garrafa de vinho na mão.
Vesti uma bata fina e abri a câmera do celular como ele tinha mandado. Eu tinha que me gravar pros macacos que pagavam na internet, mesmo que 99% daquela grana fosse roubada por ele.
— "O-olha, amor... olha o biquíni minúsculo que você me fez comprar pro Only..." Falei no vídeo, forçando um sorriso patético e abrindo o roupão pra mostrar as tiras invisíveis da calcinha.
— Mostra bem essa bunda de puta e essas tetas pra câmera, que o povo quer ver como minha puta abre as pernas! Me gritou furioso lá do fundo, rindo da minha humilhação.
— S-sim, meu amor... o que você mandar... Respondi olhando pra lente com submissão total, sentindo ânsia de vômito só de pensar no nojo que sentia dele.
— Mais te vale fazer carinha de safada, porque pra cada vídeo que a gente grava eu te como e te pago o peso, lembra? Ele falou se aproximando cambaleando por causa da bebida.
— S-sim, por favor... vem me usar quantas vezes quiser, eu te imploro... Supliquei ajoelhada no chão, fingindo desespero pra manter ele satisfeito e garantir a grana do moleque.
— Que patética você é, me dá risada como eu dobrei seu orgulho e agora você me implora pra eu te arrebentar toda. Zombou o Braian, me puxando o cabelo com violência.
— T-te imploro que me use... faz comigo o que quiser, mas me paga as fodas pro nosso filho... Falei chorando de verdade, misturando a dor real com a atuação obrigatória.
— Às vezes eu te odeio tanto que te mataria, sua inútil! Me gritou o bêbado, me dando um tapa que deixou minha cara ardendo.
— S-sei que você tá bravo... me perdoa, eu sou sua puta, faz comigo o que quiser... Abaixei a cabeça submissa, aguentando o tapa sem reclamar pra ele não ir embora sem me deixar dinheiro.
— E você vai ter que continuar fazendo os vídeos mais sujos, porque quem manda aqui sou eu! Ele vociferou, arrancando o cinto com puxões.
— S-sim, o que você disser... vou fazer todo o pornô que quiser pra você... Respondi com voz mansa, beijando os tênis sujos dele pra acalmar a fúria.
— Lembra da regra, puta: se quer comprar o leite pro moleque, tem que aguentar minhas mil fodas e ganhar seu peso miserável. Me lembrou com um sorriso macabra.
—S-sim, meu amor... eu sei... juro que vou me comportar como sua melhor putinha... Falei engolindo a alma despedaçada, sabendo que assim que ele fosse embora eu ia chorar de ódio, mas que naquele momento exato eu tinha que vender meu corpo de novo pro monstro que destruiu minha vida.
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