Depois de realizar esse grande sonho meu, agora eu teria que vivê-lo, foder minha mãe... Depois desse grande acontecimento, eu não acreditava, mas era hora de viver. Minha mãe, depois de foder pela segunda vez, me confessou tudo... "Vicente, o único homem na minha vida foi seu pai" — eu não podia acreditar, ela nunca tinha sido infiel... Até agora. Mas desde aquele momento, ela começou a mandar, colocou regras como toda mãe: ela continuaria sendo minha mãe e eu, seu filho, não haveria nada além disso, só fazer amor com essa grande diferença. Depois daquele dia, foi só conversa e conversa, e à noite cada um no seu quarto — eu só queria penetrá-la.
Na manhã seguinte, ao acordar, ela me chamou para o café da manhã; comemos normal e vimos TV normal. Eu pensei que seria só isso, e assim foi minha tarde sem fazer nada, curtindo minhas férias deitado, até que minha mãe me chamou do quarto dela. Ao entrar, não podia acreditar: ela estava de quatro, e a bunda dela era fantástica, descomunal, perfeita. Fiquei parado, babando sem parar, até que ela disse: "Seu pai gostava dessa posição, embora a gente só tenha feito umas 7 vezes". Peraí, quê? Só 7? Maldito velho, tendo uma deusa e só foderam 7 vezes — que sorte a minha. Depois, fui engatinhando até onde ela estava e vi aquela bunda na minha frente. Cheirava a sabão, e a buceta dela cheirava a rosas. A única coisa que eu quis foi enfiar meus lábios naquela buceta linda e lamber tudo. Ela se contorcia como uma louca, eu não conseguia parar de lamber e comecei a dar tapas naquelas nádegas enormes e duras, deixei tudo vermelho, e ela gritava que doía, mas eu não conseguia parar. Meu pau estava totalmente duro e eu queria penetrá-la logo, mas não conseguia parar de lamber tudo. Enfiei meus dedos, e ela gemia e se contorcia de prazer, pedindo mais. Não aguentei mais, tirei meu pau duro e comecei a esfregar na entrada dela toda. Ela gemia mais e gritava para eu meter logo, mas eu sabia que ia ser difícil. Mesmo assim, comecei a... Enfiei a cabeça e ela não aguentava, gritava pra eu parar e eu parei, depois continuei. Ela fingia que aguentava, mas a cara dela tava toda vermelha. Fui enfiando até que entrou tudo completamente, senti um puta alívio, mas a buceta dela ainda era apertada e era muito gostosa. Ia começar o vai e vem e ela já tava chorando: "Espera, tá doendo muito, por favor, termina logo, não aguento mais, sinto que você vai me rasgar, filho, por favor, não quero mais." Sabia que ali tinha que começar e fui devagar, ela começou a gemer e eu continuei devagar, fiquei naquela. Quando percebi que a buceta dela já tinha se acostumado com meu pau, acelerei e ela começou a gritar: "Não, filho, ahhhh, sim, aí, por favor." Isso me excitava pra caralho e eu continuei até que senti que ela ia gozar e tirei. Sabia que dali em diante ela era minha. "Filho, eu ia gozar, mete ele em mim." E eu falei: "Me pede pau." E ela disse: "Filho, mete teu pau em mim." Com isso já bastava, minha mãe nunca falava putaria e era isso que eu queria. Enfiei de uma vez e ela gritava de dor: "Ahhhh, nãooooo." Comecei o vai e vem forte assim por uns 3 minutos e ela gozou, senti que tinha molhado meu pau com os sucos da buceta dela. Ela queria que eu gozasse, mas me segurei, tirei e falei pra ela chupar. Ela disse que nunca tinha feito e que não ia fazer, que era melhor eu gozar dentro dela. Falei que não, quero que você chupe. Ela recusou até que insisti e ela aceitou. Coloquei na cara dela e ela começou, primeiro machucava com os dentes, mas eu gostava, eu gemia de prazer também e ela continuava. Quando começou com um movimento suave e lento e se manteve naquilo, era a coisa mais gostosa do mundo. Sentia que ia gozar, mas queria gozar dentro dela, então rapidamente fiz ela se levantar, agarrei ela ali mesmo e comecei a beijar as costas e a orelha dela, falei o quanto gostava dela e a desejava. Ela ficou parada, imóvel, não fazia nada. Eu me surpreendi, mas comecei a meter mais forte e aí ela começou a... reagindo, ela gritava e gemia como uma loba no cio até sentir que ia gozar, e ela me disse: "tô gozando, ahhh, termina logo, por favor" e ahhhh gozamos juntos, tudo aquilo foi gostoso demais, e ela caiu na cama e eu do lado dela, só via como da buceta dela escorria meu gozo que foi gostoso, e ver aquela bunda linda me excitava de novo, e ficamos assim até ela ir pro chuveiro e eu atrás dela. Ela se surpreendeu quando entrei e comecei a beijar e apalpar ela, ela se deixou levar como uma adolescente que não se importa com nada. Ali mesmo ela começou a me chupar, com o chuveiro caindo sobre nós, e começamos um 69, ela não se ajeitava direito, afinal nunca tinha feito aquilo ali. Depois eu levantei e ela continuou me chupando, Deus, que imagem linda, e começou a apalpar minhas bolas e eu sentia que estava no paraíso. Falei que ia gozar e ela disse pra gozar fora, mas eu tirei e gozei na cara dela, oh Deus, que imagem, ela com meu gozo na cara, só durou pouco porque a água lavou. Tomamos banho juntos e depois cada um foi pro seu lado.
Na manhã seguinte acordei cedo porque tínhamos que ir visitar alguém, saímos normal e voltamos só à noite. Naquele dia eu queria foder minha mãe e foi o que fiz. Naquela noite estávamos vendo um filme e ali na frente dela me despi como se nada, e ela só ficou me olhando enquanto eu brincava com meu pau na frente do rosto dela. Não demorou muito até ela começar a me fazer um oral, e dessa vez eu queria que ela engolisse, falei pra ela, ela recusou, mas eu disse que ia limpar a casa hahaha, já que era minha mãe e eu tinha que cumprir com os deveres de casa, e ela aceitou. Começou devagar, com as mãos quentes passando por todo meu peito, e começou a fazer mais gostoso ainda, lambia com a língua a cabeça do meu pau e tocava minhas bolas, que delícia que era aquilo, e eu só queria gozar. Falei pra ela e ela abriu bem a boca e "aghhhhhh" soltei um jato de gozo, ela ficou com a boca cheia e escorrendo pela boca até que engoliu. Tentei e engoli, ficou no rosto dela e nos lábios, e com a ponta do meu pau passei por toda a cara dela. Antes de limpar, ela disse que hoje a gente dormiria junto. Ah, sim, pensei que íamos foder de novo, mas não. A noite inteira passamos conversando, e ela me confessou tudo sobre o relacionamento dela com meu pai, desde quando se conheceram até hoje. Que babaca era meu pai, nunca aproveitou essa deusa que tinha como esposa. Mas agora ela era minha. Como se nada fosse, fomos dormir os dois pelados, mas dessa vez não teve sexo.
Já era de manhã quando acordei e vi minha mãe me fazendo um boquete. A cara dela dizia tudo, ela estava sedenta de sexo há quase 20 anos, e que gostoso era aproveitar isso com ela. E assim passamos a semana inteira, e olha, o mês todo, todo dia fodendo de 2 a 3 vezes, fodendo como loucos. Na cama dela, na minha, na sala, no quarto de hóspedes, na cozinha, na piscina, nos corredores, no terraço. Ah, Deus, tudo era perfeito. Eu não me cansava de sexo, e muito menos ela. Mas tinha uma coisa que eu queria e desejava acima de tudo: A BUNDA DELA.
Sabia que tinha que foder aquilo, mas não sabia como minha mãe ia reagir. Então, de manhã, falei, e ela disse que não. Ela recusou até ficar brava, e naquele dia não fodemos. Fiquei triste, sabia que precisava comer ela. No dia seguinte, fui levar o café da manhã na cama pra ela, e ela ficou surpresa, mas sabia o que eu queria. Comecei a beijar e lamber os mamilos dela, eram gostosos e rosados, eu adorava, e ali mesmo mordia eles, e ela se contorcia de prazer. Comecei a fazer um oral nela, e ela gemia ainda mais gostoso. Virei ela e beijei a bunda dela, que eu tanto amava, e fui direto pra entrada do cu dela. Meus lábios e língua não paravam de lamber. Depois, coloquei ela de conchinha e comecei a foder ela como um louco, ela se contorcia de prazer. Coloquei ela de quatro, disse o quanto a amava, e senti que ia gozar. Ela sabia, então começou a gemer ainda mais gostoso, e foi assim, gozei dentro dela. 2 suados caímos exaustos, ela se deitou no meu peito e disse: "Sei que você quer me dar no cu, mas me entende, filho, não me sinto à vontade e não quero, não gosto, espero que entenda", e me deu um beijo na boca e foi tomar banho. Eu só via aquela bunda linda e marcada com minhas mãos das palmadas que eu tinha dado indo embora. Agora só tinha uma coisa na minha cabeça... Comer ela no cu. Continua... Se você gostou da segunda parte, me manda uma mensagem no meu e-mail vicentce@outlook.com para compartilhar experiências e fotos. Muito obrigado.
Na manhã seguinte, ao acordar, ela me chamou para o café da manhã; comemos normal e vimos TV normal. Eu pensei que seria só isso, e assim foi minha tarde sem fazer nada, curtindo minhas férias deitado, até que minha mãe me chamou do quarto dela. Ao entrar, não podia acreditar: ela estava de quatro, e a bunda dela era fantástica, descomunal, perfeita. Fiquei parado, babando sem parar, até que ela disse: "Seu pai gostava dessa posição, embora a gente só tenha feito umas 7 vezes". Peraí, quê? Só 7? Maldito velho, tendo uma deusa e só foderam 7 vezes — que sorte a minha. Depois, fui engatinhando até onde ela estava e vi aquela bunda na minha frente. Cheirava a sabão, e a buceta dela cheirava a rosas. A única coisa que eu quis foi enfiar meus lábios naquela buceta linda e lamber tudo. Ela se contorcia como uma louca, eu não conseguia parar de lamber e comecei a dar tapas naquelas nádegas enormes e duras, deixei tudo vermelho, e ela gritava que doía, mas eu não conseguia parar. Meu pau estava totalmente duro e eu queria penetrá-la logo, mas não conseguia parar de lamber tudo. Enfiei meus dedos, e ela gemia e se contorcia de prazer, pedindo mais. Não aguentei mais, tirei meu pau duro e comecei a esfregar na entrada dela toda. Ela gemia mais e gritava para eu meter logo, mas eu sabia que ia ser difícil. Mesmo assim, comecei a... Enfiei a cabeça e ela não aguentava, gritava pra eu parar e eu parei, depois continuei. Ela fingia que aguentava, mas a cara dela tava toda vermelha. Fui enfiando até que entrou tudo completamente, senti um puta alívio, mas a buceta dela ainda era apertada e era muito gostosa. Ia começar o vai e vem e ela já tava chorando: "Espera, tá doendo muito, por favor, termina logo, não aguento mais, sinto que você vai me rasgar, filho, por favor, não quero mais." Sabia que ali tinha que começar e fui devagar, ela começou a gemer e eu continuei devagar, fiquei naquela. Quando percebi que a buceta dela já tinha se acostumado com meu pau, acelerei e ela começou a gritar: "Não, filho, ahhhh, sim, aí, por favor." Isso me excitava pra caralho e eu continuei até que senti que ela ia gozar e tirei. Sabia que dali em diante ela era minha. "Filho, eu ia gozar, mete ele em mim." E eu falei: "Me pede pau." E ela disse: "Filho, mete teu pau em mim." Com isso já bastava, minha mãe nunca falava putaria e era isso que eu queria. Enfiei de uma vez e ela gritava de dor: "Ahhhh, nãooooo." Comecei o vai e vem forte assim por uns 3 minutos e ela gozou, senti que tinha molhado meu pau com os sucos da buceta dela. Ela queria que eu gozasse, mas me segurei, tirei e falei pra ela chupar. Ela disse que nunca tinha feito e que não ia fazer, que era melhor eu gozar dentro dela. Falei que não, quero que você chupe. Ela recusou até que insisti e ela aceitou. Coloquei na cara dela e ela começou, primeiro machucava com os dentes, mas eu gostava, eu gemia de prazer também e ela continuava. Quando começou com um movimento suave e lento e se manteve naquilo, era a coisa mais gostosa do mundo. Sentia que ia gozar, mas queria gozar dentro dela, então rapidamente fiz ela se levantar, agarrei ela ali mesmo e comecei a beijar as costas e a orelha dela, falei o quanto gostava dela e a desejava. Ela ficou parada, imóvel, não fazia nada. Eu me surpreendi, mas comecei a meter mais forte e aí ela começou a... reagindo, ela gritava e gemia como uma loba no cio até sentir que ia gozar, e ela me disse: "tô gozando, ahhh, termina logo, por favor" e ahhhh gozamos juntos, tudo aquilo foi gostoso demais, e ela caiu na cama e eu do lado dela, só via como da buceta dela escorria meu gozo que foi gostoso, e ver aquela bunda linda me excitava de novo, e ficamos assim até ela ir pro chuveiro e eu atrás dela. Ela se surpreendeu quando entrei e comecei a beijar e apalpar ela, ela se deixou levar como uma adolescente que não se importa com nada. Ali mesmo ela começou a me chupar, com o chuveiro caindo sobre nós, e começamos um 69, ela não se ajeitava direito, afinal nunca tinha feito aquilo ali. Depois eu levantei e ela continuou me chupando, Deus, que imagem linda, e começou a apalpar minhas bolas e eu sentia que estava no paraíso. Falei que ia gozar e ela disse pra gozar fora, mas eu tirei e gozei na cara dela, oh Deus, que imagem, ela com meu gozo na cara, só durou pouco porque a água lavou. Tomamos banho juntos e depois cada um foi pro seu lado.
Na manhã seguinte acordei cedo porque tínhamos que ir visitar alguém, saímos normal e voltamos só à noite. Naquele dia eu queria foder minha mãe e foi o que fiz. Naquela noite estávamos vendo um filme e ali na frente dela me despi como se nada, e ela só ficou me olhando enquanto eu brincava com meu pau na frente do rosto dela. Não demorou muito até ela começar a me fazer um oral, e dessa vez eu queria que ela engolisse, falei pra ela, ela recusou, mas eu disse que ia limpar a casa hahaha, já que era minha mãe e eu tinha que cumprir com os deveres de casa, e ela aceitou. Começou devagar, com as mãos quentes passando por todo meu peito, e começou a fazer mais gostoso ainda, lambia com a língua a cabeça do meu pau e tocava minhas bolas, que delícia que era aquilo, e eu só queria gozar. Falei pra ela e ela abriu bem a boca e "aghhhhhh" soltei um jato de gozo, ela ficou com a boca cheia e escorrendo pela boca até que engoliu. Tentei e engoli, ficou no rosto dela e nos lábios, e com a ponta do meu pau passei por toda a cara dela. Antes de limpar, ela disse que hoje a gente dormiria junto. Ah, sim, pensei que íamos foder de novo, mas não. A noite inteira passamos conversando, e ela me confessou tudo sobre o relacionamento dela com meu pai, desde quando se conheceram até hoje. Que babaca era meu pai, nunca aproveitou essa deusa que tinha como esposa. Mas agora ela era minha. Como se nada fosse, fomos dormir os dois pelados, mas dessa vez não teve sexo.
Já era de manhã quando acordei e vi minha mãe me fazendo um boquete. A cara dela dizia tudo, ela estava sedenta de sexo há quase 20 anos, e que gostoso era aproveitar isso com ela. E assim passamos a semana inteira, e olha, o mês todo, todo dia fodendo de 2 a 3 vezes, fodendo como loucos. Na cama dela, na minha, na sala, no quarto de hóspedes, na cozinha, na piscina, nos corredores, no terraço. Ah, Deus, tudo era perfeito. Eu não me cansava de sexo, e muito menos ela. Mas tinha uma coisa que eu queria e desejava acima de tudo: A BUNDA DELA.
Sabia que tinha que foder aquilo, mas não sabia como minha mãe ia reagir. Então, de manhã, falei, e ela disse que não. Ela recusou até ficar brava, e naquele dia não fodemos. Fiquei triste, sabia que precisava comer ela. No dia seguinte, fui levar o café da manhã na cama pra ela, e ela ficou surpresa, mas sabia o que eu queria. Comecei a beijar e lamber os mamilos dela, eram gostosos e rosados, eu adorava, e ali mesmo mordia eles, e ela se contorcia de prazer. Comecei a fazer um oral nela, e ela gemia ainda mais gostoso. Virei ela e beijei a bunda dela, que eu tanto amava, e fui direto pra entrada do cu dela. Meus lábios e língua não paravam de lamber. Depois, coloquei ela de conchinha e comecei a foder ela como um louco, ela se contorcia de prazer. Coloquei ela de quatro, disse o quanto a amava, e senti que ia gozar. Ela sabia, então começou a gemer ainda mais gostoso, e foi assim, gozei dentro dela. 2 suados caímos exaustos, ela se deitou no meu peito e disse: "Sei que você quer me dar no cu, mas me entende, filho, não me sinto à vontade e não quero, não gosto, espero que entenda", e me deu um beijo na boca e foi tomar banho. Eu só via aquela bunda linda e marcada com minhas mãos das palmadas que eu tinha dado indo embora. Agora só tinha uma coisa na minha cabeça... Comer ela no cu. Continua... Se você gostou da segunda parte, me manda uma mensagem no meu e-mail vicentce@outlook.com para compartilhar experiências e fotos. Muito obrigado.
1 comentários - Incesto: o pecado mais gostoso (2ª parte)