Policial come a rancherita gostosa

Esta história é de uma amiga íntima que vejo direto, pra história vamos chamar ela de Cláudia, e essa mulher é uma gostosa do caralho. O peito dela é copa DDD, tem um peitão bonito, uma costa bem fina igual a cinturinha dela, mas meu deus do céu, essa mulher tem a melhor raba e as melhores pernas que eu já vi. A cintura dela deve ter uns 70cm, e o quadril com certeza deve ter uns 130 ou 135cm. Ela tem uma bunda bem gorda e empinada, as pernas são longas e as coxas bem grossas. Ela é loirinha, cabelo castanho claro e comprido, e por último, ela é alta, tem 1,75m, pra vocês imaginarem o tamanho dessas pernas.Policial come a rancherita gostosa


vadia


rabaoSou de uma comunidade pequena de León, Guanajuato, no México. Nessa comunidade todo mundo se conhece e os fofocas e rumores se espalham rápido, então enquanto morei lá, tive que esconder minha verdadeira eu. Para minha mãe e meu pai, sempre fui uma mulher direita, sem pensamentos ruins e apegada à igreja, e mesmo que a maioria dos homens da minha cidade deixasse claras suas intenções comigo, eu nunca fazia nada. Mas, bom, isso é o que eles sabiam de mim. Desde sempre fui uma pervertida. Jovem, descobri a masturbação e, na privacidade do meu quarto, fazia isso direto. Aos meus 19 anos naquela época, também não era mais virgem. Estudava na cidade e lá eu me soltava. Não transava com frequência porque tinha que estar em casa num certo horário e raramente conseguia permissão dos meus pais para chegar mais tarde. Até aquele momento, só tinha transado 3 vezes, apesar de vários homens estarem atrás de mim. Nunca tinha conseguido colocar em prática minhas fantasias reprimidas, entre elas o exibicionismo, sexo com estranhos, e sempre que me masturbava, desejava ser tratada bem mal. Colocava prendedores nos mamilos, quando estava sozinha, dava palmadas em mim mesma até ficar bem vermelhinha. Adoro me ver com a bunda vermelha. E, claro, enfiar pepinos grandes na minha buceta. Isso me adora, me faz sentir tão puta. Pra mim, quanto maior, melhor, mesmo que minha buceta pareça elástico.

Uma vez, fui convidada pra um rolê na cidade, tipo uma festa. Pros meus pais, falei que era uma dormida e que iria com uma amiga da mesma cidade. Quando me deram permissão, na hora soube que era minha chance de finalmente me satisfazer sexualmente. Pensava em transar a noite toda com algum cara da cidade que aparecesse.

Nessa festa, fui com uma amiga que é igual a mim. Ambas éramos reprimidas pelos nossos pais e, assim como eu, era uma louca desvairada por sexo. Saímos da cidade de ônibus, vestidas como meninas boazinhas, e assim que chegamos na cidade, entramos num banheiro e nos trocamos. Eu vesti um vestido preto, bem justinho e bem curtinho, cobria minha bunda e só, e por baixo não usei sutiã, andava com meus bicos bem marcados e meus peitos balançando a cada passo, mas coloquei uma tanguinha preta de fio dental, pra finalizar uns saltos altos pretos. Minha amiga vestiu uma saia também curta, vermelha, um sutiã preto e por cima uma blusa de rede preta, ela também era e ainda é muito gostosa, nós duas roubávamos olhares ao andar, e mais de uma vez nos chamaram de puta e falaram obscenidades, e no ônibus sentia mão na minha bunda e levei várias esfregadas, mas eu também senti vários paus. Chegamos cedo na casa onde ia rolar, eu naquela noite queria dar o cu pela primeira vez, umas 10 da noite, eu e minha amiga ficamos bêbadas, além de ter um pouco de maconha, umas 11 chegaram uns caras bem arrumados num carro que parecia caríssimo, eles de cara repararam na gente, dançamos um pouco com eles e nos chamaram pra um lugar mais privado, o sinal universal de que querem te comer, aceitamos mas na casa já tavam usando todos os quartos, então sugeriram ir pra um motel, bem fáceis a gente disse que sim, já no carro começaram a passar a mão, um deles puxou meu peito pra fora e ficou brincando e chupando, minha amiga teve o mesmo tratamento. Já no motel, o cara mais alto ia ficar comigo, era alto mas não mais que eu, devia ter 1,70 e, amigos, foi uma decepção total, além de não me fazer nem cócegas por ter uma piroca pequena, me colocou de quatro e não alcançava, tive que ficar numa posição desconfortável pra ele com a coisinha dele me alcançar, e quando conseguiu meter, nem cócegas, acabou em nada, uns 3 minutos, e como um campeão foi dormir, eu tava puta, liguei pra minha amiga e com ela foi a mesma coisa, saímos do motel, umas 1 da manhã, e primeiro ficamos conversando um pouco, fazendo piada daquele par de playboys, e aos poucos a raiva passou. Mas nesse meio tempo que estávamos lá fora, recebemos uma porrada de cantada vulgar dos carros, um encostou e perguntou quanto a gente cobrava, a gente tava vestida de puta e parada na frente de um motel, pra esse primeiro cara a gente falou que não era puta, e ele foi embora, mas aí minha amiga me disse que ela tinha a fantasia de ser uma vadia, de receber dinheiro por sexo e transar com uns caras estranhos, eu confessei que também tinha, a gente tinha a noite toda e as duas tava afim de sexo, decidimos que naquela noite seríamos prostitutas. Ela tirou o sutiã, guardou na bolsa, e ficou só com a blusa de renda mostrando os peitos, eu levantei o vestido até dar pra ver a calcinha fio dental, e passou só uns dois minutos quando chegou o primeiro cliente, minha amiga foi primeiro, chegou perto do carro, primeiro deixou ele pegar no peito dela, e levantou a saia, entrou no carro e foram pro motel. Fiquei eu sozinha lá fora, passava vários carros e eu acho, pela minha altura talvez pensavam que eu era travesti, mas eu queria sexo e de quebra grana, então tomei a decisão de mostrar meus peitos, fiquei uns minutos gostando de ser observada, e passou uma viatura. Quando vi, foi embora toda a excitação, e acho que até perdi a onda, rapidão tapei o peito com o vestido e da viatura desceram dois policiais, a primeira coisa que falaram foi pra eu entrar na viatura, eu sabia que tava fazendo merda e entrei, achando que se colaborasse ia ser só um sustinho e pronto. Sentei no banco de trás, era uma caminhonete, e dos meus lados um policial, um começou a falar, moça o que a senhora tá fazendo é contra o artigo tal, e dá cadeia, a gente vai ter que levar a senhora pra delegacia, eu só fiquei calada, pensando tipo pra delegacia? Então é sério que vão me prender??? O outro começou a revistar minha bolsa, lá encontrou minha maconha e eu soube que ali acabou, me mostraram e falaram quantos dias era por portar aquilo, eu comecei a implorar pra eles por favor Não vão me levar, meus pais iam me matar quando eu saísse. Aí um deles falou: "E eles não falam nada por você ser uma putinha?" Respondi que eles não sabiam o que eu fazia e que eu não era da cidade. O policial que tava dirigindo me perguntou minha idade, 19 anos, respondi. Nisso, o policial que tinha achado aquilo começou a acariciar minha perna, e apesar do momento e do medo, aquilo me excitou. Além disso, eu ainda tava bêbada e sob efeito da maconha, então pensei pouco e abri as pernas. Aí os dois policiais começaram a me tocar, e um disse que queria ver meus peitos. Eu mesma abaixei meu vestido, mostrando os peitos, e um em cada teta começou a chupar meus mamilos. Nisso, o policial do carona falou: "Ah, olha, ela vai deixar mesmo" e deu um tapinha leve no ombro do motorista e começou a meter a mão também. Ele se esticou e começou a agarrar minha buceta, afastou minha calcinha fio dental e enfiou os dedos.

Muitas vezes eu tinha fantasiado estar assim com vários homens, ser usada por todos. Além disso, achava que se deixasse eles fazerem o que quisessem, iam me soltar. O carona ficava falando um monte de coisa: "Você é muito gostosa, menina!! Que pernão delicioso!! Já quero ver essa bunda grande!!" E eu só ficava mais e mais excitada, até que chegamos num loteamento que tava totalmente vazio, não tinha nem luz nem casas, e lá longe dava pra ver a cidade. Aí todos desceram, e eu também. Um deles falou: "Você pode escolher uma de duas: a gente vai pra delegacia e faz tudo conforme a lei, ou você pode passar um tempo gostoso aqui com a gente." Escolhi ficar com eles. Sabia o que eles queriam, mas eu também queria. Então o que parecia ser o chefe disse: "Você é uma menina muito safada e vulgar, parece que em casa nunca te deram palmada. Eu vou te dar." Aí perguntou pros outros quantas eu merecia. Decidiram 10. Então me colocaram debruçada na viatura, tiraram meu vestido e minha calcinha fio dental. Um tirou o cinto e começou a me bater na bunda com ele. Nádegas, cada açoite era lindo de ver pra eles, eu sentia minhas nádegas e pernas tremendo, eles achavam que tavam me castigando, mas eu tava adorando tanto, só que as cintadas eram tão fortes que na quarta eu já não aguentava mais o cu, queria passar a mão, tava doendo, e sem diminuir a força me deram os 10 açoites, minhas nádegas ficaram todas vermelhas, e eles encantados porque aguentei e puderam ver o espetáculo. Tava com a bunda bem empinada, apoiada na caminhonete, e o primeiro policial chegou, não avisou nem nada, só senti uma rola que entrou toda de uma vez e que gostosa!! Tava aquele dorzinha que eu amo e ao mesmo tempo tava sendo humilhada, primeiro quis entrar no papel de uma garota inocente que é abusada, e comecei a pedir piedade porque tava doendo muito, e aí o policial me disse “nem você acredita nisso, garota!! Se já tá bem puta usada!!” começou a pegar nas minhas tetas bem forte e a me dar umas metidas tão duras que genuinamente tava me fazendo gemer como uma puta, e diferente do fresquinho anterior, esse policial durou quase 20 minutos me comendo assim forte, dando tapas na minha bunda, e torcendo minhas tetas, e quando acabou, tirou a camisinha e me deu o gozo na cara, e aí comecei a chupar a rola desse mesmo policial pra limpar enquanto o segundo policial começou a me comer, a história se repetiu, uma puta trepada que ele tava me dando enquanto confirmava que eu tava bem usada, que era uma puta já usada, e quando ia gozar, tirou a camisinha e jogou tudo na minha bucetinha que já tava meio aberta. O terceiro policial tinha uma maior e mais grossa, e igual os outros dois meteu de uma vez, mas me mudou de posição, me carregou e me colocou contra a viatura, abracei ele com as pernas e ele beijava meu pescoço, esse policial chegava bem fundo, e meus gemidos ficavam mais fortes, comecei a falar pra ele “papai, buceta, que gostoso você me come, vai me partir, papai” mas ele também falou a mesma coisa, “como vou te partir se você já nem aperta, você é uma puta que Tá bom, sua puta usada" — todos esses insultos iam me excitando cada vez mais. Depois de mais uns 20 minutos, ele gozou dentro de mim. O policial não tinha usado camisinha, e com aquele par de bolas enormes que ele tinha, senti que me encheu com litros de porra. Nesse ponto, eu mal sentia minhas pernas; tinha gozado com cada policial e faltava só mais um. Esse último primeiro me pediu pra chupar o pau dele — foi um pequeno descanso pra minha bunda minúscula que estava escorrendo sêmen. Depois de uns 5 minutos, ele me algemou na viatura, naquele cano que tem atrás na caçamba. Eu levantei a bunda como uma boa puta, e ele ficou brincando comigo. Aí ele abriu minhas nádegas e começou a falar um monte de coisa: que eu tinha uma raba enorme e gostosa, que me comeria todo dia, e mais um monte de merda sobre meu cu. Mas ele decidiu enfiar um dedo no meu ânus, cuspiu e meteu sem hesitar. Aí ele disse: "Bem idiotas vocês, é o cu que é novo!!" Todos ficaram surpresos, porque por razões óbvias não tinham me comido por ali. Mas quando ele tirou o dedo e viu limpo, não pensou duas vezes: começou a chupar meu cu gostoso, tentava enfiar a língua mas não conseguia — meu cuzinho era virgem e pequeno, muito pequeno. Ele encaixou o pau já babado e começou a empurrar. Que dorzinha gostosa quando foi entrando. Ele disse pros outros que realmente tava novo, e sabendo que tava doendo e que ele tava me tirando a virgindade, começou a me comer bem forte. Eu não podia me defender, tava algemada pedindo piedade, mas o pau dele continuava rasgando meu cu. O filho da puta me fez chorar de tão gostoso e dolorido que era. Depois de 10 minutos, ele soltou o sêmen dentro de mim. Quando tirou, doeu tanto, e eu senti a porra escorrendo, mas não consegui nem respirar quando outro dos que já tinham me comido me pegou de novo, dessa vez pelo cu. Forte desde o começo, me fazia gritar e arrancava minhas lágrimas. Foram mais 10 minutos de dor. Quando ele gozou também dentro de mim, os últimos dois policiais — o primeiro que me comeu e o do pau grande — brigavam pra ver quem... quem me comia antes, ouvi quando um disse pro outro, "o cu ainda aperta, deixa comigo que você vai deixar bem aberta", e o da pica grande aceitou, ele ia por último. O outro policial ficou atrás de mim, e parecia que eles gostavam de ver como eu sofria, porque também meteu com força, mas o melhor foi no final, quando chegou a vez do pica grande, foi assim que eu chamei ele kkkk aquela coisa doeu pra caralho, me fez gemer do começo ao fim, mesmo que meu cu já tinha levado 3 picas antes, a dele me abria, meu cu tava a ponto de rasgar o tempo todo, realmente me fazia tremer aquela pica, cada estocada sacudia minha bunda e minhas pernas, era a primeira vez que alguém me fazia sentir assim, sentir que tinha me superado, tava muito além do que eu aguentava, quando ele me agarrou pelos peitos e apertou com toda força, eu pedi pra parar de verdade, puxava eles pra meter com força e eu sentia que ia arrancar, depois de uns eternos 20 minutos, ele soltou o leite dentro de mim, minhas pernas mal me seguravam em pé e quando ele começou a tirar a pica enorme do meu cu, eu não aguentei mais e minhas pernas cederam, assim que a pica saiu eu caí, não entendia como aquela pica me deixou sem força nas pernas, ainda tava algemada então não fui até o chão, mas assim mais tranquila comecei a sentir minha buceta doendo, meus peitos também, e meu furinho que até pouco tempo era pequeno ardia e jorrava leite aos borbotões, mas... eu ainda queria mais. Tava adorando esse momento, muitas vezes fantasiei com algo assim, e apesar da dor na minha xereca e no cu, de ter gozado umas 5 vezes, e do cansaço, realmente queria mais, quando tiraram as algemas propus outra rodada, todos estavam cansados, o único que disse sim foi quem tirou minha virgindade do cu, de frente pra mim, levantou uma perna e me comeu mais pela minha buceta que escorria leite, tava aproveitando pra caralho. Dava pra ouvir os outros policiais conversando, "não Caralho, que rabão ela tem, sim! Desde que vi ela, já queria macetar ela, e esse filho da puta foi comedor demais. Tem puta que não aguenta a minha pica, e essa mina engoliu tudo. E assim os policiais ficaram duros de novo, e enquanto me comiam na minha bucetinha, chegou outro policial por trás e enfiou o pau no meu cu dolorido e começou a me comer com força. "Ah, que gostoso! Mete assim! Mete forte!" eu pedia, de tão gostoso que era. E dali em diante, perdi a conta de quantas vezes me comeram. Não era mais um por um, era todo mundo ao mesmo tempo. Eu chupava paus, eles mordiam meus peitos, me davam tapas, recebia paus nos dois buracos ao mesmo tempo. Só reconhecia o pau grande, que me comeu umas duas vezes. Fora ele, só sentia paus entrando e saindo de mim com muita força. Teve uma hora que recebi três paus de uma vez: o pau grande na minha buceta e mais dois no meu cuzinho, enquanto chupava outro pau. Foram horas disso, sendo usada e abusada. Adorei! Quando tudo acabou, subimos todos na viatura e lá eu ofereci a maconha pra eles. Ficamos bolando um baseado e, como eu ainda estava nua, o par de trás chupava meus peitos, mordia com força enquanto eu conversava com os da frente. Contei pra eles o que aconteceu naquela noite e que, graças a eles, uma experiência ruim virou uma noite incrível. Antes de ir embora, pediram umas fotos, porque diziam que minha bunda era a melhor que já tinham visto e que amaram. E, fora da viatura, apontando a câmera pra não mostrar nada deles, fizeram uma sessão de fotos comigo, que com certeza vão usar pra bater uma punheta. Depois, me levaram pro motel e minha amiga estava lá fora com cara de preocupação. Antes de descer, perguntei se alguém queria ajudar com o aluguel do quarto. Eles se olharam e todos concordaram que eu merecia ganhar. Juntaram uns 3 mil pesos. Eu, com carinha de menina boazinha, me despedi dando beijinho em todos e deixei meu número anotado. Desci, arrumei meu vestido, com a Fio dental na minha bolsa, andei sentindo o sêmen escorrendo pelas minhas pernas. Era umas 7 da manhã e no quarto que a gente alugou, expliquei tudo pra minha amiga, mostrei minha bunda vermelha e ela amou, meus peitos com marcas de dentes e ela se apaixonou por eles, minha bucetinha e meu cu de onde ainda saíam litros de porra e ela ficou encantada, ela é uma doida igual a mim, e começou a lamber e chupar minha buceta e meu cu, limpou todo o sêmen que saía. E essa foi a história de quando fui comida por 4 policiais. Depois disso, não demorou muito até eu receber a primeira mensagem de um deles, era o pauzão, queria me ver pra transar, depois dessa experiência tão gostosa com os vinte e tantos centímetros dele, eu disse que sim, e num quarto do mesmo motel onde ele me parou na primeira vez, ele me fez dele. Com os outros policiais eu transei umas duas vezes, mas foi com o pauzão que eu criei uma boa amizade hehe e amigos com benefícios, até hoje, 4 anos depois, ainda vejo ele e ele me dá as melhores fodas de todas.

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