Com minha filha gostosa

~INCESTO~ Oi, sou o H., tenho 47 anos e vou compartilhar algo que vivi no último ano com minha filha. Tudo começou há um ano, ela tinha 19. Eu me separei da minha esposa e fui morar numa casa meio velha que tinha sido dividida em dois apartamentos, um deles ainda inacabado. É aí que tudo começa. Minha ex-esposa tinha arrumado um trabalho nos fins de semana como assistente geriátrica e me pediu se eu podia ficar com ela, o que aceitei sem problema nenhum. Ela trouxe a menina de manhã cedo e foi embora. Fomos na praça, fizemos umas compras, depois voltamos. Na hora de dormir, enquanto eu arrumava um sofá pra deitar: Ela: O que você vai fazer? Eu: Me preparando pra dormir. Ela: Não!! Não quero dormir sozinha... fica comigo, esse quarto é tenebroso. Eu: Ha ha, OK, só por hoje. Ela me deu um abraço e foi se trocar no banheiro. Minutos depois, entra no quarto com uma camiseta branca que tava bem justinha nela e um shortinho branco do conjunto de pijama que, ao contrário da camiseta, tava folgado. Eu: Esse short já tá pequeno pra você. Ela: Sim, mas amo meu pijama. Deitamos pra ver TV e dormimos rapidinho. Na manhã seguinte, enquanto eu tomava café, ela chegou com o cabelo todo bagunçado e eu não consegui evitar reparar num detalhe que não tinha notado à noite... Ela não tava de sutiã!! Os biquinhos durinhos...!! Marcados perfeitamente pela camiseta apertada. Ela passou, me deu um beijo no rosto e foi fazer um chá pra mim, e eu não conseguia evitar de olhar ela ali parada, a rabetinha bem redondinha... A Paula é muito bonita de rosto, cabelo castanho escuro meio ondulado, pele branca, olhos castanhos claros, 1,65m, uns 40kg mais ou menos. Ela é bem magrinha, pernas longas, os peitos são tipo dois limõezinhos e uma bunda bem redonda. Terminei de tomar café e ela foi tomar um banho, saindo com um shortinho de cintura alta bem curtinho, que ficava pouco abaixo da dobra da bunda dela, uma camiseta acima do umbigo e o cabelo molhado. Quando vi ela se penteando, dava pra notar a mulherzinha que ela tava se tornando. O dia passou muito rápido entre... Alguns passeios depois, me deitei e, entrando com o mesmo pijama, fui pra cama. A gente viu TV um pouco e se ajeitou pra dormir, com ela de costas pra mim. De repente, ela pegou minha mão e fez eu abraçar ela, enquanto se encostava em mim, ficando de conchinha. Eu não consegui evitar: de repente, tive uma ereção. Envergonhado, me afastei, e ela se encostou mais em mim (era impossível ela não sentir, porque tava bem dura, com um calibre de 16cm por 4cm, levemente curvada pra cima, com a cabeça um pouco mais grossa que o tronco). Fiquei parado, quase sem respirar, até a gente dormir. Na manhã seguinte, acordei como sempre, com uma ereção. Levantei e fui pro banheiro, e quase saindo, notei que ela tinha se descoberto. Aproximei pra cobrir ela com o lençol, mas parei pra observar... Ela tava deitada de bruços, com as pernas meio abertas, e a folga da manga da calça dela deixava ver só a cor da roupa íntima. De repente, ela se mexeu, ficou de bruços, mas com as pernas formando um 4 na cama, fazendo a calça entrar um pouco na bundinha dela. Cobri ela rapidamente e fui pro banheiro, e bati uma punheta!!! Não acreditava no que tinha acabado de fazer, não entendia por que tinha ficado tão excitado assim... Depois de tomar banho, chamei ela pra deixar ela no caminho antes do trabalho. No fim de semana seguinte, a mesma coisa: ela chegou em casa, a gente passou um dia gostoso, e à noite dormimos juntos. Quando acordamos quase ao mesmo tempo, ela me abraçou e colocou a perna dela sobre minha pélvis. Um segundo depois, a gente se descobriu. Ela: "Papai, por que você tá duro aí?" Eu: "Acontece com a gente, homem, quase sempre de manhã, é algo biológico." Levantei, e ela ficou olhando minha virilha até eu sair do quarto, meio envergonhado. Depois do café, sentei no sofá pra mexer no celular, e quando ela terminou de lavar a xícara dela, se aproximou e sentou no meu colo. Ela: "O que cê tá fazendo?" Eu: "Nada, vendo uns vídeos." Ela: "Posso ver com você?" Eu: "Por que você não troca de roupa? Ela: agora vou tomar banho. Vimos uns vídeos, eu não conseguindo evitar outra ereção e ela, sabendo que eu tava duro, me olhava meio sorrindo, com vontade de falar alguma coisa. Até que ela foi tomar banho. Quando voltou, ligou a TV e sentou no meu colo.
Eu: você não tá grande demais pra ficar sentada no meu colo?
Ela: nãoo, ainda sou pequenininha..!!
Se ajeitando bem entre minhas pernas, vendo TV, enquanto eu admirava suas costas, sua cintura, me excitando muito.
Ela: papai, tá durão aqui...
E... rebolando com a bunda, se acomodou direitinho bem no centro. Eu segurei sua cintura, tentando afastar ela.
Eu: deixa eu ver, você faz errado.
E com minhas mãos na cintura dela, ela se levantou e, com a bunda bem pra trás, sentou de novo (por um segundo, perdi a cabeça).
Ela: assim tá bom?
Ficamos um bom tempo assim, onde acariciei as duas pernas dela, pelos lados de fora. Depois, saí pra comprar comida, cheguei todo encharcado pela chuva, larguei as coisas e fui me trocar. Enquanto fazia isso, ela entrou e me encontrou pelado. Os olhos dela grudaram rapidinho no meu pau e não saíram mais.
Eu: você não sabe bater na porta.
Ela: desculpa, trouxe sua toalha. Deixei numa cadeira perto da porta e foi embora. Enquanto preparava a comida, ela ficava andando em volta, como se quisesse me falar algo ou me perguntar, sei lá, mas tava claramente estranha. Almoçamos e nos acomodamos pra ver TV no sofá, quando de repente, por causa da tempestade, a luz caiu.
Eu: uuuh, que azar, porra, bem na melhor parte da luta (era uma de espartanos).
Ela: então vamos lutar. Montou em mim e começamos a nos fazer cócegas. Entre uma brincadeira e outra, ela pega minhas mãos e tenta me morder, conseguindo morder meu ombro várias vezes. E eu tento morder ela, primeiro o braço, e na luta, acabo mordendo um pouco acima do peito dela.
Ela: aaaauuh, doeu!
Brincamos um tempo assim. Até que a luz voltou.
Eu: pronto, a luta acabou, ganhei, ha ha.
Ela: nonoo.
Continuamos nos fazendo cócegas.
Ela: bastaaa!! Olha como meu coração tá... Pegando uma das minhas mãos. colocando a mão sobre o peito esquerdo dela (realmente batia tão forte quanto o meu ao sentir o peito dela)
Eu: é verdade sim

Ficamos alguns segundos assim nos olhando, ela montada em mim e minha mão no peito dela, que eu retirei devagar deixando um carinho.

De noite, ao deitar de conchinha, ela colocou uma das minhas mãos como se quisesse que eu abraçasse ela, deixando a palma da minha mão no peito dela e, bem sutilmente, comecei a massagear o seio dela por cima da camiseta, encontrando rápido o mamilo dela já que, mais uma vez, ela não tava de sutiã. Vendo que ela não falava nada, já com intenção clara, comecei a massagear o mamilo dela com os dedos. Ela se encostou bem em mim, e eu aproveitei que tava de shorts de futebol e tirei ele fácil, ficando só de cueca. Sentia perfeitamente a rachadura da bunda dela. Ficamos assim até dormir.

De manhã, quando acordamos quase juntos, ela meio que se deitou no meu peito enquanto eu olhava o celular, e senti a mão dela descer pra me abraçar, roçando os dedos na minha perna e tocando de leve meu volume. Quase na hora de me abraçar, ela puxou o lençol, nos descobrindo até um pouco abaixo dos joelhos. Ela se endireitou de leve, olhou pro meu volume e depois virou pra mim:

Ela: por que tá assim?
Eu: já te expliquei, acontece com a gente de manhã
Ela: ontem à noite não era de manhã... Tá doendo?
Eu: um pouquinho

Enquanto isso, com as mãos, marquei sutilmente a grossura dele (pelo espelho, vi como ela ficou de boca aberta, até surpresa). Ela me olhou:

Ela: posso ver?
Eu: não, já vai chegar a hora, você é muito novinha
Ela: mas você é meu pai... me mostra, não conto pra ninguém
Eu: jura?
Ela: sim, sim

Acariciei ele devagar por cima, marcando a forma e a grossura, e lentamente abaixei minha cueca até quase a metade da perna. Pelo reflexo do espelho, vi os olhos grandes dela e a boca aberta, sem acreditar no que tava vendo. Peguei ele, deixei bem ereto e balancei de leve, pra depois descobrir a cabeça por completo e dar umas sacudidelas.

Eu: quer tocar?
Ela: siiiim
Eu: pega ele

E soltei. Ela me olhou e desviou o olhar de novo pro meu pau (por sorte tinha o espelho que não me deixava perder nenhum detalhe) pegou ele com cuidado, só com dois dedos, bem pela base, deixando ele ereto e passando os dedos da base até a ponta, quase de boca aberta de admiração. Me olhou e, quando colocou o olhar de novo no meu pau, pegou ele com a mão toda, de onde sobrava um bom pedaço de pau e a cabeça inteira. Ela: "tá quentinho e durinho kkk e tá todo depilado kkkk" Eu: "viu?" Peguei a mão dela e, guiando, ela começou a me masturbar bem devagar, enquanto de vez em quando olhava minha reação. Num momento, ela parou e, pelo reflexo, notei que eu tava olhando ela. Ela virou pra mim e, com o olhar nos meus olhos, deu uma lambidinha curta na cabeça e depois dois chupões (me deixando totalmente impactado). Ela: "não é tão feio" Eu: "o quê?" Ela: "é que minha amiga me disse que chupou o pau do namorado e não gostou" Eu: "aahh!!!" Sorrindo, ela colocou de novo na boca, dando uns chupões bons que, mesmo raspando com os dentes, a inexperiência dela era muito satisfatória. Eu: "um pouco mais, minha princesa" Ela: "gglluukkc gglluukkc gglluukkc ggguuuuaaagggjjj!!!!" Dando uma ânsia enorme, os olhos dela cheios de lágrimas e alguns fios de saliva ligando a cabeça do meu pau aos lábios lindos dela. Ela: "não cabe" Eu: "faz devagar... tenta fazer com a língua pra fora" Ela: "assiiiim???" E, colocando a língua bem pra fora, enfiou quase todo o meu pau na boca, repetindo várias vezes, e depois continuou mamando. Ela: "gglluukkc gglluukkc ggguuuuaaagggjjj gglluukkc gglluukkc ggguuuuaaagggjjj gglluukkc gglluukkc gglluukkc ggguuuuaaagggjjj!!!" Por uns momentos, ela quase se engasgava. Deitei ela de barriga pra baixo entre minhas pernas e ela começou a me masturbar bem rápido. Eu: "aahh princesa!! Aaahh!!! Vou gozar aahahahahhh!!!! Aaaauuh!!! Aahahahahhh sim!!! Aaahh" Dando um grito de susto, soltou na hora que saiu o primeiro jato e pegou com as duas mãos, vendo sair mais alguns jatos e as últimas gotas escorrendo pelo meu pau até cair na mão dela. Ela: aahahay!!! jajaja você manda muito!! Jaja (quase com uma expressão de felicidade) Apertando meu pau bem forte, espremeu as últimas gotas, olhando com atenção sair, depois olhou pra mão grudenta enquanto tateava a consistência do meu gozo... Se limpou na minha bermuda e deitou no meu peito Ela: uau, como teu coração bate, papai... Eu: sim, eu sei... O que achou? Ela: sei lá, estranho... Não pensei que ia ter coragem, mas você é meu pai, é tão bom, acho... Ainda tá duro? Eu: siim, já vai acalmar Ficamos assim uns segundos até levantar, passamos o dia trancados por causa da tempestade, não podia ser maior minha sorte depois do que tinha acontecido, tinha que fazer de tudo pra que se repetisse. Lá pelas 8 da noite, enquanto tomava um café na cozinha, ela chega, me abraça, ficamos assim um bom tempo e, não me perguntem como, mas começamos a nos beijar e, já bem colados, as carícias não demoraram a chegar. Pra deixar ela excitada, começo acariciando a bunda dela enquanto beijava o pescoço, chegando nos peitos, montei ela na mesa e, soltando o sutiã, levantando a camiseta, consegui tirar tudo de uma vez, deixando livres os peitos pequenos dela, tipo dois limões. O marrom dos bicos fazia um contraste perfeito com a pele dela, comecei a beijar e lamber um por um enquanto acariciava e massageava o outro peito... A respiração ofegante dela e o prazer eram música pros meus ouvidos... Num momento, ela se afasta, desce da mesa e toca no meu volume enquanto mordia os lábios, tenta enfiar a mão na minha calça. Eu parei e, beijando o peito dela, desci até a barriga enquanto soltava e tirava a calça dela, deixando ela de calcinha, que eu puxei pro lado, revelando os lábios vaginais pequenos, mas gordinhos, mal abertos e levemente cobertos de pelos pubianos... Ela olhava atenta e, olhando nos olhos dela, dei uma lambida funda, fazendo ela soltar um enorme uuuaahhhh!!! Mm mm! !! Enquanto inclinava a cabeça pra trás, levantei uma das pernas dela numa cadeira e comecei a lamber bem devagar enquanto ouvia como ela gozava cada vez mais e depois de vários minutos minha boca é inundada pelos sucos dela Ela: aahhahahhh!!! Ahhaaaaahhaahhhahah!!! Mmmmnn!!! Aahhahahhh! !!! Devagar me afastei, ela abaixou a perna e com as mãos começou a me beijar descontroladamente. Quando terminei de me levantar, ela enfiou a mão na minha calça e começou a me masturbar sem tirar (tava muito gostosa, senti). Peguei com as duas mãos nas laterais da calcinha de adolescente dela e devagar fui enfiando entre as nádegas dela, deixando bem metida (a cara dela mostrou que gostou pelo jeito que me olhou e mordeu o lábio inferior). Eu: chupa pra mim, princesa. Abaixando um pouco, ela puxou meu pau e começou a chupar com muita força. Eu: aahh!! Sss! !calma, vai devagar. Ela sentou na cadeira, eu tirei a cueca toda e sentei na beirada da mesa, vendo perfeitamente como ela mamava. Ela: gglluukkc gglluukkc gglluukkc ggguuuuaaagggjjj gglluukkc . ggguuuuaaagggjjj gglluukkc ggguuuuaaagggjjj gglluukkc gglluukkc gglluukkc gglluukkc ggguuuuaaagggjjj Eu tava muito excitado, mal tinham passado uns 5 minutos que ela tava me chupando, ela tirou da boca e gozei no peito dela (uma quantidade enorme). Ela recebeu meu leite com muito prazer enquanto juntava os peitinhos dela até a última gota. Me olhou nos olhos enquanto espalhava meu gozo nos peitos dela, nos beijamos e ela foi tomar banho. Consegui ver como ela se afastava devagar com a calcinha bem enfiada na bunda dela até desaparecer completamente, me deixando pensando na loucura que eu tava fazendo e na puta que ela era, e isso me excitava muito... Depois jantamos e sem nada acontecer dormimos, porque no outro dia eu tinha que ir trabalhar e ela pra casa dela. Espero que tenham gostado tanto quanto eu de compartilhar com vocês uma experiência diferente que nunca achei que realizaria, e menos ainda com quem jamais imaginei. Foi a única vez, pensei bem e não era o certo, esse vai ser nosso segredo.Com minha filha gostosa

3 comentários - Com minha filha gostosa

Te felicito muy buen relato, que hermoso deseo poder coger a la hija