~INCESTO~ Oi, sou o H., tenho 47 anos e vou compartilhar algo que vivi no último ano com minha filha. Tudo começou há um ano, ela tinha 19. Eu me separei da minha esposa e fui morar numa casa meio velha que tinha sido dividida em dois apartamentos, um deles inacabado. É aí que tudo começa. Minha ex-esposa tinha arrumado um trabalho nos fins de semana como assistente geriátrica e me pediu se eu podia ficar com ela, o que aceitei sem problema nenhum. Ela trouxe a minha filha de manhã cedo e foi embora. Fomos na praça, fizemos umas compras, depois voltamos. Na hora de dormir, enquanto eu arrumava um sofá pra deitar: Ela: O que você vai fazer? Eu: Me preparando pra dormir. Ela: Não!! Não quero dormir sozinha... fica comigo, esse quarto é assustador. Eu: Ha ha, OK, só por hoje. Ela me deu um abraço e foi se trocar no banheiro. Minutos depois, entrou no quarto com uma camiseta branca que tava bem justinha e um shortinho branco do conjunto de pijama que, ao contrário da camiseta, tava folgado. Eu: Esse short já tá pequeno pra você. Ela: Sim, mas amo meu pijama. Deitamos pra ver TV e dormimos rapidinho. Na manhã seguinte, enquanto eu tomava café, ela chegou com o cabelo todo bagunçado e eu não consegui evitar reparar num detalhe que não tinha notado à noite... Ela não tava de sutiã!! Os biquinhos durinhos...!! Marcados perfeitamente pela camiseta apertada. Passou por mim, me deu um beijo na bochecha e foi fazer um chá pra mim, e eu não consegui evitar de olhar ela ali parada, a bunda bem redondinha... Paula é muito bonita de rosto, cabelo castanho escuro meio ondulado, pele branca, olhos castanhos claros, 1,65m, uns 40kg. Ela é bem magrinha, pernas longas, os peitos são tipo dois limõezinhos e uma bunda bem redonda. Terminei de tomar café e ela foi tomar um banho, saindo com um shortinho de cintura alta bem curto, que ficava pouco abaixo da dobra da bunda, uma camiseta acima do umbigo e o cabelo molhado. Quando vi ela se penteando, dava pra notar a mulherzinha que ela tava se tornando. O dia passou muito rápido entre... Alguns passeios depois, me deitei e, entrando com aquele mesmo pijama, fui pra cama. A gente viu TV um pouco e se ajeitou pra dormir, com ela de costas pra mim. De repente, ela pegou minha mão e fez eu abraçá-la, enquanto se encostava em mim, ficando de conchinha. Eu não consegui evitar: de repente, fiquei de pau duro. Envergonhado, me afastei, e ela se encostou mais em mim (era impossível ela não sentir, já que tava bem duro, com um calibre de 16cm por 4cm, levemente curvado pra cima, com a cabeça um pouco mais grossa que o tronco). Fiquei parado, quase sem respirar, até a gente dormir. Na manhã seguinte, acordei como de costume, de pau duro. Levantei e fui pro banheiro, e quase saindo, notei que ela tinha se descoberto. Me aproximei pra cobri-la com o lençol, mas parei pra observar ela... deitada de bruços, com as pernas meio abertas, e a folga da perna da calça dela deixava ver só a cor da roupa íntima. De repente, ela se mexeu, ficou de bruços, mas com as pernas formando um quatro na cama, fazendo a calça entrar um pouco na rachinha dela. Cobri ela rapidinho e fui pro banheiro, onde bati uma punheta!!! Não acreditava no que tinha acabado de fazer, não entendia por que tinha ficado tão excitado assim... Depois de tomar banho, chamei ela pra deixar no caminho antes do trabalho. No fim de semana seguinte, a mesma coisa: ela chegou em casa, a gente passou um dia gostoso, e à noite dormimos juntos. Quando acordamos quase ao mesmo tempo, ela me abraçou e colocou a perna dela sobre minha pélvis. Um segundo depois, a gente se descobriu. Ela: "Papai, por que você tá duro aí?" Eu: "Acontece com a gente, homem, quase sempre de manhã, é algo biológico." Levantei, e ela ficou olhando pra minha virilha até eu sair do quarto, meio envergonhado. Depois do café, sentei no sofá pra mexer no celular, e quando ela terminou de lavar a xícara, veio e sentou no meu colo. Ela: "O que cê tá fazendo?" Eu: "Nada, vendo uns vídeos." Ela: "Posso ver com você?" Eu: "Por que você não troca de roupa? Ela: agora vou tomar banho. Vimos uns vídeos, eu não conseguindo evitar outra ereção e ela, sabendo que eu tava duro, me olhava meio sorrindo, com vontade de falar alguma coisa. Até que ela foi tomar banho. Quando voltou, ligou a TV e sentou no meu colo.
Eu: cê não tá grande demais pra ficar sentada no meu colo?
Ela: nãoo, ainda sou pequenininha..!!
Se ajeitando bem entre minhas pernas, vendo TV. Eu, por outro lado, contemplava as costas dela, a cintura, me excitando muito.
Ela: papai, tá durão aqui..
E... rebolando com a bunda, ela se ajeitou perfeitinho bem no centro. Eu segurei a cintura dela, querendo tirar ela dali.
Eu: deixa eu ver, cê faz errado.
E com minhas mãos na cintura dela, ela se levantou e, com a bunda bem pra trás, sentou de novo (por um segundo, perdi a cabeça).
Ela: assim tá bom?
Ficamos um tempão assim, onde acariciei as duas pernas dela pelos lados de fora. Depois, saí pra comprar comida, cheguei todo encharcado pela chuva. Deixei as coisas e fui me trocar. Enquanto fazia isso, ela entrou e me encontrou pelado. Os olhos dela pousaram rapidinho no meu pau e não tiraram mais dali.
Eu: cê não sabe bater na porta.
Ela: desculpa, trouxe a toalha. Deixei numa cadeira perto da porta e foi embora. Enquanto preparava a comida, ela ficava dando voltas no meio, como se quisesse me dizer algo ou me perguntar, sei lá, mas dava pra ver que tava estranha. Almoçamos e nos acomodamos pra ver TV no sofá, quando de repente, por causa da tempestade, a luz caiu.
Eu: uuuh, que azar do caralho, bem na melhor parte da luta (era uma de espartanos).
Ela: e então, vamos lutar. Montou em mim e começamos a nos fazer cócegas. Entre uma brincadeira e outra, ela pega minhas mãos e tenta me morder, conseguindo morder meu ombro várias vezes. E eu tento morder ela, primeiro o braço dela, e na luta, acabo mordendo um pouco acima do peito dela.
Ela: aaaauuh, doeu!
Brincamos um tempinho assim. Até que a luz voltou.
Eu: pronto, acabou a luta, ganhei ha ha.
Ela: nonoo. Continuamos nos fazendo cócegas.
Ela: bastaaa!! Olha como tá meu coração... Pegando uma das minhas mãos. colocando a mão sobre o peito esquerdo dela (tava batendo forte igual o meu quando senti o peito dela) Eu: é verdade mesmo. A gente ficou uns segundos assim se olhando, ela montada em mim e minha mão no peito dela, que eu retirei devagar deixando um carinho. De noite, na hora de deitar, de conchinha, ela colocou uma das minhas mãos como querendo que eu abraçasse ela, deixando a palma da minha mão no peito dela e, bem sutilmente, comecei a massagear o seio dela por cima da camiseta, achando rápido o mamilo porque, de novo, ela não tava de sutiã. Vendo que ela não falava nada, já com intenção clara, comecei a massagear o bico do peito dela com os dedos. Ela se encostou bem em mim, e eu aproveitei que tava de shorts de futebol e tirei ele fácil, fiquei só de cueca, sentindo perfeitamente a racha da bunda dela. A gente ficou assim até dormir. De manhã, quando acordamos quase juntos, ela meio que se deitou no meu peito enquanto eu olhava o celular, e senti a mão dela descendo pra me abraçar, roçando os dedos na minha perna e tocando de leve o meu volume. Quase na hora de me abraçar, ela puxou o lençol, descobrindo a gente até um pouco abaixo dos joelhos. Ela se endireitou de leve, olhou pro meu volume e depois virou pra mim. Ela: por que tá assim? Eu: já te expliquei, acontece com a gente de manhã. Ela: ontem à noite não era de manhã... Tá doendo? Eu: um pouquinho. Enquanto isso, com as mãos, marquei sutilmente a grossura dele (pelo espelho, vi como ela ficou de boca aberta, até surpresa). Ela me olhou. Ela: posso ver? Eu: não, vai ter hora, você é muito novinha. Ela: mas você é meu pai... me mostra, não conto pra ninguém. Eu: jura? Ela: sim, sim. Acariciei ele de leve por cima, marcando a forma e a grossura, e devagar fui abaixando a cueca até quase o meio da perna. Pelo reflexo do espelho, vi os olhos grandes dela e a boca aberta, sem acreditar no que tava vendo. Peguei ele, deixei bem ereto e balancei de leve, pra depois descobrir a cabeça por completo e dar umas sacudidas pequenas. Eu: quer tocar? Ela: siiiim. Eu: pega ele. E soltei. Ela me olhou e desviou o olhar de novo pro meu pau (por sorte tinha o espelho que não me deixava perder nenhum detalhe) pegou ele com cuidado, só com dois dedos, bem pela base, deixando ele ereto e passando os dedos da base até a ponta, quase de boca aberta de admiração. Me olhou e, quando colocou o olhar de novo no meu pau, pegou ele com a mão toda, de onde sobrava um bom pedaço de pau e a cabeça inteira. Ela: "tá quentinho e durinho kkk e tá todo raspado kkkk" Eu: "viu?" Peguei a mão dela e, guiando, ela começou a me masturbar bem devagar, enquanto de vez em quando olhava minha reação. Num momento, ela parou e, pelo reflexo, notei que eu tava olhando ela. Ela virou pra mim e, com o olhar nos meus olhos, deu uma lambidinha curta na cabeça e depois dois chupões (me deixando totalmente chocado). Ela: "não é tão feio assim" Eu: "o quê?" Ela: "é que minha amiga me disse que chupou o pau do namorado e não gostou" Eu: "aahh!!!" Sorrindo, ela colocou de novo na boca, dando uns chupões gostosos que, mesmo raspando com os dentes, a inexperiência dela era muito satisfatória. Eu: "um pouco mais, minha princesa" Ela: "gglluukkc gglluukkc gglluukkc ggguuuuaaagggjjj!!!!" Dando uma ânsia enorme, os olhos dela cheios de lágrimas e alguns fios de saliva ligando a cabeça do meu pau aos lábios lindos dela. Ela: "não cabe" Eu: "faz devagar... tenta fazer com a língua pra fora" Ela: "assiiiim????" E, colocando a língua bem pra fora, enfiou quase todo o meu pau na boca, repetindo várias vezes, e depois continuou mamando. Ela: "gglluukkc gglluukkc ggguuuuaaagggjjj gglluukkc gglluukkc ggguuuuaaagggjjj gglluukkc gglluukkc gglluukkc ggguuuuaaagggjjj!!!" Por uns momentos, ela quase se engasgava. Deitei ela de barriga pra baixo entre minhas pernas e ela começou a me masturbar bem rápido. Eu: "aahh, princesa!! Aaahh!!! Vou gozar aahahahahhh!!!! Aaaauuh!!! Aahahahahhh sim!!! Aaahh" Dando um grito de susto, ela soltou na hora que saiu o primeiro jato e pegou com as duas mãos, vendo sair mais alguns jatos e as últimas gotas escorrendo pelo meu pau até cair na mão dela. Ela: "... aahahay!!! jajaja sai muito bem!! Jaja (quase com uma expressão de felicidade) Apertando meu pau bem forte, espremeu as últimas gotas, olhando com atenção sair, depois olhou pra mão grudenta enquanto tateava a consistência do meu gozo... Se limpou no meu short e deitou no meu peito Ela: uau, como teu coração bate, papai... Eu: sim, eu sei... O que achou? Ela: não sei, estranho... Não achei que ia ter coragem, mas você é meu pai, é tão bom, acho... Ainda tá duro? Eu: sim, já vai acalmar Ficamos assim uns segundos até levantar, passamos o dia trancados por causa da tempestade, não podia ser maior minha sorte depois do que tinha acontecido, tinha que fazer de tudo pra se repetir. Lá pelas 8 da noite, enquanto tomava um café na cozinha, ela chega, me abraça, ficamos assim um tempão e não me perguntem como, mas começamos a nos beijar e, já bem colados, as carícias não demoraram a chegar. Pra excitá-la, começo acariciando as bundas dela enquanto beijava seu pescoço, chegando nos peitos, montei ela na mesa e, soltando o sutiã, levantando a camiseta, consegui tirar tudo junto, deixando livres os peitos pequenos dela como dois limões, o marrom dos mamilos fazendo um contraste perfeito com a pele. Comecei a beijar e lamber um por um enquanto acariciava e massageava o outro peito... A respiração ofegante dela e o prazer eram música pros meus ouvidos... Num momento, ela me afasta, desce da mesa e toca no meu volume enquanto mordia os lábios, tenta enfiar a mão na minha calça, eu parei e, beijando o peito dela, desci até a barriga enquanto soltava e tirava a calça dela, deixando ela de calcinha, que eu afastei pro lado, descobrindo os lábios vaginais pequenos mas gordinhos, mal abertos e levemente cobertos de pelos pubianos... Ela olhava atenta e, olhando nos olhos dela, dei uma lambida funda, fazendo ela soltar um enorme uuuaahhhh!!! Mm mm! !! Enquanto inclinava a cabeça pra trás, levantei uma das pernas dela numa cadeira e comecei a lamber bem devagar enquanto ouvia como ela gozava cada vez mais e, depois de vários minutos, minha boca foi inundada pelos sucos dela. Ela: aahhahahhh!!! Ahhaaaaahhaahhhahah!!! Mmmmnn!!! Aahhahahhh!!! Lentamente me afastei, ela abaixou a perna e, com as mãos, começou a me beijar descontroladamente. Quando terminei de me levantar, ela enfiou a mão na minha calça e começou a me masturbar sem tirá-la (senti ela muito quente). Peguei com as duas mãos nas laterais da calcinha de adolescente dela e, devagar, fui enfiando entre as nádegas dela, deixando bem metida (a cara dela mostrou que gostou, pelo jeito que me olhou e mordeu o lábio inferior). Eu: chupa, princesa. Abaixando um pouco, ela tirou meu pau e começou a chupar com muita força. Eu: aahh!! Sss! Calma, faz devagar. Ela sentou na cadeira, eu tirei a cueca por completo e, sentado na beirada da mesa, via perfeitamente como ela mamava. Ela: gglluukkc gglluukkc gglluukkc ggguuuuaaagggjjj gglluukkc... ggguuuuaaagggjjj gglluukkc ggguuuuaaagggjjj gglluukkc gglluukkc gglluukkc gglluukkc ggguuuuaaagggjjj. Eu tava muito excitado, mal tinham passado uns 5 minutos que ela tava me chupando, ela tirou da boca e gozei no peito dela (uma quantidade enorme). Ela recebeu meu gozo com muito prazer, enquanto juntava os peitinhos dela até a última gota. Me olhou nos olhos enquanto espalhava meu gozo nos peitos dela, nos beijamos e ela foi tomar banho. Pude observar como ela se afastava devagar com a calcinha bem enfiada na bunda dela até desaparecer completamente, me deixando pensando na loucura que eu tava fazendo e o quão puta ela era, e isso me excitava muito... Depois jantamos e, sem nada acontecer, dormimos, porque no dia seguinte eu tinha que ir trabalhar e ela pra casa dela. Espero que tenham gostado tanto quanto eu de compartilhar com vocês uma experiência diferente que nunca achei que realizaria, e menos ainda com quem jamais imaginei. Foi a única vez, pensei bem e não era o certo. Esse vai ser nosso segredo.
Eu: cê não tá grande demais pra ficar sentada no meu colo?
Ela: nãoo, ainda sou pequenininha..!!
Se ajeitando bem entre minhas pernas, vendo TV. Eu, por outro lado, contemplava as costas dela, a cintura, me excitando muito.
Ela: papai, tá durão aqui..
E... rebolando com a bunda, ela se ajeitou perfeitinho bem no centro. Eu segurei a cintura dela, querendo tirar ela dali.
Eu: deixa eu ver, cê faz errado.
E com minhas mãos na cintura dela, ela se levantou e, com a bunda bem pra trás, sentou de novo (por um segundo, perdi a cabeça).
Ela: assim tá bom?
Ficamos um tempão assim, onde acariciei as duas pernas dela pelos lados de fora. Depois, saí pra comprar comida, cheguei todo encharcado pela chuva. Deixei as coisas e fui me trocar. Enquanto fazia isso, ela entrou e me encontrou pelado. Os olhos dela pousaram rapidinho no meu pau e não tiraram mais dali.
Eu: cê não sabe bater na porta.
Ela: desculpa, trouxe a toalha. Deixei numa cadeira perto da porta e foi embora. Enquanto preparava a comida, ela ficava dando voltas no meio, como se quisesse me dizer algo ou me perguntar, sei lá, mas dava pra ver que tava estranha. Almoçamos e nos acomodamos pra ver TV no sofá, quando de repente, por causa da tempestade, a luz caiu.
Eu: uuuh, que azar do caralho, bem na melhor parte da luta (era uma de espartanos).
Ela: e então, vamos lutar. Montou em mim e começamos a nos fazer cócegas. Entre uma brincadeira e outra, ela pega minhas mãos e tenta me morder, conseguindo morder meu ombro várias vezes. E eu tento morder ela, primeiro o braço dela, e na luta, acabo mordendo um pouco acima do peito dela.
Ela: aaaauuh, doeu!
Brincamos um tempinho assim. Até que a luz voltou.
Eu: pronto, acabou a luta, ganhei ha ha.
Ela: nonoo. Continuamos nos fazendo cócegas.
Ela: bastaaa!! Olha como tá meu coração... Pegando uma das minhas mãos. colocando a mão sobre o peito esquerdo dela (tava batendo forte igual o meu quando senti o peito dela) Eu: é verdade mesmo. A gente ficou uns segundos assim se olhando, ela montada em mim e minha mão no peito dela, que eu retirei devagar deixando um carinho. De noite, na hora de deitar, de conchinha, ela colocou uma das minhas mãos como querendo que eu abraçasse ela, deixando a palma da minha mão no peito dela e, bem sutilmente, comecei a massagear o seio dela por cima da camiseta, achando rápido o mamilo porque, de novo, ela não tava de sutiã. Vendo que ela não falava nada, já com intenção clara, comecei a massagear o bico do peito dela com os dedos. Ela se encostou bem em mim, e eu aproveitei que tava de shorts de futebol e tirei ele fácil, fiquei só de cueca, sentindo perfeitamente a racha da bunda dela. A gente ficou assim até dormir. De manhã, quando acordamos quase juntos, ela meio que se deitou no meu peito enquanto eu olhava o celular, e senti a mão dela descendo pra me abraçar, roçando os dedos na minha perna e tocando de leve o meu volume. Quase na hora de me abraçar, ela puxou o lençol, descobrindo a gente até um pouco abaixo dos joelhos. Ela se endireitou de leve, olhou pro meu volume e depois virou pra mim. Ela: por que tá assim? Eu: já te expliquei, acontece com a gente de manhã. Ela: ontem à noite não era de manhã... Tá doendo? Eu: um pouquinho. Enquanto isso, com as mãos, marquei sutilmente a grossura dele (pelo espelho, vi como ela ficou de boca aberta, até surpresa). Ela me olhou. Ela: posso ver? Eu: não, vai ter hora, você é muito novinha. Ela: mas você é meu pai... me mostra, não conto pra ninguém. Eu: jura? Ela: sim, sim. Acariciei ele de leve por cima, marcando a forma e a grossura, e devagar fui abaixando a cueca até quase o meio da perna. Pelo reflexo do espelho, vi os olhos grandes dela e a boca aberta, sem acreditar no que tava vendo. Peguei ele, deixei bem ereto e balancei de leve, pra depois descobrir a cabeça por completo e dar umas sacudidas pequenas. Eu: quer tocar? Ela: siiiim. Eu: pega ele. E soltei. Ela me olhou e desviou o olhar de novo pro meu pau (por sorte tinha o espelho que não me deixava perder nenhum detalhe) pegou ele com cuidado, só com dois dedos, bem pela base, deixando ele ereto e passando os dedos da base até a ponta, quase de boca aberta de admiração. Me olhou e, quando colocou o olhar de novo no meu pau, pegou ele com a mão toda, de onde sobrava um bom pedaço de pau e a cabeça inteira. Ela: "tá quentinho e durinho kkk e tá todo raspado kkkk" Eu: "viu?" Peguei a mão dela e, guiando, ela começou a me masturbar bem devagar, enquanto de vez em quando olhava minha reação. Num momento, ela parou e, pelo reflexo, notei que eu tava olhando ela. Ela virou pra mim e, com o olhar nos meus olhos, deu uma lambidinha curta na cabeça e depois dois chupões (me deixando totalmente chocado). Ela: "não é tão feio assim" Eu: "o quê?" Ela: "é que minha amiga me disse que chupou o pau do namorado e não gostou" Eu: "aahh!!!" Sorrindo, ela colocou de novo na boca, dando uns chupões gostosos que, mesmo raspando com os dentes, a inexperiência dela era muito satisfatória. Eu: "um pouco mais, minha princesa" Ela: "gglluukkc gglluukkc gglluukkc ggguuuuaaagggjjj!!!!" Dando uma ânsia enorme, os olhos dela cheios de lágrimas e alguns fios de saliva ligando a cabeça do meu pau aos lábios lindos dela. Ela: "não cabe" Eu: "faz devagar... tenta fazer com a língua pra fora" Ela: "assiiiim????" E, colocando a língua bem pra fora, enfiou quase todo o meu pau na boca, repetindo várias vezes, e depois continuou mamando. Ela: "gglluukkc gglluukkc ggguuuuaaagggjjj gglluukkc gglluukkc ggguuuuaaagggjjj gglluukkc gglluukkc gglluukkc ggguuuuaaagggjjj!!!" Por uns momentos, ela quase se engasgava. Deitei ela de barriga pra baixo entre minhas pernas e ela começou a me masturbar bem rápido. Eu: "aahh, princesa!! Aaahh!!! Vou gozar aahahahahhh!!!! Aaaauuh!!! Aahahahahhh sim!!! Aaahh" Dando um grito de susto, ela soltou na hora que saiu o primeiro jato e pegou com as duas mãos, vendo sair mais alguns jatos e as últimas gotas escorrendo pelo meu pau até cair na mão dela. Ela: "... aahahay!!! jajaja sai muito bem!! Jaja (quase com uma expressão de felicidade) Apertando meu pau bem forte, espremeu as últimas gotas, olhando com atenção sair, depois olhou pra mão grudenta enquanto tateava a consistência do meu gozo... Se limpou no meu short e deitou no meu peito Ela: uau, como teu coração bate, papai... Eu: sim, eu sei... O que achou? Ela: não sei, estranho... Não achei que ia ter coragem, mas você é meu pai, é tão bom, acho... Ainda tá duro? Eu: sim, já vai acalmar Ficamos assim uns segundos até levantar, passamos o dia trancados por causa da tempestade, não podia ser maior minha sorte depois do que tinha acontecido, tinha que fazer de tudo pra se repetir. Lá pelas 8 da noite, enquanto tomava um café na cozinha, ela chega, me abraça, ficamos assim um tempão e não me perguntem como, mas começamos a nos beijar e, já bem colados, as carícias não demoraram a chegar. Pra excitá-la, começo acariciando as bundas dela enquanto beijava seu pescoço, chegando nos peitos, montei ela na mesa e, soltando o sutiã, levantando a camiseta, consegui tirar tudo junto, deixando livres os peitos pequenos dela como dois limões, o marrom dos mamilos fazendo um contraste perfeito com a pele. Comecei a beijar e lamber um por um enquanto acariciava e massageava o outro peito... A respiração ofegante dela e o prazer eram música pros meus ouvidos... Num momento, ela me afasta, desce da mesa e toca no meu volume enquanto mordia os lábios, tenta enfiar a mão na minha calça, eu parei e, beijando o peito dela, desci até a barriga enquanto soltava e tirava a calça dela, deixando ela de calcinha, que eu afastei pro lado, descobrindo os lábios vaginais pequenos mas gordinhos, mal abertos e levemente cobertos de pelos pubianos... Ela olhava atenta e, olhando nos olhos dela, dei uma lambida funda, fazendo ela soltar um enorme uuuaahhhh!!! Mm mm! !! Enquanto inclinava a cabeça pra trás, levantei uma das pernas dela numa cadeira e comecei a lamber bem devagar enquanto ouvia como ela gozava cada vez mais e, depois de vários minutos, minha boca foi inundada pelos sucos dela. Ela: aahhahahhh!!! Ahhaaaaahhaahhhahah!!! Mmmmnn!!! Aahhahahhh!!! Lentamente me afastei, ela abaixou a perna e, com as mãos, começou a me beijar descontroladamente. Quando terminei de me levantar, ela enfiou a mão na minha calça e começou a me masturbar sem tirá-la (senti ela muito quente). Peguei com as duas mãos nas laterais da calcinha de adolescente dela e, devagar, fui enfiando entre as nádegas dela, deixando bem metida (a cara dela mostrou que gostou, pelo jeito que me olhou e mordeu o lábio inferior). Eu: chupa, princesa. Abaixando um pouco, ela tirou meu pau e começou a chupar com muita força. Eu: aahh!! Sss! Calma, faz devagar. Ela sentou na cadeira, eu tirei a cueca por completo e, sentado na beirada da mesa, via perfeitamente como ela mamava. Ela: gglluukkc gglluukkc gglluukkc ggguuuuaaagggjjj gglluukkc... ggguuuuaaagggjjj gglluukkc ggguuuuaaagggjjj gglluukkc gglluukkc gglluukkc gglluukkc ggguuuuaaagggjjj. Eu tava muito excitado, mal tinham passado uns 5 minutos que ela tava me chupando, ela tirou da boca e gozei no peito dela (uma quantidade enorme). Ela recebeu meu gozo com muito prazer, enquanto juntava os peitinhos dela até a última gota. Me olhou nos olhos enquanto espalhava meu gozo nos peitos dela, nos beijamos e ela foi tomar banho. Pude observar como ela se afastava devagar com a calcinha bem enfiada na bunda dela até desaparecer completamente, me deixando pensando na loucura que eu tava fazendo e o quão puta ela era, e isso me excitava muito... Depois jantamos e, sem nada acontecer, dormimos, porque no dia seguinte eu tinha que ir trabalhar e ela pra casa dela. Espero que tenham gostado tanto quanto eu de compartilhar com vocês uma experiência diferente que nunca achei que realizaria, e menos ainda com quem jamais imaginei. Foi a única vez, pensei bem e não era o certo. Esse vai ser nosso segredo.
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