Duas vezes infiel na mesma noite

Resumo
Em uma única noite, traí meu marido primeiro com o amigo dele e depois com meu genro.


Relato


Um amigo do meu marido de muitos anos me assediava, constantemente tentava me olhar, eu sentia os olhares dele na minha bunda quando eu andava, muitas vezes via ele olhando meus peitos, quando eu usava saia ele tentava ver minhas pernas, quando tinha oportunidade me dizia coisas que me fazia ficar vermelha, muitas vezes pensei em contar pro meu marido, mas por algum motivo eu escondia, ficava calada e isso permitia que ele continuasse me assediando.


Meu marido, por causa da diabetes dele, o remédio que tomava às vezes deixava ele broxa, e eu, sendo uma mulher fogosa, ficava frustrada, mas não podia fazer nada. É verdade que eu tinha meus brinquedos escondidos, mas sentia falta dos carinhos de um homem, sentir um membro viril. Então, aquela cantada que no começo me incomodava foi me agradando, e quando ele não falava nada, parecia que me irritava. Ele às vezes dizia: — Com essa diabetes, seu marido não deve te comer, porque acho que não sobe pra ele — ou — Deixa eu te dar o que você precisa, uma boa fodida. — Eu só respondia que ele era maluco.


Uma noite, meu marido, a mãe dele, o amigo e a esposa dele fomos jantar. Durante o jantar, todo mundo bebeu, menos meu marido e a mãe dele. Naquele dia, eu tinha acordado com tesão e queria beber pra dormir e não pensar na minha frustração. Quando saímos do restaurante, minha sogra foi na frente com meu marido, e a gente ficou atrás: as duas mulheres nas pontas e ele no meio. O caminho pra casa era meio longo. Naquela noite, eu tava usando um vestido acima do joelho, mas quando sentei, o vestido subiu, mostrando boa parte das minhas pernas. Enquanto meu marido dirigia, a esposa conversava com minha sogra, e ele e eu comentávamos sobre o jantar.


Como a gente tava meio apertado, quando ele mexia os braços, roçava nos meus peitos. No começo, eu achei que era sem querer, mas acontecia direto. Numa dessas, ele colocou a mão numa das minhas pernas, e eu senti uma corrente elétrica no corpo todo. Quis tirar, mas não tirei. Aquela mão ficou ali, parada. Depois de um tempo, ela foi subindo, subindo e me acariciando. Sentir o roçar e o carinho foi me dando tesão. Eu virei pra olhar a esposa dele, mas ela tava super interessada na conversa com a minha sogra. Quando a mão quase chegou na minha buceta, eu fechei os olhos e peguei na mão dele pra tirar, sabia que não tava certo o que eu tava fazendo. Quando tentei afastar, ele apertou minha perna, mas sem me machucar. Ele pegou minha mão e colocou no pau dele. Tirei na hora, mas senti que era enorme. Ele pegou de novo e colocou, e eu tirei de novo, mas cada vez eu deixava por mais tempo. Até que, na sexta vez, eu já não tirei mais e comecei a massagear. Nossa, era comprido e tava duro. Fazia tempo que eu não tocava num nesse estado. Enquanto isso, a mão dele já tava na minha buceta, e ele puxou minha calcinha pro lado e enfiou um dedo. Eu soltei um suspiro forte, e os outros ouviram. Viraram pra me olhar, mas eu menti, falei que queria dormir.


Todo mundo continuou fazendo o que estava fazendo, ele colocou a mão de novo, mas eu fechei as pernas. Nesse momento, ele aproveitou e agarrou um dos meus peitos, e quando menos esperei, soltou alguns botões pra eu ficar mais à vontade. Ele enfiou a mão e tocou meu peito já sem proteção. Eu peguei no pau dele, abaixei o zíper e, com dificuldade, enfiei a mão e agarrei — uff, tava rígido, duro e quente. Eu queria sentir ele dentro de mim, e se estivéssemos sozinhos, teria deixado. Comecei a masturbar ele devagar por causa do desconforto, e de repente ele jorrou uma porrada de leite e encheu minha mão. Ele subiu o zíper e não se limpou, porque era impossível com tanta gente, mas eu, disfarçadamente, levei os dedos à boca e, uau, que delícia. A porra dele era grossa, comi como se fosse uma sobremesa doce. Chegamos em casa e, ao entrar, a esposa dele notou que a calça dele tava molhada. Ele disse que tinha derramado o refrigerante que tava carregando, e acho que ela acreditou. Quando todo mundo foi embora, eu tava fervendo de tesão. O gosto de porra na minha boca tinha deixado meus hormônios loucos. Fui atrás do meu marido, e tudo tava indo bem até eu me ajeitar de quatro, esperando ansiosa. Aí o pau dele murchou. Foi frustrante pra nós dois, mas me senti culpada por ele, porque sabia da situação dele e me achei egoísta.


No dia seguinte, fui eu quem liguei pra pedir desculpas, mas ele não me deixou falar nada. Só disse pra gente se encontrar num certo hotel, que tava com vontade de repetir a noite anterior, que já tava na hora de eu tomar minha dose de sexo. E como eu não parava de pensar na pica dele, aceitei ir.

Assim que cheguei no hotel, ele já tava me esperando pelado. Eu tirei a roupa na hora e fui pra cama com ele. A gente se acariciou por um bom tempo, ele passou um tempão chupando meus peitos enquanto eu acariciava aquele membro desejado. Depois foi descendo pela minha barriga, e eu sentia umas cócegas deliciosas, até chegar no meu tesouro. Chupou minha buceta por uns minutos, mas eu já não aguentava mais esperar e pedi pra ele meter pra eu sentir. Ele se ajeitou entre minhas pernas e deixou o pau cair na minha racha pra eu sentir — "Quero sentir, me fode logo" — eu implorava desesperada a cada segundo. Aí ele meteu, um vai e vem que eu não sentia há tempo, mas mal comecei a gozar e ele já soltou o jato de porra. Que decepção! Esperamos um tempão e fizemos de novo, com o mesmo resultado. E dessa vez, por mais que eu tentasse, ele não levantou mais. Ele começou a perguntar se eu tinha gozado, e pra não magoar ele, eu disse que sim. Fui lavar bem a buceta, nos vestimos e saímos do hotel. Eu nem me despedi dele, só entrei no meu carro e fui embora muito puta. Imagina? Corri o risco de alguém me ver ou de estragar meu casamento pra ele gozar rápido. Que decepção!



Fiquei toda excitada e, além disso, vinha puta da vida pelo que aconteceu com ele. Levantei o vestido e comecei a me masturbar enquanto dirigia, mas tive medo de sofrer um acidente e parei. Ia esperar até chegar em casa. Tava tão puta que nem coloquei minha calcinha, deixei no hotel. Me vesti pra ele bem gostosa, com um vestido justo e curto, tão fino que dava pra ver meus bicos a quilômetros de distância, e como eles são grandes, apareciam ainda mais. Queria chegar em casa, entrar no meu quarto, pegar um dos meus brinquedos e gozar, mesmo que fosse assim. Mas quando cheguei, meu genro estava lá vendo TV, porque minha filha saiu pra fazer compras e meu marido não estava, já que tinha ido tomar uma cerveja com uns amigos e ia demorar pra voltar. Quando vi ele, tive que cumprimentá-lo, me aproximei pra dar um beijo no rosto dele e, claro, ele notou meus bicos bem durinhos. Eu nem tinha percebido até que, me desculpando, entrei no quarto. Foi aí que notei e fiquei vermelha de vergonha, pensei.


Tirei a roupa pra voltar já com algo mais apropriado, tava pelada quando ouvi um barulho na porta e quando virei, lá estava ele me olhando, o olhar dele era diferente. De susto, fiquei paralisada. Ele se aproximou, eu sabia o que vinha, e nós dois nos abraçamos e começamos a nos beijar, com tanta paixão. Ele me levantou e me deitou, e na hora começou a beijar meus peitos, foi descendo até chegar na minha buceta. Me fez delirar e me contorcer de prazer, uau, que jeito de fazer oral, uau. Enfiava os dedos enquanto devorava minha buceta, e não demorou muito pra eu dar minha primeira gozada, que ele bebeu, ouvi aquele "slurp slurp". E também pedi pra ele meter, queria sentir algo dentro de mim — "sabe, faz tempo que não transo por causa da diabetes do meu marido" — falei. Ele sorriu e disse "fica tranquila". Abri as pernas e ele, subindo em cima de mim, meteu devagar até chegar no fundo. "Ahhh", gritei alto, porque sou escandalosa. Nós dois começamos a nos mexer, era tão gostoso ter algo dentro de mim. Eu apertava ele com minhas pernas, queria sentir no fundo. Ele parecia uma britadeira, entrava e saía num ritmo muito gostoso. Eu acariciava a barriga dele enquanto ele se deliciava chupando meus peitos. Depois montei nele e dei meus melhores movimentos de quadril, fechava os olhos porque me sentia no paraíso, tendo orgasmos seguidos, e ele apertava meus peitos. Aí desci, e ele se ajeitou entre minhas pernas, colocou uma no ombro dele e a outra pra baixo, e começou a meter com tudo. Era incrível a resistência daquele moleque, e como o pau dele tava duro. Depois, com uma mão, começou a me masturbar sem diminuir o ritmo. Eu gemia alto. Ele foi me comendo assim, e eu não parava de ter orgasmos. Em meia hora, tive umas doze. E quando ele finalmente gozou, sentir o leite dele me enchendo, tive o último.


Ficamos assim, colados, e o pau continuava durinho. Ele me pediu pra deixar ele meter por trás e, como prêmio, deixei ele comer meu cu. Ele mandou eu ficar de quatro, eu indiquei onde encontrar um lubrificante velho que eu usava na minha época de ouro. Ele passou na entrada e começou a empurrar. Eu uivava de dor e prazer ao mesmo tempo. Tanto tempo sem usar, meu cu tava fechado, mas ele foi abrindo aos poucos e começou a meter forte, no ritmo. Eu mordia o travesseiro, porque bateu uma vontade de cagar, mas era só sensação. Aos poucos, fui relaxando e soltando o cu. Pra idade que eu tinha, meu genro tava me dando uma boa fodida, ele não mandava nada mal. A juventude dele, a rigidez... com o pau no meu cu entrando até o fundo e saindo, eu tive outra série de gozadas. E quando ele encheu meu cu de porra, senti diferente, quentinho, quentinho. Quando terminamos, ficamos deitados por um bom tempo, conversando sobre a fodida que a gente tinha acabado de ter, e prometi repetir logo, normal, como adultos, sem remorso. Levantei e fui me limpar e tomar um banhão. Ele se vestiu e foi pra sala, e bem na hora que eu tava no chuveiro, minha filha chegou.


Saí do chuveiro, cumprimentei minha filha e nós três sentamos pra esperar meu marido pra jantar. Eu e meu genro ficávamos nos olhando e rindo.
Desde aquele dia, meu genro vem direto aqui em casa me comer quando tô sozinha. Minha filha fica feliz porque a gente se dá super bem, e meu marido mais tranquilo porque não preciso mais cobrar dele o que ele não pode me dar.

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